FLAVIO RENATO DA COSTA ABAID MÉDICO VETERINÁRIO

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1 FLAVIO RENATO DA COSTA ABAID MÉDICO VETERINÁRIO

2 GARANTIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR CONSUMIDOR FERRAMENTA DE CONTROLE DO PROCESSO GOVERNO COMPROMISSO CONSCIÊNCIA CONHECIMENTO HACCP MEDIDAS GERAIS HIGIENE INDUSTRIAL BPF PPHO LEIS, REGULAMENTOS, NORMAS EMPRESAS ENFOQUE PREVENTIVO E DE EQUIPE

3 O Mercado Importador Exige: Avaliação do risco Qualidade e segurança do alimento Sanidade e bem-estar animal Cuidado com o meio ambiente Bem-estar e saúde do homem Rastreabilidade AUDITORIA: processo de acompanhamento destas atividades.

4 O que é Auditoria? Conceito Auditoria é um processo sistemático, documentado e independente para obter a evidência de que critérios estabelecidos previamente estão sendo atendidos. (ISO 9000:2000) Do latim auditore aquele ouve. Aspectos importantes: - A necessidade de ser formal, tendo credibilidade junto a alta direção. - A necessidade de falar com as pessoas. - A importância de examinar evidências objetivas.

5 Tipos Interna, ou de 1a. Parte: membros de uma organização auditam sua própria organização. de 2a. parte: um cliente audita seu fornecedor. de 3a. parte: para fins de certificação, feitas por organizações credenciadas, independentes.

6 OBJETIVOS DE UMA AUDITORIA MELHORIA- típica de auditoria interna CONFORMIDADE comum em todos os tipos.significa a aderência à normas,procedimentos,aos contratos. t EFICÁCIA comum em todos os tipos. Verifica se o sistema está atingindo os objetivos da organização. REGULAMENTAÇÃO típica de auditoria de terceira parte (como de órgão de regulamentação). REGISTRO para determinar se uma organização pode ser indicada para um registro.(iso) ( FONTE: AUDITORIA DA QUALIDADE. TIM O HANLON )

7 Auditoria Interna da Qualidade Praticada por área interna da empresa, por profissionais com atribuição e formação básica em auditoria, via metodologia própria e com objetivos especificamente definidos, a cada projeto realizado, conforme as seguintes linhas gerais: a. Incorpora o verdadeiro espírito da auditoria da organização ; b. Atua em esquema de cooperação/parceria com as área auditadas, exceto em situações especiais em que o fator surpresa seja determinado/considerado; d id d c. Busca atuação profunda, visando tantos os aspectos comportamentais (de todos os integrantes), quanto em nível administrativo-técnico- técnico operacional das áreas; d. Tem características de rapidez/pronta resposta;

8 ESCOPO DA AUDITORIA O termo escopo é utilizado para agrupar os produtos, os processos, as normas, os documentos, os contratos, os locais, os departamentos e o pessoal sob o guarda-chuva da auditoria. ( TIM O HANLON AUDITORIA DA QUALIDADE)

9 Os Atores da Auditoria Auditor Líder Equipe de Auditores Cliente Auditado Guias (Acompanhantes)

10 O AUDITOR Habilidades Básicas Conhecimento; Treinamento; Experiência; Fazer perguntas - Escutar e avaliar respostas; Tomar decisões; Administrar o tempo. Abordagem Moderna Abordagem Moderna - Deixar as pessoas à vontade; - Ainda que inquisitivo, não é intimidante; - Demonstrar segurança, sem agressividade; - Concentrar-se mais em por que as coisas são feitas.

11 PDCA (Plan Do Check Act) Método PDCA 5 Concluindo a auditoria i 1 - Programando e iniciando a auditoria 6 Acompanhando as 2 Preparando a auditoria ações corretivas - análise de documentos A P - plano da auditoria - listas de verificação 4 Relatando a auditoria - análise crítica dos resultados - relatório da auditoria - solicitação de ação corretiva C D 3 - Conduzindo a auditoria - reunião de abertura - condução e avaliação - reunião de fechamento A QUALIDADE É UMA PARADA, NÃO O PONTO FINAL

12 DEFINIR OBJETIVOS P PRÉ-AUDITORIA DEFINIR ESCOPO DEFINIR A EQUIPE ANÁLISE DA VIABILIDADE VISITA DE PRÉ-AUDITORIA PROCESSO DE AUDITORIA INTERNA TIM O HANLON, modificado P D PROGRAMAÇÃO DA AUDITORIA REUNIÃO DE ABERTURA EXECUÇÃO DA AUDITORIA REUNIÃO DOS AUDITORES ANÁLISE DE DOCUMENTOS PLANO DE AUDITORIA LISTA DE VERIFICAÇÃO AGENDA DA AUDITORIA DEFINIR O MÉTODO RELATÓRIO DE AUDITORIA REUNIÃO FINAL C RELATO DA AUDITORIA C A PLANO DE AÇÃO CORRETIVA PELA ADM. LOCAL SIM RNCs? NÃO ANÁLISE CRÍTICA DO PROCESSO GLOBAL A A ACOMPANHAMENTO PELO AUDITOR IMPLEMENTAÇÃO É EFICAZ? NÃO SIM ENVIO PARA A ALTA DIREÇÃO

13 CLASSIFICANDO AS NÃO CONFORMIDADES Considerar: Este é um fato isolado? Acontece freqüentemente? Essas observações são consistentes com o escopo e os objetivos? Há evidências objetivas? Temos a concordância do auditado? Essa é uma quebra do sistema ou é um lapso menor?

14 LISTA DE VERIFICAÇÃO Seguir um processo lógico: Leia e entenda a documentação aplicável ( manuais, normas,contratos) No contesto do escopo e dos objetivos, determine as prioridades Determine o que você deseja saber Desenvolva uma pergunta que lhe dê essa informação Lista de verificação é um mapa, não um trilho.

15 LISTA DE VERIFICAÇÃO SUGESTÃO PARA ESTABELECER CRITÉRIOS DE PONTUAÇÃO DESCRIÇÃO DO ITEM NOTAS Não existe controle. O controle é ineficiente. O controle atende parcialmente as especificações. O controle atende as especificações, mas necessita melhorias. Existe controle total atendendo as especificações.

16 Plano de Auditoria ESTABELECIMENTO. SIF. ENDEREÇO. DATA. AUDITORES. ESCOPO DA AUDITORIA (Abrangência). OBJETIVOS DA AUDITORIA. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA. RELATÓRIO DE AUDITORIA.

17 PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS REFERÊNCIA: DATA: ITEM NÃO CONFORMIDADE AÇÃO CORRETIVA/PREVENTIVA PRAZO STATUS UNIDADE: APROVADO POR: RESPONSÁVEL:

18 MUITO OBRIGADO ABAID CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA FONE:

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