A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº JULGADO PELO TJRS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS"

Transcrição

1 23 A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº JULGADO PELO TJRS Adrieli Aline Frias 1 Daniele Garcia 2 Niagara Sabrina 3 Ynaia Medina Long 4 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa Delben 1 IDENTIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO O objetivo deste trabalho é comentar uma ementa advinda do TJRS Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, cujo o acórdão tem número RS e foi prolatado na Sétima Câmara Cível daquele órgão, sendo que foi um julgamento proferido em sede de Agravo de Instrumento, cuja relatora foi Sandra Brisolara Medeiros. Cumpre por fim esclarecer a data de julgamento foi 21/11/2012, e a data de publicação no Diário da Justiça foi dia 27/11/2012. Este acórdão tem a seguinte ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. INVENTÁRIO. COLAÇÃO. Devem ser trazidos à colação os bens doados pelo autor da herança em vida aos herdeiros necessários, pressupondo-se adiantamento de legítima, nos termos das disposições do art , c/c o art. 544, ambos do Código Civil. Doações realizadas em favor de quem não é herdeiro não ensejam colação. Eventual alegação de prejuízo à legítima, nessas hipóteses, deverá ser demandada nas vias ordinárias, e não nos autos do inventário. ADMINISTRAÇÃO DE CRÉDITOS DO ESPÓLIO. Aberta a sucessão desde o óbito, os créditos do de cujos passam à titularidade do espólio, não podendo ser livremente dispostos pelos herdeiros, mas somente mediante autorização judicial nos autos de ação de inventário. Irregularidade que pode e deve ser sanada mediante eventual compensação quando ultimada a partilha da integralidade do patrimônio inventariado. REMOÇÃO DE INVENTARIANTE. A disposição de créditos do espólio entre os herdeiros por iniciativa da inventariante e a não colação de bens que deveriam integrar o inventário são motivos suficientes para a sua remoção do encargo sendo adequada a 1 Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR. 2 Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR. 3 Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR. 4 Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR.

2 24 nomeação da companheira do de cujus, que bem atende a orem de preferência do art. 990 do CPC. AGRAVO DE INSTRUMENTO PARCIALMENTE PROVIDO. (TJ-RS - AG: RS, Relator: Sandra Brisolara Medeiros, Data de Julgamento: 21/11/2012, Sétima Câmara Cível, Data de Publicação: Diário da Justiça do dia 27/11/2012). Esse trabalho será desenvolvido com base nos assuntos expostos na ementa, tratar-se-á do instituto da colação, da legítima, da sucessão. 2 DA ANÁLISE DA EMENTA Compulsando-se a ementa acima referida, verifica-se que tratase de Autos de Inventário, onde as partes requerem provimento recursal, alegando prejuízo à legítima diante da colação dos bens doados pelo autor da herança em vida aos herdeiros necessários, alegando que doações realizadas em favor de quem não é herdeiro não ensejam colação, tais alegações segundo a ementa, não merecem acolhimento, uma vez que o prejuízo do adiantamento da legitima, deverá ser discutido em ação própria e não nos Autos de Inventário (primeira parte da ementa). A ementa trata ainda da administração dos créditos do espólio, explicitando que somente poderá haver modificações no crédito do espólio quando da abertura de inventário judicial, e que qualquer irregularidade que fuja a esta regra pode e deve ser sanada mediante eventual compensação quando ultimada a partilha da integralidade do patrimônio inventariado (segunda parte da ementa). A ementa dispõe também sobre a remoção do inventariante o qual se dispôs de créditos do espólio entre os herdeiros por iniciativa própria (terceira parte da ementa). 2 DO INSTITUTO DA COLAÇÃO MENCIONADO NA EMENTA A fim de elucidar melhor os fatos, cumpre esclarecer que o instituto da colação se refere à uma conferência dos bens da herança com outros transferidos pelo de cujus, em vida, aos seus descendentes,

3 25 promovendo o retorno ao monte das liberalidades feitas pelo autor da herança antes de falecer, para uma equitativa apuração das quotas hereditárias dos sucessores legitimários 5. Segundo a lei civil: Art Os descendentes que concorrerem à sucessão do ascendente comum são obrigados, para igualar as legítimas, a conferir o valor das doações que dele em vida receberam, sob pena de sonegação. 6 No dizer do art do mesmo código a colação tem por fim igualar, na proporção estabelecida no Código Civil, as legítimas dos descendentes e do cônjuge sobrevivente, obrigando também os donatários que, ao tempo do falecimento do doador, já não possuírem os bens doados. Isto porque, não pode haver discriminação entre os herdeiros, tampouco, um pode ter seu quinhão maior que do outro. 3 DA LEGÍTIMA E SEU ADIANTAMENTO Importante esclarecer que: A legítima, também denominada reserva, é a porção dos bens deixados pelo "de cujus" que a lei assegura aos herdeiros necessários, que são os descendentes, ascendentes e o cônjuge 7, sendo que, esta: corresponde a 1/4 do patrimônio do casal, ou à metade da meação do testador 8. De acordo com o artigo 1.847, do Código Civil: Art Calcula-se a legítima sobre o valor dos bens existentes na abertura da sucessão, abatidas as dívidas e as despesas do funeral, adicionando-se, em seguida, o valor dos bens sujeitos a colação. 9 Do monte partilhável são extraídas as dívidas do falecido, e, pode-se afirmar ainda, que o acervo patrimonial do falecido, pode ser 50% disposto como este pretende, contudo, deverá ser observada a parte da 5 DINIZ, Maria Helena. Código Civil anotado. 9. ed. São Paulo: Saraiva, p BRASIL. Lei n o , de 10 de janeiro de Institui o Código Civil. Disponível em: < Acesso em: 31 out LEGÍTIMA. Disponível em: < Acesso em: 31 out Ibidem. 9 BRASIL. LEI Nº de 10 DE JANEIRO DE Institui o Código Civil Brasileiro. Acesso em: 31 out

4 26 legítima, que são os outros 50% dos bens da herança, conforme observa, o art do Código Civil. 10 Como na ementa houve a discussão acerca da colação consoante o adiantamento da legítima, cumpre esclarecer que esta estará sujeita à futura colação, a fim de que seja trazida à massa comum da herança do de cujus os bens que tenha recebido dele, em vida, a fim de com eles concorrer à partilha. Inclusive os bens doados, como adiantamento de herança, deverão vir a colação, inclusive na escritura de doação, ter expressão neste sentido, como abaixo, observa-se: AGRAVO DE INSTRUMENTO. INVENTÁRIO. BENS DOADOS A TÍTULO DE ADIANTAMENTO DE LEGÍTIMA. COLAÇÃO. Caso no qual os agravantes receberam doação dos pais, feita por escritura pública que declarou expressamente que a doação era feita a título de adiantamento de legítima, e que deveria ser depois objeto de colação. No contexto de um instrumento de doação que afirma que a doação foi feita a título de adiantamento de legítima para ser depois objeto de colação, não há falar e nem cogitar em necessidade de ajuizamento de ação ordinária para investigar inoficiosidade da doação. Hipótese de adequada determinação de colação dos bens recebidos por doação. NEGARAM PROVIMENTO. (Agravo de Instrumento Nº , Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Rui Portanova, Julgado em 25/09/2014) 11 Assim, para que exista maior igualdade dos valores dos bens recebidos, importante é o instituto da colação. 4 DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS DO ESPÓLIO E DO INVENTARIANTE Considerando que conforme art. 991 do Código de Processo Civil 12 cabe ao inventariante a administração dos bens e a defesa dos interesses do espólio, eventual descumprimento da função poderá acarretar a 10 BRASIL. LEI Nº de 10 DE JANEIRO DE Institui o Código Civil Brasileiro. Acesso em: 31 out Agravo de Instrumento Nº , Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Rui Portanova, Julgado em 25/09/ BRASIL. LEI N o 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE Institui o Código de Processo Civil. Disponível em: < Acesso em: 8 nov

5 27 sua remoção, de acordo com o art. 995 do mesmo código 13, o que é o caso da presente ementa, conforme observa-se na jurisprudência, a seguir: AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO CIVIL. SUCESSÃO. AÇÃO CAUTELAR. LIMINAR. CONSIDERANDO QUE CABE AO INVENTARIANTE A ADMINISTRAÇÃO DOS BENS E A DEFESA DOS INTERESSES DO ESPÓLIO E QUE O EVENTUAL DESCUMPRIMENTO DA FUNÇÃO PODERÁ ACARRETAR A SUA REMOÇÃO, AS QUESTÕES POSTAS NA PRESENTE AÇÃO DEVEM SER ENCAMINHADAS PRIMEIRAMENTE NO PROCESSO DE INVENTÁRIO OU A PARTIR DELE. A QUESTÃO RELATIVA À REMOÇÃO DA INVENTARIANTE DEVE IGUALMENTE SER DISCUTIDA NOS AUTOS DO INVENTÁRIO. NEGADO SEGUIMENTO. (Agravo de Instrumento Nº , Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Liselena Schifino Robles Ribeiro, Julgado em 03/09/ ) Verifica-se que o inventariante deve ser diligente com seu encargo, e, se não o for é possível que seja removido de seu posto, sendo que o tramite para tal é feito nos próprios autos de inventário. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Verifica-se portanto, em análise a ementa e do mais que consta na presente pesquisa, que o contido em sua primeira parte (ementa) não ensejou reforma da decisão de primeiro grau, haja vista a necessidade do assunto ser discutido em ação própria, verifica-se ainda que a segunda parte da ementa dispôs acerca de patrimônio a inventariar do de cujus, e por fim verifica-se que houve reforma ainda, no que tange a remoção do inventariante, entendendo a câmara recursal que esta seria a melhor opção. REFERÊNCIAS DINIZ, Maria Helena. Código Civil anotado. 9. ed. São Paulo: Saraiva, BRASIL. LEI N o 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE Institui o Código de Processo Civil. Disponível em: < Acesso em: 8 nov Agravo de Instrumento Nº , Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Liselena Schifino Robles Ribeiro, Julgado em 03/09/2013

6 28 BRASIL. Lei n o , de 10 de janeiro de Institui o Código Civil. Disponível em: < Acesso em: 31 out LEI N o 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE Institui o Código de Processo Civil. Disponível em: < Acesso em: 8 nov Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Agravo de Instrumento Nº , Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Liselena Schifino Robles Ribeiro, Julgado em 03/09/2013 LEGÍTIMA. Disponível em: < Acesso em: 31 out

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Dados Básicos Fonte: 70039973367 Tipo: Acórdão TJRS Data de Julgamento: 08/06/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:14/06/2011 Estado: Rio Grande do Sul Cidade: Porto Alegre Relator:

Leia mais

DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL

DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL 16 DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL Fabiana Daniele Carneiro 1 Jaqueline Naiane Gonçalves Torres 2 Patricia Fertonani 3

Leia mais

OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL

OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL 30 OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL Fabiana dos Santos Gonçalves 1 José Ricardo Moura Pereira 2 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa Delben

Leia mais

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08.

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08. Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar Apresentação 10.08.10 Luiz Kignel Karime Costalunga F 1 F 2 F 3 F 1 F 2 F 3 F 4 Fundador

Leia mais

O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO:

O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO: 50 O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70015232226 PROFERIDO EM SEDE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO JULGADO PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO RIO GRANDE DO SUL André Leandro Polycarpo 1

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva INVENTÁRIO Dois sentidos para o mesmo vocábulo: Liquidação do acervo hereditário (registro, descrição, catalogação dos bens). Procedimento especial

Leia mais

CONCEITO DE INVENTÁRIO

CONCEITO DE INVENTÁRIO DIREITO CIVIL Inventário e Partilha CONCEITO DE INVENTÁRIO Inventárioéoprocedimentojudicialatravésdoqual será realizado o levantamento dos bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. OBJETIVO

Leia mais

A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO

A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO 2 A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO Ariadne dos Santos Antunes 1 Maria Eduarda de Oliveira Rech 2 Talita Ayumi Koga 3 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa

Leia mais

Nº 70 060 938 065 (N CNJ: 0286369-18.2014.8.21.7000) COMARCA DE SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA DARCI SILVEIRA DOS SANTOS

Nº 70 060 938 065 (N CNJ: 0286369-18.2014.8.21.7000) COMARCA DE SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA DARCI SILVEIRA DOS SANTOS AÇÃO DE NULIDADE DE DOAÇÃO DE IMÓVEL. HERDEIROS NECESSÁRIOS. NULIDADE. CERCEAMENTO DE DEFESA. INOCORRENTE. 1. Inocorre cerceamento de defesa pela dispensa da prova testemunhal, quando esta se mostra desnecessária

Leia mais

Do ato formal da doação e da dispensa de colação em face do novo código civil José da Silva Pacheco

Do ato formal da doação e da dispensa de colação em face do novo código civil José da Silva Pacheco Do ato formal da doação e da dispensa de colação em face do novo código civil José da Silva Pacheco SUMÁRIO: 1. Da doação como ato de liberalidade e das formas de sua celebração. 2. A doação de ascendente

Leia mais

Direito das Sucessões. Inventário e Partilha

Direito das Sucessões. Inventário e Partilha Direito das Sucessões Inventário e Partilha OBJETIVO Conhecer as disposições legais a respeito do inventário e da partilha. ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento.

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. 1 DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões SUCESSÃO LEGÍTIMA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. Colação não significa devolução

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.693/15/3ª Rito:Sumário PTA/AI: 16.000556146-19 Impugnação: 40.

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.693/15/3ª Rito:Sumário PTA/AI: 16.000556146-19 Impugnação: 40. Acórdão: 21.693/15/3ª Rito:Sumário PTA/AI: 16.000556146-19 Impugnação: 40.010136659-10 Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA Emerson Simon Vilella CPF: 033.831.356-75 João Baptista de Paula DF/Ubá

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC).

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC). Noção Contrato pelo qual uma Pessoa Jurídica, por espírito de liberalidade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa ou de um direito, ou assume uma obrigação, em benefício do outro

Leia mais

I miii mil mil um um um mu um mi m

I miii mil mil um um um mu um mi m ACÓRDÃO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N I miii mil mil um um um mu um mi m *03071141* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação n 994.08.058146-0, da Comarca de São Paulo,

Leia mais

DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1

DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1 DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1 DO INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL A lei 11.441/2007 alterou os dispositivos do CPC, possibilitando a realização de inventário, partilha, separação consensual e divórcio consensual por

Leia mais

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito das Sucessões Parte I Sucessão - Etimologia Sucessão Successio, de succedere. Relação de ordem, de continuidade. Uma sequência de fato e de coisas. O que vem em certa ordem ou em certo tempo. Sucessão

Leia mais

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha EDUARDO MACHADO ROCHA Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Dourados (MS). Pós-graduado - Especialização em Direito Processual Civil. Professor de Direito Civil na Unigran - Universidade

Leia mais

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO TABELIÃO (PRESTADOR DE SERVIÇO PÚBLICO EM CARÁTER PRIVADO)... 5 1.3 NOVA LEI HOMENAGEIA

Leia mais

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015 Inventário e Partilhas Ozéias J. Santos 01.06.2015 O Novo CPC disciplina o inventário e partilha nos artigos 610 a 673. A pessoa morrendo, deixando um patrimônio, este patrimônio deve ser destinado a alguém.

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO 2010 A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Para se obter um bom entendimento como se processa

Leia mais

ACÓRDÃO. Apelação nº 0007757-63.2005.8.26.0101, da Comarca de. Caçapava, em que são apelantes APARÍCIO GALDINO

ACÓRDÃO. Apelação nº 0007757-63.2005.8.26.0101, da Comarca de. Caçapava, em que são apelantes APARÍCIO GALDINO Registro: 2013.0000354804 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0007757-63.2005.8.26.0101, da Comarca de Caçapava, em que são apelantes APARÍCIO GALDINO SBRUZZI FILHO, MARCO

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR ACÓRDÃO. Instrumento nº 0099725-45.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo,

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR ACÓRDÃO. Instrumento nº 0099725-45.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, Registro: 2012.0000257965 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 0099725-45.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante FAZENDA DO ESTADO DE SÃO

Leia mais

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO doação Conceito: é negócio jurídico unilateral inter vivos, em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para

Leia mais

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra.

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Lição 14. Doação Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Na doação deve haver, como em qualquer outro

Leia mais

DECISÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO EMENTA PROCESSO: 012.2002.000179-3/002

DECISÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO EMENTA PROCESSO: 012.2002.000179-3/002 Poder Judiciário Tribunal de Justiça da Paraíba Gabinete do Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira AGRAVO DE INSTRUMENTO PROCESSO: 012.2002.000179-3/002 ORIGEM: Comarca de Caiçara. RELATOR: Des. Romero

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando

Leia mais

ACORDAM NO TRIBUNAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA DA REGIÃO. A, casada no regime de comunhão geral de bens com B, requereu inventário

ACORDAM NO TRIBUNAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA DA REGIÃO. A, casada no regime de comunhão geral de bens com B, requereu inventário ACORDAM NO TRIBUNAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU: I Relatório e factos provados A, casada no regime de comunhão geral de bens com B, requereu inventário facultativo por

Leia mais

APELAÇÃO. SEPARAÇÃO. PARTILHA. DERAM PARCIAL PROVIMENTO. Nº 70048117212 COMARCA DE ERECHIM A C Ó R D Ã O

APELAÇÃO. SEPARAÇÃO. PARTILHA. DERAM PARCIAL PROVIMENTO. Nº 70048117212 COMARCA DE ERECHIM A C Ó R D Ã O APELAÇÃO. SEPARAÇÃO. PARTILHA. A partilha de cotas de empresa não pode tomar por base o valor do capital social e nem o valor do patrimônio líquido, mas sim o valor real que a participação confere ao sócio,

Leia mais

Aula 008 Da Sucessão Testamentária

Aula 008 Da Sucessão Testamentária Aula 008 Da Sucessão Testamentária 3.5 Disposições Testamentárias 3.5.1 Regras gerais 3.5.2 Espécies de disposições 3.5.2.1 Simples 3.5.2.2 Condicional 3.5.2.3 A Termo ou a prazo 3.5.2.4 Modal 3.5.2.5

Leia mais

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade http://patriciafontanella.adv.br Viés Constitucional Assento constitucional (art. 5º XXX, CF/88). Mudança dos poderes individuais da propriedade, trazendo a

Leia mais

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Toda a sucessão legítima observará uma ordem de vocação hereditária que, no Código Civil, está prevista no artigo 1.829. Art. 1.829.

Leia mais

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83 1 Noções introdutórias, 1 1.1 Sucessão. Compreensão do vocábulo. O direito das sucessões, 1 1.2 Direito das sucessões no direito romano, 2 1.3 Ideia central do direito das sucessões, 4 1.4 Noção de herança,

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.14.148142-4/001 Númeração 0807534- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Mariângela Meyer Des.(a) Mariângela Meyer 24/02/2015 06/03/2015 EMENTA:

Leia mais

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 1 - Imposto sobre transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCMD) Compete privativamente aos Estados a instituição

Leia mais

SEGUNDA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 32721/2011 - CLASSE CNJ - 202 - COMARCA DE RONDONÓPOLIS ANIVALDO CORREIA DE MELLO

SEGUNDA CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 32721/2011 - CLASSE CNJ - 202 - COMARCA DE RONDONÓPOLIS ANIVALDO CORREIA DE MELLO AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 32721/2011 CLASSE CNJ 202 COMARCA DE Fls. AGRAVANTE: AGRAVADO: ANIVALDO CORREIA DE MELLO LUIZ CARLOS FANELLI Número do Protocolo: 32721/2011 Data de Julgamento: 2262011 EMENTA

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2014.0000104277 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 9000088-33.2009.8.26.0562, da Comarca de Santos, em que é apelante

Leia mais

HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE

HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE Luiz Alberto Rossi (*) SUMÁRIO DISTINÇÃO ENTRE HERDEIROS E LEGATÁRIOS. SAISINE. CÔNJUGE: HERDEIRO NECESSÁRIO. QUINHÃO DO CÔNJUGE. TIPOS DE CONCORRÊNCIA. BENS PARTICULARES.

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge;

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge; 1 DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões CONCORRÊNCIA NO NCC herdeiros. Art. 1829 do CC É a primeira vez que o código enfrenta a concorrência entre I descendentes concorrendo com o cônjuge; Indignidade: art.

Leia mais

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Giselda Maria Fernandes Novaes Hironaka Doutora e Livre Docente em Direito pela Faculdade de Direito da USP Professora Associada ao Departamento de Direito

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva Direito das Sucessões Sucessão: alteração de titulares em uma dada relação jurídica Sucessão (sentido estrito): causa mortis A sucessão engloba

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm Page 1 of 9 Espólio - Contribuinte Falecido CONCEITO 085 O que é espólio? Espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida. É contribuinte distinto do meeiro, herdeiros e legatários.

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.298.864 - SP (2011/0291796-0) RELATOR : MINISTRO MARCO AURÉLIO BELLIZZE RECORRENTE : ZORAIDE APARECIDA PISSINATTI DA SILVA E OUTROS ADVOGADOS : LUIZ ANTÔNIO SOARES HENTZ E OUTRO(S)

Leia mais

Inventário e Partilha

Inventário e Partilha 108 Inventário e Partilha Flávia de Azevedo Faria Rezende Chagas 1 O palestrante, Dr. Sérgio Ricardo de Arruda Fernandes, iniciou sua explanação abordando a abertura da via extrajudicial, prevista na Resolução

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA o. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA GABINETE DO DESEMBARGADOR JOÃO ALVES DA SILVA DECISÃO MONOCRÁTICA AGRAVO DE INSTRUMENTO NQ 001.2010.006903-6/001 RELATOR : Desembargador João Alves da Silva AGRAVANTE

Leia mais

Regime de bens e divisão da herança

Regime de bens e divisão da herança Regime de bens e divisão da herança Antes da celebração do casamento, os noivos têm a possibilidade de escolher o regime de bens a ser adotado, que determinará se haverá ou não a comunicação (compartilhamento)

Leia mais

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes DIREITO CIVIL VI - SUCESSÕES SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA Testemunhas Testamentárias Novembro/2010 Prof a. Esp. Helisia Góes Definição: é a pessoa que tem capacidade para assegurar a veracidade do testamento.

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0024.05.871804-0/002 Númeração 8718040- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Fernando Caldeira Brant Des.(a) Fernando Caldeira Brant 28/02/2013 05/03/2013

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5.ª REGIãO Gabinete da Desembargadora Federal Margarida Cantarelli APELAÇÃO CÍVEL Nº 550822-PE (2001.83.00.010096-5) APTE : INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL REPTE : PROCURADORIA REPRESENTANTE DA ENTIDADE APDO : LUZIA DOS SANTOS SANTANA ADV/PROC : SEM ADVOGADO/PROCURADOR

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO DECISAUW ^ N0 ACÓRDÃO \\ll\w "»"»'" lo3046968* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento n 990.10.048613-6, da Comarca de São Paulo, em

Leia mais

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL 76 A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL CLAUDIA NASCIMENTO VIEIRA¹ O artigo 226 da Constituição Federal equiparou a união estável entre homem e mulher ao casamento, dispondo em seu parágrafo 3º que é reconhecida

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.080.614 - SP (2008/0176494-3) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI EMENTA Direito de família e das sucessões. Ação de reconhecimento de sociedade de fato, proposta por ex-companheiro

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 730.483 - MG (2005/0036318-3) RECORRENTE : JOSÉ JORGE PENNA JÚNIOR - ESPÓLIO E OUTROS REPR.POR : ADRIANA PENA - INVENTARIANTE ADVOGADO : GUSTAVO CAPANEMA DE ALMEIDA E OUTROS RECORRIDO

Leia mais

(I) O CADASTRO PARA BLOQUEIO DE RECEBIMENTO DE LIGAÇÕES DE TELEMARKETING E O DIREITO DO CONSUMIDOR

(I) O CADASTRO PARA BLOQUEIO DE RECEBIMENTO DE LIGAÇÕES DE TELEMARKETING E O DIREITO DO CONSUMIDOR Ano III nº 12 (I) O CADASTRO PARA BLOQUEIO DE RECEBIMENTO DE LIGAÇÕES DE TELEMARKETING E O DIREITO DO CONSUMIDOR Barbara Brentani Lameirão Roncolatto Luiz Henrique Cruz Azevedo 01. Em 7 de outubro de 2008,

Leia mais

GJBB Nº 70031892250 2009/CÍVEL

GJBB Nº 70031892250 2009/CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. ITCD. IMPOSTO REAL. ALÍQUOTAS PROGRESSÍVAS. DESCABIMENTO. VALOR DO BEM TRANSMITIDO OU DOADO. CRITÉRIO QUE NÃO MENSURA E/OU EXPRESSA A CAPACIDADE CONTRIBUTIVA. TRIBUTO

Leia mais

Dados Básicos. Ementa. Íntegra

Dados Básicos. Ementa. Íntegra Dados Básicos Fonte: 1.196.992 Tipo: Acórdão STJ Data de Julgamento: 06/08/2013 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:22/08/2013 Estado: Mato Grosso do Sul Cidade: Relator: Nancy Andrighi

Leia mais

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS:

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: 1. Capacidade para suceder é a aptidão da pessoa para receber os bens deixados pelo de cujus no tempo da abertura da sucessão. Considerando tal afirmação

Leia mais

Nº 70021504923 COMARCA DE PELOTAS ESTELA MARIA CIRNE MAGALHAES NOEMIA MARIA PINHEIRO CIRNE

Nº 70021504923 COMARCA DE PELOTAS ESTELA MARIA CIRNE MAGALHAES NOEMIA MARIA PINHEIRO CIRNE AGRAVO DE INSTRUMENTO. PARTILHA. REGIME DE BENS. INEXISTÊNCIA DE MEAÇÃO SOBRE BEM CLAUSULADO. REGIME DE SEPARAÇÃO TOTAL DE BENS. HERANÇA. CONCORRÊNCIA SUCESSÓRIA DO CÔNJUGE VIVO COM OS DESCENDENTES DO

Leia mais

ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA 267 REGISTRADO(A) SOB N

ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA 267 REGISTRADO(A) SOB N TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO > TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA 267 REGISTRADO(A) SOB N Apelação n 2 ACÓRDÃO IIIIIIIIIIIIIIIIIM *03715825* Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça AgRg no AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 1.249.348 - SP (2009/0224656-2) RELATOR : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES AGRAVANTE : FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE S : RITA DE CÁSSIA ALVES COCCO SANDRA

Leia mais

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões 1) Que é herança jacente: a) Herança que não existe herdeiros, salvo o estado b) Herança que tem que ser dividida entre os pais e cônjuge c) Herança que tem que ser dividida entre irmãos d) Herança deixada

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ITCMD Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer Bens ou Direitos MANUAL DO USUÁRIO 2012 O ITCMD tem como fato gerador a transmissão de bens e direitos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível n2 031.1999.000404-1/001 Origem : 1 Vara da Comarca de Princesa Isabel Relator : Desembargador Frederico Martinho da Nóbrega

Leia mais

Exame de Direito das Sucessões. 18 de junho de 2014. I (17 valores) Em 2008, C é condenado pelo crime de homicídio doloso de seu irmão D.

Exame de Direito das Sucessões. 18 de junho de 2014. I (17 valores) Em 2008, C é condenado pelo crime de homicídio doloso de seu irmão D. Exame de Direito das Sucessões 18 de junho de 2014 I (17 valores) A é casado com B, tendo o casal três filhos, C, D e E. B tem ainda um filho, F, de um anterior casamento. C é casado com G e tem uma filha

Leia mais

1620874-40.2011.8.19.0004 RENATO LIMA DOS SANTOS

1620874-40.2011.8.19.0004 RENATO LIMA DOS SANTOS TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº: 1620874-40.2011.8.19.0004 Apelante: RENATO LIMA DOS SANTOS Apelado: ESPÓLIO DE CARLOS ALBERTO DUTRA MARQUES REP/P/S/INV MAGDA IDALINA LIMA DOS

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 5 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000429851 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Mandado de Segurança nº 0226204-83.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é impetrante EDEMAR CID FERREIRA,

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. O julgamento teve a participação dos Desembargadores ANTÔNIO CARLOS MALHEIROS (Presidente) e LEONEL COSTA.

PODER JUDICIÁRIO. O julgamento teve a participação dos Desembargadores ANTÔNIO CARLOS MALHEIROS (Presidente) e LEONEL COSTA. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA REGISTRADO(A) SOB N í um! mil mu um mu um um mu m m *03417005* Vistos, relatados e discutidos estes

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 19.09.07. Retificação no DOE(Pa) de 25.09.07. Institui a Declaração de Bens e Direitos, relativa ao Imposto sobre Transmissão

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS

ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA TRIBUTAÇÃO CONSELHO DE RECURSOS FISCAIS PROCESSO Nº 539432/2012-3 Nº DE ORDEM 0095/2013-CRF ITCD OS 2307/2012 1ª URT RECURSO EX OFFICIO RECORRENTE

Leia mais

Supremo Tribunal Federal

Supremo Tribunal Federal MEDIDA CAUTELAR NA RECLAMAÇÃO 15.303 RIO DE JANEIRO RELATOR : MIN. LUIZ FUX RECLTE.(S) :MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DO MUNICÍPIO DE ARMAÇÃO DOS BÚZIOS RECLDO.(A/S)

Leia mais

ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS. Artur Francisco Mori Rodrigues Motta

ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS. Artur Francisco Mori Rodrigues Motta ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS Artur Francisco Mori Rodrigues Motta ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS Artur Francisco Mori Rodrigues Motta

Leia mais

APELAÇÃO CÍVEL Nº 434.737-5 - 19.08.2004

APELAÇÃO CÍVEL Nº 434.737-5 - 19.08.2004 -1- EMENTA: EMBARGOS DE TERCEIRO - PENHORA DE BEM IMÓVEL - INEXISTÊNCIA DE INTIMAÇÃO DO CÔNJUGE - NULIDADE DOS ATOS PROCESSUAIS POSTERIORES ART. 669, PARÁGRAFO ÚNICO DO CPC. Nos termos do art. 669, parágrafo

Leia mais

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. APELAÇÃO CÍVEL SEM REVISÃO n 264.352-4/7-00, da Comarca de

Vistos, relatados e discutidos estes autos de. APELAÇÃO CÍVEL SEM REVISÃO n 264.352-4/7-00, da Comarca de PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRATICA ACÓRDÃO REGISTRADO(A) SOB N Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO CÍVEL SEM

Leia mais

AGRAVANTES: ESPÓLIO DE OSENIO JOSÉ KROMANN E OUTROS

AGRAVANTES: ESPÓLIO DE OSENIO JOSÉ KROMANN E OUTROS AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 852.937-1, DA PRIMEIRA VARA CÍVEL DA COMARCA DE TOLEDO AGRAVANTES: ESPÓLIO DE OSENIO JOSÉ KROMANN E OUTROS AGRAVADA: RELATORA: FAZENDA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ DES.ª VILMA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Registro: 2015.0000122590 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Agravo de Instrumento nº 2196688-13.2014.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que são agravantes CARLOS ROBERTO DE ARO

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 142 Registro: 2014.0000196662 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 2032279-20.2014.8.26.0000, da Comarca de, em que é agravante ENGELUX CONSTRUTORA LTDA.

Leia mais

Nº 70010899649 COMARCA DE LAJEADO MUNICÍPIO DE LAJEADO ACÓRDÃO

Nº 70010899649 COMARCA DE LAJEADO MUNICÍPIO DE LAJEADO ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL. TRIBUTÁRIO. AÇÃO DECLARATÓRIA. FACTORING. ISS. BASE DE CÁLCULO. A base de cálculo do ISS incidente sobre os contratos de factoring é o valor do agenciamento, da corretagem ou da intermediação,

Leia mais

TEORIA E PRÁTICA DO INVENTÁRIO JUDICIAL E EXTRAJ U DICIAL

TEORIA E PRÁTICA DO INVENTÁRIO JUDICIAL E EXTRAJ U DICIAL JOÃO ROBERTO PARIZATTO TEORIA E PRÁTICA DO INVENTÁRIO JUDICIAL E EXTRAJ U DICIAL 5. a Edição EDITORA PARIZATTO Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio eletrônico, mecânico ou xerográfico,

Leia mais

A C Ó R D Ã O Nº XXXXXXXXX (N CNJ: YYYYYYYYYYYYY) COMARCA DE XXX XXXXXXX M.C.L... L.V.B... M.P... APELANTE APELANTE APELADO

A C Ó R D Ã O Nº XXXXXXXXX (N CNJ: YYYYYYYYYYYYY) COMARCA DE XXX XXXXXXX M.C.L... L.V.B... M.P... APELANTE APELANTE APELADO APELAÇÃO CÍVEL. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA. ART. 250 DO ECA. HOSPEDAGEM DE MENOR EM MOTEL. APLICAÇÃO DE MULTA. Configura infração administrativa, prevista no art. 250

Leia mais

Boletim Informativo junho/2015 ITCMD

Boletim Informativo junho/2015 ITCMD Boletim Informativo junho/2015 ITCMD 23 de junho de 2015 Intenciona o governo propor projeto de Emenda Constitucional para aumentar a alíquota do Imposto sobre Herança e Doação ( ITCMD ) para 16% (dezesseis

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO

PROCURADORIA-GERAL DO TRABALHO CÂMARA DE COORDENAÇÃO E REVISÃO ORIGEM: PRT da 4ª REGIÃO Santa Maria/RS ÓRGÃO OFICIANTE: Dr. Evandro Paulo Brizzi Interessado 1: Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Santiago Interessado 2: Hospital de

Leia mais

CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO

CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO Edgard Borba Fróes Neto 1 Resumo A possibilidade dos companheiros livremente estipularem regras de cunho patrimonial, mediante celebração

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DO DES. GENÉSIO GOMES PEREIRA FILHO

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DO DES. GENÉSIO GOMES PEREIRA FILHO l ; ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAB. DO DES. GENÉSIO GOMES PEREIRA FILHO ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL N 025.2009.006.912-8/001 3a Vara da Comarca de Patos RELATOR: Dr. Aluizio Bezerra

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES. RECURSO ESPECIAL. PACTO ANTENUPCIAL. SEPARAÇÃO DE BENS. MORTE DO VARÃO. VIGÊNCIA DO NOVO CÓDIGO CIVIL. ATO JURÍDICO PERFEITO.

DIREITO DAS SUCESSÕES. RECURSO ESPECIAL. PACTO ANTENUPCIAL. SEPARAÇÃO DE BENS. MORTE DO VARÃO. VIGÊNCIA DO NOVO CÓDIGO CIVIL. ATO JURÍDICO PERFEITO. SUCESSÕES Direito das sucessões. Recurso especial. Inventário. De cujus que, após o falecimento de sua esposa, com quem tivera uma filha, vivia, em união estável, há mais de trinta anos, com sua companheira,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.204.347 - DF (2010/0141637-8) RECORRENTE RECORRIDO : FLÁVIA LETÍCIA TREVISANI FAUSTINI GALLETTI : CRISTIAN FETTER MOLD E OUTRO(S) : RITA DE CASSIA TAARES DE LUNA FAUSTINI : LUIZ HUMBERTO

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores MOREIRA VIEGAS (Presidente) e JAMES SIANO. São Paulo, 6 de março de 2013.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores MOREIRA VIEGAS (Presidente) e JAMES SIANO. São Paulo, 6 de março de 2013. Registro: 2013.0000126203 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0029997-39.2011.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante ANNA SPALLICCI, é apelado MARIO RENATO

Leia mais

Declaração de Espólio

Declaração de Espólio SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Conceito de Espólio 3. Declarações de Espólio 3.1. Declaração inicial 3.2. Declarações intermediárias 3.3. Declaração final 4. Declaração de Bens 5. Prazo para Apresentação

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

APELAÇÃO. UNIÃO ESTÁVEL. PARTILHA. DERAM PARCIAL PROVIMENTO. Nº 70050462951 COMARCA DE MONTENEGRO A C Ó R D Ã O

APELAÇÃO. UNIÃO ESTÁVEL. PARTILHA. DERAM PARCIAL PROVIMENTO. Nº 70050462951 COMARCA DE MONTENEGRO A C Ó R D Ã O APELAÇÃO. UNIÃO ESTÁVEL. PARTILHA. Não há como reconhecer sub-rogação, por alegada venda de bem exclusivo, quando não provado nem minimamente que um bem exclusivo foi vendido, ou que eventuais valores

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES

DIREITO DAS SUCESSÕES DIREITO DAS SUCESSÕES 2.º Ano Turma A (Dia) Exame de Coincidência Professor Doutor Luís Menezes Leitão 26 de junho de 2015 Duração da prova: 90 minutos GRELHA DE CORREÇÃO A morte de A desencadeia a abertura

Leia mais

Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra

Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra Dados Básicos Fonte: 1.0024.05.707278-7/001(1) Tipo: Acórdão TJMG Data de Julgamento: 27/04/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:13/05/2011 Estado: Minas Gerais Cidade: Belo Horizonte

Leia mais

As vantagens de partilhar seus bens em vida

As vantagens de partilhar seus bens em vida As vantagens de partilhar seus bens em vida Antecipar a herança por meio de doações pode sair mais em conta e protege a família de preocupações Planejar a partilha da herança poupa a família de gastos

Leia mais

N e w s l e t t e r AAPS

N e w s l e t t e r AAPS Caros Associados, A AAPS interessada nos temas que possam ser de utilidade aos associados, tem participado em eventos sobre o assunto em questão. No contexto das atividades desenvolvidas pelo GEPS (Grupo

Leia mais

Dados Básicos. Legislação. Verbetação. Ementa. Íntegra

Dados Básicos. Legislação. Verbetação. Ementa. Íntegra Dados Básicos Fonte: 1.0145.08.491031-7/001(1) Tipo: Acórdão TJMG Data de Julgamento: 08/02/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:11/03/2011 Estado: Minas Gerais Cidade: Juiz de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Registro: 2015.0000616201 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1104950-49.2014.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA, é apelada

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa

ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Des. José Di Lorenzo Serpa ACÓRDÃO Relator: Dra Maria das Graças Morais Guedes, Juíza de Direito Convocada erri substituição ao Des. José Di Lorenzo Serpa

Leia mais