OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009"

Transcrição

1 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando não houver o testamento, mesmo havendo testamento é obrigado a seguir a lei, respeitar a ordem estabelecida pelo legislador. Ex.: A faz um testamento para reconhecer um filho fora do casamento. A sucessão seguirá o estabelecido no CC. Ex.2: A faz um testamento parcial, para deixar só um legado para B e o restante do patrimônio será decidido pela sucessão legítima. a. Nulidade - testamento não é válido. Ex.: Testamento público tem que ser lavrado no cartório na presença de duas testemunhas e lido em voz alta, A ao lavrar o testamento, não são chamadas as testemunhas, nem é lido no cartório em voz alta. Anulabilidade - testamento não é válido b. Caducidade - testamento é válido, mas não produz efeitos. Ex.: A deixou em testamento tudo para B que já tinha morrido (antes de A ). Ex.2: C deixou em testamento para D, que renunciou. c. Ruptura ou Rompimento do Testamento rompe-se o testamento quando surgir um novo herdeiro necessário ou aparecer um que era desconhecido no momento em que esse testamento for lavrado. Ex.: A não sabia que tinha um herdeiro necessário, e tinha feito o testamento sem preservar a reserva legal. d. 2. Efeitos decorrentes do Momento da Abertura da Sucessão A sucessão abre com a morte. Ex.: A morreu 18hs16, então está aberta a sucessão 18hs Princípio da Saisine A posse e a propriedade dos bens do falecido se transmitem aos seus herdeiros, no momento da abertura da sucessão. (é uma ficção jurídica) - 1

2 Ex.: A morreu dia às 13h40, e B, seu único herdeiro estava viajando, por isso não soube. C toma posse da casa. Quando B voltar pode entrar com uma ação possessória, para defender essa posse, pois tomou posse pelo princípio da saisine. Aplica-se a lei vigente no momento da abertura da sucessão. No CC de 1916, poderia deixar para terceiros, se não tivesse ascendente nem descendente, e só cônjuge, ou seja, afastar o cônjuge. Ex.: Em 2000 sobre a hedge do CC antigo, A sem pais vivos, e sem filhos era casado com B, tinha um milhão e deixou por testamento para o seu sobrinho C, o testamento era válido e na época podia pois B não era herdeira necessária, mas ele morre em 2009, ocorre a redução da vontade testamentária, aplicará a lei vigente da data da morte, logo o seu patrimônio será dividido metade para cada um. O sobrinho pode alegar direito adquirido? Desde 2000 já tem direito adquirido? Não existe direito adquirido sobre herança de pessoa viva. Existe a mera expectativa de direto. Pois A poderia revogar a qualquer momento o testamento. Pode ser que a pessoa altere o testamento, gaste seu patrimônio, não deixar nada. Tem um ato jurídico perfeito (testamento) e tem que preservar, no momento que lavrou o testamento seguiu todos os requisitos (lavrou conforme a lei de 1916 CC), logo é válido na forma, mas no conteúdo deverá seguir os requisitos da lei atual. Por exemplo, se no CC 16 precisava de cinco testemunhas (verdade) e hoje na lei atual precisam de 10 testemunhas (mentira) nesse caso o testamento seria válido quanto a sua forma, pois respeitou a lei vigente na data da realização do testamento. 2.2 Capacidade Sucessória na Sucessão Legítima Herdeiro é todo aquele que está vivo ou já concebido (na barriga materna) no momento da abertura da sucessão. Ex. José casado com Maria, a qual estava grávida de 2 meses. José teve um acidente e morreu. 7 meses depois nasce morta a criança (natimorto). Nascituro só tem direito (só é herdeiro) se nasceu com vida. Mas se respirou por um segundo (se entrou ar no pulmão da criança, ela nasceu viva), serão abertos dois inventários (o da criança depois o do marido). Quem nasce morto não tem direito. - 2

3 Obs. Se a criança nasceu viva e logo em seguida morreu: O patrimônio de José passa todo para a criança em concorrência com o cônjuge (salvo se o regime for um dos previstos como exceção no CC). (terá que fazer a certidão de nascimento, de óbito e abrir inventário). Obs. Se a criança nasce morta todo o patrimônio do José, passará para Maria, concorrendo, se houver, com os ascendentes e testamento (válido), para quem o mesmo determinar. Comoriência: é a morte simultânea de pessoas. É uma presunção legal. Se duas ou mais pessoas morrem no mesmo evento e não tem como identificar quem morreu primeiro.se morrer antes ou ao mesmo instante não é herdeiro. Ex.: Avião que caiu em Porto Seguro, a família inteira morreu. Não sabe quem morreu. Ex.: acidente de carro Problema: A casado com B, C irmão de A e D irmão de B, são casados pelo regime da comunhão parcial de bens, cada um tem 1 milhão. São encontrados pelo resgate, após um acidente de carro, numa ribanceira. Não tem como saber quem morreu antes, logo presume que A morreu ao mesmo tempo que B. Logo comoriência. Realiza o inventário de A, como não tem o cônjuge supersiste, vai 1 milhão para C. Ao realizar o inventário de B, no qual D ficará com 1 milhão. Pré-moriencia: saber quem morreu antes, para abrir o inventário de quem morreu antes. Problema: A casado com B, C irmão de A e D irmão de B, são casados pelo regime da comunhão parcial de bens, cada um tem 1 milhão. A morreu 1 segundo antes de B. Logo premoriência. Realiza o inventário de quem morreu antes, logo de A, como tem o cônjuge supersiste, vai 1 milhão para B, logo B ficará com 2 milhões, então vai tudo para o colateral D. Quem morre antes ou ao mesmo tempo não tem direito à herança. 3. Ordem de Vocação Hereditária 3.1. Meação Se quem morreu era casado ou vivia em união estável, tem que verificar se tem direito à meação. Regime de bens está no livro de família do CC. Depois de verificar se há meação é que inicia a sucessão (está no livro de sucessões do CC, é herança) Reserva legal A parte disponível corresponde sempre à 50% do patrimônio do falecido e nunca a 25% do patrimônio do casal. Devendo 50% do patrimônio do de cujos ser reservado aos herdeiros necessários, não podendo dispor em testamento. - 3

4 3.3. Direito Real de Habitação Qualquer que seja o regime de bens o cônjuge sobrevivente sempre terá direito real de habitação do imóvel da família, podendo usar o imóvel como garantia. Esse direito de habitação independe da herança CC de 1916 Uma classe de herdeiro excluía a outra. Se morreu e tinha descendente, iria tudo para os descendentes, na falta de descendente vivo (não poderia ter nenhum) iria tudo para os ascendentes. E na falta de descendente e ascendente iria para o cônjuge e na falta de todos esses iria para o colateral até 4º grau. Sendo que só eram necessários os descendentes e ascendentes, podendo os demais serem excluídos, já que não eram herdeiros necessários CC Atual Queria dar mais privilégio ao cônjuge, o qual passou a ser herdeiro necessário e deixou de ser o 3º. 1º descendente concorrendo em regra com os cônjuges 2º ascendentes concorrendo com o cônjuge 3º Cônjuge 4º Colaterais até 4º grau 3.6. Casos Problema: A de 78 anos casado com B de 18 anos, tem de patrimônio 20 milhões. Tem C, seu irmão vivo. Casados pelo regime da separação obrigatória. Ao morrer A. B tem direito à meação? Não. B tem direito à sucessão? Sim, pois o cônjuge sempre recebe antes dos colaterais independente do regime de bens. Problema 2: A casado com B, tem dois filhos C e D. Na vida de A, ele comprou uma casa de R$ antes do casamento e uma do mesmo valor depois do casamento, só que no nome dele, as duas. Qual o regime de bens que era casado? Ex.1: Pela comunhão universal (comunica tudo). A meação de B é de R$ (é dela em razão do casamento, ela receberia se ele tivesse vivo, e eles separados. Logo não teve transferência de patrimônio em razão da morte, logo não paga ITCMD), se A quisesse fazer um testamento poderia dispor de R$ (parte disponível) *. Artigo 1889, I CC - 4

5 A herança defere-se na seguinte ordem: (...) OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II I. Aos descendentes concorrendo com o cônjuge sobrevivente, salvo se casados pelo regime da: a. Comunhão universal; b. Separação obrigatória**; c. Comunhão parcial e o falecido não tiver deixado bens particulares.*** Obs. Houve um erro do legislador, pois era para valer tanto para o regime da separação obrigatória, por exemplo, um dos nubentes tem mais de 60 anos, quanto para a separação convencional, por exemplo, A vai casar com B e não quer dividir nada com B, fazem um acordo de casar pelo regime da separação. Obs. Bens particulares: doação, herança, bens antes do casamento, tudo o que não se comunica Nesse caso B é meeira, mas não é herdeira, pois não concorre com os descendentes. Ex.2: Separação Obrigatória. B não tem direito a meação, nada se comunica. R$ (pode dispor de R$ ) vai para sucessão. B terá direito de habitação**** e a herança será dividida só entre os filhos. Ex.3: Separação Convencional (as partes escolheram esse regime). B não tem direito à meação. Nesse caso B concorrerá com C e D, logo divide em três partes iguais (R$ para cada um) e B tem direito real de habitação, não podendo os filhos cobrarem o valor do aluguel proporcional (já que a casa vale R$ e ela tem direito à R$ ) no valor de R$ No regime da comunhão parcial o cônjuge sobrevivente: Não concorre com os descendentes do falecido se este não deixou bens particulares; Concorre com os descendentes do falecido se este deixou bens particulares (Concorre só sobre o bem particular). *Obs. Cônjuge já tem metade do bem de meação, logo não tem direito a herança sobre a outra metade, só terá direito a parte do que não teve a meação. Obs. Na união estável, terá metade mais direito a herança do bem comum e não terá direito a nada do bem particular Ex.4: Comunhão parcial e tendo só uma casa, adquirida depois do casamento. B tem direito a meação, no valor de R$ , bem comum R$ (poderia dispor de ). Nesse caso metade para C e metade para D. Ex. 5: Comunhão parcial. A casa adquirida antes do casamento é bem particular e a casa depois do casamento,que é bem comum. B concorre, mas ao que? Concorre só sobre o bem particular. Logo R$ - 5

6 meação, logo divide o bem particular por 3 ( R$ para cada um) e por 2 o bem comum (R$ para cada um) Conclusão O cônjuge sobrevivente concorre com os descendentes do falecido nos regimes: a. Separação convencional (acordo); b. Comunhão parcial se o falecido tiver deixado bens particulares (só sobre os bens particulares); c. Participação final nos aquestos (só sobre os bens particulares). UNIÃO ESTÁVEL Art CC O companheiro sobrevivente terá direito a herança do falecido sobre os bens adquiridos onerosamente na constância da união. Ex.1: Casados A e B na comunhão parcial, A tem uma casa que recebeu antes de casar, de seu pai. A morre e só tem o sobrinho neto colateral de 4º grau. A casa vai para B (independente do regime). Ex.2: Companheiros A e B (na comunhão parcial), A tem uma casa que recebeu antes de casar, de seu pai. A morre e só tem C o sobrinho neto colateral de 4º grau. A casa vai para C. Ex.3: A casado com B, tem dois filhos C e D. Na vida de A, ele comprou uma casa de R$ antes do casamento e uma do mesmo valor depois do casamento, só que no nome dele, as duas. Quadro comparativo: Casamento (comunhão União Estável (aplica o regime da parcial) comunhão parcial) Meação Tem direito Tem direito Bem Comum Não concorre a herança da Concorre metade. Bem Particular Concorre Não concorre Ex.4: União Estável: A com B, tem dois filhos C e D. Na vida de A, ele comprou uma casa de R$ antes da união e uma do mesmo valor depois do casamento, só que no nome dele, as duas. Meação: Sim. R$ Bem Particular: R$ , divide por dois R$ para cada filho. Bem Comum: R$

7 QUESTÕES SOBRE OS TEMAS 1. (OAB/CESPE ) Em relação à sucessão legítima e testamentária, assinale a opção correta. a) A renúncia a herança é um ato irrevogável, por isso, se todos os herdeiros, de qualquer classe, renunciarem à herança, esta será, desde logo, declarada vacante. b) O herdeiro necessário é deserdado por seu ascendente quando o testador deixa de contemplá-lo em seu testamento. c) No inventário e partilha, a omissão involuntária dos bens da herança pelo inventariante configura sonegação de bens e o sujeita a apresentar os bens que omitiu, e a pagar perdas e danos aos demais herdeiros. d) Ocorre a sucessão por cabeça, ou substituição hereditária, quando outra pessoa é chamada a suceder em lugar do herdeiro, em virtude de pré-morte, deserdação ou indignidade. 2. (OAB/CESPE SP) A sucessão da pessoa natural ocorre com a) o testamento. b) a morte do sucedido. c) a abertura do inventário. d) a finalização do inventário. 3. (OAB/CESPE ) Com relação a contratos e sucessão, assinale a opção incorreta. a) Nos contratos de locação, é válida a cláusula de renúncia à indenização das benfeitorias e ao direito de retenção. b) Desde a abertura da sucessão, pertence ao legatário a coisa certa, existente no acervo, salvo se o legado estiver sob condição suspensiva, não se deferindo de imediato a posse da coisa legada nem podendo o legatário nela entrar por autoridade própria. c) Será sempre judicial a partilha se algum herdeiro for incapaz. d) Configura a existência de herança vacante o falecimento de alguém sem deixar herdeiro testamentário ou legítimo notoriamente conhecido. 4. (OAB/CESPE ) A respeito do direito das sucessões, assinale a opção correta. a) A doação de ascendente para descendente importa em adiantamento da legítima, isto é, uma antecipação de suas quotas legítimas necessárias. Desse modo, quando da abertura do inventário, o herdeiro contemplado com a doação é obrigado a trazer à colação, nos autos do inventário, os bens e dotes que recebeu. b) A renúncia de todos os herdeiros da mesma classe em favor do monte impede os filhos desses herdeiros de sucederem por direito próprio ou por cabeça. Serão chamados a sucederem em todos os direitos em que eles sucederiam, por direito de representação, os parentes dos renunciantes. c) Se o autor da herança for casado em regime de separação de bens e, não tendo descendentes, deixar cônjuge e pais sobreviventes, serão chamados à sucessão os ascendentes, que receberão a totalidade dos bens particulares do de cujus. d) É admissível que um indivíduo viúvo, maior e capaz transfira, em doação universal e ainda em vida, a totalidade de seus bens para seu único filho. Gabarito: 1. A; 2. B; 3. D; 4. A. - 7

8 - 8

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento.

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. 1 DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões SUCESSÃO LEGÍTIMA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. Colação não significa devolução

Leia mais

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões 1) Que é herança jacente: a) Herança que não existe herdeiros, salvo o estado b) Herança que tem que ser dividida entre os pais e cônjuge c) Herança que tem que ser dividida entre irmãos d) Herança deixada

Leia mais

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS:

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: 1. Capacidade para suceder é a aptidão da pessoa para receber os bens deixados pelo de cujus no tempo da abertura da sucessão. Considerando tal afirmação

Leia mais

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório

Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Inovações e desacertos no novo Direito Sucessório Giselda Maria Fernandes Novaes Hironaka Doutora e Livre Docente em Direito pela Faculdade de Direito da USP Professora Associada ao Departamento de Direito

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva Direito das Sucessões Sucessão: alteração de titulares em uma dada relação jurídica Sucessão (sentido estrito): causa mortis A sucessão engloba

Leia mais

Direito das Sucessões

Direito das Sucessões Direito das Sucessões OBJETIVO Compreender as consequências da ordem de vocação hereditária. ROTEIRO! Da ordem de vocação hereditária! Ordem de vocação hereditária no Código de 1916! Nova ordem de vocação

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva SUCESSÃO DO CÔNJUGE Herdeiro necessário e concorrente ( concorrente, conforme o regime de bens) Os regimes de matrimoniais de bens e suas implicações

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

É a primeira classe a herdar. Não há limitação de grau para herdar. Regra do grau mais próximo exclui o mais remoto (art. 1833, CC) Filho 1 Filho 2

É a primeira classe a herdar. Não há limitação de grau para herdar. Regra do grau mais próximo exclui o mais remoto (art. 1833, CC) Filho 1 Filho 2 Sucessão dos Descendentes (art. 1833, CC) É a primeira classe a herdar. Não há limitação de grau para herdar. Regra do grau mais próximo exclui o mais remoto (art. 1833, CC) Filho 1 Filho 2 Neto 1 Neto

Leia mais

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período

Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Professora: Vera Linda Lemos Disciplina: Direito das Sucessões 7º Período Toda a sucessão legítima observará uma ordem de vocação hereditária que, no Código Civil, está prevista no artigo 1.829. Art. 1.829.

Leia mais

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha EDUARDO MACHADO ROCHA Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Dourados (MS). Pós-graduado - Especialização em Direito Processual Civil. Professor de Direito Civil na Unigran - Universidade

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES

DIREITO DAS SUCESSÕES Direito Civil Aula 3 Delegado Civil Sandro Gaspar Amaral DIREITO DAS SUCESSÕES PRINCÍPIO DE SAISINE (art. 1784, CC): transmissão da propriedade e da posse no exato momento da morte. NORMA VIGENTE (art.

Leia mais

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83 1 Noções introdutórias, 1 1.1 Sucessão. Compreensão do vocábulo. O direito das sucessões, 1 1.2 Direito das sucessões no direito romano, 2 1.3 Ideia central do direito das sucessões, 4 1.4 Noção de herança,

Leia mais

HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE

HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE HERDEIROS, LEGATÁRIOS E CÔNJUGE Luiz Alberto Rossi (*) SUMÁRIO DISTINÇÃO ENTRE HERDEIROS E LEGATÁRIOS. SAISINE. CÔNJUGE: HERDEIRO NECESSÁRIO. QUINHÃO DO CÔNJUGE. TIPOS DE CONCORRÊNCIA. BENS PARTICULARES.

Leia mais

DIREITO FAMÍLIA SUCESSÃO PRINCÍPIOS ORIENTADORES

DIREITO FAMÍLIA SUCESSÃO PRINCÍPIOS ORIENTADORES DIREITO FAMÍLIA SUCESSÃO DE DIREITO FAMÍLIA PONTO 1: SUCESSÃO PONTO 2: PRINCÍPIOS ORIENTADORES; SUCESSÃO LEGÍTIMA E TESTAMENTÁRIA, EXCLUSÃO DOS HERDEIROS; PONTO 3: ESPÉCIES DE HERDEIROS, CESSÃO DE DIREITOS;

Leia mais

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito das Sucessões Parte I Sucessão - Etimologia Sucessão Successio, de succedere. Relação de ordem, de continuidade. Uma sequência de fato e de coisas. O que vem em certa ordem ou em certo tempo. Sucessão

Leia mais

DIREITO CIVIL VI Direito das Sucessões

DIREITO CIVIL VI Direito das Sucessões DIREITO CIVIL VI Direito das Sucessões O conhecimento quando compartilhado é muito melhor, pois, todos são beneficiados com novas formas de enxergar o mundo Paulo Henrique 2015 1 DIREITO CIVIL 6 Conteúdo

Leia mais

CURSO DE RETA FINAL - MAGISTRATURA DE SÃO PAULO Prof. André Barros

CURSO DE RETA FINAL - MAGISTRATURA DE SÃO PAULO Prof. André Barros MATERIAL DE APOIO PROFESSOR CURSO DE RETA FINAL - MAGISTRATURA DE SÃO PAULO Prof. André Barros 3a AULA: DIREITO DAS SUCESSÕES: Do direito das Sucessões (artigos 1.784 a 1.828 do Código Civil). Sucessão

Leia mais

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC).

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC). Noção Contrato pelo qual uma Pessoa Jurídica, por espírito de liberalidade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa ou de um direito, ou assume uma obrigação, em benefício do outro

Leia mais

Exame de Direito das Sucessões. 18 de junho de 2014. I (17 valores) Em 2008, C é condenado pelo crime de homicídio doloso de seu irmão D.

Exame de Direito das Sucessões. 18 de junho de 2014. I (17 valores) Em 2008, C é condenado pelo crime de homicídio doloso de seu irmão D. Exame de Direito das Sucessões 18 de junho de 2014 I (17 valores) A é casado com B, tendo o casal três filhos, C, D e E. B tem ainda um filho, F, de um anterior casamento. C é casado com G e tem uma filha

Leia mais

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade http://patriciafontanella.adv.br Viés Constitucional Assento constitucional (art. 5º XXX, CF/88). Mudança dos poderes individuais da propriedade, trazendo a

Leia mais

OAB. OAB. DIREITO CIVIL. Glauka Archangelo. - ESPÉCIES DE SUCESSÃO. Dispõe o artigo 1.786 do Código Civil que:

OAB. OAB. DIREITO CIVIL. Glauka Archangelo. - ESPÉCIES DE SUCESSÃO. Dispõe o artigo 1.786 do Código Civil que: OAB. DIREITO CIVIL.. DISPOSIÇÕES GERAIS. DIREITO SUCESSÓRIO: Em regra geral na sucessão existe uma substituição do titular de um direito. Etimologicamente sub cedere alguém tomar o lugar de outrem. A expressão

Leia mais

A SUCESSÃO DO CÔNJUGE SOBREVIVENTE EM CONCORRÊNCIA COM OS DESCENDENTES OCORRENDO A HIBRIDEZ FAMILIAR RESUMO

A SUCESSÃO DO CÔNJUGE SOBREVIVENTE EM CONCORRÊNCIA COM OS DESCENDENTES OCORRENDO A HIBRIDEZ FAMILIAR RESUMO A SUCESSÃO DO CÔNJUGE SOBREVIVENTE EM CONCORRÊNCIA COM OS DESCENDENTES OCORRENDO A HIBRIDEZ FAMILIAR Rodrigo Schenckel da Silva 1 Rachel Marques da Silva 2 RESUMO Com a entrada em vigor do Código Civil

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES CONCEITO

DIREITO DAS SUCESSÕES CONCEITO DIREITO DAS SUCESSÕES CONCEITO Direito das sucessões é o conjunto de princípios e normas que regem a transferência da herança, ou do legado, ao herdeiro ou legatário, em razão da morte de alguém. O direito

Leia mais

EXERCÍCIOS SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA

EXERCÍCIOS SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA Universidade do Sul de Santa Catarina Unidade Ilha Centro Curso: Direito Disciplina: Direito das Sucessões Professor: MSc. Patrícia Fontanella Acadêmico (a): EXERCÍCIOS SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA 01. (MP/SC

Leia mais

Sucessão que segue as regras da lei quando: DIREITO DAS SUCESSÕES

Sucessão que segue as regras da lei quando: DIREITO DAS SUCESSÕES DIREITO DAS SUCESSÕES I. SUCESSÃO EM GERAL II. SUCESSÃO LEGÍTIMA III. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA IV. INVENTÁRIO E PARTILHA SUCESSÃO LEGÍTIMA 1. Conceito 2. Parentesco 3. Sucessão por direito próprio e por

Leia mais

Direito das Sucessões Parte II. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito das Sucessões Parte II. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito das Sucessões Parte II Abertura da Sucessão Momento da morte do de cujus, devidamente comprovada. Com a abertura da sucessão os herdeiros, legítimos ou testamentários, adquirem, de imediato, a

Leia mais

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO

Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Marcos Puglisi de Assumpção 4. A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO 2010 A SUCESSÃO NO CASAMENTO, NA UNIÃO ESTÁVEL E NO CONCUBINATO Para se obter um bom entendimento como se processa

Leia mais

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08.

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08. Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar Apresentação 10.08.10 Luiz Kignel Karime Costalunga F 1 F 2 F 3 F 1 F 2 F 3 F 4 Fundador

Leia mais

Direitos das Sucessões

Direitos das Sucessões Há 4 títulos do capítulo das sucessões: Sucessões em geral: aplicada a qualquer hipótese; Sucessão Legítima: prevista em lei; Sucessão testamentária: disposições de vontade; Inventário e partilha: regras

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva INVENTÁRIO Dois sentidos para o mesmo vocábulo: Liquidação do acervo hereditário (registro, descrição, catalogação dos bens). Procedimento especial

Leia mais

Faculdade de Direito da Alta Paulista

Faculdade de Direito da Alta Paulista PLANO DE ENSINO DISCIPLINA SÉRIE PERÍODO LETIVO CARGA HORÁRIA DIREITO CIVIL V (Direitos de família e das sucessões) QUINTA 2015 136 I EMENTA Direito de Família. Casamento. Efeitos jurídicos do casamento.

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES REGIME DE BENS

DIREITO DAS SUCESSÕES REGIME DE BENS DIREITO DAS SUCESSÕES REGIME DE BENS Prof.Dicler Direito das Sucessões é o conjunto de normas que disciplinam a transferência do patrimônio (ativo e passivo créditos e débitos) de alguém, depois de sua

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge;

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge; 1 DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões CONCORRÊNCIA NO NCC herdeiros. Art. 1829 do CC É a primeira vez que o código enfrenta a concorrência entre I descendentes concorrendo com o cônjuge; Indignidade: art.

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA - FDV DIREITO DAS SUCESSÕES PROF. AUGUSTO PASSAMANI BUFULIN

FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA - FDV DIREITO DAS SUCESSÕES PROF. AUGUSTO PASSAMANI BUFULIN 1. Acerca do testamento, analise as afirmativas a seguir: I. O testamento nuncupativo faz-se ordinariamente, na forma oral, caso o testador corra risco de vida. II. O testador que não possuir herdeiros

Leia mais

SUCESSÃO LEGÍTIMA DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL

SUCESSÃO LEGÍTIMA DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL DIMAS MESSIAS DE CARVALHO Promotor de Justiça no Estado de Minas Gerais. Autor do Livro Direito de Família, publicado em 2005, pela Editora Atenas. Professor de Direito de Família e Sucessões na Unifenas,

Leia mais

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO TABELIÃO (PRESTADOR DE SERVIÇO PÚBLICO EM CARÁTER PRIVADO)... 5 1.3 NOVA LEI HOMENAGEIA

Leia mais

CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO

CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO CONTRATO DE CONVIVÊNCIA E SUAS REPERCUSSÕES NO DIREITO SUCESSÓRIO Edgard Borba Fróes Neto 1 Resumo A possibilidade dos companheiros livremente estipularem regras de cunho patrimonial, mediante celebração

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação)

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação) Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO SUMÁRIO (continuação) I. DIREITO DE FAMÍLIA 5. FILIAÇÃO 5.2. Tipos de reconhecimento 5.3. Ação investigatória de paternidade 5.3.1.

Leia mais

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra.

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Lição 14. Doação Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Na doação deve haver, como em qualquer outro

Leia mais

N e w s l e t t e r AAPS

N e w s l e t t e r AAPS Caros Associados, A AAPS interessada nos temas que possam ser de utilidade aos associados, tem participado em eventos sobre o assunto em questão. No contexto das atividades desenvolvidas pelo GEPS (Grupo

Leia mais

Direito das Sucessões

Direito das Sucessões Direito das Sucessões Eduardo Domingues 12/02 A matéria é dividida em quatro partes. Primeiro temos a sucessão em geral traz uma série regras que permeiam todo o conteúdo que será tratado nesta disciplina.

Leia mais

A sucessão do cônjuge e do companheiro no novo código civil

A sucessão do cônjuge e do companheiro no novo código civil A sucessão do cônjuge e do companheiro no novo código civil 1. Intróito Inacio de Carvalho Neto Professor de Direito Civil da Unifoz, da Unipar, do CIES, da Escola do Ministério Público e da Escola da

Leia mais

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões.

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões. No Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais são regis- trados os atos mais importantes da vida de uma pessoa, como o nascimento, o casamento e o óbito, além da emancipação, da interdição, da ausência

Leia mais

CONCEITO DE INVENTÁRIO

CONCEITO DE INVENTÁRIO DIREITO CIVIL Inventário e Partilha CONCEITO DE INVENTÁRIO Inventárioéoprocedimentojudicialatravésdoqual será realizado o levantamento dos bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. OBJETIVO

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - UNIPAC FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS

UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - UNIPAC FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - UNIPAC FACULDADE DE CIÊNCIAS JURÍDICAS E SOCIAIS DIREITO CIVIL VIII DIREITO DAS SUCESSÕES QUADROS ESQUEMÁTICOS MARCOS ALVES DE ANDRADE BARBACENA JULHO DE 2007 Direito

Leia mais

SUCESSÃO DO CÔNJUGE NO NOVO CÓDIGO CIVIL

SUCESSÃO DO CÔNJUGE NO NOVO CÓDIGO CIVIL SUCESSÃO DO CÔNJUGE NO NOVO CÓDIGO CIVIL Zeno Veloso 1 No palco em que se desenrolam as relações jurídicas da sucessão legítima, um personagem ganhou papel de grande destaque, podendo-se afirmar que é

Leia mais

Direito de Família. Consuelo Huebra

Direito de Família. Consuelo Huebra Direito de Família Consuelo Huebra Casamento A lei só admite o casamento civil, mas o casamento religioso pode produzir efeitos civis na forma dos arts.1515 e 1516, C.C. Parentesco Natural pessoas que

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ITCMD Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer Bens ou Direitos MANUAL DO USUÁRIO 2012 O ITCMD tem como fato gerador a transmissão de bens e direitos

Leia mais

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO doação Conceito: é negócio jurídico unilateral inter vivos, em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para

Leia mais

Regime de bens e divisão da herança

Regime de bens e divisão da herança Regime de bens e divisão da herança Antes da celebração do casamento, os noivos têm a possibilidade de escolher o regime de bens a ser adotado, que determinará se haverá ou não a comunicação (compartilhamento)

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Dados Básicos Fonte: 70039973367 Tipo: Acórdão TJRS Data de Julgamento: 08/06/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:14/06/2011 Estado: Rio Grande do Sul Cidade: Porto Alegre Relator:

Leia mais

PROF. MS. FABIO TRUBILHANO

PROF. MS. FABIO TRUBILHANO 3 PROF. MS. FABIO TRUBILHANO ASPECTOS POLÊMICOS DA SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO A primeira questão polêmica sobre a qual nos debruçaremos envolve os arts. 1.641, 1.687 e 1.829 do Código Civil brasileiro.

Leia mais

Aula 008 Da Sucessão Testamentária

Aula 008 Da Sucessão Testamentária Aula 008 Da Sucessão Testamentária 3.5 Disposições Testamentárias 3.5.1 Regras gerais 3.5.2 Espécies de disposições 3.5.2.1 Simples 3.5.2.2 Condicional 3.5.2.3 A Termo ou a prazo 3.5.2.4 Modal 3.5.2.5

Leia mais

1959 Direito de Família e Sucessões Parte 1 Do Direito de Família 1. Família. Conceito. Família e sociedade. Suas diferentes formas. Constituição de 1946 a espeito. Direito de Família. 2. Esponsais. Breve

Leia mais

Art. 27 - rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento

Art. 27 - rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito Civil (Parte Geral) / Aula 05 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: II) Ausência: Sucessão Definitiva. III)Capacidade: Espécies de Capacidade

Leia mais

TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros)

TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros) TODAS AS INFORMAÇÕES SÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTES!!! CASAMENTO CIVIL (Brasileiros) PREENCHER O FORMULÁRIO - MEMORIAL - DE CASAMENTO (MODELOS NAS FL 4, 5 E 6), ASSINAR E RECONHECER FIRMA DAS ASSINATURAS

Leia mais

. CURSO: DIREITO Turma: DISCIPLINA: Direito Civil VII Profª Ms. Tatyane Karen VALOR: 6 H/A NOTA: ALUNO(A):

. CURSO: DIREITO Turma: DISCIPLINA: Direito Civil VII Profª Ms. Tatyane Karen VALOR: 6 H/A NOTA: ALUNO(A): . CURSO: DIREITO Turma: DISCIPLINA: Direito Civil VII Profª Ms. Tatyane Karen Data: / / VALOR: 6 H/A NOTA: ALUNO(A): Questão 1 ( VUNESP - 2011 - TJ-SP Juiz) Assinale a alternativa correta. a) Na falta

Leia mais

I miii mil mil um um um mu um mi m

I miii mil mil um um um mu um mi m ACÓRDÃO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N I miii mil mil um um um mu um mi m *03071141* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação n 994.08.058146-0, da Comarca de São Paulo,

Leia mais

SEÇÃO III DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL SUBSEÇÃO I DIREITO CIVIL 1. ARTIGOS 1.1 SUCESSÃO LEGÍTIMA DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL

SEÇÃO III DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL SUBSEÇÃO I DIREITO CIVIL 1. ARTIGOS 1.1 SUCESSÃO LEGÍTIMA DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL SEÇÃO III DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL SUBSEÇÃO I DIREITO CIVIL 1. ARTIGOS 1.1 SUCESSÃO LEGÍTIMA DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL DIMAS MESSIAS DE CARVALHO Promotor de Justiça no Estado

Leia mais

4.5 Oposição das causas suspensivas. 5 Do processo de habilitação para o casamento. 5.1 Documentos exigidos. 5.2 Do processo de habilitação. 5.

4.5 Oposição das causas suspensivas. 5 Do processo de habilitação para o casamento. 5.1 Documentos exigidos. 5.2 Do processo de habilitação. 5. Disciplina: Direito Civil V Departamento: Direito Privado FACULDADE DE DIREITO DE SOROCABA FADI 2014 Docente Responsável: William Bedone Carga Horária Anual: 100 h/a Tipo: Anual 5º ano Objetivos: Finalizar

Leia mais

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Regime de Bens no Casamento Regime de Bens no Casamento Regime de bens é o conjunto de determinações legais ou convencionais, obrigatórios e alteráveis, que regem as relações patrimoniais entre o casal,

Leia mais

~ ~ McTODO SÃO PAULO

~ ~ McTODO SÃO PAULO Flávio Tartuce :C I.. 'r1'i Direito das Sucessões B. a edição revista, atualizada e ampliada *** ~ ~ McTODO SÃO PAULO ~~::;'S 1: STJ00100365 A EDITORA Mt::TODO se responsabiliza pelos vlcios do produto

Leia mais

Planejamento Sucessório. Bens localizados no Exterior

Planejamento Sucessório. Bens localizados no Exterior Planejamento Sucessório Bens localizados no Exterior Regras de Sucessão Parcela Legítima x Parcela Disponível 50% Legítima Obrigatoriamente dos Herdeiros Necessários 50% Disponível Pode dispor como desejar

Leia mais

Livro V Do Direito das Sucessões. Introdução: Mudança trazidas pelo CC/02 no direito civil nos campos: sucessões e família. Cônjuge Companheiro

Livro V Do Direito das Sucessões. Introdução: Mudança trazidas pelo CC/02 no direito civil nos campos: sucessões e família. Cônjuge Companheiro Livro V Do Direito das Sucessões Introdução: Mudança trazidas pelo CC/02 no direito civil nos campos: sucessões e família. Cônjuge Companheiro Sucessão substituição CAPÍTULO I Disposições Gerais Da Sucessão

Leia mais

ITCMD. Perguntas mais frequentes:

ITCMD. Perguntas mais frequentes: ITCMD Perguntas mais frequentes: 1. Quando nasce a obrigação de pagar o ITCMD? O ITCMD é o imposto estadual incidente sobre a transmissão de quaisquer bens ou direitos a título gratuito (ato não oneroso).

Leia mais

Direito Civil. Sucessão em Geral. Professora Alessandra Vieira.

Direito Civil. Sucessão em Geral. Professora Alessandra Vieira. Direito Civil Sucessão em Geral Professora Alessandra Vieira www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Aula Civil XX DO DIREITO SUCESSÓRIO Considerações Gerais: A abertura da sucessão se dá no exato instante

Leia mais

ORDEM DA VOCAÇÃO HEREDITÁRIA

ORDEM DA VOCAÇÃO HEREDITÁRIA ORDEM DA VOCAÇÃO HEREDITÁRIA Norberto Ungaretti Desembargador Aposentado Sob a denominação Da Ordem da Vocação Hereditária abrese o Capítulo I do Título dedicado pelo novo Código Civil à sucessão legítima

Leia mais

A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS

A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS 23 A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS Adrieli Aline Frias 1 Daniele Garcia 2 Niagara Sabrina 3 Ynaia Medina Long 4 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa

Leia mais

ORDEM DE VOCAÇÃO HEREDITÁRIA NO NOVO CÓDIGO CIVIL: OS DIREITOS SUCESSÓRIOS DO CÔNJUGE ALICE DE SOUZA BIRCHAL 1 - INTRODUÇÃO: A questão primordial a

ORDEM DE VOCAÇÃO HEREDITÁRIA NO NOVO CÓDIGO CIVIL: OS DIREITOS SUCESSÓRIOS DO CÔNJUGE ALICE DE SOUZA BIRCHAL 1 - INTRODUÇÃO: A questão primordial a ORDEM DE VOCAÇÃO HEREDITÁRIA NO NOVO CÓDIGO CIVIL: OS DIREITOS SUCESSÓRIOS DO CÔNJUGE ALICE DE SOUZA BIRCHAL 1 - INTRODUÇÃO: A questão primordial a que se pretende responder através deste estudo refere-se

Leia mais

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ORIENTAÇÕES DIREITO CIVIL ORIENTAÇÕES CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO IGUALDADE ENTRE SEXOS - Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, ao estabelecer que "homens e mulheres são iguais em direitos e

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-44 PERÍODO: 8 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO CIVIL VI NOME DO CURSO: DIREITO 2.

1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-44 PERÍODO: 8 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO CIVIL VI NOME DO CURSO: DIREITO 2. 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-44 PERÍODO: 8 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO CIVIL VI NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Direito das

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões.

Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões. Resumo Aula-tema 05: Direito de Família e das Sucessões. Para o autor do nosso livro-texto, o Direito de família consiste num complexo de normas que regulam a celebração do casamento e o reconhecimento

Leia mais

1. Princípios Orientadores: - a herança é uma universalidade de direito - indivisível até a partilha;

1. Princípios Orientadores: - a herança é uma universalidade de direito - indivisível até a partilha; 1 PONTO 1: Princípios Orientadores PONTO 2: Sucessão Legítima e Testamentária PONTO 3: Morte PONTO 4: Cessão e Direitos Hereditários PONTO 5: Exclusão da Herança PONTO 6: Herança Jacente e Vacante 1. Princípios

Leia mais

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes DIREITO CIVIL VI - SUCESSÕES SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA Testemunhas Testamentárias Novembro/2010 Prof a. Esp. Helisia Góes Definição: é a pessoa que tem capacidade para assegurar a veracidade do testamento.

Leia mais

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DA PESSOA FÍSICA. José Henrique Longo. IBCPF Março, 2015 LEGITIMIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO:

PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DA PESSOA FÍSICA. José Henrique Longo. IBCPF Março, 2015 LEGITIMIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DA PESSOA FÍSICA José Henrique Longo IBCPF Março, 2015 LEGITIMIDADE DO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: Capacidade Contributiva & Solidariedade Direito de Auto Organização Planejamento

Leia mais

Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana

Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana Modular Direito de Família Disposições Gerais Sobre o Casamento Incapacidade e Impedimento Causas Suspensivas Fernando Viana 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

Leia mais

Referente: Planejamento Sucessório e Patrimonial

Referente: Planejamento Sucessório e Patrimonial Ribeirão Preto/SP, 16 de outubro de 2013. Aos cuidados: Notários Referente: Planejamento Sucessório e Patrimonial Caríssimo, A atividade notarial é uma atividade indispensável à sociedade, onde o titular

Leia mais

ESTATUTO PESSOAL REGRAS SOBRE CASAMENTO ESTRANGEIRO

ESTATUTO PESSOAL REGRAS SOBRE CASAMENTO ESTRANGEIRO CONCURSO MANAUSPREV LINDB (AULA 2) Estatuto pessoal Aplicação da lei no espaço: casamento sucessão bens obrigações Prof. Caupolican ESTATUTO PESSOAL (DL 4657/42) Art. 7º A lei do país em que for domiciliada

Leia mais

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida.

A extinção da personalidade ocorre com a morte, que pode ser natural, acidental ou presumida. Turma e Ano: Turma Regular Master A Matéria / Aula: Direito Civil Aula 04 Professor: Rafael da Mota Mendonça Monitora: Fernanda Manso de Carvalho Silva Personalidade (continuação) 3. Extinção da personalidade:

Leia mais

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL 76 A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL CLAUDIA NASCIMENTO VIEIRA¹ O artigo 226 da Constituição Federal equiparou a união estável entre homem e mulher ao casamento, dispondo em seu parágrafo 3º que é reconhecida

Leia mais

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010

Regime de bens no casamento. 14/dez/2010 1 Registro Civil Registro de Pessoas Jurídicas Registro de Títulos e Documentos Regime de bens no casamento 14/dez/2010 Noções gerais, administração e disponibilidade de bens, pacto antenupcial, regime

Leia mais

Direito das Sucessões. Inventário e Partilha

Direito das Sucessões. Inventário e Partilha Direito das Sucessões Inventário e Partilha OBJETIVO Conhecer as disposições legais a respeito do inventário e da partilha. ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

Leia mais

Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04

Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04 01 Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04 II - SUCESSÃO EM GERAL (Cont...) 7. Aceitação e Renúncia da Herança (arts. 1.804 a 1.813,

Leia mais

SUCESSÃO: ASPECTOS POLÊMICOS DA SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO

SUCESSÃO: ASPECTOS POLÊMICOS DA SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO SUCESSÃO: ASPECTOS POLÊMICOS DA SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO GODOY, Nilza Tiemi Nagaoka RESUMO O Direito das Sucessões apresenta muitos aspectos polêmicos diante de lacunas deixadas pelo legislador.

Leia mais

O DIREITO DAS SUCESSÕES NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 1

O DIREITO DAS SUCESSÕES NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 1 O DIREITO DAS SUCESSÕES NO CÓDIGO CIVIL DE 2002 1 Adriana Goulart Spanholi 2 RESUMO: O presente artigo tem por objetivo demonstrar e analisar as mudanças trazidas no campo do direito sucessório, especialmente

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Os Negócios Jurídicos Da União Estável E Terceiros De Boa-fé Maíta Ponciano Os Casais que vivem união estável DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS DA UNIÃO ESTÁVEL E TERCEIROS DE BOA-FÉ. Desde

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES

DIREITO DAS SUCESSÕES DIREITO DAS SUCESSÕES 2.º Ano Turma A (Dia) Exame de Coincidência Professor Doutor Luís Menezes Leitão 26 de junho de 2015 Duração da prova: 90 minutos GRELHA DE CORREÇÃO A morte de A desencadeia a abertura

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação da 3ª Edição... XVII. Apresentação da 2ª Edição... XIX. Apresentação da 1ª Edição... XXI. Prefácio... XXV

SUMÁRIO. Apresentação da 3ª Edição... XVII. Apresentação da 2ª Edição... XIX. Apresentação da 1ª Edição... XXI. Prefácio... XXV SUMÁRIO Apresentação da 3ª Edição... XVII Apresentação da 2ª Edição... XIX Apresentação da 1ª Edição... XXI Prefácio... XXV 1. INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO 1 1.1. O conto de fadas da empresa familiar...

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm Page 1 of 9 Espólio - Contribuinte Falecido CONCEITO 085 O que é espólio? Espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida. É contribuinte distinto do meeiro, herdeiros e legatários.

Leia mais

PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO ASPECTOS DO DIREITO CIVIL E TRIBUTÁRIO

PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO ASPECTOS DO DIREITO CIVIL E TRIBUTÁRIO PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO ASPECTOS DO DIREITO CIVIL E TRIBUTÁRIO Ricardo Lacaz Martins 20/03/2012 Sumário da aula 1. Objetivos a serem alcançados com o Planejamento Sucessório 2. Regime de bens e sucessão

Leia mais

(I) O CADASTRO PARA BLOQUEIO DE RECEBIMENTO DE LIGAÇÕES DE TELEMARKETING E O DIREITO DO CONSUMIDOR

(I) O CADASTRO PARA BLOQUEIO DE RECEBIMENTO DE LIGAÇÕES DE TELEMARKETING E O DIREITO DO CONSUMIDOR Ano III nº 12 (I) O CADASTRO PARA BLOQUEIO DE RECEBIMENTO DE LIGAÇÕES DE TELEMARKETING E O DIREITO DO CONSUMIDOR Barbara Brentani Lameirão Roncolatto Luiz Henrique Cruz Azevedo 01. Em 7 de outubro de 2008,

Leia mais

Declaração de Espólio

Declaração de Espólio SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Conceito de Espólio 3. Declarações de Espólio 3.1. Declaração inicial 3.2. Declarações intermediárias 3.3. Declaração final 4. Declaração de Bens 5. Prazo para Apresentação

Leia mais

A SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL REVISTA JURÍDICA da UniFil, Ano I - nº 1 105 A SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO NO NOVO CÓDIGO CIVIL 1 Inacio de Carvalho Neto * RESUMO O presente artigo aborda as alterações ocorridas no âmbito do

Leia mais

Direito das sucessões e aspectos Constitucionais. Sucessão: legítima e testamentária. Herança. Formas de Testamento. Inventário e Partilha.

Direito das sucessões e aspectos Constitucionais. Sucessão: legítima e testamentária. Herança. Formas de Testamento. Inventário e Partilha. Detalhes da Disciplina Código JUR3107 Nome da Disciplina DIREITO CIVIL VII Carga Horária 60 Créditos 4 Ementa Objetivos Gerais Direito das sucessões e aspectos Constitucionais. Sucessão: legítima e testamentária.

Leia mais

IV. 1 DIREITO DE FAMÍLIA INTRODUÇÃO

IV. 1 DIREITO DE FAMÍLIA INTRODUÇÃO PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( X ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso: DIREITO Disciplina:

Leia mais

www.apostilaeletronica.com.br

www.apostilaeletronica.com.br DIREITO CIVIL I. Lei de Introdução às Normas de Direito Brasileiro... 002 II. Pessoas Naturais e Pessoas Jurídicas... 013 III. Domicílio e Bens... 025 IV. Dos Fatos Jurídicos... 030 V. Prescrição e Decadência...

Leia mais