A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO"

Transcrição

1 2 A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO Ariadne dos Santos Antunes 1 Maria Eduarda de Oliveira Rech 2 Talita Ayumi Koga 3 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa Delben 1 IDENTIFICAÇÃO DO ACÓRDÃO O acórdão que foi julgado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul e que será analisado nesta pesquisa tem a seguinte ementa: Órgão Julgador: Sétima Câmara Cível Tipo de Processo: Apelação Cível Comarca de Origem: Caxias do Sul Tribunal: Tribunal de Justiça do RS Seção: CIVEL Classe CNJ: Apelação Assunto CNJ: Sucessões Relator: José Conrado Kurtz de Souza Decisão: Acórdão Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. SUCESSÕES. SONEGAÇÃO. BEM TRANSFERIDO A UM DOS HERDEIROS APÓS A MORTE DO PROPRIETÁRIO, SEM A ANUÊNCIA DOS DEMAIS. CABIMENTO DA SONEGAÇÃO AJUIZADA PELA INVENTARIANTE, APÓS A CIÊNCIA DA IRREGULAR TRANSFERÊNCIA. HERDEIRO QUE TINHA A OBRIGAÇÃO DE DESCREVER O BEM QUANDO DO INVENTÁRIO. É legitimada ativamente a inventariante para a propositura da ação de sonegados, pois, à época da partilha e expedição de formais, não tinha conhecimento da existência do bem, não podendo declará-lo no inventário. Por outro lado, é legitimado passivo o herdeiro que, conhecendo a titularidade do bem, o transfere para seu poder, sem anuência dos demais e sem descrevê-lo no inventário, o que era sua obrigação, nos termos do artigo do CC. Comprovando que o bem, quando da abertura da sucessão pertencia ao de cujus, obrigatória era a sua descrição no inventário pelo herdeiro que dele se apossou, sem o consentimento dos demais. Em assim não tendo sido feito, é cabível o ajuizamento de ação de sonegados para que o bem seja partilhado entre os herdeiros. APELAÇÃO DESPROVIDA. (Apelação Cível Nº , Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Conrado Kurtz de Souza, Julgado em 30/09/2009) Referências Legislativas: CC-1992 DE 2002 NCC-1992 Data de Julgamento: 30/09/2009 Publicação: Diário da Justiça do dia 08/10/ Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR. 2 Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR. 3 Acadêmica do 8º Semestre do Curso de Direito da FACNOPAR.

2 3 Ele versou sobre a ação de sonegados, que é aquela que trata de bens que foram ocultados da partilha da herança, bem como, da legitimidade ativa e passiva para responder aos termos desta ação. 2 COMENTÁRIO AO ACORDÃO Trata de uma ação de sonegação que foi movida por Adelina Vani Buseti, que é viúva de Asselino, pois a mesma descobriu que Ijacy Luiz Busseti, filho dela e de Asselino, tinha transferido para o seu nome cotas sociais da empresa Cooperativa Vinícola Linha Jacinto Ltda., que estava no nome de Asselino para o seu e fez isso sem a autorização da viúva e dos demais herdeiros, ou seja, antes ninguém sabia que Ijacy tinha praticado o ato. inventariante. A ação de sonegação foi promovida a viúva que também é a Logo após Ijacy veio a falecer e, desta forma o seu filho Luiz Carlos Busseti, entrou com recurso de apelação em relação a ação de sonegação, alegando a prescrição, por esse motivo a apelação foi desprovida, pois quem ingressou com a apelação foi quem de certa forma sonegou o bem do de cujus. Assim o acórdão fala que aberta a sucessão e iniciado o inventário, incumbe ao inventariante apresentar as declarações preliminares, das quais se lavrará termo circunstanciado em que será lançada a relação completa e individuada de todos os bens do espólio e dos alheios que nele forem encontrados (CPC, art 993) 4. O inventário tem por finalidade relacionar todos os bens inclusos no patrimônio hereditário, a completa descrição dos bens hereditários é do Fisco, em relação ao recolhimento de seu imposto, é de todos aqueles que tem interesse patrimonial na universalidade deixada pelo falecido, não só os herdeiros deverá estar atentos ao que consta no monte, mas também os legatários, o testamenteiro, os cessionários de direitos hereditários. De acordo com Juliana Gontijo: Sendo assim, quem relacionado com a herança, ocultar maliciosamente bens do processo do inventário prática o ato da sonegação e prejudica todo esse conjunto de pessoas com interesse econômico nesse patrimônio. 4 BRASIL. LEI N o 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE Institui o Código de Processo Civil. Disponível em: < Acesso em: 8 nov

3 4 Desse modo, todo aquele que ocultar o bem do espólio fica sujeito a uma pena civil, própria do direito sucessório, que é denominada sonegação, sendo a conduta do herdeiro que deixa de trazer as descrição dos bens do morto, ciente de fazê-lo em benefício próprio ou de outrem. 5 A sonegação está conceituada no art do Código Civil: O herdeiro que sonegar bens da herança, não os descrevendo no inventário, quando estejam em seu poder, ou, com ciência sua, no de outrem, ou que os omitir na colação, a que os deve levar, ou que deixar de restituí-los, perderá o direito, que sobre lhes caiba. 6 Em muitos casos poderá haver a tipificação de um crime, tais como a apropriação indébita e o estelionato. E continua Juliana Gontijo: O elemento objetivo, externo da sonegação, que é a ocultação dos bens, isto é, falta de descrição no inventário, deve existir a intenção de ocultar, o propósito malicioso não há que se examinar, se o intuito foi beneficiar o próprio sonegador. O elemento subjetivo, é a malícia ou dolo, integra, portanto, a tipificação da sonegação. Para Washington de Barros Monteiro, sonegar não quer dizer outra coisa senão ocultar dolosamente, ou seja, com a intenção de prejudicar os demais interessados. 7 Contrário a esse entendimento estão Orlando Gomes e Caio Mário, que ressaltam que para haver sonegação é necessária a prova plena de que houve a intenção de ocultar ou desviar bens. A fraude deve ser provada por quem acusa. 8 Nos artigos e do Código Civil de 2002, (antigos artigos e do Código Civil de 1916), descrevem aqueles que podem praticar o ato de sonegação, que se refere ai herdeiro e ao inventariante, não podendo ser restringida o ato de sonegação apenas a estes, como também a possibilidade de ocultação dos bens ou de um direito, e sim para aqueles que tentam se negar a ter recebido o bem da herança sendo ele cessionário, assim também se praticando ao administrador provisório, e o testamenteiro, por ter sido confiado a ele uma posse. 9 5 GONTIJO, Juliana. INVENTÁRIO E PARTILHA. Disponível em: < familia.adv.br/2008/paginas/material%20didatico/sucessses%20- %20inventario%20e%20partilha.pdf> Acesso em: 31 out BRASIL. LEI Nº de 10 DE JANEIRO DE Institui o Código Civil Brasileiro. Acesso em: 31 out MONTEIRO, Washington de Barros. Curso de Direito Civil. Direito das Sucessões. 33. ed. Saraiva: São Paulo, V.6. p DOS SONEGADOS. Disponível em: < > Acesso em: 31 out BRASIL. LEI Nº de 10 DE JANEIRO DE Institui o Código Civil Brasileiro. Acesso em: 31 out

4 5 A sonegação ocorre a partir do momento que o interessado, devendo declarar os bens, não o faz, ficando em silêncio. 10 O art do Código Civil dispõe que: só se pode argüir de sonegação o inventariante depois de encerrada a descrição dos bens, com a declaração, por ele feita, de não existirem outros por inventariar e partir, assim como arguir o herdeiro, depois de declarar-se no inventário que os não possui. 11 E ainda: Deste modo em relação a algumas divergências e a letra de lei, se entende que a ação pode ser proposta mesmo após o término do inventário e da partilha, quando o interessado tomar conhecimento da ocultação. Cabendo a qualquer interessado na dúvida da conduta do inventariante, intimá-lo para apresentar um determinado bem, ou não declará-lo A mesma intimação deve ser feita ao herdeiro que se suspeitar sonegador. 12 Todos aqueles interessados no inventário e na herança podem ingressar com ação de sonegação, não sendo restrito apenas aos herdeiros ou aos credores da herança, ou seja, é permitido ao legatário ingressar com ação de sonegação, caso diminuam ou impeçam o recebimento do legado. O Código Civil prevê em seu artigo 1994 que: A pena de sonegados só se pode requerer e impor em ação movida pelos herdeiros ou pelos credores da herança. (BRASIL, 2013, p.245). Desta forma o supracitado artigo faz menção apenas aos herdeiros e credores da herança, contudo o que deve levar-se em consideração é o legítimo interesse, sob o prisma da ciência processual, não limitando a legitimidade ativa apenas em herdeiros e credores da herança. O prazo prescricional da ação de sonegação é de 10 anos, contados a partir do momento em que o inventariante declara que não existem outros bens a inventariar, ou, em tratando-se de sonegação por parte do herdeiro, a partir de sua manifestação, no inventário, afirmando não possuir bens sonegados DOS SONEGADOS. Disponível em: < Acesso em: 10 nov BRASIL. LEI Nº de 10 DE JANEIRO DE Institui o Código Civil Brasileiro. Acesso em: 31 out GONTIJO, Juliana. INVENTÁRIO E PARTILHA. Disponível em: < familia.adv.br/2008/paginas/material%20didatico/sucessses%20- %20inventario%20e%20partilha.pdf> Acesso em: 31 out GONTIJO, Juliana. INVENTÁRIO E PARTILHA. Disponível em: < familia.adv.br/2008/paginas/material%20didatico/sucessses%20- %20inventario%20e%20partilha.pdf> Acesso em: 31 out

5 6 Preceitua o Código Civil, em seu artigo 205 que: A prescrição ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. (BRASIL, 2013, p. 165). Destarte, não ocorrendo a prescrição e desde que hajam provas referente ao dolo em sonegar o bem, mesmo já encerrado o inventário e ultimado a partilha, o interessado pode ingressar com ação de sonegação. Ainda conforme afirma Gonçalves (2014a): A sonegação de bens não anula nem rescinde a partilha: corrige-se-a sobrepartilha, como dispões o artigo 2002 do Código Civil. (GONÇALVES, 2014b, p 531). A pena referente à sonegação está prevista no Código Civil, em seus artigos 1992 e A pena de sonegados tem caráter civil, e consiste na perda do direito sobre o bem sonegado, devendo o bem ser devolvido ao monte a ser partilhado pelos outros herdeiros, como se a sonegação jamais tivesse ocorrido. Se o sonegador for o próprio inventariante, e não sendo este nem herdeiro e nem meeiro, acarretará em sua remoção, sem tratando de herdeiro ou meeiro perderá o direito do bem, conforme consta no artigo 1993 do Código Civil. CONSIDERAÇÕES FINAIS Conclui-se portanto que a sonegação é a ocultação dolosa de bens que devem ser inventariados ou levados a colação, como aconteceu no acórdão. E tem como características dessas pois ainda não estão descritos porque agem como se ignorassem sua existência, ou porque pertence ao espólio, ou o sonegador se julga proprietário do bem, tendo a omissão. Como ocorreu do caso do acórdão, escondendo as ações do resto dos herdeiros, agindo como se fosse apenas de seu direito, pegando para si, e ao morrer transferindo o para seu herdeiro, imaginando que pudesse deixar a mãe, e outros herdeiros sem o vínculo daquele bem, e seu herdeiro prosseguindo com a atitude, logo que ele continua pelo seu pai sendo um sonegador, quando na verdade esse bem devia ter sido passado e com conhecimento para todos herdeiros da herança. Esse bem deve voltar e ser restituído ao espólio, ou caso não tenha condições de ser voltado deve o juiz ordenar o pagamento da importância correspondente ao valor do bem, mais perdas e danos.

6 7 Todos os herdeiros tem o direito da parte de sua herança, e não e de direito que um herdeiro omita um bem, tomando para si. REFERÊNCIAS BRASIL. Código Civil (1942). Código Civil. In: ANGHER, Anne Joyce. Vade mecum universitário de direito RIDEEL. 13. ed. São Paulo: RIDEEL, LEI N o 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE Institui o Código de Processo Civil. Disponível em: < Acesso em: 8 nov LEI Nº de 10 DE JANEIRO DE Institui o Código Civil Brasileiro. Acesso em: 31 out GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil brasileiro: direito das sucessões. 8. ed. São Paulo: Saraiva, Direito civil brasileiro: direito das sucessões. 13.ed. São Paulo: Saraiva, (Coleção sinopses jurídicas; v.4) GONTIJO, Juliana. Inventário e partilha. Disponível em: <file:///c:/users/cliente%20acer/downloads/sucessses%20- %20inventario%20e%20partilha.pdf>. Acesso em: 30 out PINTO, Cristiano Vieira Sobral. Direito civil sistematizado. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense, VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito civil: direito das sucessões. 4. ed. São Paulo: Atlas S.A., 2001.

A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS

A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS 23 A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS Adrieli Aline Frias 1 Daniele Garcia 2 Niagara Sabrina 3 Ynaia Medina Long 4 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa

Leia mais

O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO:

O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO: 50 O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70015232226 PROFERIDO EM SEDE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO JULGADO PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO RIO GRANDE DO SUL André Leandro Polycarpo 1

Leia mais

CONCEITO DE INVENTÁRIO

CONCEITO DE INVENTÁRIO DIREITO CIVIL Inventário e Partilha CONCEITO DE INVENTÁRIO Inventárioéoprocedimentojudicialatravésdoqual será realizado o levantamento dos bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. OBJETIVO

Leia mais

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito das Sucessões Parte I Sucessão - Etimologia Sucessão Successio, de succedere. Relação de ordem, de continuidade. Uma sequência de fato e de coisas. O que vem em certa ordem ou em certo tempo. Sucessão

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Dados Básicos Fonte: 70039973367 Tipo: Acórdão TJRS Data de Julgamento: 08/06/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:14/06/2011 Estado: Rio Grande do Sul Cidade: Porto Alegre Relator:

Leia mais

OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL

OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL 30 OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL Fabiana dos Santos Gonçalves 1 José Ricardo Moura Pereira 2 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa Delben

Leia mais

DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1

DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1 DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1 DO INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL A lei 11.441/2007 alterou os dispositivos do CPC, possibilitando a realização de inventário, partilha, separação consensual e divórcio consensual por

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

Inventário e Partilha

Inventário e Partilha 108 Inventário e Partilha Flávia de Azevedo Faria Rezende Chagas 1 O palestrante, Dr. Sérgio Ricardo de Arruda Fernandes, iniciou sua explanação abordando a abertura da via extrajudicial, prevista na Resolução

Leia mais

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade http://patriciafontanella.adv.br Viés Constitucional Assento constitucional (art. 5º XXX, CF/88). Mudança dos poderes individuais da propriedade, trazendo a

Leia mais

Direito das Sucessões. Inventário e Partilha

Direito das Sucessões. Inventário e Partilha Direito das Sucessões Inventário e Partilha OBJETIVO Conhecer as disposições legais a respeito do inventário e da partilha. ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

Leia mais

AULA 07. Herança Jacente = herança sem herdeiros notoriamente conhecidos (arts. 1819 e ss. do CC).

AULA 07. Herança Jacente = herança sem herdeiros notoriamente conhecidos (arts. 1819 e ss. do CC). 01 Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8ºDIN-1 e 8º DIN-2 Data: 21/08/12 AULA 07 II - SUCESSÃO EM GERAL (Cont...) 11. Herança Jacente e Vacante (arts. 1.819 a 1.823,

Leia mais

DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL

DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL 16 DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL Fabiana Daniele Carneiro 1 Jaqueline Naiane Gonçalves Torres 2 Patricia Fertonani 3

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva INVENTÁRIO Dois sentidos para o mesmo vocábulo: Liquidação do acervo hereditário (registro, descrição, catalogação dos bens). Procedimento especial

Leia mais

ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS. Artur Francisco Mori Rodrigues Motta

ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS. Artur Francisco Mori Rodrigues Motta ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS Artur Francisco Mori Rodrigues Motta ESPÉCIES DE RENÚNCIA AO DIREITO HEREDITÁRIO E EFEITOS TRIBUTÁRIOS Artur Francisco Mori Rodrigues Motta

Leia mais

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08.

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08. Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar Apresentação 10.08.10 Luiz Kignel Karime Costalunga F 1 F 2 F 3 F 1 F 2 F 3 F 4 Fundador

Leia mais

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 1 - Imposto sobre transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCMD) Compete privativamente aos Estados a instituição

Leia mais

1620874-40.2011.8.19.0004 RENATO LIMA DOS SANTOS

1620874-40.2011.8.19.0004 RENATO LIMA DOS SANTOS TRIBUNAL DE JUSTIÇA SEGUNDA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº: 1620874-40.2011.8.19.0004 Apelante: RENATO LIMA DOS SANTOS Apelado: ESPÓLIO DE CARLOS ALBERTO DUTRA MARQUES REP/P/S/INV MAGDA IDALINA LIMA DOS

Leia mais

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS:

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: 1. Capacidade para suceder é a aptidão da pessoa para receber os bens deixados pelo de cujus no tempo da abertura da sucessão. Considerando tal afirmação

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento.

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. 1 DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões SUCESSÃO LEGÍTIMA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. Colação não significa devolução

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO fls. 5 ACÓRDÃO Registro: 2014.0000429851 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Mandado de Segurança nº 0226204-83.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é impetrante EDEMAR CID FERREIRA,

Leia mais

A Pena de Sonegados no Direito Sucessório: Comentários Inaugurais

A Pena de Sonegados no Direito Sucessório: Comentários Inaugurais A Pena de Sonegados no Direito Sucessório: Comentários Inaugurais Resumo: Inicialmente, há que se salientar que, em decorrência da abertura da sucessão, durante a marcha processual do inventário, incumbirá

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Fernando e Lara se conheceram em 31/12/2011 e, em 02/05/2014, celebraram seu casamento civil pelo regime de comunhão parcial de bens. Em 09/07/2014, Ronaldo e Luciano

Leia mais

INSTITUTO DA AUSÊNCIA RESUMO

INSTITUTO DA AUSÊNCIA RESUMO INSTITUTO DA AUSÊNCIA Fernanda Sacchetto Peluzo* Hugo Leonardo de Moura Bassoli* Loren Dutra Franco** Rachel Zacarias*** RESUMO O Instituto da Ausência está exposto na parte geral do Novo Código Civil

Leia mais

SEXTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 19522/2009 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA CAPITAL. MARCO ANTONIO PEREIRA JÚLIO CÉSAR LOPES E OUTRA(s)

SEXTA CÂMARA CÍVEL APELAÇÃO Nº 19522/2009 - CLASSE CNJ - 198 - COMARCA CAPITAL. MARCO ANTONIO PEREIRA JÚLIO CÉSAR LOPES E OUTRA(s) APELANTE: APELADOS: MARCO ANTONIO PEREIRA JÚLIO CÉSAR LOPES E OUTRA(s) Número do Protocolo: 19522/2009 Data de Julgamento: 08-7-2009 EMENTA APELAÇÃO CÍVEL - PETIÇÃO DE HERANÇA - RENÚNCIA A HERANÇA CONCOMITANTE

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA ACÓRDÃO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DA PARAÍBA TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Cível n2 031.1999.000404-1/001 Origem : 1 Vara da Comarca de Princesa Isabel Relator : Desembargador Frederico Martinho da Nóbrega

Leia mais

A responsabilidade pelo pagamento das cotas condominiais em caso de aquisição do imóvel mediante arrematação judicial

A responsabilidade pelo pagamento das cotas condominiais em caso de aquisição do imóvel mediante arrematação judicial A responsabilidade pelo pagamento das cotas condominiais em caso de aquisição do imóvel mediante arrematação judicial Por Maria Angélica Jobim de Oliveira À luz do artigo 1.336, inciso I, do Código Civil,

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0071.07.034954-4/001 Númeração 0349544- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Bitencourt Marcondes Des.(a) Bitencourt Marcondes 25/03/2009 30/04/2009

Leia mais

Direito das sucessões e aspectos Constitucionais. Sucessão: legítima e testamentária. Herança. Formas de Testamento. Inventário e Partilha.

Direito das sucessões e aspectos Constitucionais. Sucessão: legítima e testamentária. Herança. Formas de Testamento. Inventário e Partilha. Detalhes da Disciplina Código JUR3107 Nome da Disciplina DIREITO CIVIL VII Carga Horária 60 Créditos 4 Ementa Objetivos Gerais Direito das sucessões e aspectos Constitucionais. Sucessão: legítima e testamentária.

Leia mais

JOSE BRAULIO BRITO MAIA MINISTERIO PUBLICO A C Ó R D Ã O

JOSE BRAULIO BRITO MAIA MINISTERIO PUBLICO A C Ó R D Ã O APELAÇÃO CRIMINAL. CRIME CONTRA O PATRIMÔNIO. ESTELIONATO. RECONHECIMENTO DA PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA DO ESTADO PELA PENA EM CONCRETO. RECURSO DEFENSIVO PREJUDICADO. Transcorridos mais de 04 (quatro)

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva Direito das Sucessões Sucessão: alteração de titulares em uma dada relação jurídica Sucessão (sentido estrito): causa mortis A sucessão engloba

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm Page 1 of 9 Espólio - Contribuinte Falecido CONCEITO 085 O que é espólio? Espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida. É contribuinte distinto do meeiro, herdeiros e legatários.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO ClVEL n^ 071.433-4/5, da Comarca de SÃO PAULO, em que é apelante TROPVILLE COMERCIAL LTDA., sendo apelada EMPRESARIAL E ASSESSORIA S/C LTDA.:

Leia mais

Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado

Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado Membro do IBDFAM Autor de Obras Jurídicas Email: dimasmp@navinet.com.br

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo ACÓRDÃO Registro: 2014.0000318446 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0001766-40.2013.8.26.0291, da Comarca de Jaboticabal, em que é

Leia mais

Boletim Informativo junho/2015 ITCMD

Boletim Informativo junho/2015 ITCMD Boletim Informativo junho/2015 ITCMD 23 de junho de 2015 Intenciona o governo propor projeto de Emenda Constitucional para aumentar a alíquota do Imposto sobre Herança e Doação ( ITCMD ) para 16% (dezesseis

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br A cessão de direitos hereditários no novo Código Civil Ricardo Guimarães Kollet A cessão de direitos hereditários, contrato através do qual opera-se a transmissão de direitos provenientes

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima identificadas:

VISTOS, relatados e discutidos estes autos, em que são partes as acima identificadas: . ' ESTADO DA PARAÍBA t-n " PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Apelação Civel n 200.2004.038313-1/001 Relator: Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Apelante: Executivos Administração e Promoção de Seguros

Leia mais

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra.

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Lição 14. Doação Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Na doação deve haver, como em qualquer outro

Leia mais

Faculdade de Direito da Alta Paulista

Faculdade de Direito da Alta Paulista PLANO DE ENSINO DISCIPLINA SÉRIE PERÍODO LETIVO CARGA HORÁRIA DIREITO CIVIL V (Direitos de família e das sucessões) QUINTA 2015 136 I EMENTA Direito de Família. Casamento. Efeitos jurídicos do casamento.

Leia mais

PROF. MS. FABIO TRUBILHANO

PROF. MS. FABIO TRUBILHANO 3 PROF. MS. FABIO TRUBILHANO ASPECTOS POLÊMICOS DA SUCESSÃO DO CÔNJUGE E DO COMPANHEIRO A primeira questão polêmica sobre a qual nos debruçaremos envolve os arts. 1.641, 1.687 e 1.829 do Código Civil brasileiro.

Leia mais

ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA 267 REGISTRADO(A) SOB N

ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA 267 REGISTRADO(A) SOB N TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO > TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA 267 REGISTRADO(A) SOB N Apelação n 2 ACÓRDÃO IIIIIIIIIIIIIIIIIM *03715825* Vistos, relatados e discutidos

Leia mais

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha EDUARDO MACHADO ROCHA Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Dourados (MS). Pós-graduado - Especialização em Direito Processual Civil. Professor de Direito Civil na Unigran - Universidade

Leia mais

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO doação Conceito: é negócio jurídico unilateral inter vivos, em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para

Leia mais

Aula 008 Da Sucessão Testamentária

Aula 008 Da Sucessão Testamentária Aula 008 Da Sucessão Testamentária 3.5 Disposições Testamentárias 3.5.1 Regras gerais 3.5.2 Espécies de disposições 3.5.2.1 Simples 3.5.2.2 Condicional 3.5.2.3 A Termo ou a prazo 3.5.2.4 Modal 3.5.2.5

Leia mais

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Regime de Bens no Casamento. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Regime de Bens no Casamento Regime de Bens no Casamento Regime de bens é o conjunto de determinações legais ou convencionais, obrigatórios e alteráveis, que regem as relações patrimoniais entre o casal,

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu

Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu 1- O que é o Certificado Sucessório Europeu (CSE)? 2- Que instrumento jurídico criou o CSE? 3- Quem pode pedir o CSE? 4- Um credor pode pedir

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo Registro: 2014.0000104277 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 9000088-33.2009.8.26.0562, da Comarca de Santos, em que é apelante

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.080.614 - SP (2008/0176494-3) RELATORA : MINISTRA NANCY ANDRIGHI EMENTA Direito de família e das sucessões. Ação de reconhecimento de sociedade de fato, proposta por ex-companheiro

Leia mais

partilha, carta de adjudicação e alvarás. 9º) expedição do formal de partilha, carta de adjudicação e alvarás

partilha, carta de adjudicação e alvarás. 9º) expedição do formal de partilha, carta de adjudicação e alvarás 1 INVENTÁRIO E PARTILHA 1) DO INVENTÁRIO 1.1) DOS RITOS DO INVENTÁRIO RITO ORDINÁRIO (arts. 982 e segs do CPC) 1º) petição de abertura e pedido de nomeação do inventariante 2º) despacho nomeando inventariante

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-44 PERÍODO: 8 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO CIVIL VI NOME DO CURSO: DIREITO 2.

1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-44 PERÍODO: 8 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO CIVIL VI NOME DO CURSO: DIREITO 2. 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D-44 PERÍODO: 8 CRÉDITO: 04 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO CIVIL VI NOME DO CURSO: DIREITO 2. EMENTA CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 Direito das

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge;

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge; 1 DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões CONCORRÊNCIA NO NCC herdeiros. Art. 1829 do CC É a primeira vez que o código enfrenta a concorrência entre I descendentes concorrendo com o cônjuge; Indignidade: art.

Leia mais

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores MOREIRA VIEGAS (Presidente) e JAMES SIANO. São Paulo, 6 de março de 2013.

ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores MOREIRA VIEGAS (Presidente) e JAMES SIANO. São Paulo, 6 de março de 2013. Registro: 2013.0000126203 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0029997-39.2011.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante ANNA SPALLICCI, é apelado MARIO RENATO

Leia mais

A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA PARMALAT.

A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA PARMALAT. 1 A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA PARMALAT. Vinicius Leal Batista de Andrade 1 RESUMO A empresa seus aspectos e características, notas breves sobre o que venha ser uma empresa, sua função. Recuperação judicial,

Leia mais

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL

A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL 76 A UNIÃO ESTÁVEL NO NOVO CÓDIGO CIVIL CLAUDIA NASCIMENTO VIEIRA¹ O artigo 226 da Constituição Federal equiparou a união estável entre homem e mulher ao casamento, dispondo em seu parágrafo 3º que é reconhecida

Leia mais

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões.

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões. No Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais são regis- trados os atos mais importantes da vida de uma pessoa, como o nascimento, o casamento e o óbito, além da emancipação, da interdição, da ausência

Leia mais

Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra

Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra Dados Básicos Fonte: 1.0024.05.707278-7/001(1) Tipo: Acórdão TJMG Data de Julgamento: 27/04/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:13/05/2011 Estado: Minas Gerais Cidade: Belo Horizonte

Leia mais

Nº 70021504923 COMARCA DE PELOTAS ESTELA MARIA CIRNE MAGALHAES NOEMIA MARIA PINHEIRO CIRNE

Nº 70021504923 COMARCA DE PELOTAS ESTELA MARIA CIRNE MAGALHAES NOEMIA MARIA PINHEIRO CIRNE AGRAVO DE INSTRUMENTO. PARTILHA. REGIME DE BENS. INEXISTÊNCIA DE MEAÇÃO SOBRE BEM CLAUSULADO. REGIME DE SEPARAÇÃO TOTAL DE BENS. HERANÇA. CONCORRÊNCIA SUCESSÓRIA DO CÔNJUGE VIVO COM OS DESCENDENTES DO

Leia mais

Direito Civil III Contratos

Direito Civil III Contratos Direito Civil III Contratos Doação Art. 538 à 564 Prof. Andrei Brettas Grunwald 2011.1 1 Conceito Artigo 538 Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO SEGUNDO TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL DÉCIMA CÂMARA

PODER JUDICIÁRIO SEGUNDO TRIBUNAL DE ALÇADA CIVIL DÉCIMA CÂMARA APELAÇÃO COM REVISÃO N º 641.562-0/7 CAMPINAS Apelante: Lafontes Seguros Administração e Corretora de Seguros S. C. Ltda. Apelada : Margarida da Cunha Santos AÇÃO DE COBRANÇA. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CERCEAMENTO

Leia mais

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Recuperação Extrajudicial, Judicial e Falência Decreto-lei nº 7.661, de 21 de junho de 1945 Lei de Falências revogado. Lei nº 11.101, de 09 de fevereiro de

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO fls. 2 Registro: 2015.0000086160 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0011047-84.2013.8.26.0011, da Comarca de São Paulo, em que é apelante ORDALIA REGINA DA SILVA BUSO, são

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS INTEGRANTES DAS AUDITORIAS INTERNAS DAS ENTIDADES VINCULADAS AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

ASSOCIAÇÃO DOS INTEGRANTES DAS AUDITORIAS INTERNAS DAS ENTIDADES VINCULADAS AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ASSOCIAÇÃO DOS INTEGRANTES DAS AUDITORIAS INTERNAS DAS ENTIDADES VINCULADAS AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ROTEIRO DE VERIFICAÇÃO TOMADA DE CONTAS ESPECIAL GT - 8 O QUE É De acordo com o art. 3º da Instrução

Leia mais

Consignação em Pagamento: o meio indireto para a extinção de uma Obrigação. Alana Fagundes VALÉRIO 1

Consignação em Pagamento: o meio indireto para a extinção de uma Obrigação. Alana Fagundes VALÉRIO 1 Consignação em Pagamento: o meio indireto para a extinção de uma Obrigação. Alana Fagundes VALÉRIO 1 RESUMO: O artigo trata da Consignação em Pagamento, encontrado em nosso Código Civil, na Parte Especial,

Leia mais

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes DIREITO CIVIL VI - SUCESSÕES SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA Testemunhas Testamentárias Novembro/2010 Prof a. Esp. Helisia Góes Definição: é a pessoa que tem capacidade para assegurar a veracidade do testamento.

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides. Vistos, etc.

ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides. Vistos, etc. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gab. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides APELAÇÃO CÍVEL n 2 073.2003.012900-8/001 Comarca de Cabedelo RELATOR: João Benedito da Silva Juiz Convocado

Leia mais

ACORDAM NO TRIBUNAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA DA REGIÃO. A, casada no regime de comunhão geral de bens com B, requereu inventário

ACORDAM NO TRIBUNAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA DA REGIÃO. A, casada no regime de comunhão geral de bens com B, requereu inventário ACORDAM NO TRIBUNAL DE ÚLTIMA INSTÂNCIA DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU: I Relatório e factos provados A, casada no regime de comunhão geral de bens com B, requereu inventário facultativo por

Leia mais

Processo no. 200.2009.000.751-5/001. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque

Processo no. 200.2009.000.751-5/001. ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque ESTADO DA PARAÍBA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete do Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque Acórdão APELAÇÃO CÍVEL - no. 200.2009.000.751-5/001 Relator: Dr. Eduardo José de Carvalho

Leia mais

Exposição. 1. Município de Londrina ajuizou execução fiscal em face de Alessandro

Exposição. 1. Município de Londrina ajuizou execução fiscal em face de Alessandro APELAÇÃO CÍVEL N. 638896-9, DA COMARCA DE LONDRINA 2.ª VARA CÍVEL RELATOR : DESEMBARGADOR Francisco Pinto RABELLO FILHO APELANTE : MUNICÍPIO DE LONDRINA APELADO : ALESSANDRO VICTORELLI Execução fiscal

Leia mais

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome

SOCIEDADE LIMITADA. Sociedade Limitada. I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome Sociedade Limitada I - responsável integralmente e ilimitadamente pelas dívidas assumidas em seu próprio nome II a limitação refere-se aos sócios 2. Responsabilidade dos Sócios I - Decreto 3.708/19 (sociedade

Leia mais

AGRAVANTES: ESPÓLIO DE OSENIO JOSÉ KROMANN E OUTROS

AGRAVANTES: ESPÓLIO DE OSENIO JOSÉ KROMANN E OUTROS AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 852.937-1, DA PRIMEIRA VARA CÍVEL DA COMARCA DE TOLEDO AGRAVANTES: ESPÓLIO DE OSENIO JOSÉ KROMANN E OUTROS AGRAVADA: RELATORA: FAZENDA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ DES.ª VILMA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Registro: 2014.000079XXXX ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº XXXXXX-XX.2011.8.26.0309, da Comarca de Jundiaí, em que é apelante VASSOURAL EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS LTDA.

Leia mais

Desse modo, esse adquirente

Desse modo, esse adquirente 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Uma pessoa adquiriu bem imóvel, localizado em área urbana de município paulista, sem exigir que o vendedor lhe exibisse ou entregasse

Leia mais

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual.

A propositura da ação vincula apenas o autor e o juiz, pois somente com a citação é que o réu passa a integrar a relação jurídica processual. PROCESSO FORMAÇÃO, SUSPENSÃO E EXTINÇÃO DO FORMAÇÃO DO PROCESSO- ocorre com a propositura da ação. Se houver uma só vara, considera-se proposta a ação quando o juiz despacha a petição inicial; se houver

Leia mais

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015 Inventário e Partilhas Ozéias J. Santos 01.06.2015 O Novo CPC disciplina o inventário e partilha nos artigos 610 a 673. A pessoa morrendo, deixando um patrimônio, este patrimônio deve ser destinado a alguém.

Leia mais

Considerações sobre o Inventário Negativo Glauco Pereira Almeida

Considerações sobre o Inventário Negativo Glauco Pereira Almeida Considerações sobre o Inventário Negativo Glauco Pereira Almeida Palavras-chave: inventário negativo, partilha, sucessões, herdeiro, cônjuge. RESUMO O inventário exige a presença de bens. Não é possível

Leia mais

A C Ó R D Ã O Nº XXXXXXXXX (N CNJ: YYYYYYYYYYYYY) COMARCA DE XXX XXXXXXX M.C.L... L.V.B... M.P... APELANTE APELANTE APELADO

A C Ó R D Ã O Nº XXXXXXXXX (N CNJ: YYYYYYYYYYYYY) COMARCA DE XXX XXXXXXX M.C.L... L.V.B... M.P... APELANTE APELANTE APELADO APELAÇÃO CÍVEL. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. INFRAÇÃO ADMINISTRATIVA. ART. 250 DO ECA. HOSPEDAGEM DE MENOR EM MOTEL. APLICAÇÃO DE MULTA. Configura infração administrativa, prevista no art. 250

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 1.204.347 - DF (2010/0141637-8) RECORRENTE RECORRIDO : FLÁVIA LETÍCIA TREVISANI FAUSTINI GALLETTI : CRISTIAN FETTER MOLD E OUTRO(S) : RITA DE CASSIA TAARES DE LUNA FAUSTINI : LUIZ HUMBERTO

Leia mais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Tribunal de Justiça de Minas Gerais Número do 1.0105.13.026868-0/001 Númeração 0268680- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Heloisa Combat Des.(a) Heloisa Combat 11/06/2014 16/06/2014 EMENTA: APELAÇÃO

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR ACÓRDÃO. Instrumento nº 0099725-45.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo,

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR ACÓRDÃO. Instrumento nº 0099725-45.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, Registro: 2012.0000257965 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 0099725-45.2012.8.26.0000, da Comarca de São Paulo, em que é agravante FAZENDA DO ESTADO DE SÃO

Leia mais

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83 1 Noções introdutórias, 1 1.1 Sucessão. Compreensão do vocábulo. O direito das sucessões, 1 1.2 Direito das sucessões no direito romano, 2 1.3 Ideia central do direito das sucessões, 4 1.4 Noção de herança,

Leia mais

DECISÃO. Vistos etc. Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D.

DECISÃO. Vistos etc. Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. AC no 001.2005.033.995-9/001 1 DECISÃO Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira APELAÇÃO CÍVEL No 001.2005.033.995-9/001

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

1959 Direito de Família e Sucessões Parte 1 Do Direito de Família 1. Família. Conceito. Família e sociedade. Suas diferentes formas. Constituição de 1946 a espeito. Direito de Família. 2. Esponsais. Breve

Leia mais

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-

Leia mais

Prof. Ms. Conrado Paulino da Rosa contato@conradopaulinoadv.com.br

Prof. Ms. Conrado Paulino da Rosa contato@conradopaulinoadv.com.br SUCESSÕES Prof. Ms. Conrado Paulino da Rosa contato@conradopaulinoadv.com.br Herança Universalidade(única massa de bens) Todo unitário, ainda que vários sejam os herdeiros. Herança Até a partilha, o direito

Leia mais

ACÓRDÃO. VISTOS, relatados e discutidos estes autos.

ACÓRDÃO. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. AC no 200.2010.014.406-8/001 1 jn:idá-j Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL No 200.2010.014.406-8/001

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 437.853 - DF (2002/0068509-3) RELATOR : MINISTRO TEORI ALBINO ZAVASCKI RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL PROCURADOR : DANIEL AZEREDO ALVARENGA E OUTROS RECORRIDO : ADVOCACIA BETTIOL S/C

Leia mais

I miii mil mil um um um mu um mi m

I miii mil mil um um um mu um mi m ACÓRDÃO ACÓRDÃO/DECISÃO MONOCRÁTICA REGISTRADO(A) SOB N I miii mil mil um um um mu um mi m *03071141* Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação n 994.08.058146-0, da Comarca de São Paulo,

Leia mais

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator

TURMA RECURSAL ÚNICA J. S. Fagundes Cunha Presidente Relator RECURSO INOMINADO nº 2006.0003375-3/0, DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE APUCARANA Recorrente...: ROVIGO INDUSTRIA E COMERCIO DE CONFECÇÕES LTDA Recorrida...: FINASA LEASING ARRENDAMENTO MERCANTIL

Leia mais

CONSULTA Nº 19/2010 PROTOCOLO 0068726/2010 CONSULENTE: ILMO. SR. ANTÔNIO DE SOUZA SOBRINHO OFICIAL DO CARTÓRIO DE PAZ E NOTAS DE GUIRATINGA/MT

CONSULTA Nº 19/2010 PROTOCOLO 0068726/2010 CONSULENTE: ILMO. SR. ANTÔNIO DE SOUZA SOBRINHO OFICIAL DO CARTÓRIO DE PAZ E NOTAS DE GUIRATINGA/MT CONSULTA Nº 19/2010 PROTOCOLO 0068726/2010 CONSULENTE: ILMO. SR. ANTÔNIO DE SOUZA SOBRINHO OFICIAL DO CARTÓRIO DE PAZ E NOTAS DE GUIRATINGA/MT PARECER Nº 416/2010 SENHOR CORREGEDOR: ANTÔNIO DE SOUZA SOBRINHO

Leia mais

Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04

Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04 01 Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8DIN-1 e 8DIN-2 Data: 08/08/2012 AULA 04 II - SUCESSÃO EM GERAL (Cont...) 7. Aceitação e Renúncia da Herança (arts. 1.804 a 1.813,

Leia mais

Direito das Obrigações (8.ª Aula)

Direito das Obrigações (8.ª Aula) Direito das Obrigações (8.ª Aula) 1) Classificação das Obrigações V: Obrigações Solidárias Ao lado das obrigações divisíveis e indivisíveis, o Código Civil regulamenta também as chamadas obrigações solidárias,

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO ACÓRDÃO Registro: 2012.0000073026 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0145148-24.2009.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante ASSEFAC ASSESSOR FACTORING LTDA sendo apelados

Leia mais

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE A MODALIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS: DENUNCIAÇÃO DA LIDE

ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE A MODALIDADE DE INTERVENÇÃO DE TERCEIROS: DENUNCIAÇÃO DA LIDE II ANAIS DO CURSO DE EXTENSÃO EM TEORIA DO DIREITO: A Tríplice perspectiva do Direito e a relação teórica, prática e ética. Cáceres: Unemat Editora, Vol.1. n. 01 (2013). ISSN 2317-3478 ASPECTOS IMPORTANTES

Leia mais