Direito das Sucessões. Inventário e Partilha

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Direito das Sucessões. Inventário e Partilha"

Transcrição

1 Direito das Sucessões Inventário e Partilha

2 OBJETIVO Conhecer as disposições legais a respeito do inventário e da partilha.

3 ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

4 Introdução Como sabemos, devido ao principio de Saizine, aberta a sucessão, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e testamentários, ainda que os bens, móveis e imóveis permaneçam em nome do falecido. Sendo assim, é necessário que se proceda ao inventário destes bens

5 Introdução A palavra inventário deriva do latim inventarium, de invenire, que significa achar, encontrar. No direito das sucessões, é empregada no sentido de relacionar, de catalogar tudo aquilo que pertenceu ao morto, para que possa posteriormente ser atribuído aos seus sucessores.

6 Introdução No inventário, será apurado o patrimônio do de cujus: os bens móveis e imóveis serão levantados e avaliados, cobram-se as dívidas ativas (créditos) e pagam-se as passivas (débitos) e o imposto causa mortis. Pagamse os legados (se houver) e partilha-se o que sobrar entre os sucessores.

7 Introdução Assim, com a abertura da sucessão instaura-se entre os herdeiros um verdadeiro condomínio sucessório quanto aos bens do de cujus. Tal condomínio só cessará com a partilha, quando for atribuído a cada herdeiro a sua parte na herança. A este conjunto de bens dá-se o nome de espólio.

8 Introdução Como bem lembra o prof. EpD, ainda que o espólio não tenha personalidade jurídica, uma vez que se trata de um conjunto de bens, e não de uma pessoa natural / jurídica, tornou-se uma pratica comum no processo civil a referência ao ajuizamento de ações pelo espólio ou em face do espólio.

9 Introdução Por essa razão, destaca o autor, concedeu-se a ele personalidade judiciária, como ocorre com a massa falida e a herança jacente, começando-se a usar o vocábulo também com o sentido de coletivo de herdeiros

10 Introdução Tendo em vista que os procedimentos do inventário encontram-se disciplinados no Código de Processo Civil, o CC, para evitar a superposição do tema, limitou-se tratar do assunto no art

11 Art Desde a assinatura do compromisso até a homologação da partilha, a administração da herança será exercida pelo inventariante.

12 ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

13 Inventário O inventário é, então, o procedimento pelo meio do qual se identificam os bens deixados pelo autor da herança, suas dívidas e seus herdeiros. É matéria procedimental, regulada pelo CPC, dos artigos 982 a 1.021

14 Inventário De acordo com o artigos 983, o inventário judicial deverá ser aberto dentro de sessenta dias contados da abertura da sucessão, e ser concluído nos doze meses subsequentes. O juiz poderá prorrogar estes prazos, a pedido ou de oficio.

15 Inventário O pedido de abertura do inventário deverá ser instruído com a certidão de óbito do autor da herança. Aberto o inventário, o juiz deve nomear o inventariante, que terá 5 dias para prestar compromisso.

16 CPC Art O juiz nomeara inventariante: I - o cônjuge ou companheiro sobrevivente, desde que estivesse convivendo com o outro ao tempo da morte deste; II - o herdeiro que se achar na posse e administração do espólio, se não houver cônjuge ou companheiro sobrevivente ou estes não puderem ser nomeados; III - qualquer herdeiro, nenhum estando na posse e administração do espólio; (...)

17 CPC Art O juiz nomeara inventariante: (...) IV - o testamenteiro, se lhe foi confiada a administração do espólio ou toda a herança estiver distribuída em legados; V - o inventariante judicial, se houver; Vl - pessoa estranha idôneas, onde não houver inventariante judicial. Parágrafo único. O inventariante, intimado da nomeação, prestara, dentro de 5 (cinco) dias, o compromisso de bem e fielmente desempenhar o cargo.

18 Inventário - procedimentos O legislador disponibilizou 4 procedimentos distintos: um procedimento básico (padrão) e três procedimentos especiais.

19 Inventário - procedimentos O procedimento padrão é o inventário propriamente dito Já os procedimentos especiais são as seguintes formas simplificadas: a) arrolamento comum (CPC 1.036) b) arrolamento sumário (CPC 1.031) c) inventário extra judicial. (Lei /07)

20 ROTEIRO Introdução O inventário Procedimentos formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

21 a) arrolamento comum (CPC 1.036) Este arrolamento independe da capacidade dos herdeiros É um procedimento simplificado, dependente de apenas de um critério objetivo: o valor do patrimônio transmitido. Assim, se o valor for inferior OTNs ( reais) não será necessária a complexidade do procedimento padrão.

22 a) arrolamento comum (CPC 1.036) E se houver entre os herdeiros algum menor? Havendo interesse de incapazes, intervirá o MP.

23 CPC Art Quando o valor dos bens do espólio for igual ou inferior a (duas mil) Obrigações do Tesouro Nacional - OTN, o inventário processar-se-á na forma de arrolamento, cabendo ao inventariante nomeado, independentemente da assinatura de termo de compromisso, apresentar, com suas declarações, a atribuição do valor dos bens do espólio e o plano da partilha. 1o Se qualquer das partes ou o Ministério Público impugnar a estimativa, o juiz nomeara um avaliador que oferecera laudo em 10 (dez) dias.

24 CPC Art o Apresentado o laudo, o juiz, em audiência que designar, deliberara sobre a partilha, decidindo de plano todas as reclamações e mandando pagar as dívidas não impugnadas. 3o Lavrar-se-á de tudo um só termo, assinado pelo juiz e pelas partes presentes

25 CPC Art (...) 4o Aplicam-se a esta espécie de arrolamento, no que couberem, as disposições do art e seus parágrafos, relativamente ao lançamento, ao pagamento e a quitação da taxa judiciaria e do imposto sobre a transmissão da propriedade dos bens do espólio. 5o Provada a quitação dos tributos relativos aos bens do espólio e às suas rendas, o juiz julgara a partilha.

26 b) Arrolamento sumário (CPC 1.031) Admite-se arrolamento sumário quando, independentemente do valor do patrimônio transmitido, todos os herdeiros forem maiores e capazes e inexistir conflito de interesse entre eles. (critério subjetivo )

27 b) Arrolamento sumário (CPC 1.031) O arrolamento sumário nada mais é a partilha amigável prevista no art do Código Civil. Na própria inicial as partes fazem a proposta de partilha com a prova do recolhimento dos tributos. A atividade do juiz é meramente homologatória, não cabendo ação rescisória.

28 CPC Art A partilha amigável, celebrada entre partes capazes, nos termos do art (...) Código Civil, será homologada de plano pelo juiz, mediante a prova da quitação dos tributos relativos aos bens do espólio e às suas rendas, (...) 1o O disposto neste artigo aplica-se, também, ao pedido de adjudicação, quando houver herdeiro único.

29 CPC Art A partilha amigável, celebrada entre partes capazes, nos termos do art (...) Código Civil, será homologada de plano pelo juiz, mediante a prova da quitação dos tributos relativos aos bens do espólio e às suas rendas, (...) 2o Transitada em julgado a sentença de homologação de partilha ou adjudicação, o respectivo formal, bem como os alvarás referentes aos bens por ele abrangidos, só serão expedidos e entregues às partes após a comprovação, verificada pela Fazenda Pública, do pagamento de todos os tributos.

30 c) Inventário extrajudicial (Lei /07) Inventário extrajudicial foi introduzido pela mesma lei que regulamentou o divórcio extrajudicial, a lei /2007, que modificou o art. 983 do CPC, permitiu a realização do inventário em cartório.

31 c) Inventário extrajudicial (Lei /07) Será admissível o inventário em cartório quando todos os herdeiros forem capazes, estiverem de comum acordo e não houver testamento. Exige-se que as partes estejam assistidas por advogado.

32 CPC Art Havendo testamento ou interessado incapaz, proceder-se-á ao inventário judicial; se todos forem capazes e concordes, poderá fazer-se o inventário e a partilha por escritura pública, a qual constituirá título hábil para o registro imobiliário.

33 CPC Art (...) 1o O tabelião somente lavrará a escritura pública se todas as partes interessadas estiverem assistidas por advogado comum ou advogados de cada uma delas ou por defensor público, cuja qualificação e assinatura constarão do ato notarial. 2o A escritura e demais atos notariais serão gratuitos àqueles que se declararem pobres sob as penas da lei.

34 O que é o chamado inventário negativo? De acordo com o exposto até agora percebe-se que só haverá inventário se houver bens a inventariar. Logo o inventário é positivo. Porém, pode acontecer que alguém tenha o interesse de comprovar que o falecido não deixou bens a inventariar

35 Apelação Cível nº : O inventário é a administração da herança, e esta, sendo patrimônio pessoal deixado por morte, consiste na unidade abstrata de todos os bens, direitos, obrigações e ações, ativas ou passivas, existentes na abertura da sucessão. Assim, mesmo negativa, subsiste como unidade patrimonial, a cuja autonomia a partilha porá fim.

36 Apelação Cível nº (...) Desta forma, requerimento de inventário nunca poderá ser indeferido, mesmo que o patrimônio deixado pareça ser nada ou constando da certidão de óbito nota de inexistência de bens a inventariar, pois o inventário é para pôr ordem e liquidar situação econômica residual de quem faleceu." (Apelação Cível nº , Relator Flavio Rostirola, 1ª Turma Cível, julgado em 19/12/2007, DJ 07/02/2008, p. 1993)

37 ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

38 Colação O Código Civil dispõe que as doações de ascendentes a descendentes ou de um cônjuge ao outro implicam em adiantamento de legítima.

39 Art A doação de ascendentes a descendentes, ou de um cônjuge a outro, importa adiantamento do que lhes cabe por herança.

40 Colação Assim, o descendente ou o cônjuge donatário deverá declarar o valor daquilo que recebeu quando da sucessão do doador, a fim de igualar as legítimas.

41 Art Os descendentes que concorrerem à sucessão do ascendente comum são obrigados, para igualar as legítimas, a conferir o valor das doações que dele em vida receberam, sob pena de sonegação. Parágrafo único. Para cálculo da legítima, o valor dos bens conferidos será computado na parte indisponível, sem aumentar a disponível.

42 Exemplo típico: A tinha 3 filhos C, D, e E. A realizou em vida a doação de um apartamento no valor de 200 para seu filho C. A morreu deixando um patrimônio de Quanto caberá a cada herdeiro legítimo?

43 Colação 1. Como o patrimônio era de 2.000, a parte da legítima será de (50%); 2. Somando-se o valor do bem doado adiantadamente será somado à parte indisponível (da legítima): divide-se pelo número de herdeiros: 1.200/3 = 400.

44 Colação 4. Como C já havia recebido 200, receberá somente 200 e D e E receberão Quanto a parte disponível (= 1.000), será destinada aos herdeiros testamentários. Não havendo testamento, será dividida igualmente entre os irmãos.

45 Colação Qual o valor será atribuído ao bem objeto de doação antecipada? E se o bem recebeu melhorias?

46 Art O valor de colação dos bens doados será aquele, certo ou estimativo, que lhes atribuir o ato de liberalidade. 1o Se do ato de doação não constar valor certo, nem houver estimação feita naquela época, os bens serão conferidos na partilha pelo que então se calcular valessem ao tempo da liberalidade. 2o Só o valor dos bens doados entrará em colação; não assim o das benfeitorias acrescidas, as quais pertencerão ao herdeiro donatário, correndo também à conta deste os rendimentos ou lucros, assim como os danos e perdas que eles sofrerem.

47 Colação O bem recebido pelo donatário deverá ser sempre descontado de sua parte na legítima?

48 Colação O doador poderá dispensar o donatário de realizar a colação, desde que, no ato da liberalidade ou no testamento assim o declare. Neste caso, o valor da doação não poderá ultrapassar o da parte disponível.

49 Colação Na realidade não é dispensa, pois o bem não será descontado da legítima, mas sim da parte disponível.

50 Art A dispensa da colação pode ser outorgada pelo doador em testamento, ou no próprio título de liberalidade.

51 Art São dispensadas da colação as doações que o doador determinar saiam da parte disponível, contanto que não a excedam, computado o seu valor ao tempo da doação. Parágrafo único. Presume-se imputada na parte disponível a liberalidade feita a descendente que, ao tempo do ato, não seria chamado à sucessão na qualidade de herdeiro necessário

52 Típico problema de prova: A tinha 2 filhos C e D. A realizou em vida a doação de um apartamento no valor de 200 para seu filho C, dispensando-o da colação. A, antes de morrer, nomeou E seu sucessor testamentário. A morreu deixando um patrimônio de Quanto caberá a cada herdeiro?

53 Colação 1. Como o patrimônio era de 2.000, a parte disponível será de (50%); 2. descontando-se o valor do bem doado dispensado da colação, será destinado a E o restante da parte disponível: divide-se pelo número de herdeiros: 1.200/3 = 400.

54 Colação 4. Como C já havia recebido 200, receberá somente 200 e D e E receberão Quanto a parte disponível (= 1.000), será destinada aos herdeiros testamentários. Não havendo testamento, será dividida igualmente entre os irmãos.

55 ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

56 Sonegados Sonegados são bens do acervo hereditário que um herdeiro deixa de descrever no inventário ou deixa de levar à colação. O herdeiro responsável pela sonegação poderá perder o direito lhe lhe caiba sobre o bem sonegado.

57 Art O herdeiro que sonegar bens da herança, não os descrevendo no inventário quando estejam em seu poder, ou, com o seu conhecimento, no de outrem, ou que os omitir na colação, a que os deva levar, ou que deixar de restituí-los, perderá o direito que sobre eles lhe cabia

58 Sonegados A sonegação não poderá ser resolvida no inventário, uma vez que exige a prova do dolo por parte daquele que sonegou. Por isto exige procedimento próprio: ação de sonegados, que poderá ser ajuizada tanto pelos herdeiros como por credores da herança

59 Art A pena de sonegados só se pode requerer e impor em ação movida pelos herdeiros ou pelos credores da herança. Parágrafo único. A sentença que se proferir na ação de sonegados, movida por qualquer dos herdeiros ou credores, aproveita aos demais interessados.

60 Sonegados E se o bem sonegado não puder ser restituído, por não estar mais na posse daquele que sonegou?

61 Art Se não se restituírem os bens sonegados, por já não os ter o sonegador em seu poder, pagará ele a importância dos valores que ocultou, mais as perdas e danos.

62 Pagamento de dívidas O espólio será responsável pelo pagamento de dívidas que componham a herança.

63 Art A herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido; mas, feita a partilha, só respondem os herdeiros, cada qual em proporção da parte que na herança lhe coube.

64 Art As despesas funerárias, haja ou não herdeiros legítimos, sairão do monte da herança; mas as de sufrágios por alma do falecido só obrigarão a herança quando ordenadas em testamento ou codicilo.

65 ROTEIRO Introdução O inventário formas simplificadas Colação Sonegados Partilha

66 Partilha Partilha é o procedimento por meio do qual os bens deixados pelo de cujus, após a liquidação, são divididos entre os herdeiros, até então condôminos da herança.

67 Sobrepartilha A sobrepartilha ocorre quando, após a partilha, descobrem-se outros bens deixados pelo de cujus e que não foram considerados no processo de inventário. É uma nova partilha feita após o trânsito em julgado da anterior, ocorrendo nos mesmos autos do inventário (CPC, art )

68 Art Quando a cláusula testamentária for suscetível de interpretações diferentes, prevalecera a que melhor assegure a observância da vontade do testador.

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva INVENTÁRIO Dois sentidos para o mesmo vocábulo: Liquidação do acervo hereditário (registro, descrição, catalogação dos bens). Procedimento especial

Leia mais

CONCEITO DE INVENTÁRIO

CONCEITO DE INVENTÁRIO DIREITO CIVIL Inventário e Partilha CONCEITO DE INVENTÁRIO Inventárioéoprocedimentojudicialatravésdoqual será realizado o levantamento dos bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. OBJETIVO

Leia mais

Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado

Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado Dimas Messias de Carvalho Promotor de Justiça aposentado/mg Mestre em Direito Constitucional pela FDSM Professor na UNIFENAS e UNILAVRAS Advogado Membro do IBDFAM Autor de Obras Jurídicas Email: dimasmp@navinet.com.br

Leia mais

Inventário e Partilha

Inventário e Partilha 108 Inventário e Partilha Flávia de Azevedo Faria Rezende Chagas 1 O palestrante, Dr. Sérgio Ricardo de Arruda Fernandes, iniciou sua explanação abordando a abertura da via extrajudicial, prevista na Resolução

Leia mais

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007

Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 Simpósio sobre a Aplicabilidade da Lei 11.441, de 04.01.2007 (Escrituras de Inventário, Separação e Divórcio) Antonio Carlos Parreira Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões de Varginha MG Art.

Leia mais

DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1

DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1 DESTAQUES DO INVENTÁRIO 1 DO INVENTÁRIO EXTRAJUDICIAL A lei 11.441/2007 alterou os dispositivos do CPC, possibilitando a realização de inventário, partilha, separação consensual e divórcio consensual por

Leia mais

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83

6 Inventários e arrolamentos. Processo. Petição de herança, 83 1 Noções introdutórias, 1 1.1 Sucessão. Compreensão do vocábulo. O direito das sucessões, 1 1.2 Direito das sucessões no direito romano, 2 1.3 Ideia central do direito das sucessões, 4 1.4 Noção de herança,

Leia mais

Do ato formal da doação e da dispensa de colação em face do novo código civil José da Silva Pacheco

Do ato formal da doação e da dispensa de colação em face do novo código civil José da Silva Pacheco Do ato formal da doação e da dispensa de colação em face do novo código civil José da Silva Pacheco SUMÁRIO: 1. Da doação como ato de liberalidade e das formas de sua celebração. 2. A doação de ascendente

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA

ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DA FAZENDA ITCMD Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de quaisquer Bens ou Direitos MANUAL DO USUÁRIO 2012 O ITCMD tem como fato gerador a transmissão de bens e direitos

Leia mais

A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS

A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS 23 A COLAÇÃO DOS BENS DOADOS A HERDEIROS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70050981836 JULGADO PELO TJRS Adrieli Aline Frias 1 Daniele Garcia 2 Niagara Sabrina 3 Ynaia Medina Long 4 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa

Leia mais

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha

SUCESSÃO HEREDITÁRIA. fases práticas do inventário e partilha EDUARDO MACHADO ROCHA Juiz de Direito da Vara de Família e Sucessões da Comarca de Dourados (MS). Pós-graduado - Especialização em Direito Processual Civil. Professor de Direito Civil na Unigran - Universidade

Leia mais

LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA

LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA SUCESSÕES: LEI Nº 11.441/2007 ESCRITURA PÚBLICA DE INVENTÁRIO E PARTILHA DOCUMENTOS ROTEIRO INTRODUÇÃO DOCUMENTOS NECESSÁRIOS ...una mala política legislativa, consagrada a través del tiempo, no se sabe

Leia mais

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva

Direito Civil VI - Sucessões. Prof. Marcos Alves da Silva Direito Civil VI - Sucessões Prof. Marcos Alves da Silva Direito das Sucessões Sucessão: alteração de titulares em uma dada relação jurídica Sucessão (sentido estrito): causa mortis A sucessão engloba

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/espolio.htm Page 1 of 9 Espólio - Contribuinte Falecido CONCEITO 085 O que é espólio? Espólio é o conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida. É contribuinte distinto do meeiro, herdeiros e legatários.

Leia mais

Processos de Regularização de Imóveis

Processos de Regularização de Imóveis Processos de Regularização de Imóveis Prof. Weliton Martins Rodrigues ensinar@me.com www.vivadireito.net 5 5.1. Copyright 2013. Todos os direitos reservados. 1 2 A aquisição da propriedade é forma pela

Leia mais

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026.

Código de Processo Civil, encontramos regras nesse sentido nos artigos 1003 e seguintes, 1022 e seguintes, artigo 1026. Escritura pública de inventário e partilha Documentos Necessários A relação de documentos necessários para uma escritura pública de inventário e partilha, especialmente quando contemplam bens imóveis,

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento.

PONTO 1: Sucessões. SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. 1 DIREITO CIVIL DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões SUCESSÃO LEGÍTIMA SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA art. 1845 do CC. A dispensa tem que ser no ato da liberalidade ou no testamento. Colação não significa devolução

Leia mais

Prof. Ms. Conrado Paulino da Rosa contato@conradopaulinoadv.com.br

Prof. Ms. Conrado Paulino da Rosa contato@conradopaulinoadv.com.br SUCESSÕES Prof. Ms. Conrado Paulino da Rosa contato@conradopaulinoadv.com.br Herança Universalidade(única massa de bens) Todo unitário, ainda que vários sejam os herdeiros. Herança Até a partilha, o direito

Leia mais

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015

Inventário e Partilhas. Ozéias J. Santos 01.06.2015 Inventário e Partilhas Ozéias J. Santos 01.06.2015 O Novo CPC disciplina o inventário e partilha nos artigos 610 a 673. A pessoa morrendo, deixando um patrimônio, este patrimônio deve ser destinado a alguém.

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando

Leia mais

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO

SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO SUMÁRIO PREFÁCIO... 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 3 1.2 AS ATUAÇÕES DO MAGISTRADO (ESTADO-JUIZ) E DO TABELIÃO (PRESTADOR DE SERVIÇO PÚBLICO EM CARÁTER PRIVADO)... 5 1.3 NOVA LEI HOMENAGEIA

Leia mais

TEORIA E PRÁTICA DO INVENTÁRIO JUDICIAL E EXTRAJ U DICIAL

TEORIA E PRÁTICA DO INVENTÁRIO JUDICIAL E EXTRAJ U DICIAL JOÃO ROBERTO PARIZATTO TEORIA E PRÁTICA DO INVENTÁRIO JUDICIAL E EXTRAJ U DICIAL 5. a Edição EDITORA PARIZATTO Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio eletrônico, mecânico ou xerográfico,

Leia mais

NOÇÃO GERAL DO DIREITO DE SUCESSÕES NO CÓDIGO CIVIL: INTRODUÇÃO DO TEMA POR 10 (DEZ) "VERBETES"

NOÇÃO GERAL DO DIREITO DE SUCESSÕES NO CÓDIGO CIVIL: INTRODUÇÃO DO TEMA POR 10 (DEZ) VERBETES NOÇÃO GERAL DO DIREITO DE SUCESSÕES NO CÓDIGO CIVIL: INTRODUÇÃO DO TEMA POR 10 (DEZ) "VERBETES" Rodrigo Mazzei Escopo do estudo: O presente texto é simples e tem o objetivo de trazer noções básicas sobre

Leia mais

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC).

- Doação a incapaz, terá de o ser sem encargos (puras) e produz efeitos independentemente da aceitação (presumida). (951. nº. 1 e 2 CC). Noção Contrato pelo qual uma Pessoa Jurídica, por espírito de liberalidade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa ou de um direito, ou assume uma obrigação, em benefício do outro

Leia mais

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Direito das Sucessões Parte I. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Direito das Sucessões Parte I Sucessão - Etimologia Sucessão Successio, de succedere. Relação de ordem, de continuidade. Uma sequência de fato e de coisas. O que vem em certa ordem ou em certo tempo. Sucessão

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: LEI COMPLEMENTAR Nº 21, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1988 Institui o Imposto sobre a Transmissão causa mortis e Doação de Bens ou Direitos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE: seguinte Lei: FAÇO SABER que o Poder

Leia mais

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge;

PONTO 1: Sucessões. I descendentes concorrendo com o cônjuge; 1 DIREITO CIVIL PONTO 1: Sucessões CONCORRÊNCIA NO NCC herdeiros. Art. 1829 do CC É a primeira vez que o código enfrenta a concorrência entre I descendentes concorrendo com o cônjuge; Indignidade: art.

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Dados Básicos Fonte: 70039973367 Tipo: Acórdão TJRS Data de Julgamento: 08/06/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:14/06/2011 Estado: Rio Grande do Sul Cidade: Porto Alegre Relator:

Leia mais

ABRIR MÃO DOS DIREITOS HEREDITÁRIOS Modelo 01 ao utilizar este modelo, lembre-se de preencher os dados específicos no texto abaixo

ABRIR MÃO DOS DIREITOS HEREDITÁRIOS Modelo 01 ao utilizar este modelo, lembre-se de preencher os dados específicos no texto abaixo ABRIR MÃO DOS DIREITOS HEREDITÁRIOS Modelo 01 a quem confere os mais amplos e gerais poderes para o fim especial de representá-lo (a)(s) como anuente e concordante na escritura de doação a ser outorgada

Leia mais

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br

O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade. http://patriciafontanella.adv.br O DIREITO DAS Sucessões na Contemporaneidade http://patriciafontanella.adv.br Viés Constitucional Assento constitucional (art. 5º XXX, CF/88). Mudança dos poderes individuais da propriedade, trazendo a

Leia mais

Declaração de Espólio

Declaração de Espólio SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Conceito de Espólio 3. Declarações de Espólio 3.1. Declaração inicial 3.2. Declarações intermediárias 3.3. Declaração final 4. Declaração de Bens 5. Prazo para Apresentação

Leia mais

OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL

OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL 30 OS BENS SONEGADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70051277150 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL Fabiana dos Santos Gonçalves 1 José Ricardo Moura Pereira 2 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa Delben

Leia mais

IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS

IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS IR/ PESSOAS FÍSICAS GANHO DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE BENS OU DIRIEITOS Nesta edição, a Asscontas traz esclarecimentos acerca do cálculo e da incidência do Imposto de Renda sobre o ganho de capital auferido

Leia mais

O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO:

O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO: 50 O VALOR DO QUINHÃO HEREDITÁRIO: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70015232226 PROFERIDO EM SEDE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO JULGADO PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO RIO GRANDE DO SUL André Leandro Polycarpo 1

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.693/15/3ª Rito:Sumário PTA/AI: 16.000556146-19 Impugnação: 40.

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.693/15/3ª Rito:Sumário PTA/AI: 16.000556146-19 Impugnação: 40. Acórdão: 21.693/15/3ª Rito:Sumário PTA/AI: 16.000556146-19 Impugnação: 40.010136659-10 Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA Emerson Simon Vilella CPF: 033.831.356-75 João Baptista de Paula DF/Ubá

Leia mais

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes

Novembro/2010. Prof a. Esp. Helisia Góes DIREITO CIVIL VI - SUCESSÕES SUCESSÃO TESTAMENTÁRIA Testemunhas Testamentárias Novembro/2010 Prof a. Esp. Helisia Góes Definição: é a pessoa que tem capacidade para assegurar a veracidade do testamento.

Leia mais

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS:

DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: DIREITO CIVIL EXERCÍCIOS SUCESSÕES DISCURSIVAS: 1. Capacidade para suceder é a aptidão da pessoa para receber os bens deixados pelo de cujus no tempo da abertura da sucessão. Considerando tal afirmação

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 24, DE 17 DE SETEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 19.09.07. Retificação no DOE(Pa) de 25.09.07. Institui a Declaração de Bens e Direitos, relativa ao Imposto sobre Transmissão

Leia mais

Inventário e Partilha - Judicial e Extrajudicial

Inventário e Partilha - Judicial e Extrajudicial 185 Inventário e Partilha - Judicial e Extrajudicial Considerações e Análise Comparativa Luiz Claudio Silva Jardim Marinho 1 INTRODUÇÃO O presente estudo objetiva trazer algumas breves considerações sobre

Leia mais

N e w s l e t t e r AAPS

N e w s l e t t e r AAPS Caros Associados, A AAPS interessada nos temas que possam ser de utilidade aos associados, tem participado em eventos sobre o assunto em questão. No contexto das atividades desenvolvidas pelo GEPS (Grupo

Leia mais

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação).

Direito de familia. Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). Direito de familia Separação judicial (?) e divórcio. Arts. 1.571 a 1.582, CC. Art. 226, 6º, CF (nova redação). 1 EC nº 66/2010: Nova redação do art. 226, 6º da CF: O casamento civil pode ser dissolvido

Leia mais

No Tabelionato de Notas são lavradas escrituras públicas em geral, como inventários, divórcios, declaratórias de união estável, procurações,

No Tabelionato de Notas são lavradas escrituras públicas em geral, como inventários, divórcios, declaratórias de união estável, procurações, No Tabelionato de Notas são lavradas escrituras públicas em geral, como inventários, divórcios, declaratórias de união estável, procurações, testamentos, entre outras. Também são lavradas atas notariais,

Leia mais

LEI Nº 11.441/07: SEPARAÇÃO, DIVÓRCIO, INVENTÁRIO E PARTILHA EXTRAJUDICIAIS.

LEI Nº 11.441/07: SEPARAÇÃO, DIVÓRCIO, INVENTÁRIO E PARTILHA EXTRAJUDICIAIS. LEI Nº 11.441/07: SEPARAÇÃO, DIVÓRCIO, INVENTÁRIO E PARTILHA EXTRAJUDICIAIS. 1 Cíntia Cecília Pellegrini Graduanda do 9º semestre matutino do curso de Direito do CEUNSP Salto. Artigo elaborado no curso

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 35, DE 24 DE ABRIL DE 2007

RESOLUÇÃO Nº 35, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Texto compilado a partir da redação dada pelas Resoluções nºs 143/2011 e 179/2013 RESOLUÇÃO Nº 35, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Disciplina a aplicação da Lei nº 11.441/07 pelos serviços notariais e de registro

Leia mais

PROVIMENTO N 001/2003 CGJ

PROVIMENTO N 001/2003 CGJ PROVIMENTO N 001/2003 CGJ Estabelece normas de serviço acerca dos Procedimentos de Registro de Nascimento, Casamento e Óbito de Brasileiros ocorridos em País Estrangeiro, bem como o traslado das certidões

Leia mais

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões

Caderno Eletrônico de Exercícos Direito das Sucessões 1) Que é herança jacente: a) Herança que não existe herdeiros, salvo o estado b) Herança que tem que ser dividida entre os pais e cônjuge c) Herança que tem que ser dividida entre irmãos d) Herança deixada

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

ITCMD. Perguntas mais frequentes:

ITCMD. Perguntas mais frequentes: ITCMD Perguntas mais frequentes: 1. Quando nasce a obrigação de pagar o ITCMD? O ITCMD é o imposto estadual incidente sobre a transmissão de quaisquer bens ou direitos a título gratuito (ato não oneroso).

Leia mais

Aula 008 Da Sucessão Testamentária

Aula 008 Da Sucessão Testamentária Aula 008 Da Sucessão Testamentária 3.5 Disposições Testamentárias 3.5.1 Regras gerais 3.5.2 Espécies de disposições 3.5.2.1 Simples 3.5.2.2 Condicional 3.5.2.3 A Termo ou a prazo 3.5.2.4 Modal 3.5.2.5

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu

Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu Perguntas Frequentes sobre o Certificado Sucessório Europeu 1- O que é o Certificado Sucessório Europeu (CSE)? 2- Que instrumento jurídico criou o CSE? 3- Quem pode pedir o CSE? 4- Um credor pode pedir

Leia mais

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08.

Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV. Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar. Apresentação 10.08. Grupo de Estudos de Empresas Familiares GVlaw/ Direito GV Reflexos Familiares e Sucessórios na Empresa Familiar Apresentação 10.08.10 Luiz Kignel Karime Costalunga F 1 F 2 F 3 F 1 F 2 F 3 F 4 Fundador

Leia mais

Inventário, Arrolamento e Partilha: Temas Diversos

Inventário, Arrolamento e Partilha: Temas Diversos 122 Inventário, Arrolamento e Partilha: Temas Diversos Glauber Bitencourt Soares da Costa 1 Inicialmente, consigno que a realização do seminário acerca de temas práticos atinentes ao processo civil é medida

Leia mais

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra.

Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Lição 14. Doação Art. 538. Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para o de outra. Na doação deve haver, como em qualquer outro

Leia mais

USUCAPIÃO INSTRUÇÕES PARA PETIÇÃO INICIAL

USUCAPIÃO INSTRUÇÕES PARA PETIÇÃO INICIAL USUCAPIÃO INSTRUÇÕES PARA PETIÇÃO INICIAL PODER JUDICIÁRIO ĬSUMÁRIO I L. A espécie de Usucapião pág 3 II. O(s) autor(es) e seus documentos pág 4 III. O imóvel usucapiendo pág 6 IV. Antecipação de perícia

Leia mais

Corregedoria Geral de Justiça

Corregedoria Geral de Justiça Corregedoria Geral de Justiça Ronaldo Claret de Moraes Juiz Auxiliar da Corregedoria Superintendente dos Serviços Notariais e de Registro do Estado de Minas Geras SIMPÓSIO Aplicabilidade da Lei 11.441/2007

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação)

DEFENSORIA PÚBLICA E PROCURADORIAS NOTURNO Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO. SUMÁRIO (continuação) Direito Civil Professor Murilo Sechieri Data: 02/10/2012 Aula 07 RESUMO SUMÁRIO (continuação) I. DIREITO DE FAMÍLIA 5. FILIAÇÃO 5.2. Tipos de reconhecimento 5.3. Ação investigatória de paternidade 5.3.1.

Leia mais

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE

PRÁTICA CIVIL E PROCESSUAL LEGALE BEM IMOVEL Art. 79. São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. Art. 80. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I -os direitos reais sobre imóveis e as ações

Leia mais

Extinção da empresa por vontade dos sócios

Extinção da empresa por vontade dos sócios Extinção da empresa por vontade dos sócios A dissolução de uma sociedade por deliberação dos sócios pode fazer-se de várias formas, designadamente de forma imediata, com liquidação simultânea, com partilha,

Leia mais

OAB. OAB. DIREITO CIVIL. Glauka Archangelo. - ESPÉCIES DE SUCESSÃO. Dispõe o artigo 1.786 do Código Civil que:

OAB. OAB. DIREITO CIVIL. Glauka Archangelo. - ESPÉCIES DE SUCESSÃO. Dispõe o artigo 1.786 do Código Civil que: OAB. DIREITO CIVIL.. DISPOSIÇÕES GERAIS. DIREITO SUCESSÓRIO: Em regra geral na sucessão existe uma substituição do titular de um direito. Etimologicamente sub cedere alguém tomar o lugar de outrem. A expressão

Leia mais

LEI N.º 1.427 DE 13 DE FEVEREIRO DE 1989. Alterações posteriores Lei n.º 2.052/92, Lei n.º 2.821/97, Lei n.º 3.515/00, Lei n.º 3.

LEI N.º 1.427 DE 13 DE FEVEREIRO DE 1989. Alterações posteriores Lei n.º 2.052/92, Lei n.º 2.821/97, Lei n.º 3.515/00, Lei n.º 3. Publicada no D.O.E. em 14.02.1989 LEI N.º 1.427 DE 13 DE FEVEREIRO DE 1989 Alterações posteriores Lei n.º 2.052/92, Lei n.º 2.821/97, Lei n.º 3.515/00, Lei n.º 3.663/2001 Institui o Imposto sobre Transmissão

Leia mais

Estatuto das Familias

Estatuto das Familias Estatuto das Familias Princípios: a dignidade da pessoa humana, a solidariedade familiar, a igualdade de gêneros, de filhos e das entidades familiares, a convivência familiar, o melhor interesse da criança

Leia mais

Desse modo, esse adquirente

Desse modo, esse adquirente 1-(FCC - 2012 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auditor Fiscal do Município) Uma pessoa adquiriu bem imóvel, localizado em área urbana de município paulista, sem exigir que o vendedor lhe exibisse ou entregasse

Leia mais

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica.

Art. 2º Recebidos os ofícios requisitórios (precatórios) da Autarquia, estes serão remetidos, de imediato, à Procuradoria Jurídica. NORMA DE EXECUÇÃO/INCRA/Nº 14, DE 31 DE MAIO DE 2001 (Publicação: Diário Oficial n 110-E, de 7/6/2001, seção 1, pág. 123 e Boletim de Serviço n 24, de 11/6/2001) Estabelece procedimentos técnicos e administrativos

Leia mais

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014

Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Portaria PGFN nº 164, de 27.02.2014 - DOU de 05.03.2014 Regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para

Leia mais

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br

DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO. http://patriciafontanella.adv.br DOAÇÃO E SEUS IMPACTOS NO DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÃO doação Conceito: é negócio jurídico unilateral inter vivos, em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para

Leia mais

As Partes na Escritura de Inventário e Partilha Reinaldo Velloso dos Santos

As Partes na Escritura de Inventário e Partilha Reinaldo Velloso dos Santos As Partes na Escritura de Inventário e Partilha Reinaldo Velloso dos Santos Versão digital do artigo, publicado originalmente em 2008 na obra Separação, Divórcio e Inventário em Cartório: Aspectos Jurídicos

Leia mais

ANEXO 1 - MODELO DE ESCRITURA DE SEPARAÇÃO CONSENSUAL SEM PARTILHA DE BENS

ANEXO 1 - MODELO DE ESCRITURA DE SEPARAÇÃO CONSENSUAL SEM PARTILHA DE BENS ANEXO 1 - MODELO DE ESCRITURA DE SEPARAÇÃO CONSENSUAL SEM PARTILHA DE BENS Livro... Folha... ESCRITURA PÚBLICA DE SEPARAÇÃO CONSENSUAL que fazem, como outorgantes e reciprocamente outorgados NOME e NOME,

Leia mais

DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL

DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL 16 DO CÁLCULO DOS BENS COLACIONADOS: COMENTÁRIO AO ACÓRDÃO Nº 70061873899 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL Fabiana Daniele Carneiro 1 Jaqueline Naiane Gonçalves Torres 2 Patricia Fertonani 3

Leia mais

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações:

Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: 1. Jurisdição internacional concorrente Art. 22 NCPC. Compete, ainda, à autoridade judiciária brasileira processar e julgar as ações: I de alimentos, quando: a) o credor tiver domicílio ou residência no

Leia mais

Excertos. Código Comercial. Carta de Lei de 28 de junho de 1888. TÍTULO I Disposições gerais. Artigo 96.º Liberdade de língua nos títulos comerciais

Excertos. Código Comercial. Carta de Lei de 28 de junho de 1888. TÍTULO I Disposições gerais. Artigo 96.º Liberdade de língua nos títulos comerciais Excertos do Código Comercial Carta de Lei de 28 de junho de 1888 Livro Segundo Dos Contratos Especiais de Comércio TÍTULO I Disposições gerais Artigo 96.º Liberdade de língua nos títulos comerciais Os

Leia mais

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)

AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-

Leia mais

INVENTÁRIO E PARTILHA PELA VIA ADMINISTRATIVA ELIANA PEREIRA PRADO VIEIRA 1

INVENTÁRIO E PARTILHA PELA VIA ADMINISTRATIVA ELIANA PEREIRA PRADO VIEIRA 1 INVENTÁRIO E PARTILHA PELA VIA ADMINISTRATIVA ELIANA PEREIRA PRADO VIEIRA 1 Resumo: O ordenamento jurídico há muito reclama por procedimentos que sejam céleres e contribuam para desafogar o judiciário.

Leia mais

14/06/2013. Andréa Baêta Santos

14/06/2013. Andréa Baêta Santos Tema: DIREITO REGISTRAL IMOBILIÁRIO Questões de Registro de Imóveis 14/06/2013 1. Na certidão em relatório Oficial deve sempre se ater ao quesito requerente? formulado o pelo Não, pois sempre que houver

Leia mais

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986

LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 LEI Nº 7.560, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1986 Cria o Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate às Drogas de Abuso, dispõe sobre os Bens Apreendidos e Adquiridos com Produtos de Tráfico Ilícito de Drogas ou

Leia mais

Direitos das Sucessões

Direitos das Sucessões Há 4 títulos do capítulo das sucessões: Sucessões em geral: aplicada a qualquer hipótese; Sucessão Legítima: prevista em lei; Sucessão testamentária: disposições de vontade; Inventário e partilha: regras

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES 2.º Ano Turma A (Dia) Época de Recurso Professor Doutor Luís Menezes Leitão

DIREITO DAS SUCESSÕES 2.º Ano Turma A (Dia) Época de Recurso Professor Doutor Luís Menezes Leitão DIREITO DAS SUCESSÕES 2.º Ano Turma A (Dia) Época de Recurso Professor Doutor Luís Menezes Leitão EXAME 09 de junho de 2014 Duração da prova: 90 minutos GRELHA DE CORREÇÃO A morte de A desencadeia a aberta

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PODER JUDICIÁRIO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 006 / 2007

ESTADO DO PIAUÍ PODER JUDICIÁRIO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 006 / 2007 ESTADO DO PIAUÍ PODER JUDICIÁRIO CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA PROVIMENTO Nº 006 / 2007 institui as normas a serem observadas para lavratura de escrituras públicas de separação, divórcio, inventário e

Leia mais

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões.

Nele também são averbados atos como o reconhecimento de paternidade, a separação, o divórcio, entre outros, além de serem expedidas certidões. No Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais são regis- trados os atos mais importantes da vida de uma pessoa, como o nascimento, o casamento e o óbito, além da emancipação, da interdição, da ausência

Leia mais

Professora Alessandra Vieira

Professora Alessandra Vieira Sucessão Legítima Conceito: A sucessão legítima ou ab intestato, é a que se opera por força de lei e ocorre quando o de cujus tem herdeiros necessários que, de pleno direito, fazem jus a recolher a cota

Leia mais

CURSO DE RETA FINAL - MAGISTRATURA DE SÃO PAULO Prof. André Barros

CURSO DE RETA FINAL - MAGISTRATURA DE SÃO PAULO Prof. André Barros MATERIAL DE APOIO PROFESSOR CURSO DE RETA FINAL - MAGISTRATURA DE SÃO PAULO Prof. André Barros 3a AULA: DIREITO DAS SUCESSÕES: Do direito das Sucessões (artigos 1.784 a 1.828 do Código Civil). Sucessão

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES

DIREITO DAS SUCESSÕES DIREITO DAS SUCESSÕES 2.º Ano Turma A (Dia) Exame de Coincidência Professor Doutor Luís Menezes Leitão 26 de junho de 2015 Duração da prova: 90 minutos GRELHA DE CORREÇÃO A morte de A desencadeia a abertura

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA

ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA DECRETO Nº 13.346, DE 24 DE JUNHO DE 2013. Regulamenta a Lei Complementar nº 4.403, de 5 de junho de 2013, que Estabelece obrigação de uso do sistema ITBI

Leia mais

CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. (23.ª Edição)

CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. (23.ª Edição) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL (23.ª Edição) Código de Processo Civil 2 TÍTULO: CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL AUTORES: Miguel Mesquita EDITOR: EDIÇÕES ALMEDINA, SA Avenida Fernão de Magalhães, n.º 584, 5º Andar 3000-174

Leia mais

Considerações sobre o Inventário Negativo Glauco Pereira Almeida

Considerações sobre o Inventário Negativo Glauco Pereira Almeida Considerações sobre o Inventário Negativo Glauco Pereira Almeida Palavras-chave: inventário negativo, partilha, sucessões, herdeiro, cônjuge. RESUMO O inventário exige a presença de bens. Não é possível

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS 1 - O que é Beneficiário Indicado? Qualquer pessoa física indicada pelo Participante conforme definido no regulamento do Plano. 2 - O que

Leia mais

AULA 07. Herança Jacente = herança sem herdeiros notoriamente conhecidos (arts. 1819 e ss. do CC).

AULA 07. Herança Jacente = herança sem herdeiros notoriamente conhecidos (arts. 1819 e ss. do CC). 01 Profª Helisia Góes Disciplina: DIREITO CIVIL VI SUCESSÕES Turmas: 8ºDIV, 8ºDIN-1 e 8º DIN-2 Data: 21/08/12 AULA 07 II - SUCESSÃO EM GERAL (Cont...) 11. Herança Jacente e Vacante (arts. 1.819 a 1.823,

Leia mais

A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO

A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO 2 A AÇÃO DE SONEGADOS: ANÁLISE DO ACÓRDÃO Nº 70030700223 DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GAÚCHO Ariadne dos Santos Antunes 1 Maria Eduarda de Oliveira Rech 2 Talita Ayumi Koga 3 Orientadora: Profª. Mª. Ana Cleusa

Leia mais

INICIAÇÃO A ADVOCACIA CIVEL ASPECTOS GERAIS

INICIAÇÃO A ADVOCACIA CIVEL ASPECTOS GERAIS COBRANÇA DE HONORÁRIOS ASPECTOS GERAIS ESTATUTO DA ADVOCACIA CAPÍTULO VI Dos Honorários Advocatícios Art. 22. A prestação de serviço profissional assegura aos inscritos na OAB o direito aos honorários

Leia mais

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015

RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 RESUMO DA TABELA DE EMOLUMENTOS E TFJ DE 2015 EM VIGOR PARA ATOS PRATICADOS A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 1- ATOS DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS NATURAIS VALORES EM R$ ATO VALORES TOTAL BUSCA (POR PERÍODO

Leia mais

Exame de Direito das Sucessões. 18 de junho de 2014. I (17 valores) Em 2008, C é condenado pelo crime de homicídio doloso de seu irmão D.

Exame de Direito das Sucessões. 18 de junho de 2014. I (17 valores) Em 2008, C é condenado pelo crime de homicídio doloso de seu irmão D. Exame de Direito das Sucessões 18 de junho de 2014 I (17 valores) A é casado com B, tendo o casal três filhos, C, D e E. B tem ainda um filho, F, de um anterior casamento. C é casado com G e tem uma filha

Leia mais

DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA. Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado;

DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA. Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado; DOCUMENTOS DO VENDEDOR PESSOA FÍSICA Cópia da Carteira de Identidade com o nome correto, conforme comprovante de estado civil atualizado; Nota: caso o proponente for casado(a), enviar também os documentos/certidões

Leia mais

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento.

Limitações na ação de consignação em pagamento. Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. Limitações na ação de consignação em pagamento Kiyoshi Harada* Sumário: 1 Conceito. 2 Sua disciplina legal. 3 Limites da ação em consignação em pagamento. 1 Conceito O que significa consignação em pagamento?

Leia mais

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN

PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL - PGFN PORTARIA N.º 3 DE 22 /11 /2005 Dispõe sobre a prova de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA

Leia mais

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO 1 1) O DIREITO MATERIAL DE PAGAMENTO POR CONSIGNAÇÃO a) Significado da palavra consignação b) A consignação como forma de extinção da obrigação c) A mora accipiendi 2 c)

Leia mais

ITCMD para AFR/SP PARTE 2

ITCMD para AFR/SP PARTE 2 "Aprendi que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu. William Shakespeare ITCMD para AFR/SP PARTE 2 D) Das Isenções As isenções estão previstas no art. 6º da Lei 10705/2000

Leia mais

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o

5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o 5) COMPROMISSO PARTICULAR DE VENDA E COMPRA E OUTRAS AVENÇAS PARTES CONTRATANTES COMPROMISSÁRIO VENDEDOR:..., brasileiro, solteiro, produtor rural, inscrito no CPF sob o n.... e no RG sob o n...., residente

Leia mais

DECISÃO. Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D.

DECISÃO. Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. AG no 200.2010.025.954-4/001 DECISÃO Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira AGRAVO DE INSTRUMENTO No 200.2010.025.954-4/001

Leia mais

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD

14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 14. TRIBUTOS EM ESPÉCIE Impostos sobre a Transmissão ITBI e ITCMD 1 - Imposto sobre transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens ou direitos (ITCMD) Compete privativamente aos Estados a instituição

Leia mais

COMPRA E VENDA DE MOVEIS E IMÓVEIS Modelo 02

COMPRA E VENDA DE MOVEIS E IMÓVEIS Modelo 02 ANUÊNCIA PARA DOAÇÃO OU VENDA DE IMÓVEL ENTRE ASCENDENTE E DESCENDENTES Modelo 01 a quem confere poderes para o fim especial de, como interveniente na escritura de (doação, venda ) que seu(sua)(s) ( pai,

Leia mais

NOVAS DIRETRIZES DO ITCMD

NOVAS DIRETRIZES DO ITCMD NOVAS DIRETRIZES DO ITCMD 1 UNIÃO ESTÁVEL/CONCUBINATO RECONHECIMENTO COMPETÊNCIA TRIBUTAÇÃO ESFERA JUDICIAL/ADMINISTRATIVA Chegou-se a constatação de que o Parecer n. 151/2010 do Conselho Superior da Procuradoria

Leia mais