Q A U L A I L FI F CAÇ A Ã Ç O O E CE C RT R I T FI F CAÇ A ÃO Ã O DE D

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1 QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE ÁREAS LIMPAS 2011 Autor: Engº Luiz Alberto Torres Diretor Técnico Tel: (21) Tel/Fax: (21) Objetivos do Curso CONCEITOS BÁSICOS DE CERTIFICAÇÃO DE ÁREAS LIMPAS E EQUIPAMENTOS PARA ATENDER AS EXIGÊNCIAS LEGAIS. Este trabalho foi baseado nos seguintes documentos: WHO Technical Report Series, Nº WHO Technical Report Series, Nº ANVISA - RDC de abril de 2010 NBR ISO :20051: ISPE Comissioning and Qualification VOL 5 1

2 REVISÃO VALIDAÇÃO (comprovação de que a realidade é conforme a idéia) Plano Mestre Qualificação do Projeto Qualificação da Instalação Qualificação da Operação 1 Estratégia do Planejamento 2 Planejamento do Empreendimento préprojeto ~ $ projeto Básico ~ $ projeto Detalhado ~ $ 3 Projeto 4 Construção 5 Posto em Marcha Qualificação do Desempenho 6 Operação e Manutenção O Ciclo de Vida do Negócio A Realização do Empreendimento Tradução das Idéias Para o Papel Tradução do Papel Para a Realidade 2

3 Relatórios Documentos de calibração Critérios de aceitação Relatórios Relatórios Lista de equipamentos de testes Diagramas de Projeto e Instrumentação Listas de números de identificação TAG s Especificação de materiais Ordens de compra SAT e FAT Desenhos P&ID, e Localização Lista de equipamentos de testes Critérios de aceitação OQ Critérios de aceitação PQ Lista de documentos Controle de mudanças Especificação Funcional IQ Lista de documentos POP s PQ Especificação Técnica PMV DQ POP s DQ Comissionamento Lista de documentos POP s IQ Folhas de certificação IQ Qualificação DQ / IQ / OQ / PQ Validação POP s OQ Folhas de certificação OQ Folhas de certificação PQ PROTOCOLOS DE VALIDAÇÃO QUALIFICAÇÃO DE PROJETO A qualificação de projeto deve fornecer evidências documentadas de que as especificações do projeto foram atendidas. ANÁLISE DE RISCOS - verificação dos aspectos cgmp s do projeto. 3

4 PROTOCOLOS DE VALIDAÇÃO QUALIFICAÇÃO DA INSTALAÇÃO Documento de Base: Especificação de Projeto (Técnica) Principais Testes: Materiais, utilidades, documentação, calibração, certificado dos materiais utilizados. PROTOCOLOS DE VALIDAÇÃO QUALIFICAÇÃO DE OPERAÇÃO Documento de Base: Especificação Funcional Principais Testes: Alarmes, displays, relatórios, sistemas de controle, intertravamentos, mensagens de erros, interface com o operador, etc. 4

5 PROTOCOLOS DE VALIDAÇÃO QUALIFICAÇÃO DE PERFORMANCE Documento de Base: Requerimentos do Usuário (URS). Principais Testes: Tempos, eficiência, sistema trabalhando em situação normal de operação. Requerimentos URS Testes de PQ P Q Especificações Funcionais Testes de OQ O Q Especificações Técnicas Testes de IQ I Q Desenvolvimento 5

6 A Microcontaminação por Particulado no Ar Fontes de Contaminação Mecanismos de Controle Monitoração Normas e Padronizações Instrumentos de Medição Metodologia de Testes 6

7 Salas Limpas na Indústria Farmacêutica Origem e transmissão da contaminação Pessoal Ar Início da preparação do lote Equipamentos Material de embalagem CARTUCHOS BULAS Água RÓTULOS Mecanismos de Controle Áreas Limpas Áreas Controladas Fluxo Unidirecional Classe 100 Capelas de Segurança Biológica Isoladoras Sistemas de Filtragem 7

8 Partículas Viáveis e Não Viáveis no Ar VIÁVEL Contaminação Microbiológica NÃO VIÁVEL Contaminação Física Meio de Locomoção do Microorganismo Associa-se que para cada Partículas Não Viáveis, uma é Viável RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Art As operações de fabricação são divididas em duas categorias: a primeira, onde os produtos são esterilizados terminalmente e a segunda, onde parte ou todas as etapas do processo são conduzidas assepticamente. Art As áreas limpas para a fabricação de produtos estéreis são classificadas de acordo com as suas condições ambientais. 8

9 RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Art º As áreas limpas utilizadas na fabricação de produtos estéreis são classificadas em quatro diferentes graus, sendo eles: I - grau A: zona de alto risco operacional, por exemplo, envase e conexões assépticas. Normalmente estas operações devem ser realizadas sob fluxo unidirecional. Os sistemas de fluxo unidirecional devem fornecer uma velocidade de ar homogênea de aproximadamente 0.45m/s ± 20% na posição de trabalho; II - grau B: em áreas circundantes às de grau A para preparações e envase assépticos; e III - grau C e D: áreas limpas onde são realizadas etapas menos críticas na fabricação de produtos estéreis. RDC 17/2010 Comparação dos diferentes sistemas de classificação do ar WHO (GMP) United States (customary) ISO 14644:1 EEC (GMP) Grau A Classe 100 ISO 4,8* Grau A Grau B Classe 100 ISO 5 Grau B Grau C Classe ISO 7 Grau C Grau D Classe ISO 8 Grau D 9

10 RDC 17/2010 Limites de microcontaminação biológica Grau Amostragem Placas de sedim entação (Diâmetro 90mm) UFC / 4horas) Placas de contato (Diâmetro 55mm) (UFC / placa) Luva (5 dedos) UFC / luva A < 1 < 1 < 1 < 1 B C D G r a Em descanso Número máximo permitido de partículas/m³ Acima de 0,5 5,0µm.. 5,0µm RDC 17/2010 Sistema de Classificação do ar para a produção de produtos estéreis a : Em operação Número máximo permitido de partículas/m³ 0,5 5,0µm Acima de. 5,0µm u. A* B C D Não definido Não definido 10

11 Cleanroom Class A / B Cleanroom Class C Cleanrm. Class D Others Manufacturing Environment requirements Therapeutic risks RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Art º O número de trocas totais do ar da área deve ser no mínimo de 20 trocas/hora em uma sala com padrão de fluxo de ar adequado e com filtros de alta eficiência de retenção de partículas apropriados (filtros HEPA - high efficiency particule air). 11

12 RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Produtos Esterilizados Terminalmente Art Os materiais e a maioria dos produtos devem ser preparados em um ambiente no mínimo grau D para serem alcançadas baixas contagens microbianas e de partículas, adequadas para filtração e esterilização. Parágrafo único. Quando o produto está sujeito a um alto risco de contaminação microbiana (ex. por ser altamente suscetível a crescimento microbiano, necessita ser mantido por um longo período de tempo antes da esterilização, ou não é processado em recipientes fechados), a preparação deve ser feita em ambiente grau C. RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Produtos Esterilizados Terminalmente Art O envase dos produtos esterilizados terminalmente deve ser feito em um ambiente, no mínimo, grau C. Parágrafo único. Quando o produto está sujeito a um risco de contaminação pelo ambiente (ex. processo de envase lento, recipientes com uma grande abertura ou exposição destes por mais de alguns segundos antes do fechamento), o envase deve ser realizado em ambiente grau A, circundado por uma área, no mínimo, grau C. Art O preparo de outros produtos estéreis, isto é, pomadas, cremes, suspensões e emulsões, assim como os enchimentos dos respectivos recipientes devem ser conduzidos, em geral, em ambiente de grau C, antes da esterilização final. 12

13 RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Preparação Asséptica Art Os materiais devem ser manuseados em um ambiente no mínimo grau D após a lavagem. Art. 327 O manuseio de matérias-primas estéreis e materiais, a não ser que sujeitos a esterilização ou filtração esterilizante, deve ser realizado em um ambiente grau A circundado por um ambiente grau B. RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Preparação Asséptica Art A preparação de soluções que são esterilizadas por filtração durante o processo deve ser realizada em uma área no mínimo grau C. Parágrafo único. Se as soluções não forem esterilizadas por filtração, a preparação dos materiais e produtos deve ser feita em um ambiente grau A circundado por um ambiente grau B. Art O manuseio e envase de produtos preparados assepticamente, assim como o manuseio de equipamentos previamente esterilizados deve ser feito em um ambiente grau A, circundado por um ambiente grau B. 13

14 RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Preparação Asséptica Art A transferência de recipientes parcialmente fechados, tais como os utilizados em liofilização, deve ser realizada em ambiente grau A circundado por ambiente grau B antes de completamente fechados, ou a transferência deve ocorrer em bandejas fechadas, em um ambiente grau B. Art A preparação e envase de pomadas, cremes, suspensões e emulsões estéreis deve ser feita em ambiente grau A, circundado por ambiente grau B, quando o produto é exposto e não é posteriormente filtrado. RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Instalações Art As duas portas de antecâmaras não podem estar simultaneamente abertas, devendo haver um sistema que impeça que tal fato ocorra. Parágrafo único. Deve existir um sistema de alarme, sonoro e/ou visual que alerte para a situação indicada. Art As áreas limpas devem ter um sistema de ventilação que insufle ar filtrado e que mantenha uma pressão positiva das áreas em relação as zonas circundantes. 2o As salas adjacentes de diferentes graus devem possuir uma pressão diferencial de aproximadamente pascais (valor de referencia). 14

15 RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Instalações Art Um sistema de alarme deve ser instalado para indicar a ocorrência de falhas no sistema de ventilação. 1o Deve ser colocado um indicador de diferencial de pressão entre as áreas onde tal diferença for importante. 2o As diferenças de pressão devem ser registradas regularmente. RDC 17/2010 TÍTULO III PRODUTOS ESTÉREIS Equipamentos Art Sempre que for possível, a disposição dos equipamentos e das utilidades deve ser projetada e instalada de modo que as operações de manutenção e de reparo possam ser feitas pelo lado de fora das áreas limpas. Parágrafo único. Os equipamentos que tiverem de ser removidos para manutenção devem ser novamente esterilizados depois de ser remontados, sempre que possível. Art Quando a manutenção dos equipamentos for feita dentro de áreas limpas, devem ser utilizados instrumentos e ferramentas também limpos/desinfetados. 15

16 ISO Modelos de fluxo de ar em Salas Limpas Fluxo de Ar Unidirecional SA RA Horizontal Nota: RA SA = suprimento de ar RA = retorno de ar. Vertical RA Fluxo de Ar Misto ISO Modelos de fluxo de ar em Salas Limpas SA SA SA SA SA RA RA Nota: SA = suprimento de ar RA = retorno de ar. 16

17 causando Obstáculos turbulência no fluxo Ajustes ISO para Melhoria melhorar equipamento por o fluxo ajuste e procedimento de ar Influência de obstáculos físicos num unidirecional e medidas apropriadas minimizar o impacto dos mesmos causando Obstáculos turbulência no fluxo Ajustes ISO para Influência de obstáculos físicos Melhoria melhorar equipamento num por o fluxo estrutura fluxo e procedimento de ar unidirecional e medidas apropriadas para minimizar o impacto dos mesmos 17

18 causando Obstáculos turbulência no fluxo Ajustes ISO Influência de obstáculos físicos Melhoria para por melhorar equipamento num comportamento o fluxo e procedimento de fluxo unidirecional pessoal ar e medidas apropriadas para minimizar o impacto dos mesmos ISO Desenvolvimento de Aprovação de Instalação de Sala Limpa Estágios de Aprovação Estágios de desenvolvimento da instalação de uma sala limpa Classificação do estágio de ocupação Condição de classificação não-formal durante o projeto e construção Estágios de qualificação (cuidados com a saúde de uma sala limpa) Aprovação do projeto Projeto conceitual Qualificação Conceitual, Desenho de projeto se necessário (modelo) e especificações Aprovação da construção Aprovação funcional Construção de uma instalação Instalação completa Equipamentos agregados em situ como construído Qualificação do projeto Qualificação de instalação da sala limpa Aprovação operacional Instalação de equipamentos Processo e equipamento de processo na operação como acordado Instalação operacional completa Funcionários presentes e processo em operação em repouso em operação Qualificação de operação dos equipamentos de utilidades Qualificação de desempenho dos equipamentos de utilidades 18

19 D.1 Considerações gerais D.1.1 Dimensão Anexo D (informativo) ISO Layout de uma instalação Deverá ser o mínimo necessário, considerando necessidades futuras. D.1.2 Organização e instalação da área de trabalho Na área limpa, a estação crítica de trabalho deverá ficar afastada das entradas e saídas que possam afetar o fluxo de ar. D.1.3 Áreas auxiliares e salas limpas adjacentes As áreas auxiliares deverão estar com pressões diferenciais corretas para não colocar em risco as áreas críticas de trabalho. D.1 Considerações gerais D.1.4 Utilidades e equipamentos auxiliares D Geral Anexo D (informativo) ISO Layout de uma instalação As utilidades deverão ser desenhadas e instaladas de tal forma que não comprometa a área limpa com contaminações. D Equipamento de limpeza a vácuo Deverá ter sistema de filtração de forma que não comprometa a área limpa. 19

20 D.2 Acesso D.2.1 Geral Anexo D (informativo) ISO Layout de uma instalação A entrada e saída de operadores e materiais na área limpa devem ser minimizadas. D.2.2 Airlocks Para manter a pressão diferencial e a integridade do espaço controlado durante o entra e sai, airlocks ou pass-thrus serão normalmente necessários. PASSTHROUGH COM JUNTA ATIVA Gaxetas infláveis para maior vedação; Intertravamento das portas 20

21 PASSTHROUGH Anexo E (informativo) ISO Construção e Materiais E.2 Considerações para componentes específicos E.2.1 Tetos, paredes e pisos E Paredes Deverão ter cantos arredondados, serem de material lavável e resistentes a impacto e abrasão. E Pisos Não devem ser escorregadios, porosos. Devem ser resistentes a abrasão, a condutividade (se necessário) e aos produtos químicos utilizados. Devem ser de fácil limpeza. 21

22 VISOR Montados com vidros duplos tipo "cristal transparente", com cantos arredondados em 10º, vedados com borracha tipo neoprene e com acabamento através de aplicação de silicone asséptico na cor branca entre juntas. CANTO SANITÁRIO Fabricado em perfil de alumínio anodizado para acabamento arredondado em teto, paredes, rodapé e canto de divisórias. A vedação é efetuada com aplicação de silicone asséptico branco. 22

23 FORRO AUTOPORTANTE Construído através de quadros em perfil tubular de alumínio anodizado com enchimento interno em poliuretano expandido injetado. Acabamento em chapa de aço carbono pintado em epóxi. A fixação de forro será através de perfil "T" tubular fixados por barras roscadas em estrutura existente. O acabamento entre junções de placas será através de aplicação de silicone fungicida branco. O forro foi projetado para suportar carga não permanente de até 150 kgf/m2. Anexo E (informativo) ISO Construção e Materiais E.2 Considerações para componentes específicos E.2.2 Sistemas de tratamento de ar Todos os componentes dessa instalação deverão ser capazes de não reter nem soltar contaminantes. E.2.3 Mobiliário dos airlocks O mobiliário dos airlocks e vestiários, deverão ter a menor superfície horizontal possível. 23

24 Anexo E (informativo) ISO Construção e Materiais E.2 Considerações para componentes específicos E.2.4 Áreas auxiliares Não deve ter conexão direta com a área limpa, exceto numa saída de emergência. PAINEL DE UTILIDADES 24

25 Filtro HEPA Fluxo unidirecional horizontal 25

26 Manômetro Fluxo unidirecional 26

27 Cabine de pesagem WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Technical Report Series, Nº 937,2006 Anexo 2 Suplementary guidelines on good manufacturing practices for heating, ventilation and airconditioning systems for non-sterile pharmaceutical dosage forms. 27

28 WHO 937, INTRODUÇÃO Aquecimento, ventilação e ar condicionado (HVAC) formam um conjunto importante que assegura a qualidade da manufatura dos produtos farmacêuticos. WHO 937,2006 GMP MANUFACTURING ENVIRONMENT PRODUCT PROTECTION PERSONNEL PROTECTION ENVIRONMENT PROTECTION Contamination (products & staff) Prevent Contact with dust Avoid dust discharge Protect from product cross-contamination Prevent contact with fumes Avoid fume discharge Correct temperature & humidity Acceptable comfort conditions Avoid effluent discharge SYSTEMS SYSTEM VALIDATION 28

29 WHO 937, PROTEÇÃO 4.1 Produto e Pessoal critérios para serem considerados acabamentos e estrutura da construção filtração do ar renovação de ar por hora pressão diferencial localização dos difusores terminais e direção do fluxo de ar temperatura umidade fluxo de material fluxo de pessoal movimentação dos equipamentos processo a ser realizado condições externas ocupação (espaço) tipo de produto WHO 937, PROTEÇÃO 4.1 Produto e Pessoal O número de renovações de ar normalmente varia entre 6 e 20 trocas/hora e são normalmente determinados pelas considerações a seguir: nível de proteção requerida a qualidade e filtração do suprimento de ar particulados gerados pelo processo de fabricação particulados gerados pelos operadores configuração da sala, suprimento de ar e localização dos captores de exaustão ar suficiente para atingir o efeito de contenção ar suficiente para compensar a carga térmica gerada na sala ar suficiente para manter a pressão requerida da sala 29

30 4. PROTEÇÃO WHO 937, Produto e pessoal Os testes de classificação das áreas deverão ser realizados de acordo com os estados: 4. PROTEÇÃO 4.1 Produto e Pessoal WHO 937, Contaminantes externos poderão ser removidos por filtração efetiva de suprimento de ar 30

31 PESSOAL TROCA ÁREA EXTERNA ( Ruas, Escritórios e Restaurantes) ÁREA DE TRANSIÇÃO Leva o pessoal e o material das áreas externas para as áreas da fábrica de modo ordenado. TROCA ÁREA LIMPA ( Processos Críticos Protegidos) ÁREA DE PROCESSO CRÍTICO (ex. Injetáveis) Esterilização Embalagem Final Pesagem, Preparação, Fabricação, Estocagem de Ampolas. Remove Embalagem Externa Matéria-Prima Embalagens e Componentes SAÍDA DE PRODUTO ACABADO WHO 937, Contaminantes internos deverão ser controlados com diluição e fluxo de ar como nos exemplos: Tipos de fluxo de ar AHU Pre-filtro Filtro principal Turbulento Uni-direcional Turbulento 31

32 WHO 937, O nivel de proteção e limpeza do ar para diferentes áreas deverá ser determinado de acordo com o produto a ser fabricado, o processo utilizado e a suscetibilidade de degradação do produto (Table 1). Table 1 Examples of levels of protection Level Condition Example of area Level 1 General Area with normal housekeeping and maintenance, e.g. warehousing, secondary packing Level 2 Protected Area in which steps are taken to protect the exposed pharmaceutical starting material or product from contamination or degradation, e.g. manufacturing, primary packing, dispensing Level 3 Controlled Area in which specific environmental conditions are defined, controlled and monitored to prevent contamination or degradation of the pharmaceutical starting material or product WHO 937, Filtração de ar Table 2 Level of protection Recommended Filtration Level 1 Primary filters only (e.g. EN779 G4 filters) (G3 NBR 6401) Level 2 and 3 Level 2 and 3 Production facility operating on 100% outside air: primary plus secondary filters (e.g. EN779 G4 plus filters) (G3 + filtro secundário NBR 6401) Production facility operating on recirculated plus ambient air, where potential for cross-contamination exists: Primary plus secondary plus tertiary filters (e.g. EN779 G4 plus F8 plus EN1822 H13 filters) (G3 + F3 + A3 NBR 6401) Note: The filter classifications referred to above relate to the EN1822 and EN779 test standards (EN 779 relates to filter classes G1 to F9 and EN 1822 relates to filter classes H10 to U16). 32

33 WHO 937,2006 Sistemas de Tratamento de Ar Difusores de ar Difusor de alta indução (evitar) Difusor de baixa indução (recomendável) 33

34 WHO 937, PROTEÇÃO 4.5 Contaminação Cruzada Fig - 18 Onde diferentes produtos são manipulados ao mesmo tempo, em diferentes salas em um processo múltiplo de manufatura, medidas deverão ser tomadas para evitar que o pó não se mova de uma sala para outra O corredor deverá ser mantido com a pressão maior do que as salas, e as salas com as pressões maiores do que a atmosfera Os produtos altamente potentes deverão ser manipulados com regime de pressão negativa em relação a atmosfera Nota: A pressão diferencial mais utilizada para atingir a contenção entre duas áreas adjacentes é de 15Pa, porém, a pressão diferencial entre 5Pa e 20Pa é aceitável. Quando a pressão de projeto é muito baixa, e as tolerâncias estão nas extremidades opostas, poderá ocorrer um fluxo invertido. Por exemplo: onde a tolerância de controle especificada é ± 3Pa. A implicação da tolerância superior e inferior de contenção deverão ser avaliadas. WHO 937, PROTEÇÃO 4.5 Contaminação Cruzada 34

35 WHO 937, PROTEÇÃO 4.5 Contaminação Cruzada Airlocks com diferentes regimes de cascata de pressão incluem os tipos: cascata no airlock, airlock dreno e airlock bolha. Fig Cascata no airlock: alta pressão em um lado no airlock e baixa pressão no outro lado As portas deverão abrir para o lado de maior pressão. WHO 937, PROTEÇÃO 4.5 Contaminação Cruzada Fig Airlock dreno: baixa pressão no interior e alta pressão em ambos os lados externos. 35

36 WHO 937, PROTECTION 4.5 Cross- contamination Fig Airlock bolha: alta pressão no interior e baixa pressão em ambos os lados externos. WHO 937, CONTROLE DE CONTAMINAÇÃO 5.12 Fig Quando o trabalho for com exposição de produtos tais como hormônios ou produtos contaminantes, os operadores deverão utilizar vestimenta totalmente fechada com insuflamento de ar. 36

37 WHO 937, PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE 6.1 Exaustão de pó Quando o produto não é contaminante, o filtro final do sistema de exaustão poderá ser um F9 EN 779 (F3 NBR 6401) Quando a substância é perigosa, tal como penicilina, hormônio, pós tóxicos, enzimas, o filtro terminal do sistema de exaustão deverá ser do tipo HEPA no mínimo H12 EN 1822 (A1 NBR 6401) Quando o manuseio de componentes perigosos for necessário, na troca dos filtros, deverá ser instalado um sistema chamado bag-in-bag-out. WHO 937, PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE 6.1 Exaustão de pó ( bag in bag out) 37

38 WHO 937, HVAC sistemas e componentes Nota: O grau de limpeza para a maioria das produções de sólidos orais poderá ser normalmente atingido sem o uso de filtro HEPA quando o ar não é recirculado. A produção de sólidos orais da forma aberta deverá ser capaz de atingir ISO classe 8 na condição descanso para partículas de 0.5 µm e 5µm. UNIDADE DE TRATAMENTO DE AR 38

39 VISTA INTERNA DA UNIDADE DE TRATAMENTO DE AR Sistemas de Tratamento de Ar Subsistemas Principais Exhaust air treatment Fresh air treatment (make-up air) + Terminal air treatment at production room level Central air handling unit Production Room 39

40 Exhaust Air Grille Sistemas de Tratamento de Ar Visão Geral dos Componentes Silencer Flow rate controller Fan Filter Weather louvre Control damper Prefilter Humidifier + Heater Terminal filter Heating coil Cooling coil with droplet separator Secondary Filter Re-circulated air Production Room Sistemas de Tratamento de Ar Posição dos filtros AHU com filtro final Filtro terminal Filtro HEPA + Filtro HEPA Sala de produção Sala de produção 40

41 Sistemas de Tratamento de Ar Ventilação com recirculação de ar + make up do ar Unidade de exaustão Unidade de tratamento de ar central Ar de retorno Sistemas de Tratamento de Ar Ventilação com 100% de ar externo (sem circulação de ar) Unidade de exaustão Lavador de ar (opcional) W Unidade de tratamento de ar central Salas de produção 41

42 Sistemas de Tratamento de Ar Qualificação (OQ, PQ) Teste Pressão diferencial nos filtros Pressão diferencial na sala Velocidade e uniformidade do fluxo de ar Volume do fluxo de ar / rate Paralelismo Sentido de fluxo de ar Fluxo de ar unidirecional Fluxo de ar turbulento ou misto 2 2 N/A 2, 3 2, 3 Opcional N/A 2 3 Descrição 1 = Como construído (utilizado para QI) 2 = Em descanso (utilizado para QO) 3 = Em operação (utilizado para QD) Os testes de IQ não estão mencionados neste slide. Sistemas de Tratamento de Ar Qualificação (OQ, PQ) Teste Fluxo de ar unidirecional Fluxo de ar turbulento ou misto Descrição Tempo de recuperação Classificação da sala (tamanho das partículas) Temperatura e umidade N/A 2 2 2,3 N/A 2,3 1 = Como construído (utilizado para QI) 2 = Em descanso (utilizado para QO) 3 = Em operação (utilizado para QD) Os testes de IQ não estão mencionados neste slide. 42

43 WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.1 Comissionamento O Comissionamento deverá incluir o set up, balanceamento, ajuste e teste de todo o sistema de HVAC, para assegurar que todos os requerimentos foram atingidos de acordo com a URS O Comissionamento deverá ser realizado antes da Qualificação e do Processo de Validação. WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.2 Qualificação 43

44 WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.2 Qualificação A qualificação em um sistema de HVAC deverá ser descrita no PMV A qualificação de um sistema de HVAC deve incluir os seguintes estágios: DQ, IQ, OQ e PQ Todos os parâmetros críticos deverão ser incluídos na qualificação. Note: O bom senso deverá ser utilizado para a diferenciação dos parâmetros críticos e não críticos, para não tornar a qualificação desnecessariamente muito complexa. Ex. A umidade da sala onde o produto está exposto é um parâmetro crítico. Sendo assim, o sistema de controle de umidade e o sensor de umidade deverão ser qualificados. WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.2 Qualificação Um sistema de HVAC para uma planta farmacêutica deverá ser avaliado através do risco e os parâmetros abaixo deverão ser qualificados: temperatura umidade relativa quantidade de ar insuflado para todos os difusores retorno de ar ou exaustão renovação de ar por hora pressão das salas (pressão diferencial) tipo de fluxo de ar (unidirecional ou turbulento) 44

45 WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.2 Qualificação velocidade do fluxo unidirecional sistema de regulagem de velocidades teste de penetração nos filtros HEPA contagem de partículas tempo de recuperação contagem de UFC s no ar e em superfícies onde necessário sistema de alarme onde aplicável. WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.2 Qualificação O intervalo máximo entre os testes deverá ser definido pelo fabricante. Note: Tabela 3 indica os intervalos de teste apenas como referência. O período indicado pode ser mais ou menos freqüente dependendo do produto e do processo. 45

46 WHO 937, COMISSIONAMENTO, QUALIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO 8.3 Manutenção Um programa de manutenção preventiva com procedimentos e registros do sistema de HVAC deverá ser feito e mantido em arquivo O pessoal de manutenção deverá receber treinamento apropriado. WHO 937, COMMISSIONING, QUALIFICATION AND MAINTENANCE Table 3 Part A: schedule of tests to demonstrate compliance (for reference purposes only Schedule of tests to demonstrate continuing compliance Test parameter Clean room Max. time Test Procedure class interval Particle count test All classes 6 months Dust particle counts to be carried (Verification of out and printouts of results produced. Cleanliness) Nº of readings and positions of tests to be in accordance with ISO ISO ISO 5 6 months Annex B ISO other classes 12 months Air pressure difference All classes 12 months Log of pressure differential readings to (To verify absence of be produced or critical plants should be Cross-contamination) logged daily, preferably continuously. A 15 Pa pressure diferential between different zones is recommended. In accordance with ISO Annex B5* 46

47 INSTRUMENTOS CONTADOR DE PARTÍCULAS MANOMETRO DE PRESSÃO DIFERENCIAL (Pa) WHO 937, COMMISSIONING, QUALIFICATION AND MAINTENANCE Table 3 Part A: schedule of tests to demonstrate compliance (for reference purposes only Schedule of tests to demonstrate continuing compliance Test parameter Clean room Max. time Test Procedure class interval Airflow volume All classes 12 months Airflow readings for supply air and (To verify air change return air grilles to be mesured and air Rates) change rates to be calculated. In accordance with ISO Annex B4* Airflow velocity All classes 12 months Air velocities for containment systems (To verify laminar flow and laminar flow protection systems or containment to be mesured. Conditions) In accordance with ISO Annex B4* 47

48 INSTRUMENTOS ANEMOMETRO (m/s) BALOMETRO (m3/h) WHO 937, COMMISSIONING, QUALIFICATION AND MAINTENANCE Table 3 Part B: recommended optional strategic tests (ISO 14644) Schedule of tests to demonstrate continuing compliance Test parameter Clean room Max. time Test Procedure class interval Filter leakage tests All classes 24 months Filter penetration tests to be carried out (To verify filter by a recognized authority to demonstate Integrity) filter media and filter seal integrity. Only required on HEPA filters. In accordance with ISO Annex B6* Containment leakage All classes 24 months Demonstrate that contaminant is (To verify absence of maintained within a room by means of: Cross-contamination). Airflow direction smoke tests. Room air pressures In accordance with ISO Annex B4* 48

49 Bancada de teste de PAO Caixa de Filtro Absoluto 49

50 Ponto de amostragem concentração de PAO Fotômetro 50

51 Teste de Estanqueidade e Integridade com PAO WHO 937, COMMISSIONING, QUALIFICATION AND MAINTENANCE Table 3 Part B: recommended optional strategic tests (ISO 14644) Schedule of tests to demonstrate continuing compliance Test parameter Clean room Max. time Test Procedure class interval Recovery All classes 24 months Test to establish time that a clean room (To verify clean-up takes to return from a contaminated Time) condition to the specified clean room condition. This should not take more than 15 min. In accordance with ISO Annex B13* 51

52 WHO 937, COMMISSIONING, QUALIFICATION AND MAINTENANCE Table 3 Part B: recommended optional strategic tests (ISO 14644) Schedule of tests to demonstrate continuing compliance Test parameter Clean room Max. time Test Procedure class interval Airflow visualization All classes 24 months Tests to demonstrate airflows: (To verify required. From clean to dirty areas Airflow patterns). Do not cause cross-contamination. Uniformly from laminar flow units. Demonstrated by actual or video-taped smoke tests In accordance with ISO Annex B7* CONTAGEM DE PARTÍCULAS Cód.: EF.TEC.TA.007/02 Ref.: Certif. Anterior: Certif. Atual: Próxima Certif.: Cliente: Área: Sistema: Sala: Área em m²: Classificação de projeto: Condição operacional da sala: em descanso Classificação obtida: Instrumento Utilizado: Contador de Partículas Nº. Série: Vazão de amostragem do contador: 0,1cfm RESULTADOS OBTIDOS Amostragem de partículas de 0,5µm/pé³ Amostragem de partículas de 5,0µm/pé³ Pontos Média Pontos Média CÁLCULOS ESTATÍSTICOS Partículas Média Geral Desvio Padrão Erro Padrão Fator UCL 0,5 5,0 RESULTADO FINAL Critérios de Aceitação Partículas UCL em ft³ UCL em m³ NBR RDC 210 ISO , / ft³ / m³ / m³ No rodapé da planilha deve constar:. nome,. endereço e. telefone da empresa certificadora. 52

53 ABREVIAÇÕES ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas CC - Committee of the Contamination FDA - Food and Drug Administration FED STD - Federal Standard GMP - Good Manufactoring Pratice BPF - Boas Práticas de Fabricação HEPA - HVAC - High Efficiency Particulate Air Heating, Ventilation, and Air Conditioning IES - Institute of Environmental Sciences IEST - Institute of Environmental Sciences and Technology ABREVIAÇÕES ISO - International Standard Organization ISPE - International Society for Pharmaceutical Engineering NBR - Norma Brasileira Registrada RBC - Rede Brasileira de Calibração RDC - Resolução da Diretoria Colegiada RN - Recomendação Normativa RP - Recommended Practice SBCC - ULPA - WHO - Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação Ultra Efficiency Particulate Air World Health Organization 53

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