CAPÍTULO 3 INSPEÇÃO E METROLOGIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO 3 INSPEÇÃO E METROLOGIA"

Transcrição

1 CAPÍTULO 3 INSPEÇÃO E METROLOGIA 3.1. INSPEÇÃO Conjunto de procedimentos técnicos com a finalidade de classificar o produto ou lote de produtos em aceito ou rejeitado. Pode ser efetuada em: Produtos acabados Processo de fabricação Recebimento de matérias-primas e componentes A. OBJETIVOS Determinar se existe conformidade com as especificações; Gerar informações que permitam tomar ações corretivas. B. ATIVIDADES interpretação determinação julgamento tratamento registro

2 C. CLASSIFICAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS Técnica pela qual vários aspectos de um produto são graduados e diferentes graus de controle são aplicados. a) Funcional ou Não-Funcional b) Quanto à Gravidade crítica maior menor Subdivisão: A ou B Defeitos X Defeituoso

3 D. TIPOS DE INSPEÇÃO Inspeção 100% X Inspeção por Amostragem Segregação de todas as peças defeituosas do lote Decisão através de uma amostra tecnicamente representativa - Características de qualidades críticas - Processo insuficiente para garantir a conformidade - Lote rejeitado e custo muito alto - Custo de inspeção 100% elevado - Inspeção 100% é monótona - Ensaios destrutivos INSPEÇÃO POR AMOSTRAGEM Vantagens Desvantagens Custos menores Danos menores ao produto Menos manuseio do produto Minimização da monotonia da inspeção Equipe de inspeção menor Administração da inspeção menos complexa Tempo menor de parada Rejeição de lotes nãoconformes Risco de aceitar lotes ruins e rejeitar lotes bons Aumento de planejamento e documentação Menos informação sobre o produto

4 Inspeção Sensorial: sabor, odor, ruído, aparência Os tipos de ensaios sensoriais: Diferenças ou similaridades: Paired Comparison Test Triangle Test Duo-Trio Test Ranking Test Ensaios para descrição da qualidade: Porile Test Ensaios para aceitação ou preferência de qualidade: Hedonic Scale Test Home Use Test Store testing Característica visual: necessidade de assegurar uma maior uniformidade nos resultados.

5 E. PLANEJAMENTO DA INSPEÇÃO Seguintes perguntas: - O que inspecionar? - Por que inspecionar? - Quando inspecionar? - Por quem deve ser inspecionado? - Onde inspecionar? - Com que instrumento? - Como amostrar? - Quanto amostrar? O que inspecionar? - Características - Especificações Por que inspecionar? - Verificar se é importante inspecionar Quando inspecionar? - Mais rápido possível - Antes de operação e/ou montagem muito cara - Passagem de uma seção para outra - Após transporte e embalagens de peças frágeis

6 - Primeira peça de um lote - Antes de operação na qual peças defeituosas podem resultar em quebra - Antes de operação que cubra defeitos - Antes e depois de soldagem Quem deve inspecionar? - Próprio operador - Inspetor fixo - Inspetor móvel - Grau de qualificação Com que instrumento? - Tipos de materiais - Características físicas dos materiais - Ferramentas e recipientes Como amostrar? - Vícios de amostragem - Como evitar os vícios de amostragem

7 F. ERROS NA INSPEÇÃO - Do próprio inspetor - Entre inspetores - Do material - Do instrumento/equipamento de ensaio - Do procedimento de ensaio - Entre laboratórios G. OBJETIVOS DOS ENSAIOS ( TESTS ) Meio de determinar a capacidade de um item ou produto de atender aos requisitos especificados, submetendo-se esse item ou produto a um conjunto de ações e condições físicas, químicas, ambientais, ou operacionais. INSPEÇÃO X ENSAIOS (TENSÃO) Ensaios não Destrutivos (END s) Ensaio

8 APLICAÇÃO DOS ENSAIOS Três categorias básicas: - desenvolvimento ( developmental ) - qualificação ( qualification ) - aceitação ( acceptance ) Subdivisões: - Confiabilidade - Verificação 3.2. METROLOGIA METRO + LOGIA (medir) (estudo) Primeiros padrões de comprimento: - cúbito: 523 mm - span: 229 mm - palmo: 76 mm - dígito: 19 mm Evolução da metrologia: cúbito pé jarda metro velocidade da luz

9 A. OBJETIVO A metrologia é uma das funções básicas a todo Sistema de Garantia da Qualidade. - definição das unidades padronizadas: metro, quilograma, etc; - instrumentos, que são calibrados em termos destas unidades de medidas padronizadas; - uso destes instrumentos para quantificar ou medir as dimensões do - produto ou processo sob análise. Tabela 1: Unidades do Sistema SI Grandeza Unidade Símbol o Comprimento Metro m Massa Quilograma kg Tempo Segundo s FUNDAMENTAIS Corrente elétrica Ampère A Temperatura Kelvin K Intensidade luminosa Candela cd Quantidade de Mol mol matéria SUPLEMENTARES Ângulo plano Radiano rad Ângulo sólido Steradiano sr Superfície Metro quadrado m 2 Volume Metro cúbico m 3 Freqüência Hertz Hz DERIVADAS Massa específica Quilograma por kg/m 3 metro cúbico Velocidade Metro por m/s Velocidade angular segundo Radiano por segundo rad/s

10 B. PADRÕES E RASTREABILIDADE CONMETRO (Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) Utilização do sistema de medidas e unidades INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) Homogeneidade dos processos de medida (CONMETRO+INMETRO) REFERÊNCIA rastreabilidade

11 Rastreabilidade no Sistema Brasileiro C. EXATIDÃO E PRECISÃO

12 D. TIPOS DE MEDIÇÃO comparação direta comparação indireta TOLERÂNCIAS - Dimensão nominal - Dimensões limites - Dimensão máxima - Dimensão mínima - Dimensão efetiva - Tolerância - Afastamento superior - Afastamento inferior - Linha de base - Medida tolerada - Campo de tolerância

Metrologia. Metrologia

Metrologia. Metrologia Metrologia Sumário da Aula JN3 1 1ª Parte: Categorias da Metrologia Metrologia Industrial e Científica Metrologia Legal Rastreabilidade e calibração 2ª Parte: Unidades Metrológicas Conceitos Básicos e

Leia mais

MEDIDAS ELÉTRICAS Conceitos Básicos:

MEDIDAS ELÉTRICAS Conceitos Básicos: MEDIDAS ELÉTRICAS Conceitos Básicos: Medir é estabelecer uma relação numérica entre uma grandeza e outra, de mesma espécie, tomada como unidade. Medidas elétricas só podem ser realizadas com a utilização

Leia mais

FÍSICA. Do grego physis = natureza. E-mail: contato@profmueller.net. Site: www.profmueller.net

FÍSICA. Do grego physis = natureza. E-mail: contato@profmueller.net. Site: www.profmueller.net FÍSICA Do grego physis = natureza Objetivo da Física A Física, como ciência, tem como objetivo descrever e explicar os fenômenos físicos da natureza, ou seja, aqueles que não alteram a estrutura da matéria.

Leia mais

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Instrutor Gilberto Carlos Fidélis Eng. Mecânico com Especialização em Metrologia pelo NIST - Estados Unidos e NAMAS/UKAS

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande Escola de Química e Alimentos Engenharia de Alimentos Análise Sensorial e Controle de Qualidade

Universidade Federal do Rio Grande Escola de Química e Alimentos Engenharia de Alimentos Análise Sensorial e Controle de Qualidade Universidade Federal do Rio Grande Escola de Química e Alimentos Engenharia de Alimentos Análise Sensorial e Controle de Qualidade Prof. Dra. Janaína Fernandes Medeiros Burkert Controle de Qualidade Histórico

Leia mais

SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI)

SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES (SI) Grandezas e Unidades de Base Grandeza física de base (símbolo) Unidade de base (símbolo) Dimensão de base Definição da unidade de base comprimento (l) metro (m) L 1 m é o comprimento do trajecto da luz,

Leia mais

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever o processo de calibração de trenas de fita de aço e escalas metálicas, utilizando como padrões trenas padrão ou escalas padrão.

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA PADRONIZAÇÃO APROVAÇÃO ELABORAÇÃO VISTO MA NU AL E SP EC IA L SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0032 ESPECIFICAÇÃO DE CONDUTORES

Leia mais

NBR 7483/2005. Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos

NBR 7483/2005. Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos NBR 7483/2005 Cordoalhas de aço para concreto protendido Requisitos OBJETIVO Fixar os requisitos para fabricação, encomenda, fornecimento e recebimento de cordoalhas de aço de alta resistência de três

Leia mais

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado

NBR 7480/1996. Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado NBR 7480/1996 Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado OBJETIVO Fixar as condições exigíveis na encomenda, fabricação e fornecimento de barras e fios de aço destinados a armaduras

Leia mais

Suporte situado na edificação do consumidor, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.

Suporte situado na edificação do consumidor, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação. 25 / 10 / 2011 1 de 7 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis do pontalete de aço para utilização em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 33,de 22 de janeiro de 2004. O PRESIDENTE

Leia mais

Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca

Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca 1. INSPETOR CONTROLE DE QUALIDADE- Atuar com inspeção de processos / final, ensaios de rotina, controle de qualidade e verificação de falhas na

Leia mais

1. Objetivo 1. 2. Referências 1. 3. Condições gerais 1. 4. Condições específicas 1. 5. Inspeção 2. Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas 4

1. Objetivo 1. 2. Referências 1. 3. Condições gerais 1. 4. Condições específicas 1. 5. Inspeção 2. Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas 4 SUMÁRIO Pág. 1. Objetivo 1 2. Referências 1 3. Condições gerais 1 4. Condições específicas 1 DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA DE CÓPIAS 02.118-CONEM-0003 5. Inspeção 2 Tabela 1 - Características elétricas e mecânicas

Leia mais

Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014.

Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

ULTRA-SOM MEDIÇÃO DE ESPESSURA PROCEDIMENTO DE END PR 036

ULTRA-SOM MEDIÇÃO DE ESPESSURA PROCEDIMENTO DE END PR 036 Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições mínimas do ensaio não destrutivo por meio de ultra-som para medição de espessura em materiais metálicos, em exames de qualificação do Sistema

Leia mais

MANUAL ESPECIAL 1. FINALIDADE

MANUAL ESPECIAL 1. FINALIDADE MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0041 CRUZETAS DE AÇO TUBULAR 1/14

Leia mais

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA MANUAL ESPECIAL SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA E-313.0022 CRUZETAS DE CONCRETO ARMADO

Leia mais

METROLOGIA Escala e Paquímetro. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc.

METROLOGIA Escala e Paquímetro. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. METROLOGIA Escala e Paquímetro Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Regras de Arredondamento Quando o algarismo seguinte ao último algarismo a ser conservado for inferior a 5, o último algarismo a ser conservado

Leia mais

6 Calibração de Sistemas de. Fundamentos de Metrologia

6 Calibração de Sistemas de. Fundamentos de Metrologia 6 Calibração de Sistemas de Medição Fundamentos de Metrologia Motivação definição do mensurando procedimento de medição resultado da medição condições ambientais operador sistema de medição Posso confiar

Leia mais

UNIDADES EM QUÍMICA UNIDADES SI COMPRIMENTO E MASSA

UNIDADES EM QUÍMICA UNIDADES SI COMPRIMENTO E MASSA UNIDADES EM QUÍMICA O sistema métrico, criado e adotado na França durante a revolução francesa, é o sistema de unidades de medida adotada pela maioria dos paises em todo o mundo. UNIDADES SI Em 1960, houve

Leia mais

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE:

Número: TERMO DE REFERÊNCIA PRL 001/2012. Data: PRL Gerência do Programa Luz para Todos 26/01/2012 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: 1.0 - OBJETO/FINALIDADE: Aquisição de 7.812 Unidades de Medição Eletrônica de Energia Elétrica, 1 elemento, 1 fase, 3 fios, 240V e 15(100)A para implantação em padrões de entrada de unidades consumidoras

Leia mais

Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy.

Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy. Análise crítica dos resultados oriundos de certificados de calibração relativo à calibração de bloco-padrão utilizando lógica fuzzy. Flávio Carnelli Frade 1,2, Pedro Bastos Costa 1,3, Giovane Quadreli

Leia mais

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS.

Módulo 2. Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Módulo 2 Identificação dos requisitos dos sistemas de medição, critérios de aceitação e o elemento 7.6 da ISO/TS. Conteúdos deste módulo Discriminação Decomposição da variação do sistema de medição Variação

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 370, de 19 de dezembro de 2007.

Leia mais

Relógios Comparadores

Relógios Comparadores 1 Relógios Comparadores Conteúdos Medição por comparação O relógio comparador mecânico Aspectos metrológicos Calibração de relógios comparadores Relógio comparador digital Aplicações: Sistema para medição

Leia mais

NOVAS MÁQUINAS DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS DA MWL BRASIL RODAS & EIXOS LTDA. Domingos José Minicucci MWL BRASIL RODAS & EIXOS LTDA

NOVAS MÁQUINAS DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS DA MWL BRASIL RODAS & EIXOS LTDA. Domingos José Minicucci MWL BRASIL RODAS & EIXOS LTDA NOVAS MÁQUINAS DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS DA MWL BRASIL RODAS & EIXOS LTDA Domingos José Minicucci MWL BRASIL RODAS & EIXOS LTDA Trabalho apresentado no XXI Congresso Nacional de Ensaios Não Destrutivos,

Leia mais

Escola de Engenharia de Lorena EEL USP Departamento de Engenharia Química - DEQUI Disciplina: Normalização e Controle da Qualidade NCQ

Escola de Engenharia de Lorena EEL USP Departamento de Engenharia Química - DEQUI Disciplina: Normalização e Controle da Qualidade NCQ Escola de Engenharia de Lorena EEL USP Departamento de Engenharia Química - DEQUI Disciplina: Normalização e Controle da Qualidade NCQ Capítulo 7: Amostragem por Atributos 7.1 Objetivo Trata dos Procedimentos

Leia mais

MANUAL DE ENGENHARIA

MANUAL DE ENGENHARIA 02.04.2007 1/6 1. OBJETIVO Esta especificação padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas de concreto armado destinadas ao suporte

Leia mais

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025 FORMULÁRIO REVISÃO: 04 NOV/2008 Laboratório(s) avaliado(s): Nº Período de Avaliação: Data inicial da avaliação: / / Data término

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria n.º, de 0 de setembro de 00. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

METROLOGIA E ENSAIOS

METROLOGIA E ENSAIOS METROLOGIA E ENSAIOS Requisitos de Calibração e Ensaios Prof. Alexandre Pedott pedott@producao.ufrgs.br Requisitos de Calibração OBRIGAÇÃO DA ISO (PAPELADA) X REDUÇÃO DA VARIAÇÃO (QUALIDADE DO PRODUTO)

Leia mais

Esta Norma fixa os requisitos para especificação, fabricação, fornecimento e recebimento de armaduras treliçadas eletrossoldadas.

Esta Norma fixa os requisitos para especificação, fabricação, fornecimento e recebimento de armaduras treliçadas eletrossoldadas. NBR 14862 - MAIO 2002 - Armaduras treliçadas eletrossoldadas - Requisitos Origem: Projeto 18:314.01-004:2001 ABNT/CB-18 - Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados CE-18:314.01 - Comissão de Estudo

Leia mais

Calibração de Equipamentos

Calibração de Equipamentos Vídeo Conferência Calibração de Equipamentos Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná Junho/2014 Diferença entre calibração e a verificação metrológica Calibração Estabelece o erro de medição e

Leia mais

EMENTA PROGRAMA DETALHADO. O que são Técnicas de Inspeção e Controle de Qualidade?

EMENTA PROGRAMA DETALHADO. O que são Técnicas de Inspeção e Controle de Qualidade? CURSO: ENGENHEIRO DE CAMPO - CONSTRUÇÃO E MONTAGEM DISCIPLINA: TÉCNICAS DE INSPEÇÃO E CONTROLE DA QUALIDADE CARGA HORÁRIA TOTAL: 30 horas TEÓRICAS: 22 PRÁTICAS: _08 EMENTA Introdução. O que são as técnicas

Leia mais

Especificação Técnica de Projeto N.º 001

Especificação Técnica de Projeto N.º 001 SERVIÇO AUTONOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA ETP 001 Especificação Técnica de Projeto N.º 001 INDICE 1. 2. 3. 3.1. 4. 4.1. 4.2. 4.3. 4.4. 4.5. 4.6. 4.7. 4.8. 4.9. 4.10. 4.11. 4.11.1. 4.11.2. 4.11.3. 4.11.4.

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

1 de 6 9/8/2010 15:23. .: Unidades Legais de Medida :. O Sistema Internacional de Unidades - SI

1 de 6 9/8/2010 15:23. .: Unidades Legais de Medida :. O Sistema Internacional de Unidades - SI 1 de 6 9/8/2010 15:23.: Unidades Legais de Medida :. O Sistema Internacional de Unidades - SI As informações aqui apresentadas irão ajudar você a compreender melhor e a escrever corretamente as unidades

Leia mais

Comprimento metro m Massa quilograma kg Tempo segundo s. Temperatura termodinâmica Kelvin K

Comprimento metro m Massa quilograma kg Tempo segundo s. Temperatura termodinâmica Kelvin K INTRODUÇÃO O Sistema Internacional e s ( S.I.) O SI é dividido em três grupos, a seguir: Sete s de Base Duas s Suplementares s derivadas Tabela 1 - s de Base do SI Comprimento metro m Massa quilograma

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 007, de 11 de janeiro de 2007.

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ES.DT.PDN.01.01.025 POSTE DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO 01

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ES.DT.PDN.01.01.025 POSTE DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO 01 SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.01.01.025 01 APROVADO POR PAULO JORGE TAVARES DE LIMA ENGENHARIA E CADASTRO SP MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA E CADASTRO - ES

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 135, de 18 de agosto de 2005.

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TACÔMETRO MODELO TC-5060

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TACÔMETRO MODELO TC-5060 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TACÔMETRO MODELO TC-5060 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. Introdução... - 1-2. Especificações... - 1-3. Descrição...

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 221, de 09 de dezembro de 2003.

Leia mais

Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO

Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO Capítulo 4 ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS EM CONCRETO ARMADO Ensaios destrutivos que danificam ou comprometem o desempenho estrutural. Inspeção e diagnóstico do desempenho de estruturas existentes de concreto

Leia mais

Procedimento de obra para recebimento de bloco cerâmico Estrutural

Procedimento de obra para recebimento de bloco cerâmico Estrutural Procedimento de obra para recebimento de bloco cerâmico Estrutural 1 OBJETIVO Procedimento padrão para recebimento blocos estruturais cerâmicos; 2 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA NBR 15270-2:2005 Componentes

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA SISTEMA DE MEDIÇÃO NÃO REPLICÁVEL

ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA SISTEMA DE MEDIÇÃO NÃO REPLICÁVEL ANÁLISE DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO MSA SISTEMA DE MEDIÇÃO NÃO REPLICÁVEL Vinicius Fechio Técnico de Metrologia Brasmetal Waelzholz S. A. Ind. e Com. Julho/ 2009 E-mail: vfechio@brasmetal.com.br / Site: www.brasmetal.com.br

Leia mais

Lab Management : a tool for competitiveness. Celso Romero Kloss

Lab Management : a tool for competitiveness. Celso Romero Kloss Lab Management : a tool for competitiveness Celso Romero Kloss METROLOGIA NO DIA A DIA A VELOCIDADE DAS MUDANÇAS A aceleração da história é também medido pelo tempo entre a descoberta de um processo tecnológico

Leia mais

MÓDULO I UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA I

MÓDULO I UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA I CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA UNIDADE DE FLORIANÓPOLIS DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO TÉCNICO DE GEOMENSURA MÓDULO I UNIDADE CURRICULAR TOPOGRAFIA I 5.5 Medição

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ETD - 07 CRUZETA DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO E PADRONIZAÇÃO EMISSÃO: julho/2003 REVISÃO: setembro/08 FOLHA : 1 / 6 FURAÇÃO DA CRUZETA

Leia mais

AAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é

AAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é 70 NORMAS ABNT APLICÁVEIS AOS MEDIDORES ELETRÔNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA DISCUTIDAS EM CONSULTA NACIONAL Por Jeferson Marcondes e Marcos Aurélio Ribeiro AAssociação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ESTE MATERIAL É EXCLUSIVO PARA USO EM TREINAMENTOS / CURSOS DA ESTATICA. CÓPIAS SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR. METROLOGIA Ciência da medição

Leia mais

INSPEÇÃO DA QUALIDADE

INSPEÇÃO DA QUALIDADE UFSM CT DPS SIST. QUALIDADE II 1 INSPEÇÃO DA QUALIDADE É o processo que busca identificar se uma peça, amostra ou lote atende determinadas especificações da qualidade. Realiza-se em produto já existente,

Leia mais

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos 4.1 Arranjo físico GESTÃO DA PRODUÇÃO É a maneira segundo a qual se encontram dispostos fisicamente

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO POSTES DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DEDISTRIBUIÇÃO EMISSÃO: REVISÃO: PAGINA: 1/33 A P R E S E N T A Ç Ã O Esta Norma fixa as características básicas de poste de concreto

Leia mais

Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA

Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA Caracterizado no Capítulo 3, à luz da prática internacional de normalização, o sistema normativo do SISMETRA foi objeto de criteriosa análise de

Leia mais

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM

PROJETO DE OPERAÇÕES DE USINAGEM Tarefas Envolvidas no Projeto de Operações de Usinagem: Planejamento do roteamento operações para fabricar uma peça ordem lógica Instruções suficientemente detalhadas para execução da usinagem? Projeto

Leia mais

Cálculo Diferencial e Integral 80hrs Funções de uma variável e seus gráficos; Limites e continuidade; Derivada; Diferencial; Integral.

Cálculo Diferencial e Integral 80hrs Funções de uma variável e seus gráficos; Limites e continuidade; Derivada; Diferencial; Integral. Ementas: Cálculo Diferencial e Integral 80hrs Funções de uma variável e seus gráficos; Limites e continuidade; Derivada; Diferencial; Integral. Desenho Mecânico 80hrs Normalização; Projeções; Perspectivas;

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA

ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA IF SUDESTE MG REITORIA Av. Francisco Bernardino, 165 4º andar Centro 36.013-100 Juiz de Fora MG Telefax: (32) 3257-4100 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO EFETIVO ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA

Leia mais

Objetivos. Medição em Máquinas Rotativas. Avaliação Dielétrica Set 2012. de Equipamentos de Alta Tensão com base nas Descargas Parciais

Objetivos. Medição em Máquinas Rotativas. Avaliação Dielétrica Set 2012. de Equipamentos de Alta Tensão com base nas Descargas Parciais Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Avaliação Dielétrica de Equipamentos de Alta Tensão com base nas Descargas Parciais Medição em Máquinas Rotativas Apresentador: Alain F. S. Levy Objetivos A medição

Leia mais

Perfil de Resultados Proficiência Clínica

Perfil de Resultados Proficiência Clínica Tema Elaboradora MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA DE EQUIPAMENTOS Shélica Colonhezi Castro. Biomédica do Hospital São Paulo Unifesp e Pós-Graduada em Gestão em Saúde. Análise das respostas e comentários

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO. Título. Medidor Eletrônico de Energia Elétrica Quatro Quadrantes de Múltiplas Funções Medição Indireta

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO. Título. Medidor Eletrônico de Energia Elétrica Quatro Quadrantes de Múltiplas Funções Medição Indireta 1 Usuários: Divisão de Medição e Proteção da Receita, Gerências e Centros Regionais. SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

Leia mais

Prof. Dr. Fernando Luiz Pereira de Oliveira Sala1 ICEB I DEMAT Email: fernandoest@ig.com.br

Prof. Dr. Fernando Luiz Pereira de Oliveira Sala1 ICEB I DEMAT Email: fernandoest@ig.com.br Introdução e Conceitos Fundamentais Definiçõesda qualidadee da melhoriada qualidade. Prof. Dr. Fernando Luiz Pereira de Oliveira Sala1 ICEB I DEMAT Email: fernandoest@ig.com.br Breve evolução histórica

Leia mais

SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR,

SER PESADO EM PRESENÇA DO CONSUMIDOR, Hoje iremos abordar vários temas ligados a Setor de Mercadorias Pré Medidas. E a primeira duvida e entender o que é um produto Pré Medido? produto pré medido e todo ou qualquer produto medido e/ou embalado

Leia mais

Descrevendo Grandezas Físicas. Prof. Warlley Ligório Antunes

Descrevendo Grandezas Físicas. Prof. Warlley Ligório Antunes Descrevendo Grandezas Físicas Prof. Warlley Ligório Antunes Grandezas Físicas Define-se grandeza como tudo aquilo que pode ser comparado com um padrão por meio de uma medição. Exemplo: Este corpo tem várias

Leia mais

TESTE DE ESTANQUEIDADE

TESTE DE ESTANQUEIDADE TESTE DE ESTANQUEIDADE Mais do que encontrar vazamentos... por: Mauricio Oliveira Costa Consumidores (e clientes) não querem produtos que vazem. De fato, eles estão cada vez mais, exigindo melhorias no

Leia mais

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade

Leia mais

Texto Teórico 02: RESISTORES

Texto Teórico 02: RESISTORES INSTITUTO FEDERL SNT CTRIN MINISTÉRIO D EDUCÇÃO SECRETRI DE EDUCÇÃO PROFISSIONL E TECNOLÓGIC INSTITUTO FEDERL DE EDUCÇÃO, CIÊNCI E TECNOLOGI DE SNT CTRIN CURSO DE ENGENHRI DE TELECOMUNICÇÕES Texto Teórico

Leia mais

CALIBRAÇÃO 2 O QUE É CALIBRAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO?

CALIBRAÇÃO 2 O QUE É CALIBRAÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO? DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA APOSTILA DE METROLOGIA Cid Vicentini Silveira 2005 1 OBJETIVOS DESTE CAPÍTULO Determinar o que é calibração, por quê, o quê, quando, onde e como calibrar; Interpretar

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO Título ELO FUSÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO Código ETD-00.016 Data da emissão 30.04.1987 Data da última revisão 29.06.2006 Folha 1 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Normas Complementares 3 Definições

Leia mais

Capítulo 3: Inspeção e Metrologia

Capítulo 3: Inspeção e Metrologia Capítulo 3: Inspeção e Metrologia 3.1 Inspeção Inspeção é a verificação das condições reais de determinados itens ou parâmetros. Geralmente esta verificação é comparativa, o que determina a necessidade

Leia mais

SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS

SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS SOLUÇÕES EM METROLOGIA SCANNER CMM 3D PARA APLICAÇÕES INDUSTRIAIS TRUsimplicity TM MEDIÇÃO MAIS FÁCIL E RÁPIDA PORTÁTIL E SEM SUPORTE. MOVIMENTAÇÃO LIVRE AO REDOR DA PEÇA USO FACILITADO. INSTALAÇÃO EM

Leia mais

O iluminamento ideal é de 1000 lux (lumens por metro quadrado).

O iluminamento ideal é de 1000 lux (lumens por metro quadrado). DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA APOSTILA DE METROLOGIA CONDIÇÕES AMBIENTAIS SISTEMAS METROLÓGICOS PADRÕES Cid Vicentini Silveira 2005 1 CONDIÇÕES AMBIENTAIS 1.1 Objetivos deste capítulo Analisar a influência

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 049, de 06 de abril de 2004.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ENERGIA E AMBIENTE RELATÓRIO DE ENSAIO Nº 77604

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ENERGIA E AMBIENTE RELATÓRIO DE ENSAIO Nº 77604 Ensaio Av. Prof. Luciano Gualberto, 1289 Cidade Universitária Butantã CEP 05508-010 São Paulo SP BRASIL www.iee.usp.br CNPJ: 63.025.530/0042-82 Inscrição Estadual: isento Laboratório de Ensaio acreditado

Leia mais

Medir é uma atividade

Medir é uma atividade Algumas noções básicas sobre os padrões metrológicos Medir é uma atividade bastante corriqueira na sociedade atual. Ao olhar no relógio, por exemplo, a pessoa vê no mostrador o resultado de uma medição

Leia mais

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Este anexo aplica-se às certificações cujas quais não apresentam critérios específicos para definição de laboratórios no Programa de Avaliação da Conformidade. Nestes casos,

Leia mais

Introdução ao Estudo dos Fenômenos Físicos

Introdução ao Estudo dos Fenômenos Físicos Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Exatas Departamento de Física Introdução ao Estudo dos Fenômenos Físicos Aula 05 Medidas físicas Medidas, valores numéricos e unidades. Sistemas

Leia mais

COPINAVAL 24/10/2007. END s Aplicação no setor naval Certificação

COPINAVAL 24/10/2007. END s Aplicação no setor naval Certificação COPINAVAL 24/10/2007 END s Aplicação no setor naval Certificação O que significa END? Ensaios Não Destrutivos: Verificar a existência de descontinuidades; Verificar a propriedade de um material; Não causa

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

Medição de temperatura Comparação de termómetros Calibração

Medição de temperatura Comparação de termómetros Calibração Temperatura Fundamentos teóricos A temperatura é uma grandeza que caracteriza os sistemas termodinâmicos em equilíbrio térmico. Por definição, dois sistemas em equilíbrio térmico estão à mesma temperatura.

Leia mais

Aula 1: Medidas Físicas

Aula 1: Medidas Físicas Aula 1: Medidas Físicas 1 Introdução A Física é uma ciência cujo objeto de estudo é a Natureza. Assim, ocupa-se das ações fundamentais entre os constituíntes elementares da matéria, ou seja, entre os átomos

Leia mais

Lista de Exercícios - Unidade 6 O que é ciência, notação científica e unidades

Lista de Exercícios - Unidade 6 O que é ciência, notação científica e unidades Lista de Exercícios - Unidade 6 O que é ciência, notação científica e unidades Ordens de Grandeza Resumo Muitas vezes precisamos fazer uma estimativa para avaliar uma quantidade que não sabemos o valor

Leia mais

TAQUÍMETRO ÓPTICO E DE CONTACTO MODELO MULTIMETRIX RPM

TAQUÍMETRO ÓPTICO E DE CONTACTO MODELO MULTIMETRIX RPM TAQUÍMETRO ÓPTICO E DE CONTACTO MODELO MULTIMETRIX RPM 82 MANUAL DE UTILIZAÇÃO J. ROMA, Lda. INSTRUÇÕES GERAIS Introdução Felicitações por adquirir este taquímetro. Este taquímetro é muito fácil de usar,

Leia mais

Laboratório de Energia Solar UFRGS

Laboratório de Energia Solar UFRGS RELATÓRIO TÉCNICO LABSOL-UFRGS Nº 073/15 PROGRAMA BRASILEIRO DE ETIQUETAGEM ENSAIO DE MÓDULO FOTOVOLTAICO ZNSHINE ZXP6-36-70/P Solicitante: CTC COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. (Nome Fantasia CTC

Leia mais

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO

MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E DO TURISMO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria n.º 114, de 29 de junho de 1998. O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL

Leia mais

NORMA TÉCNICA CRUZETA DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE

NORMA TÉCNICA CRUZETA DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE NORMA TÉCNICA DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE 1. OBJETIVO Esta norma padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas

Leia mais

FORMAÇÃO DE INSPETOR DE EQUIPAMENTOS. Manuel Joaquim de Castro Lourenço Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ

FORMAÇÃO DE INSPETOR DE EQUIPAMENTOS. Manuel Joaquim de Castro Lourenço Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ FORMAÇÃO DE INSPETOR DE EQUIPAMENTOS Manuel Joaquim de Castro Lourenço Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ Marcelo Maciel Pereira Fundação Brasileira de Tecnologia da

Leia mais

PIM - PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE MATERIAL ARRUELA DE PRESSÃO DUPLA

PIM - PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE MATERIAL ARRUELA DE PRESSÃO DUPLA PIM - PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE MATERIAL ARRUELA DE PRESSÃO DUPLA SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DEFINIÇÃO - CARACTERÍSTICAS - FABRICAÇÃO 3. FORMA DIMENSÕES TOLERÂNCIAS 4. CALIBRES PARA INSPEÇÃO 5. INSPEÇÃO

Leia mais

Suportes de Tubulações

Suportes de Tubulações Suportes de Tubulações Classificação dos Suportes Destinados a sustentar os pesos Fixos Semimóveis Móveis (Suportes de mola e suportes de contrapeso) Destinados a limitar os movimentos dos tubos Dispositivo

Leia mais

Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013.

Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 558, de 19 de novembro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Conjuntos Numéricos. É um subconjunto de números naturais que possuem exatamente dois divisores: o número 1 e ele mesmo. { }

Conjuntos Numéricos. É um subconjunto de números naturais que possuem exatamente dois divisores: o número 1 e ele mesmo. { } CURSO: ASTRONOMIA APLICADA À NAVEGAÇÃO PROFESSOR: ALEXANDRE RIBEIRO ANDRADE MÓDULO 1: MATEMÁTICA APLICADA NA ASTRONOMIA NÁUTICA Apostila 1: Sistema de Unidades utilizadas na Navegação e na Astronomia,

Leia mais

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Esta Norma é a Revalidação da revisão anterior. Apresentação

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Esta Norma é a Revalidação da revisão anterior. Apresentação INSPEÇÃO SUBMARINA - MEDIÇÃO DE ESPESSURA DE PAREDE Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Esta Norma é a Revalidação da revisão anterior. CONTEC Comissão de Normas Técnicas

Leia mais

Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA PÚBLICA. OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para Telha Cerâmica e Telha de Concreto

Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA PÚBLICA. OBJETO: Regulamento Técnico da Qualidade para Telha Cerâmica e Telha de Concreto Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 399, de 31 de julho de 2012. CONSULTA

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

GUINCHO PNEUMÁTICO E-018066

GUINCHO PNEUMÁTICO E-018066 DATA BOOK TESTE DE CARGA GUINCHO PNEUMÁTICO E-018066 Local de Trabalho: Base da Continental Base: Macaé RJ Proposta Comercial: CCPC_0395/11 Data: 29/04/2011 Próxima Recertificação: 29/04/2012 Data de Emissão:

Leia mais

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso Vasos de Pressão Ruy Alexandre Generoso VASOS DE PRESSÃO DEFINIÇÃO: São equipamentos que contêm fluidos sob pressão, cujo produto P x V seja superior a 8. Em que: Pressão (Kpa) Volume (m 3 ) VASOS DE PRESSÃO

Leia mais

MÓDULO 6 LINHAS ANTI INCÊNDIO. Conexões Mecânicas: NBR 15.803;ISO 14.236; UNI 9561; Módulo 1.3

MÓDULO 6 LINHAS ANTI INCÊNDIO. Conexões Mecânicas: NBR 15.803;ISO 14.236; UNI 9561; Módulo 1.3 MÓDULO 6 LINHAS ANTI INCÊNDIO 1 Normas Aplicáveis Tubos: NBR 15.561; EN 12.201-2; Módulo 1.2 Conexões Soldáveis: NBR 15.593;EN 12.201-3; Módulo 1.3 Diretrizes para Projetos: NBR 15.802; Conexões Mecânicas:

Leia mais

APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DoE UM PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE DIAFRAGMAS DE FREIO. (Design of Experiments) EM. Carlos Eduardo GEHLEN Jordão GHELLER

APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DoE UM PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE DIAFRAGMAS DE FREIO. (Design of Experiments) EM. Carlos Eduardo GEHLEN Jordão GHELLER APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DoE (Design of Experiments) EM UM PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE DIAFRAGMAS DE FREIO Carlos Eduardo GEHLEN Jordão GHELLER Experimento Procedimento no qual alterações propositais são

Leia mais