Sistema de Liderança. Base para a Tomada de Decisão LIDERANÇA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema de Liderança. Base para a Tomada de Decisão LIDERANÇA"

Transcrição

1 1.1 GOVERNANÇA PÚBLICA E GOVERNABILIDADE: A. Tomada de Decisão, Comunicação e Implementação: A liderança é exercida pela Direção Geral, pelas Diretorias de Assistência e e Recursos Humanos, Assessorias e Coordenações seus respectivos Serviços, Seções e Setores, conforme organograma apresentado no Perfil da Organização e reforçado por 06 (seis) fóruns de discussões e decisões, apresentados no quadro Quadro Fóruns de discussões e decisões Reuniões de café da manhã Reunião realizada às segundas, quartas e sextas-feiras, instituída há 13 anos, com a Alta (Diretor Geral e demais diretores), Coordenadores e Assessores para troca de informações, orientações cotidianas, exposição de problemas e tomada de decisões para resolução daqueles que exigem intervenção mais imediata. Quando necessário, são convidados os funcionários diretamente envolvidos nas ações para participarem do processo decisório. As atas são padronizadas, contêm as ações e os prazos estabelecidos para a condução das questões expostas e são repassadas por meio eletrônico. O monitoramento das ações implementadas é realizado mensalmente. Reuniões das Diretorias com suas equipes - prática mensal, utilizada para a discussão e definição de ações relativas a temas específicos de suas áreas. As atas destas reuniões são padronizadas, as ações e os prazos estabelecidos são registrados, as mesmas são repassadas por meio eletrônico. O acompanhamento das ações é realizado pelas chefias e as pendências são incluídas nas pautas reuniões posteriores. Reuniões do Comitê Gestor - prática mensal que reúne o colegiado formado pela Alta e Serviço de Gestão pela Qualidade. Tem como foco principal o acompanhamento e a aprovação de ações de melhoria relacionadas à análise crítica do desempenho e aos processos externos de avaliação (certificações e premiações). As atas destas reuniões são padronizadas, as ações e os prazos estabelecidos são registrados, as mesmas são repassadas por meio eletrônico. O acompanhamento das ações é realizado pelo Serviço de Gestão pela Qualidade. Reuniões do Conselho Técnico Administrativo (CTA) prática mensal, reúne a Alta com os representantes dos diversos níveis de lideranças, tem como objetivo a divulgação de informações por todas as partes e a tomada de decisões para questões comuns a todas as unidades. As atas destas reuniões são padronizadas, o acompanhamento das ações é realizado pelo Diretor e as pendências são incluídas nas pautas de reuniões posteriores para serem analisadas e reencaminhadas. Planejamento Estratégico - prática anual, onde a Alta e os representantes dos diversos níveis de lideranças definem o Realinhamento Estratégico da Instituição, cujo produto é o plano de metas para o próximo período, e concomitantemente avaliam a disseminação, continuidade e necessidade de inovações. Todo planejamento é documentado e uma série de apresentações é realizada pela Alta para divulgação. Comitê Financeiro prática mensal, reúne a Alta e Diretoria da Fundarj para análise de despesas e receitas e tomada de decisão quanto a viabilidade de novas despesas e investimentos. Registrada em ata e monitorada por indicadores. Nos processos decisórios das Coordenações, Assessorias, Serviços, Seções e Setores a postura da Alta Direção é de descentralização, dando 10 autonomia administrativa ao corpo gerencial. As decisões são comunicadas às partes interessadas conforme apresentado no Quadro A implementação se dá pelas áreas específicas, as ações são acompanhadas pelas gerências e líderes de processos, estando sempre a Diretoria informada do seu andamento através de correio eletrônico e/ou atas das diversas reuniões realizadas. A Alta e lideranças participam dos fóruns de decisão nas áreas de atuação, assegurando a coerência dos projetos institucionais com as políticas públicas, programas e ações de governo. Utilizam dados e informações que traduzem as necessidades das partes interessadas. Assim, o sistema de liderança do HEMORIO assegura o atendimento harmônico e balanceado na tomada de decisões, bem como o alinhamento às diretrizes estratégicas. Na fig encontra-se a representação detalhada do Sistema de Liderança. Fig Liderança Mecanismos e bases de informação para a tomada de decisão Reuniões das Diretorias Ouvidoria s Auditorias Planejamento Estratégico Sistema de Liderança Base para a Tomada de Decisão Café da Manhã Demonstração de Resultados LIDERANÇA Conselho Funcional Comitê Gestor Avaliação do Conselho Técnico Administrativo Pesquisas de Satisfação Avaliações Externas 30 Minutos da Qualidade Quadro Comunicação das Decisões Força de Trabalho: reuniões, , intranet, atos internos, circulares, ordens de serviço, murais. Clientes: reuniões, internet, folders, manuais, , ofícios, correspondências, cartilhas e meios de comunicação. Fornecedores: ofícios, reuniões, e Diário Oficial. Sociedade: meios de comunicação, internet, reuniões e e- mail. B. Estabelecimento e atualização dos Valores e Princípios Organizacionais: O HEMORIO, órgão da Pública Estadual Poder Executivo, subordinado à SESDEC, define seus valores e princípios organizacionais em conformidade ao que rege o Regulamento do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis RJ. Sendo assim os valores disseminados e internalizados são os do HEMORIO, que estão alinhados aos valores da administração pública e aos princípios da SESDEC e do Governo do Estado. No final de 2006, em um

2 curso de lideranças, foram escolhidos durante o treinamento, os valores das chefias, a partir dos valores do HEMORIO. Unindo os estudos foi realizado um workshop para a adaptação desses valores. Os valores foram atualizados, permanecem até o momento e estão definidos de acordo com os princípios da Ética. Na busca pela credibilidade, a instituição reconhece os resultados da equipe e adota posturas relevantes para a sociedade. São eles: Humanização, Integração, Respeito, Comprometimento e Desenvolvimento. C. Identificação, Classificação, Análise e Tratamento dos Riscos Organizacionais: O HEMORIO identifica, classifica e trata os riscos organizacionais no estudo do cenário externo, na fase do pré-planejamento, com a participação da Alta e lideranças; para realizar o estudo das variáveis externas à organização (estudo dos cenários Político, Social e Econômico- Financeiro). A partir deste estudo, outros grupos formados por líderes e profissionais de diversas áreas trabalham as informações qualitativas e quantitativas através da seleção das Ameaças e Oportunidades que se relacionam com os macro processos institucionais e que influenciam no ambiente interno. Diante desta análise, as metas já existentes são relacionadas com a ameaça ou oportunidades identificadas, ou novas metas são criadas ou substituídas. Em todas as reuniões de análise crítica são analisadas as causas do não atendimento das metas, estabelecendo as relações de causa e efeito entre eventos externos e internos à organização e os desvios e barreiras e as ações para corrigi-los ou eliminá-los. Todos os registros e análises são efetuados através do SIG. Os aspectos relativos ao ambiente externo e interno são considerados no estudo, sendo utilizados para a formulação de estratégias (ações). Nos quadros e do Critério 2 Estratégia e Planos são apresentados os elementos de análise. D. Prestação de Contas: A interação para prestação de contas entre a Alta e as partes interessadas ocorre conforme apresentado no Quadro Importante ressaltar que sempre é demonstrado o comprometimento com as diretrizes e estratégias definidas na instituição, o respeito às políticas públicas, programas e ações de governo. Quadro Interação com as partes interessadas. Conselho Funcional Prática estabelecida em Tem caráter multi-setorial, é formado por representantes dos setores indicados por seus pares, que se reúnem mensalmente com a DG. Estabelece-se assim uma forma direta de comunicação, de identificação de problemas e de apresentação de sugestões pela força de trabalho para a melhoria do desempenho pela força de trabalho. 30 minutos da Qualidade Encontros setoriais realizados pela DG há 6 anos, tendo como objetivo ouvir dos colaboradores o relato sobre o que percebem do 11 HEMORIO, seu ambiente de trabalho e as sugestões de melhoria. Associações de Pacientes do HEMORIO O HEMORIO disponibiliza espaço físico para a atuação das Associações de Pacientes. Seus membros têm canal de comunicação com Alta através de reuniões e integram o Comitê de Ética em Pesquisa. Câmaras Técnicas Contribui na elaboração de normativas E pareceres nas áreas de atuação do HEMORIO. Reuniões com Fornecedores para apresentação do Plano de Metas. Conselhos de Saúde A Alta e seus representantes formais, estabelecidos através de eleição interna conduzida pelo Conselho Distrital de Saúde da AP1 (área geográfica do HEMORIO), nos últimos 5 anos participam regularmente das reuniões dos Conselhos Estadual, Municipal e Distrital de Saúde. Reuniões de Integração com a Associação de Voluntários HEMORIO A ACRI vem continuamente, nos últimos 3 anos, desenvolvendo reuniões mensais com os voluntários com o objetivo de levantar as suas necessidades e integrá-los à Instituição. A partir desse contato, o Projeto de Voluntariado é adequado às expectativas dos participantes e à necessidade Institucional. Em 2004 foi formalizada legalmente a Associação de Voluntários do HEMORIO, contanto atualmente com estatuto, missão, espaço físico e site. Anualmente é encaminhado à SESDEC um exemplar do Planejamento Estratégico para análise e posterior emissão de parecer que considera a Missão, assim como as metas estabelecidas, em consonância com o Planejamento Estratégico da SESDEC. As práticas para avaliação da gestão e padrões de trabalho organizacionais são apresentadas no quadro A metodologia global é apresentada na Fig Quadro Sistema de Liderança Práticas de Aprendizado Reunião semestral de acompanhamento do Global; Seminário de Gestão Estratégica. Índice de metas alcançadas na Avaliação de Global (8.6.20); Certificação pela CBA/JCI e AABB ( e ); Índice de conformidade com os padrões da AABB (8.6.14). No quadro são descritas algumas das inovações e melhorias implementadas. Quadro Sistema de Liderança Inovações e Melhorias Inovação/ Melhoria Reestruturação do Manual da Qualidade e Segurança Reestruturação do Manual de Competências Reeestruturação do Manual da Organização Ano Responsáv el 2009 SVGQ/DAH 2008 SVGQ/DAH 2007 SVGQ/DAH Reestruturação do Organograma 2006 DAH Revisão do Regulamento Interno 2006 SVGQ Criação do SIG-D Sistema de Informações Gerenciais Direcionadas 2006 CAEI

3 Elaboração do Manual de Programa Gerenciando com Pessoas Automação da Avaliação de 2006 SVRHl 2005 SVRH 2005 SVRH Elaboração do Código de Ética 2005 CTEN Seminário de Gestão Estratégica (PE) refinamento da metodologia de elaboração do PE, viabilizando a participação de um maior contingente da força de trabalho DAH As inovações e melhorias foram implementadas após o cumprimento das seguintes fases: apresentação das propostas nos fóruns de discussão/decisão e/ou no Planejamento Estratégico; aprovação; elaboração de estratégias para divulgação e fase de execução propriamente dita. Fig Estrutura de Padrões e Controle Definição de Padrões Estudo do Projeto Por Comissões / Grupos de Trabalho Aprendizado Considerando nível de abrangência / Foco Ação Revisão de Normas e Projetos Reuniões Setoriais Treinamentos em Serviço Verificação Monitoramento por Responsável - pessoa ou setor Cronograma Normatização e acompanhamento de rotina Comparação Reuniões Setoriais Reuniões das Coordenações Auditorias Auditorias de Follow up Relatórios Busca ativa de não conformidades 1.2 SISTEMA DE LIDERANÇA: A. Disseminação dos Valores da Pública e das Diretrizes de Governo: O HEMORIO é um órgão da Pública Estadual Poder Executivo, subordinado à Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SESDEC). Os valores da SESDEC são disseminados através dos seguintes canais de comunicação representados no quadro Quadro Canais de Comunicação Valores e Diretrizes de Governo Intranet através de s enviados contendo informações recebidas da Conexão SESDEC (informativo da Secretaria de Saúde e Defesa Civil). Internet através da página do HEMORIO, acesso ao link da SESDEC com as principais diretrizes de governo. Conexão SESDEC através de s, acesso ao link da SESDEC. B. Busca de Novas Oportunidades: O HEMORIO não é unidade orçamentária e assim não dispõe de dotações específicas para a realização de todos os seus programas de trabalho. A alta administração atua continuamente para garantir o aporte de recursos, sejam os gerados pelos serviços realizados, sejam os disponibilizados pelos órgãos financiadores. Por ação direta da Alta, há convênio firmado entre o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a FUNDARJ, disponibilizando para o HEMORIO os recursos gerados pela produção de serviços. Em relação a estes, a alta administração monitora continuamente os valores gerados pela produção, intervindo junto à Secretaria Municipal de Saúde (o município do RJ tem gestão plena) no sentido de garantir os repasses devidos. Na esfera estadual, participa ativamente das atividades da Secretaria de Estado de Saúde relacionadas à inclusão e aprovação de projetos de desenvolvimento institucional (PPA, Conselho Intergestores Bipartite CIB, Conselho Estadual de Saúde). Na esfera Federal busca oportunidades de financiamento para o desenvolvimento institucional, estimulando, motivando e orientando a força de trabalho na elaboração de projetos de crescimento e desenvolvimento, o mesmo ocorrendo junto aos órgãos de incentivo (FAPERJ e FINEP). Busca parcerias institucionais para a execução de projetos não previstos nas fontes de financiamento anteriormente citadas. No quadro são descritos alguns dos projetos de melhorias viabilizados por ação pessoal da Alta. Quadro Sistema de Liderança Melhorias Garantidas pela Alta. FINEP implantação do PGQT Sistema de Gestão FUNDARJ acreditação pela AABB Infra-estrutura de trabalho Comunicação Interna Comunicação Externa SESDEC acreditação pela JCI FUNDARJ Desenvolvimento dos sistemas aplicativos de gerenciamento e operacionalização das atividades do HEMORIO Ministério da Saúde construção do Centro Cirúrgico e de Transplante de Medula Óssea e aquisição de equipamentos para modernização da Central de Esterilização. FAPERJ modernização da Biblioteca e aquisição de microcomputadores. ABEDH Projeto arquitetônico para Expansão das Atividades Educacionais FINEP - Laboratório de Controle de Qualidade da Hemoterapia. FUNDARJ desenvolvimento da Intranet Pró Vita sistema de sinalização e chamada eletrônica do ambulatório. Mídia (TV e Rádio) campanhas de doação de sangue. FUNDARJ desenvolvimento da Internet. Contemporânea campanhas para doação de sangue. Clipe na Web Clipping do HEMORIO no site institucional. 12

4 B.2. Comprometimento com as partes interessadas: A interação da Alta com as partes interessadas ocorre conforme apresentado no Quadro Importante ressaltar que sempre é demonstrado o comprometimento com as diretrizes e estratégias definidas na instituição, o respeito às políticas públicas, programas e ações de governo. Quadro Sistema de Liderança Interação com as partes interessadas. Conselho Funcional Prática estabelecida em Tem caráter multi-setorial, é formado por representantes dos setores indicados por seus pares, que se reúnem mensalmente com a DG. Estabelece-se assim uma forma direta de comunicação, de identificação de problemas e de apresentação de sugestões pela força de trabalho para a melhoria do desempenho pela força de trabalho. 30 minutos da Qualidade Encontros setoriais realizados pela DG há 6 anos, tendo como objetivo ouvir dos colaboradores o relato sobre o que percebem do HEMORIO, seu ambiente de trabalho e as sugestões de melhoria. Associações de Pacientes do HEMORIO O HEMORIO disponibiliza espaço físico para a atuação das Associações de Pacientes. Seus membros têm canal de comunicação com Alta através de reuniões e integram o Comitê de Ética em Pesquisa. Câmaras Técnicas Contribui na elaboração de normativas E pareceres nas áreas de atuação do HEMORIO. Reuniões com Fornecedores para apresentação do Plano de Metas. Conselhos de Saúde A Alta e seus representantes formais, estabelecidos através de eleição interna conduzida pelo Conselho Distrital de Saúde da AP1 (área geográfica do HEMORIO), nos últimos 5 anos participam regularmente das reuniões dos Conselhos Estadual, Municipal e Distrital de Saúde. Reuniões de Integração com a Associação de Voluntários HEMORIO A ACI vem continuamente, nos últimos 3 anos, desenvolvendo reuniões mensais com os voluntários com o objetivo de levantar as suas necessidades e integrá-los à Instituição. A partir desse contato, o Projeto de Voluntariado é adequado às expectativas dos participantes e à necessidade Institucional. Em 2004 foi formalizada legalmente a Associação de Voluntários do HEMORIO, contanto atualmente com estatuto, missão, espaço físico e site. Além das práticas envolvendo ação direta junto a grupos das partes interessadas e das reuniões apresentadas na alínea A, cita-se o envolvimento direto da Alta na avaliação e no monitoramento de: satisfação dos pacientes, doadores e funcionários apontada nas pesquisas anuais e nos registros da Ouvidoria; imagem e identificação institucional pela população apontadas na pesquisa Top of Mind ; adequação às normas dos órgãos financiadores através dos pareceres, relatórios de acompanhamento e auditorias. Todas as práticas são fontes de informações que subsidiam a tomada de decisão. C. Disseminação dos Valores e Princípios Organizacionais: 13 A disseminação dos valores, diretrizes e princípios organizacionais ocorre através dos principais canais de comunicação apresentados no Quadro Quadro Cultura da excelência Disseminação dos Valores e Diretrizes Organizacionais Disseminação Visual Expresso HEMORIO, Quadro de Avisos e Murais. Divulgação Eletrônica Intranet (Fig ) e Internet. Divulgação Impressa Código de Ética, Regulamento Interno e Manual do Paciente. Seminário de Gestão Estratégica - Anualmente, um dos Valores da Instituição é selecionado para tema central do Seminário. Apresentação do Planejamento Estratégico apresentações do PE feitas pela Alta, junto às diretrizes e valores. O entendimento e aplicação dos valores e diretrizes são aferidos através da pesquisa de clima organizacional, que contém assertivas abordando estes temas. A análise critica da pesquisa possibilita, ainda, conhecer o nível de entendimento pela força de trabalho segundo a estrutura organizacional, o cargo e a categoria profissional. A Alta atua para assegurar o entendimento dos valores e das diretrizes através do sistema de liderança (fig ). Fig Página da Intranet do HEMORIO com a divulgação da Missão, Visão e Valores O HEMORIO presta conta de seus resultados através da participação nos Conselhos Distrital e Estadual de Saúde (órgãos deliberativos e fiscalizadores das ações do HEMORIO dentro do SUS); na pactuação dos mesmos junto à Comissão Intergestora Bipartite (onde há representantes da comunidade) e reuniões dos Conselhos Distrital e Estadual de Saúde. D. Comprometimento com a Cultura de Excelência: A Alta incentiva o comprometimento de todos com a cultura de excelência através do apoio permanente à participação nos ciclos de premiações do PQRIO e do PQGF, com a participação das lideranças e da força de trabalho nas cerimônias de premiação (Fig ) e a realização de eventos internos de reconhecimento

5 e celebração pelo resultado alcançado. As ações empreendidas para a promoção da excelência da gestão iniciaram-se em 1995, na introdução dos conceitos relacionados à Cultura de Excelência através da realização de cursos de gestão pela qualidade, normatização, auditoria, indicadores, análise e melhoria de processos, desenvolvimento gerencial pela qualidade, formação de multiplicadores, entre outros. Atualmente, os cursos Básico de Gestão pela Qualidade, Curso de Prevenção de Acidentes, Curso de Combate e Prevenção de Incêndios integram o Programa de Adaptação Funcional. São ministrados por multiplicadores internos, que transmitem os conceitos, diretrizes e práticas institucionais para a qualidade. Outras ações empreendidas para promover a excelência da gestão são:participação da força de trabalho no Seminário de Gestão Estratégica, na elaboração dos documentos submetidos às avaliações externas e nas propostas de ações para a correção de não conformidades apontadas nas mesmas; apoio a participação de funcionários como Examinadores, Examinadores Seniores, Instrutores, Consultores Ad hoc e membros de equipes técnicas nos processos de Avaliação em Prêmios Regionais, Setoriais e do PQGF; reuniões de acompanhamento de metas; avaliação da satisfação do funcionário e da liderança dos gestores através da pesquisa de clima organizacional; realização anual do Encontro de e Qualidade. Em 2005, completados 10 anos de Gestão pela Qualidade, foi realizada a 1ª Semana Interna de Qualidade incorporada ao calendário oficial da instituição e Concurso da Logomarca 10 Anos da Qualidade HEMORIO, com premiação da logo campeã. Fig Participação da Força de Trabalho na Cerimônia de Premiação Troféu do PQGF/Ciclo 2007 E. Definição, identificação e desenvolvimento das habilidades de liderança: As habilidades das lideranças são definidas e identificadas pelo Serviço de Planejamento e Desenvolvimento Funcional por práticas que, desde a sua inicial implantação em 1996, foram sucessivamente avaliadas e refinadas, tanto pelos resultados práticos que trouxeram para o HEMORIO, quanto pelo conhecimento de 14 experiências de sucesso em outras organizações aplicáveis à instituição. As competências desejadas pelas lideranças encontram-se alinhadas aos fatores descritos no Manual de Cargos e aos requisitos emanados das avaliações externas a que se submete o HEMORIO, principalmente aqueles relacionados ao pensamento e ação estratégicos, gestão de pessoas, clientes, processos de trabalho, resultados, empreendorismo e aprendizado organizacional, entre outros. O quadro apresenta as ferramentas onde estão definidas as competências e o Quadro os requisitos básicos das mesmas. Quadro Sistema de Liderança Ferramentas para Definição de Competências Descreve a formação curricular, Manual de Cargos responsabilidades e habilidades necessárias aos Cargos de Chefia, inclusive da Alta. Descreve 20 fatores de competência Avaliação de e, entre outras análises, registra os funcionários que obtiveram conceito Excelente em todos os fatores. Quadro Sistema de Liderança - Fatores e Requisitos de Competência para as lideranças Pensamento e ação Comportamento ético, visão e estratégicos projeção de futuro, planejamento, decisão e ações baseadas em fatos. Motivação, comunicação, administração de conflitos, Gestão de Pessoas relacionamento inter-pessoal, conhecimento dos processos de gestão de pessoas. Excelência do atendimento, Clientes identificação de necessidades, divulgação de produtos e serviços, relacionamento. Processos de Trabalho Resultados Empreendorismo Responsabilidade Social e Ambiental Identificação de atribuições, padrões, análise, medições, controle e melhorias. Comprometimento com metas, medição e avaliação de resultados. Gestão financeira, de projetos e inovações. Comportamento ético, preservação ambiental. Para a avaliação dos líderes é utilizada a Avaliação de Funcional. Foi iniciada em 1996, é aplicada anualmente a todos os colaboradores, contemplando 20 fatores de competência a fim de conhecer o desempenho percebido pelas lideranças hierarquicamente superiores bem como a de seus subordinados (avaliação 180º). Há dois anos é realizada em meio eletrônico, tem etapas (auto-avaliação, avaliação pela chefia imediata e pela equipe) e cronograma definidos. As práticas encontram-se atualmente consolidadas no Programa Gerenciando com Pessoas, que contempla, além daquelas anteriormente descritas, planos de treinamento e desenvolvimento de pessoal. Para o desenvolvimento das lideranças, em 1998 foi realizado o primeiro curso de gestão hospitalar para 28 lideranças. Desde então, a alta administração realiza eventos voltados para o

6 desenvolvimento gerencial das lideranças, bem como estimula e apóia a participação das lideranças em cursos de especialização em gestão. A capacitação gerencial das lideranças é monitorada pela Coordenação de Desenvolvimento Institucional. Daquelas estabelecidas para monitoramento (chefias de Serviço, Coordenações e Diretorias), 70% têm curso de especialização em Gestão em Saúde concluído. Objetivando aprimorar as competências gerenciais inerentes à liderança foram realizados os eventos - Gerenciando pelo Exemplo em 2004 e o Programa de Capacitação de em O segundo aconteceu em duas etapas: Etapa I Delineamento dos Perfis das e dos processos (aplicação de questionário de estilos comportamentais, entrevistas individuais, delineamento do perfil de competências das áreas segundo o manual de cargos, delineamento dos perfis das áreas pelas lideranças dos macroprocessos e cruzamento dos perfis das lideranças x processos). Etapa II Realização do curso de Capacitação de. Além das ações voltadas para o desenvolvimento em gestão, na área técnica a Alta apóia a participação de lideranças e colaboradores com potencial de liderança em eventos de desenvolvimento técnico-científico, pós-graduação e mestrado em diversas áreas, mantendo-os, desta forma, atualizados nas suas respectivas áreas de atuação. A identificação de colaboradores com potencial exercício de liderança é realizada através de diversas atividades, a saber: reuniões do Conselho Funcional, 30 Minutos da Qualidade, resultados da Avaliação de, atuação nas equipes multiprofissionais, nas reuniões de pré-planejamento estratégico, posicionamento durante as apresentações de acompanhamento do planejamento estratégico e produção técnicocientífica. Finalmente, as práticas de gestão de lideranças e padrões de trabalho com seus métodos de controle são apresentados no Quadro e sua verificação no Quadro Quadro Sistema de Liderança - Práticas de Gestão e Padrões de Trabalho Disseminação, Prática de Gestão Padrão de Trabalho Responsável Continuidade Controle Manual de Cargos Todo o Regulamento Interno HEMORIO 1. Gestão baseada Organograma em competências Documentos Desde 1995 Normativos Revisão anual 2. Avaliação de Funcional 3. Grupos de Gestão e Fóruns das partes interessadas Avaliação de desempenho eletrônica Reuniões com periodicidades e Finalidades estabelecidas Todo o Hemorio SVRH Desde 2005 Revisão anual Todo o HEMORIO Desde 1996 Atas de Avaliação de Pesquisa de Clima Organizacional reuniões Todo o Hemorio SVRH Desde 2003 Reuniões de avaliação das pesquisas Quadro Liderança Verificação das Práticas de Gestão e Padrões de Trabalho Resolutividade das reuniões de café da manhã e do Conselho Funcional, classificação final da pesquisa de clima organizacional, índice de participação da força de trabalho na avaliação de desempenho funcional, índice de participação da força de trabalho nos cursos de Qualidade da Gestão, atualizações dos documentos normativos e do manual de cargos. F. Implementação do Sistema de Gestão: O estabelecimento dos principais padrões de trabalho tem como balizadores os valores, a missão e a visão institucionais. São definidos a partir das legislações pertinentes e fundamentados nos sistemas externos de avaliações. Os principais critérios utilizados para estabelecimento dos padrões de trabalho são: estímulo à melhoria contínua; obtenção de resultados e cumprimento de metas; atendimento à legislação; facilitação da execução das atividades, da análise crítica do desempenho e pró - atividade na identificação de não conformidades. Os principais padrões de trabalho com responsáveis e indicadores/ informação qualitativa são apresentados no quadro Quadro Cultura da Excelência Principais Padrões de Trabalho, indicadores/informações qualitativas e responsáveis Indicador/ Padrões Responsável informação qualitativa Regulamento: Estatuto dos Funcionários Públicos Civis; Interno. Regulamentações, portarias e manuais governamentais. Controle do Planejamento Estratégico Normas e Procedimentos Operacionais Padrões de Acreditação Hospitalar CBA/ JCI Padrões da AABB Critérios de Excelência (PQGF, PQRio, PNQ) e Acreditações (AABB e CBA/JCI) Coordenações Técnicas Comitê de Normatização Grupo Facilitador do CBA/JCI Grupo Facilitador do AABB Comitê Gestor Cumprimento do Estatuto; Atualização do Regulamento interno Cumprimento das normativas Avaliação do Institucional Cumprimento e Atualização dos documentos normativos Índice de Conformidade de Atendimento aos Padrões Índice de Conformidade de Atendimento aos Padrões Índice de Conformidade de Atendimento aos Padrões

7 Pesquisas: Satisfação de Doadores, Pacientes; Clima Organizacional Top of Mind; Programas SESDEC e MS Códigos de Éticas das diversas profissões Central de Estatística e Informações Alta Alta Índices de satisfação (paciente,doadore s, clima organizacional); conhecimento espontâneo da marca Hemorio Cumprimento dos programas Cumprimento da regulamentação do exercício profissional Os padrões são disseminados durante as reuniões das diretorias, coordenações, no CTA, pela Intranet, Internet, pela disponibilização de manuais, de instrumentos e relatórios de avaliação e ainda por meio dos treinamentos em serviço. G. Aprendizado Organizacional: A Alta estimula a participação dos colaboradores na apresentação de idéias, inovações e melhorias nos processos técnicos e de gestão. Duas práticas - 30 minutos da Qualidade e Conselho Funcional. Ressaltam-se suas características: a primeira tem caráter setorial, a segunda é multi setorial e agrega aos objetivos da primeira o caráter informativo e de interação de colaboradores de diferentes Unidades Funcionais. Os registros são efetuados, desencadeando ações pela Alta e Coordenações. O Programa Setorial de Idéias, com ciclos anuais desde 2000, é o programa de apresentação de melhorias setoriais através da exposição de propostas de caráter criativo e inovador. A participação pode ser individual ou em equipe e ocorre em duas categorias: proposta nova e proposta implantada. Conta com cronograma, ficha de inscrição e divulgação. As propostas são expostas através de cartazes, na avaliação dos trabalhos há a participação do Conselho Funcional, a equipe vencedora é publicamente premiada e as demais recebidas pela DG, que faz os comentários sobre a sugestão apresentada e a proposta para sua condução. É reavaliado ao término de cada ciclo. Na área técnica, incentiva e apóia a participação dos colaboradores em eventos científicos, propiciando atualização profissional e tecnológica, que são transmitidas às partes interessadas através do Relatório Rápido. deste estudo, outros grupos formados por líderes e profissionais de diversas áreas trabalham as informações qualitativas e quantitativas através da seleção das Ameaças e Oportunidades que se relacionam com os macroprocessos institucionais e que influenciam no ambiente interno. Diante desta análise, as metas já existentes são relacionadas com a ameaça ou oportunidades identificadas, ou novas metas são criadas ou substituídas. Em todas as reuniões de análise crítica são analisadas as causas do não atendimento das metas, estabelecendo as relações de causa e efeito entre eventos externos e internos à organização e os desvios e barreiras e as ações para corrigi-los ou eliminá-los. Todos os registros e análises são efetuados através do SIG. O HEMORIO utiliza informações comparativas pertinentes referentes aos procedimentos técnicos e gerenciais praticados em unidades de saúde e outras que se assemelham ao seu método de trabalho. B. Análise crítica de desempenho global: O desempenho global do HEMORIO é analisado através do resultado do balanceamento das metas estratégicas e na verificação do comportamento dos indicadores que influenciaram positiva e negativamente no resultado final. A estrutura de análise e demonstrada na figura e a ferramenta de acompanhamento figura Fig Estrutura de Análise Crítica de GESTÃO - Organizacional - Financeira - Da força de trabalho - Da qualidade ESTRUTURA DA ANÁLISE CRITICA DO DESEMPENHO CLIENTES - Atendimento ao paciente - Atendimento ao doador - Atendimento à hemorrede OUTPS Perspectivas Gerenciais Missão e Visão de Futuro INPUTS Objetivos Estratégicos Indicadores Informações Qualitativas Metas e Estratégias DR e ADI (semestrais) Base para realinhamento anual PROCESSOS E MÉTODOS DE TRABALHO - Gerência do ambiente (AABB e CBA/JCI) - Abastecimento DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - Incorporação de tecnologia - Ensino e pesquisa - Imagem Fig Ferramenta de Análise Crítica de 1.3 ANÁLISE DO DESEMPENHO DA ORGANIZAÇÃO: A. Utilização das Informações Comparativas na Análise Crítica: Nas atividades pré-seminário do Planejamento Estratégico anual são formados grupos de trabalho, com a participação da Alta e lideranças, para realizar o estudo das variáveis externas à organização (estudo dos cenários: Político, Social e Econômico-Financeiro). A partir 16

8 As práticas utilizadas para a análise são apresentadas no quadro Quadro Análise Crítica do Global Práticas de Análise Período Participantes Objetivo Mensal Março/ Setembro Junho/ Dezembro Alta e SVGQ e Colaboradores e Colaboradores Comitê Gestor Acompanhamento das metas Demonstração de Resultados (DR) Análise de Indicadores Avaliação de Institucional (ADI) Análise de Metas C. Avaliação das Estratégias e Objetivos Organizacionais: As práticas do quadro são integrantes do calendário oficial de reuniões da Alta, quando são avaliadas as estratégias e planos de ação através dos resultados apontados no controle do planejamento, dos pontos problemáticos, das propostas e ações para correção dos problemas, verificando-se o atendimento das necessidades das partes interessadas. A avaliação dos programas e ações de governo sob responsabilidade do HEMORIO é realizada através das práticas anteriormente citadas, pois os mesmos integram o plano estratégico institucional. Os sistemas de controle interno, tribunais de contas e auditoria externas estão diretamente ligados à SESDEC; o HEMORIO, quando necessário, subsidia a SESDEC com informações enviadas em documentos formais. D. Comunicação das Decisões à força de Trabalho: Na divulgação das decisões da análise crítica a Alta envolve-se diretamente no processo, de forma a comunicar as decisões a todos os níveis do HEMORIO, o que é evidenciado nas reuniões realizadas pela Direção Geral com os funcionários de diversos setores. Os principais meios de divulgação utilizados são apresentados no quadro Quadro Análise Crítica do Global Meios de Divulgação MEIOS Partes Interessadas INFORMAÇÃO Níveis Quadros de avisos, Expresso HEMORIO, INTERNET, INTRANET Força de trabalho Clientes Fornecedores Todos os níveis Circulares, Ordens de Serviço Força de trabalho Todos os níveis Reuniões do CTA Nível gerencial Decisões tomadas nas reuniões de análise crítica, tanto relacionadas aos resultados dos indicadores como em relação às metas e ações do planejamento estratégico. Informações e decisões de caráter operacional. Apresentadas as decisões tomadas nos níveis hierárquicos mais altos do 17 Reuniões de Coordenações e setoriais Força de trabalho Nível gerencial e operacional Meios de Comunicação Clientes Sociedade Todos os níveis sistema de liderança e as principais estratégias para sua execução. Desdobramento gerencial e setorial da reunião do CTA Comunicados sobre a situação da doação de sangue, de medula e decisões sobre programas de saúde sob responsabilidade do HEMORIO. E. Acompanhamento das Decisões Decorrentes da Análise Crítica: O acompanhamento das ações decorrentes da análise crítica é realizado através da apresentação dos resultados pelos responsáveis definidos para a execução da proposição/ação. Os resultados são apresentados nas reuniões de avaliação de desempenho global, ou em práticas institucionais mais freqüentes, conforme a gravidade e a urgência de correção do problema identificado. O controle das práticas de gestão e a verificação do cumprimento são realizados conforme apresentado nos quadros e Quadro Análise Crítica do Global Práticas de Gestão e Padrões de Trabalho Prática de Gestão 1. Análise Crítica do 2. Reunião de Avaliação de Institucional Padrão de Trabalho Relatório do Planejamento Estratégico Sistema de Informações Gerenciais - SIG Sistema de Informações Gerenciais Disseminação, Responsável Continuidade Controle Todo o HEMORIO Alta Desde 2002, semestral Comitê Gestor Todo o Hemorio Desde 2002, semestral Quadro Análise Crítica do Global Verificação das Práticas de Gestão e Padrões de Trabalho Atualização de informações no SIG, atas do Comitê Gestor, Índice de metas alcançadas na Avaliação de Global (8.6.20). As ações decorrentes da análise crítica são validadas nas reuniões do Comitê Gestor, das Diretorias e no Planejamento Estratégico. A disseminação é efetuada através das reuniões de diretorias, CTA, reuniões de Coordenações e setoriais. O sistema de aprendizado para avaliação das práticas de gestão e a implementação das melhorias e/ou inovações está descrito nos quadros e Quadro Análise Crítica do Global Práticas Específicas de Aprendizado Análise dos relatórios de não conformidades das avaliações e

9 certificações; Reuniões semestrais de avaliação de desempenho institucional; Seminário de Gestão Estratégica Premiações e certificações obtidas - AABB, CBA/ Premiações e Certificações CBA/JCI e AABB ( e ); Premiação Troféu do PQGF Ciclo 2007, Certificação PQRio; Quadro Análise Crítica do Global - Inovações e Melhorias Inovação/ Melhoria Ano Responsável Criação da Matriz REAL 2009 DAH Realinhamento Estratégico enfatizado em quatro pilares (Marketing, Financeiro, 2008 DAH Informações e Recursos Humanos) Criação da matriz CPA 2007 DAH Correlacionamento das metas gerenciais e operacionais às metas estratégicas e consolidação para obtenção do resultado global institucional (Fig.1.3.3) DAH As inovações e melhorias foram implementadas após o cumprimento das seguintes fases: apresentação das propostas nos fóruns de discussão/decisão e/ou no Planejamento Estratégico; aprovação; elaboração de estratégias para divulgação e fase de execução propriamente dita. Fig Resultado Global Institucional O sistema de aprendizado para avaliação das práticas de gestão e a implementação das melhorias e/ou inovações está descrito na nos quadros e Quadro Cultura da Excelência Práticas Específicas de Aprendizado Participação em processos externos de avaliação e certificação: PQRio (de 2000 à 2004), PQGF (desde 2001), AABB e CBA/JCI (primeira certificação em 2001, recertificado 2 vezes); Reuniões para análise dos relatórios de não conformidades das avaliações e certificações com elaboração de planos de melhorias; Reuniões semestrais de avaliação de desempenho institucional; Seminário de Gestão Estratégica Premiações e Certificações CBA/JCI e AABB ( e ,); Premiação Troféu do PQGF Ciclo 2007, Certificação PQRio; Correção das não conformidades e melhorias implementadas; Encontros de e Qualidade realizados 18

Missão: Prestar assistência de qualidade em Hematologia e Hemoterapia à população e coordenar a Hemorrede do Estado.

Missão: Prestar assistência de qualidade em Hematologia e Hemoterapia à população e coordenar a Hemorrede do Estado. Missão: Prestar assistência de qualidade em Hematologia e Hemoterapia à população e coordenar a Hemorrede do Estado. Visão: Visão: Ser Ser um um Centro Centro de de Excelência em em hematologia e hemoterapia.

Leia mais

Seminário Regional em Busca de Excelência. Programa de Excelência em Gestão SESDEC

Seminário Regional em Busca de Excelência. Programa de Excelência em Gestão SESDEC Seminário Regional em Busca de Excelência Programa de Excelência em Gestão SESDEC Criado em 2007 o PEG tem por objetivo qualificar a gestão da SESDEC utilizando os modelos preconizados pela FNQ, GESPÚBLICA

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Esta iniciativa busca a modernização e a ampliação das ações e dos instrumentos de Comunicação para atender às necessidades de divulgação e alinhamento de informações

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes 1 PNQS 2012 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Conselho de Clientes Setembro 2012 ORGANOGRAMA 2 PRESIDÊNCIA ASSESSORIAS 1 2 3 4 5 ORGANIZAÇAO

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência

Leia mais

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020

ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

Parte integrante da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor

Parte integrante da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor Parte integrante da Metodologia Tear de Trabalho em Cadeia de Valor 2 Apresentando as etapas da Metodologia Tear de forma simplificada, esta versão resumida foi preparada para permitir um acesso rápido

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal

Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal Plano de COMUNICAÇÃO do Planejamento Estratégico da Justiça Federal PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Introdução É importante ressaltar que um plano de comunicação tem a finalidade de tornar conhecida

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

CAPÍTULO XX DA UNIDADE DE APOIO A GESTÃO ESTRATÉGICA UAGE. Seção I Da Finalidade

CAPÍTULO XX DA UNIDADE DE APOIO A GESTÃO ESTRATÉGICA UAGE. Seção I Da Finalidade CAPÍTULO XX DA UNIDADE DE APOIO A GESTÃO ESTRATÉGICA UAGE Seção I Da Finalidade Art. 1º A Unidade de Apoio à Gestão Estratégica (UAGE) tem como finalidade promover o gerenciamento estratégico setorial

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;

b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob; 1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

PADRÃO DO SISTEMA DE GESTÃO

PADRÃO DO SISTEMA DE GESTÃO Emitente QUALIDADE E GESTÃO Revisão: 00 Pág. 1/5 Nome Data Elaboração Verificação Aprovação Núcleo de Gestão e Qualidade. Núcleo de Gestão e Qualidade Alta Direção (subprefeito, coordenadores, chefe de

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados

Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Experiência: Centro de Pesquisas do HCPA: inovando a gestão da pesquisa por meio de laboratórios compartilhados Hospital de Clínicas de Porto Alegre Administração Central Responsável: Sérgio Carlos Eduardo

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO INSTITUCIONAL 2014-2018 (Síntese da Matriz estratégica) Texto aprovado na 19ª Reunião Extraordinária do CONSUNI, em 04 de novembro de 2013. MISSÃO Ser uma Universidade que valoriza

Leia mais

Nani de Castro. Sumário. Resumo de Qualificações... 2. Atuação no Mercado... 3. Formação Profissional... 5. Contatos... 6.

Nani de Castro. Sumário. Resumo de Qualificações... 2. Atuação no Mercado... 3. Formação Profissional... 5. Contatos... 6. Sumário Resumo de Qualificações... 2 Atuação no Mercado... 3 Formação Profissional... 5 Contatos... 6 Página 1 de 6 Resumo de Qualificações Consultora responsável pela organização e gestão da RHITSolution,

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC

Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC PROGRAMA EXCELÊNCIA GERENCIAL DA SEDEC ( PEG SEDEC ) 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS a. O PEG-SEDEC é a ferramenta de implementação da estratégia de melhoria da

Leia mais

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas

Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Pesquisa de Clima tornou-se uma ação estratégica de Gestão de Pessoas Boas propostas são essenciais para que uma gestão tenha êxito, mas para que isso ocorra é fundamental que os dirigentes organizacionais

Leia mais

Programa de Comunicação Interna e Externa

Programa de Comunicação Interna e Externa Programa de Comunicação Interna e Externa Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Comunicação Interna e Externa das Faculdades Integradas Ipitanga FACIIP pretende orientar a execução

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

Manual Brasileiro NR: MA 1 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000. LIDERANÇA E ADMINISTRAÇÃO Data desta Revisão: 06/03/2006

Manual Brasileiro NR: MA 1 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000. LIDERANÇA E ADMINISTRAÇÃO Data desta Revisão: 06/03/2006 Manual Brasileiro NR: MA 1 Pág: 1/1 de Acreditação - ONA Data de Emissão: 10/01/2000 LIDERANÇA E ADMINISTRAÇÃO Esta seção agrupa os componentes relacionados ao sistema de governo da Organização, aos aspectos

Leia mais

Desenvolvimento Humano

Desenvolvimento Humano ASSESSORIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Desenvolvimento Humano ADVISORY Os desafios transformam-se em fatores motivacionais quando os profissionais se sentem bem preparados para enfrentá-los. E uma equipe

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE

GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores Apresentação A Rede de Nacional de Consultores "ad hoc" do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GesPública se constitui elemento de suma importância

Leia mais

Identificação da Experiência: Gestão do Clima Organizacional Processo A Palavra é Sua.

Identificação da Experiência: Gestão do Clima Organizacional Processo A Palavra é Sua. Identificação da empresa: Viação Santa Cruz S/A Identificação da Experiência: Gestão do Clima Organizacional Processo A Palavra é Sua. Data: Implantação em 2009 aos dias atuais Categoria: Adesão dos Colaboradores

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Estratégico. FUNDAÇÃO CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ Trav. Pe. Eutíquio, 2109 - Batista Campos - 66033-000 - Belém - PA - Brasil

Estratégico. FUNDAÇÃO CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ Trav. Pe. Eutíquio, 2109 - Batista Campos - 66033-000 - Belém - PA - Brasil Estratégico 2008 2011 FUNDAÇÃO CENTRO DE HEMOTERAPIA E HEMATOLOGIA DO PARÁ Trav. Pe. Eutíquio, 2109 - Batista Campos - 66033-000 - Belém - PA - Brasil PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA FUNDAÇÃO HEMOPA 2008 2011

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Sumário 1. Introdução:...3 2. Abrangência:...3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:...3 3.1. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional:...4

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL Fortaleza, 2012 INDICE CAPÍTULO I... 3 DO OBJETIVO GERAL... 3 CAPÍTULO II... 3 DOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 CAPÍTULO III... 4 DA ORGANIZAÇÃO DO PROGRAMA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS ESTADO DA BAHIA

PREFEITURA MUNICIPAL DE TEIXEIRA DE FREITAS ESTADO DA BAHIA _ LEI Nº 429/07 Cria a Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Teixeira de Freitas, Estado da Bahia. Faço saber que a Câmara Municipal

Leia mais

Núcleo Estadual GesPública RS

Núcleo Estadual GesPública RS Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA Núcleo Estadual GesPública RS Contexto do GESPÚBLICA no MINISTÉRIO Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão G E S P Ú B L I C A Conselho

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

e) visa estabelecer diretrizes aplicáveis ao posicionamento estratégico de comunicação e marketing das entidades integrantes do Sicoob.

e) visa estabelecer diretrizes aplicáveis ao posicionamento estratégico de comunicação e marketing das entidades integrantes do Sicoob. 1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing: Política Institucional de Comunicação e Marketing a) é elaborada por proposta da área de Comunicação e Marketing da Confederação Nacional das

Leia mais

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento PNQS 2010 IGS SETEMBRO/2010 ORGANOGRAMA DA ORGANIZAÇÃO CANDIDATA Vice-presidência de GO Superintendência T Gerência Prod. e Desenvolvimento

Leia mais

Resoluções nº 90 e nº 99 de 2009 CNJ

Resoluções nº 90 e nº 99 de 2009 CNJ Resoluções nº 90 e nº 99 de 2009 CNJ Março COMITÊ GESTOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CGTIC 2 ÍNDICE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO... 3 Apresentação...

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Implantação da Governança a de TI na CGU

Implantação da Governança a de TI na CGU Implantação da Governança a de TI na CGU José Geraldo Loureiro Rodrigues Diretor de Sistemas e Informação Controladoria-Geral da União I Workshop de Governança de TI da Embrapa Estratégia utilizada para

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora

Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Plano Diretor do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora Missão Formar recursos humanos, gerar conhecimentos e prestar assistência de qualidade na área da saúde à comunidade da região.

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Painel de Contribuição ASGE (Outubro/2015)

Painel de Contribuição ASGE (Outubro/2015) ASGE (Outubro/2015) Objetivo Estratégico / Iniciativa Estratégica/ Meta Estratégica 1. Alcançar 82% dos Projetos dentro do Prazo/ Aperfeiçoar a gestão de projetos 2. Implementar a Gestão de Riscos a) Criar

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

Planejamento Estratégico 2007 2008. Quatro Projetos da Equipe 1

Planejamento Estratégico 2007 2008. Quatro Projetos da Equipe 1 Planejamento Estratégico 2007 2008 Objetivo Estratégico: Estimular criação / desenvolvimento e fortalecimento de programas estaduais e setoriais. Quatro Projetos da Equipe 1 revisão em 26/09/2007 Missão:

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2013 Procuradoria Regional da República da 1 Região Painel de Contribuição. ATIVIDADES (como fazer?)

PLANO DE AÇÃO 2013 Procuradoria Regional da República da 1 Região Painel de Contribuição. ATIVIDADES (como fazer?) Reunir com o Gabinete do Procurador-Chefe, para apresentação da metodologia de trabalho março, Anna e Vânia Castro Consolidar a lista de procedimentos e rotinas que serão mapeadas em toda a PRR1 1 "Mapear

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 03/13 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ELABORAÇÃO - 2014 Introdução: O Planejamento é uma tecnologia de gestão que visa articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas

Leia mais

PLANO DE AÇÃO - 2014

PLANO DE AÇÃO - 2014 PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PLANO DE AÇÃO - 2014 MISSÃO Assessorar as Regionais Educacionais, fortalecendo o processo

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS

PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS PRS - Programa de Responsabilidade Social do Crea-RS Gestão de Administração e Finanças Gerência de Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social Junho/2014 Desenvolvimento Sustentável Social Econômico

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

REGULAMENTO 1º CONCURSO INOVAÇÃO NO TCE-PE

REGULAMENTO 1º CONCURSO INOVAÇÃO NO TCE-PE 1 REGULAMENTO 1º CONCURSO INOVAÇÃO NO TCE-PE A Escola de Contas Públicas Professor Barreto Guimarães (ECPBG) torna público o regulamento do 1º Concurso Inovação no TCE-PE, que será regido de acordo com

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

QUALITY ASSURANCE. Com a Auditoria Interna da Telefônica Vivo se Estruturou para Obter a Certificação Internacional do IIA

QUALITY ASSURANCE. Com a Auditoria Interna da Telefônica Vivo se Estruturou para Obter a Certificação Internacional do IIA QUALITY ASSURANCE Com a Auditoria Interna da Telefônica Vivo se Estruturou para Obter a Certificação Internacional do IIA Viviane Souza Miranda CCSA Diretora de Auditoria Interna Telefônica Vivo Índice

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO

ATRIBUIÇÕES ESSENCIAIS DA FUNÇÃO PERFIL DE CARGO S 1- DADOS DA VAGA Cargo: Analista Função: Analista de Cooperativismo e Monitoramento Unidade Estadual: Sescoop- Maranhão Carga Horária: 40h/ semanais Salário: R$ 1.663,00 (hum mil seiscentos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS:

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS: AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO COM FOCO EM COMPETÊNCIAS: Implantação do sistema de Avaliação de Desempenho com Foco em Competências no Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região Belém PA 2013 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Fortus Consultoria Contábil Case Qualidade. Gestão de Resultados Solução Independente de Setor e Tamanho

Fortus Consultoria Contábil Case Qualidade. Gestão de Resultados Solução Independente de Setor e Tamanho Fortus Consultoria Contábil Case Qualidade Gestão de Resultados Solução Independente de Setor e Tamanho A Motivação da Busca de Programas de Qualidade 34 Experiência com manuais sobre qualidade em indústria

Leia mais