ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL"

Transcrição

1 ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas à Política Estadual de Gestão do Conhecimento instituída por intermédio da Resolução SEPLAG no. 55, de 27/7/2012. DA FINALIDADE Art. 1. As Comunidades de Prática no Poder Executivo Estadual têm por finalidade: Promover o compartilhamento de conhecimentos e experiências vivenciadas em torno de temáticas relevantes para a gestão pública, visando potencializar o aprendizado individual e coletivo e promover o aprimoramento permanente das políticas públicas. Art. 2.Constituem objetivos das Comunidades de Prática: Desenvolvimento de estratégias organizacionais; Resolução de problemas organizacionais específicos; Transferência de melhores práticas; Desenvolvimento de habilidades profissionais, mediante a capacitação de seus membros em consonância com o grau de maturidade dos mesmos: novatos, qualificados, experientes e especialistas. Assessoramento/aconselhamento técnico aos integrantes, contribuindo para o adequado exercício das suas funções. DA COMPOSIÇÃO Art.3. Os membros da CoP comporão um grupo de especialização temática, atuando em funções correlatas, de modo que haja afinidade de linguagem e compartilhamento de interesses e propósitos, fundamental para a efetividade das interações. Será considerada a eventual inclusão de membros externos ao Governo de Minas, de modo a ampliar o capital social da comunidade e agregar novos conhecimentos especializados. Art.4. O modelo de gestão das Comunidades de Prática no Poder Executivo Estadual preconiza os seguintes atores: a) Patrocinador Integrante da alta administração, legitima e apóia a comunidade, provendo meios e recursos para o seu efetivo funcionamento. São responsabilidades atribuídas ao Patrocinador:

2 Direcionar e promover a materialização dos planos de ação da CoP; Promover os resultados da CoP; Promover ações voltadas para a valorização e reconhecimento dos membros da CoP. b) Moderador O moderador é um membro que lidera, monitora, reporta e mobiliza os membros em torno das atividades e questões abordadas pela CoP. Formalmente discriminado no ato de solicitação de abertura da comunidade, com base em formulário específico, o moderador deve manter um alto nível de energia na CoP, estimulando a participação e o engajamento dos integrantes, bem como zelando pela estruturação da memória da comunidade. São responsabilidades atribuídas ao Moderador: Buscar, junto à alta administração/patrocinador, orientação estratégica para nortear as atividades da comunidade; Estabelecer cronograma de atividades e zelar pelo seu cumprimento; Coordenar as atividades, zelando pelo seu adequado desenvolvimento; Identificar e incorporar ou analisar/aprovar as solicitações de inscrição de novos membros que possam contribuir para o aprimoramento das atividades da CoP; Estimular a participação dos membros; Coletar e propagar boas práticas e lições aprendidas a partir das interações entre os membros; Avaliar periodicamente o desempenho da comunidade; Elaborar relatórios e comunicar resultados; Propor e executar mudanças e melhorias com base no desempenho da comunidade e das demandas dos membros; Identificar e arregimentar membros que possam contribuir para a adequada gestão das atividades da CoP, subsidiando-o em suas tarefas; Propor mecanismos de valorização e reconhecimento dos membros da CoP, obtendo a necessária validação do patrocinador. Gestores de conteúdos: membros especialistas na temática da CoP, mediante indicação eventual e temporária do moderador, de acordo com a necessidade, tendo como atribuições específicas: Validar os documentos técnicos gerados pela comunidade; Capacitar os membros nas temáticas indicadas. c) Membros Efetivos: integrantes da CoP, convidados ou aprovados pelo Moderador, com as seguintes atribuições: Compartilhar conhecimentos e experiências; Expor dúvidas; Participar das discussões e encontros promovidos pela comunidade; Contribuir para a estruturação de documentos; d) Membros Observadores: integrantes da CoP, são atores que exercem atividades organizacionais que apresentam sinergia com os temas retratados. Representam elos de

3 ligação entre as comunidades (formais e informais) da Administração Pública Estadual, promovendo a necessária intersetorialidade entre as temáticas relevantes para a gestão pública. Cabe aos observadores acompanhar e participar das discussões realizadas no âmbito da CoP, trazendo informações complementares que possam agregar valor ao grupo. Art.5. De modo a subsidiar as atividades desenvolvidas no âmbito da CoP, promovendo uma adequada definição de papéis e responsabilidades, os membros deverão ser identificados segundo uma escala de maturidade profissional, definida no ato de preenchimento de formulário de inscrição pelo próprio candidato/convidado a membro: os iniciantes, que sendo ainda inexperientes no tema foco da comunidade, demandam educação e treinamento de forma mais intensiva; os qualificados, que já possuem alguma experiência e podem atuar em níveis básicos, mas ainda requerem orientação para melhoria de desempenho; os experientes, que possuem alto nível de experiência e aportam conhecimento às interações; buscam a agregação de novos conhecimentos e informações; os especialistas, que são referência no assunto e trazem importante diferencial para a inovação e resolução de problemas, norteando as estratégias de geração de conhecimentos no âmbito da comunidade. Art.6. A participação dos servidores será voluntária, sendo permitida a entrada de novos membros e observadores a qualquer momento, integrantes da Administração Pública Estadual ou externos, por convite ou solicitação, a critério do moderador. DAS ATIVIDADES Art.7. Serão promovidos encontros presenciais regulares, com periodicidade a ser definida pelo grupo, dado que o conhecimento tácito é melhor transferido através de contato pessoal. São ressalvadas as situações caracterizadas por grande dispersão territorial dos membros e/ou inviabilidade orçamentária. Também serão promovidas interações virtuais entre os membros da CoP, em ferramenta específica disponibilizada para essa finalidade, em caráter complementar aos encontros presenciais ou como alternativa a estes. A CoP virtual não apresenta restrição de tempo ou espaço, otimizando as oportunidades de interação entre as equipes. Art.8. As atividades das COPs serão desenvolvidas com base nos seguintes instrumentos: a) Instrumentos presenciais Fórum de discussão presencial Encontro de periodicidade regular visando a discussão de temas previamente selecionados. O evento deverá redundar em um relatório apontando os tópicos abordados, considerações e

4 conclusões obtidas pelo grupo, além de plano de ação relacionado com as decorrentes ações programadas. Também tem o caráter de acompanhamento/balanço das atividades desenvolvidas e elaboração de estratégias de atuação. Capacitação técnica Realização de treinamentos na modalidade presencial, promovidos pelo moderador e conduzidos por membros especialistas da comunidade por ele designados, ou por convidados externos. Grupo de estudos Encontros voltados para a análise e discussão de temas relevantes para a Comunidade, promovidos pelo moderador e conduzidos por membros especialistas da comunidade, segundo necessidades previamente identificadas ou apontadas pelo grupo. b) Instrumentos virtuais Blog Espaço destinado à publicação de notícias, eventos, agenda e status de atividades, tutoriais, links úteis, mural, avisos gerais e alertas acerca de fatos que exijam atenção ou providência na temática abordada pela CoP. Perfis de membros Espaço destinado à apresentação dos perfis dos membros, constituindo guias para a identificação de expertises, de modo a facilitar as interações e promover a integração dos membros. Fórum de discussão virtual Exerce papel complementar em relação ao fórum presencial, permitindo a interação entre os participantes antes e após o evento, ou independentemente deste, quando a interação presencial for dispensável ou inviável. Constitui também o ponto de partida para a análise e validação de Boas Práticas e Lições Aprendidas. Capacitação à distância Realização de treinamentos na modalidade de ensino à distância EAD, esta última mediante a disponibilização de plataforma específica para essa finalidade, em consonância com o Plano Estadual de Gestão do Conhecimento. Repositórios

5 Espaços administrados pelo moderador, destinados ao armazenamento dos documentos técnicos e gerenciais produzidos ou utilizados pela comunidade, segundo regras específicas de taxonomia, abrangendo os seguintes conteúdos: Boas práticas: relato de práticas que provaram ter valor ou efetividade, relacionadas a aplicação de uma técnica, método, procedimento ou processo para realização de uma tarefa ou resolução de um problema, e que possam ser aplicadas ou adaptadas para outras condições no futuro. Lições aprendidas: narrativa que relata uma experiência, positiva ou negativa, contendo o que era esperado que acontecesse, os fatos ocorridos, a análise das causas das diferenças e o que pôde ser aprendido durante o processo. Podem estar vinculadas a boas práticas ou não. Relatórios técnicos de Fóruns de Discussão: síntese das principais conclusões e deliberações tomadas no âmbito dos fóruns. Documentação: formulários/templates, material de apoio utilizado para grupos de estudos, apresentações, conteúdo de treinamentos, relatórios gerenciais vinculados à temática abordada pela CoP, dentre outros. DO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Art.9. Deverá ser realizada de avaliação de desempenho semestral da CoP, incluindo a apuração de indicadores de esforço e resultado, em consonância com a Política Estadual de Gestão do Conhecimento. DA DOCUMENTAÇÃO PERTINENTE Compõem o modelo de gestão de Comunidades de Prática no Poder Executivo Estadual a seguinte documentação: Estatuto padrão; Metodologia de Grupos de Estudos; Critérios taxonômicos para classificação e inserção de conteúdos na ferramenta de CoP virtual; Indicadores de desempenho, em consonância com a Política Estadual de Gestão do Conhecimento; Política de Uso da ferramenta tecnológica; Manual da ferramenta tecnológica. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

6 Art. 10. Os membros se obrigam a cumprir os termos e condições estabelecidos na documentação pertinente às Comunidades de Prática no âmbito do Poder Executivo Estadual. Art.11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

NORMA DE INSTRUTORIA INTERNA NOR 351

NORMA DE INSTRUTORIA INTERNA NOR 351 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: INSTRUTORIA INTERNA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 463, de 10/09/2012 VIGÊNCIA: 10/09/2012 NORMA DE INSTRUTORIA INTERNA NOR 351 01/07 ÍNDICE 1. FINALIDADE...

Leia mais

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto

Termo de Referência para contratação de consultor na modalidade Produto TÍTULO DO PROJETO: Fortalecimento da capacidade institucional com vistas a melhoria dos processos de monitoramento e avaliação dos programas de fomento voltados para a Educação Básica e para o Ensino Superior

Leia mais

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional 1 PROFIAP Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS TERMOS DE REFERÊNCIA Versão 17/07/2012 No âmbito de um processo

Leia mais

Engajamento com Partes Interessadas

Engajamento com Partes Interessadas Instituto Votorantim Engajamento com Partes Interessadas Eixo temático Comunidade e Sociedade Principal objetivo da prática Apoiar o desenvolvimento de uma estratégia de relacionamento com as partes interessadas,

Leia mais

Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional

Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONSULTORIA COORDENADOR/A DE CAPACITAÇÃO 1. Antecedentes Projeto IPPDH Cooperação Humanitária Internacional O Projeto Cooperação Humanitária Internacional tem por objetivo o desenvolvimento

Leia mais

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 040/2007

RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 040/2007 RESOLUÇÃO UnC-CONSEPE 040/2007 Aprova a Reformulação do Regimento da Educação a Distância O Reitor da Universidade do Contestado, no uso de suas atribuições, de acordo com o Art. 25 do Estatuto da Universidade

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando:

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade. de maio de 2007, publicada em DOU de 22 de maio de 2007, considerando: Resolução Nº. 024/2010/CONSEPE/ Regulamento de Estágio Supervisionado O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, credenciada pela Portaria MEC

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Arquivologia:

Gestão do Conhecimento e Arquivologia: Gestão do Conhecimento e Arquivologia: entrelaçamentos e possibilidades na formação do profissional arquivista. Profa. Dra. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS Arquivologia Salvador, 2013. Apresentação

Leia mais

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE

CONSELHO DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE ANEXO II TERMO DE REFERÊNCIA PROFISSIONAL NÍVEL SUPERIOR CONTEUDISTA (MESTRE) PARA O CURSO DE QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA, COM UTILIZAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE GESTÃO DA

Leia mais

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF Disseminadores de Educação Fiscal Regulamento do Curso Escola de Administração Fazendária ESAF REGULAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Escola de Administração Fazendária ESAF

Leia mais

Turnaround de Empresas da reestruturação à recuperação judicial Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração

Turnaround de Empresas da reestruturação à recuperação judicial Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

A Prática Educativa na EAD

A Prática Educativa na EAD A Prática Educativa na EAD A Prática Educativa na EAD Experiências na tutoria em EAD Disciplina de Informática Educativa do curso de Pedagogia da Ufal nos pólos de Xingó, Viçosa e São José da Laje (2002-2004).

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE DESATRES CEPED/RS CURSO DE EXTENSÃO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EM GESTÃO NA SAÚDE POR MEIO DA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: EXPERIÊNCIA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ

DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EM GESTÃO NA SAÚDE POR MEIO DA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: EXPERIÊNCIA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ IV Encontro Nacional de Educação a Distância para a Rede de Escolas de Governo DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS EM GESTÃO NA SAÚDE POR MEIO DA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: EXPERIÊNCIA DA ESCOLA DE

Leia mais

REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO

REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO REGULAMENTO CURSO DESCENTRALIZADO I Nome do curso PROTAGONISMO JUVENIL - GRÊMIO ESTUDANTIL E A FORMAÇÃO CIDADÃ NO ESPAÇO ESCOLAR II Apresentação: descrição do curso O curso capacitará os participantes

Leia mais

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL

Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL Regulamento dos Cursos do Programa ESMP-VIRTUAL A DIRETORA DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS no exercício de suas atribuições legais, com fundamento no art. 65, inciso II da Lei

Leia mais

Salvador, Bahia Quarta-feira 16 de Abril de 2014 Ano XCVIII N o 21.405 EDITAL Nº 034/2014

Salvador, Bahia Quarta-feira 16 de Abril de 2014 Ano XCVIII N o 21.405 EDITAL Nº 034/2014 Salvador, Bahia Quarta-feira 16 de Abril de 2014 Ano XCVIII N o 21.405 EDITAL Nº 034/2014 O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB), no uso de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE tornar

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Curso de Capacitação para Tutoria de Cursos a Distância (3ª Edição)

Curso de Capacitação para Tutoria de Cursos a Distância (3ª Edição) Curso de Capacitação para Tutoria de Cursos a Distância (3ª Edição) Proponente: Ricardo Lisboa Pegorini (rpegorini@gmail.com) Especialista em Metodologia da Educação a Distância; Gestor do Ambiente Virtual

Leia mais

Seleção de Tutores para Polo Regional Nordeste Setentrional da Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital nas Comunidades Telecentros.

Seleção de Tutores para Polo Regional Nordeste Setentrional da Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital nas Comunidades Telecentros. PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES - TELECENTROS.BR REDE NACIONAL DE FORMAÇÃO PARA INCLUSÃO DIGITAL POLO REGIONAL NORDESTE SETENTRIONAL EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Seleção de

Leia mais

Estruturando Processo de Gestão de Projeto. José Renato Santiago

Estruturando Processo de Gestão de Projeto. José Renato Santiago Estruturando Processo de Gestão de Projeto Metodologia de Gestão de Projetos Objetivo: O objetivo deste documento é apresentar ações e iniciativas voltadas para a implantação de metodologia de Gestão de

Leia mais

EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAIS PARA OS POLOS DE APUCARANA E PARANAGUÁ - 64/2013 CIPEAD/PROGRAD/SEPT

EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAIS PARA OS POLOS DE APUCARANA E PARANAGUÁ - 64/2013 CIPEAD/PROGRAD/SEPT EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAIS PARA OS POLOS DE APUCARANA E PARANAGUÁ - 64/2013 CIPEAD/PROGRAD/SEPT CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM MÍDIAS INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO 2013 A Universidade

Leia mais

MBA Executivo. Coordenação Acadêmica: Prof. Marcos Avila Apoio em EaD: Prof a. Mônica Ferreira da Silva Coordenação Executiva: Silvia Martins Mendonça

MBA Executivo. Coordenação Acadêmica: Prof. Marcos Avila Apoio em EaD: Prof a. Mônica Ferreira da Silva Coordenação Executiva: Silvia Martins Mendonça Coordenação Acadêmica: Prof. Marcos Avila Apoio em EaD: Prof a. Mônica Ferreira da Silva Coordenação Executiva: Silvia Martins Mendonça 1 O Instituto COPPEAD: O Instituto COPPEAD oferece o curso de especialização

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. Institui os procedimentos para o gerenciamento de projetos prioritários no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e dá outras providências.

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL TERMO DE REFERÊNCIA CAPACITAÇÃO INTERNA FACILITADOR PEDAGÓGICO

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL TERMO DE REFERÊNCIA CAPACITAÇÃO INTERNA FACILITADOR PEDAGÓGICO MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE DEFESA CIVIL TERMO DE REFERÊNCIA CAPACITAÇÃO INTERNA FACILITADOR PEDAGÓGICO 1 Função no Projeto Facilitação especializada em metodologias pedagógicas

Leia mais

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 23/2012 Aprova a implantação do Sistema de Gestão de Pessoas por Competências (SGPC) da UFPB. O Conselho Universitário

Leia mais

Lições Aprendidas em Gestão de Projetos

Lições Aprendidas em Gestão de Projetos Lições Aprendidas em Gestão de Projetos 27/03/2013 Gestão de Projetos Um processo estruturado de Gestão de Projetos demanda uma estreita relação entre Pessoas & Recursos, Atividades e os Resultados (Produtos

Leia mais

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS

A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS A atuação do TecSaúde e da Fundação do Desenvolvimento Administrativo para a formação em EAD de trabalhadores do SUS São Paulo SP Maio 2012 Setor Educacional Educação Corporativa Classificação das Áreas

Leia mais

DESCRITIVO DE CURSO. MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental

DESCRITIVO DE CURSO. MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental DESCRITIVO DE CURSO MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental 1. Posglobal Após a profunda transformação trazida pela globalização estamos agora em uma nova fase. As crises econômica, social e ambiental

Leia mais

PROFLETRAS R E G I M E N T O

PROFLETRAS R E G I M E N T O PROFLETRAS R E G I M E N T O CAPÍTULO I - CAPITULO II - CAPÍTULO III - CAPÍTULO IV - CAPÍTULO V - CAPÍTULO VI - CAPÍTULO VII - CAPÍTULO VIII - Das Finalidades Das Instituições Associadas Da Organização

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório.

Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório. Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais REGULAMENTO 001, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. Regula o Monitoramento da Inserção e das Atividades

Leia mais

PROGRAMA TALENTOS DA EDUCAÇÃO 2015

PROGRAMA TALENTOS DA EDUCAÇÃO 2015 PROGRAMA TALENTOS DA EDUCAÇÃO 2015 O programa Talentos da Educação é uma iniciativa da Fundação Lemann para apoiar pessoas talentosas e comprometidas com a melhoria da educação no Brasil. A proposta é

Leia mais

Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial.

Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial. Alcance e flexibilidade nem sempre oferecidos pelo ensino presencial. Nos programas e cursos da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (EAD/ ENSP), a formação dos profissionais

Leia mais

Porque Educação Executiva Insper

Porque Educação Executiva Insper 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

ORIENTAR R E MONITORAR A GESTÃO DO CONHECIMENTO 1 OBJETIVO

ORIENTAR R E MONITORAR A GESTÃO DO CONHECIMENTO 1 OBJETIVO ORIENTAR R E MONITORAR A GESTÃO DO CONHECIMENTO Proposto por: Equipe do Departamento de Apoio nos Núcleos Regionais (DENUR) Analisado por: ATENÇÃO: A cópia impressa a partir da intranet Aprovado por: Integrante

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DELIBERAÇÃO Nº 010 /03 Dispõe sobre as condições para oferta de disciplinas à distância nos cursos presenciais da UERJ. O CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, no uso da competência que lhe

Leia mais

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA SERVIÇOS TÉCNICOS ESPECIALIZADOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DOS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NOS INSTITUTOS QUE OPERAM NO ÂMBITO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONTRATO 189-01/2012 RELATÓRIO 1 30.09.2012

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC MINAS UNIDADE BELO HORIZONTE CAPÍTULO I DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Art. 1º - O programa de Iniciação Científica da

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4

EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 1 EDUCAÇÃO EXECUTIVA PARA O MERCADO FINANCEIRO MAIO / 2005 108-TC-B4 NADINE WASSMER TREINA E-LEARNING treina@treina.com.br ROSANA GOMES CONTEÚDOS E HABILIDADES EDUCAÇÃO CORPORATIVA DESCRIÇÃO DE PROJETO

Leia mais

PODERJUD1CIÂRIO TRIBUNAL DEJUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS TERMO DE REFERÊNCIA

PODERJUD1CIÂRIO TRIBUNAL DEJUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS TERMO DE REFERÊNCIA PODERJUD1CIÂRIO TRIBUNAL DEJUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO TERMO DE REFERÊNCIA l. DO OBJETO CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA EM CLIMA ORGANIZACIONAL PARA ATUAR EM TODAS AS UNIDADES DO PODER JUDICIÁRIO

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) -

CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Exemplo de Atribuições: Condições de Trabalho: Requisitos para preenchimento do cargo: b.1) - CARGO: PROFESSOR Síntese de Deveres: Participar do processo de planejamento e elaboração da proposta pedagógica da escola; orientar a aprendizagem dos alunos; organizar as atividades inerentes ao processo

Leia mais

A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL.

A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL. A disciplina de Gestão do Conhecimento no currículo do Curso de Biblioteconomia: a experiência da UFRGS/BRASIL. Profa. Maria do Rocio F. Teixeira DCI/FABICO/UFRGS IX Encuentro de Directores y VIII de Docentes

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT 1 RESOLUÇÃO CONSU 2015 04 de 14/04/2015 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARA TUTORES - PCAT Campus Virtual 2 A. JUSTIFICATIVA A vida universitária tem correspondido a um período cada vez mais

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA Boletim GESTÃO DE PESSOAS & RECURSOS HUMANOS IPEA, 13 de outubro de 2010 EXTRA Nº 2 OUTUBRO INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 385, DE 13 DE OUTUBRO DE 2010. Institui, no âmbito do IPEA,

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 Normatiza a oferta de cursos a distância, em nível de graduação, sequenciais, tecnólogos, pós-graduação e extensão universitária ofertados pela Universidade

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Projeto Empreendedores Cívicos

Projeto Empreendedores Cívicos Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO 2014 TEMA: CAPACITAÇÃO COMPARTILHADA: O CLIENTE EM FOCO: DESENVOLVENDO EQUIPES COM ALTA PERFORMANCE EM ATENDIMENTO

DESENVOLVIMENTO 2014 TEMA: CAPACITAÇÃO COMPARTILHADA: O CLIENTE EM FOCO: DESENVOLVENDO EQUIPES COM ALTA PERFORMANCE EM ATENDIMENTO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO ADMINISTRATIVA INTEGRADA A TECNOLOGIA UnC INTRODUÇÃO A UnC interage com um mundo organizacional competitivo, inclusive com sua própria estrutura administrativa e geográfica que

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO

ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO CAPÍTULO 02 ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO Simplificação Administrativa Planejamento da Simplificação Pré-requisitos da Simplificação Administrativa Elaboração do Plano de Trabalho Mapeamento Mapeamento

Leia mais

Cursos a Distância com Tutoria Turmas com mínimo de 60 participantes

Cursos a Distância com Tutoria Turmas com mínimo de 60 participantes Cursos a Distância com Tutoria Turmas com mínimo de 60 participantes Análise e melhoria de processos - MASP Servidores públicos federais interessados em conhecer a gestão da qualidade e utilizá-la na melhoria

Leia mais

Brasília (DF), 26 de novembro de 2010. Clarisse Droval

Brasília (DF), 26 de novembro de 2010. Clarisse Droval Brasília (DF), 26 de novembro de 2010 1 Propósito e Natureza Discussão dos grandes temas nacionais pertinentes ao conhecimento Papel de natureza social, desde 04/07/2008 está qualificada pelo Ministério

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

Ações de Adaptação de Comunidades e seus Ecossistemas aos Eventos Climáticos

Ações de Adaptação de Comunidades e seus Ecossistemas aos Eventos Climáticos PROCESSO SELETIVO 2011 Ações de Adaptação de Comunidades e seus Ecossistemas aos Eventos Climáticos REGULAMENTO Prezado Gestor, Criado em 2006, o Instituto HSBC Solidariedade é responsável por gerenciar

Leia mais

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA

CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA CARTA DO PARANÁ DE GOVERNANÇA METROPOLITANA Em 22 e 23 de outubro de 2015, organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano SEDU, por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba COMEC,

Leia mais

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE

MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE 1 MANUAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA OS CURSOS DE BACHARELADO EM SAÚDE Olinda PE Agosto / 2014 2 Introdução As atividades complementares representam um conjunto de atividades extracurriculares que

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Metodologia. 4. Resultados. 5. Considerações

1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Metodologia. 4. Resultados. 5. Considerações Comunidades de Prática Experiências e Contribuições da Tecnologia para a Educação Profissional Lane Primo Senac Ceará 2012 Sumário 1. Introdução 2. Conceitos 3. Metodologia 4. Resultados 5. Considerações

Leia mais

O futuro da educação já começou

O futuro da educação já começou O futuro da educação já começou Sua conexão com o futuro A 10 Escola Digital é uma solução inovadora para transformar a sua escola. A LeYa traz para a sua escola o que há de mais moderno em educação, a

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Gestão de Risco em Saúde: Segurança para Pacientes, Equipes e Ambiente Assistencial

FICHA TÉCNICA. Gestão de Risco em Saúde: Segurança para Pacientes, Equipes e Ambiente Assistencial FICHA TÉCNICA Gestão de Risco em Saúde: Segurança para Pacientes, Equipes e Ambiente Assistencial O objetivo do curso é capacitar os profissionais de saúde no uso de ferramentas de gerenciamento de risco

Leia mais

Profissionais de Alta Performance

Profissionais de Alta Performance Profissionais de Alta Performance As transformações pelas quais o mundo passa exigem novos posicionamentos em todas as áreas e em especial na educação. A transferência pura simples de dados ou informações

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS

RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO E PROCESSO ANUAL DE CONTAS (Normativos e composição) Outubro - 2010 Coordenação-Geral de Técnicas, Procedimentos e Qualidade DCTEQ Eveline Brito Coordenadora-Geral de Técnicas, Procedimentos

Leia mais

Trilhas Técnicas SBSI - 2014

Trilhas Técnicas SBSI - 2014 brunoronha@gmail.com, germanofenner@gmail.com, albertosampaio@ufc.br Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

RESOLUÇÃO GPGJ Nº 1.943 DE 13 DE OUTUBRO DE 2014.

RESOLUÇÃO GPGJ Nº 1.943 DE 13 DE OUTUBRO DE 2014. RESOLUÇÃO GPGJ Nº 1.943 DE 13 DE OUTUBRO DE 2014. Dispõe sobre o Modelo de Governança do Planejamento Estratégico do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013

PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 PORTARIA INTERMINISTERIAL No-10, DE 11 DE JULHO DE 2013 Regulamenta o Decreto nº 7.385, de 8 de dezembro de 2010, que instituiu o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS). Os MINISTROS

Leia mais

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Projeto de Implantação do Núcleo Tecnológico de Educação Aberta - NTEA Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Ourinhos - 2012 2 1- DADOS GERAIS 1.1 UNIDADE EXECUTORA FIO - FACULDADES INTEGRADAS DE OURINHOS

Leia mais

Valorizando ideias e experiências participativas que promovam o direito humano à educação REGULAMENTO

Valorizando ideias e experiências participativas que promovam o direito humano à educação REGULAMENTO REGULAMENTO 1. O RECONHECIMENTO PÚBLICO DE OLHO NOS PLANOS 1.1. O Reconhecimento Público é uma ação da iniciativa De Olho nos Planos, composta pelos seguintes parceiros: Ação Educativa, UNICEF, Campanha

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA 2014

CHAMADA PÚBLICA 2014 EDITAL N º 34/PROPPI/2014 CÂMPUS URUPEMA CHAMADA PÚBLICA 2014 PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS COM FINALIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA EM CURSOS REGULARES NO CÂMPUS URUPEMA EXECUÇÃO:

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

UNICEF BRASIL Edital de Licitação RH/2012/032

UNICEF BRASIL Edital de Licitação RH/2012/032 UNICEF BRASIL Edital de Licitação RH/2012/032 O UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Organização mundial pioneira na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, convida empresas e consultores

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA 2015

CHAMADA PÚBLICA 2015 EDITAL N º 10/PROPPI/2015 Retificado CHAMADA PÚBLICA 2015 PROGRAMA DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS TÉCNICOS COM FINALIDADE DIDÁTICO-PEDAGÓGICA EM CURSOS REGULARES NO Câmpus SÃO MIGUEL DO OESTE

Leia mais

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF

Disseminadores de Educação Fiscal. Regulamento do Curso. Escola de Administração Fazendária ESAF Disseminadores de Educação Fiscal Regulamento do Curso Escola de Administração Fazendária ESAF REGULAMENTO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO CURSO Art. 1º A Escola de Administração Fazendária ESAF

Leia mais

O Gerenciamento Organizacional de Projetos (GOP) pode ser descrito como uma estrutura de execução da estratégia coorporativa, com objetivo de

O Gerenciamento Organizacional de Projetos (GOP) pode ser descrito como uma estrutura de execução da estratégia coorporativa, com objetivo de Aula 02 1 2 O Gerenciamento Organizacional de Projetos (GOP) pode ser descrito como uma estrutura de execução da estratégia coorporativa, com objetivo de alcançar melhor desempenho, melhores resultados

Leia mais

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD.

Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 2013. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. Edital para publicação no site período de 23 a 30 de junho de 203. PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* CÓD. GESTÃO EAD Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico

Leia mais

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. Aplicação Esta política aplica-se a todos os colaboradores Técnico-administrativos, sejam vínculo CLT ou contrato de estágio. 2. Objetivo Estabelecer critérios

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO DO INTERIOR DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO COORDENADORIA DE ENSINO DO INTERIOR DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA EDITAL nº 01 /2015 A Direção da EE Cel. Fernando Prestes, torna pública a abertura de inscrição para professores interessados em exercer a FUNÇÃO DE PROFESSOR COORDENADOR para o segmento do Ensino Médio,

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais