RESIDENCIA MÉDICA UFRJ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESIDENCIA MÉDICA UFRJ"

Transcrição

1 1. Homem 54 anos, em uso regular de diclofenaco sódico por dor lombar. Há 24h com náuseas, vômitos e soluços. Normocorado, hálito urêmico, pressão arterial (PA) = 140x72mmHg, frequência cardíaca (FC)= 123bpm, frequência respiratória (FR)= 20 irpm, SatO 2 = 97% (ar ambiente). Presença de flapping. Abdome flácido, depressível, doloroso a palpação profunda. Exames laboratoriais: hemoglobina (Hb) = 14g/dL, hematócrito (Ht)= 42%, leucograma = 8600céls/mm 3 (0/15/3/65/12/5), uréia= 120mg/dL, creatinina= 1.7mg/dL, sódio= 140mEq/L. EAS com presença de eosinófilos. Ultrassonografia renal e de vias urinárias: rins tópicos e de tamanho normal, ausência de hidronefrose, relação córtico-medular preservada. QUESTÃO A - Qual o diagnóstico sindrômico provável? QUESTÃO B - Qual o diagnóstico etiológico provável? QUESTÃO C - Qual a terapêutica a ser instituída? Quadro III Clínica Médica Página 1

2 QUESTÃO D- Quais outros exames devem ser solicitados? Quadro III Clínica Médica Página 2

3 2. Mulher, 21 anos, com diagnóstico de endometriose, em uso regular de anticoncepcional oral, com dor abdominal difusa há 2 dias, associada a náuseas, astenia e letargia. Encontra-se prostrada, taquipneica, taquicárdica, hipohidratada +++/4, FC =115bpm, PA= 90x60mmHg. Exames laboratoriais: ph= 7,2; paco 2 = 22mmHg, bicarbonato= 14 mg/dl, glicemia= 322 mg/dl e sódio 132 meq/l. QUESTÃO A- Qual a principal hipótese diagnóstica? QUESTÃO B- Quais exames podem ser solicitados para sua confirmação? QUESTÃO C- Cite dois diagnósticos diferenciais: Quadro III Clínica Médica Página 3

4 3. Mulher, 46 anos, com quadro gripal, faz uso de cotrimoxazol por conta própria. Em 48 horas aparecem lesões cutâneas máculo-pápulo-edematosas com centro violáceo em tronco, membros e mucosas oral e vaginal. Evolui com descolamento da epiderme em menos de 10% da superfície corporal. Acompanha o quadro, febre e mialgia. QUESTÃO A- Qual é a principal hipótese diagnóstica? QUESTÃO B- Quais são os principais agentes etiológicos envolvidos? Quadro III Clínica Médica Página 4

5 4. Homem, 42 anos, apresenta há 6 anos episódios intermitentes de poliartralgia migratória, tratado com anti-inflamatório não hormonal, sendo feito o diagnóstico de artrite soronegativo (auto-anticorpos negativos). Nos últimos 2 anos iniciou uso de glicocorticóides. Passou a apresentar diarreia persistente, por vezes sugerindo esteatorreia, dor abdominal e emagrecimento acentuado. Exames parasitológicos repetidos, e pesquisa de sangue oculto, foram negativos. Retossigmoidoscopia normal. Encontra-se emagrecido, com edema frio, mole e indolor em terço distal de membros inferiores, com sinais vitais normais. Endoscopia digestiva alta mostra 2ª porção de duodeno, de aspecto enrugado, pálido e amarelado. Tomografia computadorizada (TC) de abdome demonstra linfadenopatia mesentérica e retroperitoneal. QUESTÃO A Qual é o diagnóstico deste paciente? QUESTÃO B Como confirmar este diagnóstico? Quadro III Clínica Médica Página 5

6 QUESTÃO C Cite a manifestação neurológica mais observada nesta patologia: QUESTÃO D Qual o agente etiológico e o esquema antibiótico adequado para tratamento? Quadro III Clínica Médica Página 6

7 5. Mulher, 42 anos, refere no último ano inquietação, irritabilidade e ansiedade. O quadro evolui com piora dos sintomas aparecendo insônia, dificuldade de concentração e emagrecimento. Refere também diarreia, palpitações e sudorese desproporcional. Encontra-se taquicárdica com ritmo cardíaco regular, PA = 140x80mmHg, pele quente e úmida, tremor fino de extremidades, hiperreflexia e miopatia proximal. A tireóide é aumentada difusamente. Nota-se retração das pálpebras com proptose ocular. QUESTÃO A Qual é o diagnóstico da doença e como confirmá-lo utilizando apenas dois parâmetros laboratoriais? QUESTÃO B Qual é a substância que a causa e onde é produzida? Quadro III Clínica Médica Página 7

8 QUESTÃO C Quais são as alterações laboratoriais que permitem definir o quadro descrito com seus resultados? QUESTÃO D Quais tratamentos podem ser utilizados? Quadro III Clínica Médica Página 8

RESIDÊNCIA MÉDICA SUPLEMENTAR 2015 PRÉ-REQUISITO (R1) / CLÍNICA MÉDICA PROVA DISCURSIVA

RESIDÊNCIA MÉDICA SUPLEMENTAR 2015 PRÉ-REQUISITO (R1) / CLÍNICA MÉDICA PROVA DISCURSIVA RESIDÊNCIA MÉDICA SUPLEMENTAR 0 PRÉ-REQUISITO (R) / CLÍNICA MÉDICA PROVA DISCURSIVA RESIDÊNCIA MÉDICA SUPLEMENTAR 0 PRÉ-REQUISITO (R) / CLÍNICA MÉDICA PROVA DISCURSIVA ) Idosa de 8 anos, ex-tabagista (carga

Leia mais

Fonoaudiologia. Caderno de Questões PROVA DISCURSIVA. SRH Superintendência DESEN. de Recursos Humanos

Fonoaudiologia. Caderno de Questões PROVA DISCURSIVA. SRH Superintendência DESEN. de Recursos Humanos Fonoaudiologia 2012 Caderno de Questões PROVA DISCURSIVA SRH Superintendência de Recursos Humanos DESEN Departamento de Seleção e Desenvolvimento de Pessoal 01 Um homem de 50 anos de idade, com cirrose

Leia mais

Guia Prático MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE. Estado de São Paulo Divisão de Dengue e Chikungunya

Guia Prático MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE. Estado de São Paulo Divisão de Dengue e Chikungunya Guia Prático MANEJO CLÍNICO DE PACIENTE COM SUSPEITA DE DENGUE Divisão de Dengue e Chikungunya Centro de Vigilância Epidemiológica Prof. Alexandre Vranjac CCD COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS Estado

Leia mais

Identificação J.J.S., masculino, 48 anos, caminhoneiro, negro, residente em Campo Grande, MS.

Identificação J.J.S., masculino, 48 anos, caminhoneiro, negro, residente em Campo Grande, MS. Caso clínico 6 Identificação J.J.S., masculino, 48 anos, caminhoneiro, negro, residente em Campo Grande, MS. História da doença atual Em 5/2/2005 procurou a UBS com quadro de febre não aferida, cefaléia,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA

CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA 2008 PROVA TIPO C/NP PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA COM ACESSO DIRETO 2 CONCURSO 2008 PARA RESIDÊNCIA MÉDICA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO

Leia mais

b) caso este paciente venha a ser submetido a uma biópsia renal, descreva como deve ser o aspecto encontrado na patologia.

b) caso este paciente venha a ser submetido a uma biópsia renal, descreva como deve ser o aspecto encontrado na patologia. 01 Um menino de quatro anos de idade é trazido ao pronto-socorro com edema, dor abdominal e dificuldades respiratórias. Não havia história significativa de doenças desde o nascimento. Nas últimas duas

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

I MÓDULO Grandes Síndromes Clínicas: Sinais e Sintomas 6 Semanas: 1ª a 6ª semana SEMANA DIA HORÁRIO PROF. SALA CONTEÚDO

I MÓDULO Grandes Síndromes Clínicas: Sinais e Sintomas 6 Semanas: 1ª a 6ª semana SEMANA DIA HORÁRIO PROF. SALA CONTEÚDO Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 4º PERÍODO Semana Unidades Curriculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Módulo

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Apresentação de caso. Marco Daiha / Raquel Lameira

Apresentação de caso. Marco Daiha / Raquel Lameira Apresentação de caso Marco Daiha / Raquel Lameira História clinica inicial: Criança feminina, 4 anos, admitida no Hospital Alcides Carneiro/Petrópolis- Rj, transferida de outra unidade de saúde para investigação

Leia mais

Discussão de Caso Clínico

Discussão de Caso Clínico Discussão de Caso Clínico PET MEDICINA / UFC ( FORTALEZA ) Thyago Araújo Fernandes 22/4/209 Identificação: ARS 38 anos Pardo Solteiro Pintor Natural de Fortaleza Procedente de Maranguape Católico não-praticante

Leia mais

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Definição da síndrome Insuficiência renal Insuficiência

Leia mais

Caso Clínico 5. Inês Burmester Interna 1º ano Medicina Interna Hospital de Braga

Caso Clínico 5. Inês Burmester Interna 1º ano Medicina Interna Hospital de Braga Caso Clínico 5 Inês Burmester Interna 1º ano Medicina Interna Hospital de Braga Apresentação do caso J.M.G.M.F. Homem, 40 anos de idade, psicólogo, casado e com 4 filhos Antecedente de enxaquecas Ex-fumador

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. INSTRUÇÕES 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 2 3 4 Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

NOME GÊNERO IDADE ENDEREÇO TELEFONE

NOME GÊNERO IDADE ENDEREÇO TELEFONE HISTÓRIA CLÍNICA PARA INVESTIGAÇÃO DE URTICÁRIA DATA / / NOME GÊNERO IDADE ESTADO CIVIL RAÇA ENDEREÇO TELEFONE PROFISSÃO 1. ANTECEDENTES A) história familiar: Urticária angioedema Doenças da tireóide Asma,

Leia mais

aprendendo por imagem

aprendendo por imagem aprendendo por imagem Convivendo com a Incontinência Urinária Dr. Juliano Moro, Dr. Osamu Ikari Disciplina de Urologia, FCM UNICAMP Paciente de 56 anos, do sexo feminina com incontinência urinária desde

Leia mais

Múltiplos nódulos pulmonares, que diagnóstico?

Múltiplos nódulos pulmonares, que diagnóstico? Múltiplos nódulos pulmonares, que diagnóstico? Cecília Pacheco, João F Cruz, Daniela Alves, Rui Rolo, João Cunha 44º Curso Pneumologia para Pós-Graduados Lisboa, 07 de Abril de 2011 Identificação -A.F.O,

Leia mais

INSTRUÇÕES. Nº da Inscrição

INSTRUÇÕES. Nº da Inscrição 1 INSTRUÇÕES Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 2 Este Caderno contém 04 casos clínicos e respectivas

Leia mais

Caso clínico. Homem, 50 anos, desempregado, casado, sem filhos, Gondomar. parestesias diminuição da força muscular. astenia anorexia emagrecimento

Caso clínico. Homem, 50 anos, desempregado, casado, sem filhos, Gondomar. parestesias diminuição da força muscular. astenia anorexia emagrecimento Caso clínico Homem, 50 anos, desempregado, casado, sem filhos, Gondomar Setembro 2002 dor dorso-lombar esquerda parestesias diminuição da força muscular astenia anorexia emagrecimento tumefacção braço

Leia mais

PACIENTE GRAVE IDENTIFICAÇÃO E TRATAMENTO TREINAMENTO

PACIENTE GRAVE IDENTIFICAÇÃO E TRATAMENTO TREINAMENTO TREINAMENTO A maioria das PCRs intra-hospitalares são evitáveis (~ 85%) Até 70% são secundárias a insuficiência respiratória ou deterioração neurológica. Porque as PCRs não são evitadas? Atraso diagnóstico

Leia mais

SEMIOLOGIA DA DOR. Curso de semiologia em Clínica Médica I. Medicina humana 2 ano

SEMIOLOGIA DA DOR. Curso de semiologia em Clínica Médica I. Medicina humana 2 ano SEMIOLOGIA DA DOR Curso de semiologia em Clínica Médica I Medicina humana 2 ano Prof. Luiz Shiguero Matsubara Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina de Botucatu 2008 DOR-DEFINIÇÃO Sintoma

Leia mais

Clique para editar o título mestre

Clique para editar o título mestre Clique para editar o título mestre As criaturas abaixo foram tema de filmes dirigidos por Steven Spielberg, exceto: 1 2 v 3 4 Questão 1 Qual processo patológico acomete este enxerto renal? 1) Rejeição

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

Sistema Urinário. Patrícia Dupim

Sistema Urinário. Patrícia Dupim Sistema Urinário Patrícia Dupim Insuficiência Renal Ocorre quando os rins não conseguem remover os resíduos metabólicos do corpo. As substância normalmente eliminadas na urina acumulam-se nos líquidos

Leia mais

Bárbara Ximenes Braz

Bárbara Ximenes Braz Bárbara Ximenes Braz Identificação Sexo masculino 26 anos Universitário Americano Queixa principal Dor abdominal há 1 semana. HDA O paciente apresentou queixa de dor latejante, constante há uma semana,

Leia mais

R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho

R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho R1CM HC UFPR Dra. Elisa D. Gaio Prof. CM HC UFPR Dr. Mauricio Carvalho CASO CLÍNICO Homem, 45 anos, com cirrose por HCV foi admitido com queixa de fraqueza e icterícia de início recente. O paciente possuía

Leia mais

Identificar a causa (exaustão de auto, gás, aerossóis) Remoção da cena Manter vias aéreas abertas Suporte básico de vida Ligar para o CCI Chamar

Identificar a causa (exaustão de auto, gás, aerossóis) Remoção da cena Manter vias aéreas abertas Suporte básico de vida Ligar para o CCI Chamar tóxico ou veneno Qualquer substância nociva que, quando introduzida no organismo, provoca alterações em um ou mais sistemas INTOXICAÇÕES E ENVENAMENTOS Prof ª. Dra. Taís Tinucci Socorros de Urgência fisiológicos

Leia mais

Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo.

Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 1 INSTRUÇÕES Identifique-se na parte inferior desta capa. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno, você será excluído do Processo Seletivo. 2 Este Caderno contém 08 casos clínicos e respectivas

Leia mais

QUESTÕES DA PROVA DE ANATOMIA PATOLÓGICA (Edital nº 42/2016- PROGRAD)

QUESTÕES DA PROVA DE ANATOMIA PATOLÓGICA (Edital nº 42/2016- PROGRAD) QUESTÕES DA PROVA DE ANATOMIA PATOLÓGICA (Edital nº 42/2016- PROGRAD) Questão 1- Paciente masculino, 35 anos, internado com quadro de hemorragia digestiva alta e melena. Apresentava queixas dispépticas

Leia mais

Figura XX - Folha de Rosto com informações sumarizadas a partir de registros anteriores

Figura XX - Folha de Rosto com informações sumarizadas a partir de registros anteriores Figura XX - Folha de Rosto com informações sumarizadas a partir de registros anteriores 6.3.2 SOAP Fonte: SAS/MS. O SOAP, mais conhecido como nota de evolução, registra de forma objetiva e estruturada

Leia mais

Respostas. Utilize o verso se necessário

Respostas. Utilize o verso se necessário 01 Um lactente apresentou lesões eritemato-pápulo-vesico-crostosas na face, acometendo, principalmente, as regiões malares, no terceiro mês de vida. Após corticoterapia tópica, houve involução dessas lesões.

Leia mais

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS.

EXAME NACIONAL DE REVALIDAÇÃO D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS. D E D I P L O M A S M É D I C O S EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR ESTRANGEIRAS Prova Discursiva LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Verifique se, além deste caderno, você recebeu

Leia mais

b) Cite 04 (quatro) outras síndromes epilépticas que cursam com regressão do desenvolvimento na infância. (4,0 pontos)

b) Cite 04 (quatro) outras síndromes epilépticas que cursam com regressão do desenvolvimento na infância. (4,0 pontos) 01 Concurso Menino de 10 meses, desenvolvimento normal até o início do quadro atual, quando aos oito meses apresentou crise convulsiva febril com duração de 25 minutos e apenas interrompida com benzodiazepínicos

Leia mais

DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO. Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc

DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO. Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc DISTÚRBIO HIDRO- ELETROLÍTICO E ÁCIDO-BÁSICO Prof. Fernando Ramos Gonçalves -Msc Distúrbio hidro-eletrolítico e ácido-básico Distúrbios da regulação da água; Disnatremias; Alterações do potássio; Acidoses

Leia mais

AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP

AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA SISTEMA RESPIRATÓRIO. Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Profa Dra Carolina Fu Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP RESPIRAÇÃO História Clinica Identificação do paciente Anamnese

Leia mais

PRÉ-REQUISITO R3 TRANSPLANTE RENAL / NEFRO (309)

PRÉ-REQUISITO R3 TRANSPLANTE RENAL / NEFRO (309) PRÉ-REQUISITO R TRANSPLANTE RENAL / NEFRO (09) RESIDÊNCIA MÉDICA (UERJ-FCM) 06 PRÉ-REQUISITO (R) / 09 PROVA ESCRITA NEFROLOGIA ) Uma senhora de 80 anos chega ao serviço de pronto-atendimento com queixa

Leia mais

REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA.

REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA. REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU PROFESSOR: ERISONVAL SARAIVA DA SILVA ENFERMEIRO PELA FACULDADE NOVAFAPI ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA PROFESSOR DA FACULDADE ALIANÇA erisonvalsaraiva@hotmail.com

Leia mais

Procedimentos de Emergência. Profº Ms. Gil Oliveira

Procedimentos de Emergência. Profº Ms. Gil Oliveira Procedimentos de Emergência Obstrução das Vias Aéreas MANOBRA DE HEIMLICH Obstrução das Vias Aéreas Infarto Agudo do Miocárdio Ataque do Coração Infarto Agudo do Miocárdio Ataque do Coração Infarto Agudo

Leia mais

Insuficiência Renal Crônica Claudia Witzel

Insuficiência Renal Crônica Claudia Witzel Insuficiência Renal Crônica Claudia Witzel A insuficiência renal crônica (IRC) é o resultado das lesões renais irreversíveis e progressivas provocadas por doenças que tornam o rim incapaz de realizar as

Leia mais

- Deficiência de Insulina X, excesso de hormônios contra-reguladores.

- Deficiência de Insulina X, excesso de hormônios contra-reguladores. 1 a Questão: (15 pontos) Criança de 4 anos, 16 kg, chega ao pronto socorro com quadro de náusea, vômito e dor abdominal. Apresenta-se torporosa, emagrecida, febril (TAX = 38 o C), com sinais de desidratação,

Leia mais

PROVA ESCRITA DISCURSIVA

PROVA ESCRITA DISCURSIVA PROVA ESCRITA DISCURSIVA Nesta prova que vale cinquenta pontos, sendo atribuídos dez pontos para cada uma das questões, faça o que se pede, usando os espaços para rascunho indicados no presente caderno.

Leia mais

ALICE NO PAÍS DOS ESPELHOS CASO

ALICE NO PAÍS DOS ESPELHOS CASO ALICE NO PAÍS DOS ESPELHOS CASO PARTE 1 Alice, de 14 anos, é trazida contrariada à consulta pela mãe, muito preocupada porque a filha vem perdendo peso. A mãe refere que há seis meses o pai, então gerente

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA

ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA ESTUDO DIRIGIDO - PNEUMONIA Leia os dois casos clínicos abaixo e as perguntas que fizemos sobre eles. Mas não comece a responder ainda. Depois de analisar bem os dois casos, abra o texto Pneumonia Diretriz

Leia mais

PROVA OBJETIVA. b) Cite o diagnóstico do quadro clínico apresentado pelo doente e liste quais medidas imediatas devem ser tomadas a partir do mesmo.

PROVA OBJETIVA. b) Cite o diagnóstico do quadro clínico apresentado pelo doente e liste quais medidas imediatas devem ser tomadas a partir do mesmo. Questão 1 Residente de plantão na enfermaria do HUPE é chamado para fazer um atendimento externo de um lactente acompanhado pelo Serviço de Cardiopediatria do hospital. A mãe refere que, desde a manhã,

Leia mais

APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas. Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra

APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas. Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra APLV - O que é a Alergia à Proteína do Leite de Vaca: características, sinais e sintomas Dra. Juliana Praça Valente Gastropediatra Reações Adversas a Alimentos Imunomediadas: Alergia alimentar IgE mediada

Leia mais

Discussão de Caso Clínico. Módulo de Sistema Digestório

Discussão de Caso Clínico. Módulo de Sistema Digestório Discussão de Caso Clínico Módulo de Sistema Digestório 2014.2 Caso Clínico Paciente do sexo masculino, 64 anos, aposentado, casado e caucasiano. Procurou serviço de emergência com queixas de dor de barriga

Leia mais

SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO

SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO SABAA SISTEMATIZAÇÃO DO ATENDIMENTO BÁSICO DO ABDOME AGUDO ANAMNESE - 1º PASSO SABAA Caracterização da dor abdominal: Evolução (início e duração) Localização Irradiação Intensidade e tipo Agravo Alivio

Leia mais

4. Que outros dados epidemiológicos seriam importantes para o caso?

4. Que outros dados epidemiológicos seriam importantes para o caso? Caso Clínico 1 Identificação - R.E.M.O, 42 anos, feminino, professora, natural dee São Paulo, residente em Belém há vários anos. História da Doença Atual - Procurou atendimento médico emm 15/5/2006, relatando

Leia mais

Leia estas instruções:

Leia estas instruções: Leia estas instruções: 1 2 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste

Leia mais

Alterações no Trato Urinário

Alterações no Trato Urinário Alterações no Trato Urinário PPCSA Profª Daniele C D Zimon Profª Adriana Cecel Guedes Aparelho Urinário Rim Infecções do Trato Urinário As infecções do trato urinário (ITUs) são causadas por micoorganismos

Leia mais

INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS

INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria SUSPEITANDO DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA

Leia mais

CASO CLÍNICO 21/06 PET MEDICINA UFC DIEGO ORTEGA DOS SANTOS

CASO CLÍNICO 21/06 PET MEDICINA UFC DIEGO ORTEGA DOS SANTOS CASO CLÍNICO 21/06 PET MEDICINA UFC DIEGO ORTEGA DOS SANTOS ID: S.V.L, 19 anos, branca, feminina, estudante, natural e procedente de Fortaleza QP: diarreia e vômito desde 14/03/2012 HDA: A paciente foi

Leia mais

CASO CLÍNICO. Medicina-UFC. Everton Rodrigues

CASO CLÍNICO. Medicina-UFC. Everton Rodrigues CASO CLÍNICO Medicina-UFC Everton Rodrigues 22.10.2008 Identificação MCS, 19 anos, sexo feminino, leucoderma, solteira, brasileira, natural e procedente de São Paulo SP, desempregada, alfabetizada e católica.

Leia mais

Giardia lamblia. Profª Me. Anny C. G. Granzoto

Giardia lamblia. Profª Me. Anny C. G. Granzoto Giardia lamblia Profª Me. Anny C. G. Granzoto 1 CLASSIFICAÇÃO TAXONÔMICA Reino Protista Subreino Protozoa Filo Sarcomastigophora Subfilo Mastigophora Classe Zoomastigophora Ordem Diplomonadida Flagelos

Leia mais

Alterações do equilíbrio hídrico Alterações do equilíbrio hídrico Desidratação Regulação do volume hídrico

Alterações do equilíbrio hídrico Alterações do equilíbrio hídrico Desidratação Regulação do volume hídrico Regulação do volume hídrico Alteração do equilíbrio hídrico em que a perda de líquidos do organismo é maior que o líquido ingerido Diminuição do volume sanguíneo Alterações do equilíbrio Hídrico 1. Consumo

Leia mais

- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90

- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação

Leia mais

Como Escrever a Anamnese e o Exame Físico no Prontuário Médico

Como Escrever a Anamnese e o Exame Físico no Prontuário Médico Como Escrever a Anamnese e o Exame Físico no Prontuário Médico GESEP - FEPAR Prof. Carlos Eduardo Cardoso Antes de falarmos como, devemos nos perguntar por quê? Os erros gramaticais podem até não prejudicar

Leia mais

Questão 01 Diagnóstico da gestação

Questão 01 Diagnóstico da gestação Saúde Da Mulher: Diagnóstico Da Gestação, Modificações Gravídicas e Pré Natal. Prof. Enf. Obstetra Hygor Elias Questão 01 Diagnóstico da gestação Segundo o Ministério da Saúde (MS, 2000), o diagnóstico

Leia mais

Faculdade de Medicina da UFMG Departamento de Propedêutica Complementar PATOLOGIA CLINICA I CASOS CLÍNICOS -ALUNOS

Faculdade de Medicina da UFMG Departamento de Propedêutica Complementar PATOLOGIA CLINICA I CASOS CLÍNICOS -ALUNOS Faculdade de Medicina da UFMG Departamento de Propedêutica Complementar PATOLOGIA CLINICA I 1º SEMESTRE DE 2013. CASOS CLÍNICOS -ALUNOS (Inclui três hemogramas ) BELO HORIZONTE 1 HEMOGRAMA 1 VALORES DE

Leia mais

SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l Material: Soro Anteriores:(11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o

SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l Material: Soro Anteriores:(11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o SÓDIO 139 meq/l Valores de ref erência: 134 a 147 meq/l (11/10/2016): 139 Método: Eletrodo Seletiv o POTÁSSIO 3,6 meq/l Valores de ref erência: 3,5 a 5,4 meq/l Método: Eletrodo Seletiv o URÉIA 37 mg/dl

Leia mais

Sessão televoter anemias. Joana Martins, Manuel Ferreira Gomes António Pedro Machado

Sessão televoter anemias. Joana Martins, Manuel Ferreira Gomes António Pedro Machado Sessão televoter anemias Joana Martins, Manuel Ferreira Gomes António Pedro Machado Investigação do doente com anemia Anemia Anemia VS, PCR Electroforese das Hb Ferro sérico, ferritina CTFF Vitamina B12

Leia mais

PENTAVALENTE (DIFTERIA, TÉTANO, COQUELUCHE, HIB E HEPATITE B) (1,0) VOP (VACINA ORAL PARA PÓLIO) (1,0) PNEUMOCÓCICA 10 VALENTE (1,0)

PENTAVALENTE (DIFTERIA, TÉTANO, COQUELUCHE, HIB E HEPATITE B) (1,0) VOP (VACINA ORAL PARA PÓLIO) (1,0) PNEUMOCÓCICA 10 VALENTE (1,0) Caso Clínico 1 Lactente de 6 meses, sexo masculino, é levado por sua mãe à Unidade Básica de Saúde para consulta de avaliação do crescimento e desenvolvimento, sem queixas no momento. Trazia cartão de

Leia mais

Doença de Addison DOENÇA DE ADDISON

Doença de Addison DOENÇA DE ADDISON Enfermagem em Clínica Médica Doença de Addison Enfermeiro: Elton Chaves email: eltonchaves76@hotmail.com DOENÇA DE ADDISON A insuficiência adrenal (IA) primária, também denominada doença de Addison, geralmente

Leia mais

CARTÃO DE INFORMAÇÃO PARA O DOENTE

CARTÃO DE INFORMAÇÃO PARA O DOENTE Este medicamento está sujeito a monitorização adicional CARTÃO DE INFORMAÇÃO PARA O DOENTE Aspetos de segurança importantes a recordar acerca do seu tratamento com GILENYA O médico pedir-lhe-á que permaneça

Leia mais

Seminário Grandes Síndromes

Seminário Grandes Síndromes Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:

Leia mais

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel

Insuficiência respiratória aguda. Prof. Claudia Witzel Insuficiência respiratória aguda O que é!!!!! IR aguda Incapacidade do sistema respiratório de desempenhar suas duas principais funções: - Captação de oxigênio para o sangue arterial - Remoção de gás carbônico

Leia mais

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos)

b) indique os exames necessários para confirmar o diagnóstico e avaliar o grau de comprometimento da doença. (8,0 pontos) 01 Um homem de 30 anos de idade, que morou em área rural endêmica de doença de Chagas até os 20 anos de idade, procurou banco de sangue para fazer doação de sangue e foi rejeitado por apresentar sorologia

Leia mais

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) Versão de 2016 1. O QUE É A CAPS 1.1 O que é? A Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) compreende

Leia mais

INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM CÃES

INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM CÃES INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA AGUDA EM CÃES Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Quando se suspeita de insuficiência hepática

Leia mais

#Id: R.S.S, feminino, 84 anos, natural e procedente de Fortaleza, viúva, ex-costureira, católica. #Fonte da história: Filha. #Q.P.

#Id: R.S.S, feminino, 84 anos, natural e procedente de Fortaleza, viúva, ex-costureira, católica. #Fonte da história: Filha. #Q.P. CASO CLÍNICO 5 #Id: R.S.S, feminino, 84 anos, natural e procedente de Fortaleza, viúva, ex-costureira, católica. #Fonte da história: Filha #Q.P.: Agitação #H.D.A.: Filha relata que paciente, acamada há

Leia mais

Imagem da Semana: Cintilografia

Imagem da Semana: Cintilografia Imagem da Semana: Cintilografia Figura 1: Cintilografia da tireoide (123Iodo) Enunciado Paciente do sexo feminino, 23 anos, previamente hígida, com queixa de tremor, sudorese, palpitação, queda de cabelo,

Leia mais

Profº André Montillo

Profº André Montillo Profº André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a causa mais comum de dor musculoesquelética generalizada. É a enfermidade reumática mais frequente Os primeiros relatos datam de 1850, onde os pacientes

Leia mais

SISTEMA CARDIOVASCULAR

SISTEMA CARDIOVASCULAR AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA SISTEMA CARDIOVASCULAR Paulo do Nascimento Junior Departamento de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu AVALIAÇÃO PRÉ-ANESTÉSICA: OBJETIVOS GERAIS ESCLARECIMENTO DO

Leia mais

Insuficiência Cardiaca

Insuficiência Cardiaca Enfermagem em Clínica Médica Insuficiência Cardiaca Enfermeiro: Elton Chaves email: eltonchaves76@hotmail.com EPIDEMIOLOGIA A Insuficiência Cardíaca ou insuficiência cardíaca congestiva - é resultante

Leia mais

Ártico (sulfato de glicosamina + sulfato sódico de condroitina)

Ártico (sulfato de glicosamina + sulfato sódico de condroitina) Ártico (sulfato de glicosamina + sulfato sódico de condroitina) Bula para paciente Pó para solução oral Página 1 ÁRTICO sulfato de glicosamina + sulfato sódico de condroitina Pó para solução oral FORMAS

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA Concurso de Admissão Prova Escrita Dissertativa (16/11/2014) ENDOSCOPIA DIGESTIVA E HEPATOLOGIA COREME / FCM / COMVEST

RESIDÊNCIA MÉDICA Concurso de Admissão Prova Escrita Dissertativa (16/11/2014) ENDOSCOPIA DIGESTIVA E HEPATOLOGIA COREME / FCM / COMVEST NOME INSCRIÇÃO SALA LUGAR DOCUMENTO DATA DE NASC PROVA ESCRITA Endoscopia Digestiva e Hepatologia ESPECIALIDADE ASSINATURA DO CANDIDATO LOTE SEQ UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Ciências

Leia mais

RESIDÊNCIA MÉDICA Clínica Médica. Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES

RESIDÊNCIA MÉDICA Clínica Médica. Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA - 2012 Clínica Médica Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Verifique se você recebeu um CADERNO DE QUESTÕES

Leia mais

Resultados da Validação do Mapeamento. Administrar medicamentos vasoativos, se adequado.

Resultados da Validação do Mapeamento. Administrar medicamentos vasoativos, se adequado. Intervenções de Enfermagem da Classificação das Intervenções de Enfermagem (NIC) para o diagnóstico de Volume de líquidos deficiente em pacientes vitimas de trauma Quadro 1- Reestruturação dos níveis de

Leia mais

Relato do Caso Clínico

Relato do Caso Clínico Relato do Caso Clínico Identificação: MPJ, 72 anos, feminina, parda, divorciada, natural de Pirapozinho-SP, residente em São Paulo-SP, aposentada (trabalhou em lavanderia de hospital por 20 anos). Queixa

Leia mais

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) Versão de 2016 1. O QUE É A CAPS 1.1 O que é? A Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) compreende

Leia mais

- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular

- termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um. - Considerado aneurisma dilatação de mais de 50% num segmento vascular Doenças Vasculares Aneurisma A palavra aneurisma é de origem grega e significa Alargamento. - termo utilizado para designar uma Dilatação Permanente de um segmento vascular. - Considerado aneurisma dilatação

Leia mais

OBJETIVOS Ao final da aula os participantes terão de. Definir:

OBJETIVOS Ao final da aula os participantes terão de. Definir: Estado de Choque OBJETIVOS Ao final da aula os participantes terão de Definir: Estado de Choque; Classificação do Estado de Choque; Sinais e sintomas; Choque compensado / descompensado; Conduta no tratamento

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL CONTRA A FIBROMIALGIA E SÍNDROME DEFADIGACRÓNICA (MYOS) APIFARMA / ASSOCIAÇÕES DE DOENTES NOTAS DE UMA PARCERIA

ASSOCIAÇÃO NACIONAL CONTRA A FIBROMIALGIA E SÍNDROME DEFADIGACRÓNICA (MYOS) APIFARMA / ASSOCIAÇÕES DE DOENTES NOTAS DE UMA PARCERIA ASSOCIAÇÃO NACIONAL CONTRA A FIBROMIALGIA E SÍNDROME DEFADIGACRÓNICA (MYOS) APIFARMA / ASSOCIAÇÕES DE DOENTES V 4 APIFARMA / ASSOCIAÇÕES DE DOENTES b) Âmbito da Associação A Myos Associação Nacional

Leia mais

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH 1. APRESENTAÇÃO A SEPSE TEM ALTA INCIDÊNCIA, ALTA LETALIDADE E CUSTO ELEVADO, SENDO A

Leia mais

REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE GRADUAÇAO OBTIDO NO EXTERIOR PROVA DISCURSIVA 23/03/2014

REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE GRADUAÇAO OBTIDO NO EXTERIOR PROVA DISCURSIVA 23/03/2014 Cirurgia Geral 1ª QUESTÃO Uma paciente do sexo feminino, com 72 anos, diabética, multípara, apresentando IMC (índice de massa corporal) de 33 Kg/m², está no Pronto Socorro de um grande hospital com história

Leia mais

Faculdade de Medicina - UFMG Departamento de Propedêutica Complementar

Faculdade de Medicina - UFMG Departamento de Propedêutica Complementar Faculdade de Medicina - UFMG Departamento de Propedêutica Complementar ROTEIRO DE CASOS CLÍNICOS (ALUNOS) PATOLOGIA CLINICA I 1º SEMESTRE DE 2014 Belo Horizonte HEMOGRAMA 1 VALORES DE REFERÊNCIA (Adulto

Leia mais

PATOLOGIA CLÍNICA I - 5º Período 09/08/2016

PATOLOGIA CLÍNICA I - 5º Período 09/08/2016 PATOLOGIA CLÍNICA I - 5º Período 09/08/2016 CASO I Paciente do sexo masculino, peso = 70 kg, com hemorragia traumática. Hemograma realizado imediatamente após o sangramento mostrou: Hemácias = 5.000.000/mm

Leia mais

TELMISARTANA NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA. Comprimidos 40 mg e 80 mg

TELMISARTANA NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA. Comprimidos 40 mg e 80 mg TELMISARTANA NOVA QUÍMICA FARMACÊUTICA LTDA Comprimidos 40 mg e 80 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: TELMISARTANA "Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999". APRESENTAÇÕES: Comprimidos simples de 40

Leia mais

ASMA. FACIMED Curso de Medicina. Disciplina Medicina de Família e Comunidade. Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues

ASMA. FACIMED Curso de Medicina. Disciplina Medicina de Família e Comunidade. Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues ASMA FACIMED Curso de Medicina Disciplina Medicina de Família e Comunidade Prof. Ms. Alex Miranda Rodrigues Disciplina Medicina de Família e Comunidade 5º Período Objetivos Ao final desta aula o aluno

Leia mais

STILGRIP. Kley Hertz Farmacêutica S.A. Pó para Solução Oral 400 mg paracetamol + 4 mg cloridrato de fenilefrina + 4 mg maleato de clorfeniramina

STILGRIP. Kley Hertz Farmacêutica S.A. Pó para Solução Oral 400 mg paracetamol + 4 mg cloridrato de fenilefrina + 4 mg maleato de clorfeniramina STILGRIP Kley Hertz Farmacêutica S.A. Pó para Solução Oral 400 mg paracetamol + 4 mg cloridrato de fenilefrina + 4 mg maleato de clorfeniramina STILGRIP paracetamol maleato de clorfeniramina cloridrato

Leia mais

CASO CLÍNICO SOBRE MORTE E MORRER

CASO CLÍNICO SOBRE MORTE E MORRER CASO CLÍNICO SOBRE MORTE E MORRER Prof. Carlos Fernando Francesconi Identificação: OOO, feminina, 53 anos, Br., casada, natural e procedente de Porto Alegre. Queixa Principal: dispnéia e dor torácica História

Leia mais

Hanseníase na Atenção Básica. Reações Hansênicas. Docente: Maria Angela Bianconcini Trindade

Hanseníase na Atenção Básica. Reações Hansênicas. Docente: Maria Angela Bianconcini Trindade Hanseníase na Atenção Básica Reações Hansênicas Docente: Maria Angela Bianconcini Trindade Reações Hansênicas Importantes causas de morbidade e incapacidade em hanseníase; Alterações inflamatórias abruptas

Leia mais

Investigação epidemiológica de doenças transmitidas pela fêmea do Aedes aegypti: dengue, chikungunya e zika. Deborah Bunn Inácio

Investigação epidemiológica de doenças transmitidas pela fêmea do Aedes aegypti: dengue, chikungunya e zika. Deborah Bunn Inácio Investigação epidemiológica de doenças transmitidas pela fêmea do Aedes aegypti: dengue, chikungunya e zika Deborah Bunn Inácio Investigação epidemiológica de doenças transmitidas pela fêmea do Aedes aegypti:

Leia mais

MERCÚRIO. José Roberto Teixeira. Outubro/2007. PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional

MERCÚRIO. José Roberto Teixeira. Outubro/2007. PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional MERCÚRIO José Roberto Teixeira Outubro/2007 PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional Toxicologia Todas as substâncias são venenos. A dose correta diferencia o veneno de um remédio. Paracelsus

Leia mais

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso.

Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. 1 2 3 4 INSTRUÇÕES Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Caso se identifique em qualquer outro local deste Caderno,

Leia mais

Manejo da Coinfecção TB-HIV

Manejo da Coinfecção TB-HIV Transcrição da Videoaula Curso: Manejo da coinfecção TB-HIV Unidade: 2 - Manejo Clínico da Coinfecção TB-HIV Atividade: 2.3 - Diagnóstico da tuberculose extrapulmonar em PVHA Docente: Denise Arakaki-Sanchez

Leia mais

Doença de Crohn. Grupo: Bruno Melo Eduarda Melo Jéssica Roberta Juliana Jordão Luan França Luiz Bonner Pedro Henrique

Doença de Crohn. Grupo: Bruno Melo Eduarda Melo Jéssica Roberta Juliana Jordão Luan França Luiz Bonner Pedro Henrique Doença de Crohn Grupo: Bruno Melo Eduarda Melo Jéssica Roberta Juliana Jordão Luan França Luiz Bonner Pedro Henrique A doença de Crohn (DC) é considerada doença inflamatória intestinal (DII) sem etiopatogenia

Leia mais

Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal

Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal Prof. Marina Prigol Investigação da função renal Funções do rim: Regulação do

Leia mais