CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/FPT

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/FPT"

Transcrição

1 Betim, 25 de Março de 2011 CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/FPT Atualiza e substitui, a partir de 11/04/2011, a CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS da FIASA/FPT datada de 27/03/2009 A correlação entre os requisitos desta carta e a ISO/TS está indicada após cada item Textos que sofreram alteração ou inclusão estão ressaltados com uma barra lateral à esquerda Esta indicação é apenas uma referência, pois todos os requisitos descritos devem ser analisados e implementados pelos fornecedores Esta carta, seus anexos e o documento FAQs (Perguntas mais Frequentes) podem ser acessados no Portal FIAT (http://wwwportalfiatcombr) e no site do IAOB (http://wwwiatfglobaloversightorg) O fornecedor é o responsável por atualizar as versões antes de sua utilização Todas as normas e capitolatos constantes nesta carta estão disponíveis no site: https://normeorangefiatit O fornecedor tem a responsabilidade de manter a atualização de todas as normas FIASA/FPT aplicáveis aos seus produtos, processos e sistema de gestão da qualidade A FIASA aceitará e utilizará, quando necessário, os Manuais do AIAG (APQP, CEP, MSA, PPAP, FMEA) No caso da FPT estes manuais são mandatórios Todos os fornecedores da FIASA/FPT devem ter seu Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) certificado por um organismo de certificação 3ª parte conforme a ISO/TS16949 A FIASA/FPT não possui lista geral de subfornecedores aprovados A definição do subfornecedor é de responsabilidade do fornecedor, exceto quando o subfornecedor estiver especificado pela FIASA/FPT Para os fornecedores de matéria-prima os procedimentos previstos e citados no item 1 desta carta, não são aplicáveis, com exceção às Normas FIAT 08018, e ) Procedimentos adicionais (ISO/TS 16949, item 423) 11) Normas aplicáveis Capitolato FIAT (Qualidade dos Fornecedores); Capitolato FIAT (Certificado de Qualidade e Conformidade); Capitolato FIAT (Utilização do Sistema IMDS metais pesados); Norma FIAT (Qualificação de componentes para novos produtos); Norma FIAT (Monitoramento da Qualidade dos Fornecedores); 12) Procedimentos e Formulários locais comuns entre FIASA/FPT Plano de Prova Anexo 1; Características para desenvolvimento, modificação e conservação de ferramental Anexo 3 Aprovação de derrogas Anexo 4; Program Review Anexo 5; PCPA Anexo 6; One Day Production (1DP) Anexo 7; QSB Manual e Checklist Anexo 8 << novo manual >>; Av do Contorno, 3455 Paulo Camilo Rua do Paraíso, 148/ 8 andar Pág 1 / 6

2 Cronograma de desenvolvimento (ou documento equivalente, com no mínimo todas as vozes) - Anexo 9; Master Dot Anexo 10 << novo ranking >> Lista de identificação de Características Report Anexo 11 PCPA REPORT Anexo 12 Procedimento CSL_NBH FGP 16 Anexo 13 Estratégias do APQP Gerencial FIAT Anexo 14 FAQs, rev 03 Perguntas mais freqüentes sobre os requisitos específicos FIASA/FPT Anexo 15 Quality System Anexo 23 Human Skill Anexo 24 13) Procedimentos e Formulários locais específicos da FIASA Certificado de Qualidade e Conformidade (CQC) Anexo 2 << novo formulário >> Relatório de Provas Anexo 16 Capa do Certificado de Qualidade e Conformidade de Protótipo Anexo 17 Procedimento de Gestão de Desvios Anexo 18 14) Procedimentos e Formulários locais específicos da FPT Customer Requirement CR-001: Verificação do Protótipo Anexo 19 Sistema de Definição das Características Chave KCDS FPTIFN053 Anexo 20 Validação de Mudança do Produto PTR (Production Trial Run) CR 003 Anexo 21 Processo de Aprovação de Produtos de Produção Adquiridos Externamente FPTIFP059 Anexo 22 2) Características para desenvolvimento, modificação e conservação das ferramentas (ISO/TS 16949, item 7541) Ficam definidos os critérios de desenvolvimento, modificação e conservação das ferramentas disponibilizadas ao parque de fornecedores da FIASA/FPT através de contrato de comodato devendo os mesmos cumprir com os requisitos expostos no anexo 3 (Estampados e Moldes de Injeção Plástica) 3) Processo de aprovação de produtos (ISO/TS 16949, item 7363) O fornecedor deve fazer uso do processo de desenvolvimento de peças conforme Norma FIAT e Program Review (anexo 5) O processo na fase de produção de amostras deve ser avaliado conforme PCPA (anexo 6) e caso haja itens com características Report, também devem ser avaliados conforme PCPA REPORT (anexo 12) As amostras entregues para a FIASA devem ser acompanhadas do Certificado de Qualidade e Conformidade CQC (anexo 2) e respectivas documentações conforme normas FIAT e As amostras entregues para a FPT devem ser acompanhadas do PSW e respectivas documentações conforme norma FPTIFP059 (anexo 22) Todos os produtos fornecidos à FIASA/FPT devem estar devidamente aprovados pelo cliente As exceções devem também estar aprovadas conforme o procedimento de Gestão de Desvios anexo 18 (FIASA) ou formulário de aprovação interina IRW norma FPTIFP059 anexo 22 (FPT) Extensões de auto-qualificação, quando aplicáveis, devem ser previamente acordadas e autorizadas pelo analista da EQF FIASA/FPT, no momento da aprovação do Plano de Provas O fornecedor deve inserir os dados relativos a todos os produtos destinados a FIASA/FPT no sistema IMDS de acordo com os Capitolatos , e Manual do PPAP 4ª Edição Tais informações devem ser incluídas no Book do PPAP para FPT e no CQC para FIASA Av do Contorno, 3455 Paulo Camilo Rua do Paraíso, 148/ 8 andar Pág 2 / 6

3 Apenas os Planos de Prova serão submetidos pelo fornecedor à aprovação da FIASA/FPT, via Analista de EQF Plano de controle, FMEA, relatórios dimensionais, de materiais e testes são validados quando da aprovação do CQC (FIASA) e PPAP (FPT) Fornecedores devem utilizar o Processo de Aprovação de Peças de Produção (Manual de PPAP do AIAG última edição) em todos os subfornecedores de material direto, nível 5, para aprovação de peças A decisão de aplicação do PPAP em subfornecedores de matéria-prima, material indireto e material a granel (exceto fixadores e peças afins) são do próprio fornecedor O fornecedor deve ter uma gestão com todos os part numbers (em exercício e em desenvolvimento), incluindo o histórico com todas as modificações implementadas e, em implementação, e seu respectivo registro de aprovação definitiva (CCQ ou PSW) ou interina (desvio ou IRW) pela FIASA/FPT Uma listagem com essas informações deve estar disponível e enviada mensalmente ao EQF responsável, ressaltando as alterações em relação à última versão enviada 4) Requalificação - FIASA / Re-submissão PPAP - FPT (ISO/TS 16949, item 824) A auto-qualificação do sistema/produto, incluindo os subcomponentes, deve ser refeita com freqüência de 2 anos, salvo acordado com o EQF e os resultados devem ser apresentados para revisão e aprovação do mesmo A inspeção de layout (verificação dimensional) e de matéria-prima deve ser realizada com freqüência mínima de 1 ano 5) Notificações Especiais do cliente para Problemas de Qualidade (ISO/TS 16949, item 8211) O fornecedor deve notificar o seu respectivo Órgão Certificador dentro de 5 dias úteis para os casos de problemas de qualidade indicados no BID LIST: Fornecedor em NBH (New Business Hold); Fornecedor com Embarque Controlado Nível 2 aberto; Fornecedor com Embarque Controlado Nível 1 aberto que exceder 90 dias; Fornecedor com responsabilidade sobre Recall ou intervenções em campo Fornecedor com certificação QSB suspensa ou cancelada pela FIAT 51) Modificações em Processos e Produtos Aprovados Previamente pela FIASA/FPT Fornecedores e sub-fornecedores não devem fazer nenhuma modificação não autorizada ao produto, processo, fonte de matéria-prima e ferramental utilizado para produção, que já tenham a aprovação FIASA/FPT Toda e qualquer intenção de modificação no produto e processo em toda a cadeia de fornecimento, deve ser informada previamente ao EQF No descumprimento deste requisito, o fornecedor deve informar seu respectivo Órgão Certificador no prazo de 5 dias úteis 6) Características Report (ISO/TS 16949, item 7323) O Fornecedor deve realizar auditorias semestrais nos processos produtivos de produtos com característica(s) Report ou imediatamente após qualquer reclamação de cliente ou variações de processo significativas, via PCPA Report (anexo 12) Uma lista contendo todas as características Report definidas nos desenhos e capitolatos FIASA /FPT, bem como o seu desdobramento em características de componentes, materiais etc, do fornecedor, deve estar disponível e atualizada, conforme anexo 11 As auditorias devem considerar os requisitos e critérios de pontuação do Checklist Gestão de Report e serem registradas conforme anexo 12 As ações corretivas destas auditorias devem ser inseridas e continuamente atualizadas na planilha de observações do mesmo anexo 12 Os resultados das auditorias, a lista de característica Report e os planos de ações devem ser submetidos ao respectivo EQF FIASA/FPT semestralmente e/ou a cada atualização Av do Contorno, 3455 Paulo Camilo Rua do Paraíso, 148/ 8 andar Pág 3 / 6

4 O fornecedor pode utilizar sua própria simbologia para a identificação de características especiais No entanto, uma tabela de correlação deve ser estabelecida no sistema documental do fornecedor O fornecedor deve estender os mesmos critérios de gestão aos seus fornecedores que possuem características de segurança Para a FPT, respeitadas as disposições acima, deve-se ainda considerar o procedimento FPTIFN053 ver Anexo 20 Key Carachteristcs designation System KCDS 7) Análise Crítica pela Alta Direção (ISO/TS 16949, item 56) A alta direção do fornecedor deve realizar mensalmente análises críticas que incluam no mínimo: Resultados de sua Performance Qualitativa (BID LIST, 9Pack de Qualidade e 6Pack de Serviço); Os custos da não qualidade, incluindo refugos, retrabalhos, ações de contenção, fretes especiais, paradas de produção no cliente por problemas qualitativos (falhas internas), devoluções no cliente e em garantia, incluindo multas e penalidades aplicadas pela FIASA/FPT; Resultado da Auditoria de Gestão de Características Report; Resultado das Auditorias de QSB, Human Skill e Quality System; Notificações especais ao organismo certificador previstas conforme item 5 desta carta; Status do processo de aprovação dos produtos (item 3 desta carta) em relação ao cumprimento dos prazos pré-estabelecidos pela FIASA/FPT O resultado final destas análises mensais deve ser um plano de ação estratégico da direção e estar disponível quando solicitado pelo EQF e pelo organismo de certificação de 3ª parte 8) QSB (Quality System Basics) O fornecedor deve ser certificado na nova versão do QSB - Dez/10 (anexo 8), com no mínimo um auditor líder treinado e aprovado por uma empresa homologada pela Fiat 81) Fornecedores certificados na nova versão QSB - Dez10: O fornecedor deve manter a conformidade dos requisitos do QSB, verificando as auditorias internas conduzidas por um auditor líder QSB FIAT e registradas no check list (anexo 8) A freqüência mínima requerida é semestral As ações corretivas destas auditorias devem ser inseridas e continuamente atualizadas no Master Dot O Master Dot e os resultados das auditorias devem ser submetidos ao EQF responsável a cada atualização A manutenção da certificação está vinculada ao desempenho qualitativo do fornecedor medido pela FIASA/FPT (ex: BID LIST, 9Pack de qualidade, 6P de Serviço, etc) 82) Fornecedores não certificados na nova versão QSB - Dez10: O fornecedor deve implantar os requisitos contidos no Manual de QSB (Anexo 8) e atingir resultados que demonstrem o atendimento de cada estratégia chave As evidências, comentários e orientações apresentadas no Manual QSB devem ser entendidas como um ponto de partida para a implantação Portanto, práticas adicionais necessárias para assegurar o atendimento dos requisitos de cada estratégia chave (conformidade e eficácia) devem ser adotadas O QSB deve ser aplicado para todos os processos produtivos utilizados na fabricação dos produtos fornecidos a FIASA /FPT, estando integrado ao Sistema de Gestão da Qualidade da organização O fornecedor deve estar com seu sistema preparado para auditoria de certificação até 01/setembro/2011 Av do Contorno, 3455 Paulo Camilo Rua do Paraíso, 148/ 8 andar Pág 4 / 6

5 9) Metodologias de Gestão dos Novos Desenvolvimentos (Ref ISO/TS item 7341) As metodologias FIAT Program Review, PCPA e 1DP devem ser utilizadas pelo fornecedor para monitorar continuamente o desenvolvimento de novos produtos Um plano de ação para cada pendência (open issues) deve ser estabelecido e concordado com o EQF O Fornecedor deve ter um Gestor de Projeto (Program Manager) para todo desenvolvimento que assegure a aplicação das Metodologias FIAT e garanta no mínimo a aplicação das Estratégias do APQP Gerencial FIAT (anexo 14), considerando a integração coerente com os requisitos das normas (FIASA) e FTPIFP059 (FPT) 10) Sistema de Produção Classe Mundial (World Class Manufacturing) É recomendável a adoção de um sistema de produção que vise à identificação sistemática das perdas e dos desperdícios na produção e a eliminação dos mesmos através da realização de projetos de melhoria (ex: PDCA / Kaizen) conforme as melhores práticas em nível mundial 11) Gerenciamento de Problemas de Campo (Ref ISO/TS item 8524) O fornecedor deve analisar as peças retornadas de campo conforme requisitos do portal SCP (Sistema de Controle de Peças) site: https://scpfiatcombr Deve ser utilizado o relatório ECA (Efeito, Causa e Ação) via web, contendo as ações corretivas implantadas para eliminar cada falha ocorrida, bem como a gestão dos seus respectivos pontos de corte 12) Quality System e Human Skill O fornecedor deve realizar a auto-avaliação do Quality System e Human Skill (anexos 23 e 24) com uma periodicidade semestral e apresentar os resultados ao analista de EQF a partir de 01/Ago/11 13) Utilização de Laboratório Comercial / Externo de Ensaios e de Serviços de Calibração (Ref ISO/TS item 7632) O fornecedor deve utilizar laboratórios de ensaios e calibração pertencentes à RBLE (Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios) e à RBC (Rede Brasileira de Calibração) e/ou que possuam certificação ISO/IEC ) Materiais à granel Fornecedores devem utilizar o Processo de Aprovação de Peças de Produção (Manual de PPAP do AIAG última edição) para os produtos à granel e estão derrogados os seguintes processos: Certificado de Qualidade e Conformidade (CQC) Anexo 2; Características para desenvolvimento, modificação e conservação de ferramental Anexo 3 Program Review Anexo 5; One Day Production (1DP) Anexo 7; QSB Manual e Checklist Anexo 8; Capa do Certificado de Qualidade e Conformidade de Protótipo Anexo 17; Procedimento de Gestão de Desvios Anexo 18; Inspeção de Lay-out Av do Contorno, 3455 Paulo Camilo Rua do Paraíso, 148/ 8 andar Pág 5 / 6

6 15) Derrogas As solicitações de derrogas devem ser encaminhadas ao EQF FIASA/FPT conforme formulário próprio (anexo 4), suportado por documentação necessária para análise técnica, bem como os detalhes para adequação ao requisito (Plano de Ação, Prazos e Responsáveis) As Derrogas somente serão concedidas observando os seguintes critérios: Solicitação com antecedência mínima de (01) um mês, das auditorias de 3ª parte do Sistema de Qualidade dos Fornecedores Tempo máximo de duração da derroga é de (01) um ano Tempo médio de análise é de 05 dias úteis, após recebimento e validação da Supervisão de EQF A análise da derroga é feita pelo EQF, aprovada pela respectiva supervisão e aprovada pela área de Business Process EQF OS ITENS APRESENTADOS NESTA CARTA TÊM VALIDADE ATÉ O ENVIO DE UMA NOVA CARTA AO PARQUE DE FORNECEDORES FIASA / FPT E RESPECTIVOS ORGANISMOS CERTIFICADORES Marco Aurélio Speziali Diretoria de Compras Engenharia Qualidade Fornecedores FIASA / FPT Av do Contorno, 3455 Paulo Camilo Rua do Paraíso, 148/ 8 andar Pág 6 / 6

CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/Powertrain

CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/Powertrain Betim, 30 de Março de 2015 CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/Powertrain Esta carta atualiza e substitui, a partir de 15/04/2015, a CARTA DE REQUISITOS

Leia mais

CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/Powertrain

CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/Powertrain Betim, 07 de outubro de 2013. CARTA DE REQUISITOS ESPECÍFICOS REFERENTES À ISO/TS 16949 APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES FIASA/Powertrain Esta carta atualiza e substitui, a partir de 02/12/2013, a CARTA DE

Leia mais

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF.

CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. Três Corações, 12 de janeiro de 2015. CARTA DE REQUISITOS E ESCLARECIMENTOS REFERENTES AO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADAS APLICÁVEL AOS FORNECEDORES DA MANGELS REF. 01/2015 Este documento pode ser utilizado

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

FR.ITC.04-03 Revisão: 16 de 19/01/2015. Requisitos específicos Bepo. Manual para Fornecedores. www.bepo.com.br

FR.ITC.04-03 Revisão: 16 de 19/01/2015. Requisitos específicos Bepo. Manual para Fornecedores. www.bepo.com.br FR.ITC.04-03 Revisão: 16 de 19/01/2015 Requisitos específicos Bepo Manual para Fornecedores Índice: 1) Apresentação da Empresa ---------------------------------------------------------------------------pg.03

Leia mais

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda.

Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos Específicos do Cliente Mercedes-Benz do Brasil Ltda. Requisitos relacionados aos itens da ISO TS 16949:2009 Para uso conjunto com ISO TS 16949 (edição 2009 / 06 / 15) Situação de modificação

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES MANN HUMMEL Publicado:Fevereiro 2012 ESCLARECIMENTO REFERENTE À ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ISO/TS 16949:2009 APLICÁVEL A MHBR BRASIL LTDA 1-Generalidade Este anexo da Qualidade

Leia mais

FR.ITC.04-03 Revisão: 14 de 12/02/2013. Requisitos específicos Bepo. Manual para Fornecedores. www.bepo.com.br

FR.ITC.04-03 Revisão: 14 de 12/02/2013. Requisitos específicos Bepo. Manual para Fornecedores. www.bepo.com.br FR.ITC.04-03 Revisão: 14 de 12/02/2013 Requisitos específicos Bepo Manual para Fornecedores Índice: 1) Apresentação da empresa ------------------------------------------------------------------------pg.03

Leia mais

BID LIST 2013. Ayslan Verticchio. Business Process Engenharia Qualidade Fornecedores

BID LIST 2013. Ayslan Verticchio. Business Process Engenharia Qualidade Fornecedores BID LIST 2013 Ayslan Verticchio Business Process Engenharia Qualidade Fornecedores Time Line Main changes & improvements 2004... 2010 2012 KPI (internal) KPI (internal & external) + Quality System Evaluation

Leia mais

Manual BID LIST 2013 REGRAS SCORECARD. Jan 13 Engenharia Qualidade Fornecedores

Manual BID LIST 2013 REGRAS SCORECARD. Jan 13 Engenharia Qualidade Fornecedores Manual BID LIST 2013 REGRAS SCORECARD Jan 13 Engenharia Qualidade Fornecedores QUALITY KPI 360º QUALITY KPI 360⁰ (100 pontos) O Quality KPI 360⁰ é o resultado final qualitativo do fornecedor, sendo a soma

Leia mais

Manual da Qualidade Fornecedores 2007

Manual da Qualidade Fornecedores 2007 Manual da Qualidade Fornecedores 2007 www.metalurgicanunes.com.br 2 ÍNDICE 01 Introdução. 3 02 Filosofia da Qualidade 3 03 Políticas da Metalúrgica Nunes 4 04 Requisitos de Qualidade para fornecimento

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...

Leia mais

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores

MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores MQ-02 Manual de Desenvolvimento de Fornecedores Este Manual é de propriedade da Martiaço Indústria Ltda. Sem autorização não pode ser distribuído ou copiado. SUMÁRIO 1. A EMPRESA... 3 2. OBJETIVO... 4

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo

REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo REQUISITOS ESPECÍFICOS - NGK do BRASIL Guia para Fornecedores Segmento Automotivo 1. Objetivo Este documento tem por objetivo comunicar os requisitos mínimos a todos os fornecedores de componentes, matérias

Leia mais

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES Requisitos e diretrizes para o sistema de gestão da qualidade e ambiental Página 1 de 9 1. REQUISITOS ESPECÍFICOS... 3 1.1 Objetivo... 3 1.2 Geral... 3 1.3 Documentos

Leia mais

MANUAL DE FORNECEDORES

MANUAL DE FORNECEDORES ÍNDICE 1. O MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 Introdução... 3 1.2 Objetivo... 3 1.3 Relações com Fornecedores... 3 1.4 Política do Sistema Integrado de Gestão (Qualidade e Meio Ambiente)... 4 2. DESENVOLVENDO

Leia mais

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva

ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos

Leia mais

MANUAL PARA FORNECEDORES

MANUAL PARA FORNECEDORES MANUAL PARA FORNECEDORES Regras para Seleção, Qualificação e Monitoria dos Fornecedores. Regras para Desenvolvimento de Produtos Regras para Aprovação do Produto e do Processo Edição 01 Outubro de 2011

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 9 1. OBJETIVO: Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, extensão e exclusão da certificação de Sistema de Gestão de Segurança da Informação, em conformidade com norma ABNT

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS

REQUISITOS ESPECÍFICOS REQUISITOS ESPECÍFICOS ALPINO Indústria Metalúrgica Ltda. Página 1 de 18; Revisado em Março/ 2014 ÍNDICE 1. Introdução 2. Política do Sistema de Gestão Integrado 3. Código de Conduta 4. Meio Ambiente 5.

Leia mais

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECIMENTO

MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECIMENTO Página: 1/15 MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECIMENTO Página: 2/15 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 5 1.1 Missão da empresa... 5 1.2 Política da Qualidade e Ambiental...5 1.3 Glossário... 6 2. DISPOSIÇÕES GERAIS...

Leia mais

REQUISITOS ESPECÍFICOS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES DA INDÚSTRIAS MANGOTEX LTDA.

REQUISITOS ESPECÍFICOS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES DA INDÚSTRIAS MANGOTEX LTDA. Revisão: 01 Data: 09/10/14 Nº páginas: 1/17 REQUISITOS ESPECÍFICOS APLICÁVEIS AOS FORNECEDORES DA INDÚSTRIAS MANGOTEX LTDA. Revisão: 01 Data: 09/10/14 Nº páginas: 2/17 ÍNDICE REQUISITOS PÁGINA Histórico

Leia mais

Manual da Qualidade e Desenvolvimento de Fornecedores Dana Holding Corporation LLC

Manual da Qualidade e Desenvolvimento de Fornecedores Dana Holding Corporation LLC Manual da Qualidade e Desenvolvimento de Fornecedores Dana Holding Corporation LLC Supplier Development Dana Holding Corporation LLC Agosto 2012 SUMÁRIO i. INTRODUÇÃO... 4 ii. CONDUTA EMPRESARIAL... 5

Leia mais

Rossini Murta Industria Metálurgica Ltda. Manual Do Fornecedor

Rossini Murta Industria Metálurgica Ltda. Manual Do Fornecedor Rossini Murta Industria Metálurgica Ltda Manual Do Fornecedor Revisão 08 21/03/2014 1 Sumário 1. Apresentação... 5 2. Generalidades... 5 3. Processo de Aprovação de Peça de Produção (PAPP)... 5 3.1 - Definição...

Leia mais

Processo de Certificação PGMQ -TV RSQM-DO-028-04-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO

Processo de Certificação PGMQ -TV RSQM-DO-028-04-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO Processo de Certificação PGMQ -TV O que é OCC? Organismos de Certificação Credenciado (Acreditado) pela CGCRE Conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base em normas nacionais, regionais,

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Manual de Fornecedores Fornecedores (Responsável pela Qualidade) Carimbo, Assinatura e data. 00 2 de 10 Índice 1. MANUAL DO FORNECEDOR... 3 1.1 INTRODUÇÃO... 3 1.2 OBJETIVO... 3 2. RELAÇÃO DE FORNECEDORES...

Leia mais

METALÚRGICA NAKAYONE LTDA

METALÚRGICA NAKAYONE LTDA METALÚRGICA NAKAYONE LTDA Manual de Instruções Para Revisão JULHO/2015 CONTROLE DE REVISÃO Código Capítulo Índice Pág. De M.DIR. 02-01 Instruções Preliminares 01 17 M.DIR. 02-02 Premissa 02 17 M.DIR. 02-03

Leia mais

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP.

Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. Módulo 4 O FMEA como parte integrante da Norma ISO/TS 16949, do APQP e do PPAP. FMEA, ISO/TS, APQP, PPAP Pretendemos, neste módulo, mostrar todas as ligações e vínculos existentes entre a ferramenta do

Leia mais

METALÚRGICA NAKAYONE LTDA

METALÚRGICA NAKAYONE LTDA METALÚRGICA NAKAYONE LTDA Manual de Instruções Para Fornecedores Revisão Maio/2010 Código Capítulo CONTROLE DE REVISÃO Índice Pág. De M.DIR. 02-01 Instruções Preliminares 01 50 M.DIR. 02-02 Premissa 02

Leia mais

Elementos de um Processo

Elementos de um Processo Auditor Interno ISO/TS 16949:2002 Arquivo com alguns slides do curso, já incluindo nova abordagem solicitada pelo IATF aos auditores durante os exames de requalificação em 2006. (Abordagem do IATF) 1 Elementos

Leia mais

Manual de Requisitos. Específicos. Para Fornecedores MANUAL DE REQUISITOS ESPECIFICOS

Manual de Requisitos. Específicos. Para Fornecedores MANUAL DE REQUISITOS ESPECIFICOS Manual de Requisitos Específicos Para Fornecedores Elaborado por: Carlos Nascimento Aprovado por: Océlio Paggiatto Sistema da Qualidade Carlos Nascimento Océlio 02 2 SUMÁRIO: 1.0 Termo de Recebimento e

Leia mais

Anexo 61 Manual de Fornecedores STIHL MANUAL DE FORNECEDORES

Anexo 61 Manual de Fornecedores STIHL MANUAL DE FORNECEDORES MANUAL DE FORNECEDORES LS 0082 Manual de Fornecedores 1 de 50 04.12.2013 Sumário INTRODUÇÃO... 5 DIRETRIZES DO FORNECEDOR... 6 CONTRATOS STIHL... 6 OBJETIVOS... 7 GESTÃO DA QUALIDADE... 8 1. SISTEMA DE

Leia mais

Requisitos do Sistema de Qualidade do Fornecedor, Rev. 5, 16 de Março de 2012 (RA-4901-797-E) 1

Requisitos do Sistema de Qualidade do Fornecedor, Rev. 5, 16 de Março de 2012 (RA-4901-797-E) 1 Requisitos do Sistema de Qualidade do Fornecedor, Rev. 5, 16 de Março de 2012 (RA-4901-797-E) 1 Conteúdo 1.0 Introdução 3 1.1 Escopo 3 1.2 Objetivo 3 1.3 Fundamentação 4 2.0 Requisitos do Sistema de Qualidade

Leia mais

RM 12 DIRETRIZES PARA REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA

RM 12 DIRETRIZES PARA REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento tem como objetivo estabelecer diretrizes e orientações para realização

Leia mais

Indicadores de Desempenho do SGQ

Indicadores de Desempenho do SGQ Módulo 3: Indicadores de Desempenho do SGQ Instrutor: Henrique Pereira Indicadores de Desempenho do SGQ Partes interessadas: Quem são? Quais são suas necessidades? Como monitorar e medir os processos:

Leia mais

Requisitos Específicos para ISO TS 16949

Requisitos Específicos para ISO TS 16949 Requisitos Específicos para ISO TS 16949 Revisão 01 MWM INTERNATIONAL Motores 1 Requisitos Específicos da MWM INTERNATIONAL Motores Para uso em conjunto com a norma ISO/TS 16949 1. ESCOPO Este documento

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção...

INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DO PROGRAMA SELO DE QUALIDADE ABGD. 1. Histórico de mudanças... 2. 2. Escopo... 3. 3. Manutenção... Página 1 de 8 SUMÁRIO 1. Histórico de mudanças... 2 2. Escopo... 3 3. Manutenção... 3 4. Referências... 3 5. Definições... 3 6. Qualificação da equipe de auditores... 3 7. Condições gerais... 3 7.1 Selo

Leia mais

Manual de Qualidade Assegurada - Fornecedores

Manual de Qualidade Assegurada - Fornecedores Manual de Qualidade Assegurada - Fornecedores Este é um documento controlado somente quando no formato de arquivo eletrônico e utilizado como fonte a cópia na web site www.dhb.com.br para o status do nível

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão 1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer o processo para concessão, manutenção, extensão, suspensão e cancelamento de certificações de Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001 e Sistema de Gestão

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES 1/32 MANUAL DA QUALIDADE DE MAXION STRUCTURAL COMPONENTS Unidade de Cruzeiro-SP Rua Dr. Othon Barcellos, 83 - Centro CEP 12.730-900 Cruzeiro-SP Fone : (12) 3184-1000 Fax.: (12) 3144-0247 Este Manual foi

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

Manual da Qualidade para Fornecedores

Manual da Qualidade para Fornecedores Manual da Qualidade para Fornecedores Elaborado por: Indústrias Romi S.A. Departamento de Suprimentos Santa Bárbara d'oeste - SP 09 de Fevereiro de 2009 Edição C N.O.: 26-02 1 0019.C 2 SUMÁRIO GLOSSÁRIO...

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DO FORNECEDOR

MANUAL DA QUALIDADE DO FORNECEDOR MANUAL DA QUALIDADE DO FORNECEDOR METALÚRGICA KNIF LTDA Junho/2013 1 REGISTRO DAS MODIFICAÇÕES REVISÃO DATA MOTIVO 00 02/04/09 Emissão do documento 01 05/08/09 Modificação dos itens 5.5 e 7.5 02 27/07/10

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

ENCONTRO DA QUALIDADE IQA / MBB VDA 2

ENCONTRO DA QUALIDADE IQA / MBB VDA 2 ENCONTRO DA QUALIDADE IQA / MBB VDA 2 Novembro 2014 Paulo Bento Gerenciamento da Qualidade de Fornecedores Eixo,Motor e Cambio 1 TE/OSV-P Daimler Trucks 2 Temas : Processo de gestão da qualidade de fornecedores.

Leia mais

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)

FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão

Leia mais

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Palavra chave: certificacao, auditoria, organizacao, extensao, manutenção

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Palavra chave: certificacao, auditoria, organizacao, extensao, manutenção 1 de 16 1. OBJETIVO: Estabelecer a metodologia para a solicitação, extensão, manutenção e revalidação de certificados de conformidade. 2. APLICAÇÃO: Aplicável a todo processo de certificação, extensão

Leia mais

Procedimento Geral para Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade

Procedimento Geral para Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade Pág. 1 de 12 1. OBJETIVO O objetivo deste documento é o de estabelecer os critérios de certificação da ABRACE, para prestação de serviços de avaliação da conformidade e certificação de Sistemas de Gestão.

Leia mais

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade

Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade Enterprise Quality Management [EQM] Excelência em Gestão da Qualidade A Gestão da Qualidade Total, do inglês Total Quality Management - TQM é uma estratégia de administração completa que tem como objetivo

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

Manual do Fornecedor Revisão 02-19/08/2011

Manual do Fornecedor Revisão 02-19/08/2011 Distribuidor: Associado: ISO 9001:2008 Manual do Fornecedor Revisão 02-19/08/2011 02 03 03 03 04 05 05 06 06 06 07 08 08 08 09 09 10 10 12 12 13 14 14 15 Índice Missão, visão, valores 1. O manual do fornecedor

Leia mais

Manual de Fornecedores Blitz Rev. 7

Manual de Fornecedores Blitz Rev. 7 Sumário 1. Mensagem ao Fornecedor...- 2-2. Política da Qualidade...- 2-3. Objetivo do manual...- 2-4. Aplicação...- 3-5. Definições...- 3-6. Confidencialidade...- 3-7. Requisitos Gerais...- 4-8. Verificação

Leia mais

Control Self Assessment no processo de Gestão de Contrato de Terceiros

Control Self Assessment no processo de Gestão de Contrato de Terceiros 21 de junho de 2013 Control Self Assessment no processo de Gestão de Contrato de Terceiros Fernando Lage Sócio-Diretor KPMG Risk Advisory Services Definição A definição de Control Self Assessment (Auto

Leia mais

5ª Edição Janeiro de 2008.

5ª Edição Janeiro de 2008. EMPRESAS RANDON MANUAL DE REQUISITOS PARA FORNECEDORES 5ª Edição Janeiro de 2008. Apresentação 4 1 - Introdução 5 1.1 Escopo 5 1.2 Objetivo Geral 5 2 - Aprovação de Fornecedores e Planejamento da Produção

Leia mais

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Maio de 2003 CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Dia 12/05/2003 Certificação e homologação de produtos, serviços e empresas do setor aeroespacial,com enfoque na qualidade Dia 13/05/2003 ISO 9001:2000 Mapeamento

Leia mais

CRE - Sistema de Controle de Requisitos Específicos. Requisitos Específicos Dos Processos. Data 27/5/2010 13:20:15 Página 1 de 20 Relatório frmrel002

CRE - Sistema de Controle de Requisitos Específicos. Requisitos Específicos Dos Processos. Data 27/5/2010 13:20:15 Página 1 de 20 Relatório frmrel002 s Específicos Dos Processos CRE - Sistema de Controle de s Específicos Página 1 de 20 ADM - ADMINISTRAÇÃO 4.2.4 CONTROLE DE REGISTROS DA 5 RESPONSABILIDADES DA DIRECAO 5.1 COMPROMETIMENTO DA DIRECAO PGI

Leia mais

CARTILHA PARA O USO DA MARCA

CARTILHA PARA O USO DA MARCA Página 1 de 11 PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO Este procedimento é parte integrante do Sistema de Gestão da Qualidade da BRICS. Quando disponível em domínio público, está sujeito a alterações sem aviso

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS

INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS INSTRUÇÃO DE TRABALHO PARA INFORMAÇÕES GERENCIAIS Asia Shipping Transportes Internacionais Ltda. como cópia não controlada P á g i n a 1 7 ÍNDICE NR TÓPICO PÁG. 1 Introdução & Política 2 Objetivo 3 Responsabilidade

Leia mais

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

2.1 Fornecedores...04. 2.2 Abrangência...05. 3.1 Homologação...05. 3.2 Documentos Obrigatórios...06. 4.1 Fornecedor de Tratamento Superficial...

2.1 Fornecedores...04. 2.2 Abrangência...05. 3.1 Homologação...05. 3.2 Documentos Obrigatórios...06. 4.1 Fornecedor de Tratamento Superficial... SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...04 2. OBJETIVO...04 2.1 Fornecedores...04 2.2 Abrangência...05 3. REQUISITOS...05 3.1 Homologação...05 3.2 Documentos Obrigatórios...06 4. SUBMISSÃO DE PPAP...07 4.1 Fornecedor

Leia mais

Requisitos Específicos. Sampel Peças Automotivas

Requisitos Específicos. Sampel Peças Automotivas Requisitos Específicos Sampel Peças Automotivas REQUISITOS ESPECÍFICOS Página 2 de 7 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivo... 3 3. Aplicação... 3 4. Documentos de Referência... 3 5. Sistema de Gestão...

Leia mais

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. Aplicação Esta política aplica-se a todos os colaboradores Técnico-administrativos, sejam vínculo CLT ou contrato de estágio. 2. Objetivo Estabelecer critérios

Leia mais

2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª 7.ª

2.ª 3.ª 4.ª 5.ª 6.ª 7.ª REVISÕES Edição Data Alteração da Revisão 1.ª 19/12/2003 Emissão Inicial 2.ª 19/08/2004 Adequação 3.ª 23/12/2004 Adequação 4.ª 01/05/2006 Reedição do Manual 5.ª 02/01/2008 Reedição do Manual 6.ª 01/03/2011

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MBA GERENCIAMENTO DE PROJETOS

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MBA GERENCIAMENTO DE PROJETOS FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM MBA GERENCIAMENTO DE PROJETOS BRUNO ROBERTO DA SILVA CESAR HENRIQUE MACIEL RIBEIRO GUSTAVO HENRIQUE PINHEIRO RICARDO SALLUM DE SOUZA VITOR

Leia mais

Mapeamento entre os requisitos da ISO 9001:2008 e da ISO FDIS 9001:2015 Guia de Mapeamento

Mapeamento entre os requisitos da ISO 9001:2008 e da ISO FDIS 9001:2015 Guia de Mapeamento ISO Revisions New and Revised Mapeamento entre os requisitos da ISO 9001:2008 e da ISO FDIS 9001:2015 Guia de Mapeamento Introdução Este documento faz uma comparação entre a ISO 9001:2008 e o ISO 9001:2015

Leia mais

C.G.E. Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas LTDA Rua: General Castilho de Lima, Nº 150 Mauá SP CEP: 09371-345. CNPJ / MF: 57.563.

C.G.E. Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas LTDA Rua: General Castilho de Lima, Nº 150 Mauá SP CEP: 09371-345. CNPJ / MF: 57.563. MANUAL DA QUALIDADE PARA CORPORATIVO C.G.E. Sociedade Fabricadora de Peças Plásticas LTDA Rua: General Castilho de Lima, Nº 150 Mauá SP CEP: 09371-345. CNPJ / MF: 57.563.694/0001-92 - Inscrição Estadual:

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL (com abordagem para Itens de Segurança) Manual Informativo Para Fornecedores MIF 02 QAS

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL (com abordagem para Itens de Segurança) Manual Informativo Para Fornecedores MIF 02 QAS SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL (com abordagem para Itens de Segurança) Manual Informativo Para Fornecedores MIF 02 QAS Elaboração e Aprovação: Departamento de Gestão da Qualidade e

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE 1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTRO 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS

Leia mais

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por Pedido nº.: Destinatário/ Addressee: PREFEITURA MUNICIPAL DE COLOMBO ((41) 3656-8161) Data/Date: 16 / 12 / 2011 Nome/Name: ISMAILIN SCHROTTER Fax N : Remetente/Sender: TECPAR CERTIFICAÇÃO Páginas/Pages:

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA

PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA 1 Solicitação de Abertura do Processo de Homologação 1.1 Os fornecedores interessados em ter seus materiais

Leia mais

PSQ 290.0300 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

PSQ 290.0300 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ - (4.2.3 - Controle de Documentos) (820.40 Document Control) APROVAÇÃO MARCOS FERNANDES NUNES Gerente da QA/RA Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO GISELA CRISTINA LUÇOLLI NASS Assistente Administrativo APARECIDA

Leia mais

MANUAL DE QUALIDADE PARA FORNECEDORES DA VS LIMA & PÓ KOLT PINTURAS

MANUAL DE QUALIDADE PARA FORNECEDORES DA VS LIMA & PÓ KOLT PINTURAS 1 de 17 UMA PARCERIA DE SUCESSO É O SEGREDO PARA A QUALIDADE TOTAL! DE QUALIDADE PARA FORNECEDORES DA VS LIMA & PÓ KOLT PINTURAS Elaborado por: N - Data da Revisão Data da Emissão Aprovado por: CARIMBO

Leia mais

Manual de Fornecedores

Manual de Fornecedores Revisão03 Maio,2011 ThyssenKrupp ManualdeFornecedores ThyssenKruppMetalúrgicaCampoLimpo ThyssenKruppMetalúrgicaCampoLimpo PREFÁCIO O acirramento da competição global pela liderança e conquista de novos

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos INTERPRETAÇÃO ISO 9001:2008 GESTÃO DE QUALIDADE O que é ISO? ISO = palavra grega que significa Igualdade CAPÍTULO: Preâmbulo ISO 9001:2008 0.1 - Generalidades: foi esclarecido que a conformidade com requisitos

Leia mais

Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto

Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Núcleo de Engenharia de Produção Disciplina Engenharia de Produto Prof. Andréa Cristina dos Santos, Dr. Eng. andreaufs@gmail.com

Leia mais

PO 001 - GESTÃO DE PROCESSOS E DOCUMENTAÇÃO 008

PO 001 - GESTÃO DE PROCESSOS E DOCUMENTAÇÃO 008 1 - OBJETIVO PO 001 - GESTÃO DE PROCESSOS E DOCUMENTAÇÃO 008 Este retrata a forma que deve ser conduzida a gestão dos s da entidade desde a sua concepção até o seu acompanhamento e melhoria. 2 - AUTORIDADE

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 7 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, exclusão e extensão da certificação de processo gráfico de acordo com a norma ABNT NBR 15936-1. 2. DEFINIÇÕES Para

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

Certificação de Válvulas Industriais NBR-15827

Certificação de Válvulas Industriais NBR-15827 Página 1 de 5 Certificação de Válvulas Industriais NBR-15827 Informações para Preenchimento 1. Este questionário refere-se exclusivamente para solicitações de proposta dos serviços de Certificação de Produtos

Leia mais

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC 1 ICQ BRASIL OCS Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade, credenciado pelo INME- TRO para certificações de terceira parte. 2 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Este regulamento fornece diretrizes

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte BCON Sistema de Controle de Vendas e Estoque Declaração de escopo Versão 1.0 Histórico de Revisão Elaborado por: Filipe de Almeida do Amaral Versão 1.0 Aprovado por: Marcelo Persegona 22/03/2011 Time da

Leia mais

FAPARMAS. Torneados de Precisão LTDA. REQUISITO ESPECÍFICO

FAPARMAS. Torneados de Precisão LTDA. REQUISITO ESPECÍFICO FAPARMAS Torneados de Precisão LTDA. REQUISITO ESPECÍFICO Sistema de Gestão da Qualidade ISO/TS 16949:22 2 / 5 Autor/Data José Ferraz 04/10/26 Aprovação/Data Sergio De Bortoli 04/10/26 s Descrições das

Leia mais

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP

REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização

Leia mais

SUPRIMENTOS - FORNECEDORES

SUPRIMENTOS - FORNECEDORES SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 2 2. ÂMBITO... 2 3. CONCEITOS... 2 4. NORMAS E LEGISLAÇÕES APLICÁVEIS... 3 5. INSTRUÇÕES GERAIS... 3 6. PROCEDIMENTOS... 4 7. NATUREZA DAS ALTERAÇÕES... 7 8. ANEXOS... 7 Elaboração:

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias

Leia mais

ATA DE REUNIÃO DE ANÁLISE CRÍTICA PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO ACPA

ATA DE REUNIÃO DE ANÁLISE CRÍTICA PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO ACPA Página 1 de 15 Participantes: Mario Pereira - Diretor Fabril Magna Moraes - Gerente RH Wando Rosa - Gerente Produção Karen - CIPA Daniel Miranda - Representante Trabalhadores SA8000 Rodrigo Barbosa - Representante

Leia mais

Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS

Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS 2012 Relevância: Impacta diretamente na saúde do paciente, na qualidade do produto e na integridade dos dados que devem provar que o sistema

Leia mais

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO 1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um Sistema de Gestão da Qualidade e de Energia, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. Outrossim, a responsabilidade

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

Requisito Específico Item Subitem Norma/Requisito Requisito Ação

Requisito Específico Item Subitem Norma/Requisito Requisito Ação Página 1 de 91 AGRALE - AGRALE MANUAL DO FORNECEDOR AGRALE 004 4.11 ISO/TS 16949-8.3.4 4.11 - APROVAçãO DOS DESVIOS DE ENGENHARIA CASO OCORRAM DESVIOS EM RELAçãO AO ESPECIFICADO NA DOCUMENTAçãO TéCNICA,

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais