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2 É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo. É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir. É pedagógico porque define e organiza a concepção de Educação, as atividades e os projetos educativos necessários sucesso no processo de ensino e aprendizagem.

3 Perfil Institucional Estrutura e gestão administrativo-pedagógica Fundamentos Pedagógicos Composição Curricular

4

5 Como é a nossa escola? OBJETIVOS: levantar informações sobre o trabalho que a escola vem realizando, ou seja, a sua prática pedagógica. A comunidade escolar vai analisar e debater esses dados, sugerindo medidas para as eventuais alterações.

6 QUESTÕES: - Como é o contexto sócio-político-econômico da escola? - Qual tem sido a função da nossa escola? - Como tem sido a participação dos pais na vida da escola? - Que resultados a nossa escola está apresentando para a sociedade? - Como nossa escola tem considerado os alunos, na relação ensino-aprendizagem?

7 GRUPOS DE TRABALHO (GT s): PEDAGÓGICOS; ADMINISTRATIVOS; FINANCEIROS; INSTITUCIONAIS.

8 GT Aspecto Pedagógico: proposta pedagógica (concepção de Educação, objetivos e conteúdos, metodologias de ensino e processos de avaliação); faixas etárias, posição social, necessidades e valores dos alunos; dados sobre repetência e evasão; relação idade/série; estratégias para recuperação dos alunos com menor ou baixo rendimento escolar; valorização dos profissionais da educação.

9 GT Aspecto Administrativo: recursos materiais e humanos; composição das equipes; nível de organização da escola; qualificação e atualização dos professores e demais servidores e funcionários.

10 GT Aspecto Financeiro: necessidades e carências; formas de aplicação das verbas; orçamento participativo e transparente.

11 GT Aspecto Institucional: a relação que a escola mantém com a sociedade e com as várias instâncias da Universidade; a sua autonomia, dentro dos princípios da legalidade, e com responsabilidade; relação do Projeto Pedagógico com o Regimento Interno.

12 OBJETIVOS: levantar as concepções que o coletivo tem do trabalho pedagógico, visando propor inovações no cotidiano escolar. É preciso conhecer o que cada segmento pensa a respeito da educação, a fim de estabelecer uma linha de ação que o coletivo considere prioritária para o trabalho escolar.

13 GT Avaliação: Qual é a visão da nossa escola sobre avaliação? Quais devem ser os objetivos da avaliação? Que instrumentos e critérios devem ser utilizados para avaliar?

14 GT Currículo: Que tipo de sociedade nossa escola quer? Que cidadão nossa escola deseja formar? Qual é a nossa compreensão de currículo? O que entendemos por educação? Que escola pretendemos construir? Qual será a missão da nossa escola? Como nós iremos encarar as questões metodológicas? Educação Integral ou Ensino em tempo integral?

15 GT Convivência: Que tipo de relação nossa escola quer manter com a comunidade local? Como deve ser construída a relação entre os membros da comunidade escolar? Como será estabelecida a gestão e organização democrática da escola? Como e com que objetivos devem ser estreitados os laços com outras unidades da universidade?

16 GT Formação: Que tipo de profissional (docente e técnicos) temos e qual queremos? Quais as formas de qualificação e valorização dos corpos docente e técnico?

17 GT Gestão: Como concebemos a gestão escolar? Como aprofundar a gestão democrática em nossa escola? Como incluir os diversos atores da comunidade escolar no fortalecimento da escola? Quais atores devem compor a gestão didático-pedagógica e administrativa da escola?

18 GT Aspecto Didático-Pedagógico Reunir o resultado do trabalho dos GT s 2.1 a 2.4 e estabelecer as ações e as formas de execução. GT Aspecto Gestão Reunir o resultado do trabalho dos GT s 2.3 a 2.5 e estabelecer as ações e as formas de execução.

19 Elaboração de PLANO DE AÇÃO: ações e projetos que a escola já desenvolve e avalia como importantes para serem mantidos; novas ações e projetos sugeridos para resolver situações e problemas identificados pelo grupo, tais como índice de evasão e reprovação, estudantes com necessidades específicas de aprendizagem etc; ações no campo da convivência escolar: indisciplina, violência, uso de drogas, preconceitos, discriminação. ações voltadas à construção e valorização da identidade dos sujeitos, fortalecendo sentimentos de pertença. ações para a formação continuada dos profissionais da educação na escola ou fora dela.

20 Exemplo de PLANO DE AÇÃO: Objetivos: Melhorar o desempenho escolar dos estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental. Desenvolver uma formação crítica e reflexiva dos estudantes do Ensino Fundamental. Reduzir os índices de evasão e repetência com a adoção de práticas avaliativas formativas. Implementar metodologias em sala de aula que garantam uma participação mais efetiva do estudante na construção do conhecimento.

21 Exemplo de PLANO DE AÇÃO: Metas: Reduzir, ao final de 2016, em 20% os índices de reprovação e evasão nos anos finais do Ensino Fundamental, sendo: %; %; %. Garantir que a totalidade dos estudantes esteja plenamente alfabetizada até os 8 anos de idade.

22 Exemplo de PLANO DE AÇÃO: Ações: Estudos sobre temáticas relacionadas ao processo ensino e aprendizagem durante o ano letivo de 2014, com o envolvimento da Supervisão e Coordenação Pedagógica e dos demais profissionais da educação. Reuniões quinzenais para estudar a Psicogênese da Linguagem Escrita nos encontros mensais durante o ano letivo de 2014 com especialistas e professores da área de alfabetização. Estudos e elaboração de fichas e instrumentos para acompanhamento das reuniões dos conselhos de classe com base na perspectiva da avaliação formativa. Discussão da organização do Conselho de Classe, com vistas ao fortalecimento do colegiado.

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