UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ FERNANDO AUGUSTO NEVES DE SOUZA JUNIOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ FERNANDO AUGUSTO NEVES DE SOUZA JUNIOR"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ FERNANDO AUGUSTO NEVES DE SOUZA JUNIOR UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE E-PROCUREMENT NO DEPARTAMENTO DE COMPRAS DA INTELBRAS S/A São José 2005

2 FERNANDO AUGUSTO NEVES DE SOUZA JUNIOR UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE E-PROCUREMENT NO DEPARTAMENTO DE COMPRAS DA INTELBRAS S/A Trabalho de Conclusão de Curso Projeto de Aplicação apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Administração Habilitação Comércio Exterior da Universidade do Vale do Itajaí. Orientador: Prof. Rosalbo Ferreira São José 2005

3 FERNANDO AUGUSTO NEVES DE SOUZA JUNIOR UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DE E-PROCUREMENT NO DEPARTAMENTO DE COMPRAS DA INTELBRAS S/A Este Trabalho de Conclusão de Estágio foi julgado adequado e aprovado em sua forma final pela Coordenação do Curso de Administração Habilitação Comércio Exterior da Universidade do Vale do Itajaí. São José, 24 de Novembro de Profº. MSc. Rosalbo Ferreira Univali CE São José Professor Orientador Prof º Antônio José Bicca Univali CE São José Membro I Prof º Geraldo Majela F. de Macedo Univali CE São José Membro II

4 AGRADECIMENTOS A Deus Por estar presente em todos os momentos da minha vida, mostrando o melhor caminho a seguir, levando-me a esta tão sonhada conquista. Obrigado! Ao Mestre Rosalbo, por guiar o meu caminho nesta reta final, com muita sabedoria, compreensão, e não poderia deixar de dizer além de um grande professor, um grande amigo. Aos meus Amigos Esta parte dedico aos grandes amigos que fiz na Universidade, onde parte deles levo na minha vida pessoal, e por todos os ensinamentos que pude adquirir com cada um.

5 Dedico este trabalho á minha esposa Márcia Elisabete Dutra de Souza, que sempre esteve ao meu lado do inicio ao fim desta caminhada acadêmica, pois com ela ao meu lado todos os obstáculos e dificuldades foram vencidas.

6 A maior recompensa do nosso trabalho não é o que pagam por ele, mas aquilo que ele nos transforma. John Ruskin

7 i RESUMO Frente ao cenário que enfrentamos nos dias atuais, onde a competitividade das empresas está cada vez mais focada em resultados, e a concorrência acirrada mediante aos concorrentes, surgem necessidades de aprimoramento das técnicas modernas aliadas á tecnologia, pela busca de melhores condições para o atingimento das metas nas organizações. A área de compras, tem forte participação neste sentido, por ser parte determinante da formação de preço nos dias atuais, mostrando-se como um centro de lucros, isto para as organizações que possuem capacidade de assimilar este diferencial e aproveitarem esta estrutura. Compras neste sentido, têm a função de suprir as necessidades da empresa, por meio da aquisição de produtos, que provém de solicitações das áreas requisitantes, e tem a função de buscar as melhores condições comerciais no mercado globalizado. O presente trabalho traz uma abordagem das compras eletrônicas, de Matéria-Prima, para todos os novos itens necessários para formação de um produto, efetuadas pelo Departamento de Compras da Intelbras S/A., onde se apresenta como um Estudo de Caso, o qual se utilizou da metodologia de observação, bem como a implementação e acompanhamento do funcionamento da Tecnologia e- Procurement, focado nas Compras de Matéria-Prima, para os novos Desenvolvimentos de Produtos, acompanhado de pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e a pesquisa de campo, na própria empresa. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar os ganhos quantitativamente e qualitativamente por meio da tecnologia do e-procurement, avaliando todos os aspectos relevantes com esta nova tecnologia. Durante este trabalho, buscou-se descrever a estruturação da área de Compras da Intelbras S/A., no seu cotidiano, bem como a interação com as outras áreas que interagem, para o bom andamento do processo de aquisição. Neste sentido, foram analisados aspectos antes da implementação desta ferramenta, e posteriormente ao sistema de e-procurement funcionando na integra, possibilitando analisar as melhorias que se teve com a implementação deste sistema de compras via Web, para um cenário nacional e internacional. Neste trabalho, buscou-se avaliar a agilidade nos Processos de Compras no formato Eletrônico, bem como a rastreabilidade dos processos e o que o sistema pode proporcionar frente ao mercado. Palavras-chave: Compras; e-procurement; Suprimentos; Negociação..

8 ABSTRACT Considering the scenario we are facing nowadays, where companies competitiveness gets more focused on results and the tough rivalry among competitors arises the need to improve the modern techniques allied to technology, seeking for the best conditions to accomplish the organization goals. The Purchasing area has strong participation in it for being a determinant factor of price creation nowadays, showing itself as a profit center for the organizations which have the capacity to assimilate this differential and take advantage of this structure. Purchasing, in this meaning, has the function to supply the company needs, through products acquisition, that comes from demanding of requiring areas, and which has the function to seek the best commercial conditions in the worldwide market. This paper makes an approach of raw materials electronic purchases for all the new items required to compose a product which are made by Intelbras S/A Purchasing Department, where is being presented as a case. In order to do so it was used the observation methodology, as well the implementation and follow-up of the e-procurement Technology working features focused on raw material purchasing, to new products development, followed by a bibliographic research, documental research and field research, done in the company. This research had as goal to evaluate the earns quantitatively and qualitatively by using this e-procurement technology, evaluating all the relevant aspects it brought. During the time of this paper assignment we tried to describe Intelbras S/A Purchasing area structure in its routine and also its interaction with other company areas, for the good course of this purchasing process. In this meaning, we have analyzed aspects before the implementation of this tool, and after to the e-procurement system total implementation, making it possible to analyze the improvement achieved with the implementation of this Web purchasing system by, to a national and international scenario. In this paper, we are seeking to evaluate the agility in the electronic format purchasing process as well tracking options of this processes and what the system can offer taking into consideration the actual market. Key-words: Purchasing; E-Procurement; Supplying; Negotiation.

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Especificos JUSTIFICATIVA APRESENTAÇÃO GERAL DO TRABALHO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA FUNÇÃO COMPRAS A EVOLUÇÃO DE COMPRAS NEGOCIAÇÃO ORIGEM DAS DECESSIDADES X PROCESSO DE COMPRAS EDI E-COMMERCE / COMÉRCIO ELETRÔNICO E-PROCUREMENT AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE UM E-PROCUREMENT DESCRIÇÃO DO MÉTODO CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA POPULAÇÃO E AMOSTRA COLETA DE DADOS TRATAMENTO E ANÁLISE DE DADOS CRONOGRAMA A PESQUISA A EMPRESA HISTÓRICO VALORES DA INTELBRAS S/A....43

10 6.2.1 Simplicidade Transparência Segurança no negócio Qualidade Produtividad e Empresa feliz Gestão Participativa Ética ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A ÁREA DA PESQUISA Problemas encontrados no formato em papel Solução para os problemas em formato eletrônico Divisão de famílias/segmento por Comprador A implantação do E-procurement O SISTEMA DE COMPRAS DD...54 Definição dos subsistemas do módulo Cadastro dos fornecedores...64 CONCLUSÕES...65 REFERÊNCIAS...67

11 LISTA DE TABELAS Tabela 1: Vantagens e desvantagens de um E-Procurement Tabela 2: Organograma Intelbras Tabela 3: Divisão de famílias/segmentos por Comprador... 52

12 11 1 INTRODUÇÃO Num mercado totalmente globalizado pode-se, acompanhar os avanços tecnológicos que avançam com intensa rapidez, com as empresas cada vez mais agressivas em termos de custos e a diversificação dos produtos que se tem, percebe-se que as organizações estão buscando estratégias, que tornem suas equipes competitivas, frente ao mercado. Vive-se um momento no cenário mundial, onde os administradores de empresas, buscam pela inovação de idéias e recursos, na busca por melhores resultados a cada dia, onde muitos projetos estão sendo trabalhados, e a área de suprimentos deve ser dada atenção especial, por estar relacionada diretamente com os custos de aquisição. Para que os objetivos aconteçam, é preciso que a empresa adote as tecnologias existentes no mercado e o e-procurement apresenta-se atualmente como uma solução inovadora e eficiente na busca por melhores resultados na otimização dos processos e nas negociações das empresas. Para a realização deste trabalho, escolheu-se especificamente fazer um estudo de caso no Setor de Suprimentos da Intelbras S/A., do segmento Eletroeletrônico, através da implementação do e-procurement, intitulado (OBC OutBuyCenter).

13 Descrição da situação problema Atualmente a Intelbras trabalha com o sistema de e-procurement para aquisição dos seus Materiais Indiretos, todo material que não compõe o produto final, ex.: Máquinas, Equipamentos, porém para aquisição da sua (Matéria-Prima, ou seja, toda matéria que compõe o produto final), não dispõe de um sistema informatizado via WEB, que auxilie neste processo. 1.2 Objetivos Objetivo Geral Analisar a viabilidade de implementação do sistema de compras de Matéria-Prima, através do e-procurement, no Departamento de Compras da Intelbras S/A Objetivos Especificos - Descrever a estrutura de Compras na Intelbras S/A; - Descrever o processo de Compras antes da implantação do software; - Identificar o funcionamento do sistema de compras através do e-procurement na empresa; - Identificar vantagens e desvantagens do processo de Compras via WEB na empresa; - Estudar e avaliar os ganhos qualitativamente/quantitativamente, em função de: - Da eliminação de papéis em todo o processo; - Da agilidade no fluxo interno de aprovações; - Da informatização do processo de cotações bem como dos prazos para efetuarem as cotações; - Visualizar os pontos fracos e sugerir melhorias no processo de compras.

14 Justificativa Frente ao mercado concorrido que a Intelbras se depara nos dias atuais e a constante busca por ferramentas que possibilitem a obtenção por melhores custos de aquisição, torna-se imprescindível à viabilidade de implementação do e-procurement, para as atividades nos processos de compras. A área de Suprimentos nas empresas nos dias atuais vem deixando de ser em Centro de Custos e sim passando a ser um centro de lucros. Com isso, pequenos ganhos na compra de Matéria-Prima, principalmente em grandes volumes, podem ser traduzidas em grandes lucros para a empresa. Além de ter a visão dos custos de aquisição, também a empresa deve fazer uma análise dos custos dos compradores e dos envolvidos no processo de aquisição, por executarem os trabalhos manualmente como ocorre nos dias atuais na Intelbras, o que gera grande retrabalho entre as áreas envolvidas. Fator que fica claro para a implementação e-procurement, é a disponibilidade pela busca por um maior número de fornecedores participando dos processos de cotação, bem como dando mais liberdade aos seus negociadores, para que façam realmente o seu trabalho, analisar os custos, esgotar todas as fontes de suprimentos possíveis; negociar fortemente preços de todos os itens; viajar á feiras internacionais e visitar fornecedores, desenvolvendo os mesmos como novas fontes de suprimentos. O acadêmico visualiza que este trabalho com os objetivos que se propõe poderá, contribuir significativamente, não somente para fins acadêmicos, mas também para que este estudo permita que a empresa tenha pleno conhecimento do que a ferramenta que denominada como e-procurement, poderá colaborar no processo de compras de matéria-prima. Pretende-se dessa forma assim justificar, a relevância deste projeto para a empresa, bem como para a área acadêmica onde poderá contextualizar a visão teórica, com a experiência e a vivência prática das organizações envolvidas.

15 Apresentação geral do trabalho Com o foco em se manter acompanhando os avanços tecnológicos e a velocidade do mundo globalizado, a busca por melhores condições que favoreçam a resultados significativos, as organizações por meio da tecnologia da informação, vem buscando as melhores opções para automatização dos seus processos de compras, assim atingindo os seus objetivos com êxito. A necessidade de as empresas comprarem cada vez melhor e com parceria é ponto importante na obtenção de resultados para que tornem perene sua existência. Comprar bem, negociar corretamente é fundamental para custos reduzidos do processo operacional e manterse operante no mercado em que atua com boas condições comerciais de seus produtos os quais são determinados pelo processo de compras. Nesse trabalho, procurou-se identificar de perto o acompanhamento e a implementação do e-procurement, como ferramenta de gestão do departamento de compras na Intelbras S/A. Buscou-se avaliar as mudanças pelas quais a função compras passou, avaliando as condições anteriores a este projeto e as condições posteriores a implementação do mesmo. O e-procurement, vem da ramificação do e-commerce, que tem suas ações voltadas à automatização dos processos de compras via Web. Este processo possibilita as compras via Internet, através de um portal da porta para dentro, ao contrário de outras empresas, que abrem o seu portal para que os fornecedores se cadastrem como possíveis opções de fornecimento. Para a realização desse estudo, utilizou-se da metodologia de projeto de aplicação, viabilizado por intermédio da implementação do sistema e-procurement na Intelbras S/A.

16 15 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo serão abordados os aspectos pertinentes a Função Compras, englobando tanto as Organizações que possuem uma estruturação de Compras na sua empresa, quanto às empresas que ainda não buscaram esta estruturação. 2.1 Função Compras Para o desenvolvimento desse projeto, primeiramente descreve-se os fundamentos da Função Compras que, segundo Baily et al (2000, p31) podem ser descritos de uma forma sucinta, prática e usual, pois a aplicação desta definição pode ser encontrada facilmente nas organizações. O autor define a atividade como a forma de: Suprir a organização com um fluxo seguro de materiais e serviços para atender as suas necessidades. Assegurar continuidade de suprimento para manter relacionamentos efetivos com fontes existentes, desenvolvendo outras fontes de suprimentos alternativas, ou para atender a necessidades emergentes ou planejadas. Comprar eficiente e sabiamente, obtendo por meios éticos o melhor valor por centavo gasto. Administrar estoques para proporcionar o melhor serviço possível aos usuários e ao menor custo. Manter relacionamentos cooperativos sólidos com outros departamentos, fornecendo informações e aconselhamentos necessários para assegurar a operação eficaz de toda organização. Desenvolver funcionários, políticas, procedimentos e organização para assegurar o alcance dos objetivos previstos. Autores como Baily et al (2000, p16) descrevem que a compra é vista pelas organizações bem-sucedidas de hoje como uma atividade de importância estratégica considerável. Mediante esses fundamentos, pode-se identificar que a função compras, tem forte importância para a melhoria e a competitividade das empresas. Isso significa muito mais concentração em assegurar o suprimento eficaz de materiais em termos de custo, e a interação com as demais áreas da empresa, e forte relacionamento com os seus fornecedores. Ballou (2001, p327) descreve que a aquisição envolve comprar matérias-primas, suprimentos e componentes para organização. As atividades associada à compra incluem: Selecionar e qualificar fornecedores; Classificar o desempenho do fornecedor;

17 16 Negociar contratos; Comparar preços, qualidade e serviços; Pesquisar produtos e serviços; Determinar quando comprar; Determinar prazos de vendas; Avaliar o valor recebido; Medir a qualidade de entrada, se não for responsabilidade do controle de qualidade; Prever preços, serviços e, algumas vezes, mudanças da demanda; Especificar a forma na qual os produtos serão recebidos; Segundo Ballou (1995, p249) a interação de compras com a área de logística pode ser definido de diversas formas como: A aquisição ou obtenção, que se refere ás atividades entre organização e seus fornecedores, e geralmente, dá impressão de tratar-se de compras. O termo aquisição é usado para designar os aspectos da obtenção que afetam a disponibilidade e o fluxo do suprimento. Apesar de o preço e a qualidade do produto serem variáveis vitais na escolha de um fornecedor, a terceira variávelchave é a disponibilidade ou entrega. Para melhor compreensão dos objetivos de compras, Baily, et al (2000, p31) apresenta uma definição bem conhecida dos objetivos de compras que é: comprar a qualidade de material correta, no tempo certo, na quantidade exata, da fonte certa, ao preço adequado. No entanto essa definição chavão é criticada por alguns como sendo superficial e simplista. Embora questionada por outros autores, esta definição fornece um modelo usual da estrutura de compras das empresas. Contextualizando a visão moderna de compras, na compreensão de Pozo (2002, p138) a mesma pode ser descrita da seguinte forma: Está relacionada com o sistema logístico empresarial, como atividades em ações estreitamente homogêneas, e essas atividades estão voltadas para a finalidade comum de operação lucrativa que é manter uma posição competitiva de mercado. A área de compras não é um fim em si própria, mas uma atividade de apoio fundamental ao processo produtivo, suprindo-o com todas as necessidades de materiais. Além dessa atuação primordial, compras também é um excelente e substancial sistema de redução de custos de uma empresa, por meio de negociações de preços, na busca de materiais alternativos e de incessante desenvolvimento de novos fornecedores.

18 17 Ballou (2001, p.327 e 328) aponta as compras como comandante de uma posição importante na maioria das organizações já que as peças, os componentes e os suprimentos comprados representam tipicamente 40% a 60% do valor das vendas de seus produtos finais. Isso demonstra que as reduções relativamente pequenas de custo obtidas, na aquisição dos materiais podem ter um impacto maior em lucros do que melhorias iguais em outras áreas de custo-venda da organização. Para melhor compreensão de compras no contexto da logística, vale citar o conceito de Ballou (2001, p21), onde a logística é entendida como: Um conjunto de atividades funcionais que é repetido muitas vezes ao longo do canal de suprimentos através do qual as matérias-primas são convertidas em produtos acabados e o valor é adicionado aos olhos dos consumidores. Como fonte de matéria-prima, a fábrica e os pontos de venda não estão localizados no mesmo ponto geográfico e o canal representa a seqüência de fases da manufatura, as atividades logísticas muitas vezes ocorrem antes que um produto chegue ao mercado. Ching (2001, p93) descreve a logística de suprimento, como forma de reduzir os tempos de fornecimento dos materiais, receber produtos de melhor qualidade, reduzir os estoques tanto na empresa quanto no fornecedor, ter produtos disponíveis sempre que necessário. A visão que as organizações têm de suprimentos tem forte viés. Não se deve subestimar a importância estratégica de suprimentos. Embora seja o primeiro passo da cadeia de logística, ele é a maior distância até o consumidor, mais afetada pelas variações do mercado e o mais difícil de sincronizar com a demanda dos consumidores. No entendimento de Bertaglia (2003, p27) a aquisição compreende a elaboração e colocação de um pedido de compra com um fornecedor já selecionado e a monitoração contínua desse pedido a fim de evitar atrasos no processo. Considera também que a gestão de compras não se limita somente ao ato de comprar e sim tratar-se de um processo estratégico, onde envolve custo, qualidade e velocidade de resposta. Pozo (2002, p141) define como objetivos de compras, a capacidade de comprar materiais e produtos na qualidade certa, na quantidade exata, no tempo certo, no preço correto e na fonte adequada. Fator importante para compreensão da função compras, é conhecer o processo de aquisição, que por mais particular seja para a empresa, geralmente segue o roteiro apresentado

19 18 por Franco Jr. (2001, p257), que define que os processos de compras são formados por dois processos distintos e burocráticos: internos e externos. Esses processos são assim definidos: O primeiro, interno, indica-se com a solicitação de compra e segue adiante com a aprovação pelo responsável do setor que está requisitando as compras e, finalmente, após a aprovação, é enviado para o setor de compras. O segundo processo burocrático, externo, é feito pelo departamento de compras, o qual fará as cotações, provavelmente solicitará ao menos três cotações formais de diferentes fornecedores, ou eventualmente abrirá uma concorrência, e finalmente selecionará aquele fornecedor que oferece o melhor preço. 2.2 A Evolução de Compras As organizações, com a evolução dos tempos, começaram a visualizar a função compras, não mais como um centro de custos e sim se tornando um centro de lucros como é denominado. Diante disso o aperfeiçoamento dos profissionais de compras, vem se aprimorando cada vez mais, bem como o envolvimento dos profissionais desta área em reuniões de tomada de decisões, em reuniões estratégicas que vem ocorrendo com maior freqüência. Este fato se dá em função de que as informações de todos os projetos desde o início tenham a participação da área que é responsável pelos custos da empresa, assim facilitando o nível de informação para se que se obtenha sucesso no que diz respeito aos custos de aquisição. Ainda no caminho das melhores oportunidades e pela busca de melhores resultados, Dias (1993, p260) compreende que comprar bem é um dos meios que a empresa deve usar para reduzir os seus custos. Na visão de Bertaglia (2003, p27) o mesmo descreve que os profissionais de compras devem ter um entendimento global de negócios e tecnologia. O comprador de hoje, em função da tecnologia, é muito mais um analista de suprimentos e negociador do que propriamente um operador de transações que faz pedido monitora o mesmo. Na percepção de Baily (2000, p16) o papel e a contribuição das compras têm crescido com bastante firmeza durante a segunda metade do século XX, sendo que o maior interesse pela atividade de compras vem ocorrendo em anos recentes. As organizações que adotam abordagens de vantagem competitiva na administração de materiais estão pondo em prática idéias de integração que são pelo menos em parte, baseadas no papel estratégico e integrado das compras. Através do sucesso demonstrado pelas

20 19 organizações, ocorre este estimulo à medida que outras organizações tentam repetir esse sucesso, onde a função compras torna-se mais atual. Neste mesmo sentido, como menciona Baily et al (2000, p38) as operações de compras estratégicas pró-ativa, pode dar a organização uma vantagem competitiva ao reduzir o desperdício na cadeia de valor. No entanto, as estratégias de compras não podem ser desenvolvidas isoladamente. Historicamente as funções de marketing, finanças ou produção tendem a dominar as organizações. Vale salientar que a influência particularmente forte da área de manufatura dentro das organizações e a insistência em fabricar produtos, em vez de comprá-los fora tem criado, grandes problemas na estratégia das organizações. Bertaglia (2003, p108) considera que as empresas focalizam as suas competências dando maior importância às atividades relacionadas ao negócio, neste sentido aumentando a necessidade de entendimento dos fundamentos de aquisição, tanto de serviços como materiais. As organizações devem possuir este conhecimento, de modo a auxiliar nas tomadas de decisões de produzir ou comprar. Bertaglia (2003, p83) descreve que muitas organizações têm relegado a função de compras a um plano arcaico, com pouca visibilidade e quase nenhuma consideração de seus impactos nos resultados da empresa. Por outro lado, descreve que as organizações através de um modelo para aquisição de materiais estratégicos vem se utilizando do mesmo com a finalidade de aumentar a competitividade e o crescimento da organização. Neste mesmo sentido, o autor acrescenta que em vez de continuar usando conceitos transacionais para encontrar materiais e serviços, algumas empresas mais inovadoras têm expandido o escopo e as responsabilidades de compras, melhorando significativamente o processo e transformando-os em importante fonte estratégica para o crescimento dos lucros, onde os ganhos obtidos no processo de aquisição de materiais ou serviços afeta diretamente nos resultados da organização. Sobre a interligação de compras com as demais áreas da empresa, como descreve Ching (2001, p183) o seu gerenciamento começa através do pedido de um produto ou serviço por um usuário final e termina com o pagamento do fornecedor do produto ou serviço. Cabe lembrar, que existem outras etapas que fazem parte desse gerenciamento, onde envolvem processos e departamentos que trabalham interligados. Descrevendo a interação entre compras e as demais áreas da organização, Dias (1993, p265) aponta a relação entre PCP (Planejamento e Controle de Produção), que é

21 20 inerentemente tão estreita e tão fundamental que ambos se encontram combinados em mais da metade das organizações industriais, esta interligação se dá desde a necessidade da aquisição, até a entrega e utilização no processo de produção. No caminho da evolução de compras, Dias (1993, p267) reconhece a função de comprador como uma das mais importantes em uma empresa, através das suas qualificações e preparado para conduzir eficazmente as suas compras e apto a discutir em igual nível de conhecimento com os seus fornecedores. Para que todo este processo seja eficiente, Brennan (apud Baily, 2000) sugere a implementação de processos que não utilizem papel, e sim trabalhem por meio de intercâmbio de dados, EDI (electronic data interchange), ou utilizar outras formas de comércio eletrônico, assim otimizando os processos. No mesmo sentido, tanto por Moynihan quanto por Brennan (apud Ching, 2001) a tecnologia da informação pode automatizar todas as áreas de gerenciamento de compras, elevando o potencial para economia nas organizações, (CHING 2001, p184). A negociação faz parte de todo este processo, sendo uma atividade primordial, como será apresentado na próxima etapa. 2.3 Negociação Na concepção de Dias (1993, p293) negociação não é uma disputa em que uma das partes ganha e a outra tem prejuízo. Embora elementos de competição estejam obviamente ligados ao processo, ela é bem mais do que isso. Quando numa negociação ambas as partes saem ganhando, podemos então afirmar que houve uma boa negociação. Saber negociar é uma das habilidades mais exigidas de um comprador. Já Baily (2000, p240) considera negociação como atividade de compras e suprimentos que estão centradas na troca de valor e com o objetivo de encontrar novas maneiras de fazer negócios. Entretanto, as negociações de barganha são vistas como um processo para se chegar a um acordo. Vale lembrar, que existem formas de se chegar a um acordo, que não envolvem negociações e que são apropriadas e eficazes em circunstâncias especiais. Segundo Bertaglia (2003, p28) as organizações modernas estão se conscientizando cada vez mais em manter alianças com os seus fornecedores em vez de manter uma relação

22 21 puramente de compra e venda, com tendências de animosidade na maioria das circunstâncias. Estão também reduzindo a quantidade de fornecedores, mantendo um relacionamento de longo prazo, com altos volumes e maior flexibilidade, permitindo que as trocas de informações no âmbito global de planejamento, de modo que possa verificar os impactos provenientes de restrições de capacidades e prazos de entrega. Tratando-se de negociação, podemos concluir é que existem formas diferentes de se negociar e que devem ser usadas em função do objetivo desejado da negociação, desta forma, Mello (2003, p16 e 17) ainda aponta que o papel do negociador deve ser diferente em cada caso, e a forma de negociar deve ser radicalmente diferente para obtenção dos melhores resultados. Fator importante nas negociações, trata-se da confiança entre os negociadores, sendo um dos fatores a serem considerados para a determinação da estratégia a utilizar assim, descrito por Mello (2003, p24) que ainda cita que graus de confiança baixos levam a negociação para o lado competitivo e níveis mais elevados de confiança favorecem o bom resultado das negociações. As negociações com baixo grau de confiança, são conduzidas em clima de desconfiança, são lentas e cautelosas, sendo pouco produtivas. Neste mesmo sentido, Mello (2003, p.24) enfatiza que é importante indicar claramente ao outro negociador alguns objetivos, o que se espera da negociação, desta forma podendo dar mais abertura e capacidade para que o outro negociador possa persuadir melhor, chegando ambos ao seu objetivo. Ainda conceituando o que é negociação, Mello (2003, p25) define negociação como um processo social utilizado para fazer acordos, resolver ou evitar conflitos. É normalmente utilizada quando as partes interessadas desejam estabelecer regras de relacionamento mútuo ou quando desejam mudar as regras de um acordo já existente. A forma de negociar ganha x ganha, conforme avalia Mello (2003, p28) nos faz pensar se esta opção é a melhor forma de negociar, já que descreve esta forma de negociação, como uma forma que deve ser avaliada a cada negócio e depende diretamente dos seus objetivos naquela determinada negociação. Para que se possa obter sucesso, a informação é fonte de poder mais óbvia e importante para uma negociação, assim descrito por Mello (2003, p47) a preparação é questão chave e afeta nossa avaliação da realidade, onde as decisões que tomamos e a forma em que a

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI)

IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) IV. Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) 1. Funcionamento do EDI 2. EDI tradicional X WEB EDI 3. EDI Tradicional 4. WEB EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI) EDI: Electronic Data Interchange Troca

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Logistica e Distribuição. Responsabilidades. O Fluxo do Processamento do Pedido. Mas quais são as atividades da Logística?

Logistica e Distribuição. Responsabilidades. O Fluxo do Processamento do Pedido. Mas quais são as atividades da Logística? Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição A Atividade de Processamento de Pedidos e Aquisição/Programação de Produtos Primárias Apoio 1 2 Responsabilidades O Fluxo

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os

Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os Mesmo em uma construtora de menor porte, o processo de gestão pode ser bastante complexo. Este guia traz dicas de gerenciamento para atingir os melhores resultados. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a

SISTEMAS INTEGRADOS P o r f.. E d E uar a d r o Oli l v i e v i e r i a SISTEMAS INTEGRADOS Prof. Eduardo Oliveira Bibliografia adotada: COLANGELO FILHO, Lúcio. Implantação de Sistemas ERP. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN: 8522429936 LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane Price. Sistemas

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS: UM PLANEJAMENTO INDISPENSÁVEL DUMAS, Ana Carolina¹ Guirado CALDAMONE,Camila¹ Guerino FRANCO, Nathália¹ Ribeiro; Acadêmicos do curso de Administração da Faculdade de Ciências

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE GESTÃO DE ESTOQUE EM UMA EMPRESA BENEFICIADORA DE VIDROS EM TERESINA PI GEDAÍAS RODRIGUES VIANA 1 FRANCISCO DE TARSO RIBEIRO CASELLI 2 FRANCISCO DE ASSIS DA SILVA MOTA 3

Leia mais

Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS

Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS Módulos QM de sistemas ERP ou MES x Sistemas LIMS Módulos de controle ou gestão da qualidade de sistemas ERP ou MES X sistemas para automação e gestão de laboratórios LIMS e suas diferenças conceituais

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO

WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO WORKER SISTEMA COMERCIAL PARA COMÉRCIO VAREJISTA E PRESTADORES DE SERVIÇO VILAS BOAS, M. A. A. 1 ; GOMES, E. Y. 2 1- Graduando em Sistemas de Informação na FAP - Faculdade de Apucarana 2- Docente do Curso

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro Tecnologia da Informação e Comunicação Douglas Farias Cordeiro Algumas coisas que vimos até aqui Qual a diferença entre as funções do analista e do projetista? Como funciona o ciclo de vida de um projeto

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. CRM e AFV Bloco Comercial CRM e AFV Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos CRM e AFV, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Introdução à Unidade Curricular

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Introdução à Unidade Curricular SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Introdução à Unidade Curricular Material Cedido pelo Prof. Msc. Ângelo Luz Prof. Msc. André Luiz S. de Moraes 2 Materiais Mussum (187.7.106.14 ou 192.168.200.3) Plano de Ensino SISTEMAS

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid

TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid TOTVS COLABORAÇÃO 2.0 FISCAL powered by NeoGrid Recebimento de NF-e e CT-e Emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e NFS-e Integração nativa com o seu ERP Exija a solução que é o melhor investimento para a gestão

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística CONCEITOS O nome Supply Chain, cujo termo têm sido utilizado em nosso país como Cadeia de Suprimentos, vem sendo erroneamente considerado como

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Implementação de estratégias

Implementação de estratégias Etapa 1 Etapa 2 Etapa 3 Etapa 4 Etapa 5 Disciplina Gestão Estratégica e Serviços 7º Período Administração 2013/2 Implementação de estratégias Agenda: Implementação de Estratégias Visão Corporativa sobre

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte

Cláudia Araújo Coordenadora Diego Macêdo Programador Marcelo Rodrigues Suporte BCON Sistema de Controle de Vendas e Estoque Declaração de escopo Versão 1.0 Histórico de Revisão Elaborado por: Filipe de Almeida do Amaral Versão 1.0 Aprovado por: Marcelo Persegona 22/03/2011 Time da

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS Nadia Al-Bdywoui (nadia_alb@hotmail.com) Cássia Ribeiro Sola (cassiaribs@yahoo.com.br) Resumo: Com a constante

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AU TOMAÇÃO. UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA Padrões GS1: Tranquilidade para você e seu cliente. Volume 7

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AU TOMAÇÃO. UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA Padrões GS1: Tranquilidade para você e seu cliente. Volume 7 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AU TOMAÇÃO UMA QUESTÃO DE SEGURANÇA Padrões GS1: Tranquilidade para você e seu cliente. Volume 7 Padrões do Sistema GS1 Habilitando a visibilidade da cadeia de valor. Identificação

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA 1 OBJETIVOS 1. O que os administradores precisam saber sobre organizações para montar e usar sistemas de informação com sucesso? 2. Que

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini

SI- Sistemas de Informação. Professora: Mariana A. Fuini SI- Sistemas de Informação Professora: Mariana A. Fuini INTRODUÇÃO A informação é tudo na administração de uma organização. Mas para uma boa informação é necessário existir um conjunto de características

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

Otimização de abastecimento de pedidos

Otimização de abastecimento de pedidos Otimização de abastecimento de pedidos Quando passar da separação com papel para zero papel automação 1 Otimização que de traz abastecimento resultados de pedidos Otimização de abastecimento de pedidos

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Logística: - II Guerra Mundial; - Por muito tempo as indústrias consideraram o setor de logística de forma reativa e não proativa (considera

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr

FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr FTAD Formação Técnica em Administração Módulo de Gestão de Materiais ACI Atividade Curricular Interdisciplinar Prof. Gildo Neves Baptista jr AULA PASSADA: GESTÃO DE COMPRAS: PROCESSOS DE FORNECIMENTO UMA

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ CEAP Prof a. Nazaré Ferrão 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: ADM. DE REC. MATERIAIS E PATRIMONIAIS Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: Turma: 5 ADN FRANCISCHINI, Paulino G.; GURGEL, F.

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES Por Caio Fiuza Nos últimos 10 anos, a gestão das áreas de apoio nas grandes organizações brasileiras vem passando por importantes transformações. A principal delas

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Índice Introdução Capítulo 1 - Por que terceirizar a montagem de placas? Capítulo 2 - Como escolher a

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL

ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 1.1 Capítulo 1 ADMINISTRAÇÃO DA EMPRESA DIGITAL 1.1 2003 by Prentice Hall Sistemas de Informação Gerencial Capítulo 1 Administra,cão da Empresa Digital

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo de Planejamento Prof.º Fábio Diniz COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS CONHECER A ELABORAÇÃO, CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES UM PLANO DE NEGÓCIOS.

Leia mais

Quais estratégias de crédito e cobranças são necessárias para controlar e reduzir a inadimplência dos clientes, na Agroveterinária Santa Fé?

Quais estratégias de crédito e cobranças são necessárias para controlar e reduzir a inadimplência dos clientes, na Agroveterinária Santa Fé? 1 INTRODUÇÃO As empresas, inevitavelmente, podem passar por períodos repletos de riscos e oportunidades. Com a complexidade da economia, expansão e competitividade dos negócios, tem-se uma maior necessidade

Leia mais

EDI Definição, funcionamento Benefícios Categorias de EDI Pontos chaves (EDI/ XML) XML (Extensible Markup Language) HTML e XML

EDI Definição, funcionamento Benefícios Categorias de EDI Pontos chaves (EDI/ XML) XML (Extensible Markup Language) HTML e XML Tecnologia da Administração O que veremos? EDI Definição, funcionamento Benefícios Categorias de EDI Pontos chaves (EDI/ XML) XML (Extensible Markup Language) HTML e XML Sintaxe Edifact (ONU) EDI For Administration

Leia mais

DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2. MBA Gestão de TI. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2. MBA Gestão de TI. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com DESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO AULA 2 MBA Gestão de TI Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com 2 3 Um otimista vê uma oportunidade em cada calamidade; um pessimista vê uma calamidade em

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais