7 o ano TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR

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1 TECENDO LINGUAGENS LÍNGUA PORTUGUESA TANIA AMARAL OLIVEIRA Formada em Letras, Pedagogia e Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Mestra em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Formadora de educadores nas áreas de Língua Portuguesa e de Comunicação. Professora do Ensino Fundamental das redes pública e privada de ensino de São Paulo. ELIZABETH GAVIOLI DE OLIVEIRA SILVA Bacharel e licenciada em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP). Professora do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos. Autora de livros didáticos de Língua Portuguesa e de Letramento e Alfabetização (Ensino Fundamental e EJA). Professora do Ensino Fundamental da rede particular de ensino de São Paulo. CÍCERO DE OLIVEIRA SILVA Bacharel em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Graduando em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP). Autor de livros didáticos de Língua Portuguesa e de Letramento e Alfabetização (Ensino Fundamental e EJA). Educador em projetos sociais nas áreas de Comunicação e Educação para a Cidadania. LUCY APARECIDA MELO ARAÚJO Bacharel e licenciada em Língua Portuguesa e Linguística pela Universidade de São Paulo (USP). Especialista em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Mestranda em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Professora do Ensino Fundamental da rede particular de ensino de São Paulo. ENSINO FUNDAMENTAL LÍNGUA PORTUGUESA MANUAL DO PROFESSOR 7 o ano 4 a edição São Paulo 2015 pnld2017_miolo_7tl_p3_u00_18ago15.indd 1 8/19/15 17:55

2 Coleção Tecendo Linguagens Língua Portuguesa 7 o ano IBEP, 2015 Diretor superintendente Diretora editorial Gerente editorial Coordenadora editorial Editora Assistente editorial Revisora técnica Coordenadora de revisão Revisão Secretaria editorial e Produção gráfica Assistentes de secretaria editorial Assistentes de produção gráfica Coordenadora de arte Assistentes de arte Coordenadora de iconografia Assistentes de iconografia Ilustração Processos editoriais e tecnologia Projeto gráfico e capa Imagens da capa Diagramação Jorge Yunes Célia de Assis Maria Rocha Rodrigues Simone Silva Fabiana Panhosi Marsaro Karina Danza Márcia Chiréia Helô Beraldo Beatriz Hrycylo, Cássio Dias Pelin, Luiz Gustavo Bazana, Salvine Maciel, Sheila Saad Fredson Sampaio Carla Marques, Karyna Sacristan, Mayara Silva Ary Lopes, Eliane Monteiro, Elaine Nunes Karina Monteiro Aline Benitez, Gustavo Prado Ramos, Marilia Vilela, Thaynara Macário Neuza Faccin Bruna Ishihara, Camila Marques, Thais Milson, Victoria Lopes, Wilson de Castilho Jótah e Renato Arlem Elza Mizue Hata Fujihara, Fernando Cardille Departamento de Arte IBEP João Prudente Pires/Pulsar Imagens, Goodluz/Shutterstock Bertolucci Estúdio Gráfico Os textos e as imagens reproduzidos nesta coleção têm fins exclusivamente didáticos e não representam qualquer tipo de recomendação de produtos ou empresas por parte do(s) autor(es) ou da editora. 4 a edição São Paulo 2015 Todos os direitos reservados. Av. Alexandre Mackenzie, 619 Jaguaré São Paulo SP Brasil Tel.: (11) pnld2017_miolo_7tl_p3_u00.indd 2 5/18/15 6:12 PM

3 APRESENTAÇÃO Caro aluno e cara aluna, Não sabemos quem vocês são, mas imaginamos que estejam curiosos para saber o que lhes trazem as páginas deste livro. Por isso adiantamos algumas respostas. Esta obra foi escrita especialmente para vocês que gostam de fazer descobertas por meio de trabalhos individuais ou em grupo e de se relacionar com as pessoas ao seu redor. Para vocês que gostam de falar, de trocar ideias, de expor suas opiniões, impressões pessoais, de ler, de criar e escrever, foram preparadas atividades que, certamente, farão com que gostem mais de estudar Língua Portuguesa. Estão duvidando disso? Aguardem os próximos capítulos e verão que estamos certos. Este livro traz algumas ferramentas para tornar as aulas bem movimentadas, cheias de surpresas. Vocês terão oportunidade de ler e interpretar textos dos mais variados gêneros: causos, mitos e lendas do Brasil e de outras regiões do planeta, textos teatrais, poemas, textos retirados de revistas e jornais, textos instrucionais, histórias em quadrinhos e muito mais. Mas não estamos rodeados apenas de textos escritos. Vivemos em um mundo em que a imagem, o som e a palavra falada ou escrita se juntam para construir atos de comunicação. Por isso, precisamos desvendar o sentido de todas essas linguagens que nos rodeiam para melhor interagir com as pessoas e com o mundo em que vivemos. Assim, descobriremos os múltiplos caminhos para nos comunicar. Acreditem: vocês têm uma capacidade infinita e, por isso, a responsabilidade de desenvolvê-la. Pesquisem, expressem suas ideias, sentimentos, sensações; registrem suas vivências; construam e reconstruam suas histórias; sonhem, emocionem-se, divirtam-se, leiam por prazer; lutem por seus ideais e aprendam a defender as suas opiniões, oralmente e por escrito. Não sejam espectadores na sala de aula, mas agentes, alunos atuantes. Assim, darão mais sentido às atividades escolares, melhorarão seu desempenho nessa área e, com certeza, descobrirão a alegria de aprender. Um abraço! Os autores 7TL.indb 3 5/18/15 8:38 AM

4 CONhEÇA SEu livro Para começo de conversa Momento inicial de cada capítulo, que propõe uma discussão prévia sobre o gênero ou o tema a ser estudado. Prática de leitura Momento de ler textos verbais e não verbais e desenvolver a competência leitora. ANTES DE LER Momento de explorar os conhecimentos prévios dos alunos sobre determinado tema ou gênero, levantar hipóteses e fazer inferências. POR DENTRO DO TEXTO Momento de verificar se o texto e as informações que ele apresenta foram compreendidos e de interpretar também aquilo que não está escrito. TROCANDO IDEIAS Momento de discutir oralmente sobre os aspectos apresentados pelo texto e de dividir com os colegas o que cada um compreendeu, as hipóteses e as opiniões. CONFRONTANDO TEXTOS Momento de comparar os textos já lidos ou esses textos e outros apresentados na seção. TEXTO E CONSTRUÇÃO Momento de organizar a aprendizagem sobre os textos, sua construção, forma, seus conceitos e sua definição. 7TL.indb 4 5/18/15 8:38 AM

5 TEXTO E CONTEXTO Momento de ampliar a leitura e estabelecer relações entre texto e contexto. Momento de ouvir Momento em que o professor fará a leitura de textos para a turma. De olho na ortografia Momento de conhecer os aspectos ortográficos da língua e aprender a escrita correta das palavras. Reflexão sobre o uso da língua Momento de estudar e refletir sobre os aspectos gramaticais da língua escrita e oral. DE OLHO NO VOCABULÁRIO Momento de conhecer os aspectos semânticos da língua e de usar o dicionário. APLICANDO CONHECIMENTOS Momento de colocar em prática aquilo que foi estudado. APRENDER BRINCANDO Momento de fixar os novos conhecimentos por meio de atividades lúdicas variadas. 7TL.indb 5 5/18/15 8:38 AM

6 Hora da pesquisa Momento de aprender de maneira mais autônoma por meio de pesquisas orientadas. Atividade de criação Momento de produzir colagens, ilustrações e pequenos textos. Na trilha da oralidade Momento de analisar questões próprias da língua oral. Produção de texto Momento de produzir textos orais e escritos. \ 7TL.indb 6 5/18/15 8:38 AM

7 Projetos em ação Momento de realizar um conjunto de atividades que resultam na elaboração de um produto final comum à turma ou a um grupo de alunos. importante SABER Momento de organizar, ampliar e sistematizar os conhecimentos. PARA você QuE É CuRiOSO Momento de ler curiosidades e informações interessantes sobre os gêneros ou os temas abordados no capítulo. leia mais Momento de conferir sugestões para ampliar as leituras feitas no capítulo. Preparando-se para o próximo capítulo Momento de realizar atividades que exploram o tema do capítulo seguinte. 7TL.indb 7 5/18/15 8:38 AM

8 SuMáRiO unidade 1 ligado NA ERA da COMuNiCAÇÃO 13 Capítulo 1 COMuNiCAÇÃO EM diferentes linguagens...14 XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 Crônica (Comunicação, Luis Fernando Verissimo) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO DE OLHO NO VOCABULáRIO APRENDER BRINCANDO XXReflexão sobre o uso da língua Código, língua e linguagem APLICANDO CONHECIMENTOS XXHora da pesquisa Sinais XXPrática de leitura Texto 2 Crônica (A vaguidão específica, Millôr Fernandes) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TEXTO E CONTEXTO XXReflexão sobre o uso da língua Discurso, situação de comunicação e interlocutores APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 3 Bilhetes POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO TROCANDO IDEIAS Texto 4 Tela (O grito, Edvard Munch) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO TROCANDO IDEIAS XXHora da pesquisa Influência das cores XXAtividade de criação Exposição de obras de arte XXPrática de leitura Texto 5 Chat (Meninas na linha Heloisa Prieto e Gilberto Dimenstein) POR DENTRO DO TEXTO XXNa trilha da oralidade Chat XXProdução de texto Crônica XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo Capítulo 2 TROCANdO EMOÇÕES E impressões PESSOAiS...41 XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 História em quadrinhos (Persépolis 2, Marjane Satrapi) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS XXPrática de leitura Texto 2 Romance (fragmento) (A nuvem, Gudrun Pausewang) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO DE OLHO NO VOCABULáRIO XXReflexão sobre o uso da língua Advérbio e locução adverbial APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 3 Carta pessoal (Foi! Não foi! Foi!, Luzia Lacerda) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TL.indb 8 5/18/15 8:38 AM

9 XXNa trilha da oralidade Marcas da oralidade XXPrática de leitura Texto 4 Carta pessoal (Ana e Pedro: cartas, Vivina de Assis Viana e Ronald Claver) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS XXPrática de leitura Texto 5 Diário (O diário de Zlata: a vida de uma menina na guerra, Zlata Filipović) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TEXTO E CONTEXTO XXReflexão sobre o uso da língua Usos do verbo APLICANDO CONHECIMENTOS XXProdução de texto Carta XXAtividade de criação Painel com recortes e colagens XXProjetos em ação Campanha pela paz XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo unidade 2 ENTRETENiMENTO É COiSA SÉRiA 71 Capítulo 1 TROCANdO PASSES...72 XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 Notícia (Troca de figurinhas do álbum da Copa vira febre em Curitiba, Ana Ehlert) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO XXPrática de leitura Texto 2 Notícia (Um exemplo de civilidade: japoneses voltam a recolher seu lixo após partida, Chandy Teixeira e Jocaff Souza) POR DENTRO DO TEXTO XXPrática de leitura Texto 3 Artigo de opinião (Não somos macacos, Breiller Pires) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TROCANDO IDEIAS XXReflexão sobre o uso da língua Pronome indefinido APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 4 Narração de jogo de futebol (Hoje um leão morre e o outro vive em busca do caneco do Brasileirão, Éder Luiz) XXNa trilha da oralidade Narração de jogo de futebol APRENDER BRINCANDO XXPrática de leitura Texto 5 Conto (fragmento) (Corinthians (2) Palestra (1), Antônio de Alcântara Machado) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO CONFRONTANDO TEXTOS XXReflexão sobre o uso da língua Modos verbais: indicativo, imperativo e subjuntivo APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 6 Poema (Fla-Flu, Max Nunes) CONFRONTANDO TEXTOS XXProdução de texto Notícia XXHora da pesquisa História de um esporte XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo Capítulo 2 A imaginação EM CENA...97 XXPara começo de conversa XXPrática de leitura TL.indb 9 5/18/15 8:38 AM

10 Texto 1 Texto dramático (A fuga, Maria Clara Machado) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS TEXTO E CONSTRUÇÃO XXNa trilha da oralidade Marcas de oralidade no texto dramático XXReflexão sobre o uso da língua Preposição APLICANDO CONHECIMENTOS XXMomento de ouvir XXPrática de leitura Texto 2 Trabalho escolar (Os saltimbancos, Clara Sales) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO XXPrática de leitura Texto 3 Sinopse (Os saltimbancos, O Imparcial) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TROCANDO IDEIAS XXReflexão sobre o uso da língua Discurso direto e discurso indireto APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 4 Auto de Natal (fragmento) (Fantasma de camarim, Sylvia Orthof) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONTEXTO XXProdução de texto Texto dramático XXProjetos em ação Arte em família XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo unidade 3 ler É uma viagem 123 Capítulo 1 O lugar do livro EM MiNhA vida XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 Depoimento (A troca, Lygia Bojunga Nunes) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS TEXTO E CONTEXTO XXReflexão sobre o uso da língua Estrutura das palavras APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 2 Fotografias (Fotos 1 e 2) POR DENTRO DO TEXTO XXReflexão sobre o uso da língua Coesão e coerência XXHora da pesquisa Livro impresso e digital XXPrática de leitura Texto 3 Conto maravilhoso (Os dois pequenos e a bruxa, Consiglieri Pedroso) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TROCANDO IDEIAS TEXTO E CONTEXTO XXPrática de leitura Texto 4 Capa de livro (Os mais belos contos de Perrault, Charles Perrault) POR DENTRO DO TEXTO XXPrática de leitura Texto 5 Resenha (Resenha: Livro das mil e uma noites volume 1 ramo sírio, Juliana Magalhães) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS XXNa trilha da oralidade Júri simulado XXDe olho na ortografia S com som de z APRENDER BRINCANDO XXPrática de leitura TL.indb 10 5/18/15 8:38 AM

11 Texto 6 Paródia de conto maravilhoso (Senhorita Vermelho, Pedro Bandeira) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS XXMomento de ouvir XXProdução de texto Conto XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo Capítulo 2 guerreiros, MiTOS E heróis XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 Letra de canção (João e Maria, Sivuca e Chico Buarque) POR DENTRO DO TEXTO XXAtividade de criação Ilustração de letra de canção XXPrática de leitura Texto 2 Mito (A Guerra de Troia, Ruth Rocha) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TROCANDO IDEIAS XXPrática de leitura Texto 3 Lenda (A história de Chico Rei, Theobaldo Miranda Santos) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS TEXTO E CONTEXTO TROCANDO IDEIAS XXHora da pesquisa Mural de verbetes ilustrados XXMomento de ouvir XXReflexão sobre o uso da língua Classes gramaticais (revisão) XXPrática de leitura Texto 4 Romance (fragmento) (O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, C. S. Lewis) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO XXReflexão sobre o uso da língua Verbos de elocução DE OLHO NO VOCABULáRIO XXDe olho na ortografia Acento diferencial XXPrática de leitura Texto 5 Texto informativo (Quais foram os doze trabalhos de Hércules?, Mundo estranho) XXProdução de texto O 13 o trabalho de Hércules XXProjetos em ação Incentivo à leitura Ver e escrever XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo unidade 4 ficção E REAlidAdE 175 Capítulo 1 histórias PARA fazer PENSAR E histórias de ARREPiAR XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 Narrativa de enigma (A liga dos cabeças vermelhas, Arthur Conan Doyle) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO XXReflexão sobre o uso da língua Frase e oração APLICANDO CONHECIMENTOS XXPrática de leitura Texto 2 Narrativa de enigma (O pé do diabo, Arthur Conan Doyle) POR DENTRO DO TEXTO TL.indb 11 5/18/15 8:38 AM

12 TEXTO E CONSTRUÇÃO XXAtividade de criação Descrição XXReflexão sobre o uso da língua Sujeito e predicado APLICANDO CONHECIMENTOS XXNa trilha da oralidade Audiolivro XXPrática de leitura Texto 3 Narrativa de terror (O gato preto, Edgar Allan Poe) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TEXTO E CONTEXTO XXReflexão sobre o uso da língua Uso da vírgula APLICANDO CONHECIMENTOS XXProdução de texto História em quadrinhos XXLeia mais XXPreparando-se para o próximo capítulo Capítulo 2 ler PARA informar-se XXPara começo de conversa XXPrática de leitura Texto 1 Cartaz de campanha (Quem emprega crianças mata a infância, Ministério do Trabalho, RS) POR DENTRO DO TEXTO TROCANDO IDEIAS TEXTO E CONTEXTO XXPrática de leitura Texto 2 Fotografias (Fotos 1, 2, 3, 4 e 5) TEXTO E CONTEXTO XXPrática de leitura Texto 3 Primeira página de jornal (O Globo, 15 fev. 2015) TEXTO E CONSTRUÇÃO XXAtividade de criação Partes de um jornal XXPrática de leitura Texto 4 Notícia (MPT faz campanha no Carnaval contra o trabalho infantil, Cristina Indio do Brasil) POR DENTRO DO TEXTO XXPrática de leitura Texto 5 Reportagem (Reduto de difamação na web, Secret faz vítimas em Londrina, Tatiane Salvático) POR DENTRO DO TEXTO TEXTO E CONSTRUÇÃO TROCANDO IDEIAS XXReflexão sobre o uso da língua Tipos de sujeito APLICANDO CONHECIMENTOS XXDe olho na ortografia Sons do x APLICANDO CONHECIMENTOS APRENDER BRINCANDO XXNa trilha da oralidade Telejornal XXProdução de texto Reportagem XXProjetos em ação Jornal escolar XXApêndice XXGlossário XXIndicações de leituras complementares TL.indb 12 5/18/15 8:38 AM

13 Unidade LIGADO NA ERA DA COMUNICAÇÃO 1 Nesta unidade, você vai pensar sobre as diferentes formas de comunicação humana e suas características. Olhe ao seu redor: as cores, os sinais de trânsito, as obras de arte. Tudo isso comunica algo. Imagine-se encontrando um manuscrito de uma civilização perdida ou tendo de transmitir uma mensagem a um amigo. O que você faria? Essa é uma das propostas do Capítulo 1. No Capítulo 2, você vai conhecer outros modos de se comunicar, revelando impressões pessoais a respeito de situações-limite, como a guerra e a pobreza vividas por crianças e adolescentes. Quais são os sentimentos das pessoas que estão em meio a esses conflitos? Você vai ler, dentre diferentes gêneros de texto, O diário de Zlata, uma adolescente que viveu a dor da guerra e nos conta o que é ver seu país destruído por esse tipo de conflito. Ainda no Capítulo 2, você analisará os diferentes usos das formas verbais do pretérito, conhecerá o que são metáforas e expressões adverbiais, a fim de utilizar esses recursos nas suas próprias produções e entender melhor um texto. Prepare-se, pois, nas próximas páginas, você e seus colegas serão convidados a refletir a respeito da violência e a participar de uma campanha em defesa da paz. 13 7TL.indb 13 5/18/15 8:38 AM

14 capítulo 1COMUNICAÇÃO EM DIFERENTES LINGUAGENS Para começo de conversa 1. Observe a imagem a seguir e responda às questões propostas. CPG (Corel Gallery) Pintura rupestre no complexo de cavernas de Lascaux, França, datada de c anos atrás. a) A imagem que você observou representa um touro e foi pintada na Pré-História. Formule sua hipótese: Por que o animal aparece pintado na parede da caverna? Resposta possível: Porque provavelmente era um animal importante para o ser humano pré-histórico. b) O que ela permite supor sobre o modo como os seres humanos pré-históricos se comunicavam? Resposta pessoal. Professor, espera-se que os alunos reconheçam o papel das imagens na comunicação e no registro da vida dos seres humanos pré-históricos. 2. Com o passar do tempo, o ser humano desenvolveu o alfabeto para a comunicação escrita. Será que o alfabeto sempre foi do mesmo jeito que o conhecemos hoje? Formule sua hipótese. 14 Professor, espera-se que o aluno suponha mudanças. O objetivo desta atividade é levantar os conhecimentos prévios dos alunos com relação aos primórdios da escrita e sua evolução com o passar do tempo. 7TL.indb 14 5/18/15 8:38 AM

15 Resposta pessoal. Professor, a pesquisa pode ser realizada em duplas ou em pequenos grupos. Oriente os alunos na seleção das fontes de pesquisa. Eles podem 3. Faça uma pesquisa sobre a história do desenvolvimento do alfabeto. Em seguida, verifique se a encontrar esse tipo de informação em livros de história, almanaques ou na internet. Nesse último caso, hipótese que você formulou na questão anterior foi confirmada. é importante que a busca seja realizada em sites confiáveis. Estimule os alunos a compartilhar suas descobertas com os colegas. No Manual do Professor (de agora em diante, referido apenas como Manual), há um quadro com a representação de alguns alfabetos desenvolvidos ao longo da história. 4. Não existe apenas um alfabeto no mundo. Você conhece algum dos alfabetos registrados nas imagens a seguir? Qual? Respostas pessoais. Caracteres do alfabeto japonês (hiragana). Alfabeto russo (cirílico) minúsculo. Decasdo/Canstock Georgios Kollidas/Shutterstock Tibori/Shutterstock Wild West/Shutterstock Alfabeto coreano caligráfico (hangul). Alfabeto grego minúsculo. 5. Em sua opinião, podemos dizer que o alfabeto contribuiu para a comunicação humana? Por quê? Professor, espera-se que o aluno responda que sim, pois o alfabeto permitiu um registro mais aprimorado e econômico dos sons da língua. 6. Conhecer a língua é suficiente para estabelecermos uma boa comunicação? Comente. Sugestão: Não, pois é preciso também saber usá-la nas diversas situações de comunicação, adequando-a ao contexto, ao momento. Prática de leitura Texto 1 Crônica ANTES DE LER 1. Você já se esqueceu de uma palavra importante durante uma conversa? Como você reagiu? Resposta pessoal. 2. Como você agiria se estivesse no papel do interlocutor de alguém que passa por uma situação como essa? Resposta pessoal. 3. Como as pessoas costumam agir quando se deparam com uma dificuldade na comunicação? Resposta possível: Das mais diversas maneiras. Algumas ficam nervosas, outras riem, outras rapidamente solucionam o problema, algumas se sentem constrangidas, outras demoram, pensam, gesticulam etc. Leia o próximo texto para saber o que aconteceu em uma inesperada situação de comunicação. 15 pnld2017_miolo_7tl_u01c01.indd 15 5/18/15 8:51 AM

16 Comunicação É importante saber o nome das coisas. Ou pelo menos saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome? Posso ajudá-lo, cavalheiro? Pode. Eu quero um daqueles, daqueles... Pois não? Um... como é mesmo o nome? Sim? Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima. Sim, senhor. O senhor vai dar risada quando souber. Sim, senhor. Olha, é pontuda, certo? O quê, cavalheiro? Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende? Infelizmente, cavalheiro... Ora, você sabe do que eu estou falando. Estou me esforçando, mas... Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo? Se o senhor diz, cavalheiro. Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero. Sim, senhor. Pontudo numa ponta. Isso. Eu sabia que você compreenderia. Tem? Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. Quem sabe o senhor desenha para nós? Não. Eu não sei desenhar nem casinha com fumaça saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho. Sinto muito. Não precisa sentir. Sou técnico em contabilidade, estou muito bem de vida. Não sou um débil mental. Não sei desenhar, só isso. E hoje, por acaso, me esqueci do nome desse raio. Mas fora isso, tudo bem. O desenho não me faz falta. Lido com números. Tenho algum problema com os números mais complicados, claro. O oito, por exemplo. Tenho que fazer um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como você está pensando. Jótah 16 7TL.indb 16 5/18/15 8:38 AM

17 Jótah Eu não estou pensando nada, cavalheiro. Chame o gerente. Não será preciso, cavalheiro. Tenho certeza de que chegaremos a um acordo. Essa coisa que o senhor quer é feita do quê? É de, sei lá. De metal. Muito bem. De metal. Ela se move? Bem... É mais assim. Presta atenção nas minhas mãos. É assim, assim, dobra aqui e encaixa na ponta, assim. Tem mais de uma peça? Já vem montado? É inteiriço. Tenho quase certeza de que é inteiriço. Francamente... Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo, outra volta e clique, encaixa. Ah, tem clique. É elétrico. Não! Clique, que eu digo, é o barulho de encaixar. Já sei! Ótimo! O senhor quer uma antena externa de televisão. Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo... Tentemos por outro lado. Para o que serve? Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui, encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa. Certo. Esse instrumento que o senhor procura funciona mais como um gigantesco alfinete de segurança e... Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança! Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro! É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um... um... Como é mesmo o nome? Verissimo, Luis Fernando. Amor brasileiro. rio de Janeiro: José olympio, TL.indb 17 5/18/15 8:38 AM

18 POR DENTRO DO TEXTO 1. O texto o surpreendeu? Por quê? Resposta pessoal. 2. Que personagens estão envolvidas na situação de comunicação apresentada no texto? Um vendedor e um comprador. 3. Por que o homem que deseja comprar o objeto tem dificuldades para realizar a compra? Porque ele não se lembra do nome daquilo que quer comprar. 4. Diante da dificuldade em se lembrar da palavra, o comprador tenta uma alternativa para conseguir transmitir sua mensagem. Indique como ele procede e transcreva um trecho do texto que comprove sua resposta. 5. Como o vendedor procura ajudar seu interlocutor? O vendedor sugere que o comprador desenhe o que deseja comprar. O comprador descreve o objeto. Um trecho que comprova essa resposta é: Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende?. 6. Por que o comprador não aceita a sugestão? Ele alega não saber desenhar. 7. Nessa situação de comunicação, qual das personagens usa uma linguagem mais informal: o vendedor ou o comprador? Por que você acha que isso acontece? O comprador. O vendedor, por estar em uma situação profissional, é mais polido e objetivo; já o comprador encontra-se em uma situação de ansiedade e fala de uma maneira espontânea, revelando seu estado emocional. 8. Leia os trechos a seguir, observando as palavras em destaque. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. Responda: Por que nesses trechos são usados tantos artigos ao mesmo tempo? Porque quem fala não sabe exatamente se a palavra que nomeia o objeto é masculina ou feminina; então, enquanto faz tentativas de acertar o nome do objeto, acaba empregando tanto o artigo masculino quanto o feminino. 9. Encontre no texto e anote no caderno outras palavras que as personagens usaram por não conseguirem nomear o alfinete de segurança. As palavras isso, coisa, raio, negócio e instrumento. Essas palavras conseguiram definir o objeto? Por quê? Não, porque têm significado muito amplo, genérico. TEXTO E CONTEXTO Leia o trecho a seguir: Não. Eu não sei desenhar nem casinha com fumaça saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho. Sinto muito. 1. A expressão sinto muito, usada pelo vendedor, pode ter mais de um significado no contexto (ou situação de comunicação) em que foi empregada. Explique os sentidos possíveis. 18 Espera-se que o aluno perceba que a expressão é ambígua (tem duplo sentido), pois serve tanto para se referir ao fato de o vendedor não conseguir atender ao comprador quanto ao fato de o comprador não saber desenhar. 2. Como o comprador entendeu essa expressão? Ele entendeu que o vendedor lamentava o fato de ele não saber desenhar. 3. Você considera que o uso dessa expressão pelo vendedor foi adequado? Por quê? O aluno poderá responder que não, pois o uso da expressão possibilitou ao comprador uma interpretação negativa da fala do vendedor, por isso é que o primeiro fica irritado. 4. Se você fosse o vendedor, o que diria no lugar da expressão sinto muito para que ela fosse interpretada sem parecer uma ofensa ao comprador? Espera-se do aluno uma resposta que não gere ambiguidade. Resposta possível: Infelizmente, ainda não consegui compreender de que objeto se trata.. 7TL.indb 18 5/18/15 8:38 AM

19 TEXTO E CONSTRUÇÃO 1. Os itens a seguir referem-se a características do gênero crônica. Indique se elas aparecem no texto Comunicação e justifique sua resposta, retomando os elementos do texto. a) Trata-se de um texto que narra um fato do cotidiano, do dia a dia. Sim, pois o texto trata de uma situação cotidia na: fazer compras, não se lembrar do nome de alguma coisa, passar por situações em que a comunicação não acontece de maneira desejável, efetiva. b) Há o uso de linguagem informal. Sim, tanto o narrador quanto a personagem que quer comprar o objeto usam a linguagem coloquial. c) O texto tem a intenção de divertir. Sim. O texto provoca humor pelo fato de vendedor e comprador não se entenderem e pelas inúmeras tentativas de descrição do objeto. Além disso, o efeito surpresa no final do texto completa essa intenção do autor: o vendedor descobre o nome do objeto sem querer e o comprador esquece novamente o nome alfinete. Professor, d) O texto tem a intenção de fazer o leitor refletir. Sim. Ao mesmo tempo em que faz rir, a crônica nos leva a refletir a respeito dos problemas de comunicação vivenciados pelas pessoas no dia a dia. IMPORTANTE SABER lembre a seus alunos que nem todas as crônicas produzem humor, mas muitas são escritas para divertir o leitor. A crônica é um gênero textual de narrativa breve, geralmente produzida para ser publicada em jornais ou revistas. Refere-se a assuntos do cotidiano, apresenta linguagem coloquial e, às vezes, mistura os níveis de linguagem formal e informal. Muitas crônicas se estruturam em forma de diálogo, total ou parcialmente, o que produz no texto um efeito de atualidade e dinamismo. Uma das características desse gênero textual é levar o leitor a refletir sobre um fato ou situação do cotidiano. Para isso, pode ou não utilizar o humor como recurso expressivo na construção de sentido do texto. Alguns autores consideram a crônica como um gênero que navega entre o literário e o não literário. Outros afirmam que é muito difícil definir crônica, já que ela pode se alterar com o tempo ou conforme as intenções de quem a produz. 2. Há algumas obras literárias intituladas crônicas que apresentam características diferentes daquelas encontradas nos textos breves, publicados em jornais e revistas, que narram assuntos do cotidiano. Observe a capa do livro As crônicas de Nárnia e o sumário de uma das crônicas. Martins Fontes Martins Fontes Índice da crônica A viagem do Peregrino da Alvorada, retirada de: LewIs, C. s. As crônicas de Nárnia. são Paulo: Martins Fontes, pnld2017_miolo_7tl_u01c01.indd 19 5/18/15 8:52 AM

20 a) Observe a divisão em capítulos apresentada no índice da crônica A viagem do Peregrino da Alvorada e responda: Os assuntos destacados no índice estão relacionados a acontecimentos que costumam ser vividos por nós no dia a dia? Justifique seu ponto de vista com base nos exemplos do texto. Espera-se que os alunos percebam que não. Os títulos dos capítulos servem como exemplo. O livro mágico, As aventuras de Eustáquio, As maravilhas do Mar Derradeiro etc. Professor, os títulos dos capítulos remetem às características do conto maravilhoso (conto de fadas) e às narrativas de aventura. b) É possível dizer que a crônica A viagem do Peregrino da Alvorada é uma narrativa breve? Como você chegou a essa conclusão? Não. A história é dividida em vários capítulos e tem muitas páginas (mais de 508). Isso pode ser comprovado com a leitura do índice, que contém o nome dos capítulos e a indicação da página de início de cada um deles. 3. Leia algumas definições que o Dicionário eletrônico Houaiss apresenta para crônica. crônica substantivo feminino 1 Rubrica: história. compilação de fatos históricos apresentados segundo a ordem de sucessão no tempo [Originalmente a crônica limitava-se a relatos verídicos e nobres; a partir do século XIX passou a refletir também a vida social, a política, os costumes, o cotidiano etc.] [...] 5 Rubrica: literatura. texto literário breve, frequentemente narrativo, de trama quase sempre pouco definida e motivos geralmente extraídos do cotidiano imediato 6 Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: literatura. prosa ficcional, relato com personagens e circunstâncias alentadas, evoluindo com o tempo; romance instituto Antônio Houaiss. Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa. rio de Janeiro: objetiva, a) Qual das acepções do dicionário corresponde à obra As crônicas de Nárnia? Por quê? A acepção 6, pois define crônica como uma narrativa em prosa que tem personagens e acontecimentos grandiosos. A palavra romance, utilizada para definir a crônica, se refere a um texto longo, que geralmente possui divisão em capítulos. Essas são características de As crônicas de Nárnia. b) E o texto Comunicação, a qual acepção do dicionário corresponde? Por quê? À acepção 5, pois é uma narrativa breve que apresenta um assunto relacionado ao cotidiano. 4. Podemos considerar As crônicas de Nárnia como um exemplo de crônica jornalística? Explique. Não, pois ela não traz assuntos do cotidiano, não foi feita para ser publicada em um jornal e também não é uma narrativa breve. Professor, dada a diversidade de possibilidades de estruturar uma crônica, sugerimos que, com base nas definições apresentadas pelo Dicionário Houaiss, você aprofunde com os alunos a discussão sobre esse gênero. DE OLHO NO VOCABULÁRIO 1. Releia o trecho a seguir: Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo, outra volta e clique, encaixa. Ah, tem clique. É elétrico. 20 a) No caderno, copie do trecho uma palavra que apresenta duplo sentido, ou seja, que pode ser compreendida de duas maneiras diferentes. A palavra é clique, que pode se referir ou a um objeto elétrico (representa o som de liga e desliga), ou ao barulho de encaixar. b) Explique por que escolheu essa palavra e indique a que classe gramatical ela pertence. Na primeira vez que aparece é uma onomatopeia; na segunda, é substantivo. 7TL.indb 20 5/18/15 8:38 AM

21 2. Releia a afirmação do vendedor, no final do texto: Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro! Você concorda com o vendedor? Explique sua resposta. Professor, não há dados no texto que confirmem isso, mas o aluno pode alegar que, enquanto descrevia o objeto, o comprador fazia gestos muito amplos, pois, ao final, ele concorda com o vendedor: É que eu sou meio expansivo.. 3. Procure no dicionário e copie em seu caderno a explicação para o sentido da palavra sulco. Sulco: fenda; fresta; depressão deixada na terra pelo arado, marca mais estreita que comprida e mais ou menos profunda em um material, traço profundo ou depressão na pele. a) Essa palavra lhe parece adequada para descrever o alfinete? Por quê? Espera-se que o aluno perceba que não é adequada, porque se refere a algo de grande profundidade, o que não corresponde à característica de um objeto tão pequeno como um alfinete. b) Que outra palavra poderia ser usada no lugar de sulco? Orifício, pequeno buraco. 4. Para descrever ou se referir ao objeto, o comprador emprega as palavras a seguir: Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 fecha encaixa move dobra prende ponta encaixe sulco simples conhecidíssima pontuda de metal inteiriço a) A que classe gramatical pertencem as palavras de cada grupo? b) Por que elas foram importantes para a descrição do alfinete de segurança? Grupo 1: verbos; grupo 2: substantivos; grupo 3: adjetivos e uma locução adjetiva (de metal). Porque elas indicam, na descrição: ações relacionadas às funções do objeto, grupo 1; um elemento que faz parte do objeto (tem um sulco) e aquilo que ele contém (ponta, encaixe), grupo 2; como é o objeto, as suas características; grupo 3. APRENDER BRINCANDO O texto 1 apresentou uma situação do cotidiano relacionada à comunicação verbal. Mas nós sabemos que podemos nos comunicar não apenas por meio da língua. Para comprovar isso, participe deste jogo: Conforme orientação do professor, dez alunos escrevem, em segredo, o nome de uma profissão em um pedaço de papel, dobram o papel e o entregam ao professor. Dois alunos são convidados a escolher um dos papéis e fazer uma mímica referente à profissão indicada. Eles podem compor uma cena e atuar em conjunto, mas não podem falar, escrever nem apontar objetos. Os outros colegas da turma devem tentar adivinhar o significado dos gestos. É importante organizar o jogo de maneira que quem achar que já sabe a resposta levante a mão para falar. Depois de descoberta a profissão representada, uma nova dupla se apresenta. O processo é repetido até que os papéis acabem. Com seus colegas e o professor, avaliem a atividade. Para isso, respondam às questões a seguir: 1. O que você aprendeu com essa atividade? Respostas pessoais. Professor, caso queira continuar a brincadeira, solicite aos alunos que preparem mais papéis contendo temas escolhi dos pela turma para a realização de novas mímicas. Uma outra ideia é a representação por desenho. É interessante falar com os alunos que essa brincadeira envolve algumas das principais habilidades estudadas em Língua Portuguesa: ler, interpretar, escrever, falar. Também é importante relacionar a brincadeira com o conteúdo estudado neste capítulo: recursos usados para comunicar, emprego de linguagem verbal e não verbal, interação, situação de comunicação. 2. Que tipos de recursos foram empregados para transmitir a mensagem aos colegas? 3. Você acha que foi fácil para os alunos descobrir o significado da profissão escolhida pelo grupo? Por quê? 21 7TL.indb 21 5/18/15 8:38 AM

22 Reflexão sobre o uso da língua Código, língua e linguagem 1. Observe as imagens a seguir e identifique o que cada uma quer comunicar: Resposta pessoal. Espera-se que o aluno identifique que o polegar levantado indica o sinal de positivo; que a caveira no frasco indica substância tóxica, veneno; que a cor vermelha no sinal de trânsito indica pare, e que o dedo indicador em frente aos lábios indica um pedido de silêncio. 2. Agora, observe esta outra imagem. Você é capaz de responder o que ela significa? Professor, esta imagem faz parte do código de trânsito de diversos países, como Portugal e Tailândia, e significa Proibido estacionar. 3. Compare as imagens das atividades 1 e 2. a) Por que foi possível entender as imagens da atividade 1? b) O que seria preciso para que a imagem da atividade 2 tivesse sentido para você? Saber que essa imagem faz parte de determinado código e conhecer seu significado. 4. Leia esta tirinha: Só foi possível entender as imagens porque já havia um conhecimento anterior do seu significado. Professor, é importante ressaltar que essas informações só são carregadas de sentido porque são compartilhadas pelo grupo social do qual fazemos parte. Fernando Gonsales Getty Images/iStockphoto O. M./Shutterstock Thomas Northcut/ Getty Images Getty Images/iStockphoto Getty Images/Hemera GONSALES, Fernando. Níquel Náusea. Folha de S.Paulo, São Paulo, 18 jul a) Nesse caso, por que não foi possível que o garoto lesse a mensagem do bilhete? Porque o rato não compartilhava o mesmo conhecimento, já que não sabia escrever. b) O que seria preciso para que o rato conseguisse se comunicar com o garoto? Seria preciso que o rato soubesse escrever ou utilizasse um outro modo de se comunicar conhecido pelo garoto. 7TL.indb 22 5/18/15 8:38 AM

23 IMPORTANTE SABER Há milhares de anos o ser humano tenta registrar seus pensamentos, sentimentos e aspectos da vida. Inicialmente por meio de imagens, a humanidade, ao longo de sua história, criou outras linguagens gráficas, números, ideogramas, letras, permitindo maior comunicação, ou seja, criou códigos. Para que possamos nos comunicar com alguém, é preciso que os códigos utilizados sejam compartilhados pelos indivíduos que participam dos atos de comunicação. Podemos citar, como exemplo, o código de trânsito, que permite ao motorista e aos pedestres estabelecerem uma comunicação. A língua também é um código, pois é um conhecimento partilhado que permite a comunicação entre os indivíduos de um grupo social. Cada língua se organiza de acordo com hábitos e tradições de determinado grupo, refletindo sua cultura. Podemos dividir as formas de comunicação em dois grandes grupos, de acordo com o código que utilizam: Linguagem verbal quando o ser humano utiliza a palavra para se comunicar. A palavra, também chamada de signo linguístico, pode ser observada em situações de comunicação falada ou escrita. Linguagem não verbal quando o ser humano se comunica com gestos, expressões fisionômicas, imagens, sinais etc. APLICANDO CONHECIMENTOS 1. Observe as situações de comunicação a seguir, identifique se a linguagem utilizada é verbal ou não verbal e qual é a mensagem comunicada. Ambas fazem uso da linguagem não verbal. As mensagens comunicadas são: proibido pescar e vaga para deficiente físico. Acervo dos autores Laerte Getty Images/iStockphoto 2. O que foi preciso para que você compreendesse as imagens da atividade anterior? Reconhecer e interpretar a linguagem não verbal utilizada. 3. Leia estes quadrinhos: 3. a) Suriá queria que o carro representasse na escrita, ou seja, por meio da linguagem verbal, o que ele expressava por meio dos sons de buzina, uma linguagem não verbal. a) De acordo com a história, qual era a intenção de Suriá ao ensinar o carro selvagem a escrever? b) Depois de ensinar a linguagem verbal ao carro, Suriá conseguiu se comunicar com ele? Justifique. Não, porque o carro expressou por escrito apenas o som da buzina, escrevendo uma onomatopeia. LAERTE. Suriá. Folha de S.Paulo, São Paulo, 28 maio TL.indb 23 5/18/15 8:38 AM

24 Sinais Hora da pesquisa Professor, oriente os alunos a observar, durante o trajeto para a escola, o que as cores, os sinais, as palavras e os gestos comunicam e, se juntos, esses elementos tornam a comunicação mais eficaz. Peça a eles que organizem as informações observadas em duas listas: uma de elementos verbais e outra de elementos não verbais. Organize as apresentações dos alunos conforme seu planejamento. Que outras combinações de sinais encontramos em nosso dia a dia? Responda a essa questão rea- -lizando a tarefa apresentada a seguir: Hoje, como em outros dias, você saiu de sua casa para vir à escola, provavelmente pelo caminho que já conhece bem. Amanhã, você fará esse mesmo percurso, mas com uma missão especial: observar todos os sinais que indiquem, para você, uma tentativa de comunicação desde aqueles que se utilizam de signos verbais (palavra) até, por exemplo, os movimentos dos braços de um guarda de trânsito. Ao observar uma ação, pergunte a si mesmo: Ela é um ato de comunicação? Tem a intenção de comunicar algo a alguém? Anote suas conclusões no caderno e prepare-se para apresentá-las nas próximas aulas, conforme orientação do professor. Texto 2 Crônica ANTES DE LER Prática de leitura Leia apenas as oito primeiras linhas do próximo texto e responda a estas questões: 1. Observando a organização visual do texto, o que podemos descobrir a respeito dele? Trata- Trata-se de prosa. O texto é formado por linhas -se de poema ou de prosa? Justifique sua resposta. contínuas e está organizado em parágrafos. 2. É possível identificar claramente quem está narrando o texto? Como você concluiu isso? Não é possível, pois todo o texto é formado pelas falas diretas das personagens, indicadas pelo travessão. 3. Identifique a semelhança entre o trecho lido e a crônica Comunicação quanto ao uso do diálogo. Na crônica Comunicação, as falas são marcadas pelas aspas; no texto A vaguidão específica, as falas são marcadas pelo travessão. Agora, leia o texto completo. A vaguidão específica Maria, ponha isso lá fora em qualquer parte. Junto com as outras? Não ponha junto com as outras, não. Senão pode vir alguém e querer fazer qualquer coisa com elas. Ponha no lugar do outro dia. Sim, senhora. Olha, o homem está aí. Aquele de quando choveu? Não, o que a senhora foi lá e falou com ele no domingo. Que é que você disse a ele? Eu disse pra ele continuar. Ele já começou? Renato Arlem 24 7TL.indb 24 5/18/15 8:38 AM

25 Acho que já. Eu disse que podia principiar por onde quisesse. É bom? Mais ou menos. O outro parecia mais capaz. Você trouxe tudo pra cima? Não senhora, só trouxe as coisas. O resto não trouxe porque a senhora recomendou pra deixar até a véspera. Mas traga. Na ocasião, nós descemos tudo de novo. É melhor, senão atravanca a entrada e ele reclama como na outra noite. Está bem, vou ver como. FernAndes, millôr. 30 anos de mim mesmo. são Paulo: Círculo do Livro, POR DENTRO DO TEXTO 1. Quantas pessoas dialogam nesse texto? Duas pessoas. 2. São personagens masculinas ou femininas? Como você concluiu isso? As duas personagens são femininas. Uma é identificada pelo nome: Maria; a outra, pelas respostas da personagem: Sim, senhora. 3. Observe as frases a seguir: Maria, ponha isso lá fora em qualquer parte. [...] Sim, senhora. Olha, o homem está aí. a) Qual dessas frases exprime ordem, autoridade? Por quê? A primeira, porque está se dirigindo à personagem usando uma forma imperativa de falar. b) Qual das falas indica que alguém vai cumprir ordem, executar alguma coisa? Como você percebeu isso? A segunda fala. A expressão Sim, senhora indica que a personagem vai acatar, cumprir uma ordem. 4. Que tipo de relação deve existir entre as duas personagens? Dê um exemplo desse tipo de relação. Há uma relação de chefe, patroa e subordinada, empregada. Exemplos possíveis: uma empregada doméstica e a sua patroa; uma vendedora e sua chefe ou gerente; uma funcionária de um salão de eventos e sua chefe. 5. Releia o trecho seguinte: Maria, ponha isso lá fora em qualquer parte. Junto com as outras? Não ponha junto com as outras, não. Senão pode vir alguém e querer fazer qualquer coisa com elas. Ponha no lugar do outro dia. a) As palavras isso e outras se referem a um único objeto? Não, podem ou não se referir a objetos da mesma espécie. b) O termo elas, na terceira fala, refere-se a qual das palavras destacadas no trecho: isso ou outras? À palavra outras. c) O termo outras, também na terceira fala, refere-se a qual das palavras destacadas no trecho? À palavra outras que aparece na segunda fala. d) É possível ao leitor identificar os objetos de que falam as personagens? Por quê? Não, porque não foram discriminados pelas personagens. e) O que torna possível às duas personagens compreenderem sobre quais objetos ambas estão falando? As duas personagens estão no mesmo ambiente, na mesma situação de comunicação. 25 7TL.indb 25 5/18/15 8:38 AM

26 6. Transcreva, no caderno, outro trecho da crônica em que não é possível ao leitor compreender a que objeto as personagens se referem. 7. Levante hipóteses: Qual é a situação em que as personagens estão envolvidas, com base no diálogo que estabelecem? TEXTO E CONSTRUÇÃO 1. Explique o que provoca o humor no texto. 2. Em sua opinião, qual é a intenção do texto? 3. Indique o que o texto consegue comunicar a respeito dos aspectos apontados a seguir: a) A importância de nomear os objetos. b) A importância de conhecer o contexto comunicativo. 4. Por que o texto que você acabou de ler pode ser considerado uma crônica? TEXTO E CONTEXTO O texto indica que as personagens participam de uma situação que envolve a arrumação de objetos em um espaço, que pode ser uma casa, um local de trabalho, salão de eventos etc. O fato de comunicar os fatos de forma vaga, imprecisa, sem que se dê nome às personagens e às coisas. Porém, as personagens conseguem se entender, uma à outra. Chamar os objetos pelo nome permite que outras pessoas entendam do que se está falando. O contexto apresenta os elementos para se compreender o que está sendo comunicado. 1. Você já viveu uma situação em que as pessoas falavam e você não compreendia sobre o que estavam falando? Por que você acha que isso aconteceu? Resposta pessoal. 2. Você já combinou com alguém um tipo de comunicação que outras pessoas não pudessem entender? Conte para sua turma. Resposta pessoal. 3. Uma pessoa pode se sentir excluída em uma conversa? Por que isso pode acontecer? Reflexão sobre o uso da língua Discurso, situação de comunicação e interlocutores Você trouxe tudo pra cima? Não senhora, só trouxe as coisas. O resto não trouxe porque a senhora recomendou pra deixar até a véspera. Mas traga. Na ocasião, nós descemos tudo de novo. Resposta pessoal. O texto procura demonstrar que, apesar da comunicação entre as personagens ser imprecisa, elas conseguem se entender pelo contexto em que estão inseridas. O texto é breve, narra um fato do cotidiano, usa uma linguagem informal e o humor como recurso expressivo. Resposta pessoal. Professor, discuta com os alunos a possibilidade de exclusão e inclusão das pessoas a partir de um código de comunicação. Discuta também a necessidade de adequarmos a fala de modo a nos fazermos entender pelas pessoas a quem nos dirigimos. A crônica A vaguidão específica consiste em um diálogo. Sobre ela, responda: 1. Qual é a função dos travessões no texto? Os travessões marcam as falas das personagens. 2. Quem faz a primeira enunciação, ou seja, a quem pertence a primeira mensagem? À patroa ou chefe de Maria. 3. Quem é o interlocutor dessa primeira mensagem? Maria, uma empregada doméstica ou subordinada. 4. Por que o conteúdo do diálogo não fica completamente esclarecido para o leitor? 5. Apesar de o leitor não conseguir identificar precisamente sobre o que as personagens conversam, é possível deduzir qual é o contexto, ou seja, qual é a situação de comunicação. Identifique-a e explique qual é ela. É uma conversa entre patroa e empregada ou chefe e subordinada, em que uma recebe orientações da outra. 6. Para nos comunicarmos, usamos diferentes códigos. Na crônica, foi utilizada a linguagem verbal ou não verbal? 26 Espera-se que o aluno perceba que há, na crônica, uma situação de comunicação específica, na qual os interlocutores se entendem por estarem envolvidos no contexto, por terem conhecimento prévio sobre o assunto tratado. Professor, este é um momento propício para conversar com a turma sobre a importância de se considerar o contexto na interpretação de uma enunciação. Foi usada a linguagem verbal. Professor, explique aos alunos que o autor do texto usou a linguagem verbal escrita. Comente, porém, que a situação de comunicação em que as personagens da crônica estão envolvidas é um diálogo, um gênero oral que utiliza tanto a linguagem verbal quanto a linguagem não verbal (gestos, postura, entonação etc.). 7TL.indb 26 5/18/15 8:38 AM

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