Product recall Martha Young, BS, MS, CSPDT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Product recall Martha Young, BS, MS, CSPDT"

Transcrição

1 Product Recall 1-7 Product recall Martha Young, BS, MS, CSPDT Objetivos Ao final desta atividade autoeducativa, o aluno será capaz de: 1. Fazer o recall de dispositivos médicos processados em instalações médico-hospitalares. 2. Tomar ações apropriadas quando um indicador biológico positivo ocorrer. 3. Evitar o recall desnecessário de dispositivos médicos processados em instalações médico-hospitalares. 4. Analisar resumidamente as cinco melhores práticas para assegurar uma resposta apropriada a recalls de dispositivos médicos, notificações e alertas de segurança. Agradecemos ao time da 3M Health Care por trabalhar junto a Managing Infection Control para proporcionar este curso. A IAHCSMM ofereceu um (1) ponto de contato ao se completar esta educação continuada, válida para recertificação IAHCSMM. O CBSPD pré-aprovou este treinamento de um (1 ) hora de contato por um período de cinco (5) anos, a partir da data de publicação. Este treinamento ministrado por um parceiro da 3M Health Care Provider é aprovado pelo California Board of Registered Nurses, CEP 5770 para uma (1) hora. Este formulário é válido por cinco (5) anos, a partir da data de publicação. Instruções para submeter os resultados se acham na página 104. A Managing Infection Control e a 3M Health Care trabalharão lado a lado para oferecer cursos de educação continuada nas edições mensais da Managing Infection Control. Testes Verdadeiro ou Falso 1. Melhorar a eficácia da comunicação de recalls, dentro das instalações médicohospitalares, é um dos Objetivos Nacionais da Segurança de Pacientes, da Comissão Conjunta para o Credenciamento de Instalações Médico-Hospitalares. 2. O objetivo do recolhimento em casa dos produtos é acelerar a recuperação dos itens processados e sob suspeição de não estarem estéreis. 3. Um sistema computadorizado ou eletrônico para conservação de registros pode facilitar um recall e a investigação de falhas no processo de esterilização. 4. Um recall acontece quando a análise dos dados mostra que o processo de esterilização foi efetivo.

2 Product Recall Um indicador biológico positivo inicia o recall de todos os dispositivos médicos processados desde a última carga que apresentou um indicador biológico negativo. 6. Informações nos rótulos das cargas (carga do esterilizador, número da carga e data de processamento) não são utilizadas para o recall de dispositivos médicos processados na instalação Médico-Hospitalar. 7. O relatório escrito de um pedido de recall documenta as ações corretivas tomadas para prevenir que a situação que provocou o recall ocorra novamente. 8. Colocar todos os dispositivos médicos em quarentena até que os resultados dos indicadores biológicos estejam disponíveis elimina os recalls. 9. O recall de dispositivos médicos, notificações e alertas de segurança somente procede dos fabricantes de dispositivos médicos. 10. Uma instalação médico-hospitalar não precisa ter políticas e procedimentos em vigor para encaminhar o recall de dispositivos médicos, notificações e alertas de segurança. Introdução Se você procurar a palavra recall num dicionário, vai achar pedir ou ordenar o retorno, trazer ou pegar de volta. Um amigo meu recentemente recebeu um pedido de recall do fabricante do seu marcapasso. Este pedido de recall é bem mais alarmante que o pedido de recall do fabricante do seu carro. Mas em ambos os casos você perde a confiança no fabricante. Uma instalação médico-hospitalar é responsável por assegurar que dispositivos médicos, que podem não ter sido processados corretamente, sejam devolvidos antes que entrem em contato com um paciente. Além disso, uma instalação médico-hospitalar deve não só responder aos recalls de dispositivos médicos dos fabricantes desses dispositivos, como também às notificações e alertas de segurança que avisem que um produto ou processo sejam removidos ou modificados, antes que a segurança do paciente seja afetada. Um dos Objetivos Nacionais da Segurança de Pacientes da Comissão Conjunta para Credenciamento de Instalações Médico-Hospitalares (JCAOH Joint Commission for Accreditation of Healthcare Facilities) é ter políticas e procedimentos que aumentem a eficácia da comunicação dos recalls dentro das instalações médico-hospitalares. Estas políticas e procedimentos devem ser baseados em conhecimento científico atual, práticas previamente aceitas, leis e regulamentos aplicáveis, de acordo com os requisitos. A seguir tem-se uma revisão do processo de recall de produtos médicohospitalares e uma breve discussão sobre a reação de uma instalação Médico-Hospitalar ao recall de dispositivos médicos, notificações e alertas de segurança. Recall de dispositivos médicos processados em uma Instalação Médico-Hospitalar Políticas e Procedimentos O processo de recall de produtos esterilizados dentro de uma instalação médicohospitalar é estabelecido com base em práticas recomendadas 1,2,3,4. O objetivo do processo é acelerar a recuperação dos itens processados que estejam sob suspeita de não serem estéreis e assegurar que as ações adequadas sejam tomadas, ou seja, a quarentena

3 Product Recall 3-7 do esterilizador, notificação dos médicos e unidades clínicas afetadas e a observação dos pacientes. Cada instalação médico-hospitalar deve ter políticas e procedimentos escritos para o recall de itens de cargas do processo de esterilização liberadas ou estocadas. Estas políticas e procedimentos devem ser desenvolvidos para estar de acordo com o Safe Medical Devices Act (Ato sobre a Segurança de Dispositivos Médicos), de 1990, pois está relacionado a falhas de dispositivos médicos reutilizáveis 1,5. Além disto, um recall deve ser documentado e os relatórios guardados. Um sistema de registro eletrônico ou computadorizado pode facilitar um recall e a investigação da falha do processo de esterilização 6. Com tal sistema, podem-se identificar itens na falha de uma carga, revisar os vários tipos de dados monitorados, outras cargas de um esterilizador específico e todas as cargas recentemente realizadas por um mesmo operador. Um sistema eletrônico também pode estar conectado a registros de manutenção de um esterilizador específico, que poderia estar ligado a uma prévia falha no processo de esterilização, contendo o motivo da falha, sua resolução e, também, os resultados de outros testes do esterilizador. Quando realizar o recall Em uma instalação médico-hospitalar, quando uma carga de dispositivos médicos processados é liberado antes de se conseguir os resultados do Indicador Biológico (IB), e a seguir esse indicador indicar uma falha no processo de esterilização (isto é, positivo), um recall ocorre. Neste ponto, todos os dispositivos médicos processados desde a última carga que apresentou IB negativo devem ser considerados não esterilizados, recuperados e reprocessados. Um recall também deve ocorrer se, depois que um dispositivo médico seja liberado, uma revisão dos dados monitorados mostre que os parâmetros físicos não foram atingidos, ou que os indicadores químicos internos de vários pacotes de uma carga não atingiram o ponto necessário. Como fazer um recall A chave para um recall eficiente é a comunicação imediata às pessoas e departamentos responsáveis para a recuperação dos dispositivos médicos, antes que eles cheguem aos pacientes. Assim que o IB for positivo, faça o recall de todas as cargas desde o último BI negativo. Monitorar mais freqüentemente o IB e obter os resultados dentro de um tempo de incubação mínimo (ou seja, de 1 a 3 horas) permite identificar falhas no processo de

4 Product Recall 4-7 esterilização mais rapidamente, diminuir os custos associados ao gerenciamento do inventário e do recall e melhorar os resultados dos pacientes. A Figura 1 da página 105 mostra as etapas a serem seguidas quando o IB é positivo. Como evitar um recall Em um mundo ideal, poderíamos adquirir dispositivos médicos suficientes que permitissem uma quarentena, até que os resultados do IB estivessem disponíveis. Fazer a quarentena com um pequeno inventário é mais realista se você puder usar um indicador biológico de leitura rápida com base enzimática, que forneça os resultados dentro de um período de 1 a 3 horas (esterilizador a vapor). Edwin Ross afirma na Surgical Services Management: na maioria dos casos, a quarentena e a monitoração biológica de cada carga são os processos operacionais mais práticos e menos caros, que também podem satisfazer nossa responsabilidade ética para com os pacientes. Se uma carga puder ficar em quarentena até que os resultados do IB estejam prontos (1 a 3 horas), então um recall pode ser evitado. Recalls de dispositivos médicos, notificações e alertas de segurança Uma instalação médico-hospitalar também precisa responder ao recall de dispositivos médicos, notificações e alertas de segurança que informem aos profissionais de saúde do potencial de risco de um dispositivo médico de uso comercial. Esta informação pode ser comunicada pelo fabricante, distribuidor ou uma terceira parte responsável, ou ainda pelo FDA. Em todos os casos, as instalações Médico-Hospitalares devem ter políticas e procedimentos apropriados para assegurar que as instalações Médico-Hospitalares reagirão de modo apropriado e imediatamente. O Ambiente de Saúde Padrão EC 6.10 da JCAOH recomenda que as organizações Médico-Hospitalares gerenciem os riscos dos equipamentos médicos tendo processos de monitoramento e resposta para alertas de perigo e recalls. Uma excelente fonte de informação para esta boa prática está no OR Manager 11. Neste artigo, Jim Keller, diretor do Health Devices Group no ECRI, uma organização independente filantrópica que pesquisa tecnologia aplicada à saúde, descreve as cinco melhores práticas para gerenciar as informações ligadas à saúde. Para mais detalhes, leia o artigo da OR Manager, mas resumidamente as cinco melhores práticas que o Sr. Keller recomenda são: 1. Ter claramente definidos os papéis e responsabilidades de quem é o responsável por repassar as informações para os departamentos relevantes dentro do hospital. 2. Usar constantemente a terminologia atualizada dos dispositivos, para que a instalação possa identificar se esses dispositivos estão no sistema. 3. Ter uma lista aprovada de fontes para avisos de recalls, alertas de perigo e outras informações relacionadas a dispositivos para ajudar aos funcionários a resolver problemas. 4. Ter um processo que assegure que a informação correta será enviada à pessoa certa, para que haja uma resposta apropriada. 5. Ter um processo de acompanhamento que documente os passos que forem dados em resposta a uma notificação.

5 Product Recall 5-7 Resumo Uma instalação médico-hospitalar precisa ter políticas e procedimentos claros para minimizar a probabilidade de que dispositivos médicos, processados indevidamente dentro da instalação sejam liberados, a pacientes para uso e assegurar que os dispositivos médicos suspeitos de não serem estéreis e que forem liberados, sejam devolvidos o mais rápido possível. Além disto, uma resposta apropriada deve ser dada para todos os dispositivos médicos envolvidos no recall, nas notificações e nos alertas para que a segurança do paciente não seja afetada. É responsabilidade da liderança da instalação médico-hospitalar assegurar que estas políticas e procedimentos sejam colocados em ação e seguidos para que a segurança do paciente seja mantida. Referências 1. The Association for the Advancement of Medical Instrumentation. Steam sterilization and sterility assurance in health care facilities. ANSI/AAMI ST46: The Association for the Advancement of Medical Instrumentation. Ethylene oxide sterilization in health care facilities: Safety and effectiveness. ANSI/ AAMI ST41: Association for Healthcare Central Service Professionals of the American Hospital Association. Recommended Practice for Central Service, Section 6, Sterilization: The Association for the Advancement of Medical Instrumentation. Steam sterilization and sterility assurance using table-top sterilizers in office- based, ambulatory-care medical, surgical, and dental facilities. ANSI/AAMI ST42: U.S. Food and Drug Administration. Medical Device Reporting [MDR] regulations of 21 CFR Prust, Janet. Solving Sterilization Process Problems Using New Tools. Managing Infection Control, July: Ross, Edwin. Using Biological Monitoring to Reduce Infection, Risk and Costs, Surgical Services Management. Vol. 4, No. 7, July Havrilla, Gale, Hicks, Robin, Larson, Dorothy, and Martha Young. Troubleshooting Steam Sterilization Process Failures. Managing Infection Control, Oct: Association for the Advancement of Medical Instrumentation. Process challenge devices/test packs for use in health are facilities. AAMI TIR31: Young, Martha. Biological Indicator Process Challenge Devices. Managing Infection Control, Aug: Best practices for device recalls, alerts. OR Manager, Vol. 21, No. 6, June: RESPOSTAS 1.T 6.F 2.T 7.T 3.T 8.T 4.F 9.F 5.T 10.F Martha Young, BS, MS, CSPDT, especialista senior internacional em serviço técnicos na 3M Medical Products, St Paul, Minessota. Ela tem mais de 25 anos de experiência na área de esterilização e desinfecção. Ms. Young dá palestras ao redor do mundo e tem inúmeras publicações sobre prevenção de infecções com ênfase no aprimoramento do processo de esterilização. Ela é um membro da IAHCSMM, ASHCSP e APIC e ainda uma técnica certificada da Central Sterile Processing and Distribution. Além disto, ela é membro de vários comitês de grupos de trabalho AAMI que desenvolvem práticas recomendadas.

6 Product Recall 6-7 Figura 1: Indicadores biológicos positivos (BIs): resultados e passos a seguir 1 1. Reporte verbalmente, de imediato, o BI positivo ao supervisor adequado e ao departamento de controle de infecções para que possam implementar as políticas e procedimentos de recall e recolher os itens antes que estes entrem em contato com os pacientes. Se eles determinarem que materiais suspeitos de não estarem esterilizados tenham entrado em contato com pacientes, o acompanhamento do paciente deve ser feito de acordo com as políticas e procedimentos da instalação. 2. Iniciar imediatamente a ordem de recall de todos os dispositivos médicos processados no esterilizador, desde o último ciclo que mostrou um IB negativo, mesmo que outras ferramentas mostrem que o processo de esterilização tenha tido sucesso. Comunique a informação aos departamentos afetados: a) Porque os dispositivos estão sendo recolhidos; b) Quem autorizou o recall; c) Que é o responsável por reportar os resultados do recall; d) Quais dispositivos devem ser recolhidos (incluir informação do rótulo da carga esterilizador, número da carga e data do processamento); e) Para quais pessoas ou departamentos o pedido é feito; f) O método necessário para registrar o número e os tipos de dispositivos sendo recolhidos por localidade; g) Quem, quando e como devolver os dispositivos para o processo de esterilização. 3. Recolher e reprocessar todos os dispositivos médicos. 4. Se forem utilizados IBs tipo spore trip, que exigem uma transferência estéril para um meio de cultura, cultive o indicador biológico de acordo com as instruções do fabricante. Se forem usados IB que não necessitam transferência, cultive se houver suspeita de que o IB não foi corretamente ativado ou incubado. Não espere pelos resultados das subculturas do IB para fazer o recall. 5. Determine a razão para a falha no processo de esterilização. 6. Corrija o problema identificado. 7. Verifique a correção testando o esterilizador(es) da seguinte forma, antes de voltar a rotina de trabalho 1,2,4,9. a) Para esterilizadores a vapor com remoção de ar dinâmica, desenvolva três ciclos consecutivos com a câmara vazia contendo somente os pacotes de teste Bowie-Dick, seguido de três ciclos vazios consecutivos, com os pacotes de teste IB/PCDs; b) Para esterilizadores a vapor por gravidade realize três ciclos consecutivos com as câmaras contendo somente os pacotes de teste IB/PCDs; c) Para esterilizadores de óxido de etileno faça um ciclo completo com os pacotes de teste IB/PCDs; d) Para outros esterilizadores de baixas temperaturas realize três ciclos consecutivos com a câmara contendo somente os pacotes de teste BI/PCDs; e) Para esterilizadores de vapor de bancada, desenvolva três ciclos completos (com carga) com os pacotes de teste BI/PCDs. 8. Faça um relatório por escrito da ordem de recall, que inclua: a) As circunstâncias que provocaram a ordem de recall; b) O número total de dispositivos planejado para ser recolhido e a percentagem do que foi realmente recolhido; c) As ações de vigilância tomadas em relação aos materiais que foram afetados e não foram recolhidos antes que entrassem em contato com os pacientes; d) Verificação de que os materiais recolhidos foram reprocessados; e) Ações corretivas para prevenir que esta situação volte a ocorrer.

7 Product Recall 7-7 Informações UEC 1 para Processo Estéril e Distribuição Nome do candidato Endereço Estado CEP O CBSPD (Comitê de Certificação para Processo Estéril e Distribuição) pré-aprovou este curso prático atribuindo uma (1) hora de contato para um período de cinco anos a partir da data de sua publicação. O término bem sucedido da lição e o teste de avaliação precisam ser documentados pela gerência do serviço e devem ser mantidos pelo interessado até serem requeridos para efeito de recertificação. NÃO ENVIE A LIÇÃO OU TESTE AO CBSPD. Para ter maiores informações sobre a certificação CBSPD, contatar o CBSPD, 121 State Hwy 31N, Suite 500, Flemington, NJ ou ligue para (908) ou visite a página Formulário de Inscrição de CEU para Enfermagem Este curso prático é aprovado para a 3M Saúde pelo California Board of Registered Nurses, CEP 5770 para (1) hora de contato. Este formulário é válido por até cinco anos a partir da data de publicação. 1. Tire uma cópia deste formulário 2. Escreva seu nome endereço e telefone de contato durante o dia e posição/ título 3. Adicione o número de seu seguro social e o número da licença de enfermagem 4. Datar e assinar o formulário 5. Responder as questões de EC 6. Submeter este formulário e a folha de respostas a: Workhorse Publishing Managing Infection Control Caixa Postal 25310, Scottsdale, AZ Os participantes que obtiverem pelo menos 70% de acertos receberão um certificado de término dentro de 30 dias após Managing Infection Control ter recebido a aplicação. Inscrição Digite ou escreva. Nome Endereço Cidade, Estado, País, CEP Telefone Função/Título Número do Seguro Social ou da Licença de Enfermagem Data de Submissão da Inscrição Assinatura Validade: Dezembro de UEC Unidade de Educação Continuada

1. Descrever as variáveis críticas da qualidade do vapor para uma esterilização bemsucedida.

1. Descrever as variáveis críticas da qualidade do vapor para uma esterilização bemsucedida. S E L F - S T U D Y S E R I E S HEALTHCARE PURCHASING NEWS Dezembro de 2010 Patrocinado por Este estudo autodirigido com um tópico relacionado ao serviço central foi desenvolvido pela 3M Health Care. As

Leia mais

HEALTHCARE PURCHASING NEWS Fevereiro de 2011

HEALTHCARE PURCHASING NEWS Fevereiro de 2011 HEALTHCARE PURCHASING NEWS Fevereiro de 2011 Este estudo auto-dirigido sobre um tópico relacionado ao serviço central foi desenvolvido pelo 3M Health Care. As lições são preparadas pela KSR Publishing,

Leia mais

Bowie-Dick. O que fazer quando há um problema com o teste. Educação e Capacitação

Bowie-Dick. O que fazer quando há um problema com o teste. Educação e Capacitação O que fazer quando há um problema com o teste Bowie-Dick Por Charles O. Hancock, BSEE, MBA, RAC Nosso sincero agradecimento à equipe da 3M Cuidados da Saúde por trabalhar com a revista Managing Infection

Leia mais

Supervisores do Centro Cirúrgico, Gerência de Materiais, Evento 5928 URGENTE: RECOLHIMENTO DE DISPOSITIVO, EVENTO 5928 05 de Novembro de 2012

Supervisores do Centro Cirúrgico, Gerência de Materiais, Evento 5928 URGENTE: RECOLHIMENTO DE DISPOSITIVO, EVENTO 5928 05 de Novembro de 2012 URGENTE: RECOLHIMENTO DE DISPOSITIVO, EVENTO 5928 05 de Novembro de 2012 PRODUTO EES PSX Proximate Skin Staple Extractor (Extrator de Grampos) Para: Supervisores do Centro Cirúrgico e Gerência de Materiais

Leia mais

INDICADOR BIOLÓGICO. Para o código 1262 adotaremos, neste documento, a nomenclatura de Convencional

INDICADOR BIOLÓGICO. Para o código 1262 adotaremos, neste documento, a nomenclatura de Convencional INDICADOR BIOLÓGICO Para o código 1262 adotaremos, neste documento, a nomenclatura de Convencional Para os códigos 1292 e 1291 adotaremos, neste documento, a nomenclatura RRBI (Indicador Biológico de Leitura

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Monitores físicos. Tempo, temperatura e registros de pressão, displays, painéis digitais e calibradores Indicadores Químicos (IQs)

Monitores físicos. Tempo, temperatura e registros de pressão, displays, painéis digitais e calibradores Indicadores Químicos (IQs) Tabela 8 Monitores físicos AAMI ST 79 -Tipos e aplicações para uso de dispositivos de monitoramento de esterilização Monitor Freqüência de uso Aplicação (liberação de equipamentos de esterilização, pacotes

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL...

Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. HOSPITAL... Plano de Prevenção de Riscos de Acidentes com Materiais Perfuro Cortantes. Baseado na NR 32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Portaria N 1.748 de 30 de Agosto de 2011. HOSPITAL... Validade

Leia mais

Exame de Fundamentos ITIL v.3

Exame de Fundamentos ITIL v.3 Exame de Fundamentos ITIL v.3 Exame de Fundamentos ITIL v.3: Exame simulado A, versão 3.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Não existem perguntas capciosas.

Leia mais

Controle do processo de esterilização: Monitoramento físico, químico e biológico.

Controle do processo de esterilização: Monitoramento físico, químico e biológico. 2º WORKSHOP DE PROCESSAMENTO DE ARTIGOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE CONTAGEM-MG Controle do processo de esterilização: Monitoramento físico, químico e biológico. TERESINHA NEIDE DE OLIVEIRA A Verdadeira obra

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Este anexo aplica-se às certificações cujas quais não apresentam critérios específicos para definição de laboratórios no Programa de Avaliação da Conformidade. Nestes casos,

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

IT Service Management Foundation Bridge based on ISO/IEC 20000

IT Service Management Foundation Bridge based on ISO/IEC 20000 Exame simulado IT Service Management Foundation Bridge based on ISO/IEC 20000 Edição Novembro, 2013 Copyright 2013 EXIN All rights reserved. No part of this publication may be published, reproduced, copied

Leia mais

Saada Chequer Fernandez

Saada Chequer Fernandez Saada Chequer Fernandez Analista de Gestão em Saúde Coordenação da Qualidade CIQ/Direh/FIOCRUZ Gerenciamento da Qualidade em Laboratório de Anatomia Patológica VI Congresso Regional de Histotecnologia

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

22/08/2007 DEFINIÇÃO PORQUE VALIDAR? Gerson R. Luqueta. Gerson R. Luqueta

22/08/2007 DEFINIÇÃO PORQUE VALIDAR? Gerson R. Luqueta. Gerson R. Luqueta VALIDAÇÃO DE EQUIPAMENTOS CONFORME NORMATIZAÇÃO (ênfase em processos de esterilização) VALIDAÇÃO DO PROCESSO DEFINIÇÃO Procedimento documentado para obtenção, registro e interpretação de resultados desejados

Leia mais

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME

Código de Ética e Conduta Profissional da MRC Consultoria e Sistema de Informática Ltda. - ME 1 - Considerações Éticas Fundamentais Como um colaborador da. - ME eu devo: 1.1- Contribuir para a sociedade e bem-estar do ser humano. O maior valor da computação é o seu potencial de melhorar o bem-estar

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

AdminIP. Manual do Usuário Módulo Administrador IES

AdminIP. Manual do Usuário Módulo Administrador IES 2 AdminIP Manual do Usuário Módulo Administrador IES Brasília 2012 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 4 1 SISTEMA ADMINIP... 4 1.1 O que é o AdminIP?... 4 1.2 Quem opera?... 4 1.3 Onde acessar?... 5 1.4 Como acessar?...

Leia mais

Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Boas Práticas em Arbitragem, Conciliação e Mediação, PARCONIMA.

Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Boas Práticas em Arbitragem, Conciliação e Mediação, PARCONIMA. Revisão maio 2015 Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Boas Práticas em Arbitragem, Conciliação e Mediação, PARCONIMA. NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 1 Nível Ingresso Documentos que deverão ser apresentados

Leia mais

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação?

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação? O que é a norma ISO? Em linhas gerais, a norma ISO é o conjunto de cinco normas internacionais que traz para a empresa orientação no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

Perguntas e respostas

Perguntas e respostas Diretrizes Perguntas e respostas Axis Certification Program Índice 1. Finalidade e benefícios 3 2. Como tornar-se um Axis Certified Professional 3 3. Após o Exame 5 4. Diferença entre o Axis Certification

Leia mais

CRISTÓFOLI S I S T E M A D E R E G I S T R O P A R A A U T O C L A V E S A V A P O R

CRISTÓFOLI S I S T E M A D E R E G I S T R O P A R A A U T O C L A V E S A V A P O R CRISTÓFOLI SISTEMA DE REGISTRO PARA AUTOCLAVES A VAPOR Este Sistema de Registro para autoclaves a vapor foi elaborado para trabalhar em conjunto com os Emuladores- Integradores de Controle TST Browne (código

Leia mais

LEGISLAÇÃO EM CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO. Enfermeira Ana Miranda Hospital Santa Isabel/Santa Casa SP

LEGISLAÇÃO EM CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO. Enfermeira Ana Miranda Hospital Santa Isabel/Santa Casa SP LEGISLAÇÃO EM CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO Enfermeira Ana Miranda Hospital Santa Isabel/Santa Casa SP LEGISLAÇÃO EM CME - ATUAL RDC n. 156 de 11 de agosto de 2006 Dispõe sobre registro,rotulagem

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 16, DE 28 DE MARÇO DE 2013

Leia mais

sustentável um programa de auditoria única com o foco na supervisão dos fabricantes de produtos para a saúde. Os objetivos do MDSAP são:

sustentável um programa de auditoria única com o foco na supervisão dos fabricantes de produtos para a saúde. Os objetivos do MDSAP são: Fórum Internacional de Reguladores de Produtos para a Saúde Programa de Auditoria Única em Produtos para a Saúde Programa Piloto da Coalizão Internacional Janeiro de 2014 I. Contextualização O Fórum Internacional

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

MOD9 Processos de Transição de Serviços

MOD9 Processos de Transição de Serviços Curso ITIL Foundation MOD9 Processos de Transição de Serviços Service Transiction Professor: Fernando Palma fernando.palma@gmail.com http://gsti.blogspot.com 1 Curso ITIL Foundation Transição significa

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP:

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP: A oportunidade de se tornar um facilitador de aprendizagem e/ou consultor para o sucesso das micro e pequenas empresas APRESENTAÇÃO Esta cartilha

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001.

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL. Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL ASPECTOS GERAIS Benefícios, Certificação, Estrutura, Objetivos, Termos e definições da OHSAS 18001. Histórico: Normas e Gestão SSO BS 8800 Instituto Britânico

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO

PROCESSO EXTERNO DE CERTIFICAÇÃO 1 de 9 1. OBJETIVO: Este procedimento estabelece o processo para concessão, manutenção, extensão e exclusão da certificação de Sistema de Gestão de Segurança da Informação, em conformidade com norma ABNT

Leia mais

POLÍTICA GLOBAL DE PRIVACIDADE NA INTERNET

POLÍTICA GLOBAL DE PRIVACIDADE NA INTERNET POLÍTICA GLOBAL DE NA INTERNET A política da PayU Latam é cumprir com todas as leis aplicáveis referentes à proteção de dados e privacidade. Este compromisso reflete o valor que conferimos à conquista

Leia mais

Aviso de Renovação de Licença de Cuidado Infantil Familiar

Aviso de Renovação de Licença de Cuidado Infantil Familiar Aviso de Renovação de Licença de Cuidado Infantil Familiar Sua Licença de Cuidado Infantil Familiar deve ser renovada e o EEC facilitou este processo para você. Basta seguir os passos abaixo: Preencha

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA

INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA INVESTIGAÇÕES EM TECNOVIGILÂNCIA A principal finalidade da investigação de acidentes e / ou das reações adversas relacionados aos produtos de saúde, em especial no caso da Tecnovigilância, os equipamentos,

Leia mais

A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS

A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS 10º Congresso Brasileiro de Enfermagem en Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e ESterilização- 2011 A SEGURANÇA DA ASSISTÊNCIA DO PACIENTE CIRÚRGICO: FLUXO DE OPME NORMAS E CONDUTAS

Leia mais

Anexo F Diretriz clínica para a prevenção de falhas relacionadas a conexões de linhas de infusão e cabos

Anexo F Diretriz clínica para a prevenção de falhas relacionadas a conexões de linhas de infusão e cabos SEGURANÇA DO PACIENTE: CONHECENDO OS RISCOS NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE Anexo F Diretriz clínica para a prevenção de falhas relacionadas a conexões de linhas de infusão e cabos Sandra Vasconcelos e Barbara

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Documento norteador para a habilitação de laboratórios Tipo I e Tipo II pela Qualificação Nacional em Citopatologia QualiCito. Qual a Portaria que institui a Qualificação

Leia mais

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS Impresso em 26/08/2015 10:31:18 (Sem título Aprovado ' Elaborado por Daniel Trindade/BRA/VERITAS em 01/11/2013 Verificado por Cintia Kikuchi em 04/11/2013 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE FORNECEDORES VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO ARQUIVO SQ SIGLA DA UO SULOG RUBRICA SIGLA DA UO G-SCQ RUBRICA 1 OBJETIVO Definir os requisitos e procedimentos mínimos para avaliação e seleção de fornecedores, assegurando fontes

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Procedimento Institucional Gestão de EPI

Procedimento Institucional Gestão de EPI Tipo de Documento Procedimento Institucional Título do Documento Equipamento de Proteção Individual Elaborado por Paulo Sérgio Bigoni Área Relacionada Saúde e Segurança do Trabalhador Processo ESTRUTURAÇÃO

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF REGIMENTO INTERNO DA COMISSÂO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) E SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (SCIH) DO HU/UFJF CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO Artigo 1º Atendendo à Portaria de número

Leia mais

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Educação Especial Informe de Assistência Técnica SPED 2009-2: Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Para: Superintendentes, diretores,

Leia mais

Mais rendimento do pessoal, graças a processos eficientes

Mais rendimento do pessoal, graças a processos eficientes O DocuWare nos recursos humanos Solution Info Mais rendimento do pessoal, graças a processos eficientes Currículos, correspondência, recomendações, declarações de rendimentos, e muito mais montanhas de

Leia mais

PLANO BÁSICO AMBIENTAL

PLANO BÁSICO AMBIENTAL ESTALEIRO ENSEADA 1/9 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DE DOCUMENTOS 1. Objetivo Este procedimento define o processo de elaboração, revisão, aprovação, divulgação e controle de documentos do Estaleiro Enseada

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

URGENTE: Recolhimento de dispositivo médico HARMONIC ACE +7 (HARH23, HARH36, HARH45)

URGENTE: Recolhimento de dispositivo médico HARMONIC ACE +7 (HARH23, HARH36, HARH45) 5 de outubro de 2015 Prezados Supervisores de Centro Cirúrgico, Pessoal de Gestão de Materiais e Gerentes de Risco: Na Ethicon, nossa prioridade é com nossos clientes e pacientes. Estamos comprometidos

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

IT Service Management Foundation Bridge based on ISO/IEC 20000

IT Service Management Foundation Bridge based on ISO/IEC 20000 Exame simulado IT Service Management Foundation Bridge based on ISO/IEC 20000 Edição outubro 2011 Copyright 2011 EXIN All rights reserved. No part of this publication may be published, reproduced, copied

Leia mais

Alinhando NBR-ISO/IEC 17799 e 27001 na Administração Pública - USP

Alinhando NBR-ISO/IEC 17799 e 27001 na Administração Pública - USP Alinhando NBR-ISO/IEC 17799 e 27001 na Administração Pública - USP 3 3 Apresentação : Introdução. NBR ISO/IEC 27001 e 17799. Proposta de Plano de Trabalho/Ação. Referências. Confidencialidade Permitir

Leia mais

AVISO URGENTE DE SEGURANÇA. Refª interna da GE Healthcare: FMI 36111

AVISO URGENTE DE SEGURANÇA. <Date of Letter Deployment> Refª interna da GE Healthcare: FMI 36111 GE Healthcare AVISO URGENTE DE SEGURANÇA GE Healthcare do Brasil Comércio e Serviços para Equipamentos Médico- Hospitalares, LTDA. Av. Magalhães de Castro, nº 4.800, 13º andar - Cidade Jardim São Paulo/SP,

Leia mais

Revisão ISO 14001 + ISO 14004 Sistema de Gestão Ambiental. DQS do Brasil Ltda. Página 1

Revisão ISO 14001 + ISO 14004 Sistema de Gestão Ambiental. DQS do Brasil Ltda. Página 1 Revisão ISO 14001 + ISO 14004 Sistema de Gestão Ambiental DQS do Brasil Ltda. Página 1 Cronograma para a revisão ISO 14001 15 de Novembro, 2004: Publicação da ISO 14001:2004 Agosto 2004: Apresentação do

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES GERENCIAMENTO DE MATERIAIS MÉDICOS HOSPITALARES Jurema da Silva Herbas Palomo Diretora Coordenação de Enfermagem Instituto do Coração HC / FMUSP Enfermeiro Gestor Compete a responsabilidade da n Definição

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Segurança da Informação Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Histórico O BSi (British Standard Institute) criou a norma BS 7799,

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. MEUS PEDIDOS

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. MEUS PEDIDOS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. MEUS PEDIDOS Consigo rastrear o minha Compra? Sim. As informações mais atualizadas sobre sua Compra e a situação de entrega de sua Compra estão disponíveis em Meus pedidos.

Leia mais

Procedimentos Para Visita e/ou Entrada-Saída de Equipamentos ao Housing Intelig Telecom

Procedimentos Para Visita e/ou Entrada-Saída de Equipamentos ao Housing Intelig Telecom 1. OBJETIVO Este documento tem como objetivo descrever a metodologia para o Controle de Acesso, Entrada e Saída de Clientes Dentro ou Fora do Ambiente Housing., bem como a metodologia para o recebimento

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações

RAPHAEL MANDARINO JUNIOR Diretor do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações 16/IN01/DSIC/GSIPR 00 21/NOV/12 1/8 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações DIRETRIZES PARA DESENVOLVIMENTO E OBTENÇÃO DE SOFTWARE

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

Novidades do AVG 2013

Novidades do AVG 2013 Novidades do AVG 2013 Conteúdo Licenciamento Instalação Verificação Componentes Outras características Treinamento AVG 2 Licenciamento Instalação Verificação Componentes do AVG Outras características Treinamento

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL

APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento

Leia mais

Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS

Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS Faculdade de Farmácia VALIDAÇÃO DE SISTEMAS COMPUTADORIZADOS 2012 Relevância: Impacta diretamente na saúde do paciente, na qualidade do produto e na integridade dos dados que devem provar que o sistema

Leia mais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais

ITIL. Conteúdo. 1. Introdução. 2. Suporte de Serviços. 3. Entrega de Serviços. 4. CobIT X ITIL. 5. Considerações Finais ITIL Conteúdo 1. Introdução 2. Suporte de Serviços 3. Entrega de Serviços 4. CobIT X ITIL 5. Considerações Finais Introdução Introdução Information Technology Infrastructure Library O ITIL foi desenvolvido,

Leia mais

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional Gerenciamento do Risco Operacional Controle do documento Data Autor Versão Outubro/2010 Compliance 001 Dezembro/2011 Compliance 002 Dezembro/2012 Compliance 003 Agosto/2014 Compliance 004 Revisão do documento

Leia mais

CATÁLOGO DE SERVIÇOS

CATÁLOGO DE SERVIÇOS Partner MASTER RESELLER CATÁLOGO DE SERVIÇOS SUPORTE TÉCNICO in1.com.br Explore Mundo! seu Conteúdo 1 - Objetivo 2 - Serviços prestados por meio do contrato de manutenção e suporte anual 2.1 - Primeira

Leia mais

Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros

Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros* Objetivo Estabelecer as diretrizes básicas de conduta

Leia mais

Prova de Conhecimento para Consultores de Implementação MPS.BR INSTRUÇÕES

Prova de Conhecimento para Consultores de Implementação MPS.BR INSTRUÇÕES Implementação MPS.BR 26 de maio de 2008 4 horas de duração e-mail: (DEIXAR EM BRANCO) RESULTADO: Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 Q6 Q7 Q8 Q9 Q10 Nota INSTRUÇÕES Para a maioria das questões você tem mais de uma opção e

Leia mais

Locacaoemtemporada.com.br Política de Privacidade

Locacaoemtemporada.com.br Política de Privacidade Locacaoemtemporada.com.br Política de Privacidade Esta Política de Privacidade implica em como usamos e protegemos sua informação pessoal. Ela se aplica ao locacaoemtemporada.com.br, e quaisquer outros

Leia mais

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel

Software de gerenciamento do sistema Intel. Guia do usuário do Pacote de gerenciamento do servidor modular Intel Software de gerenciamento do sistema Intel do servidor modular Intel Declarações de Caráter Legal AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NESTE DOCUMENTO SÃO RELACIONADAS AOS PRODUTOS INTEL, PARA FINS DE SUPORTE ÀS PLACAS

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Recolhimento de. Consulta Pública nº 21/2013. Thalita Antony de Souza Lima Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos

Recolhimento de. Consulta Pública nº 21/2013. Thalita Antony de Souza Lima Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos Consulta Pública nº 21/2013 Recolhimento de Thalita Antony de Souza Lima Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos Brasília, 27 de agosto de 2013. Consulta Pública nº. 21/2013 Prazo para envio

Leia mais

AVISO DE SEGURANÇA EM CAMPO/NOTIFICAÇÃO DE PRODUTO

AVISO DE SEGURANÇA EM CAMPO/NOTIFICAÇÃO DE PRODUTO AVISO DE SEGURANÇA EM CAMPO/NOTIFICAÇÃO DE PRODUTO Assunto: Software de Planejamento de Tratamento por Radiação da Brainlab: Para uso em software Brainlab, sequências de imagens (excluindo tomografias)

Leia mais

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO

CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR PROVA DE ADMINISTRADORES E TECNÓLOGOS EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS ÊNFASE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO O presente Regulamento institui a normatização adotada pelo Conselho

Leia mais

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar

Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar Avaliação de Serviços de Higiene Hospitalar MANUAL DO AVALIADOR Parte I 1.1 Liderança Profissional habilitado ou com capacitação compatível. Organograma formalizado, atualizado e disponível. Planejamento

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA

MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...

Leia mais

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº

FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025. Laboratório(s) avaliado(s): Nº FR 19 CHECK-LIST PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS DA NBR ISO/IEC 17025 FORMULÁRIO REVISÃO: 04 NOV/2008 Laboratório(s) avaliado(s): Nº Período de Avaliação: Data inicial da avaliação: / / Data término

Leia mais

NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH

NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH NORMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL FIRMENICH Norma de Responsabilidade Social Firmenich Atualizado em Março de 2013 Página 1 de 10 INTRODUÇÃO Como parte do nosso compromisso contínuo com um negócio ético

Leia mais

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina VI-057 - IMPLANTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO SGI (MEIO AMBIENTE E SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO)

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado B, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Módulo 3. Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 4.2, 5.1, 5.2 e 5.3 Exercícios

Módulo 3. Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 4.2, 5.1, 5.2 e 5.3 Exercícios Módulo 3 Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 4.2, 5.1, 5.2 e 5.3 Exercícios 4.2 - Requisitos de documentação 4.2.1 - Generalidades A documentação do SGQ

Leia mais

Gestão de T.I. GESTÃO DE T.I. ITIL. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

Gestão de T.I. GESTÃO DE T.I. ITIL. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com 1 Information Technology Infrastructure Library 2 O que é o? Information Technology Infrastructure Library é uma biblioteca composta por sete livros

Leia mais

Programas Maliciosos. 2001 / 1 Segurança de Redes/Márcio d Ávila 182. Vírus de Computador

Programas Maliciosos. 2001 / 1 Segurança de Redes/Márcio d Ávila 182. Vírus de Computador Programas Maliciosos 2001 / 1 Segurança de Redes/Márcio d Ávila 182 Vírus de Computador Vírus de computador Código intruso que se anexa a outro programa Ações básicas: propagação e atividade A solução

Leia mais

META 1. Identificar os pacientes corretamente

META 1. Identificar os pacientes corretamente META 1 Identificar os pacientes corretamente Identificar, com segurança, o paciente como sendo a pessoa para a qual se destina o serviço e/ou procedimento. Como atendemos a esta meta: Utilizando a dupla

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen

Faculdade de Tecnologia SENAI Roberto Simonsen 1 SUMÁRIO Conteúdo 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. O CURSO... 3 3. PERFIL DO TECNÓLOGO EM MANUTENÇÃO INDUSTRIAL... 3 4. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 3 5. CONDIÇÕES GERAIS DO ESTÁGIO... 5 6. MATRÍCULA...

Leia mais

SISTEMA ISO 9000. Ghislaine Miranda Bonduelle UFPR/DETF

SISTEMA ISO 9000. Ghislaine Miranda Bonduelle UFPR/DETF SISTEMA ISO 9000 Ghislaine Miranda Bonduelle UFPR/DETF Por que trabalhar com qualidade? Porque para começar a pensar em ser competitivo, é necessário fazer corretamente: na primeira vez, todas as vezes

Leia mais