Comparação de Testes de 1RM e 10RMs em Homens Jovens Treinados

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1 ORIGINAL / ORIGINAL Comparação de Testes de 1RM e 10RMs em Homens Jovens Treinados Comparison of 1-RM and 10-RM Tests in Trained Young Males CLEITON AUGUSTO LIBARDI * Mestre em Educação Física pelo Curso de Mestrado em Educação Física Faculdade de Ciências da Saúde (UNIMEP/SP) ÉRIKA SARITA SPILLER Professora de Educação Física pelo Curso de Educação Física Faculdade de Ciências da Saúde (UNIMEP/SP) ADALBERTO VICENTE DE OLIVEIRA JR. Mestre em Educação Física pelo Curso de Mestrado em Educação Física (bolsista CAPES) Faculdade de Ciências da Saúde (UNIMEP/SP) ELISANE ROSSIN PESSOTI Mestre em Fisioterapia pelo Curso de Fisioterapia Faculdade de Ciências da Saúde (UNIMEP/SP) MARIA IMACULADA DE LIMA MONTEBELO Docente da Faculdade de Ciências Exatas e da Natureza (UNIMEP/SP) MARCELO DE CASTRO CESAR Docente do Curso de Educação Física Faculdade de Ciências da Saúde (UNIMEP/SP) * Correspondências: R. Aquilino Pacheco, Piracicaba/SP RESUMO O objetivo deste estudo foi comparar as respostas hemodinâmicas e metabólica e a percepção subjetiva de esforço de homens jovens submetidos a testes de uma repetição máxima (1RM) e dez repetições máximas (10RMs). Quatorze indivíduos do sexo masculino, saudáveis e treinados, com idade entre 18 e 28 anos, foram submetidos a testes de 1RM e 10RMs, no exercício extensão de joelhos, nos quais foram determinadas a freqüência cardíaca (FC), a pressão arterial sistólica (PAS) e a diastólica (PAD), a concentração sérica de lactato e a percepção subjetiva de esforço (PSE). Na análise estatística, foi realizado o teste de Wilcoxon para dados pareados, adotando-se valores de p < 0,05. A carga máxima nos testes de 1RM foi maior que nos testes de 10RMs (p = 0,0009). A FC pico foi maior nos testes de 10RMs (p = 0,0002), e a PAD pós-teste foi maior nos testes 1RM (p = 0,01), não ocorrendo diferença na PAS (p = 0,30), estando todos os valores atingidos dentro de limites considerados normais no exercício. A concentração de lactato sanguíneo pós-teste (p = 0,0001) e a PSE pós-teste foram maiores nos testes de 10RMs (p = 0,02). Conclui-se que os testes de 1RM e 10RMs possuem ajustes hemodinâmicos diferentes, mas não apresentam respostas cardiovasculares excessivas em homens jovens treinados. Os testes de 1RM possuem um predomínio anaeróbio aláctico, e os testes de 10RMs possuem um predomínio anaeróbio láctico, que pode ter acarretado no aumento da percepção subjetiva de esforço. Palavras-chave TESTE DE FORÇA FORÇA MÁXIMA REPETIÇÕES MÁXIMAS EXTENSÃO DE JOELHOS HOMENS JOVENS. ABSTRACT The aim of this study was to compare hemodynamic and metabolic responses and rating of perceived exertion of young men in tests of one maximum repetition (1RM) and ten maximum repetitions (10RMs). Fourteen healthy trained males, aged 18 to 28 years, were submitted to 1-RM and 10-RM knee extensors exercise. The heart rate (HR), systolic blood pressure (SBP), diastolic blood pressure (DBP), lactate serum and rating of perceived exertion (RPE) were measured. A paired Wilcoxon test was used for statistical analysis, and value of p d 0.05 was adopted. The maximum load was greater in 1 RM than in 10 RMs (p = ). The HR peak was greater in 10RMs (p = ) and the DBP pos-test was greater in 1RM (p = 0.01), without significant differences in SBP (p = 0.30). All the values were considered normal in exercise. The lactate serum (p = ) and RPE pos-test (p = 0.02), were greater in 10RMs. We concluded that 1RM and 10RMs have different hemodynamic responses, but the cardiovascular responses aren t excessive in trained young men. In 1RM, the predominant source of energy is high-energy phosphate and in 10RMs the predominant source of energy is anaerobic glycolysis, which may have provoked the increase in the perceived exertion rate. Keywords STRENGTH TESTING MAXIMAL STRENGTH REPETITION MAXIMUM KNEE EXTENSORS YOUNG MEN. 31

2 INTRODUÇÃO O treinamento de força muscular consiste em um importante auxílio para a melhora da aptidão física das pessoas, cujos benefícios têm sido cada vez mais evidenciados na promoção da saúde. 1. Para a elaboração de um treinamento de força, é importante a avaliação da força muscular, para informar os efeitos do treinamento e proporcionar condições para uma prescrição e um controle adequado dessa capacidade. 2. Segundo Power e Howley, 3 a avaliação da força muscular pode ser realizada por meio de tensiometria, dinamometria, equipamento isocinético computadorizado e testes de uma repetição máxima (1RM), os quais são mais utilizados em academias de ginástica e clubes. Os testes de 1RM implicam tentativas de levantar uma única vez um determinado peso de forma correta de acordo com uma padronização prévia. O teste deve iniciar com uma carga abaixo do nível máximo do indivíduo, de modo que, se o movimento for realizado corretamente, o peso deverá ser aumentado para a próxima tentativa até quando o indivíduo não conseguir realizar o movimento com perfeição. 4, 5 McArdle et al. 6 citam que testes para a predição de 1RM são indicados para a avaliação da força muscular de adolescentes, cardiopatas, idosos e hipertensos por estimarem a carga máxima de indivíduos em esforços submáximos e por serem mais seguros para essas populações. Normalmente, o teste é realizado entre 7RMs a 10RMs, sendo que isso representa 68% de 1RM para pessoas destreinadas e 79% para treinados. Já em estudo de Medeiros et al., 7 os testes de 1RM foram utilizados na avaliação da força muscular de pacientes com insuficiência coronariana, em que não ocorreu nenhum tipo de complicação para esse grupo de indivíduos, indicando que o teste de 1RM parece seguro para essa população. Devido à carência de estudos comparando testes de 1RM com testes de 10RMs, esse estudo teve como objetivo comparar as respostas hemodinâmicas e metabólicas e a percepção subjetiva de esforço de homens jovens submetidos a testes de membros inferiores de 1RM e 10RMs. CASUÍSTICA E MÉTODOS Participaram desse estudo 14 indivíduos saudáveis do sexo masculino, com idade entre 18 e 28 anos, média de 21,3 anos ± 1,5 anos, peso de 74,3kg ± 9,9, estatura de 174,1cm ± 7,8 e índice de massa corporal de 24,2kg/m 2 ± 1,6, praticantes de atividades motoras no Centro de Qualidade de Vida (CQV) do curso de Educação Física, da Universidade Metodista de Piracicaba. Os voluntários praticavam musculação há, pelo menos, um ano, não possuíam histórico de lesões nas articulações dos joelhos e não faziam uso de recursos ergogênicos. Esse estudo faz parte do projeto de Avaliação e Treinamento Físico de participantes do Centro de Qualidade de Vida (CQV) da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da UNIMEP. Inicialmente, os voluntários foram submetidos a uma avaliação médica e a uma anamnese clínica, a qual incluía perguntas relacionadas de maneira geral à saúde e à prática de exercícios físicos. Os voluntários foram orientados a não praticar exercícios que solicitem os membros inferiores nas semanas em que os testes foram realizados, sendo eles executados com intervalo de 48 a 72 horas. Os testes de 1RM e de 10RMs foram realizados em uma cadeira extensora da marca Tônus, na qual os indivíduos permaneciam sentados segurando o apoio do aparelho, com inclinação de tronco a 70, e joelho fletido em Antes do início do teste, foram verificados freqüência cardíaca, pressão 32 SAÚDE REV., Piracicaba, 9 (22): 31-37, 2007

3 arterial, lactato sanguíneo e percepção subjetiva de esforço. Em seguida, os indivíduos realizaram um aquecimento de dez repetições, cuja fase concêntrica durou de 1 a 2 segundos com extensão máxima dos joelhos, seguido de uma fase excêntrica com duração de 3 a 4 segundos até um angulo de 90 com os dois membros simultaneamente, utilizando uma carga correspondente a 25% do peso corporal de cada indivíduo. Três minutos após o aquecimento, era iniciado o teste com carga de 50% do peso corporal do indivíduo, que executou uma repetição a partir da posição inicial nos testes de 1RM, e 60% dessa carga nos testes de 10RMs, realizando a fase concêntrica até extensão completa dos joelhos com duração de 1 a 2 segundos, e a fase excêntrica com duração de 3 a 4 segundos até retornar à posição inicial. Após três minutos de recuperação, eram aumentados 3kg para, em seguida, ser realizada outra tentativa. A freqüência cardíaca, a pressão arterial e a percepção subjetiva de esforço eram determinadas após cada tentativa. Os indivíduos permaneciam sentados em repouso enquanto eram realizadas as análises. A execução de uma repetição (nos testes de 1RM) ou de dez (nos testes de 10 RMs) foi feita a cada três minutos, até que o indivíduo não conseguiu mais realizar o movimento de maneira adequada; considerou-se a última carga realizada com perfeição. Após três minutos da última execução, foi coletada mais uma amostra de sangue para análise do lactato sanguíneo. Foram determinados os maiores valores de freqüência cardíaca (FC), utilizando-se um monitor de freqüência cardíaca da marca Polar S610, a pressão arterial sistólica (PAS) e a pressão arterial diastólica (PAD) pós-teste, aferidas pelo método auscultatório com um aparelho manual Cardiomed, e denominados valores de pico, ou seja, os maiores valores atingidos durante os testes. A concentração sérica de lactato foi analisada pré e três minutos após o teste por um lactímetro portátil da marca ACCUSPORT, e a percepção subjetiva de esforço (PSE), logo imediatamente após o término do teste, utilizando-se a escala de Borg 9, ambos foram denominados valores pós-testes. Os resultados foram expressos em média e desvio-padrão (DP). Na análise dos dados, foram utilizados a carga máxima levantada de maneira correta, a FC pico, os valores de PAS e PAD pico, PSE pós-teste, LAC pré-teste e pós-teste, em que não foi observada distribuição normal, sendo realizado o teste não-paramétrico de Wilcoxon para dados pareados. Foram adotados, nesse estudo, valores para p < 0,05, e todos os testes foram realizados no programa estatístico Statistica 6.0. RESULTADOS A carga máxima nos testes de 1RM apresentou valores significantemente maiores que os testes de 10RMs (Tabela 1). Os valores da carga máxima nos testes de 10RMs representaram 70,6% dos valores da carga máxima atingida nos testes de 1RM. Na comparação das variáveis hemodinâmicas, foram encontradas diferenças significantes de freqüência cardíaca máxima nos testes de 10RMs em relação aos testes de 1RM. Em relação à pressão arterial, maiores valores da pressão arterial diastólica pós-teste ocorreram nos testes de 10RMs, não ocorrendo diferenças significantes nos valores da pressão arterial sistólica pós-teste nos testes de 1RM e 10RMs. A concentração de lactato sanguíneo pré-teste não apresentou diferença significante entre os testes de 1RM e 10RMs, mas na fase pós-teste os valores foram significantemente maiores nos testes de 10RMs que nos testes de 1RM. Os resultados da PSE pós-teste foram significantes nos testes de 10RMs (Tabela 1). 33

4 Tabela 1. Média ± desvio-padrão da média e resultados das variáveis obtidas nos testes de uma repetição máxima (1RM) e dez repetições máximas (10RMs) dos homens jovens, sendo * p < 0, 05. FC freqüência cardíaca PAS pressão arterial sistólica PAD pressão arterial diastólica PSE percepção subjetiva de esforço LAC concentração sérica de lactato DISCUSSÃO Os testes de carga máxima podem ser muito úteis na prescrição de treinamento, porém deve-se atentar na relação entre o percentual de 1RM e o número de repetições que pode ser realizado, pois essa relação varia com a quantidade de massa muscular envolvida no exercício. 10 Reynolds et al. 11 verificaram que para dez repetições máximas o percentual de 1RM é diferente de acordo com o exercício realizado 70,1 % para a pressão de pernas e 75,65% para o supino reto. No presente estudo, os testes de 10RMs representaram um valor médio de 68,7 % da carga máxima do teste de 1RM. Isso sugere que o exercício de cadeira extensora para indivíduos treinados pode ser utilizado de maneira eficaz para prescrição de treinamento utilizando percentual da carga máxima. McArdle et al. 6 relatam que indivíduos treinados e destreinados podem realizar 7 a 10 movimentos com carga entre 68% a 79% de 1RM, ou seja, valores semelhantes aos observados nesse estudo. Os valores de freqüência cardíaca pico nos testes de 10RMs mostraram-se maiores que nos testes de 1RM. O mesmo foi demonstrado em estudo de Sale et al., 11 que verificaram valores maiores de FC durante séries com cargas submáximas até a falha voluntária em relação à execução de séries utilizando cargas de 1RM. Neste estudo, os valores médios da FC pico foram de 148 bpm para o teste de 10RMs, semelhantes aos encontrados por Sale et al. 12 e Leite e Farinatti. 13 Em estudo realizado por Medeiros et al., 7 com pacientes após sofrerem infarto agudo do miocárdio, foi encontrada FC pico de 90bpm nos testes de 1RM na cadeira extensora, demonstrando que os testes de 1RM são seguros para o sistema cardiovascular. Nas análises desse estudo, os testes de 1RM resultaram em valores de FC pico de 118,7bpm. Segundo White, 14 a freqüência cardíaca é sensível a contrações prolongadas, principalmente quando são muito localizadas, de modo que o aumento dos batimentos acompanha o aumento do tempo em que o indivíduo permanece em atividade, estando relacionado principalmente ao número de repetições solicitadas. Lamotte et al. 15 também demonstraram em seu estudo quando compararam quatro séries de 17 repetições com 40% de 1RM com quatro séries de dez repetições com 70% de 1RM, cujo trabalho com maior número de repetições foi obtido valores elevados de FC pico, o que explica a maior FC pico nos testes de 10RMs encontradas nesse estudo. 34 SAÚDE REV., Piracicaba, 9 (22): 31-37, 2007

5 A avaliação da pressão arterial foi realizada pelo método auscultatório considerado ser menos preciso que os métodos invasivos, como o cateterismo intra-arterial. Este, por sua vez, pode gerar grandes riscos aos voluntários, como: hemorragia, espasmo artéria, estenose entre outros. 13 Perloff et al. 16 relatam que o cateterismo intra-arterial excederia os limites éticos científicos. A pressão arterial sistólica pico não apresentou diferenças significantes entre os testes de 1RM e 10RMs. Em ambos os testes, houve aumento da PAS pico. Em alguns indivíduos, esse aumento atingiu valores de 210mmHg no teste de 10RMs bilateral, o que pode ser esperado no esforço máximo, segundo Andrade et al., 17 não excedendo os valores recomendados de 220mmHg durante a determinação de 1RM. 15 A PAD pico apresentou menores valores nos testes de 10RMs em relação aos testes de 1RM, sugerindo que o exercício com pesos com mais repetições, envolvendo uma grande massa muscular, promove uma menor resistência periférica dentro das artérias após a sístole, indicando facilidade em o sangue fluir das artérias para dentro dos capilares. 6 Segundo Andrade et al. 17, a PAD não deve exceder 15mmHg dos valores de repouso, de modo que a resposta da PAD em nosso estudo pode ser considerada normal, pois em nenhum dos testes ocorreu tal aumento. Considera-se que as variáveis FC pico, PAS e PAD pico não apresentaram comportamento hiper-reativo nos testes de 1RM e 10RMs, de modo que os testes não acarretaram excessiva sobrecarga ao sistema cardiovascular dos voluntários. Em relação à concentração sérica de lactato, as coletas foram realizadas antes e três minutos após o esforço, sendo que não houve diferença nos valores de lactato sanguíneo pré-teste nos testes de 1RM e 10RMs, mas os valores obtidos pós-testes foram maiores nos testes de 10RMs em relação aos de 1RM. Os níveis de lactato sanguíneo, após o esforço nos testes de 10RMs, demonstraram um predomínio do metabolismo anaeróbio láctico, e os níveis de lactato nos testes de 1 RM, próximos aos de repouso, caracterizaram um predomínio anaeróbio aláctico. 6 Kraemer et al. 18 realizaram um estudo comparando as concentrações de lactato sanguíneo em um grupo, que treinou oito exercícios com três séries de 10RMs, com intervalo de um minuto, com um segundo grupo, que realizou oito exercícios com três séries de 5RMs e intervalo de três minutos. Esses estudos demonstraram que o segundo grupo que realizou intervalos mais curtos teve maiores concentrações de lactato sanguíneo, em comparação ao grupo que executou exercícios com intervalo de três minutos. Além do intervalo de descanso, os autores colocam que somente cargas mais altas não resultam em concentrações elevadas de lactato sanguíneo, e sim um número mais alto de repetições e séries mais longas, o que acarretaria em concentrações mais elevadas de lactato, o que está de acordo com nossos resultados. Ahtiainen et al. 19 verificaram aumentos das concetrações de lactato acima de 13mmol/l, durante o exercício de pressão de pernas, com 8 a 12 repetições, com cinco minutos entre as séries. O presente estudo apresentou valores médios de 7,5mmol/l ao final do teste de 10RMs, demostrando que o exercício de extensão de joelhos parece promover uma menor concentração de lactato após esforço máximo. Isso também foi observado por Scott, 20 cujos valores de lactato foram mais elevados quanto maior foi o grupo muscular solicitado e o tempo em que permaneceu em contração após duas séries. Na flexão do cotovelo para seis repetições, os valores foram de 7,1mmol/l; já para a pressão de pernas com dez repetições, o lactato atingiu valores de 11,5mmol/l. 35

6 As respostas fisiológicas durante o exercício também podem ser medidas pelo percentual do esforço físico, por meio de um caminho fisiológico, que transmite sinais do córtex motor ao córtex sensorial, interpretado como sensação de esforço. 21 Suminski et al. 22 avaliaram a intensidade de esforço utilizando a Escala de 0 a 10; Gearhart et al. 23 utilizaram a escala de Borg de 6 a 20. Os dois trabalhos utilizaram diferentes estratégias para captação de PSE e mostraram que é viável sua utilização como quantificação da intensidade de esforço durante o treinamento com pesos. A PSE foi maior nos testes de 10RMs em relação aos de 1RM, de modo que esses resultados parecem ocorrer devido à maior concentração sérica de lactato nos testes com predomínio anaeróbio láctico, ocasionando um grande desconforto e, conseqüentemente, maior percepção de esforço. Abernethy e Wehr 21 obtiveram respostas muito baixas de lactato em esforços de 5RMs em relação a 15RMs, ao final de uma ou três séries, o que também aconteceu com testes de 1RM e 10RMs. Lagally et al. 21 e Mihevic 25 relatam que a PSE parece estar mais associada aos mecanismos proprioceptores e tendíneos, prováveis sinalizadores de esforço, e também afirmam que os responsáveis pela PSE são os sensores musculares (fuso muscular e órgão tendinoso de golgi) e a acidose metabólica. Moura et al. 26 observaram grande correlação entre a carga levantada no teste de 1RM e a PSE, principalmente quando a carga vai se aproximando dos valores da força máxima do indivíduo. Por esses fatores, consideramos que a maior PSE nos testes de 10RMs encontra-se dentro do esperado. CONCLUSÕES Os testes de 1RM e 10RMs, de resistência dinâmica invariável em cadeira extensora, possuem ajustes hemodinâmicos diferentes sem apresentar respostas cardiovasculares excessivas em homens jovens treinados. O estudo apresentou também diferanças nas variáveis metabólicas e na PSE, sendo que seus maiores valores foram obtidos nos testes de 10RMs, indicando que essas variáveis assim como os ajustes hemodinâmicos parecem levar o indivíduo a um maior desconforto durante o teste 10RMs. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. American College of Sports Medicine. Position Stand: Progression models in resistance training for healthy adults. Med Sci Sports Exerc. 2002; 34(2): Badillo JJG, Ayestarán EG. Fundamentos do treinamento de força: aplicação e desenvolvimento. 2. ed. Porto Alegre: Artmed; Powers SK, Howley ET Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. 3. ed. Barueri: Manole; Mayhew JL, Prinster JL, Zimmer DL, Arabas JR, Bemben MG. Muscular endurance repetitions to predict bench press strength in men of different training levels. J Sports Medicine Physiological Fitness 1995; 35: Ware JS, Clemens CT, Mayhem JL, Johnston TL. Muscular endurance repetitions to predict bench press and squat strength in college football players. J Strength Cond Res 1995;9: McArdle WD, Katch FI, Katch VL. Fisiologia do exercício. Energia, nutrição e desempenho humano. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; Medeiros WM, Rodrigues RM, Scarparo CDB, Freire CS, Gun C, Araujo Jr. EB, et al. Segurança do teste de resistência máxima em pacientes no pós-infarto agudo do miocárdio. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo 2003;6(13): Gordon CC, Chunlea WC, Roche AF. Sature, recumbent lenght, and weight. In: Lohman TG, Roche AF, Martorell R, eds. Antropometric standartization reference manual. Champaign: Human Kinetics; SAÚDE REV., Piracicaba, 9 (22): 31-37, 2007

7 9. Borg GAV. Psychophysical bases of perceived exertion. Med Sci Sports Exerc 1982;14(5): Hoeger WWK, Hopkins DR, Barette SL, Hale DF. Relationship between repetitions and selected percentages of one repetition maximum: a comparison between untrained and trained males and females. Journal of Applied Sport Science Research 1990;4: Reinolds JM, Gordon TJ, Robergs RA. Predicition of one repetition maximum strength from multiple repetition maximum testing and anthropometry. J Strength Cond Res 2006;20(3): Sale DG, Moroz DE, McKelvie RS, MacDougall JD, McCarteney N. Comparison of blood pressure response to isokinetic and weight-lifting. European Journal of Applied Physiology 1993;67: Leite TC, Farinatti TV. Estudo da freqüência cardíaca, pressão arterial e duplo-produto em exercícios resistidos diversos para grupamentos musculares semelhantes. Rev Bras Fisiol Exerc 2003;2(2): White WB. Heart rate and the rate-pressure product as determinants of cardiovascular risk in patients with hypertension. American Journal Hypertens 1999;12: Lamotte M, Niset G, Van de Borne P. The effect of differente intensity modalities of resistance training on beat-to-beat blood pressure in cardiac patients. Eur J Cardiovasc Prevention Rehab 2005;12(1): Perloff D, Grim C, Flack J, Frohlich E, Hill M, McDonald M. Human blood pressure determination by sphygmomanometry. Circulation 1993;88: Andrade J. II Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Teste Ergométrico. Arquivos Brasileiros de Cardiologia 2002;78(11): Kraemer WJ, Marchitelli L, McCurry D, Mello R, Dziado JE, Harman E, et al. Hormonal and growth factor responses to heavy resistance exercise. J Appl Physiol 1990;69: Ahtiainen JP, Pakarinen A, Alen M, Kraemer WJ, Häkkinen. Short vs. long rest period between the sets in hypertrophic resistance training: Influence on muscle strength, size, and hormonal adaptations in trained men. J Strength Cond Res 2005;19(3): Scott CB. Contribuition of blood lactate to the energy expenditure of weight training. J Strength Cond Res 2006;20(2): Lagally KM, Robertson RJ, Gallagher KL. Ratings of perceived exertion during low and high intensity resistance exercise by young adults. Percept Mot Skills 2002;94(3): Suminski RR, Robertson RJ, Kang J, Utter AC. Perception of effort during resistance exercise. J Strength Cond Res 1997;11(4): Gearhart RF, Goss FL, Lagally KM. Standardized scaling procedures for rating perceived exertion during resistance exercise. J Strength Cond Res 2001;15(3): Abernethy PJ, Wehr. Ammonia and lactate response to leg press works at 5 and 15 RM. J Strength Cond Resis 1997;11(1): Mihevic PM. Sensory cues for perceived exertion: a review. Med Sci Sports Exerc 1981;13(3): Moura JAR, Peripolli J, Zinn JL. Comportamento de percepção subjetiva de esforço em função da força dinâmica submáxima em exercícios resistidos com pesos. Rev Bras Fisiol Exerc 2003;2(2): Submetido: 3/mar./2006 Aprovado: 9/abr./

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