COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL APÓS EXERCÍCIOS RESISTIDOS A 60% DE 1RM NO LEG PRESS

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1 COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL APÓS EXERCÍCIOS RESISTIDOS A 60% DE 1RM NO LEG PRESS RESUMO Os efeitos dos exercícios resistidos sobre a pressão arterial ainda são pouco compreendidos e controversos. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar o comportamento da pressão arterial após a realização de exercícios resistidos no leg press a 60% de 1-RM. Fizeram parte deste estudo 12 homens com idade entre 20 e 30 anos e experiência mínima de seis meses com treinamento de resistido. As variáveis antropométricas avaliadas foram o peso e a estatura. A composição corporal foi obtida por meio da equação proposta por Guedes. A determinação de carga de treinamento foi através da realização de um teste 1 RM no aparelho leg press, sendo a carga de 60%. As variáveis hemodinâmicas avaliadas foram: FC (Freqüência Cardíaca) e PA (Pressão Arterial). A sessão de treinamento foi de três séries, com doze repetições, no aparelho leg press, sendo a carga de 60%, de 1RM, com intervalo de 1 minuto entre as séries. Para análise dos dados, foi empregada a estatística descritiva, com valores de média e desvio padrão. Para a comparação da pressão arterial antes e após o treinamento de exercício resistido foi empregada a análise de variância ANOVA One-Way, seguido do teste de post hoc de Scheffé. Todos os procedimentos foram realizados no Statistic Windows 6.0 e o nível de significância adotado foi de p < 0,05. De acordo com os resultados foi observados aumento significativo na PAS, FC e DP, ao se comparar os valores de repouso, com até 20 minutos após o exercício. Em relação à PAD o aumento foi observado até 5 minutos depois do exercício. Não foi observado efeito hipotensor após a realização do exercício leg-press 60% de 1RM. Em conclusão que uma única sessão de exercícios resistidos no leg press a 60% de 1-RM não provoca o efeito hipotensor da pressão arterial. Os achados do presente estudo sugerem que a execução de um único exercício resistido não foi capaz de desencadear reduções significativas na pressão arterial nos momentos subseqüentes ao esforço, ou seja, até 60 minutos. Palavras Chave: hipotensão, pressão arterial, exercício resistidos. INTRODUÇÃO No início da civilização a vida primitiva era repleta de atividade física, porém com a modernidade, aumentou-se o grau de inatividade física, com isso algumas patologias também foram aumentando. (CUNHA, 2003). Atualmente a hipertensão arterial sistêmica representa uma das maiores causas de morbidade cardiovascular no Brasil e acomete 15% a 20% da população adulta, possuindo também considerável prevalência em crianças e adultos. Consideradas um dos principais fatores de risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares, representa um alto custo social e um problema de saúde pública, uma vez que é responsável por cerca de 40% dos casos de aposentadoria precoce e abstinência no trabalho na sociedade atual. A identificação e o tratamento de pacientes com hipertensão arterial tem sido considerada um problema de saúde publica. (MONTEIRO E SOBRAL, 2004). Os fatores que favorecem ao aparecimento da hipertensão arterial são a idade, sexo, antecedentes familiares, raça, obesidade, tabagismo, estresse, vida sedentária, álcool, uso de anticoncepcionais, alimentação rica em gordura e sódio. (PESSUTO E CARVALHO, 1998).

2 Um programa de exercícios de condicionamento físico tem sido freqüentemente recomendado como uma conduta importante no tratamento não farmacológico da hipertensão arterial. Nos últimos anos, no entanto, verificou-se que não somente o exercício físico crônico, mas também uma única sessão de exercício físico provocaria a diminuição na pressão arterial. (BRUM, FORJAZ, E TINUCI, 2004). Diversos estudos têm demonstrado que uma única sessão de exercício reduz a pressão arterial de indivíduos normotensos e hipertensos, fazendo com que os níveis pressóricos tanto diastólico como sistólico medidos no período pós-exercício permaneçam inferiores aos observado no período pré-exercício. Entretanto, para que esse fenômeno tenha importância clinica é necessário que a queda pressórica apresente magnitude significante e perdure na maioria das 24hs subseqüentes a execução do exercício físico. (FORJAZ, SANTAELLA E NEGRÃO 1998). A duração da sessão exercício físico tem sido sugerida como um dos fatores que influencia a hipotensão arterial pós-exercício (NEGRÃO, BARRETO E RESENDE 2003). De acordo com a literatura, o exercício resistido com peso produz um aumento equivalente, ou até mesmo significativamente maior, da pressão arterial em relação ao exercício contínuo, porém um aumento da freqüência cardíaca menor. Assim, os intervalos para descanso muscular entre as séries fazem com que a freqüência cardíaca regresse quase aos níveis de pré-exercício antes de um novo esforço, tornando este exercício relativamente segura, inclusive para hipertensos (POLITO E FARINATTI, 2003). O exercício resistido consiste na execução de exercícios com a utilização de diversas maneiras de sobrecargas, como pesos, máquinas, elásticos, massa corporal ou outro equipamento que contribua para o desenvolvimento da força, potência e resistência muscular. (CONLEY, ROZENEK, 2001) Os efeitos fisiológicos do exercício físico podem ser classificados em agudos imediatos, agudos tardios e crônicos. Os agudos ocorrem nos períodos imediatos, até alguns minutos após o exercício. Este tipo de exercício pode provocar aumento da freqüência cardíaca, da pressão arterial sistólica e pela sudorese. Nos exercícios agudos resistidos tem-se verificado um aumento da freqüência cardíaca diminuição do volume sistólico, diminuição do débito cardíaco, permanência inalterada da resistência periférica vascular (FORJAZ, REZEK, MELO, SANTOS, TEIXEIRA, NERI E TINUCCI, 2004). Os exercícios resistidos ou exercícios de musculação possuem um papel de destaque, pois quando executados em altas intensidades, apesar de serem feitos de forma dinâmica apresentam um componente isométrico bastante elevado (FORJAZ, REZEK, MELO, SANTOS, TEIXEIRA, NERI E TINUCCI, 2004), sendo a resposta cardiovascular semelhante à observada com exercícios estáticos, aumento da freqüência cardíaca e aumento da pressão arterial. Essas respostas são tanto maiores quanto maior for a intensidade do exercício, mas não se alteram com a duração do exercício, caso ele seja realizado numa intensidade inferior ao limiar anaeróbio. Além disso, quanto maior a massa muscular exercitada de forma dinâmica, maior é o aumento da freqüência cardíaca, mas menor é o aumento da pressão arterial. (FORJAZ E TINUCCI, 2000) Estes efeitos são aqueles observados durante as 24 ou 48hs após uma sessão de exercício e podem ser identificados na discreta redução dos níveis tencionais, na

3 expansão do volume plasmático, na melhora da função endotelial e no aumento da sensibilidade insulínica nas membranas das células musculares, (POLITO E FARINATTI, 2003). Os efeitos crônicos são resultados da freqüência e regularidade das sessões de exercício, e são características morfofuncionais que distinguem um indivíduo fisicamente treinado, de um sedentário (SILVEIRA, NAGEM E MENDES, 2007). Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi verificar o comportamento da pressão arterial após exercícios resistidos a 60% de 1RM no leg press. MATERIAIS E MÉTODOS Foram estudados 12 voluntários, do sexo masculino com idade entre 20 e 30 anos, praticantes de musculação com experiência mínima de seis meses de treinamento, esse critério foi adotado a fim de evitar o acometimento de dor muscular tardia, bem como falhas na determinação da carga de trabalho devido à de coordenação e familiarização necessária para execução dos exercícios (SANTOS E SIMAO, 2007). Como critérios para exclusão foram adotados o uso de esteróides anabolizantes e medicamentos que influenciem na pressão arterial, alimentação e uso de produtos que possam interferir nos resultados da pesquisa, como cafeína, refrigerantes a base de cola, chocolates e fumo, bem como, a prática de exercícios menos de vinte e quatro horas antes da coleta de dados. Cada sujeito realizou duas visitas ao local da pesquisa com intervalo de 48 horas entre cada uma. No primeiro dia os voluntários foram submetidos a uma anamnese para determinar a prontidão para o exercício físico, e todos receberam e assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (ANEXO 2), executaram o teste de 1RM no leg press. Foram avaliadas as variáveis antropométricas, compreendendo a massa corporal e a estatura e as medidas de dobras cutâneas. A massa corporal foi obtida por meio de uma balança antropométricas digital, da marca Filizola, graduada de 0 a 150 kg, com precisão de 0,1 kg, e a estatura foi determinada em um estadiômetro portátil, fixado à parede, da marcas Secas, graduadas de 0 a 200 cm, com escala de precisão de 0,1 cm (GORDON, CHUMLEA, ROCHE, 1988). A partir dessas medidas calculou-se o índice de massa corpórea (IMC) por meio do quociente massa corporal/(estatura)2, sendo a massa corporal expressa em quilogramas (kg) e a estatura em metros (m). A adiposidade corporal foi determinada pela técnica de espessura do tecido adiposo subcutâneo, por meio da utilização de um adipômetro científico da marca Lange (Cambridge Scientific Industries Inc., Cambridge, Maryland), de fabricação americana, com precisão de 1 mm. Para tanto, foram medidas as espessuras das dobras cutâneas subescapular, abdominal e tricipital, de acordo com as recomendações de Harrison, Bursik, Carter, Johnston, Lohman, Pollock, (1988). Três medidas foram realizadas, de forma rotacional, em cada ponto anatômico, adotando-se o valor mediano como referência. Vale ressaltar que o erro de medida foi de no máximo ±1,0mm e o coeficiente teste-reteste foi > 0,95. Para a determinação do percentual de gordura foi utilizado o protocolo de Guedes para três dobras (GUEDES; GUEDES, 2003).

4 No segundo dia fizeram o treinamento no leg press em banco de 45 grau com 60% da carga estabelecida no teste de 1RM, realizando 3 séries de 12 repetições com a carga correspondente e com intervalo de 1 minuto entre as séries. Na execução do exercício, os sujeitos foram instruídos a não realizar manobra de Valsava. A pressão arterial foi mensurada antes do início do treinamento, por um avaliador treinado, através do método auscultatório, após o sujeito permanecer em repouso durante 05 minutos. Após o término das 3 séries e 12 repetições a pressão arterial foi registrada nos primeiros 3 minutos, e após 5 minutos até completar 60 minutos. A aferição da pressão arterial foi através do uso do esfigmomanômetro da marca Missouri, com resolução de 20,00 mmhg (FORJAZ E SANTAELLA, 1998) e a freqüência cardíaca através de um aparelho frequencímetro da marca Polar, modelo F-1. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva, com valores de média e desvio padrão. Para a comparação da pressão arterial antes e após todas as medidas obtidas depois do exercício resistido, foi empregada a Anova One-Way, seguido do teste de post hoc de Scheffé. Todos os procedimentos foram realizados no Statistic Windows e o nível de significância adotado foi de p<0,05. Este projeto está em cumprimento com a Resolução 196/96 do Conselho Nacional da Saúde e foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da FAG - Faculdade Assis Gurgacz (Parecer 730) (ANEXO 1). RESULTADOS A tabela 1 apresenta os valores médios e desvio-padrão para a pressão arterial sistólica e diastólica, freqüência cardíaca e duplo produto após a realização do exercício leg-press 60% de 1RM. De acordo com os resultados foi observados aumento significativo na PAS, FC e DP, ao se comparar os valores de repouso, com até 20 minutos após o exercício. Em relação à PAD o aumento foi observado até 5 minutos depois do exercício. Não foi observado efeito hipotensor após a realização do exercício leg-press 60% de 1RM. TABELA 1 - Valores médios (± desvio-padrão) para a pressão arterial sistólica e diastólica, freqüência cardíaca e duplo produto após a realização do exercício legpress 60% de 1RM. PA sistólica (mmhg) PA diastólica (mmhg) FC (bpm) Duplo produto Repouso 123,3 ± 5,0 75,7 ± 5,1 68,1 ± 3,3 8396,7 ± 532,9 3 minutos 156,0 ± 6,5 88,1 ± 2,9 96,9 ± 5, ,5 ± 1333,1 5 minutos 151,5 ± 8,1 85,5 ± 3,6 91,5 ± 4, ,0 ± 1230,7 10 minutos 146,8 ± 6,2 83,2 ± 3,1 85,7 ± 4, ,8 ± 1005,0 15 minutos 142,8 ± 4,0 81,7 ± 2,4 79,3 ± 4, ,2 ± 755,8 20 minutos 138,5 ± 6,5 81,0 ± 3,7 75,6 ± 4, ,8 ± 898,9 25 minutos 133,8 ± 4,2 79,2 ± 2,6 72,8 ± 2,8 9751,2 ± 554,6 30 minutos 132,3 ± 4,7 78,3 ± 4,4 71,0 ± 3,2 9391,3 ± 447,7 35 minutos 128,2 ± 4,1 76,8 ± 4,0 70,3 ± 3,6 9017,2 ± 593,4 40 minutos 125,2 ± 4,4 75,5 ± 4,4 70,2 ± 3,3 8784,8 ± 560,3

5 45 minutos 124,0 ± 5,0 74,5 ± 4,7 69,4 ± 3,3 8610,5 ± 591,2 50 minutos 122,4 ± 5,6 73,8 ± 4,8 68,9 ± 3,4 8439,0 ± 615,0 55 minutos 122,4 ± 5,6 74,0 ± 5,0 68,4 ± 3,9 8372,3 ± 580,4 60 minutos 122,1 ± 6,0 74,0 ± 5,0 68,3 ± 3,8 8342,1 ± 625,3 * Diferença significativa (p<0,05) em relação ao repouso DISCUSSÃO Estudos recentes reportam que os valores da pressão arterial sistólica tendem a reduzir após o término de exercícios resistidos (HARDY E TUCKER, 1999), contudo, no presente estudo este comportamento não foi observado. Recentemente Simão (2005) comparando diferentes intensidades e volumes de exercícios resistidos verificaram que essas variáveis metodológicas podem afetar a duração do efeito hipotensor sobre a pressão arterial sistólica, mas não a magnitude da resposta por até 60 minutos após o termino da atividade. Desta forma, a manipulação do volume e intensidade do treinamento, poderiam representar um comportamento diferente da pressão arterial observada no presente estudo. Fisher (2001) verificou reduções pressóricas significativas decorrentes do exercício resistido durante 60 minutos em homens normotensos e hipertensos após a execução de três séries em circuito com carga correspondente a 50% de 1RM. Também Macdonald (2000) verificaram queda significativa na pressão arterial sistólica entre 10 a 60 minutos após seus voluntários concluírem 15 minutos de exercício no aparelho leg-press com carga correspondente a 65% de 1 RM. Porém, as evidências acerca do comportamento da pressão arterial nos minutos subseqüentes ao término do esforço nos exercícios resistidos, ainda são poucos conclusivas, já que alguns estudos não demonstraram efeito hipotensivo ao término dessa atividade, corroborando os resultados encontrados neste estudo. (SANTOS E SIMÃO, 2005) Um aspecto importante diz respeito às características do exercício (tipo, intensidade e duração) que promovem maior queda pressórica após sua execução (FORJAZ, 2000). Ainda que não se tenha consenso em relação ao comportamento da pressão arterial frente ao exercício físico, a atividade física regular reduz a pressão arterial, além de produzir benefícios adicionais, tais como diminuição do peso corporal e ação coadjuvante no tratamento das dislipidemias, da resistência à insulina, abandono do tabagismo e do controle do estresse. Contribui ainda, para a redução do risco de indivíduos normotensos desenvolverem hipertensão. (FORJAZ, REZEK, MELO, SANTOS, TEIXEIRA, NERI E TINUCCI, 2004). No presente estudo não foi encontrado o efeito hipotensor em razão da duração do exercício, acredito que com uma duração maior poderia causar o efeito hipotensor da pressão arterial. A combinação de exercícios resistidos em forma de circuito com alternância com membros superiores e inferiores com a mesma intensidade, mas com uma duração um pouco maior poderia causar o efeito hipotensor. CONCLUSÃO

6 O presente estudo não demonstrou reduções significativas da pressão arterial sistólica e diastólica em relação ao repouso durante 60 minutos após a execução do exercício leg press 45º. Os achados do presente estudo sugerem que a execução de um único exercício resistido não foi capaz de desencadear reduções significativas na pressão arterial nos momentos subseqüentes ao esforço, ou seja, até 60 minutos. Seria necessárias a realização de um novo estudo com uma intensidade e duração maiores nos exercícios resistidos, para causar o efeito hipotensor. REFERÊNCIAS AMERICAM COLLGE OF SPORTS MEDICINE. Physical activity, physical fitness And hypertension. Medicine and Sciense in Sports and Exercise,25,ix,1993 BEAN, A. O guia completo de treinamento de força. 1. ed. São Paulo: Manole, CUPPARI, Lilian. Guia de Nutrição. 1 ed. São Paulo: manole, DIAS, R. M. R. et al Impacto de oito semanas de treinamento com pesos sobre a força muscular de homens e mulheres. Ver. Bras. Med. Esporte, Vol 11, n. 4, pg. 224 a 228, jul/ago/2005. GUEDES, D. P.; GUEDES J. E. R. P. Controle do peso corporal: composição corporal, atividade física e nutrição. 2. ed. Rio de Janeiro: Shape, Gordon CC, Chumlea WC, Roche AF. Stature, recumbent length, and weight. In: Lohman TG, Roche AF, Martorell R, editors. Anthropometric standardization reference manual. Champaign: Human Kinetics Books; p.3-8. GIANOLLA, F. Musculação, conceitos básicos. 1. ed. São Paulo: Manole, GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Fisiologia humana e mecanismos de doenças. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Harrison GG, Bursik ER, Carter LJE, Johnston FE, Lohman TG, Pollock ML, et al. Skinfold thicknesses and measurement technique. In: Lohman TG, Roche AF, Martorell R, editors. Anthropometric standardization reference manual. Champaign: Human Kinetics Books, 1988: JUNIOR, B. D. O. H., Musculação. 2. ed. Rio de Janeiro: Sprint, MCARDLE, W. D.; KATCH, F.I.; KATCH, V. L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MIRANDA, H. Análise da freqüência cardíaca, pressão arterial e duplo-produto em diferentes posições corporais nos exercícios resistidos. Rev. Bras. Med. Esporte, n. 5, p , set/out MONTEIRO, M. F; SOBRAL, D. C. Exercício físico e o controle da pressão arterial. Rev. Bras. Med. Esporte, n. 6, p , nov/dez

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