AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA
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- Walter de Paiva Fartaria
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1 1 AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE EXERCÍCIO DE IDOSOS COM LOMBALGIA E SUA INTERFERÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA FEITOSA P. O. ; FELIPE D. M. Resumo: Entre os declínios fisiológicos relacionados ao envelhecimento temos depuração de creatina, volume expiratório forçado, velocidade de condução, massa muscular e VO 2máx. A lombalgia entre os idosos é fonte incapacitante para muitos deles, e deixam de executar atividades. No estudo foram avaliados 10 indivíduos do sexo masculino entre 60 e 80 anos portadores de lombalgia sendo aplicado o TC06 e o questionário de WHOQOL-bref. Todos os pacientes obtiveram déficit no teste de capacidade de exercício. Palavras Chaves: Idoso, Lombalgia, Capacidade de Exercício. Abstract: Among the physiological declines associated with aging have creatine clearance, forced expiratory volume, conduction of velocity, muscle mass and VO2max. Low back pain among the elderly is crippling source for many of them, and fail to perform activities. The study evaluated 10 male subjects between 60 and 80 years with low back pain being applied TC06 and the WHOQOL-BREF questionnaire. All patients had a deficit in exercise capacity testing. Keywords: Elderly, Back pain, exercise capacity. Introdução: No Brasil consideram-se idosos pessoas com 60 anos ou mais. Segundo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, constatase que a população de idosos no Brasil é de 26%, e que entre 2000 e 2010 houve um aumento de 2% no número de idosos.
2 2 A lombalgia entre os idosos é fonte incapacitante para muitos deles, os quais deixam de executar atividades de vida diária e social e acabam ficando em casa, não praticam atividades físicas e se isolam socialmente (ANDRADE, PEREIRA E SOUSA, 2006), diminuindo a capacidade de exercício e causando um ciclo vicioso. Existem vários testes que avaliam VO 2máx e capacidade de exercício, como o de Astrand em ciclo ergométrico, teste submáximo de esteira de 1 estágio, entre outros, dentre estes o Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6 ) vem sendo o mais utilizado por fisioterapeutas, que consiste do indivíduo caminhar em uma superfície plana, medindo 30 metros e em velocidade constante por 6 minutos, para avaliar a capacidade funcional de exercício em indivíduos com algum comprometimento, especialmente pulmonar ou cardiovascular. Carvalho Filho e Alencar (1994) relatam que o processo de envelhecimento é dinâmico e progressivo onde, ocorrem modificações tanto morfológicas como funcionais, bioquímicas e psicológicas que levam a progressiva perda da capacidade de adaptação do mesmo ao meio ambiente em que vive, ocasionando desta forma maior vulnerabilidade e maior incidência de processos patológicos que acabam por leva-los à morte. Avaliar capacidade de exercício em idosos com lombalgia inespecífica. Associar capacidade de exercício e pontuação obtida no WHOQOL-bref. Associar lombalgia e capacidade de exercício com qualidade de vida. Sugerir o TC6 como teste para avaliar capacidade de exercício em pacientes com lombalgia inespecífica. São os objetivos desse trabalho. Referencias teórico-metodológicos: O envelhecimento gera modificações estruturais que diminuem a reserva funcional, restringindo o desempenho durante a atividade física, bem como reduzindo a capacidade de tolerância em varias atividades (FREITAS e PY, 2011). Para Maraschin (2010), a dor lombar está fortemente relacionada com causas mecânicas regionais não específicas. Entretanto, desordens mecânicas são de fato musculoesqueléticas e em idosos, embora possam incluir entorses de
3 3 ligamentos ou de músculos posteriores, componente radicular e espasmo muscular, estão mais relacionadas à doença degenerativa discal e articular. Andrade, Pereira e Sousa (2006), descreveram que a dor está entre os principais fatores que podem impactar negativamente a qualidade de vida do idoso, pois limita suas atividades, aumenta a agitação, o risco para estresse e o isolamento social. A capacidade funcional compreende se o individuo pode realizar suas atividades de vida diária (AVDs), esportes e lazer, o que também inclui o indivíduo a suportar atividades dinâmicas que necessitem da utilização de grandes grupos musculares, por um longo período de tempo o qual também podemos chamar de capacidade aeróbica, expressa pelo consumo máximo de oxigênio (VO 2máx ) (MACHADO, 2008; REGENGA, 2012). Para Machado (2008), um teste submáximo que apesar de ter algumas limitações, mas que vem sendo bastante difundido e muito utilizado como um componente de reabilitação é o Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6 ). O TC6 foi indicado para comparações antes e após tratamentos, definição de estado funcional e predição de morbidade e mortalidade (BARRETO, 2009). A Organização Mundial de Saúde através do Grupo de Qualidade de Vida da divisão de Saúde Mental entende qualidade de vida como a compreensão do indivíduo sobre a sua posição na vida. O grupo elaborou então o instrumento World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-100) e sua versão abreviada é o WHOQOL-bref, o instrumento pode ser auto-administrado ou administrado pelo entrevistador (FLECK, et. al. 2008; FRANÇA, et. al. 2011). Esta pesquisa caracteriza-se como estudo transversal ou seccional que é uma estratégia de estudo epidemiológico que caracteriza-se pela observação direta de determinada quantidade planejada de indivíduos. O estudo será realizado nas dependências da Clínica Escola de Fisioterapia e Nutrição Dra. Sônia Gusman, da Faculdade de Apucarana FAP, localizada à rua Rua Osvaldo de Oliveira, número 600, na cidade de Apucarana- PR. Para o presente estudo uma amostra de conveniência de 10 indivíduos do sexo masculino entre 60 e 80 anos com diagnóstico médico de lombalgia
4 4 inespecífica. Como critérios de exclusão patologias respiratórias e cardiovasculares, indivíduos com disfunção cognitiva e indivíduos incapazes de deambular. Para a identificação dos participantes e coleta de dados para o estudo será utilizada uma ficha de avaliação elaborada pela acadêmica responsável pelo estudo. Esta ficha contém dados pessoais e anamnese, e foi previamente validada por três profissionais fisioterapeutas. Para a avaliação da capacidade de exercício será realizado o (TC6 ) adaptado, para a Clinica-Escola de Fisioterapia da FAP e serão utilizados esfigmomanômetro Solidor estestoscópio Solidor e oxímetro Nonin. Além disso serão utilizados cones e cadeiras e para a avaliação da qualidade de vida será utilizado o questionário WHOQOL-bref. Para analise dos dados serão utilizados valores de média e desvio padrão no Excel e a pontuação obtida no questionário WHOQOL-bref. Conclusão e resultados: O Paciente 1 deveria ter percorrido uma distancia de 579,03 metros percorreu 285 metros onde se obteve uma diferença de 294,03 metros. O paciente 2 obteve uma diferença de 278,57 metros. Já para o paciente 3 esta diferença foi de 217,37 metros. No paciente 4 diferença de 221,76 metros. Paciente 5 obteve diferença de 174,28 metros. Sendo que no paciente 6 observamos uma diferença de 157,74 metros. Para o paciente 7 a diferença foi de 149,21 metros. Paciente 8 obteve diferença de 141,99 metros. Paciente 9 obteve diferença de 111,04 metros. E no paciente 10 a menor diferença entre os avaliados que foi de 59,74 metros. Os resultados do questionário WHOQOL-bref. Estão sendo analisados e colocados em gráficos. Referências:
5 5 ANDRADE, F. A.; PEREIRA, L. V.; SOUSA, F. A. E. F. Mensuração da dor no idoso: uma revisão. Rev. Latino-Am. Enfermagem. v. 14, n.2, p , (2006). BARRETO, S. S. M. Avaliação da capacidade de exercício na hipertensão pulmonar. Jornal Brasileiro Pneumologia. V.35, n.5, p , (2009). CARVALHO FILHO, E. T.; ALENCAR, Y. M. G.. Teoria do envelhecimento. 1. ed. São Paulo: Atheneu, FLECK, M. P. A. et al. A Avaliação de Qualidade de Vida: guia para profissionais da saúde.1.ed. Porto Alegre: Artmed, FRANÇA, I. S. X. et. al. Qualidade de vida de adultos com lesão medular em estudo com WHOQOL-bref. Rev. Da Escola de Enfermagem da USP. v.45, n. 6, p , (2011). FREITAS, E.V.: PY, L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) Base de dados, censo de Disponível em < Acesso em 17 de fevereiro de MACHADO, M. G. R. Bases da Fisioterapia Respiratória Terapia Intensiva e Reabilitação. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, MARASCHIN, R. et al. Dor lombar crônica e dor nos membros inferiores em idosas: etiologia em revisão. Rev. Fisioterapia em Movimento. v. 23, n.4, p , (2010). REGENGA, M. M. Fisioterapia em Cardiologia. 2. ed. São Paulo: Roca, 2012.
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