RESPOSTAS PRESSÓRICAS APÓS A REALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE FORÇA PARA BRAÇO E PERNA EM JOVENS NORMOTENSOS

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1 RESPOSTAS PRESSÓRICAS APÓS A REALIZAÇÃO DE EXERCÍCIOS DE FORÇA PARA BRAÇO E PERNA EM JOVENS NORMOTENSOS Christoffer Novais de Farias Silva¹ Fabrício Galdino Magalhães² Raphael Martins Cunha³ PALAVRAS CHAVE: Pressão arterial; exercícios de força; jovem normotenso. INTRODUÇÃO (JUSTIFICATIVA E BASE TEÓRICA) A pressão arterial é aquela existente no interior das artérias e comunicada contra às suas paredes (GUSMÃO et al., 2005). O treinamento físico é uma intervenção eficaz para melhorar a função vascular e controle da pressão arterial. Neste sentido, tanto o exercício aeróbico e de resistência podem promover a redução da pressão arterial após algumas semanas de intervenção formação, bem como após uma única sessão de exercício (FUCHSJAGER-MAYRL et al., 2002; WHELTON SP et al., 2002; MILLER, et al., 2007). O tratamento não-farmacológico a partir da prática do exercício físico regular vêm sendo utilizado como ações terapêuticas na prevenção e tratamento da hipertensão (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 2004). Como exemplo de exercício físico, tem-se o treinamento de força que é um tipo de exercício evidenciado na literatura cientifica, apresentando benefícios na capacidade funcional, tais como: queda da pressão arterial, aumento da força muscular, ganho de hipertrofia etc. (CUNHA, 2010). De acordo com Forjaz e colaboradores (2006), o exercício de força ou exercício resistido, é realizado contra alguma resistência podendo ser: anilhas, halteres, peso, aparelho de musculação e até o próprio peso corporal. Em suma, é necessário conhecer mais sobre as respostas pressóricas do exercício físico em se tratando do treinamento de força, onde estes dados poderão dar subsídios a uma prescrição de exercícios mais segura e eficiente. OBJETIVO Comparar as respostas da pressão arterial em indivíduos normotensos durante e depois de uma única sessão de exercício que de resistência de membro inferior e superior.

2 METODOLOGIA Trata-se de um estudo experimental. Os protocolos do estudo foram aleatórios. A amostra da pesquisa foi constituída por 80 indivíduos de ambos os sexos, sendo a amostra casual com 40 indivíduos do gênero feminino e 40 indivíduos do gênero masculino. Os indivíduos foram divididos em grupos controle e experimental. Foi realizado um total de três visitas em dias não consecutivos para realização dos protocolos do estudo: Protocolo de braço; Protocolo de perna; Protocolo Controle, tendo intervalo de 48 horas entre os protocolos de exercícios, sendo realizados de forma alternada entre os avaliados. Os indivíduos realizaram os testes de 10 repetições máximas (10 RM), que foram alternados entre os membros superiores e inferiores nos seguintes aparelhos de musculação: supino reto, rosca bíceps, mesa flexora e cadeira extensora. As medidas da PA foram realizadas de acordo com as normativas das VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão (SBC, 2010) com o indivíduo sentado, utilizando aparelho semiautomático de marca Omron 705 CP. A PA foi aferida inicialmente nas avaliações no momento pré - estudos nos dois braços, adotando para efeito da pesquisa o lado de maior valor (VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial, 2010). Na primeira avaliação, as medidas devem ocorrer no braço onde terá referencia de maior valor. A medida ocorreu antes do início de cada protocolo, entre cada série de exercício, imediatamente após o término do protocolo e por 20 minutos após, com intervalos de 10 minutos. Sendo repetidas com intervalos de 2 minutos entre elas e será adotada para análise a média das duas medidas. Os dados analisados através do programa estatístico SPSS, versão 21, com auxílio do Programa Excel 2010 onde foram apresentados por meio de media de tendência central (média) e media de dispersão (desvio padrão). Em seguida foi realizado o teste não paramétrico de Wilcoxon com o intuito de comparar em cada grupo o momento pré com os demais momentos, adotando nível de significância p 0,05. ANÁLISE E DISCUSSÃO O comportamento da PAS e PAD nos diferentes momentos do estudo no exercício mesa flexora, no GE masculino e feminino e GC masculino e feminino teve a observância no resultado que a PAS aumentou significativamente no GE masculino nos momentos após a execução da série 1, série 2, série 3, e 10 minutos após a realização do exercício mesa flexora. No GE feminino, a PAS aumentou significativamente somente após a série 3. Não houve

3 alterações na PAS em ambos os grupos controles. Já a PAD aumentou significativamente somente no GE feminino, após a série 3. Não havendo alterações significantes em nenhum outro momento dos GE e GC. O comportamento da PAS e PAD durante o exercício cadeira extensora, no GE masculino e feminino e GC masculino e feminino, pôde ser observado que, a PAS obteve valores significativos no GE masculino na série 2 e série 3, durante a execução do exercício cadeira extensora. No GE feminino houve aumento na série 1, série 2, e série 3. Não houve alterações na PAS em ambos os grupos controles. Em relação à PAD ocorreram resultados com significância na série 2, no GE feminino, na série 3, dos GE masculino e feminino, e no momento 10 minutos do GC masculino teve um aumento considerável que seguiu até os 20 minutos de repouso. O desempenho da PAS e PAD pode ser observado nos diversos momentos do estudo durante a execução do exercício supino reto. Durante o exercício supino reto a PAS foi expressiva na série 1, série 2, série 3 do GE masculino. Ocorreu elevação da PAS no GC masculino no momento 20 minutos de repouso. Observa-se que a PAD foi significante somente na série 3, do GC masculino e no GE masculino, em seguida no momento de 10 minutos houve novamente aumento no GE masculino que prossegui até os 20 minutos de repouso e nos outros momentos não houve elevação da PAD de forma significativa. A conduta da PAS e PAD, no exercício rosca bíceps pode ser analisado que a PAS obteve dois momentos que foram relevantes para o GE masculino, na série 2 e 3 já os demais não obtiveram valores significantes. Durante o exercício PAD se elevou de forma significativa no momento da série 2, e nos demais momentos isso não ocorreu. Foi observado nos resultados dos grupos experimentais, que houve aumento significante da PA em diversos momentos do estudo, o que mostra que o exercício de força influência no aumento da PA, mesmo que não seja um aumento exagerado. Isso aconteceu de forma clara no protocolo de perna, ou seja, durante a execução dos exercícios de força para MMII a PA elevou-se de forma significativa em comparação aos MMSS em ambos os grupos experimentais. Este resultado encontrado na pesquisa aqui discutida, segundo McArdle, Katch e Katch (2009), ocorre devido o exercício físico de força promover tensão muscular, mas especificamente durante a fase concêntrica, ou seja, de encurtamento, pois gera compressão dos vasos arteriais periféricos que irrigam os músculos que são recrutados na execução dos movimentos, fato este que contribui para a elevação da pressão arterial durante o exercício de força.

4 Baseado no aporte téorico dos autores McArdle, Katch e Katch (2009), a PA tende a aumentar mais quando os participantes executam exercícios para MMII do que os MMSS, este fato é justificado fisiologicamente sobre o exercício físico de força que envolve grandes grupos musculares como é o caso dos MMII que possui uma vasta massa muscular, logo promove uma maior sobrecarga, promovendo maior resposta cardiovascular. CONCLUSÃO Em suma, foi observado que exercício para MMII geram maior aumento da pressão arterial comparados a exercícios para MMSS. Este fato está claramente relacionadas a quantidade de massa muscular envolvida nos exercícios, quanto maior o grupo muscular, maior a resposta pressórica. Os dados aqui encontrados contribuirão para a prescrição de exercícios de força mais concisa e segura no que diz respeito às especificidades do público jovem normotensos, o qual foi analisado. Mas ainda faz se necessárias mais pesquisas, com metodologia semelhante a esta aqui realizada, para que haja maiores consolidações destes resultados, para assim haver mais segurança em se tratando de prescrição de exercícios. REFERÊNCIAS AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Exercise and Hypertension. Medicine & Science in Sports & Exercise. v. 36, n.3, p , March CUNHA, R. M. Comportamento subagudo da pressão arterial de idosas hipertensas após sessão de exercício resistidos p. 94 (Dissertação de Mestrado em ciências da saúde / UFG). FORJAZ, C. L. M. REZK, C. C. CARDOSO JUNIOR, C. G. TINUCCI, T. Exercício resistido e sistema cardiovascular. In: Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. 2 ed. Manole. Barueri São Paulo, FUCHSJAGER-MAYRL G, PLEINER J, WIESINGER GF, SIEDER AE, QUITTAN M, NUHR MJ, et al. Exercise training improves vascular endothelial function in patients with type 1 diabetes. Diabetes Care2002 Oct;25(10): GUSMÃO, J. L.; MION, D.; PIERIN, A. M. G. Avaliação da qualidade de vida do paciente hipertenso: proposta de um instrumento. Rev Bras Hipert.,v. 8, p. 22, nº 1; MILLER AD, RUBY BC, LASKIN JJ, GASKILL SE. Effects of high intensity / low volume and low intensity / high volume isokinetic resistance exercise on post exercise glucose tolerance. J Strength Cond Res2007 May;21(2):330-5.

5 MCARDLE, W. D; KATCH, F. I; KATCH, V. L. Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, WHELTON SP, CHIN A, XIN X, HE J. Effect of aerobic exercise on blood pressure: a metaanalysis of randomized, controlled trials. Ann Intern Med2002 Apr 2;136(7): FONTE DE FINANCIAMENTO O presente trabalho não contou com apoio financeiro de nenhuma natureza para sua realização. ¹ Acadêmico do curso de Educação Física, Universidade Estadual de Goiás, ²Acadêmico do curso de Educação Física, Universidade Estadual de Goiás, ³ Professor Dtdo. e Coordenador do Laboratório de Fisiologia do Exercício - LAFEX (UEG), Universidade Estadual de Goiás.

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