tica/genômica Farmacogenética/ Resposta a medicamentos Farmacogenômica Farmacogenômica O futuro com a terapia individualizada Metabolismo e eliminação

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "tica/genômica Farmacogenética/ Resposta a medicamentos Farmacogenômica Farmacogenômica O futuro com a terapia individualizada Metabolismo e eliminação"

Transcrição

1 1º Simpósio Dr. Verner Willrich de Medicina Laboratorial Farmacogenética/ tica/genômica Farmacogenômica G. Mendel Watson & Crick 1953 Terapia Personalizada Novos Fármacos (genômica) O futuro com a terapia individualizada ? Profa. Rosario D.C. Hirata Faculdade de Ciências Farmacêuticas Universidade de São Paulo Variantes CYP450 Genética Clássica Farmacogenética Moderna Farmacogenômica Fatores que afetam o tratamento com medicamentos Metabolismo e eliminação biodisponibilidade 2) Hepatócitos (fígado) Medicamento Medicamento Absorção Distribuição Metabolismo Excreção Concentração 15% 1) Enterócitos (intestino delgado) Medicamento Reações adversas célula 30% Glicoproteina G Receptor Efeitos terapêuticos mecanismo de açãoa DG Bailey. Can Med Assoc J, 170:1531, 2004 Dose do medicamento, Duração do tratamento DIETA, FATORES AMBIENTAIS Resposta a medicamentos RESPOSTA PRECOCE O: LENTO EFICIENTE RAPIDO Eficaz Tóxico Ineficaz Tóxico Muito sensível RESULTADO: TOXICIDADE EFICACIA Muito resistente FALHA TERAPEUTICA 5 Não tóxico Ineficaz Pacientes com prescrição farmacológica Eficaz Não Tóxico 6 DW Nobert et al. Drug Metab Reviews,40:187, 2008 S Marsh & HL McLeod. Hum Mol Genet, 15:R89,2006 1

2 Farmacogenética/ tica/genômica Pacientes com a mesma doença SEPARAR Não-respondedores ou com RAM TRATAR Respondedores e sem RAM RAM reações adversas a medicamentos 7 8 Enzimas de biotransformação 15% 5% Enzimas de biotransformação [afetam a concentração plasmática do medicamento] 50% 25% 9 10 Evans & Relling. Science. 286: 487, 1999 Enzimas de biotransformação Polimorfismo da CYP2D6 Metabolismo da debrisoquina (anti-hipertensivo) Metabolismo ultra-rápido pressão Metabolismo eficiente arterial Metabolismo lento Razão metabólica debrisoquina: 4-hidroxidebrisoquina (urina) R. Weinsshilboum. N Engl J Med.,

3 Polimorfismos da CYP2D6 Polimorfismo da CYP2D6 Farmacocinética da nortriptilina (antidepressivo) Alelo CYP2D6 A Natureza da mutação A 2637 deleção no exon 5 Freqüência do alelo 2,77% Fenótipo Metabolismo Lento CYP2D6 B G 1934 A, splicing defeituoso 28,6% Lento CYP2D6 C Deleção de 3-bp3 <1,5% Lento CYP2D6 D Deleção do gene CYP2D6 11,6% Lento CYP2D6 E A 3023 C, troca de aa 1,5% - CYP2D6 F G 971 C, splicing defeituoso <0,5% - CYP2D6 L Duplicação do gene CYP2D6 3,5% Ultra-rápido CYP2D6T Deleção T 1795, codon de parada prematuro 1,8% Linder, Clin Chem,, 43: 254, 1997 R. Weinsshilboum.. N Engl J Med.., 2003 Polimorfismo da CYP2D6 Alelos funcionaisfalhos *2, *9, *10, *17Não funcionais *3, *4, *6 Metabolizador Metabolizador Metabolizador Metabolizador ultra-rápido eficiente intermediário lento Polimorfismo da CYP2C19 Farmacocinética do omeprazol (inibidor da bomba de protons) Maior lesão gastrica induzida por anti-inflamatorios não esteroidais Metabolizador lento Metabolizador rápido H-G Xie & FW Frueh. Personalized Medicine,, 2:325,2005 Roots et al. Drug Metab Rev. 36: 617, 2004 Enzimas de biotransformação Polimorfismo da NAT2 Acetilação da isoniazida (antibiótico tico tuberculose) N-acetil transferase 2 Acetiladores rápidos (NAT2*4) Acetiladores lentos (NAT2*5,*6,*14 ) RAMs hepatotoxicidade Evans & Relling. Science. 286: 487, 1999 R. Weinsshilboum,, N Engl J Med..,

4 Polimorfismo da TPMT S-metilação de tiopurinas (mercaptopurina, azatioprina) TPMT: supressão da medula óssea hepatotoxicidade *3A/*3A Tiopurina-S-metil transferase *3A/*1 *1/*1 Transportadores de membrana [concentração intracelular] R. Weinsshilboum,, N Engl J Med.., 2003 Transportadores ABC Polimorfismos do ABCB1 (MDR1) SNP C3435T ABCB1 antiarritmico antihistaminico ABCC2 Fonte: 21 WE Evans & HL McLeod. N Engl J Med. 348:538, Polimorfismo ADRB1 Resposta ao metoprolol SNP Ser49Gly β1-adrenenoreceptor SNP Arg389Gly Alvos terapêuticos [receptores, enzimas, proteínas] 23 J Liu et al. Clin Pharm Therap, 80:23,

5 Polimorfismos de canais ionicos KCNE1, KCNE2 Fibrilação atrial 420 ms Sindrome QT Longo Repolarização lenta do miocárdio após despolarização Intervalo QT dofetilida 560 ms Risco > 640 ms Uso concomitante de fármacos que retardam a repolarização do miocárdio H Abriel et al. Swiss Med Wkly,, 134:689, RA Wilke et al. Nature Reviews,, 6:904, Hepatotoxicidade RA Wilke et al. Nature Reviews,, 6:904, 2007 Miototoxicidade Genetic polymorphisms

6 Contribuições brasileiras recentes RA Wilke et al. Nature Reviews,, 6:904, 2007 Contribuições brasileiras recentes Contribuições brasileiras recentes Contribuições brasileiras recentes Informações farmacogenéticas/ ticas/genômicas FDA - USA

7 antiinflamatorio não-esteroidal antidepressivo anticoagulante antibióticos (tuberculose) hipolipemiante antineoplásico antineoplásico Farmacogenômica Desenvolvimento de novos medicamentos Pesquisa Clínica 41 HL McLeod & WE Evans. Ann Rev Pharmacol Toxicol. 41: 101,

8 Tecnologia de DNA em larga escala DNA Microarrays GCS3000 Dx fig.cox.miami.edu/.../ gene/pharmacogenomics.gif Farmacogenômica Terapia personalizada? / Avaliação farmacogenômica do paciente com hipertensão Farmacogenômica & doença a cardiovascular RM Kisabeth Clin Chem. 47: , G Siest et al. Eur J Pharmacol, 527:1,

9 Interações Nenhum teste farmacogenômico substituirá a necessidade de: Monitorizar a resposta terapêutica do paciente (RAMs) Monitorizar as concentrações do medicamento/metabólito, ou outros biomarcadores Fonte: Lee et al. The Oncologist, 10:104, OBRIGADA PELA ATENÇÃO!!!!

FATORES AFETANDO A METABOLIZACÃO. I. POLIMORFISMO GENÉTICO..Farmacogenética!

FATORES AFETANDO A METABOLIZACÃO. I. POLIMORFISMO GENÉTICO..Farmacogenética! FATORES AFETANDO A METABOLIZACÃO I. POLIMORFISMO GENÉTICO..Farmacogenética! II. IDADE: Metabolização III. DOENÇA HEPÁTICA IV. INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA POLIMORFISMO GENÉTICO Será que a biodisponibilidade

Leia mais

FARMACOGENÔMICA Alguns exemplos de possível relevância clínica

FARMACOGENÔMICA Alguns exemplos de possível relevância clínica FARMACOGENÔMICA Alguns exemplos de possível relevância clínica Rita de Cássia Elias Estrela Assistente de Pesquisa - Divisão de Farmacologia INCA Professora Substituta de Toxicologia Clínica UFF Doutoranda

Leia mais

Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012)

Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012) Administração dos riscos cardiovasculares Resumo de diretriz NHG M84 (segunda revisão, janeiro 2012) traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para uso e divulgação sem

Leia mais

Novas Tecnologias na Genética Humana:

Novas Tecnologias na Genética Humana: Novas Tecnologias na Genética Humana: Avanços e Impactos para a Saúde Maria Celeste Emerick Karla Bernardo Mattoso Montenegro Wim Degrave 2007 Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial

Leia mais

Por que fazer pesquisa farmacogenética no Brasil? Rita Estrela Instituto Nacional de Câncer Rio de Janeiro

Por que fazer pesquisa farmacogenética no Brasil? Rita Estrela Instituto Nacional de Câncer Rio de Janeiro Por que fazer pesquisa farmacogenética no Brasil? Rita Estrela Instituto Nacional de Câncer Rio de Janeiro Consumo de medicamentos no Brasil 8,5 milhões km 180 milhões de pessoas Oitavo mercado farmacêutico

Leia mais

Informação de Segurança para os Profissionais de Saúde

Informação de Segurança para os Profissionais de Saúde Agomelatina Informação de Segurança para os Profissionais de Saúde Monitorização da função hepática 03 Valdoxan está indicado para o tratamento de episódios de depressão major em adultos. Para assegurar

Leia mais

USO IRRACIONAL DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTERÓIDES POR IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

USO IRRACIONAL DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTERÓIDES POR IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA USO IRRACIONAL DE ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO ESTERÓIDES POR IDOSOS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA Karoll Moangella Andrade de Assis¹; Adriana Emanuelly da Silva Barros¹; Allana Brunna Sucupira Duarte¹; Isabelly

Leia mais

BULA PACIENTE 01/02. Nome do Medicamento: Purinethol. Apresentação: 50 MG COM CT FR VD AMB X 25. Fabricado e Embalado por: Excella GmbH, Alemanha

BULA PACIENTE 01/02. Nome do Medicamento: Purinethol. Apresentação: 50 MG COM CT FR VD AMB X 25. Fabricado e Embalado por: Excella GmbH, Alemanha BULA PACIENTE 01/02 Nome do Medicamento: Purinethol Apresentação: 50 MG COM CT FR VD AMB X 25 Fabricado e Embalado por: Excella GmbH, Alemanha LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO I

Leia mais

Portuguese Summary. Resumo

Portuguese Summary. Resumo Portuguese Summary Resumo 176 Resumo Cerca de 1 em 100 indivíduos não podem comer pão, macarrão ou biscoitos, pois eles têm uma condição chamada de doença celíaca (DC). DC é causada por uma das intolerâncias

Leia mais

Tratamento de diabetes: insulina e anti-diabéticos. Profa. Dra. Fernanda Datti

Tratamento de diabetes: insulina e anti-diabéticos. Profa. Dra. Fernanda Datti Tratamento de diabetes: insulina e anti-diabéticos Profa. Dra. Fernanda Datti Pâncreas Ilhotas de Langerhans células beta insulina células alfa glucagon células gama somatostatina regulação das atividades

Leia mais

Instituto de Farmacologia e Terapêutica FARMACOLOGIA

Instituto de Farmacologia e Terapêutica FARMACOLOGIA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Instituto de Farmacologia e Terapêutica FARMACOLOGIA Interacções farmacológicas O problema das interacções farmacológicas é, hoje, e será cada vez mais, uma

Leia mais

FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO FARMACODINÂMICA ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA

FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO FARMACODINÂMICA ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA FARMACODINÂMICA FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA Vias de administração Absorção Distribuição Biotransformação Eliminação FARMACODINÂMICA

Leia mais

Farma. A gené. Guilherme Suarez-Kurtz Instituto Nacional de Câncer (RJ) 20 CIÊNCIA HOJE vol. 35 nº 208

Farma. A gené. Guilherme Suarez-Kurtz Instituto Nacional de Câncer (RJ) 20 CIÊNCIA HOJE vol. 35 nº 208 Farma A gené As bulas dos remédios costumam indicar as doses a serem administradas aos doentes para alcançar os efeitos desejados, mas nem sempre as coisas acontecem da forma prevista. Nas últimas décadas,

Leia mais

Alimentos de origem biológica nas escolas. Daniela Seabra, Nutricionista

Alimentos de origem biológica nas escolas. Daniela Seabra, Nutricionista Alimentos de origem biológica nas escolas Daniela Seabra, Nutricionista Seminário Nacional Eco-escolas Leiria, 22 Janeiro 2016 A criança aprende a comer e a pensar sobre os alimentos por experiência e

Leia mais

cloxazolam Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimido 1 mg e 2 mg

cloxazolam Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimido 1 mg e 2 mg cloxazolam Eurofarma Laboratórios S.A. Comprimido 1 mg e 2 mg cloxazolam Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Comprimido FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES: Embalagens com 20 e 30 comprimidos contendo

Leia mais

Perfil farmacogenético da população do Algarve: resultados do estudo piloto do Inquérito Europeu de Saúde com Exame Físico

Perfil farmacogenético da população do Algarve: resultados do estudo piloto do Inquérito Europeu de Saúde com Exame Físico Perfil farmacogenético da população do Algarve: resultados do estudo piloto do Inquérito Europeu de Saúde com Exame Físico Vânia Gaio Departamento de Epidemiologia Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo

Leia mais

A Introdução dos Biológicos no Tratamento da Psoríase: experiência da Enfermagem em um Centro de Infusões

A Introdução dos Biológicos no Tratamento da Psoríase: experiência da Enfermagem em um Centro de Infusões A Introdução dos Biológicos no Tratamento da Psoríase: experiência da Enfermagem em um Centro de Infusões Enfª Resp. Téc. Ana Cristina de Almeida CIP-Centro de Infusões Pacaembú Agente Biológicos Os biológicos

Leia mais

Farmacogenómica e células cancerígenas estaminais: Um panorama em evolução?

Farmacogenómica e células cancerígenas estaminais: Um panorama em evolução? Farmacogenómica e células cancerígenas estaminais: Um panorama em evolução? Ana Puga e Ma=lde Viegas 29 de Maio 2012 Introdução inibição de potenciadores moleculares do cancro Não são eficazes, pois não

Leia mais

LITERATURA DE SABAL. Palmeira de pequeno porte, semelhante a outras Arecaceae ornamentais. É nativa da Flórida.

LITERATURA DE SABAL. Palmeira de pequeno porte, semelhante a outras Arecaceae ornamentais. É nativa da Flórida. Nome Científico: Serenoa sepens (Bartram) J.K.Small Sinônimos Científicos: Brahea serrulata H. Wendl., Sabal serrulata (Michx.) Schult f., Sabal serrulatum Schult f., Serenoa serrulata (Michx.) Hook. F.

Leia mais

Mecanismos de resistência ao tratamento hormonal. José Bines Instituto Nacional de Câncer

Mecanismos de resistência ao tratamento hormonal. José Bines Instituto Nacional de Câncer Mecanismos de resistência ao tratamento hormonal José Bines Instituto Nacional de Câncer Declaração de conflito de interesses Sem conflito de interesses Opinião pessoal que pode não refletir necessariamente

Leia mais

BENALET. cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio. Benalet em embalagens múltiplas contendo 25 envelopes com 4 pastilhas cada.

BENALET. cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio. Benalet em embalagens múltiplas contendo 25 envelopes com 4 pastilhas cada. BENALET cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio PARTE I IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO Nome: Benalet Nome genérico: cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio, citrato de sódio.

Leia mais

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: FARMACOLOGIA BÁSICA Código: ODO-015 CH Total: 60 horas Pré-requisito:

Leia mais

Laboratórios Ferring

Laboratórios Ferring Pentasa Sachê mesalazina Laboratórios Ferring IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Pentasa Sachê mesalazina APRESENTAÇÕES Grânulos de liberação prolongada de: - 1 g disponível em embalagens com 50 sachês - 2 g

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DE MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DE MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DE MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI CLOFARABINA Medicamento PVH* PVH com IVA* Titular de AIM EVOLTRA 1 frasco de 20 ml de concentrado para solução para perfusão,

Leia mais

BAMBAIR* cloridrato de bambuterol. BAMBAIR Solução oral 1 mg/ml Frasco contendo 60 ml ou 120 ml + seringa dosadora.

BAMBAIR* cloridrato de bambuterol. BAMBAIR Solução oral 1 mg/ml Frasco contendo 60 ml ou 120 ml + seringa dosadora. Dizeres de Bula BAMBAIR* cloridrato de bambuterol FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES BAMBAIR Solução oral 1 mg/ml Frasco contendo 60 ml ou 120 ml + seringa dosadora. USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças

Leia mais

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:...

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:... EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA Nome:... Data:... Assinatura:... DISSERTAÇÃO: RECEPTORES E VIAS DE TRANSDUÇÃO DO SINAL COMO ESTRATÉGIA AO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS

Leia mais

Zofran. cloridrato de ondansetrona

Zofran. cloridrato de ondansetrona Zofran cloridrato de ondansetrona I ) Identificação do medicamento Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Comprimidos revestidos, contendo 4mg ou 8mg de ondansetrona

Leia mais

Avanços da nutrigenômica nos casos de câncer

Avanços da nutrigenômica nos casos de câncer Avanços da nutrigenômica nos casos de câncer Prof. Dr. Thomas Prates Ong tong@usp.br Lab. Dieta-Nutrição-Câncer Depto. De Alimentos e Nutrição Experimental Faculdade de Ciências Farmacêuticas USP Nutrigenômica???

Leia mais

Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco.

Fluxo sanguíneo - 21% do débito cardíaco. Função renal: excreção, controle do volume e composição dos líquidos corporais. Composto por um par de rins, um par de ureteres, pela bexiga urinária e pela uretra. Os rins situam-se na parte dorsal do

Leia mais

Pesquisa 78 Relatório Anual INCA 2004 Pesquisa

Pesquisa 78 Relatório Anual INCA 2004 Pesquisa A produção do conhecimento científico, a formação de pesquisadores e a promoção do intercâmbio entre instituições nacionais e estrangeiras têm crescido nos últimos anos no INCA, onde são desenvolvidas

Leia mais

Imunossupressores e Agentes Biológicos

Imunossupressores e Agentes Biológicos Imunossupressores e Agentes Biológicos Histórico Início da década de 1960 Transplantes Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Doenças autoimunes Neoplasias Imunossupressores Redução

Leia mais

Epidemiologia DIABETES MELLITUS

Epidemiologia DIABETES MELLITUS Epidemiologia DIABETES MELLITUS 300 milhões / mundo ( 5,9% população adulta) / Brasil : > 10 milhões Aumento progressivo : Longevidade, Síndrome metabólica Mortalidade anual : 3,8 milhões AVC, IAM... Amputação

Leia mais

BULA PROFISSIONAL DE SAÚDE 01/02

BULA PROFISSIONAL DE SAÚDE 01/02 BULA PROFISSIONAL DE SAÚDE 01/02 Nome do Medicamento: Lanvis Apresentação: 40 MG COM CT FR VD AMB X 25 Fabricado e Embalado por: Excella GmbH, Alemanha LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO

Leia mais

Bicalutamida inibe o estímulo androgênico, resultando assim na regressão dos tumores prostáticos.

Bicalutamida inibe o estímulo androgênico, resultando assim na regressão dos tumores prostáticos. BICALUTAMIDA Medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 Oral Comprimido revestido USO ADULTO Forma Farmacêutica e Apresentação da Bicalutamida Embalagem com 30 comprimidos contendo 50 mg de bicalutamida.

Leia mais

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE. Aurorix moclobemida Roche Antidepressivo IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome do produto: Aurorix Nome genérico: moclobemida Forma(s) farmacêutica(s), via(s) de administração e apresentação(ões) Comprimidos

Leia mais

FOLHETO EDUCACIONAL COM INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE SOBRE O TASIGNA DESTINADA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

FOLHETO EDUCACIONAL COM INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE SOBRE O TASIGNA DESTINADA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE FOLHETO EDUCACIONAL COM INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA IMPORTANTE SOBRE O TASIGNA DESTINADA AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE 1 INTRODUÇÃO O objetivo desta brochura é assegurar a seguinte informação aos profissionais

Leia mais

Anexo III. Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo

Anexo III. Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo Anexo III Alterações a incluir nas secções relevantes do Resumo das Características do Medicamento e do Folheto Informativo Nota: Este Resumo das Características do Medicamento, rotulagem e folheto informativo

Leia mais

Interface entre DPOC e Câncer de Pulmão

Interface entre DPOC e Câncer de Pulmão Interface entre DPOC e Câncer de Pulmão Ilka Lopes Santoro Unifesp-EPM 17/04/2015 Conflitos de interesse em potencial Sem conflitos de interesse a declarar Objetivos Introdução Ligações patogênicas clinicamente

Leia mais

DESALEX D12 desloratadina + sulfato de pseudoefedrina

DESALEX D12 desloratadina + sulfato de pseudoefedrina 1 DESALEX D12 desloratadina + sulfato de pseudoefedrina FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES DESALEX D12 2,5mg/120mg apresenta-se em embalagens com 4 ou 10 comprimidos de liberação modificada. USO ORAL

Leia mais

PRINCÍPIOS GERAIS AVALIAÇÃO INICIAL

PRINCÍPIOS GERAIS AVALIAÇÃO INICIAL 1 PRINCÍPIOS GERAIS A prática criteriosa da psicofarmacologia requer conhecimentos amplos de psiquiatria, farmacologia e medicina. Neste capítulo, apresentamos os princípios gerais relevantes para o uso

Leia mais

Influência do peso corporal no tratamento adjuvante do câncer de mama

Influência do peso corporal no tratamento adjuvante do câncer de mama Influência do peso corporal no tratamento adjuvante do câncer de mama Declaro não haver conflito de interesse Dra Maria Cecília Monteiro Dela Vega Médica Oncologista Clínica- CEBROM e Hospital Araujo Jorge

Leia mais

Tratamento da Cirrose Biliar Primária. Cláudio G. de Figueiredo Mendes Serviço de Hepatologia Santa Casa do Rio de Janeiro

Tratamento da Cirrose Biliar Primária. Cláudio G. de Figueiredo Mendes Serviço de Hepatologia Santa Casa do Rio de Janeiro Tratamento da Cirrose Biliar Primária Cláudio G. de Figueiredo Mendes Serviço de Hepatologia Santa Casa do Rio de Janeiro Doenças hepáticas auto-imunes HAI CBP CEP Overlap Syndromes (ano: 2001) HAI CBP

Leia mais

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA Embalagem contendo 60 cápsulas de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) 6/100 mcg

Leia mais

ESTUDO DA FARMACOLOGIA Introdução - Parte II

ESTUDO DA FARMACOLOGIA Introdução - Parte II NESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP ESTUDO DA FARMACOLOGIA Introdução - Parte II A Terapêutica é um torrencial de Drogas das quais não se sabe nada em um paciente de que

Leia mais

Osteoporose. Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07

Osteoporose. Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07 FBC0417 - Fisiopatologia III Osteoporose Disciplina de Fisiopatologia III Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP Departamento de Analises Clínicas e Toxicológicas 27-09-07 Prof. Mario H. Hirata FCF-USP

Leia mais

DROGAS HIPOGLICEMIANTES

DROGAS HIPOGLICEMIANTES DROGAS HIPOGLICEMIANTES Secreção da insulina Insulina plasmática Receptor de insulina Ações da insulina DIABETES: Síndrome de múltipla etiologia, decorrente da falta de insulina e/ou sua incapacidade

Leia mais

PAPEL DA MEDICINA NUCLEAR: TERANÓSTICO

PAPEL DA MEDICINA NUCLEAR: TERANÓSTICO O FUTURO DA PRÁTICA DA ONCOLOGIA EM PORTUGAL: BASEADA NO ÓRGÃO VERSUS ENTIDADE NOSOLÓGICA CASE STUDY: TUMORES NEUROENDÓCRINOS PAPEL DA MEDICINA NUCLEAR: TERANÓSTICO Inês Lucena Sampaio Assistente Hospitalar

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação de nova informação de segurança. Pede-se aos profissionais

Leia mais

Doenças genéticas da hipertensão:

Doenças genéticas da hipertensão: Dia Mundial da Saúde 2013 sessão Hipertensão Arterial, 11 de Abril Doenças genéticas da hipertensão: o papel dos rins na retenção de sais Peter Jordan Departamento de Genética Humana, Instituto Nacional

Leia mais

TERAPIA GÊNICA. Brasília DF, Julho de 2010.

TERAPIA GÊNICA. Brasília DF, Julho de 2010. Apresentação desenvolvida pelas graduandas em Ciências Farmacêuticas: Ana Carolina Macedo Lima, Ariane Mugnano Castelo Branco, Caroline Cardoso Mendes Souza, Clarisse Danielli Silva Albergaria, Jéssica

Leia mais

Orientação ao paciente. Doença de Crohn

Orientação ao paciente. Doença de Crohn Orientação ao paciente Doença de Crohn Índice O QUE É a Doença de Crohn?... 04 O quão FREQUENTE é a Doença de Crohn?... 04 A Doença de Crohn é CONTAGIOSA?... 04 Qual a sua CAUSA?... 05 Quais os sintomas

Leia mais

Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO

Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Toxicidade tardia da terapia adjuvante: o que não posso esquecer Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Cerca de 11.7 milhões de sobreviventes de câncer nos EUA em 2007. Destes 2.6 milhões ou 22% são

Leia mais

DL-FENILALANINA. Aminoácido, analgésico e antidepressivo

DL-FENILALANINA. Aminoácido, analgésico e antidepressivo Informações Técnicas DL-FENILALANINA Aminoácido, analgésico e antidepressivo CAS NUMBER: 150-30-1 FÓRMULA MOLECULAR: C 9 H 11 NO 2 INTRODUÇÃO D-Fenilalanina e outros aminoácidos D são encontrados em pequenas

Leia mais

PERFIL MEDICAMENTOSO DE SERVIDORES HIPERTENSOS DA UEPG

PERFIL MEDICAMENTOSO DE SERVIDORES HIPERTENSOS DA UEPG 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE PERFIL MEDICAMENTOSO DE SERVIDORES HIPERTENSOS DA UEPG HEDLER, Priscila 1 HALILA, Gerusa Clazer 2 MADALOZZO, Josiane Cristine Bachmann

Leia mais

PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA

PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA Conceitos Genética / Genômica Doença genética Hereditariedade Congênito DNA / Gene / Locus / Alelo Homozigoto / Heterozigoto Cromossomos Autossomos Sexuais Dominante / Recessivo

Leia mais

Laboratório. Apresentação de Valcyte. Valcyte - Indicações. Contra-indicações de Valcyte. Advertências. Roche. fr. c/ 60 compr. rev. de 450mg.

Laboratório. Apresentação de Valcyte. Valcyte - Indicações. Contra-indicações de Valcyte. Advertências. Roche. fr. c/ 60 compr. rev. de 450mg. Laboratório Roche Apresentação de Valcyte fr. c/ 60 compr. rev. de 450mg. Valcyte - Indicações Valcyte (cloridrato de valganciclovir) é indicado para o tratamento de retinite por citomegalovírus (CMV)

Leia mais

NEXIUM iv esomeprazol sódico

NEXIUM iv esomeprazol sódico NEXIUM iv esomeprazol sódico I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO NEXIUM iv esomeprazol sódico APRESENTAÇÕES Pó liofilizado para solução injetável de 40 mg em embalagem com 10 frascos-ampola. VIA INTRAVENOSA

Leia mais

FITOTERÁPICOS E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

FITOTERÁPICOS E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS FITOTERÁPICOS E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS João Batista Picinini Teixeira¹ José Vinícius dos Santos² ¹Professor Doutor da Universidade Federal de Juiz de Fora e Orientador do PROPLAMED/TNC UFJF ²Discente

Leia mais

APRESENTAÇÕES Cápsulas. Embalagens com 20 ou 30 cápsulas de 10 mg, 25 mg, 50 mg e 75 mg.

APRESENTAÇÕES Cápsulas. Embalagens com 20 ou 30 cápsulas de 10 mg, 25 mg, 50 mg e 75 mg. PAMELOR cloridrato de nortriptilina APRESENTAÇÕES Cápsulas. Embalagens com 20 ou 30 cápsulas de 10 mg, 25 mg, 50 mg e 75 mg. VIA ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada cápsula de Pamelor 10 mg, 25 mg, 50 mg e

Leia mais

DROGA DIALISÁVEL OBSERVAÇÕES 1. ANTIBIÓTICOS AMICACINA AMOXICILINA AMPICILINA AMPICILINA+ SULBACTAM AZTREONAM

DROGA DIALISÁVEL OBSERVAÇÕES 1. ANTIBIÓTICOS AMICACINA AMOXICILINA AMPICILINA AMPICILINA+ SULBACTAM AZTREONAM ROGA IALISÁVEL OBSERVAÇÕES 1. ANTIBIÓTICOS Administrar a dose pós-diálise ou administrar 2 / 3 da dose normal como dose suplementar pós-diálise; acompanhar os níveis. AMICACINA P: dosar assim como o Cl

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada bisnaga contém 0,60 g de cloridrato de diltiazem (equivalente a 2%).

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO. Cada bisnaga contém 0,60 g de cloridrato de diltiazem (equivalente a 2%). RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Anotrit 20 mg/g pasta cutânea 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada bisnaga contém 0,60 g de cloridrato de diltiazem (equivalente

Leia mais

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA TRATAMENTO COM DROGAS

DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA TRATAMENTO COM DROGAS DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA TRATAMENTO COM DROGAS HELMA PINCHEMEL COTRIM FACULDADE DE MEDICINA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA TRATAMENTO QUAIS OS OBJETIVOS?

Leia mais

Antiinflamatórios Não Esteroidais (AINEs)

Antiinflamatórios Não Esteroidais (AINEs) Universidade Federal Fluminense Departamento de Fisiologia e Farmacologia Disciplina de farmacologia Analgésicos, Antipiréticos ticos e Antiinflamatórios Não Esteroidais (AINEs) Profa. Elisabeth Maróstica

Leia mais

Imunologia dos Tr T ansplantes

Imunologia dos Tr T ansplantes Imunologia dos Transplantes Base genética da rejeição Camundongos isogênicos - todos os animais possuem genes idênticos Transplante de pele entre animais de linhagens diferentes rejeição ou aceitação depende

Leia mais

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO VIA ENTERAL VIA ORAL: Estômago e Intestino delgado VIA SUBLINGUAL: VIA RETAL: VIA PARENTERAL USO TÓPICO : - Mucosas: vaginal, conjuntival, nasal - Pele: INALAÇÃO: Uso tópico vs uso sistêmico IV, IM, SC:

Leia mais

Cessação do tabagismo e Farmacoterapia. Edward Ellerbeck, MD, MPH

Cessação do tabagismo e Farmacoterapia. Edward Ellerbeck, MD, MPH Cessação do tabagismo e Farmacoterapia Edward Ellerbeck, MD, MPH Juiz de Fora, Brasil October 17, 2011 Mary: Uma mulher de 54 anos na minha clínica Paciente regular nos últimos 5 anos» Realizava o exame

Leia mais

Farmacogenómica/Farmacogenética: Realidades e Perspectivas na Prática Clínica. - Nélia Gouveia -

Farmacogenómica/Farmacogenética: Realidades e Perspectivas na Prática Clínica. - Nélia Gouveia - Farmacogenómica/Farmacogenética: Realidades e Perspectivas na Prática Clínica - Nélia Gouveia - Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra 2009 Farmacogenómica/Farmacogenética: Realidades e Perspectivas

Leia mais

A Função da proteína CFTR e as alterações produzidas pelas diferentes classes de mutações do gene CFTR

A Função da proteína CFTR e as alterações produzidas pelas diferentes classes de mutações do gene CFTR A Função da proteína FTR e as alterações produzidas pelas diferentes classes de mutações do gene FTR Giselda MK abello Laboratório de Genética Humana IO/Fiocruz Função da FTR A proteína FTR: 1480 aa, 5

Leia mais

FUMARATO DE QUETIAPINA (Portaria 344-C1)

FUMARATO DE QUETIAPINA (Portaria 344-C1) FUMARATO DE QUETIAPINA (Portaria 344-C1) Redução dos sintomas de esquizofrenia. Fórmula Estrutural: Fórmula Molecular: (C 21 H 25 N 3 O 2 S) 2,C 4 H 4 O 4 Peso Molecular: 833,09 g/mol DCB: 07539 CAS: 111974-72-2

Leia mais

tadalafila Eurofarma Laboratórios S.A. comprimido revestido 5 mg

tadalafila Eurofarma Laboratórios S.A. comprimido revestido 5 mg tadalafila comprimido revestido 5 mg tadalafila Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Comprimido revestido FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Embalagem com 30 comprimidos contendo 5 mg de tadalafila.

Leia mais

Análise toxicológica sistemática e fenotipagem de. CYP2C19: contribuição ao monitoramento terapêutico da. amitriptilina.

Análise toxicológica sistemática e fenotipagem de. CYP2C19: contribuição ao monitoramento terapêutico da. amitriptilina. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Biociências Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular Análise toxicológica sistemática e fenotipagem de CYP2C19: contribuição

Leia mais

Jean Carl Silva. Declaração de conflito de interesse

Jean Carl Silva. Declaração de conflito de interesse Jean Carl Silva Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico ou

Leia mais

Rivastigmina (Port.344/98 -C1)

Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Alzheimer DCB: 09456 CAS: 129101-54-8 Fórmula molecular: C 14 H 22 N 2 O 2.C 4 H 6 O 6 Nome químico: (S)-N-Ethyl-3-[(1-dimethylamino)ethyl]-N-methylphenylcarbamate hydrogen

Leia mais

Tratamento da TB: Novas drogas e novas abordagens terapêuticas. Roberto da Justa Pires Neto Dez/14

Tratamento da TB: Novas drogas e novas abordagens terapêuticas. Roberto da Justa Pires Neto Dez/14 Tratamento da TB: Novas drogas e novas abordagens terapêuticas Roberto da Justa Pires Neto Dez/14 Histórico Novas drogas Novas abordagens terapêuticas Incorporação do Xpert MTB/RIF no Brasil Sanatórios

Leia mais

SEQÜENCIAMENTO DO PROTO-ONCOGENE RET

SEQÜENCIAMENTO DO PROTO-ONCOGENE RET SEQÜENCIAMENTO DO PROTO-ONCOGENE RET Importância da identificação das mutações do proto-oncogene RET e sua atuação no desenvolvimento dos diversos fenótipos das neoplasias endócrinas múltiplas tipo 2 As

Leia mais

Dose da droga administrada ABSORÇÃO Concentração da droga na circulação sistêmica DISTRIBUIÇÃO ELIMINAÇÃO Droga nos tecidos de distribuição FARMA- COCINÉ- TICA FARMACOCINÉTICA Concentração da droga no

Leia mais

BULA DE NALDECON DIA Comprimidos

BULA DE NALDECON DIA Comprimidos BULA DE NALDECON DIA Comprimidos NALDECON DIA paracetamol 800mg cloridrato de fenilefrina 20mg Sem anti-histamínico Não causa sonolência COMBATE OS SINTOMAS DA GRIPE Dores em geral Febre Congestão nasal

Leia mais

Mutações e Polimorfismos gênicos

Mutações e Polimorfismos gênicos DEFINIÇÃO Mutações e Polimorfismos gênicos Profª. MSc. Priscila P. S. dos Santos psantos@catolica-es.edu.br O termo mutação refere-se tanto: (1) a mudança no material genético; (2) ao processo pelo qual

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE

ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE ESTRATÉGIAS DE TRATAMENTO DAS DOENÇAS CORONÁRIA E CAROTÍDEA CONCOMITANTE MARCOS ANTONIO MARINO COORDENADOR DEPARTAMENTO DE HEMODINÂMICA, CARDIOLOGIA E RADIOLOGIA VASCULAR INTERVENCIONISTA CONFLITO DE INTERESSES

Leia mais

MODELO DE BULA. ONTRAX cloridrato de ondansetrona

MODELO DE BULA. ONTRAX cloridrato de ondansetrona MODELO DE BULA ONTRAX cloridrato de ondansetrona Forma farmacêutica e apresentações: Caixas com 1 ampola de 2 ml de solução injetável com 4 mg/ 2mL Caixas com 20 ampolas de 2 ml de solução injetável com

Leia mais

I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. QUEOPINE hemifumarato de quetiapina. 25 mg, 100 mg e 200 mg

I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. QUEOPINE hemifumarato de quetiapina. 25 mg, 100 mg e 200 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO QUEOPINE hemifumarato de quetiapina 25 mg, 100 mg e 200 mg FORMA FARMACÊUTICA, VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS Comprimidos revestidos de 25 mg. Embalagens

Leia mais

Foliron. Marjan Indústria e Comércio Ltda. Comprimidos revestidos Ácido fólico (5,0 mg/comp) + bisglicinato quelato ferroso (150,00 mg/comp)

Foliron. Marjan Indústria e Comércio Ltda. Comprimidos revestidos Ácido fólico (5,0 mg/comp) + bisglicinato quelato ferroso (150,00 mg/comp) Foliron Marjan Indústria e Comércio Ltda. Comprimidos revestidos Ácido fólico (5,0 mg/comp) + bisglicinato quelato ferroso (150,00 mg/comp) Foliron Ácido fólico + bisglicinato quelato ferroso APRESENTAÇÃO

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO CIALIS 10 mg comprimidos revestidos por película 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada comprimido contém 10 mg

Leia mais

Conduta dietética na intolerância à lactose

Conduta dietética na intolerância à lactose UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA DISCIPLINA DE GASTROENTEROLOGIA PEDIÁTRICA Conduta dietética na intolerância à lactose Karina Akemi Yamasaki Nutricionista Especializanda Disciplina

Leia mais

COMPOSIÇÃO: COMPRIMIDOS 200 mg 400 mg Carbamazepina DCB 0187.01-1... 200 mg... 400 mg Excipiente q.s.p... 1 comp... 1 comp.

COMPOSIÇÃO: COMPRIMIDOS 200 mg 400 mg Carbamazepina DCB 0187.01-1... 200 mg... 400 mg Excipiente q.s.p... 1 comp... 1 comp. Tegretard Carbamazepina Comprimidos de 200 mg e 400 mg FORMA FARMACÊUTICA E DE APRESENTAÇÃO: Comprimidos: 200 mg e 400 mg Embalagem com 2 e 20 blisteres com 10 comprimidos COMPOSIÇÃO: COMPRIMIDOS 200 mg

Leia mais

PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib

PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves. Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA LEVE: COMO ACOMPANHAR E QUANDO INTERROMPER COM SEGURANÇA? Eliane Alves Serviço do Prof. Marcelo Zugaib PRÉ-ECLÂMPSIA Conceito Desenvolvimento de hipertensão após a 20ª semana de gestação,

Leia mais

FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS

FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS Universidade Federal Fluminense Depto. Fisiologia e Farmacologia Disciplina de Farmacologia FÁRMACOS ANTI-HIPERTENSIVOS Profa. Elisabeth Maróstica HIPERTENSÃO ARTERIAL Doença cardiovascular mais comum

Leia mais

MESACOL. Takeda Pharma Ltda. Comprimido revestido. 800 mg

MESACOL. Takeda Pharma Ltda. Comprimido revestido. 800 mg MESACOL Takeda Pharma Ltda. Comprimido revestido 800 mg APRESENTAÇÕES Comprimido revestido de 800 mg. Embalagem com 10 ou 30 unidades. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido revestido contém 800

Leia mais

Benalet. Johnson & Johnson INDUSTRIAL Ltda. pastilhas. 5 mg de cloridrato de difenidramina, 50 mg de cloreto de amônio e 10 mg de citrato de sódio

Benalet. Johnson & Johnson INDUSTRIAL Ltda. pastilhas. 5 mg de cloridrato de difenidramina, 50 mg de cloreto de amônio e 10 mg de citrato de sódio Benalet Johnson & Johnson INDUSTRIAL Ltda pastilhas 5 mg de cloridrato de difenidramina, 50 mg de cloreto de amônio e 10 mg de citrato de sódio BENALET cloridrato de difenidramina, cloreto de amônio e

Leia mais

Modelo de Bula - AstraZeneca

Modelo de Bula - AstraZeneca SYMBICORT fumarato de formoterol diidratado/ budesonida TURBUHALER 6/100 mcg/inalação Modelo de Bula - AstraZeneca CONFIDENCIAL FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Pó inalante. 6/100 mcg/inalação. Embalagem

Leia mais

Aspectos Pré-Analíticos Agregação Plaquetária

Aspectos Pré-Analíticos Agregação Plaquetária Aspectos Pré-Analíticos Agregação Plaquetária Tânia Siegl Machado Laboratório de Hemostasia Sumário Introdução Aspectos pré-analíticos na execução do teste Considerações finais Introdução Princípios básicos

Leia mais

Mecanismos de resistência ao tratamento com anticorpos monoclonais Gustavo Stefanoff Grupo de Pesquisa Translacional em Linfomas Coordenação de

Mecanismos de resistência ao tratamento com anticorpos monoclonais Gustavo Stefanoff Grupo de Pesquisa Translacional em Linfomas Coordenação de Mecanismos de resistência ao tratamento com anticorpos monoclonais Gustavo Stefanoff Grupo de Pesquisa Translacional em Linfomas Coordenação de Pesquisa Clínica/INCA cgstefanoff@inca.gov.br AcM terapêuticos

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1 1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO Januvia 25 mg comprimidos revestidos por película 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada comprimido contém fosfato

Leia mais

Qual a melhor sequência de tratamento no câncer da próstata resistente à castração CPRC

Qual a melhor sequência de tratamento no câncer da próstata resistente à castração CPRC Qual a melhor sequência de tratamento no câncer da próstata resistente à castração CPRC Marcus V Sadi Disciplina de Urologia Escola Paulista de Medicina - Unifesp Câncer da próstata resistente à castração

Leia mais

Fármacos. PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com

Fármacos. PDF created with pdffactory Pro trial version www.pdffactory.com Fármacos ANTI-HIPERTENSIVOS EPIDEMIOLOGIA DA HAS Atinge - 20 a 30% dos adultos 68,4% tem conhecimento Apenas 27,4% são controladas satisfatoriamente Aumento da incidência de complicações com aumento dos

Leia mais

DISFUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS

DISFUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS DISFUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS - Disfunção do desejo - Disfunção das ereções - Disfunção da ejaculação - Disfunção do orgasmo - Doença de Peyronie DISFUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS INTRODUÇÃO DISFUNÇÕES SEXUAIS

Leia mais