Assistência Farmacêutica na Depressão

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1 Definição Assistência Farmacêutica na Depressão Grupo de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade, envolvendo o abastecimento de medicamentos em todas e em cada uma de suas etapas constitutivas... para assegurar o uso racional dos medicamentos Programas e Projetos: Assistência Farmacêutica. Ministério da Saúde - Brasil Caracterização Incidência O Grito - Edvard Munch Transtorno depressivo é um distúrbio afetivo com alteração do humor É uma condição séria e incapacitante, e que muitas vezes não é diagnosticada, mas também é uma condição tratável A depressão apresenta elevada incidência na população Estima-se que 1 em cada 5 pessoas sofra de algum sintoma depressivo, com uma incidência um pouco maior em mulheres 2 a 3% da população têm suas atividades diárias severamente prejudicadas pela condição depressiva Diagnóstico Transtornos depressivos Seus sintomas são comuns e confundemse com outras condições psíquicas e físicas, dificultando o diagnóstico O médico faz o diagnóstico baseado na história do paciente e no exame físico Freqüentemente estão associados outros distúrbios psiquiátricos, como pânico, mania e psicose, exigindo abordagem especializada Depressão maior Depressão menor Distimia 1

2 Depressão maior Um episódio depressivo maior e caracterizado por humor deprimido ou perda de interesse ou prazer por quase todas as atividades por um período mínimo de 2 semanas, acompanhada por pelo menos 4 sintomas (a seguir) Diagnostic and Statistical Manual (DSM) IV 1994 Sintomas Insônia ou hipersonia Sentimentos de culpa ou menos valia Fadiga ou falta de energia Diminuição da concentração ou habilidade de pensar Alteração do apetite ou peso Agitação ou retardo psicomotor Pensamentos de morte ou suicídio Nível de gravidade Outros transtornos Leve Moderada Grave Poucos sintomas, pouco comprometimento funcional Grande número de sintomas depressivos, comprometimento funcional moderado Sintomas depressivos muito intensos, comprometimento funcional severo Depressão menor: 2 a 4 sintomas depressivos, incluindo humor deprimido ou anedonia, que persiste por mais de 2 semanas Distimia: 3 a 4 sintomas depressivos, incluindo humor deprimido, na maioria dos dias, que persiste por mais de 2 anos Relapsos e recorrência Relapsos - retorno dos sintomas depressivos após recuperação prévia Cerca de 50% dos pacientes apresentam relapsos entre 4 e 6 meses após o tratamento Recorrência - novos episódios 80% dos pacientes com depressão maior recorrem durante suas vidas Tratamento O tratamento tem como objetivo atingir e manter a remissão dos sintomas depressivos e recuperar a capacidade funcional e social Dessa forma, o tratamento pode ser dividido em duas fases: Fase aguda Fase de manutenção CNS Drugs 1995;4: Arch Gen Psychiatry 1990;47: Am J Psychiatry 2000;157(Suppl. 4):1-45 2

3 Fase Aguda Tratamento com duração de 4 a 16 semanas após o episódio depressivo com o objetivo de atingir remissão dos sintomas Fase de manutenção Tratamento com duração de 4 a 9 meses, após resposta ao tratamento da fase aguda com o objetivo de manter a resposta e prevenir relapsos ou recorrência Tratamento medicamentoso Cerca de 80% dos pacientes com depressão apresentam resposta a pelo menos uma droga antidepressiva, mas o tratamento medicamentoso exclusivo é eficaz em cerca de metade dos pacientes A psicoterapia isolada parece ser menos eficaz que os medicamentos mas apresenta sinergismo no uso combinado Classes Anti-depressivos Tricíclicos Inibidores da MAO (monoamino oxidase) Inibidores Seletivos da Captação de Serotonina (ISCS) Inibidores Seletivos da Captação de Norepinefrina e Serotonina (ISCNS) Atípicos Arch Gen Psychiatry 1998;55: Farmacologia Clínica Fundamentos da Terapêutica Racional, 1998 pag.380 Mecanismo de ação Sinapse Os antidepressivos, por vários mecanismos de ação, promovem a normalização da condução nervosa pela modificação da quantidade de neutrotransmissores disponível no organismo Pré-sináptico Pós-sináptico = Neurotransmissor 3

4 Neurotransmissão Recaptação Pré-sináptico Pós-sináptico Pré-sináptico Pós-sináptico Amitriptilina Clomipramina Tricíclicos Imipramina }Aminas 3 Doxepina árias Nortriptilina Maprotilina Desipramina}Aminas 2 árias Tricíclicos Mecanismo de Ação Inibição da captação de noradrenalina e serotonina R 3 R 1 R 2 Fenelzina Tranilcipromina IMAO IMAO Mecanismo de ação O grupo de enzimas amino oxidases desaminam oxidativamente aminas biógenas, entre as quais serotonina e dopamina O uso de inibidores da MAO resulta no aumento da concentração dessas substâncias no organismo São drogas tóxicas que têm sido substituídas por novas substâncias com melhor perfil de toxixcidade 4

5 Fluoxetina Paroxetina Sertralina Citalopram Fluvoxamina ISCS ISCS Mecanismo de ação Inibem seletivamente a recaptação de serotonina, resultando numa maior concentração desse neurotransmissor na fenda sináptica Outros ISCNS venlafaxina ISCNS duloxetina Atípicos bupropiona Atípicos trazodona Atípicos mirtazapina Atípicos nefazodona Efeitos colaterais dos antidepressivos Os efeitos positivos dos antidepressivos ocorrem mais tardiamente que os seus efeitos colaterais São diferentes entre as várias classes de drogas A maioria dos efeitos colaterais diminui em um período de 1 a 4 semanas Ganho de peso e disfunção sexual: podem perdurar por mais tempo N Engl J Med 2000;343: Cuidados no uso de antidepressivos Quase todos os antidepressivos sofrem metabolização hepática, exigindo cuidado em pacientes com doenças hepáticas ISRS (particularmente fluoxetina): podem apresentar interações medicamentosas clinicamente significativas, devido à sua metabolização pelo sistema citocromo P- 450 Acompanhamento Até 50% dos pacientes que recebem prescrição de drogas antidepressivas interrompem o tratamento no primeiro mês Melhora da qualidade do cuidado ao paciente, da adesão ao tratamento e do prognóstico N Engl J Med 2000;343: Med Care 1992;30:67-76 Gen Hosp Psychiatry 1993;15:

6 Cuidados básicos Segundo levantamento americano, grande parte dos pacientes procura auxílio em unidades de cuidados básicos, onde é menos provável conseguir um diagnóstico preciso de depressão ou conseguir um tratamento adequado Intervenção farmacêutica Nesse contexto, pacientes diagnosticados com depressão foram randomizados em dois grupos, um recebendo acompanhamento farmacêutico por telefone ou com visitas agendadas e o outro sem esse serviço O grupo que sofreu a intervenção teve maior adesão ao tratamento (81 x 69% p=0,0005) e também maior substituição do medicamento inicialmente prescrito (24 x 5% p=0,029) Am J Health-Syst Pharm 2002; 59: Am J Health-Syst Pharm 2002; 59: Orientação Farmacêutica A orientação aos pacientes em depressão pelos farmacêuticos em farmácias abrange: Dose Efeitos colaterais Interações medicamentosas A orientação contínua tem efeito positivo na adesão do paciente ao tratamento e conseqüentemente no prognóstico Requisitos para orientação Conhecimento da doença Conhecimento das opções de tratamento e suas indicações claras Conhecimento dos medicamentos utilizados Conhecimento de seus efeitos colaterais e interações medicamentosas Estruturação de um sistema de atendimento e acompanhamento específico para esses pacientes Conclusões A depressão é uma doença muito freqüente na sociedade moderna, embora seu diagnóstico seja difícil O tratamento eficaz dessa doença inclui, na maioria dos casos, o uso de medicamentos específicos Conclusões Os farmacêuticos podem prestar uma assistência de qualidade a esses pacientes e interagir positivamente com outros profissionais envolvidos na terapia 6

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