Silvia H. G. de Miranda Coordenadora técnica Indicador do arroz CEPEA/ESALQ-USP/BM&F 10o. Seminário Arroz e Pecuária Uruguaiana Maio/2007

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Silvia H. G. de Miranda Coordenadora técnica Indicador do arroz CEPEA/ESALQ-USP/BM&F 10o. Seminário Arroz e Pecuária Uruguaiana Maio/2007"

Transcrição

1 Possibilidade de Comercialização de Arroz no Mercado Futuro Silvia H. G. de Miranda Coordenadora técnica Indicador do arroz CEPEA/ESALQ-USP/BM&F 10o. Seminário Arroz e Pecuária Uruguaiana Maio/2007 1

2 Estrutura da apresentação 1. Introdução 2. Alguns elementos do mercado futuro para produtos agrícolas 3. Condições para desenvolvimento do mercado futuro de arroz no Brasil 4. Indicador de Preços de Arroz CEPEA/BM&F 5. Considerações finais 2

3 1 - INTRODUÇÃO Volatilidade dos preços afeta a rentabilidade dos negócios de arroz Os agentes de comercialização de arroz do RS podem dividir este risco com outros agentes de mercado e especuladores, usando contratos futuros da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F)? 3

4 2 - Alguns elementos do mercado futuro para produtos agrícolas Função do mercado futuro: permitir que todos os interessados em uma dada mercadoria possam fixar um preço de compra/venda em uma data futura, reduzindo assim o risco de perdas decorrentes das variações desfavoráveis de preço. Ferramenta de gerenciamento de risco 4

5 Agentes do mercado futuro Hedgers: interesse direto na mercadoria objeto e buscam proteção no mercado futuro Arrozeiros, cooperativas, exportadores, engenhos, atacadistas, grandes indústrias Especuladores: investidores apenas com posição no mercado futuro. 5

6 HEDGE Hedge = seguro de preço Quanto maior a correspondência ncia entre os mercados físicof e futuro, maior será a confiança para as operaçõ ções de hedge! Assim, deve-se responder às s questões : Comportamento dos preços futuros e físicos? f Como se comporta o risco de base entre regiões es e ao longo do tempo? Qual a efetividade do hedging como redutor de risco de 6 preços?

7 Hedging Para funcionar bem o mercado futuro, é preciso de especuladores dispostos a oferecerem um preço futuro seguro aos hedgers. Especuladores são atraídos por um prêmio pelo risco Hedging e Risco de Base = Para que seja efetiva a proteção ao risco de preços é preciso que a correlação entre os preços no mercado spot e o do mercado de futuros seja elevada 7

8 RISCO DE BASE Base = P L P F P L = preço à vista local P F = preço futuro para dado dado mês de vencimento Risco de base é usualmente quantificado pela variância ou desvio padrão durante o período. Quanto menor o risco de base, maior a efetividade de fazer o hedge 8

9 3 - Condições para desenvolvimento do mercado futuro (de arroz) no Brasil (1) Tamanho do mercado disponível; Volatilidade de preço (mercado em condições competitivas); Mercado a termo pouco expressivo; Inexistência de políticas governamentais que assegurem menor risco para o produtor; Unidades mensuráveis e homogêneas; Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge 9

10 Tamanho do mercado disponível Brasil (IBGE) 1995/96 Proprietários Arrendatário Parceiro Ocupante Total Arroz Soja Fonte: IBGE Fonte: IRGA (2006) Regional Nº Engenho (2005) Campanha 27 Depressão Central 67 Fronteira Oeste 48 Planície Costeira Externa 36 Planície Costeira Interna 43 Zona Sul 34 Externa a Região Arrozeira 12 Rio Grande do Sul

11 3 - Condições para desenvolvimento do mercado futuro (de arroz) no Brasil (1) Tamanho do mercado disponível; Volatilidade de preço (mercado em condições competitivas); Mercado a termo pouco expressivo; Inexistência de políticas governamentais que assegurem menor risco para o produtor Unidades mensuráveis e homogêneas; Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge 11

12 Volatilidade de preços Série do Indicador do ARROZ (RS) CEPEA/BM&F - RS (R$/sc 50kg, a vista, nominal) 12 10/1/2005 9/1/ /1/ /1/2005 3/1/2006 2/1/2006 1/1/2006 5/1/2006 4/1/2006 7/1/2006 6/1/2006 9/1/2006 8/1/ /1/ /1/2006 1/1/ /1/2006 3/1/2007 2/1/2007 5/1/2007 4/1/2007 R$/sc

13 Preços reais de arroz irrigado e de terras altas nos diversos segmentos (Deflacionados pelo IGP-DI. Base Jul/05=100) R$/kg jan/1995 jan/1996 jan/1997 jan/1998 jan/1999 Jan/2000 Jan/2001 Jan/2002 Jan/2003 Jan/2004 Jan/2005 Arroz RS Arroz MT Atacado Longo Fino SP Atacado longo SP Varejo Longo Fino SP Fonte: dados da CONAB 13

14 3 - Condições para desenvolvimento do mercado futuro (de arroz) no Brasil (1) Tamanho do mercado disponível; Volatilidade de preço (mercado em condições competitivas); Mercado a termo pouco expressivo; Inexistência de políticas governamentais que assegurem menor risco para o produtor Unidades mensuráveis e homogêneas; Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge 14

15 Mercado a termo pouco expressivo Pequena parcela dos negócios são a termo Arroz em depósito Fidelidade de alguns vendedores/compradores Mato Grosso: algumas iniciativas de contratos de compra antecipada 15

16 3 - Condições para desenvolvimento do mercado futuro (de arroz) no Brasil (1) Tamanho do mercado disponível; Volatilidade de preço (mercado em condições competitivas); Mercado a termo pouco expressivo; Inexistência de políticas governamentais Unidades mensuráveis e homogêneas; Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge 16

17 Inexistência de políticas governamentais Para que o mercado futuro funcione bem é preciso que não haja políticas governamentais intervindo no mercado e assegurando menor risco para o produtor Essas políticas afetam os preços de mercado e as expectativas dos agentes Política de preços mínimos, AGF, opções 17

18 3 - Condições para desenvolvimento do mercado futuro (de arroz) no Brasil (1) Tamanho do mercado disponível; Volatilidade de preço (mercado em condições competitivas); Mercado a termo pouco expressivo; Inexistência de políticas governamentais Unidades mensuráveis e homogêneas; Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge 18

19 Unidades mensuráveis e homogêneas Essencial que o produto seja muito bem definido no contrato: tranquilidade aos agentes Mesmo que a especificação delimite um produto muito específico para outros produtos diferentes, trabalha-se com os ágios/deságios desde que os mercados estejam correlacionados fortemente Risco de entrega física 19

20 3 - Condições para desenvolvimento do mercado futuro (de arroz) no Brasil (1) Tamanho do mercado disponível; Volatilidade de preço (mercado em condições competitivas); Mercado a termo pouco expressivo; Inexistência de políticas governamentais que assegurem menor risco para o produtor Unidades mensuráveis e homogêneas; Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge 20

21 Pequeno risco residual relativamente ao contrato de cross hedge Cross-hedging: estabelecimento de posições em produtos diferentes, porém correlacionados Já existem contratos, mesmo que não sejam futuros, sobre o mesmo produto que se analisa? Contrato de arroz MT? Contrato de arroz em outras bolsas? Ex: Chicago Board of Trade? Contrato para arroz de mais de 60 inteiros da Planície Costeira Externa? 21

22 Condições para desenvolvimento do mercado futuro de arroz no Brasil (2) Liquidez do contrato; Disponibilidade de infra-estrutura para operacionalizar um sistema de classificação, distribuição, transporte e armazenamento; Possibilidade de estocagem da commodity; Estabilidade do câmbio; Delineamento dos contratos e Instituição regulatória que exerça suas funções com competência Treinamento para hedgers 22

23 4 - Indicador de Preços de Arroz CEPEA/BM&F Parceria com a BM&F: Atender à demanda do setor orízicola junto à Câmara Setorial; Referência de preço para o setor Experiência da BM&F Cepea em Indicadores Elaboração: início: abril de 2005 viagem ao RS: contato com os agentes formação da rede de colaboradores Divulgação: set./

24 Características do Indicador Produto em casca Arroz branco tipo 1 Portaria n. 269/88 do MAPA Renda base 68%: Rendimento: 58% de inteiros e 10% de quebrados Saca de 50 Kg 24

25 Regiões do IRGA 1 - Fronteira Oeste 2 - Campanha 3 - Depressão Central 4 - Planície Costeira Interna à Lagoa dos Patos 5 - Planície Costeira Externa à Lagoa dos Patos 6 - Zona Sul 25

26 Metodologia Fontes das informações Periodicidade: Diária Efetivos x Nominais Colaboradores Todos os segmentos envolvidos com comercialização do arroz em casca Independente da escala Coleta de dados: visitas, ligações de rotina, repasse periódico Regiões Divisão do IRGA 26

27 Metodologia Procedimento do cálculo Descontados os impostos; Transformação dos Preços à vista; Taxa para conversão do preço a prazo: CDI referência site Cepea Posto-indústria Adição do frete, quando necessário Média Regional divisão do IRGA: Praça de destino 27

28 Metodologia Procedimento do cálculo Calcula-se a média aritmética; Participação da região no beneficiamento do RS. Arroz Irrigado/RS - Safra 2002/03 - em % do total no RS Produção agrícola Beneficiamento 28,4 29,4 21,9 16,1 16,8 14,8 15,8 16,8 12,5 11,4 11,8 4,2 Fonte: IRGA Zona Sul Plan. Externa Plan. Interna Depressão Central Fronteira Oeste Campanha 28

29 Metodologia Procedimento do cálculo Tem-se o Indicador em Reais Para conversão em dólar (US$): Taxa de câmbio comercial (de venda) 16h30 disponível no site Cepea Indicador disponibilizado diariamente: a partir das 18h30 no site do CEPEA 29

30 Levantamento de informações adicionais Preço do arroz com 50 a 55 inteiros para indústria do parboilizado Preço do arroz com mais de 60 inteiros Contatos no MT Não são indicadores 30

31 Indicador mensal de preços médios de arroz em casca RS (R$/sc e US$/sc) R$/sc US$/sc R$/sc 50 kg 5.00 Set/05 Out/05 Nov./05 Dez./05 Jan./06 Fev./06 Mar./06 Abril/06 Maio/06 Jun./06 Jul./06 Ago/06 Set/06 Out/06 Nov./06 Dez./06 Jan./07 Fev./07 Mar./07 Abril/ Padrão: Arroz 58 inteiros/10 quebrados,posto indústria, sem impostos 31

32 Indicador e Risco de Base Risco de Base = Está associado às características dos mercados físico e futuro, sendo que as informações disponíveis nos mercados contêm os elementos fundamentais para a formação do preço, enquanto as incertezas geradas pelo processo de ajuste de preço éo determinante para a existência do risco de base. 32

33 Risco de Base Planície Costeira Interna x Indicador Coeficiente de correlação entre o Indicador de Preços ESALQ/BM&F e os preços regionais - Planície Costeira Interna Setembro/2005 Outubto/2005 Novembro/2005 Dezembro/2005 Janeiro/2006 Fevereiro/2006 Abril/2006 Maio/2006 Junho/2006 Julho/2006 Agosto/2006 Setembro/2006 Outubro/2006 Novembro/2006 Dezembro/2006 Janeiro/2007 Fevereiro/2007 Abril/ Agosto/2005 Julho/2005

34 Risco de Base Fronteira Oeste x Indicador Coeficiente de correlação entre Indicador de Preço CEPEA/BM&F e preços regionais - Fronteira Oeste 34 Julho/2005 Agosto/2005 Setembro/2005 Outubto/2005 Novembro/2005 Dezembro/2005 Janeiro/2006 Fevereiro/2006 Março/2006 Abril/2006 Maio/2006 Junho/2006 Julho/2006 Agosto/2006 Setembro/2006 Outubro/2006 Novembro/2006 Dezembro/2006 Janeiro/2007 Fevereiro/2007 Março/2007 Abril/2007

35 Risco de Base: determinantes Tipo e qualidade da mercadoria no mercado físico pode diferir das especificações do contrato futuro. Isto é um elemento de incerteza e aumenta o risco de base. Localização: o risco de base devido à localização ocorre porque choques aleatórios podem afetar tanto o mercado local como o nacional, causando impacto sobre o preço à vista ou sobre o preço futuro Tempo: associado a novas informações surgidas durante o período em que o hedge é iniciado e encerrado. 35

36 Propriedades necessárias para bons indicadores É importante ter indicadores de preços que conjuguem as seguintes propriedades, para fins de uso na liquidação financeira em contratos futuros: Visibilidade Credibilidade Eficácia 36

37 Visibilidade: grau com que o indicador reflete os preços de negociações efetivadas no Mercado, ou seja, o indicador deve representar um preço bem aproximado ou bem relacionado àquele ao qual transações de compra e venda podem ser realizadas no Mercado físico. 37

38 Credibilidade: avaliada, subjetivamente através do levantamento de opiniões dos agentes de Mercado Um bom indicador seria aquele cujas variações não-esperadas estivessem em conformidade com as variações nãoesperadas nos preços observados na maioria das praças, se não em todas elas. 38

39 Eficácia: refere-se à probabilidade de realização de operações de hedge bem sucedidas quando da utilização desse indicador para liquidação financeira de contratos futuros do produto. Dado um conjunto de praças com preços, com certa variabilidade, o indicador mais eficaz é aquele que proporciona o menor risco de base para a maioria das praças consideradas. 39

40 Risco de base: medida pelo desvio Padrão e CV Risco de base Preços regionais (58/10) x Indicador Coeficiente de Variação (%) Planície Costeira Interna 1,4291 Litoral Sul 1,5026 Campanha 1,4948 Depressão Central 1,8203 Fronteira Oeste 1,4149 Planície Costeira Externa (arroz com mais 4,9091 de 60 inteiros)* Mato Grosso (arroz com menos de 58 2,6591 inteiros)* 40

41 5 - Considerações finais Há elementos favoráveis, mas há também gargalos Elemento adicional ajustes diários Mais estudos e mais detalhamento na análise do potencial do mercado futuro para o arroz BM&F Uso de indicador para desenvolvimento do mercado a termo (vendas antecipadas) 41

42 Bibliografia consultada Bacchi, M.R.P. Material de aula. Disciplina Comercialização Agrícola Barros, G.S.A.C.; Marques, P.V.; Bacchi, M.R.P.; Caffagni, L.C. Elaboração de Indicadores de Preços da Soja: um Estudo preliminar. Piracicaba:CEPEA ESALQ. Abril/2007. Relatório não publicado. 89p. Batalha, M. O. (Coord.) Gestão Agroindustrial.Ed. Atlas: São Paulo. V.1, cap.2 De Zen, S.. Mercado Futuro: uma opção para o leite? CEPEA- ESALQ/USP p.(mimeo). Fileni, D.H.; Marques, P.V.; Machado, H.M.. O risco de base e a efetividade do hedge para o agronegócio do café em Minas Gerais. Revista de Administração da UFLA. Organizações Rurais e Agroindustriais, v.1, n.1, Jan/jun P

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO

O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO O MERCADO DE SOJA 1. INTRODUÇÃO A soja é a commodity mais importante do Brasil, pelo valor da produção obtida de grão, óleo e farelo, significativa parcela na receita cambial, área plantada, consumo de

Leia mais

CONJUNTURA MENSAL JUNHO

CONJUNTURA MENSAL JUNHO SOJA - MATO GROSSO CONJUNTURA MENSAL JUNHO ANO 1 Nº2 O preço mundial da commodity apresenta movimento de alta em nível mundial, impulsionado principalmente pelas condições climáticas adversas nos Estados

Leia mais

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA

METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA METODOLOGIA DO INDICADOR DE PREÇOS DA SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA 1. OBJETIVO Descrever a Metodologia do Indicador de Preços da SOJA ESALQ/BM&FBOVESPA, produto comercializado no porto de Paranaguá nas modalidades

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sábado, 14 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,00 0,00 0,00-0,70 SET13 115,55 115,70 115,70-0,70

Leia mais

3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global. Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo.

3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global. Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo. 3º Seminário BM&F Famato Os desafios da pecuária no cenário global Mercados futuros para um Mato Grosso mais competitivo Ivan Wedekin Você é competitivo quando tem um desempenho a longo prazo acima da

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: AGOSTO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA

VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA Ano 6 - Edição 25 Agosto 2014 VALORIZAÇÃO DO BEZERRO ATRAI ATENÇÃO PARA A CRIA Por Prof. Dr. Sergio De Zen, Pesquisador; Equipe Pecuária de Corte As cotações praticadas em todos os elos da cadeia pecuária

Leia mais

Novos produtos e serviços para o agronegócio. Ivan Wedekin

Novos produtos e serviços para o agronegócio. Ivan Wedekin Novos produtos e serviços para o agronegócio Ivan Wedekin Agenda 1 Evolução do mercado de derivativos 2 Financeirização dos contratos agropecuários 3 Novos produtos e serviços para o agronegócio Mercado

Leia mais

CUSTOS DE PRODUÇÃO CÂMARA SETORIAL DO ARROZ

CUSTOS DE PRODUÇÃO CÂMARA SETORIAL DO ARROZ CUSTOS DE PRODUÇÃO CÂMARA SETORIAL DO ARROZ Temas a serem tratados: Custos de Produção 2015 e Orçamentação para 2016 Proposta de Projeto de Lei com estabelecimentos de critérios em Lei; Mecanismos de Comercialização

Leia mais

HEDGE DE BOI GORDO NO MERCADO FUTURO DA BM&F PARA O ESTADO DE GOIÁS BASE E RISCO DE BASE

HEDGE DE BOI GORDO NO MERCADO FUTURO DA BM&F PARA O ESTADO DE GOIÁS BASE E RISCO DE BASE HEDGE DE BOI GORDO NO MERCADO FUTURO DA BM&F PARA O ESTADO DE GOIÁS BASE E RISCO DE BASE Rodrigo da Silva Souza 1 Cleyzer Adrian da Cunha 2 Alcido Elenor Wander 3 Resumo: O objetivo desse trabalho é analisar

Leia mais

METODOLOGIA E RESULTADOS DO LEVANTAMENTO DE CUSTO DE PRODUÇÃO DE ARROZ IRRIGADO

METODOLOGIA E RESULTADOS DO LEVANTAMENTO DE CUSTO DE PRODUÇÃO DE ARROZ IRRIGADO METODOLOGIA E RESULTADOS DO LEVANTAMENTO DE CUSTO DE PRODUÇÃO DE ARROZ IRRIGADO Maria Aparecida Nogueira Serigatto Braghetta Equipe Projeto Arroz Cepea/Esalq-USP Economista e Mestre em Direito Ambiental

Leia mais

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007

NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA A evolução dos principais indicadores econômicos do Brasil em 2007 Introdução Guilherme R. S. Souza e Silva * Lucas Lautert Dezordi ** Este artigo pretende

Leia mais

APRESENTAÇÃO PERFIL DE INVESTIMENTOS CARGILLPREV

APRESENTAÇÃO PERFIL DE INVESTIMENTOS CARGILLPREV APRESENTAÇÃO PERFIL DE INVESTIMENTOS CARGILLPREV 1) Voce escolhe se quer investir as suas contribuições em Renda Variável Ao iniciar a contribuição ao Plano de Previdência da CargillPrev (Planos Cargill

Leia mais

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica

Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Soja: elevação dos preços da convencional/transgênica deve dificultar incremento da orgânica Produção mundial deve recuar em 2007/08 Segundo o relatório de oferta e demanda divulgado pelo Usda em setembro

Leia mais

MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO

MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO MARGENS ESTREITAS PARA O PRODUTOR DE ALGODÃO Custos Algodão A produção de algodão no Brasil está crescendo de forma expressiva, devido à boa competitividade dessa cultura frente a outras concorrentes em

Leia mais

Fundamentos de Mercado Futuro e de Opções no Agronegócio

Fundamentos de Mercado Futuro e de Opções no Agronegócio Fundamentos de Mercado Futuro e de Opções no Agronegócio Quais alternativas um produtor rural tem para diminuir os riscos de preços na hora de vender sua safra? Modelo tradicional: contato direto com o

Leia mais

Diretoria de Agronegócios

Diretoria de Agronegócios Proteção de Preços no Mercado Agropecuário Renato Barreto Riscos da atividade agropecuária Climáticos e/ou intempéries Preço Crédito... Mitigadores de Risco de Preço Risco: Oscilação nos preços das mercadorias

Leia mais

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades

Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades 1 São Paulo, 16 de fevereiro de 2016 NOTA à IMPRENSA Custo da Cesta Básica aumenta em todas as cidades A partir de janeiro de 2016, o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos)

Leia mais

MENU DE COMMODITIES SOJA MAIO (SOJK10) Soja fechou em leve baixa, trabalha na casa entre 21,50 e 21,80. JULHO 2009/ MAIO 2010 (N/K)

MENU DE COMMODITIES SOJA MAIO (SOJK10) Soja fechou em leve baixa, trabalha na casa entre 21,50 e 21,80. JULHO 2009/ MAIO 2010 (N/K) MENU DE COMMODITIES SOJA MAIO (SOJK10) SOJA MAIO (SOJK10) Médias no Profitchart utilizando o after market. Tempo 60 minutos MÉDIAS 12 SIMPLES E 23 SIMPLES TEMPO 60 MINUTOS SUPORTE 1 R$ 21,80 SITUAÇÃO VENDA

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO JULHO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 3 O 11º Levantamento de Grãos da Conab, divulgado em 11 de agosto de 2015, manteve suas estimativas para a safra 2014/15, de algodão em pluma

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

Desempenho da Economia de Caxias do Sul Dezembro de 2015

Desempenho da Economia de Caxias do Sul Dezembro de 2015 Dezembro/2015 1- Desempenho da Economia de Caxias do Sul A economia de Caxias do Sul, em dezembro, apresentou indicador com leve recessão no mês (-0,3%). Foi a Indústria que puxou o índice para baixo,

Leia mais

Resumo Quinzenal do Biodiesel

Resumo Quinzenal do Biodiesel Tel: (21) 3547-1539 / (21) 9565-0444 Resumo Quinzenal do Biodiesel 16/06 à 30/06/11 Este relatório é confidencial e de uso exclusivo do destinatário, e não pode ser enviado ou compartilhado com terceiros

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação

Leia mais

Os Novos Contratos Futuros da BM&FBOVESPA

Os Novos Contratos Futuros da BM&FBOVESPA Os Novos Contratos Futuros da BM&FBOVESPA Fabiana Salgueiro Perobelli Urso Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2008 e 2009 24 de Junho de 2008 Agenda 1 Novo modelo de negociação para o milho

Leia mais

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS. Setembro de 2015

RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS. Setembro de 2015 RELATÓRIO DE INVESTIMENTOS Setembro de 2015 1 RESULTADOS DOS INVESTIMENTOS 1.1. Saldos Financeiros Saldos Segregados por Planos (em R$ mil) DATA CC FI DI/RF PGA FI IRFM1 FI IMAB5 SUBTOTAL CC FI DI/RF FI

Leia mais

SOJA MERCADO INTERNO

SOJA MERCADO INTERNO SOJA MERCADO INTERNO Dezembro se inicia com desvalorização nos preços médios da soja. O preço da saca recuou Dentre as praças pesquisadas, Maracaju registrou a maior desvalorização, 2,74%, com a em média

Leia mais

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14

Tabela 01 Mundo Soja Área, produção e produtividade Safra 2009/10 a 2013/14 Soja Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro de 2013 MUNDO A economia mundial cada vez mais globalizada tem sido o principal propulsor responsável pelo aumento da produção de soja. Com o aumento do

Leia mais

Commodities Agrícolas

Commodities Agrícolas Commodities Agrícolas sexta-feira, 13 de setembro de 2013 CAFÉ CAFÉ Bolsas Venc Ajuste Máx BM&F Mín Variação Venc Ajuste ICE FUTURES Máx Mín Variação SET13 139,70 0,00 0,00-0,55 SET13 116,25 116,10 115,75-0,20

Leia mais

Cédula de Produto Rural -

Cédula de Produto Rural - Renda Fixa Cédula de Produto Rural - CPR Cédula do Produto Rural Comercialização de produtos do agronegócio com recebimento antecipado O produto A Cédula do Produtor Rural é um título de crédito lastreado

Leia mais

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado

AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado AGROMENSAL CEPEA/ESALQ Informações de Mercado Mês de referência: JULHO/2011 CEPEA - SOJA I - Análise Conjuntural II - Séries Estatísticas 1. Diferenciais de preços 2. Estimativa do valor das alternativas

Leia mais

Informativo PIB Trimestral

Informativo PIB Trimestral Informativo PIB Trimestral v. 1 n. 1 abr. jun. 2010 ISSN 2178-8367 Economia baiana cresce 10,4% no segundo trimestre e acumula alta de 10,0% no 1º semestre No segundo trimestre de 2010, a economia baiana

Leia mais

Fidelity Poupança FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA TARGET 2040

Fidelity Poupança FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA TARGET 2040 Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las FUNDO AUTÓNOMO FIDELITY POUPANÇA TARGET 2040 ALERTA GRÁFICO Entidade Gestora: T-Vida, Companhia de Seguros,

Leia mais

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013

Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária RETROSPECTIVA DE 2012 E PERSPECTIVAS PARA 2013 dezembro, 2012 Índice 1. Algodão 2. Soja 3. Milho 4. Boi Gordo 5. Valor Bruto da Produção ALGODÃO Mil toneladas

Leia mais

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ

Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária. Novembro 2015 PARANÁ Soja - Análise da Conjuntura Agropecuária Novembro 2015 PARANÁ A estimativa de área para a safra 2015/16 de soja é recorde no Paraná. Segundo os técnicos de campo serão semeados 5,24 milhões de hectares,

Leia mais

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009

Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009 Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia Novembro de 2009 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. METODOLOGIA... 2 2.1. BASE DE DADOS... 2 2.2. MÉTODO DE ANÁLISE... 3 3. EVOLUÇÃO DOS

Leia mais

NCIA DAS. Palmas - TO

NCIA DAS. Palmas - TO PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA NCIA DAS FAMÍLIAS Palmas - TO Janeiro 2010 SUMÁRIO Análise dos Resultados 3 Tabela 1 PEIC - Evolução nos últimos 13 meses 3 Tabela 2 PEIC Evolução nos últimos

Leia mais

Índice BM&FBOVESPA S/A. BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS MERCADO FUTURO WEBTRADING

Índice BM&FBOVESPA S/A. BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS MERCADO FUTURO WEBTRADING WebTranding Índice BM&FBOVESPA S/A. BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS MERCADO FUTURO WEBTRADING BM&FBOVESPA BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS BM&FBOVESPA S/A Sociedade anonima, que organiza,

Leia mais

A SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E SOCIAL DA PRODUÇÃO DE FRANGOS E SUÍNOS EM SANTA CATARINA E NO BRASIL

A SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E SOCIAL DA PRODUÇÃO DE FRANGOS E SUÍNOS EM SANTA CATARINA E NO BRASIL A SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E SOCIAL DA PRODUÇÃO DE FRANGOS E SUÍNOS EM SANTA CATARINA E NO BRASIL Jonas Irineu dos Santos Filho Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves O consumo de proteína animal no mundo

Leia mais

Mamão Hawai uma análise de preços e comercialização no Estado do Ceará.

Mamão Hawai uma análise de preços e comercialização no Estado do Ceará. Mamão Hawai uma análise de preços e comercialização no Estado do Ceará. Débora Gaspar Feitosa Freitas 1 José Nilo de Oliveira Júnior 2 RESUMO O Brasil é o principal produtor mundial de mamão e tem grande

Leia mais

Negociação de contratos futuros e de opções de milho na BVMF

Negociação de contratos futuros e de opções de milho na BVMF Negociação de contratos futuros e de opções de milho na BVMF Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Milho e Sorgo 11 de março de 2010 Agenda 1 Características do Mercado de Milho 2 Contratos Futuros e

Leia mais

PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010

PROPOSTA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 Secretaria da Administração do Estado da Bahia Superintendência de Previdência Diretoria de Gestão Financeira Previdenciária e Investimentos PROPOSTA DE POLÍTICA DE INVESTIMENTOS - 2010 REGIME PRÓPRIO

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda Ministério da Fazenda Fevereiro 20051 Pilares da Política Macroeconômica - Equilíbrio fiscal - Manutenção da carga tributária do Governo Federal no nível de 2002 - Solidez das contas externas - Medidas

Leia mais

Departamento de Ciências Econômicas DCECO. Tel.: +55 32 3379-2537 E-mail: infover@ufsj.edu.br

Departamento de Ciências Econômicas DCECO. Tel.: +55 32 3379-2537 E-mail: infover@ufsj.edu.br 2013 InfoVer São João del-rei, fevereiro de 2013 InFover InfoVer Informativo sobre o Mercado de Leite de Vaca do Campo Uma publicação do DCECO- UFSJ Ano VI Nº 55 Agosto de 2013 Universidade Federal de

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC VITÓRIA - ES MAIO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

COTAÇÕES CAEM 12% EM NOVA YORK DURANTE OUTUBRO

COTAÇÕES CAEM 12% EM NOVA YORK DURANTE OUTUBRO Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano XVI 10/novembro/2014 n. 550 COTAÇÕES CAEM 12% EM NOVA YORK DURANTE OUTUBRO Encerrado o mês de outubro foi possível notar uma queda de 12,42% na média de

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Departamento do Café. Secretaria de Produção e Agroenergia. O café no Brasil

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Departamento do Café. Secretaria de Produção e Agroenergia. O café no Brasil Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Departamento do Café Secretaria de Produção e Agroenergia O café no Brasil Maior produtor e exportador de café do mundo Segundo maior consumidor mundial

Leia mais

RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015

RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015 RELATÓRIO DE MERCADO JULHO DE 2015 COMMODITIES AGRÍCOLAS RESUMO DOS PRINCIPAIS INDICADORES DO MERCADO DE COMMODITIES AGRÍCOLAS SUMÁRIO OFERTA 4 8 VARIAÇÕES HISTÓRICAS E FORECAST 6 DEMANDA 9 CONSIDERAÇÕES

Leia mais

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15

ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 ALGODÃO EM MATO GROSSO AGOSTO/15 CONJUNTURA MENSAL ANO 1. Nº 4 O 12º Levantamento de Safras da Conab, divulgado em 11 de setembro de 2015, consolidou os dados sobre produção, área e produtividade de algodão

Leia mais

Mercado Externo. Preço do milho (ZCN5) Índice Dólar (DXY) Fonte: TradingView, CMEGroup

Mercado Externo. Preço do milho (ZCN5) Índice Dólar (DXY) Fonte: TradingView, CMEGroup Mercado Externo Segundo relatório de abril do U.S Departament of Agriculture USDA, a produção de milho dos EUA será 2,8% maior do que na safra anterior, com uma estimativa de produção total de 361,1 milhões

Leia mais

Mercados Futuros (BM&F)

Mercados Futuros (BM&F) Neste segmento de mercado se negociam contratos e minicontratos futuros de ativos financeiros ou commodities. Ou seja, é a negociação de um produto que ainda não existe no mercado, por um preço predeterminado

Leia mais

Promessa: Controlar a Inflação

Promessa: Controlar a Inflação Promessa: Controlar a Inflação Entendimento O Conselho Monetário Nacional define uma meta de inflação anual e uma banda em torno da meta, equivalente a mais ou menos 02 pontos de percentagem. Atualmente

Leia mais

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - ARROZ

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - ARROZ O QUE É A AGF? É a aquisição direta de produto constante da pauta da Política de Garantia de Preço Mínimo pelo Governo Federal. QUANDO É REALIZADA? Quando o preço de mercado estiver abaixo do Preço Mínimo

Leia mais

4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução

4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução 4 Análise de Risco no Mercado de Energia Elétrica 4.1. Introdução Nos capítulos anteriores, procurou-se descrever os mercados de eletricidade e a formação do preço spot de energia. No presente capítulo

Leia mais

Características Gerais do Projeto

Características Gerais do Projeto Brasil - Indústria Características Gerais do Projeto Engenharia: Capacidade inicial de 600 cabeças/dias, expansível para 1000 cabeças/dias em 2008. O investimento inicial : R$ 17.045.000 A expansão se

Leia mais

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil

Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Logística e infraestrutura para o escoamento da produção de grãos no Brasil Denise Deckers do Amaral 1 - Economista - Assessora Técnica - Empresa de Planejamento e Logística - EPL, Vice Presidente da Associação

Leia mais

- Gestão Financeira 1 -

- Gestão Financeira 1 - 1 Cap 2 - Administração do Capital de Giro 2.1 Introdução 2.2 O capital circulante e capital circulante líquido 2.3 Políticas de gerenciamento do capital circulante 2.4 Capital de Giro Próprio 2.5 Capital

Leia mais

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54 FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES BANRISUL MERCADO FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA LONGO PRAZO CNPJ/MF 15.283.719/0001-54 ESTE FORMULÁRIO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS AO ATENDIMENTO

Leia mais

Maçã: Balanço mundial (em mil toneladas métricas)

Maçã: Balanço mundial (em mil toneladas métricas) Informativo da Política Agrícola Secretaria de Política Agrícola Secretaria de Política Agrícola Informativo N o 54 Maçã Ano 6 Vol. 54, março de 213 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.885/0001-45 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IRF - M Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

INFORMA DIEESE agosto/2008

INFORMA DIEESE agosto/2008 INFORMA DIEESE Nº. 74 AGOSTO/2008 1 INFORMA DIEESE agosto/2008 A INFLAÇÃO RECENTE E AS CAMPANHAS SALARIAIS A inflação voltou? Como ficam as campanhas salariais dos trabalhadores? Com o objetivo de discutir

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS JULHO/2012 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS NOVEMBRO/2012 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

Relatório de Estágio Curricular

Relatório de Estágio Curricular Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Infra-Estrutura Aeronáutica Relatório de Estágio Curricular Camilo Bianchi Dezembro/2004 Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Infra-Estrutura

Leia mais

COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE I

COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE I COMO CALCULAR A PERFORMANCE DOS FUNDOS DE INVESTIMENTOS - PARTE I O que é o Índice de Sharpe? Como calcular o Índice de Sharpe? Revisão do conceito de risco. O desvio-padrão como medida de risco. Autor:

Leia mais

Palavras-Chave: Modelos de Otimização, Culturas Irrigadas, CISDERGO.

Palavras-Chave: Modelos de Otimização, Culturas Irrigadas, CISDERGO. EFEITO DE MODIFICAÇÕES NO PLANO CULTURAL E NO SISTEMA DE IRRIGAÇÃO COMO FORMA DE MELHOR APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA PARA CENÁRIOS CLIMÁTICOS NORMAL E SECO Rosires Catão Curi, Profa.do Dept. de Eng.

Leia mais

Preço médio da Soja em MS Período: 06/03 á 11/03 de 2014 - Em R$ por saca de 60 kg

Preço médio da Soja em MS Período: 06/03 á 11/03 de 2014 - Em R$ por saca de 60 kg SOJA» MERCADO INTERNO Na primeira semana de março houve leve apreciação nos preços da saca de 6 Kg de soja em grãos, estes cresceram em média 1,2% em relação aos preços observados 6/mar. Mas em comparação

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FIC DE FI REFERENCIADO DI CNPJ 19.312.112/0001-06 DEZEMBRO/2015

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FIC DE FI REFERENCIADO DI CNPJ 19.312.112/0001-06 DEZEMBRO/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Spinelli FIC de FI Referenciado DI. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo, disponíveis

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC CAMPO GRANDE - MS OUTUBRO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

O MERCADO FUTURO COMO ALTERNATIVA PARA MINIMIZAR OS RISCOS DE PREÇOS DOS PRODUTORES DE SOJA DO MÉDIO-NORTE DE MATO GROSSO 1

O MERCADO FUTURO COMO ALTERNATIVA PARA MINIMIZAR OS RISCOS DE PREÇOS DOS PRODUTORES DE SOJA DO MÉDIO-NORTE DE MATO GROSSO 1 O MERCADO FUTURO COMO ALTERNATIVA PARA MINIMIZAR OS RISCOS DE PREÇOS DOS PRODUTORES DE SOJA DO MÉDIO-NORTE DE MATO GROSSO 1 RESUMO Márcia F. Silveira 2 Paulo J. Körbes 3 É conhecido o fato de que a agricultura

Leia mais

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil

FACT-SHEET. Cana-de-Açúcar, Milho e Soja. Programa Agricultura e Meio Ambiente. WWF - Brasil FACT-SHEET Cana-de-Açúcar, Milho e Soja Programa Agricultura e Meio Ambiente WWF - Brasília Março 28 WWF- Secretaria Geral Denise Hamú Superintendência de Conservação de Programas Temáticos Carlos Alberto

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO AGOSTO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 -

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLE NCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO JUNHO/2015 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

Efetividade do hedge de variância mínima no mercado futuro de café negociado na BM&FBovespa

Efetividade do hedge de variância mínima no mercado futuro de café negociado na BM&FBovespa 169 Efetividade do hedge de variância mínima no mercado futuro de café negociado Recebimento dos originais: 31/12/2012 Aceitação para publicação: 04/04/2014 Jorge Harry Harzer Mestre em Relações Econômicas

Leia mais

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909

Leia mais

Soluções estratégicas em economia

Soluções estratégicas em economia Soluções estratégicas em economia Cenário macroeconômico e perspectivas para 2014/2018 maio de 2014 Perspectivas para a economia mundial Perspectivas para a economia brasileira Perspectivas para os Pequenos

Leia mais

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA.

2.2 - SÃO PAULO, PARANÁ, ESPÍRITO SANTO, BAHIA E RONDÔNIA. 1 - INTRODUÇÃO No período de 01 a 14 de abril de 2007, os técnicos da CONAB e das instituições com as quais mantém parceria visitaram municípios produtores de café em Minas Gerais, Espírito Santo, São

Leia mais

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36

Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36 Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96) e 2014 com Relatório

Leia mais

ANÁLISE DA EFETIVIDADE DE HEDGING COM OS CONTRATOS FUTUROS DE SOJA NA BM&F E CBOT

ANÁLISE DA EFETIVIDADE DE HEDGING COM OS CONTRATOS FUTUROS DE SOJA NA BM&F E CBOT ANÁLISE DA EFETIVIDADE DE HEDGING COM OS CONTRATOS FUTUROS DE SOJA NA E Luciane Chiodi CPF: 77.818.8-46 Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz /USP Av: Pádua Dias,11 CP 9; Piracicaba / SP E-mail:

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

BOLETIM SEMANAL R$ 68,70 R$ 67,90 R$ 430,00 R$ 400,00

BOLETIM SEMANAL R$ 68,70 R$ 67,90 R$ 430,00 R$ 400,00 13/2 15/2 17/2 19/2 21/2 23/2 25/2 27/2 1/3 3/3 5/3 7/3 9/3 11/3 13/3 15/3 Contratos Negociados (x 1000) Cents de US$/bu Análise Estatística de Algodão Algodão PREÇOS CAEM: Assim como no cenário de âmbito

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Banrisul Foco IMA Geral Fundo de Investimento Renda Fixa Longo Prazo CNPJ: 16.844.894/0001-36 (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ: 92.702.067/0001-96)

Leia mais

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - TRIGO

AQUISIÇÃO GOVERNO FEDERAL AGF 2011 - TRIGO O QUE É A AGF? É a aquisição direta de produto constante da pauta da Política de Garantia de Preço Mínimo pelo Governo Federal. QUANDO É REALIZADA? Quando o preço de mercado estiver abaixo do Preço Mínimo

Leia mais

PIB do Agronegócio CEPEA-USP/CNA Janeiro a abril de 2008 NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL

PIB do Agronegócio CEPEA-USP/CNA Janeiro a abril de 2008 NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL NÚMEROS BONS E ESTÁVEIS PARA O AGRONEGÓCIO EM ABRIL O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro estimado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea),

Leia mais

Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários

Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Segmentos dentro da porteira: Produção agrícola Produção pecuária Segmentos depois da porteira: Agroindústria Canais

Leia mais

Bolsa de Mercadorias & Futuros

Bolsa de Mercadorias & Futuros OPERAÇÕES EX-PIT Bolsa de Mercadorias & Futuros Apresentação Este folheto tem por objetivo apresentar aspectos técnicos e operacionais ligados aos negócios ex-pit. O que é a operação ex-pit, para que

Leia mais

Perspectivas do Suprimento de Energia Elétrica. Manoel Arlindo Zaroni Torres Diretor-Presidente

Perspectivas do Suprimento de Energia Elétrica. Manoel Arlindo Zaroni Torres Diretor-Presidente Perspectivas do Suprimento de Energia Elétrica Manoel Arlindo Zaroni Torres Diretor-Presidente UHE Itá - Novembro de 2007 1 Aviso Importante Este material pode incluir declarações que representem expectativas

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras Fundo de Aposentadoria Programada Individual Banrisul Conservador CNPJ 04.785.314/0001-06 (Administrado pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. - CNPJ 92.702.067/0001-96)

Leia mais

27 de abril de 2016. Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017

27 de abril de 2016. Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017 27 de abril de 2016 Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017 ROTEIRO I. Considerações sobre a atual situação do setor sucroenergético II. Bioeletricidade III. Condições climáticas e agronômicas

Leia mais

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas

ISS 2316-1019 I N F O R M AT I VO Casa Rural. edição outubro 2012. Agricultura. Soja - Milho - Insumos Agrícolas ISS 2316-119 I N F O R M AT I VO Casa Rural edição outubro 212 Agricultura Soja - Milho - Insumos Agrícolas SOJA Comportamento dos Preços Internos de Mato Grosso do Sul (R$/SC) 75, 74, 73, 72, 71, 7, 69,

Leia mais

Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I. Profª Caroline P. Spanhol

Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I. Profª Caroline P. Spanhol Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I Profª Caroline P. Spanhol Agronegócios no Brasil Em 2010, o agronegócio foi responsável por 22,4% do PIB do País e em 2011 pode chegar a 24% ou 25% (MINISTÉRIO

Leia mais

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS

PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO EM BELO HORIZONTE: ALUGUÉIS Agosto de 2014 APRESENTAÇÃO DA PESQUISA Esta pesquisa é realizada pela Fundação IPEAD/UFMG com o apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Leia mais

UNIDADE Correção monetária

UNIDADE Correção monetária UNIDADE 5 Correção monetária Correção monetária Curso de Graduação em Administração a Distância Objetivo Nesta Unidade, você vai estudar: o conceito de inflação, bem como o conceito de correção monetária;

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC GOIÂNIA - GO JUNHO/2012 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

CONJUNTURA ECONÔMICA

CONJUNTURA ECONÔMICA CONJUNTURA ECONÔMICA O mês de março de 2015 foi marcado pelo anúncio dos principais resultados da economia de 2014 e deste início de 2015. Dentre eles destacaramse o PIB, taxa de desemprego nas principais

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PALMAS - TO AGOSTO/2012 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela 3 - Famílias

Leia mais

NOTA TÉCNICA ALERTA PARA OS PRODUTORES DE SOJA

NOTA TÉCNICA ALERTA PARA OS PRODUTORES DE SOJA NOTA TÉCNICA ALERTA PARA OS PRODUTORES DE SOJA Ainda que o consumo de Soja continue crescendo com força, puxado principalmente pela China, as produções dos EUA e também do Brasil nos últimos dois anos

Leia mais

Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014

Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014 Coletiva de imprensa ESTIMATIVA DA SAFRA 2013/2014 São Paulo, 29 de abril de 2013 ROTEIRO I. Safra 2012/2013 na região Centro-Sul: dados finais Moagem e produção Mercados de etanol e de açúcar Preços e

Leia mais