Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia. Novembro de 2009

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1 Margem de comercialização da carne bovina nos diferentes elos da cadeia Novembro de 2009

2 Sumário 1. INTRODUÇÃO METODOLOGIA BASE DE DADOS MÉTODO DE ANÁLISE EVOLUÇÃO DOS PREÇOS E MARGEM DE COMERCIALIZAÇÃO MARGEM DE COMERCIALIZAÇÃO CORRELAÇÃO ENTRE PREÇOS E MARGENS RELATIVAS... 7 a. PRODUTOR VERSUS ATACADO... 7 b. ATACADO VERSUS VAREJO... 7 c. PRODUTOR VERSUS VAREJO CONSIDERAÇÕES FINAIS

3 1. INTRODUÇÃO O Estado de Mato Grosso, maior criador de rebanho e abatedor de carne bovina do País, é um dos maiores responsáveis pelo abastecimento da população brasileira que conta, segundo o IBGE, com um consumo médio anual de 36 kg por habitante. Todavia a cadeia agropecuária vem passando por momentos de transformação e, nesse cenário, cada vez mais informações estratégicas são requeridas para aportar decisões produtivas e políticas. Dessa forma, o presente trabalho tem como objetivo analisar o comportamento da precificação da carne bovina do Estado de Mato Grosso da ponta produtiva à comercial. 2. METODOLOGIA Para análise do comportamento de preços da carne bovina foi utilizado o seguinte método: Margem de comercialização do produtor, atacado e varejo: Tem como objetivo verificar qual setor obtém a maior parcela do preço pago pelo consumidor. Margem de comercialização é a diferença de preços dos produtos nos diferentes níveis de mercado, em unidades equivalentes. Dentro da margem estão embutidos os custos fixos e variáveis e o lucro do setor, ou seja, um crescimento no valor da margem pode tanto estar associado ao aumento da taxa de lucro dos intermediários quanto ao aumento dos custos por melhorias no produto final. A grande vantagem da utilização do cálculo da margem, segundo Marques e Aguiar (1993), está na possibilidade de acompanhar a evolução do mesmo e o desempenho dos mercados BASE DE DADOS Este trabalho baseou se numa amostra de dados primários, obtidos através do Instituto Mato grossense de Economia Agropecuária (Imea) e Associação de Produtores Rurais de Mato Grosso (APR MT). 2

4 O dado coletado foi: preço real médio mensal da carne bovina por quilo (kg) ao produtor, no varejo e ao nível do atacado, em valores correntes para o Estado de Mato Grosso. O período de análise é mensal e compreende desde fevereiro de 2005 a setembro de Os valores foram corrigidos pelo Índice Geral de Preços (IGP DI) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), atualizados para a base de valores de setembro de MÉTODO DE ANÁLISE As margens apresentadas nesta análise são na forma relativa, ou seja, em percentuais. A metodologia utilizada foi conforme a indicada por MARQUES E AGUIAR (1993). Descrição do modelo: A margem relativa (MR) é expressa em termos do preço de venda, isto é: M = margem total; PV = preço pago no varejo; CP = preço pago ao produtor. 3. EVOLUÇÃO DOS PREÇOS E MARGEM DE COMERCIALIZAÇÃO A figura 1 demonstra o comportamento dos preços mensais da carne bovina desde 2005, recebidos pelo criador (boi gordo), os preços praticados pelo atacado (traseiro, dianteiro e ponta de agulha de bovinos) e os preços no mercado varejista (carne in natura) no Estado de Mato Grosso. De acordo com os dados, no período que vai do início de 2005 até o final de 2007, os preços de toda a cadeia mantinham baixa volatilidade. Todavia, os cenários fundamentais de crise de oferta e, posteriormente demanda, elevaram os preços em todo o setor. O preço recebido pelo produtor saltou num percentual de 27% no período de 2007 a 2008, reduzindo se no ano subsequente em 10%. O atacado, seguindo a mesma tendência, incrementou 23% de 2007 para 2008 e caiu 2% em 2009; já o varejo, constatou alta menos impactante de 2007 para 2008 (19%), todavia aumentou 8% 3

5 em Dessa forma, o incremento da média de preços de 2007 a 2009 foi da ordem de 16% no preço recebido pelo produtor, 20% no mercado atacadista e 29% no varejo. Gráfico 1: Estimativa do preço do kg da carne bovina em Mato Grosso 12,00 10,00 Produtor Atacado Varejo 8,00 6,00 4,00 2,00 fev 05 mai 05 ago 05 nov 05 R$/kg fev 06 mai 06 ago 06 nov 06 fev 07 mai 07 ago 07 nov 07 fev 08 mai 08 ago 08 nov 08 fev 09 mai 09 ago 09 Tabela 1. Média de preço do quilograma da carne bovina ao produtor, no atacado e no varejo de Mato Grosso Meses % 09 x 05 % 09 x 08 Produtor 3,87 3,66 3,94 5,06 4,56 18% 10% Atacado 4,09 3,69 4,09 5,02 4,90 20% 2% Varejo 7,27 7,68 8,10 9,65 10,44 44% 8% Tabela 2. Estatística descritiva da média de preço anual em quilograma da carne bovina nos mercados de Mato Grosso Estatísticas Descritivas Preço ao Produtor Preço do Atacado Preço do Varejo Mínimo 3,66 3,69 7,27 Média 4,22 4,36 8,63 Máximo 5,06 5,02 10,44 Desvio Padrão 0,58 0,58 1,36 Coeficiente de Variação 13,69% 13,22% 15,73% Com relação aos preços em nível de atacado e varejo, verifica se que as médias do período 2005 a 2009 foram de R$ 4,36/kg e R$ 8,63/kg respectivamente. O padrão de comportamento dos 4

6 preços no varejo foi menos estável do que no atacado, visto que o desvio padrão, ou seja, a dispersão da média, e os coeficientes de variação (de 15,73%) foram maiores do que o observado nos outros setores MARGEM DE COMERCIALIZAÇÃO O cálculo da margem de comercialização visa garantir à sociedade o conhecimento dos preços e margens praticados pelos setores da cadeia analisada, o que contribui para maior transparência das práticas comerciais. Gráfico 2: Margem de Comercialização do preço carne bovina deflacionado (kg) 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 10% Produtor Atacado Varejo fev 05 mai 05 ago 05 nov 05 fev 06 mai 06 ago 06 nov 06 fev 07 mai 07 ago 07 nov 07 fev 08 mai 08 ago 08 nov 08 fev 09 mai 09 ago 09 Tabela 3. Margens relativas médias anuais do produtor, atacado e varejo em Mato Grosso Ano Participação Margem do Margem Total de Margem do do Produtor varejista Comercialização Atacadista (MA) (PP) (MV) (MTC) % 7% 61% 67% % 4% 66% 71% % 5% 65% 70% % 4% 63% 68% 2009* 27% 6% 67% 73% Média 30% 5% 64% 70% De acordo com os cálculos, no período de 2005 a 2009, em termos médios, a margem total de comercialização e a participação do produtor no preço final pago pelo consumidor foram da 5

7 ordem de 70% e 30% respectivamente. Isto significa que para cada R$ 100,00 gastos pelo consumidor na compra de carne bovina, R$ 70,00 são atribuídos pelos agentes envolvidos no processo de comercialização e R$ 30,00 pelo produtor. No ano de 2008, em função da crise de oferta ter elevado os preços ao produtor, a margem de comercialização para o produtor subiu 2 ppc e para o atacado 1 ppc, já para o varejo decresceu na mesma proporção do produtor. Já em 2009, o produtor perdeu 1 ppc a menos do que havia incrementado e o atacado equalizou posição com o ganho de 1 ppc. Todavia, a margem do mercado varejista trabalhou em direção oposta ao produtor, com ganho de 3 ppc para 67% de margem. Ou seja, o ganho dos agentes envolvidos na comercialização chegou a 73%. Dessa forma, o conjunto dos agentes de comercialização, atacado e varejo, recebe a maior parcela da renda obtida com a venda de carne bovina. Apesar de o produtor apresentar 25 ppc de margem maior que o atacado, isto não significa que o lucro dele seja maior, pois a margem engloba custos e lucro. Considerando a maior distância dentro da cadeia, apresenta se a hipótese de que o produtor possui as informações menos completas e, portanto, tende a ter a margem mais afetada. Além disso, pode se dizer que os criadores são os que assumem os maiores riscos, pois executam todas as práticas de manejo necessárias até o abate e estão suscetíveis a variações climáticas na pecuária extensiva e altos custos diários na pecuária intensiva. Os agentes atacadistas, no caso os frigoríficos, representam apenas 5% do preço final pago pelo consumidor. Uma margem muito baixa, já que depois dos produtores são os que mais assumem riscos, principalmente pela logística de coleta junto aos criadores e de distribuição aos varejistas. Um dos motivos da margem baixa está na pressão exercida pelo varejo no setor que, por lidar com produtos perecíveis, necessita do rápido escoamento para minimizar perdas produtivas. Já a margem do varejo é a que mais participa do preço pago pelo consumidor, cerca de 64%. Apesar do baixo risco assumido pelos agentes varejistas como açougues, supermercados e feiras que ficam com a posse do produto por um curto período e se responsabilizam apenas pelo acondicionamento e corte da mercadoria, a margem do varejo foi de 34 ppc acima da média da margem do produtor nos últimos quatro anos. Como a cadeia é desarticulada e os supermercados são os responsáveis pela distribuição da grande maioria dos produtos ao consumidor (TELLECHEA, 2001), de uma forma geral são eles que estabelecem as regras na cadeia da carne bovina e têm um papel muito significativo na definição dos preços, pela informação direta de sensibilidade do consumidor. 6

8 4. CORRELAÇÃO ENTRE PREÇOS E MARGENS RELATIVAS Assim como o preço de venda de um produto é resultado da interação entre oferta e demanda, o indicador de margem de comercialização também o é, já que a composição de seus componentes, lucro e custos se baseiam na mesma interação. Informações relacionadas aos segmentos do mercado em geral, preferências e sensibilidade dos consumidores são fatores que influem na margem de comercialização do produto. Portanto, em geral, quanto mais próximo o setor se encontra do consumidor melhor é a estratégia e a consequente margem de comercialização. a. Produtor Versus Atacado De acordo com os indicadores abaixo, entre 2005 e 2008 os preços ofertados ao produtor e ao atacado trabalharam praticamente juntos, com 93% de correlação, ou seja, quando o preço ofertado ao atacado subia, o do produtor também subia. Já a margem dos dois apresentou baixa correlação, e negativa, enquanto a margem de um subia a do outro caía. Todavia 2009 tem apresentado um panorama atípico em relação aos anos anteriores: tanto a margem quanto os preços estão trabalhando em convergência. Tabela 4. Correlação de preço e margem relativa de 2005 a 2008 e de 2009 entre o produtor e o atacado de Mato Grosso Correlações 2005 a Preço 93% 84% Margem 23% 72% b. Atacado Versus Varejo No caso da relação entre o atacado e o varejo, a relação de preços que convergiu entre os anos de 2005 a 2008 apresentou pouca correlação positiva em Todavia, a margem, que antes apresentou pouca correlação negativa, aumentou significativamente, ou seja, enquanto a margem do varejo subia a do atacado caía e vice versa. Tabela 5. Correlação de preço e margem relativa de 2005 a 2008 e de 2009 entre o atacado e o varejo de Mato Grosso 7

9 Correlações 2005 a Preço 83% 15% Margem 43% 88% c. Produtor Versus Varejo Já na relação entre o produtor e o varejo, os preços e as margens seguiram a mesma tendência da relação do varejo com o atacado, isto é, deixaram de convergir e a margem trabalhou em linha oposta em 2009, o que mostra que enquanto o atacado tem trabalhado junto com o produtor o varejo segue com tendência oposta. Tabela 6. Correlação de preço e margem relativa de 2005 a 2008 e de 2009 entre o produtor e o varejo de Mato Grosso Correlações 2005 a Preço 81% 9% Margem 78% 97% 5. Considerações Finais Os resultados do trabalho permitem apresentar os seguintes comentários a título de considerações finais: Entre 2007 e 2009 o incremento da média de preços do quilograma de carne foi da ordem de 16% no preço recebido pelo produtor, 20% no mercado atacadista e 29% no varejo. Os preços, que oscilavam em conjunto entre 2005 e 2008, deixaram de convergir em 2009, quando aqueles pagos pelos consumidores não foram repassados ao atacado e ao produtor na mesma proporção e/ou sintonia. 8

10 No período de 2005 a 2009, em termos médios, a margem total de comercialização e a participação do produtor no preço final pago pelo consumidor foram da ordem de 70% e 30% respectivamente. Margem do varejo aumentou em maior proporção que a do produtor e atacado nos últimos quatro anos. Enquanto os preços aumentaram 20%, a margem de comercialização do produtor caiu 18%; já a do atacado aumentou em 9% e a do varejo em 11%. A margem do varejo (64%) é a que mais participa do preço pago pelo consumidor e este é o agente que assume menos riscos na cadeia. 9

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