Dicas para o ensino e prática de atividades motoras e mecanismos de informações para pessoas com deficiência visual

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1 Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Dicas para o ensino e prática de atividades motoras e mecanismos de informações para pessoas com deficiência visual Rodrigo Nolasco As atividades para pessoas com deficiências visuais são as mesmas praticadas e ensinadas para os videntes. Cabe ao professor adaptar se necessário e ter atitude positiva frente à inclusão. Se o mesmo nunca vivenciou o ensino e prática de atividades motoras para o deficiente visual, conversar com profissionais já envolvidos na aérea torna-se importante. Lembrando que podemos refletir e criar estratégias frente à prática de educação física para pessoas com algum tipo de deficiência. Para o ensino de habilidades específicas ou práticas de atividades físicas para pessoas com deficiência visual, devemos compreender e criar estratégias de ensinoaprendizagem. A transmissão de informações respectivas ao ensino de uma habilidade requer atenção para melhor compreensão dos alunos. O professor de educação física pode pedir sugestões ao grupo participante das aulas de como ensinar um movimento e passar uma informação, isso facilita a relação de ambos e promove integração do grupo. A avaliação individual do aluno deficiente visual em relação o seu desenvolvimento motor (habilidades e capacidades básicas) facilita o processo ensino aprendizagem em função de um direcionamento melhor de estratégias. Algumas dicas: - Modificar o ambiente, incluindo espaço e equipamentos, evitando acidentes. - A luminosidade do ambiente, pode contribuir para localização no espaço dos alunos com baixa visão. - Evite ambientes com excesso de ruídos, pois a poluição sonora pode comprometer o aproveitamento dos alunos. 1

2 - Bolas de cores fortes - Bolas com brilhos e ou sons (guizos) - Ministrar atividades que desenvolvam a aptidão física, equilíbrio, habilidades motoras, imagem corporal e alinhamento do corpo (postura), juntamente com atividades que envolvam amigos videntes e família. - Listar pré requisitos (saltar, andar, correr) que envolvam a habilidade a ser ensinada. Tipos de informações: Informações Auditivas: Verbal: Instruções e descrições sobre o movimento. Sinalética: Informações diversas incluindo sons vocais. EX: Caixas acústicas, barulho do relógio e contagens do professor. Informações Táteis: Direta: Movimento é sugerido e demonstrado. EX: Toque do professor. Indireta: Sinais que ocorrem no ambiente durante a aula. EX: Marcas em relevo no solo. A Informação cinestésica é melhor para obtenção de resultados durante o ensino de habilidade em comparação a informação auditiva, porém ela limita muitas vezes a utilização do domínio cognitivo., utilizá-la apenas se necessário. Cuidados Gerais Ao se aproximar ou retirar - se de um contato a pessoa com deficiência visual, identifique-se e avise sua retirada. Antecipe e avise suas ações. 2

3 Para ensinos de habilidades ou demonstrações use palavras simples e claras. Oriente e auxilie com informações e pistas o reconhecimento do espaço a ser utilizado para aula. Retire objetos que possam vir obstruir o deslocamento dos alunos. Distribua inicialmente ao espaço os alunos em fileiras, círculos ou colunas para melhor relação corpo espaço, deixando sempre bom espaço entre os participantes. Formar estratégias que sejam familiares para o aprendizado de novas habilidades. Manifeste elogios e afeto por palavras. Procure conhecer diretamente cada um dos alunos. Verificar a existência ou não da visão, período de perda completa, gênero e severidade da perda visual. Alguns tipos de complicações como o glaucoma e deslocamento de retina podem vir a se agravar mais em função de movimentos que aumentem a pressão ou traumatismos na região da cabeça. Educação Física (Finalidade) Domínio Cognitivo - Atitude (verbal, quantitativo) - Realização (conhecimento, compreensão) Domínio afetivo - Ajustamento (auto conceito, imagem corporal) - Temperamento (espírito competitivo) - Interesse, vontade (preferências por atividades) - Atitude Domínio Motor - Aptidão Física - Aptidão Motora Selecionar atividades que não exijam modificações. 3

4 Exs: o remo e bicicletas com videntes, dança de salão. Modificar as regras das atividades. Exs: Futebol com guizos, bola maior. Pista de atletismo com informações táteis e sonoras. Atividades Lúdicas Atividade 01 Objetivo: Desenvolver e estimular, Aspectos Motores (Mobilidade e Expressão Corporal) Aspectos Perceptivos-Motores: Percepção Cinestésica, Sentido háptico, Equilíbrio Dinâmico e Recuperado Aspectos Cognitivos: Criação, Atitude, realização. Aspectos afetivos: Integração, comunicação verbal e não verbal. Material: Aparelho de som, fita crepe, barbante ou papel. Descrição: Duas pessoas com D. V estarão de frente uma para outra, onde uma será a condutora e a outra a passiva. O individuo condutor irá segurar nas mãos da pessoa a ser conduzida indicando movimentos diversos em planos diferentes no espaço. Podese pedir aos alunos com cegueira adquirida ou com resíduo visual expressar-se corporalmente ao companheiro pedindo para ele perceber qual é o movimento ou gesto através do sentido tátil - háptico. Enfatizar aos condutores a exploração dos planos e direções do espaço (Lado direito esquerdo, para frente e atrás, diagonais). Músicas que inspirem diferentes sensações e delimitar espaço com as pistas táteis no chão para os condutores. Atividade 02 Objetivos: Aspectos Motores e Físicos: Mobilidades escápulo umeral e geral, extensão do tronco, agilidade. 4

5 Aspectos Perceptivos Motores: Percepção auditiva e tátil. Aspectos afetivos: Integração, motivação, alegria. Material: Cegueira Congênita Déficit Desvios Possíveis Bola com guizo (mínimo 2), aparelho de som Descrição: Formar colunas a partir do número de alunos (5 a 6 em cada coluna), em pé um atrás do outro com espaço de um braço estendido à frente do corpo. O primeiro da fila passa a bola por cima da cabeça para o segundo e assim por diante. O último da fila pega a bola passa por baixo das pernas da coluna e volta para o início da fila, recomeçando a passagem da bola. Será ganhadora a equipe cujo jogador que começou o jogo for o primeiro a retornar ao seu lugar. Aspectos posturais em pessoas com deficiência visual A postura corporal, pode ser definida como uma posição ou atitude do corpo, o arranjo relativo de suas partes para uma atividade específica, ou a maneira característica de alguém sustentar seu corpo. Esta depende de um desenvolvimento motor adequado, fatores estruturais e perceptivos como equilíbrio muscular e aspectos psicossomáticos como imagem corporal e atitudes psicológicas. Para o deficiente visual congênito este ajuste postural muitas vezes fica comprometido em função da restrição de oportunidades para seu desenvolvimento motor adequado e dificuldade em compreender sua imagem corporal. O mesmo pode vir ocorrer com deficiente visual com visão parcial, que utiliza projeções acentuadas da cabeça muitas vezes para compensar a falta da informação total da visão. A partir destes aspectos listaremos alguns desvios comuns em pessoas com deficiência visual. 5

6 Postura prona, Engatinhar e andar pouco estimulados Prontidão Muscular, equilíbrio e funções motoras Imagem Corporal e percepção Conceitos em eixo cinestásica corporal verticalidade Marcha inadequada (eco) Equilíbrio, estabilidade, localização dos passos escoliose, cifose, protusão da cabeça (Hiperextensão da coluna cervical), Hiperlordose e alterações de joelhos Cifose, protusão da cabeça Pés evertidos e pronados, quadril em rotação lateral Cegueira Adquirida Déficit Desvios Possíveis Marcha inadequada (eco) Equilíbrio, estabilidade, Pés evertidos e pronados, quadril em rotação localização dos passos lateral Estados Psicológicos Tensão, medo, solidão Cifose, ombros para frente Proteção durante a marcha Medo de choques com Cifose, protusão da cabeça, Hiperlordose e obstáculos, movimentos alterações de joelhos encurtados Inatividade Cadeia Muscular dos Cifose, hiperlordose e alterações de joelhos e pés Membros Visão subnormal Déficit Desvios Possíveis Estados Psicológicos Tensão, medo Cifose, ombros para frente, protusão da cabeça Proteção durante a marcha Medo de choques com Cifose, protusão da cabeça, obstáculos, movimentos Hiperlordose e alterações de joelhos encurtados Maximização da visão Visualizar obstáculos, Cifose, protusão da cabeça equilíbrio postural 6

7 Marcha inadequada (eco) Equilíbrio, estabilidade, localização dos passos Pés evertidos e pronados, quadril em rotação lateral Referências Consultadas FONSECA, V. Educação Especial: programa de estimulação precoce: uma introdução às idéias de Feverstein. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, MUNSTER, M. A. V. & ALMEIDA, J. J. G. Atividade física e deficiência visual. In: GORGATTI, M. G. & COSTA, R. F. Atividade física adaptada. Barueri SP, Manole, MUNSTER, M. A. V. & OLIVEIRA E FILHO C. W. A iniciação e o acompanhamento do atleta deficiente visual. In: Sociedade Brasileira de Atividade Física Adaptada. Temas em educação física adaptada. Curitiba, Sobama, 2001, p WELSH, R.L; BLASCH, B.B. Fundamentacion de Orientação e Mobilidade. NeW York: American Foundation for The Blind,

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