A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

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1 A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC LORENZET, Simone Vergínia - SME / Chapecó/SC TOZZO, Astrit Maria Savaris - SME / Chapecó/SC SUTTILI, Sueli - SME / Chapecó/SC Resumo Eixo Temático: Educação da infância Agência Financiadora: Não contou com financiamento Este artigo relata o trabalho realizado pela Secretaria de Educação do município de Chapecó- SC, no processo de realização da construção de um currículo para a educação infantil, apresentando as temáticas das discussões e ações que nortearam o trabalho da equipe pedagógica e dos professores da rede municipal de educação. Enfatiza a preocupação de qualificar o trabalho com as crianças buscando fundamentos no Materialismo Histórico Dialético, na Teoria Sócio-Histórica, na Pedagogia Histórico-Crítica de Dermeval Saviani e, ainda, a respectiva Didática desta pedagogia desenvolvida por João Luiz Gasparin. Destaca o papel da linguagem, das brincadeiras e das interações no desenvolvimento infantil e da importância do currículo para ajudar a organizar e direcionar a tomada de decisões e procedimentos, apresentando situações para que às crianças possam desenvolver suas capacidades, vinculadas à aprendizagem de saberes culturais que lhes permitem conhecer o mundo que as envolvem. Salienta que o currículo precisa ser coerente às necessidades e interesses das crianças e estar conectado as suas experiências, reconhecendo e respeitando a diversidade. No currículo, as questões do educar e o cuidar também foram contempladas, por se considerar que são a base do desenvolvimento das crianças. Retoma as linguagens da infância, dando ênfase nas cinco linguagens: oral e escrita, artística, natureza e sociedade, matemática e movimento, atendendo as bases do Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil. Organiza o currículo em berçário, maternal e pré-escolar, apresentando para cada nível uma fundamentação coerente com a faixa etária e possibilidades de trabalho de acordo com o desenvolvimento de cada turma.

2 6607 Palavras-chave: Educação Infantil. Currículo. Planejamento. Linguagens. Introdução A Educação Infantil assumiu uma nova identidade no quadro da Educação Brasileira. É a primeira etapa da Educação Básica devido aos olhares que possibilitaram a efetivação de uma proposta de caráter pedagógico para a criança de 0 a 6 anos, que tem o direito de se manifestar nas diversas linguagens, através de vivências e experiências infantis. Ao pensar na criança como um sujeito histórico em constante transformação, os educadores da rede municipal se desafiaram a desenvolver um currículo, que buscasse atender as necessidades e interesses em todos os aspectos, garantindo educação de qualidade e o direito à infância. Na elaboração do currículo, o envolvimento e a participação dos educadores foram de extrema importância, pois se partiu das diferentes concepções que se tinha de currículo, de educação infantil, de infância, de aprendizagem e de Centros de Educação Infantil, para discutir as questões: - Como garantir na rede municipal um currículo que respeite e valorize a infância? - Como criar ao mesmo tempo uma identidade da Educação Infantil Municipal, e de cada Centro de Educação Infantil em particular, respeitando e valorizando as características e particularidades da infância? Para responder a estas questões, os Educadores da Rede Pública Municipal, sob a coordenação da SED, começaram o diálogo em todos os CEIMs, onde resgataram a história da educação infantil, a concepção de criança, de educação infantil, de currículo e a função social dos CEIMs. O grande desafio desse trabalho foi à organização do currículo para a Educação Infantil dentro cinco linguagens: oral e escrita, artística, natureza e sociedade, matemática e movimento. O processo da construção do currículo para a educação infantil Para o processo de realização da construção de um currículo para a educação infantil, foram realizados muitos encontros para estudo, debates e produções. Nesses encontros, ficou evidente o compromisso dos profissionais da Educação Infantil com a criança e tudo que a ela

3 6608 se relaciona. O resultado desse primeiro momento levou a SED a organizar encontros por níveis: berçário, maternal e pré-escolar. As problematizações para esses encontros foram: Como são as crianças nas diferentes faixas etárias? O que fazem/sabem? O que precisamos trabalhar para a criança se desenvolver/aprender? O quê e como fazer? Então foram estudados textos, artigos e livros relacionados, desde os fundamentos do Materialismo Histórico Dialético, da Teoria Sócio-Histórica, da Pedagogia Histórico-Crítica de Dermeval Saviani e da Didática dessa pedagogia desenvolvida por João Luiz Gasparin, como as teorias do desenvolvimento das crianças em cada faixa etária e de como aprendem. Foram também estudados e discutidos elementos para subsidiar a construção do currículo na Educação Infantil. Na sequência, organizaram-se momentos por regiões, em que o objetivo era reorganizar os registros/produções dos níveis: berçário, maternal e pré-escolar por linguagens: matemática, oral e escrita, expressão artística, movimento e natureza e sociedade. A partir disso, e com a ajuda do grupo de estudos da educação infantil, foi organizado um Quadro de Ênfase, que serviu de subsídio para o planejamento, por se referir a conceitos essenciais presentes em todo o processo da educação infantil e que explicita as sugestões de ênfase ou prioridades que o conceito terá em cada nível. A partir desses encontros e das avaliações, foi planejada a formação dos educadores. O tema escolhido para trabalhar foi: A infância e suas linguagens, que focou as possibilidades curriculares nas diferentes linguagens. Em cada encontro, os palestrantes, professores especialistas da área, discutiram com os educadores, as características das crianças e que conceitos são possíveis trabalhar em cada nível, dentro das diversas linguagens. Focou-se na linguagem do movimento, devido à implantação da Educação Física na Educação Infantil. A culminância desse trabalho foi a Mostra Pedagógica da Educação Infantil, onde, após uma conversa (palestra/bate papo) com o professor e escritor Gabriel de Andrade Junqueira Filho, os educadores tiveram a oportunidade de apresentar, visitar e conhecer os trabalhos realizados na Educação Infantil, e a comunidade escolar também pode prestigiar e sinalizar o que ainda estava faltando enquanto formação. Como resultado dos encontros, foram produzidas as considerações a seguir. A criança e a construção do conhecimento

4 6609 Ao fornecer informações e explicações acerca das características e atividades da criança nos vários períodos do seu desenvolvimento, autores como Vygotsky e Wallon ressaltam que ela aprende a partir das múltiplas interações que estabelece com o meio histórico-cultural, constrói conhecimentos que fazem parte do seu dia-a-dia e aqueles que ela reelabora nos Centros de Educação Infantil. A contribuição da teoria de Vygotsky nos faz compreender o papel da linguagem, da brincadeira e das interações no desenvolvimento infantil, apontando que a construção do conhecimento acontece no desenvolvimento das funções psicológicas superiores, com a apropriação de signos e instrumentos dentro de um contexto de interação. A linguagem exerce função primordial, pois é a comunicação social enquanto instrumento do pensamento que permite à criança representar abstratamente o real e atuar sobre ele. A relação entre pensamento e linguagem é atribuída à necessidade de intercâmbio entre os sujeitos, sendo dois processos independentes que após a aquisição da fala se articulam formando o pensamento verbal, ou a linguagem racional. A partir desse momento, o ser humano passa a ter um modo de funcionamento psicológico mediado pelo sistema simbólico da linguagem que age como organizadora da própria atividade humana espaço para a construção do sujeito histórico. A linguagem constitui-se em um processo histórico-cultural, para além da comunicação. Permite ao sujeito modificar-se a partir das interações sociais, as quais possibilitam a aquisição e elaboração das funções psicológicas superiores, para poder transformar o social no qual está inserido. O signo é o instrumento mediador que tem como função a organização do pensamento, decorrente da possibilidade de generalizar e abstrair as experiências dos sujeitos. (SANTA CATARINA, 1997, p. 17). Para Vygotsky (1992), o desenvolvimento do pensamento pode ser demonstrado através do processo de aquisição dos conceitos científicos, que são diferentes dos conceitos espontâneos. Os conceitos científicos não ocorrem de forma espontânea, mas da organização de estratégias específicas que envolvem uma multiplicidade de linguagens. Já os conhecimentos cotidianos advêm da prática social. São construídos pela observação, experiências e vivências. É participando de situações do dia-a-dia que a criança aprende com os adultos ou com outras crianças. Além da função da linguagem apontada por Vygotsky e Wallon como instrumento do pensamento, a quem é dada ênfase à linguagem verbal, não se podem desconsiderar as demais

5 6610 linguagens da criança como forma de comunicação e expressão. É na interação social que as crianças são inseridas na linguagem. Cada uma das linguagens que permeia o trabalho da educação infantil tem seu conjunto de regras e princípios de funcionamento próprio. Elas são diferentes umas das outras, requerendo investimentos diferenciados para serem apropriadas por crianças e professores. Na especificidade da Educação Infantil, quem media o processo de aquisição e construção do conhecimento é o educador. Um profissional habilitado e comprometido que proporciona situações de aprendizagem e desafios, auxiliando as crianças a ampliar as linguagens que usa para representar e exprimir sua forma de compreender o mundo. É importante que o educador de Educação Infantil tenha uma atuação que seja promotora da aprendizagem e do desenvolvimento das crianças, no sentido de lhes garantir o direito à infância. Um dos caminhos pelo qual a criança compreende o mundo é pelo brinquedo. As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação. Para Kishimoto (2000), o brinquedo enquanto objeto é suporte da brincadeira, pois estimula e flui o imaginário infantil. A brincadeira é ação que a criança desempenha ao mergulhar na ação lúdica, sendo que, o faz de conta deixa mais evidente a presença da situação imaginária permitindo a expressão de regras implícitas que se materializam nos temas das brincadeiras. A brincadeira tem significados diversos no seu desenvolvimento. Para elas, brincar é ação e vida, pensamentos e descobertas, palavras e gestos, alegrias, emoções, tensão e liberdade. O prazer motivado pela curiosidade e pelo desafio está sempre presente, é razão em si do ato de brincar. Currículo na Educação Infantil É possível que muitos perguntem: currículo na educação infantil para quê? Somente essa pergunta já caracterizaria a necessidade de um currículo, pois nenhum projeto educativo pode se furtar a indicar suas intenções e possíveis caminhos. Uma proposta curricular carrega diferentes dimensões: ora é prescrição (o que se deve fazer), ora é projeto (o que se pretende fazer), por vezes toma a forma de objetivos (o que se quer alcançar) e por outras traduz as vivências da escola (o que se faz de fato). O currículo

6 6611 explicita o modo pelo qual a escola organiza o seu modo de ensinar, os conhecimentos que prioriza o desenvolvimento das crianças, os processos de ensinar e aprender dos diferentes grupos. Tratar das questões curriculares nas instituições de educação infantil significa responder o que compreendemos e quais são as nossas concepções de criança e de infância, do brincar, cuidar e educar, dos adultos profissionais que trabalham com essas crianças -, dos espaços e tempos escolares. Cada resposta indica possibilidades na construção cotidiana do projeto educativo dos centros de educação infantil. O material apresentado nessa proposta curricular pretende ser apenas um dos muitos passos nessa construção. Entendemos que ele precisa criar corpo e significado nas ações cotidianas desenvolvidas nas escolas pelos diferentes sujeitos do processo pedagógico. Berçário No berçário educar e cuidar assumem um papel de destaque, que na realidade quer enfatizar a relevância e o direito da criança de ser educada e cuidada como um processo indissociável, garantindo assim, o desenvolvimento integral da mesma. O nível de berçário atende crianças, na sua maioria em período integral, que apresentam características, interesses necessidades e nível de desenvolvimento e aprendizagem variados, sendo que, avançam gradativamente para uma relativa autonomia e independência. Os primeiros vínculos afetivos construídos e as experiências positivas que as crianças vivenciam, propiciam o desenvolvimento da autoestima, e consequentemente estarão se socializando, interagindo, participando em todas as atividades propostas. A criança necessita de um ambiente desafiador, que transmita segurança, confiança e estímulos variados uma vez que nessa fase as mudanças são muito rápidas. Embasado na perspectiva histórico-cultural, o currículo da Educação Infantil municipal de Chapecó foi organizado em cinco linguagens: oral e escrita, artística, natureza e sociedade, matemática e movimento, atendendo as bases do Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (RCNEI). O currículo é a base do planejamento da ação pedagógica desenvolvida pelo professor, indicando os conteúdos, objetivos e critérios de avaliação que são necessários para

7 6612 o desenvolvimento integral da criança, dentro de uma proposta educativa que considera os diferentes níveis de desenvolvimento infantil. O objetivo do trabalho pedagógico no berçário com as diferentes linguagens é construir aprendizagem significativa para as crianças, valorizando o brincar, o falar, o descobrir, auxiliando na construção de sua identidade. O trabalho com a linguagem oral e escrita possibilita a criança, através das interações em situações espontâneas ou mediadas, expressar seus desejos e necessidades, ampliando gradativamente seu vocabulário e a percepção de representações gráficas. A linguagem artística permite levar a criança a vivenciar as diferentes formas de expressões artísticas, demonstrando pensamentos e sentimentos, na manipulação de objetos e materiais significativos e através destes interagir com o meio onde vive. A linguagem natureza e sociedade objetiva, através da interação e da mediação, proporcionar que as crianças possam estabelecer relações com o meio ambiente, com as pessoas que convive e principalmente com o seu próprio corpo, observando as sensações que ele produz. Através da linguagem matemática, as crianças têm a possibilidade de interagir com noções numéricas, espaciais, formas, tamanhos, cores, agrupamentos, vivenciando os conceitos presentes no seu cotidiano, na exploração de materiais e atividades lúdicas. A linguagem do movimento é fundamental nessa faixa etária, pois, o corpo é para o bebê o seu canal de comunicação com o meio e com o outro. O professor, no desenvolvimento da ação pedagógica com a criança do berçário, deve estimular o movimento corporal utilizado nos jogos e brincadeiras que devem ser como estratégias e metodologias, brincando com o que a criança mais conhece que é o próprio corpo, vínculo de expressão e prazer. Maternal As crianças em idade de maternal estão em processo de desenvolvimento e reconhecimento de si mesmas e dos outros. Estão interessadas em descobrir, tudo é explorado e manipulado, produzindo sons e movimentos. Demonstram equilíbrio e flexibilidade, participam das atividades de correr, pular, subir e descer de lugares e obstáculos, em constante busca do novo, dentro do ritmo de cada um.

8 6613 Nos jogos, nas brincadeiras de faz-de-conta, e nos espaços organizados em sala as crianças demonstram os conhecimentos já trabalhados. O espaço deve ser lúdico, transmitir segurança, tanto para os pais quanto para as crianças, e também privilegiar a brincadeira, a diversidade, as relações entre as crianças de diferentes idades, a espontaneidade, o cuidado e a educação de forma indissociável. Neste sentido, o planejamento da ação educativa como um todo, deve estar sempre voltado aos interesses e necessidades das crianças, para que assim, a infância seja respeitada. A linguagem oral e escrita possibilita a criança participar de diversas situações (reais ou de faz-de-conta), fazendo uso correto e adequado da linguagem oral bem como explorar diferentes materiais impressos ampliando as possibilidades de leitura (leitura incidental, ou seja, a criança imita o ato de ler). Através da linguagem artística as crianças são estimuladas a manipular diferentes objetos e materiais, e expressar-se demonstrando sua criatividade, sentimentos e pensamentos através do desenho, da pintura, da modelagem, da música, dos sons, da dança, das expressões corporais, faciais e também ao apreciar obras de arte como: desenhos, fotografias, pinturas, esculturas, etc. A linguagem natureza e sociedade possibilita a interação com o meio natural e social, percebendo a necessidade dos cuidados com o corpo e consequentemente com a saúde desenvolvendo hábitos de preservação, responsabilidade, respeito e valorização com referência ao meio ambiente e ao lugar que vivem, estabelecendo vínculos afetivos com as pessoas com quem convivem. Através da linguagem matemática as crianças interagem em situações do dia-a-dia, representando quantidades através dos colegas, objetos, brinquedos, identificando atributos que permitem classificar, ordenar, perceber diferenças e semelhanças. Permitindo que através das brincadeiras possam desenvolver e expressar noções de organização de espaço e tempo. A linguagem do movimento é a melhor ferramenta para o trabalho educativo, pois as crianças são extremamente ativas, gostam e necessitam aprender de forma lúdica e prazerosa. O objetivo, portanto é que a criança conheça o seu corpo e o corpo do outro, ampliando gradativamente a consciência e o controle motor utilizando jogos e brincadeiras como estratégia. Pré-escolar

9 6614 A criança é sujeito histórico e de direitos que, nas interações e práticas cotidianas que vivencia constrói sua identidade pessoal e do grupo onde vive. A Pré-escola deve proporcionar as crianças de 4 e 5 anos de idade formação integral através da aprendizagem e desenvolvimento psicossocial (cognitivo, físico, social e afetivo), tendo na ação pedagógica a necessidade, interesse, realidade e os conhecimentos infantis como ponto de partida. A família e a instituição educativa devem andar juntas, auxiliando uma a outra, sendo que a família tem o dever de estimular a criança auxiliando-a nas atividades de casa, participando das reuniões e mantendo o vínculo com os professores interessando-se assim pela vida escolar do seu filho(a). Neste sentido, a aprendizagem da linguagem oral e escrita na pré-escola é considerada fundamental na ampliação da capacidade de inserção e comunicação no mundo letrado pelas crianças, pois se constitui como um dos eixos básicos da educação infantil para a formação do sujeito crítico que se encontra em constante processo de construção do conhecimento e desenvolvimento do pensamento. Através da linguagem artística as crianças conhecem e exploram diversas possibilidades e diferentes materiais com a intenção de ampliar a capacidade de expressão e comunicação presentes no cotidiano infantil, proporcionando que as crianças criem situações que favoreçam o desenvolvimento da criatividade relacionada ao meio no qual estão inserida. A linguagem natureza e sociedade possibilita a criança estabelecer relações entre o meio social e natural do qual faz parte, proporcionando assim a compreensão da importância dos cuidados com a saúde, preservação do meio ambiente, bem como o respeito e a construção dos vínculos afetivos para uma boa convivência social. A partir da linguagem matemática a pré-escola proporciona condições de aprendizagem em situações com números, relações de quantidade e noções de tempo e espaço tornando assim a criança autônoma na resolução de problemas da sua vida cotidiana. Por meio da linguagem do movimento, as crianças vão adquirindo maior controle sobre o corpo, desenvolvendo formas de ação, conhecimento e interação. As atividades rítmicas e expressivas são incorporadas aos jogos e brincadeiras como temas a serem trabalhados, pois, as crianças da idade de pré-escola já possuem a capacidade de representação mental desenvolvida para entenderem regras simples. Por isso, o planejamento a partir das diferentes linguagens deve contemplar a necessidade real da turma na qual o

10 6615 professor desenvolve o seu projeto, proporcionando um trabalho de qualidade à criança, estimulando e motivando a necessidade de ampliar seus conhecimentos e experiências. Considerações finais As crianças possuem especificidades que as caracterizam como sujeitos que sentem e pensam o mundo de um jeito próprio, sendo nas interações que estabelecem com as pessoas e com o meio, que revelam seu esforço para compreender o mundo em que vivem. Nesta perspectiva, a criança é vista como parte desse mundo que determina e é determinada. Um ser humano em processo de humanização, um ser histórico social construtor do seu desenvolvimento e do seu conhecimento. A criança estabelece interações com o meio, definido com base nas características sociais e culturais, repleto e variável em significações nos diferentes contextos, considerando o que é específico da infância, seu poder de imaginação, fantasia e criação. É fundamental ressaltarmos a importância da Educação Infantil porque é nesta etapa que as crianças desenvolvem-se no meio onde estão inseridas nos diferentes aspectos: cognitivo, social, psicológico e emocional de forma quantitativa e qualitativa. Os vários aspectos e dimensões do desenvolvimento não são áreas separadas e para isto é fundamental considerarmos a infância como um todo, ampliando suas experiências e conhecimentos, estimulando seu interesse pelo processo de transformação e pelo convívio em sociedade. Essa nova dimensão da Educação Infantil é indiscutível, por isso é necessário um currículo específico para o berçário, maternal e pré-escolar, que seja elaborado por quem estuda a infância e trabalha com ela. Neste contexto, a Educação Infantil tem como finalidade um trabalho educativo e de qualidade, resgatando a função social dos espaços educativos que é a aproximação dos conceitos científicos como meio de exercício da cidadania, estimulando e motivando a necessidade de ampliar seus conhecimentos e experiências e de alcançar progressivos graus de autonomia frente às condições de seu meio. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.

11 6616 JUNQUEIRA FILHO, Gabriel de Andrade. Linguagens Geradoras: Seleção e articulação de conteúdos em educação infantil. Porto Alegre: Mediação, KISHIMOTO, Tizuko M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, SANTA CATARINA. Proposta Curricular de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio: Formação docente para Educação Infantil e séries iniciais, Florianópolis: COGEN, VYGOTSKY, L. S. Pensamento e linguagem. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, Formação social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.

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