AVALIAÇÃO NA PRÉ-ESCOLA UM OLHAR SENSÍVEL E
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- Regina de Carvalho di Castro
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1 Universidade Federal de Ouro Preto Professor: Daniel Abud Seabra Matos AVALIAÇÃO NA PRÉ-ESCOLA UM OLHAR SENSÍVEL E REFLEXIVO SOBRE A CRIANÇA Capítulo 03: Avaliação e Desenvolvimento Infantil Jussara Hoffmann Mariana 2013
2 Para Hoffmann na medida em que se amplia a discussão sobre a intencionalidade da educação infantil, amplia-se a discussão sobre o próprio significado da avaliação; Estudos e pesquisas invalidam as funções assistencialista e compensatória da creche e da pré-escola; Esses estudos destacam a função social desses ambientes, em nosso tempo, devido a uma série de motivos, como:
3 A teoria de Piaget é chamada de construtivismo, porque segundo ele, o conhecimento se constrói essencialmente na interação do sujeito com o objeto; Cada criança têm a sua história e a sua percepção de um objeto ou participação de uma brincadeira serão significativas para ela a partir dos próprios esquemas de pensamento já construídos;
4 Para isso, é necessário que o educador: Conheça as reações das crianças; Perceba suas tentativas, limites e possibilidades; Planeje as ações pedagógicas a partir de tais observações e reflexões. A grande contribuição de Piaget para a educação é o seu anúncio da complexidade da questão da construção do conhecimento pela criança ao longo do desenvolvimento.
5 É importante destacar, a concepção da avaliação da aprendizagem de uma criança, para Vygotsky: Para ele, todo indivíduo tem possibilidades intrínsecas de desenvolvimento e progressos intelectual; Deve-se então procurar analisar o potencial de aprendizagem, tendo como alvo pedagógico o desenvolvimento do potencial avaliado e não a simples determinação dos déficits de aprendizagem.
6 Sendo assim é tarefa essencial do avaliador, realizar a mediação, como intervenção pedagógica desafiadora do potencial de cada criança; É papel do avaliador buscar uma articulação significativa entre os conceitos construídos pela criança e formais mais elaboradas de compreensão da realidade; Essas concepções implicam em posturas contrárias à constatação e registro de resultados alcançados pela criança a partir de ações dirigidas pelo professor;
7 É necessário que o educador seja coerente com a dinâmica do processo de desenvolvimento da criança, acompanhando as ações da mesma e confiando em sua evolução de pensamento; O educador, deve abandonar listagens de comportamentos uniformes e padronizados; É seu papel buscar estratégias de acompanhamento da história que cada criança vai construindo ao longo de sua descoberta do mundo.
8 A teoria construtivista reúne quatro importantes fatores que explicam o desenvolvimento da criança: A maturação (Física e neurológica); As experiências ricas e significativas com os objetos do mundo físico; A transmissão social; A equilibração (Ênfase na ação física e mental do sujeito); Esses fatores apresentam-se como indissociáveis em termos do seu desenvolvimento. Isto torna impossível avaliar cada domínio isoladamente.
9 Contrariamente a essa visão é comum encontrarmos em creches e pré-escolas, fichas de avaliação nas quais há dissociação das áreas de desenvolvimento de uma criança; Nessas fichas as áreas afetivas são privilegiadas e não há conexão com uma visão da totalidade na construção do conhecimento; Essas fichas apresentam grande número de itens referentes à atitudes da criança, seguidos de pareceres descritivos dos professores sobre o comportamento das crianças nas diversas atividades e momentos da rotina;
10 Esse modelo da origem a uma série de procedimentos avaliativos discutíveis; A criança passa a ser julgada capaz ou incapaz de ingressar na primeira série, a partir de parâmetros confusos e teoricamente frágeis. Muitas vezes a pré-escola absorve parâmetros do ensino regular em termos de expectativas de professores das primeiras séries para julgar a capacidade das crianças e até reprová-las;
11 Serão apresentados a seguir, alguns itens de uma ficha de avaliação, elaborada com base na divisão comportamentalista de três áreas de desenvolvimento, que deverá ser preenchida pelo professor usando os seguintes códigos: S Sempre QS- Quase sempre AV Algumas vezes R Raramente N Não ainda Em todas as ocasiões a criança demonstrou o comportamento esperado; Na maioria das vezes demonstrou o comportamento esperado. Algumas das vezes demonstrou o comportamento esperado. Poucas vezes demonstrou o comportamento esperado. Ainda não demonstrou o comportamento esperado.
12 Aspecto Afetivo 1ª 2ª Tem iniciativa para perguntar Demonstra interesse por coisas novas Concentra atenção Inicia, persevere e conclui suas tarefas. Apresenta sugestões próprias Aspecto social 1ª 2ª Mantém bom relacionamento com os colegas. Mantém bom relacionamento com a professora. Compartilha brinquedos, jogos e materiais. Sabe brincar e trabalhar em grupo. Participa de todas as tarefas.
13 Aspecto Perceptivo - Motor 1ª 2ª Rola objetos de maneira organizada???? Senta adequadamente. Flexiona os músculos. Anda coordenadamente em atividades variadas. Mantém o equilíbrio com o corpo ou com objetos. Aspecto Cognitivo 1ª 2ª Conhece as propriedades dos objetos. Identifica, citando as partes do seu corpo. Realiza imitações e mímicas. Relata experiências de seu meio físico e social. Possui um bom vocabulário.
14 Tal ficha apresenta uma série de equívocos teóricos, tais como: A mesma ficha é preenchida na escola sobre crianças de 3 a 6 anos, negando as possibilidades próprias das crianças em diferentes idades; Estabelece como código referencial, classificações nitidamente próximas ou difusas sobre o alcance de cada criança; Separa os aspectos afetivos dos aspectos sociais, apresentando uma lista de expectativas, sobre as crianças nos quatro quadros.
15 O conjunto de equívocos presentes na ficha, pretende ser representativo da análise do desenvolvimento de várias crianças, comparando-as e desrespeitando-as em suas características próprias; Nota-se a necessidade de aprofundamento em concepções teóricas sobre a infância e o desenvolvimento infantil pelos profissionais que elaboram ou respondem esses instrumentos de avaliação.
16 Não há como se falar em ação avaliativa, enquanto acompanhamento e mediação, que não aconteça no cotidiano da ação educativa e que não absorva a dinâmica da construção do conhecimento; Mediação significa um estado de alerta permanente do professor do professor que acompanha e estuda a história da criança em seu processo de desenvolvimento;
17 Piaget, para entender o pensamento das crianças, propunha aos pesquisadores que não seguissem roteiros de perguntas prontas; Ele sugeria que os professores ajustassem suas perguntas às hipóteses e aos resultados que cada criança gradativamente alcançava, para acompanhar verdadeiramente seu raciocínio. Os registros de avaliação, deverão resguardar a singularidade da história de cada criança e do acompanhamento dessa história construída a partir de suas vivências de grupo.
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