Procedimento Operacional Nome do procedimento: Calibração, Aferição, Instrumentação e Ferramentaria Data da Revisão: 13/05/2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Procedimento Operacional Nome do procedimento: Calibração, Aferição, Instrumentação e Ferramentaria Data da Revisão: 13/05/2011"

Transcrição

1 Data da 1/ 7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento Diretoria de Negócios Vendas Service Qualidade Suprimentos Fabrica Gestão de Materiais Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável Rubrica Vicente D Arco Roberto Saghi Kellen Coração Luara Rebechi Edison Momi Carlos Reis Luiz Gustavo Verdelone 1. Objetivo Descrever a forma de executar o processo de calibração, aferição dos instrumentos de medições e controlar os instrumentos e ferramentas utilizadas na Siner. 2. Abrangência Este procedimento é aplicável a Gestão de Materiais, Qualidade, Fábrica, Service e Suprimentos. 3. Definições PO Procedimento operacional PV Pedido de Venda RNC Relatório de Não Conformidade RBC Rede Brasileira de Calibração 4. Procedimento Premissas

2 Data da 2/ 7 A Calibração dos Instrumentos utilizados como padrões para as aferições, ou em laudos e análises deverão ser realizadas anualmente por um laboratório especializado com padrões calibrados pela RBC. A Aferição dos Instrumentos deverão ser realizadas a cada 4 meses, utilizando seus padrões calibrados pelo sistema RBC. Efetuar controle de localização dos equipamentos e ferramentas. 4.1 Processos de Calibração Identificação Os Instrumentos de medições que estiverem com seu prazo de calibração vencido, com variações bruscas nas medições, desvio fora dos padrões pré estabelecidos durante os ensaios ou que tenham sido danificados, devem ser enviados para um laboratório de calibração para a certificação de sua precisão. Os equipamentos cuja finalidade forem de treinamento não necessitam ser calibrados, porém os mesmos devem ser devidamente identificados, não podendo ser utilizados no processo produtivo e nem para análises, somente para treinamento. Estes Equipamentos serão apenas comparados com padrões calibrados conforme o processo de aferição, conforme item Laboratório para Calibração O laboratório de calibração deve ter os padrões calibrados e rastreabilidade pelo RBC na unidade de medida do próprio equipamento Efetuar Processo de Compra Para o Serviço de Calibração Após determinar um laboratório para efetuar a calibração dos equipamentos, a Qualidade deverá fazer uma solicitação de compra para este serviço, sendo uma solicitação por laboratório de calibração e um serviço por equipamento Disponibilização Para Envio do Instrumento à Calibração O envio do instrumento de medição para calibração deve ser programado pela Qualidade, visando não deixar seu prazo de calibração vencer.

3 Data da 3/ 7 Na planilha de R GQ 22 Controle de Localização dos Equipamentos, devem ficar destacados os equipamentos em processo de calibração. O instrumento deve ser encaminhado para a área de Gestão de Materiais devidamente identificado através do R GQ 19 Ficha de Material para Troca/Conserto/Calibração onde deve estar informando que o equipamento deverá ser calibrado Tratativas Para o Envio do Equipamento ao Fornecedor Antes de enviar o equipamento, a área de Gestão de Materiais deve entrar em contato com o laboratório de calibração para se informar sobre os procedimentos de envio de equipamento para calibração, o local de envio e os dados do responsável que receberá o equipamento Envio do Equipamento ao Laboratório A área de Gestão de Materiais deve se programar para o envio do equipamento ao laboratório de calibração, agendando o transporte e solicitando a nota fiscal. No envio do equipamento o Instrumento deve estar bem embalado, para que não sofra danos e deve estar acompanhado do R GQ 19 Ficha de Material para Troca/Conserto/Calibração atualizado e digitado. Após a impressão da nota fiscal, a área de Gestão de Materiais deve salvar uma cópia da nota fiscal na pasta de processos referente ao instrumento no servidor, e atualizar as informações na planilha de R GQ 21 Controle de Conserto e Calibração da Instrumentação Confirmação de Recebimento Após a entrega do equipamento no laboratório de calibração, a área de Gestão de Materiais deve confirmar a entrega do equipamento e atualizar a planilha de R GQ 21 Controle de Conserto e Calibração da Instrumentação. Também deve se informar sobre o número de OS (ordem de serviço) e a data estimada para a conclusão do serviço Análise do Instrumento Pelo Laboratório Caso o Laboratório de Calibração informe que será necessário realizar reparos no instrumento e isso terá um custo além do previsto na Calibração, a Qualidade deve gerar uma nova solicitação de compra onde deve constar apenas o serviço do reparo.

4 Data da 4/ Viabilidade do Reparo Caso o equipamento não tenha conserto, ou fique inviável o reparo devido ao elevado custo comparado com a aquisição de uma nova peça, a área da Qualidade analisará o que será mais viável financeiramente, o conserto do equipamento danificado ou a compra de uma nova peça Retorno do Equipamento à Siner Após o laboratório de calibração liberar a retirada do equipamento, o setor de Gestão de Materiais deverá providenciar a coleta, realizar seu procedimento interno na chegada do equipamento (recebimento) atentando se à nota fiscal que deve ser de devolução da nota fiscal emitida pela Siner. Por fim disponibilizar o equipamento à Qualidade Conferência do Serviço de Calibração do Instrumento Após a liberação do equipamento pela área de Gestão de Materiais, a Qualidade deve verificar o número de série e analisar o instrumento como um todo, levando em consideração que o mesmo deve estar em plenas condições de uso, tanto em aparência quanto em funcionamento. Verificar se o mesmo está identificado com o adesivo onde constam a data de calibração e o número do certificado. Verificar se foi enviado o certificado de calibração do equipamento e dos padrões utilizados. Após essa verificação, a Qualidade deve atualizar a planilha de R GQ 21 Controle de Conserto e Calibração da Instrumentação Reenvio do Equipamento ao Fornecedor Se após o retorno surgir algum defeito, o equipamento deve ser reenviado para análise do laboratório responsável pela calibração. A Qualidade entrará em contato com o laboratório de calibração para informar o ocorrido, e o equipamento será disponibilizado à área de Gestão de Materiais para o reenvio do equipamento ao laboratório de calibração Arquivo e Controle dos Certificados de Calibração

5 Data da 5/ 7 A Qualidade deve atualizar a planilha de R GQ 20 Controle dos Certificados de Calibração e Aferição, com o número do certificado, data da calibração, data de validade e nome do certificador. Arquivar uma cópia do certificado digitalizada na pasta de fotocópias dentro da pasta Certificados de Calibração e Aferição no servidor e o certificado original juntamente com a cópia do certificado dos padrões utilizados na pasta de Certificados de Calibração e Aferição no Armário Processos de Aferição Aferição dos Instrumentos A Qualidade deve efetuar as aferições dos instrumentos. Para aferir um instrumento, é necessário que o equipamento a ser aferido seja comparado com um equipamento que seja o padrão de referência, e que tenha sido calibrado pelo sistema RBC. O equipamento deve estar em perfeitas condições de uso, verificar nível de carga da bateria, botões em geral, displays, medidores e pontas de prova. Na aferição do equipamento, deve se seguir os ensaios relacionados no R GQ 26 Certificado de Aferição de cada equipamento. Caso aconteça do equipamento ter desvios maiores que os descritos no certificado, o mesmo deverá ser enviado para uma assistência técnica para efetuar ajustes das medições. Após a aferição do equipamento, deve ser colado um selo onde consta a data da aferição e o número do certificado que deverá ser emitido pela qualidade durante a aferição Arquivo e Controle dos Certificados de Aferição A Qualidade deve atualizar a planilha de R GQ 20 Controle dos Certificados de Calibração e Aferição, com o número do certificado a data da aferição do equipamento e arquivar uma cópia do certificado digitalizada na pasta de fotocópias dentro da pasta Certificados de Calibração e Aferição no servidor, e o certificado original juntamente com a cópia do certificado dos padrões utilizados na pasta de Certificados de Calibração e Aferição no Armário Controle dos Instrumentos e Ferramentas Solicitação de instrumentos e ferramentas

6 Data da 6/ 7 Todos os colaboradores que tiverem a necessidade de usar quaisquer instrumentos de medições ou ferramentas, tanto em obras quanto em fabrica, devem solicitar com máxima antecedência possível por , telefone ou pessoalmente à Qualidade, os equipamentos necessários para o seu serviço Check list do instrumento Todo equipamento quando separado para o envio a obra ou no retorno da mesma deve passar por um check list conforme o R GQ 27 Ficha Check list da Instrumentação, onde um colaborador da Qualidade deve verificar, se o equipamento se encontra em boas condições Controle de localização da instrumentação e Todos os equipamentos solicitados a Qualidade, devem ser registrados na planilha R GQ 22 Controle de Localização de Equipamentos ou na planilha R GQ 23 Controle de Localização de Ferramentas, sempre que houver alguma retirada ou chegada de equipamento. Na retirada de equipamento para o envio a obra, a Qualidade deve gerar uma R GQ 28 Declaração para Transporte de Equipamento. 5. Indicador de Desempenho Não aplicado 6. Relatórios Aplicáveis Não aplicável 7. Documentos e Controles Relacionados R GQ 19 Ficha de Material para Troca/Conserto/Calibração R GQ 20 Controle dos Certificados de Calibração e Aferição R GQ 21 Controle de Consertos e Calibração da Instrumentação R GQ 22 Controle de Localização dos Equipamentos R GQ 23 Controle de Localização de Ferramentas R GQ 26 Certificado de Aferição de Equipamento R GQ 27 Check list da Instrumentação

7 Data da 7/ 7 R GQ 28 Declaração para Transporte de Equipamento.

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 008

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 008 1/5 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Inclusão da AP como de uso restrito e interno da SINER e revisão das responsabilidades do Responsável pelo Projeto. 02 Melhoria

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

Procedimento Operacional Nome do procedimento: Calibração, Aferição, Instrumentação e Ferramentaria Data da Revisão: 24/04/2012

Procedimento Operacional Nome do procedimento: Calibração, Aferição, Instrumentação e Ferramentaria Data da Revisão: 24/04/2012 Data da 1/ 7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Alteração dos números dos Registros e inclusão do Item 4 Diretoria de Negócio Vendas Service SGI Qualidade Suprimentos

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 20

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 20 1/ 8 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão e Adequação integral do PO 02 Adequação dos Registros e Padrões Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 023

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 023 1/ 7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão geral do documento e adequação dos registros e padrões 02 Expor de maneira clara o item 5.8 as áreas usuárias Demais envolvidos

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 026

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 026 1/7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão dos Indicadores 02 Revisão geral do documento 03 Item 4.1: Foi inserida uma aprovação final da Diretoria após o Gestor

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 023

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 023 1/ 7 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão geral do documento e adequação dos registros e padrões Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 01

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 01 1/ 6 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento 01 Adequação aos processos Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 02 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 002 / REV. 01 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Qualificação de Fornecedores e Controle de Matérias - primas e Embalagens POP - PRIMATO 002 / REV. 01 QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES Este método tem por

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional 1/11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão geral do documento 02 Adequação dos registros e padrões Adequação para o Sistema de Gestão Integrado, alteração do Item

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 04

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 04 1/ 6 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão e adequação integral do PO 02 Revisão na íntegra do PO Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável

Leia mais

Procedimento de Operação Padrão REVISÃO N o : 01 PÁG: 1 de 6

Procedimento de Operação Padrão REVISÃO N o : 01 PÁG: 1 de 6 1 OBJETIVO PÁG: 1 de 6 Estabelecer os princípios básicos para o uso de protetores auditivos na CP SOLUÇÕES. Facilitar a administração de todas as etapas para atender ao disposto no PCA Programa de Conservação

Leia mais

PAC 13. Calibração e Aferição de Instrumentos de Controle de Processo

PAC 13. Calibração e Aferição de Instrumentos de Controle de Processo PAC 13 Página 1 de 8 PAC 13 Calibração e Aferição de Instrumentos de Controle de Processo PAC 13 Página 2 de 8 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP 2015 ÍNDICE 1. Introdução... 2 2. Dos Objetivos Específicos... 2 3. Dos Envolvidos

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade. PO Procedimento Operacional

Sistema de Gestão da Qualidade. PO Procedimento Operacional Sistema de Gestão da Qualidade PO Procedimento Operacional Identificação: PO.07 Versão: 02 Folha: 1 de 3 Processo: Controle de Equipamentos de Medição 1. OBJETIVO Descrever a forma como devem ser controlados

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 11 1. OBJETIVO Estabelecer critérios para suprimento de materiais e serviços que impactam nos processos relacionados com o Sistema de Gestão da Qualidade, assim como para qualificação e avaliação

Leia mais

Produto Químico produtos que contém substâncias químicas que pode causar danos à saúde do trabalhador

Produto Químico produtos que contém substâncias químicas que pode causar danos à saúde do trabalhador SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO) Procedimento SUPRIMENTO DE PRODUTOS, MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TERCEIROS PR 7.3 Revisão: 00 Página 1 de 2 Requisito

Leia mais

ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE

ASSUNTO: SISTEMA OPERACIONAL NO ALMOXARIFADO DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO SAAE 1/6 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pela autarquia SAAE; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 001/2010 Estabelece normas e procedimentos para aquisição de serviços e recebimento, controle, guarda e distribuição de materiais permanentes e de consumo no âmbito do Poder Legislativo

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo definir os critérios aplicáveis para calibração / verificação de equipamentos de medição utilizados na empresa, cujas medições impactam na qualidade

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional Nome do procedimento: 1/ 6 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável Rubrica Diretoria de Engenharia e Operações

Leia mais

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL Valinhos 2013 Introdução: A finalidade deste manual é aprimorar a relação entre a Santa Casa de

Leia mais

Elaboração e controle de Declarações para Importação de Pequenas Quantidades

Elaboração e controle de Declarações para Importação de Pequenas Quantidades 1/8 Palavras-chave: Atmosferas, explosivas, declaração, importação. Exemplar nº: Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6 Referências Anexo A Modelo de Declaração

Leia mais

Elaboração e acompanhamento de Processos de Certificação

Elaboração e acompanhamento de Processos de Certificação Data: 06/06/2003 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento Anexo A Formulários 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável à

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO

GESTÃO AMBIENTAL PROGRAMA DE CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS NOCIVAS 1 - OBJETIVO ITEM PÁGINA 1 OBJETIVO 1 2 DEFINIÇÃO DOS TERMOS 2 3 REFERÊNCIAS (NORMAS/ LEGISLAÇÃO/ REQUISITOS APLICÁVEIS). 2 4 RESPONSABILIDADES E ATIVIDADES PARA CONTROLE DE SUBSTÂNCIAS. 3 5 ANÁLISE LABORATORIAL 4

Leia mais

Responsabilidades/ Autoridades

Responsabilidades/ Autoridades 1/5 1. OBJETIVO Garantir o abastecimento dos materiais Consignados e OPME do Hospital. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO OPME - Órtese Prótese e Materiais Especiais; CAF - Central de Abastecimento Farmacêutico;

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 014

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 014 1/ 14 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão integral do PO, Indicadores e adequação dos registros e padrões. 02 Adequação as normas ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007

Leia mais

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST

Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST Módulo 9 Ressarcimento de Danos Elétricos Revisão Motivo da Revisão Primeira

Leia mais

Manual do. Almoxarifado

Manual do. Almoxarifado Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades

Leia mais

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA Prezados Senhores, Face à constante processo de melhoria contínua nos procedimentos da Rede de Valor Le Postiche, elaboramos

Leia mais

MANUAL CONTRATAÇÃO DE EVENTOS PRÉ EVENTO A) ELABORAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E TRÂMITES PARA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA

MANUAL CONTRATAÇÃO DE EVENTOS PRÉ EVENTO A) ELABORAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E TRÂMITES PARA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA MANUAL CONTRATAÇÃO DE EVENTOS PRÉ EVENTO A) ELABORAÇÃO DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA E TRÂMITES PARA CONTRATAÇÃO DA EMPRESA 1) Reunião Prévia (Responsável: Secretaria Demandante) Solicitação de Contratação,

Leia mais

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda (São Paulo) DOCUMENTOS DA EMPRESA

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda (São Paulo) DOCUMENTOS DA EMPRESA PROCEDIMENTO PARA ENTREGA DE DOCUMENTOS PARA ACESSO Abbott Laboratórios do Brasil Ltda (São Paulo) Segue procedimento que deverá ser seguido exatamente como orientado para que o serviço contratado seja

Leia mais

TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013

TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013 TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 769/CIENTEC/2013 1. DO TERMO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO 1.1 A Fundação de Ciência e Tecnologia, torna público o presente Termo de Dispensa de Licitação, autorizada no expediente

Leia mais

1. OBJETIVO Prestar atendimento ao cidadão de maneira rápida, eficiente e eficaz, de acordo com os requisitos especificados pelo cliente.

1. OBJETIVO Prestar atendimento ao cidadão de maneira rápida, eficiente e eficaz, de acordo com os requisitos especificados pelo cliente. Sistema de Gestão do Programa Vapt Vupt SUPERINTENDENCIA DE VAPT VUPT E ATENDIMENTO AO PÚBLICO INSTRUÇÃO DE TRABALHO GESPRE APOIO TÉCNICO Responsável: Mariângela Alves de Melo Cópia Controlada - Revisão

Leia mais

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A.

POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. ÍNDICE DURATEX S/A POLÍTICA DE FORNECIMENTO DE BENS E SERVIÇOS DA DURATEX S.A. 1. OBJETIVO 2. PRINCÍPIOS GERAIS 3. REFERÊNCIAS 4. DEFINIÇÕES 4.1. DURATEX 4.2. UNIDADE REQUISITANTE 4.3. UNIDADE DESTINATÁRIA

Leia mais

ANEXO I DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

ANEXO I DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS ANEXO I Concorrência pública Nº 008/2014 Processo n.º DE.01.01.0034/2014 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS 1. VIGILÂNCIA HUMANA SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA VIGILANTE: No Posto de Trabalho serão realizados os seguintes

Leia mais

TELA INICIAL: BOTÕES INICIAIS:

TELA INICIAL: BOTÕES INICIAIS: Sumário 1. Tela Inicial... 02 2. Venda [F1]... 03 a. Cliente [F2]... 03 b. Importar [F9]... 04 c. Produtos [F3]... 04 d. Fechamento [F4]... 05 e. Impressão, Ponto de Referência e Observações... 07 f. Consulta

Leia mais

CRITÉRIO DE EXECUÇÃO CE-003/2009 R-01

CRITÉRIO DE EXECUÇÃO CE-003/2009 R-01 DIRETORIA TÉCNICA GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DE AT E MT /2009 CRITÉRIO DE EXECUÇÃO /2009 R- FOLHA DE CONTROLE I APRESENTAÇÃO Este documento apresenta diretrizes e critérios básicos necessários

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERATIVO Manutenção das infraestruturas e equipamentos

PROCEDIMENTO OPERATIVO Manutenção das infraestruturas e equipamentos Página 1 de 5 I ÂMBITO Aplicável à gestão de atividades inerentes à manutenção e conservação das infraestruturas e. II OBJETIVOS Garantir que as infraestruturas estejam em condições de utilização. Garantir

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Nº FCCIR: 001 Tarefa: Recebimento de mmh e medicamentos para abastecer a farmácia Executante: Farmacêutico e/ou Auxiliar de Farmácia Resultados esperados: Estoque de acordo com a transferência. Recursos

Leia mais

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná Ministério da Saúde/ Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional - DSNVS Apresentaçã ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012 Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril

Leia mais

Leitora Perto Smart. Guia de Instalação. Leitora Perto Smart Guia de Instalação. Janeiro/2010. Instalação da leitora Perto Smart.

Leitora Perto Smart. Guia de Instalação. Leitora Perto Smart Guia de Instalação. Janeiro/2010. Instalação da leitora Perto Smart. Leitora Perto Smart Guia de Instalação Página 1 de 14 Pré Requisitos para a instalação Dispositivos de Certificação Digital (Leitora Perto) Para que o processo de instalação tenha sucesso, é necessário

Leia mais

Processo. Programa de Acreditação AABB/ABHH para Serviços de Hemoterapia, Bancos de Sangue e Terapia Celular

Processo. Programa de Acreditação AABB/ABHH para Serviços de Hemoterapia, Bancos de Sangue e Terapia Celular Programa de AABB/ABHH para Serviços de Hemoterapia, Bancos de Sangue e Terapia Celular Fazer download dos formulários no portal da ABHH www.abhh.org.br 1. Solicitação da Organização para iniciar o processo

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO

MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO MANUAL OPERACIONAL GESTÃO DE PATRIMÔNIO ÍNDICE: CAPÍTULO 01 NORMA E PROCEDIMENTOS 1 - OBJETIVO 03 2 - VISÃO 03 3 - DISPOSIÇÕES GERAIS 03 4 - DEFINIÇÕES 03 5 - CLASSIFICAÇÃO 03 6 - PEDIDO DE MATERIAL PERMANENTE

Leia mais

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA)

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) ANEXO I Solicitação de Autorização de Funcionamento de Empresas Distribuidoras de Produtos Farmacêuticos (HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) A empresa interessada em desenvolver

Leia mais

Complemento da Regra de Certificação para Sistemas de Gestão

Complemento da Regra de Certificação para Sistemas de Gestão CRC-026-SGT Página: 1/6 Elaborado por: Karen Carolina Martins Verificado por: Suzete Schipa Suzuki Aprovado por: Rogéria Araújo Cutolo Sergio Fellauer Data Aprovação: 12/06/2009 TÜV Rheinland do Brasil

Leia mais

Processo de Compras GENS

Processo de Compras GENS Processo de Compras GENS Manual do Colaborador Versão 2.0 ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO... 3 1.1 Objetivos... 3 1.1.1 Objetivo da definição do Processo de Compras... 3 1.1.2 Objetivo deste Manual... 3 2. PROCESSO

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INSTRUÇÃO NORMATIVA 4/07

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INSTRUÇÃO NORMATIVA 4/07 SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE INSTRUÇÃO NORMATIVA 4/07 Dispõe sobre a obrigatoriedade no cumprimento das Normas e Rotinas de Dispensação, Solicitação de Material, Recebimento, Armazenamento e Controle

Leia mais

Token USB Rainbow Ikey2032. Guia de instalação e alteração da senha (PIN)

Token USB Rainbow Ikey2032. Guia de instalação e alteração da senha (PIN) Todos os direitos reservados. Imprensa Oficial do Estado S.A. 2009 Pré Requisitos para Instalação Dispositivos de Certificação Digital (Token USB Rainbow 2032) Para que o processo de instalação tenha sucesso,

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 1 MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE RECEPÇÃO DE PRODUTOS PARA A SAÚDE DE USO CIRÚRGICO EM CENTRO DE MATERIAIS 2 Apresentação Menos de dez meses depois de ter sido criada pela Associação Médica Brasileira, a Câmara

Leia mais

Manual de Operação BALANÇA ELETRÔNICA US 30/2

Manual de Operação BALANÇA ELETRÔNICA US 30/2 Manual de Operação BALANÇA ELETRÔNICA US 30/2 1- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Prato em aço inoxidável 340 x 310 mm. Saída serial para impressora matricial Urano USE-PII. Temperatura de operação: 0 a 50 ºC.

Leia mais

Procedimento Operacional

Procedimento Operacional 1/ 13 Contratos Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão Integral do PO Demais envolvidos na análise e aprovação Área / Processo Responsável Rubrica Diretoria de Engenharia

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA REQUERIMENTO DE HOMOLOGAÇÃO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÕES

PROCEDIMENTO PARA REQUERIMENTO DE HOMOLOGAÇÃO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÕES PROCEDIMENTO PARA REQUERIMENTO DE HOMOLOGAÇÃO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÕES A - INTRODUÇÃO A emissão do documento de homologação de produtos para telecomunicações é pré-requisito obrigatório para fins

Leia mais

Novas formas de trabalhar estão se desenvolvendo a partir do uso das. Lotacional, com o propósito de facilitar o controle mediante a

Novas formas de trabalhar estão se desenvolvendo a partir do uso das. Lotacional, com o propósito de facilitar o controle mediante a Apresentação Novas formas de trabalhar estão se desenvolvendo a partir do uso das tecnologias de comunicação. A Diretoria de Material e Patrimônio vem disponibilizar o Manual de Gestão Patrimonial para

Leia mais

REGIMENTO DA COMISSÃO PERMANENTE DE PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS MÉDICO HOSPITALARES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO

REGIMENTO DA COMISSÃO PERMANENTE DE PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS MÉDICO HOSPITALARES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO COMISSÃO PERMANENTE DE PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS MÉDICO-HOSPITALARES REGIMENTO DA COMISSÃO PERMANENTE DE PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS MÉDICO

Leia mais

Controle de Documentos da Qualidade. Descrição 0 15/07/2010 - Emissão inicial

Controle de Documentos da Qualidade. Descrição 0 15/07/2010 - Emissão inicial Pág.: 1/19 Controle de alterações Revisão Data Local da Revisão Descrição 0 15/07/2010 - Emissão inicial Item 5.5 Unificação dos itens 5.5.2 e 5.5.4, em função da exclusão da lista de Distribuição de documentos

Leia mais

Manual de solicitação para envio de equipamento em garantia. Bosch Sistemas de Segurança

Manual de solicitação para envio de equipamento em garantia. Bosch Sistemas de Segurança Manual de solicitação para envio de equipamento em garantia Bosch Sistemas de Segurança 2 Manual Sistema de Garantia Bosch Sistemas de Segurança Acesso ao Sistema Para acessar o sistema, entre no site

Leia mais

PROCEDIMENTO PADRÃO. Status: Aprovado CONTROLE DE PRODUTO NÃO CONFORME

PROCEDIMENTO PADRÃO. Status: Aprovado CONTROLE DE PRODUTO NÃO CONFORME PP.830-1 de 5 1. OBJETIVO Estabelecer o controle, responsabilidades e autoridade pertinentes para assegurar que o produto/serviço não conforme com os requisitos sejam identificados e controlados para evitar

Leia mais

PROTOCOLO DO 3º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA 2015 COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL PRESSÃO

PROTOCOLO DO 3º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA 2015 COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL PRESSÃO PROTOCOLO DO 3º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA 2015 COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL PRESSÃO Revisão 01 24 de julho de 2015 Fol. 1 de 8 INTRODUÇÃO A SETTING CALIBRATION LABORATORIES iniciou suas atividades

Leia mais

Manual de Procedimentos ISGH Gestão de Patrimônio Página 1

Manual de Procedimentos ISGH Gestão de Patrimônio Página 1 Manual de Procedimentos ISGH Gestão de Patrimônio Página 1 ELABORAÇÃO Gracília dos Santos Gonçalves FORMATAÇÃO Silvânia Oliveira Teixeira REVISÃO Cristina Isidio Rodrigues Aguiar Albuquerque DATA Estabelecido

Leia mais

1. OBJETIVO Este documento tem por objetivo, estabelecer um padrão para a emissão dos relatórios anuais com base na NR 7.

1. OBJETIVO Este documento tem por objetivo, estabelecer um padrão para a emissão dos relatórios anuais com base na NR 7. 1/5 1. OBJETIVO Este documento tem por objetivo, estabelecer um padrão para a emissão dos relatórios anuais com base na NR 7. 2. DEFINIÇÃO E CONCEITO PCMSO Programa de controle médico da saúde ocupacional;

Leia mais

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 014

Procedimento Operacional N⁰ do procedimento: PO 014 1/ 14 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão integral do PO, Indicadores e adequação dos registros e padrões. 02 Adequação as normas ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007

Leia mais

ESCOLA DE ENFERMAGEM WENCESLAU BRAZ BIBLIOTECA MADRE MARIE ANGE REGULAMENTO INTERNO BIBLIOTECA MADRE MARIE ANGIE

ESCOLA DE ENFERMAGEM WENCESLAU BRAZ BIBLIOTECA MADRE MARIE ANGE REGULAMENTO INTERNO BIBLIOTECA MADRE MARIE ANGIE ESCOLA DE ENFERMAGEM WENCESLAU BRAZ BIBLIOTECA MADRE MARIE ANGE REGULAMENTO INTERNO BIBLIOTECA MADRE MARIE ANGIE ITAJUBÁ-MG 2012 CAPÍTULO I Da Biblioteca e seu funcionamento CAPÍTULO II Do usuário Seção

Leia mais

Abaixo, questionamentos referentes ao certame supracitado e respostas conforme área técnica da CESAMA.

Abaixo, questionamentos referentes ao certame supracitado e respostas conforme área técnica da CESAMA. Juiz de Fora, 17 de maio de 2013. Referência: Concorrência 009/12 Objeto: Contratação de empresa especializada para fornecimento de licenças de uso perpétuo, implantação, customização, treinamento e manutenção

Leia mais

ANEXO 53 R7.5 - INDICE DE DOCUMENTOS DA PASTA DA FISCALIZAÇÃO

ANEXO 53 R7.5 - INDICE DE DOCUMENTOS DA PASTA DA FISCALIZAÇÃO ANEXO 53 R7.5 - INDICE DE DOCUMENTOS DA PASTA DA FISCALIZAÇÃO OBJETIVO DO REQUISITO: Informar os documentos constantes na pasta da fiscalização, assegurando o arquivamento de todos os documentos pertinentes

Leia mais

Procedimento Operacional N do procedimento: PO 01

Procedimento Operacional N do procedimento: PO 01 1/ 18 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Elaboração inicial do documento 01 Revisão integral do PO e Indicadores 02 Adequação da Premissa, item 4.1 e 4.2 03 Adequação dos Registros e padrões 04 Revisão

Leia mais

2 Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento.

2 Nas planilhas Orçamento por rubricas, acrescente quantas linhas forem necessárias para listar os itens do orçamento. *ORIENTAÇÕES SOBRE PREENCHIMENTO DESTE DOCUMENTO: 1 Após efetuar o download deste documento, selecione a opção Salvar como..., e renomeie o documento, colocando o nome de sua instituição ou do projeto

Leia mais

Ref.: NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO DE 2009

Ref.: NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO DE 2009 Universidade Federal de Minas Gerais Pro - Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Departamento de Contabilidade e Finanças e-mail: dcf@dcf.ufmg.br Tel. (031) 3409-4102 1 OFÍCIO CIRCULAR DCF 028/2009

Leia mais

REGULAMENTO DO PRODUTO SKY PRÉ-PAGO LIVRE

REGULAMENTO DO PRODUTO SKY PRÉ-PAGO LIVRE REGULAMENTO DO PRODUTO SKY PRÉ-PAGO LIVRE 1. SKY PRÉ-PAGO LIVRE: 1.1. É um produto de TV via satélite com recepção 100% digital, o qual funciona com 1 (um) equipamento de recepção de sinal digital e 1

Leia mais

Políticas de troca, devolução e reembolso

Políticas de troca, devolução e reembolso Trocas e Devoluções Políticas de troca, devolução e reembolso Para que você mantenha a sua confiança e total satisfação nas compras realizadas na Marcenaria Tiradentes criamos uma Política de Troca e Devolução

Leia mais

HISTÓRICO DE REVISÕES

HISTÓRICO DE REVISÕES PÁGINA: 1/8 DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO DIRAD ÁREAS ASSEMED/ QUALIDADE CÓDIGO DE CLASSIFICAÇÃO DO DOCUMENTO 010 TíTULO: ACOMPANHAR DOAÇÕES DE MEDICAMENTOS ELABORADO EM:21/05/2015 REVISADO EM: 26/05/2015

Leia mais

REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS DO IBMEC

REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS DO IBMEC REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS DO IBMEC 1. Do objetivo a) Este Regulamento estabelece as normas de funcionamento e dos serviços prestados pelas Bibliotecas do Ibmec. b) As normas prescritas neste documento

Leia mais

Instruções para Cotação Eletrônica 152/2014

Instruções para Cotação Eletrônica 152/2014 Instruções para Cotação Eletrônica 152/2014 (Inciso II do Art. 24 da Lei nº 8.666/93 c/c Portaria nº 306, de 13 de dezembro de 2001). A União, por intermédio do Instituto Nacional de Câncer José Alencar

Leia mais

AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE

AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE AQUECEDOR A ÓLEO INSTRUÇÕES OPERACIONAIS CALDOSETTE INFORMAÇÕES IMPORTANTES Quando usar aparelhos elétricos, deve-se sempre observar precauções básicas de segurança, incluindo o seguinte: LEIA TODAS AS

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO USO DE SERVIÇOS DISPONIVEIS NO SITE DA ALIANÇA ADMINISTRADORA

MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO USO DE SERVIÇOS DISPONIVEIS NO SITE DA ALIANÇA ADMINISTRADORA MANUAL DE ORIENTAÇÕES AO USO DE SERVIÇOS DISPONIVEIS NO SITE DA ALIANÇA ADMINISTRADORA SERVIÇOS AO CLIENTE DISPONIVÉIS NO SITE Este material serve para orientar os parceiros da Aliança sobre os serviços

Leia mais

MU-00xx - Manual do usuário Produto: Leitor de cartão de proximidade Telefones: (11) 3682-7197 (11) 3683-7141

MU-00xx - Manual do usuário Produto: Leitor de cartão de proximidade Telefones: (11) 3682-7197 (11) 3683-7141 Manual do técnico/usuário: Produto: Leitor de cartão de proximidade Versão deste manual: 1 Revisão deste manual: 1 Data do manual: 10/06/2008 M.c.u Tecnologia www.mcu.com.br 1 Leitor de cartão de proximidade.

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. OBJETO 1.1. Registro de preço, POR LOTES, para eventual aquisição de adesivos e recipientes (lixeiras) para acondicionamento de materiais recicláveis e materiais não recicláveis

Leia mais

TERMO DE USO TERMOS DE USO DO CLIENTE

TERMO DE USO TERMOS DE USO DO CLIENTE TERMO DE USO TERMOS DE USO DO CLIENTE A) APLICABILIDADE 1. Os presentes termos de uso são aplicáveis aos Usuários da INTERNET POOL COMÉRCIO ELETRONICO LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.491.113/0001-01,

Leia mais

ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO...

ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... Suprimentos e Pág. 1 de 7 SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... 2 3 SIGLAS UTILIZADAS... 2 4 GLOSSÁRIO / CONCEITOS... 2 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA... 2 6 CONTEÚDO... 3 7 ANEXOS...

Leia mais

Existem questões de extrema importância numa vistoria de sinistro de

Existem questões de extrema importância numa vistoria de sinistro de PONTOS IMPORTANTES Existem questões de extrema importância numa vistoria de sinistro de auto. Por esta razão é que enfatizamos nesta apresentação pontos que, apesar de constarem no Manual de Procedimentos

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS 1 RESOLUÇÃO NORMATI VA N.º 0 0 6 / 2 0 0 1 O Tribunal de Contas do Estado de Goiás, considerando as atribuições estabelecidas pela Constituição Estadual em seu artigo 26, o disposto no inciso XII do art.

Leia mais

CALANDRA FLATWORK LC-16-1 E/V/G LC-20-1 E/V/G

CALANDRA FLATWORK LC-16-1 E/V/G LC-20-1 E/V/G CALANDRA FLATWORK LC-16-1 E/V/G LC-20-1 E/V/G M A N U A L D E I N S T A L A Ç Ã O Código Modelo Fabricado em Núm. Série Software Versão CASTANHO Lavanderia Hospitalar, Industrial e Hoteleira Responsável

Leia mais

29/05/2012. Gestão de Projetos. Luciano Gonçalves de Carvalho FATEC. Agenda. Gerenciamento de Integração do Projeto Exercícios Referências FATEC

29/05/2012. Gestão de Projetos. Luciano Gonçalves de Carvalho FATEC. Agenda. Gerenciamento de Integração do Projeto Exercícios Referências FATEC Gestão de Projetos 1 Agenda Gerenciamento de Integração do Projeto Exercícios Referências 2 1 GERENCIAMENTO DA INTEGRAÇÃO DO PROJETO 3 Gerenciamento da Integração do Projeto Fonte: EPRoj@JrM 4 2 Gerenciamento

Leia mais

Para facilitar o entendimento de todos, passo abaixo o que deve ser feito:

Para facilitar o entendimento de todos, passo abaixo o que deve ser feito: Boa tarde Venho através desta, solicitar a todas as empresas cadastradas como INDÚSTRIA e que adquirem mercadoria de origem estrangeira para industrialização, preencher e enviar a FCI (Ficha de Conteúdo

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PRODUTOS ADQUIRIDOS

AVALIAÇÃO DE PRODUTOS ADQUIRIDOS AVALIAÇÃO DE PRODUTOS ADQUIRIDOS Elaboração Juscelino Bourbon PRO - GADS - 04-01 Versão Data Histórico Aprovação 00 03/06/11 Emissão de Procedimento Katty Cavalcanti 01 18/11/11 Modificações no título

Leia mais

BICICLETAS DE USO INFANTIL

BICICLETAS DE USO INFANTIL Página: 1/12 Elaborado por: Maria Lucia Hayashi Verificado por: João Gustavo L. Junqueira Aprovado por: Regina Toscano Data Aprovação: 10/12/2013 1 OBJETIVO Este documento apresenta os critérios complementares

Leia mais

SETOR DE COMPRAS E LICITAÇÕES - SECOL MANUAL E PROCEDIMENTOS DE COMPRAS

SETOR DE COMPRAS E LICITAÇÕES - SECOL MANUAL E PROCEDIMENTOS DE COMPRAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI - UFSJ INSTITUÍDA PELA LEI N O 10.425, DE 19/04/2002 D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO - PROAD DIVISÃO DE MATERIAS E PATRIMÔNIO DIMAP SETOR DE

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG 1 REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG CAPÍTULO I Disposição preliminares Art 1º A Biblioteca da Faculdade São Camilo-MG tem por objetivo geral apoiar as atividades de ensino-aprendizagem

Leia mais

DOS PROCEDIMENTOS QUANTO À OCORRÊNCIA DE SINISTROS COM VEÍCULOS... 7. DO RECEBIMENTO DE BENS DOADOS PELA Receita Federal do Brasil (RFB)...

DOS PROCEDIMENTOS QUANTO À OCORRÊNCIA DE SINISTROS COM VEÍCULOS... 7. DO RECEBIMENTO DE BENS DOADOS PELA Receita Federal do Brasil (RFB)... Manual de Frota 2 SUMÁRIO DO CONTRATO DE MOTORISTAS TERCEIRIZADOS... 3 DAS SOLICITAÇÕES DE VEÍCULOS OFICIAIS... 3 DO ABASTECIMENTO... 4 Do Abastecimento de veículos de outros órgãos... 5 DA MANUTENÇÃO

Leia mais

ESCOLA TÉCNICA DAMA E FACULDADE DAMA Regulamento Biblioteca DAMA

ESCOLA TÉCNICA DAMA E FACULDADE DAMA Regulamento Biblioteca DAMA ESCOLA TÉCNICA DAMA E FACULDADE DAMA Regulamento Biblioteca DAMA 1 INFORMAÇÕES GERAIS A Biblioteca DAMA é um órgão suplementar da Escola Técnica DAMA e Faculdade DAMA, com regulamento próprio, conforme

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001/2013 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001/2013 "Estabelece normas de controle para o Patrimônio do Poder Executivo Municipal." A Unidade Central de Controle Interno, no uso de suas atribuições, conforme determina o

Leia mais

Serviço Público Federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis Estado de São Paulo

Serviço Público Federal Conselho Regional de Corretores de Imóveis Estado de São Paulo ANEXO I PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 011/2015 TERMO DE REFERÊNCIA 1. DO OBJETO A presente licitação tem por objetivo a contratação de pessoa jurídica para prestação de serviços, de forma contínua, ao da 2ª Região,

Leia mais

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03 1/ 5 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 01 Adequação as normas ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, inclusão das auditorias de manutenção e alteração

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO)

PROCEDIMENTO OPERACIONAL MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS DE OBRAS (MMO) PO MAT 0 18/10/21 1. REFERÊNCIA/OBJETIVO ÁREA APLICÁVEL Controlar a logística de materiais de obras (físico e contábil), incluindo as requisições reservas de materiais (RM), aplicações mensais, devoluções

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PS-AM-GQ-004 01/08/2014

CONTROLE DE COPIA: PS-AM-GQ-004 01/08/2014 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática para planejamento, execução e registrosdas auditorias internas da Qualidade, determinar formas de monitoramento das ações corretivas,verificando o atendimento aos

Leia mais

PROTOCOLO DO 6º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA

PROTOCOLO DO 6º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA PROTOCOLO DO 6º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA Revisão 00-24 de novembro de 2014 Fol. 1 de 8 INTRODUÇÃO A SETTING CALIBRATION LABORATORIES iniciou suas atividades

Leia mais

No Sistema Participativo de Garantia as avaliações da conformidade visam:

No Sistema Participativo de Garantia as avaliações da conformidade visam: MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO SISTEMA PARTICIPATIVO DE GARANTIA DA QUALIDADE ORGÂNICA E BIODINÂMICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGRICULTURA BIODINÂMICA - VERSÃO 5 No Sistema Participativo de Garantia as avaliações

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE A IMPORTÂNCIA DA CALIBRAÇÃO NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE RESUMO Bruna Cássia Mendes de AZEVEDO¹ Kelly Ariane Dutra do PRADO¹ Osmar de Campos FONSECA¹ Patrícia dos Santos ALVES¹ Renato F. Saldanha

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE LOTE (SISTEMA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE LOTE (SISTEMA INTERFACE PROCESSO NÚMERO REVISÃO 02 TÍTULO : SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE DATA DE APROVAÇÃO INICIAL 08/04/2013 REVISÃO ATUAL 06/03/2014 APROVAÇÃO FÁBIO CAMPOS FATALLA SÓCIO-GERENTE 2 / 12 1. OBJETIVO Este

Leia mais

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Geral. Núcleo de Tecnologia da Informação

Manual do Sistema de Almoxarifado P á g i n a 2. Manual do Sistema de Almoxarifado Geral. Núcleo de Tecnologia da Informação Divisão de Almoxarifado DIAX/CGM/PRAD Manual do Sistema de Almoxarifado Geral Versão On-Line Núcleo de Tecnologia da Informação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Manual do Sistema de Almoxarifado

Leia mais