SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO CAPÍTULO I 4 DA ORGANIZAÇÃO 4 CAPÍTULO II 5 DOS FUNCIONÁRIOS 5

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1 SUMÁRIO CAPÍTULO I 4 DA ORGANIZAÇÃO 4 CAPÍTULO II 5 DOS FUNCIONÁRIOS 5 CAPÍTULO III 5 DA INFRAESTRUTURA 5 Seção I 6 Das Dependências 6 Seção II 6 Do Hardware e Software 6 Seção III 7 Das Manutenções 7 Seção IV 8 Das Aquisições 8 CAPÍTULO IV 8 DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS 8 CAPÍTULO V 9 DO USO DOS LABORATÓRIOS DURANTE AS AULAS 9 Seção I 9 Coordenadores e Professores 9 1

2 Seção II 10 Acadêmicos 10 CAPÍTULO VI 11 DA UTILIZAÇÃO FORA DOS HORÁRIOS DE AULA 11 Seção I 11 Coordenadores e Professores 11 Seção II 11 Discente 11 Seção III 12 Dos Funcionários 12 Seção IV 13 Terceiros 13 CAPÍTULO VII 13 DOS SERVIÇOS 13 Seção I 14 Da Assessoria dos Funcionários 14 Seção II 14 Da Internet 14 Subseção I 15 Da Utilização da Internet Durante os Horários de Aula 15 Subseção II 15 Da Utilização da Internet Fora dos Horários de Aula 15 Subseção III 15 2

3 Das Proibições Gerais 15 Seção III 17 Dos Drives na Rede 17 CAPÍTULO VIII 17 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 17 3

4 REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA O presente regulamento visa estabelecer a estrutura organizacional de uso e funcionamento dos Laboratórios de Informática. CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO Artigo 1º. Os Laboratórios de Informática da Faculdade Padrão destina-se a atender os alunos matriculados nas diversas disciplinas que exigem o conhecimento e aplicação das tecnologias da informática. Artigo 2º. Os Laboratórios de Informática está subordinado ao Centro de Processamento de Dados CPD da Faculdade Padrão. Parágrafo 1º. Cabe ao Centro de Processamento de Dados CPD proverem de recursos de informática os Laboratórios, de modo a suprir as suas necessidades nas áreas de ensino estipuladas no artigo 1º. Parágrafo 2º. A função do Centro de Processamento de Dados CPD consiste em identificar, prover, operacionalizar, administrar, otimizar, avaliar, manter e organizar os recursos técnicos que serão aplicados nas atividades referidas no artigo anterior. 4

5 Parágrafo 3º. Compete também ao Centro de Processamento de Dados CPD na administração técnica dos Laboratórios de Informática: I Analisar os produtos de hardware e software solicitados pelo corpo docente, projetando estimativas de tempo e custo para sua instalação; II Propor e desenvolver projetos de novos laboratórios de informática voltados para a área acadêmica, mediante levantamentos e análises da infra-estrutura necessária em cada caso; III Dar manutenção e suporte técnico aos laboratórios de informática visando manter a integridade dos equipamentos e garantir o seu perfeito funcionamento. CAPÍTULO II DOS FUNCIONÁRIOS Artigo 3º. O Coordenador dos Laboratórios de Informática será o responsável pela supervisão dos laboratórios e estará diretamente subordinado ao Diretor Geral. Artigo 4º. Os serviços prestados pelo CPD nos laboratórios de informática serão executados pelos analistas de redes e sistemas, assistentes e auxiliares de informática de seu quadro de pessoal, sob a supervisão do Coordenador do Laboratório de Informática que poderá contar com a colaboração de monitorias voluntárias dos cursos. CAPÍTULO III DA INFRAESTRUTURA 5

6 Seção I Das Dependências Artigo 5º. A Faculdade Padrão dispõe de três laboratórios de informática, sendo localizados no 1º andar nas salas 103, 104 e 105 e contendo 30 computadores em cada interligados a internet.. Artigo 6º. Nas dependências dos laboratórios de informática é proibido: I A entrada de pessoas não matriculadas nesta IES; II Utilizar aparelhos celulares, CD s, Walkman ou quaisquer outros equipamentos de áudio e vídeo; III Fumar, beber, comer ou mesmo levar alimentos para os laboratórios; IV Sentar-se nas bancadas, ou apoiar-se sobre os equipamentos; V Discutir em tom de voz acima do normal sobre trabalhos ou conversas extraaula; Seção II Do Hardware e Software Artigo 7º. O usuário deve zelar com o máximo de cuidado, pelo equipamento que estiver utilizando e caso verifique qualquer falha no mesmo, deve informar imediatamente o funcionário do laboratório. Artigo 8º. Fica proibida toda e qualquer alteração nas configurações de hardware e software das máquinas dos laboratórios de informática, como: I A utilização de equipamentos e softwares que não façam parte do patrimônio 6

7 da Faculdade Padrão de Goiânia; II O transporte de equipamentos de informática, entre os diferentes setores da Faculdade sem a devida autorização fornecida pelo CPD e pela Coordenação do Laboratório de Informática; III A utilização de recursos computacionais (equipamentos e softwares) de propriedade particular, nas dependências do laboratório, sem a devida aprovação da Coordenação, dos mesmos; IV A cópia de qualquer software instalado nos laboratórios; V A cópia de softwares de um micro para outro; VI A armazenagem, apresentação, cópia ou manipulação de material pornográfico ou jogos nos equipamentos dos laboratórios. VII Acesso a sites de redes sociais ou com conteúdos impróprios nos equipamentos dos laboratórios. Seção III Das Manutenções Artigo 9º. Os funcionários do CPD têm autonomia para: I Executar manutenções apenas nos equipamentos pertencentes aos laboratórios da Faculdade Padrão de Goiânia não podendo operar nos equipamentos de terceiros; II Proceder à abertura dos equipamentos para manutenção in loco; III Trocar equipamentos danificados caso haja necessidade. Artigo 10º. É expressamente proibida qualquer intervenção de hardware ou software nos equipamentos, por parte de usuários ou funcionários que não façam parte dos laboratórios de informática. Os que infringirem esta regra serão responsabilizados 7

8 por qualquer problema que venha a ocorrer com os equipamentos em questão. Artigo 11º. Quando a equipe designada pelo CPD não puder dar o devido suporte técnico ou manutenção aos equipamentos danificados por falta de material, ferramentas ou estrutura adequada, estes deverão ser devidamente encaminhados para a Mantenedora que tomará as providências cabíveis para o conserto dos mesmos. Seção IV Das Aquisições Artigo 12º. Toda solicitação de aquisição de softwares e/ou hardware por parte dos professores, deve passar primeiramente pelo Coordenador de Curso. Este, por sua vez, analisará o pedido juntamente com o CPD, sendo então o processo, com parecer e devidas justificativas, encaminhadas para a Direção Geral que tomará as providências junto à Mantenedora, visando sua respectiva aprovação. Artigo 13º. Todos os manuais e mídias (disquetes, CD-ROM etc.) que acompanham os equipamentos adquiridos, serão guardados e controlados pelo CPD. Artigo 14º. Programas freeware, shareware e doações devem ser encaminhados para a Coordenação do Curso para análise e autorização de uso, após parecer do CPD e do Coordenador dos Laboratórios de Informática. CAPÍTULO IV DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS 8

9 Artigo 15º. Os Laboratórios de Informática serão, utilizados por coordenadores, professores, funcionários e acadêmicos, para a realização das atividades, pesquisas e orientações de Trabalhos de Conclusão de Curso podendo, também, serem para realização de outras atividades ligadas aos Cursos da Faculdade Padrão, desde que previamente autorizados pelo Coordenador do Laboratório e agendados pelos funcionários dos laboratórios. Parágrafo único. Cabe aos usuários trazerem todo o material necessário para utilização pessoal dos serviços dos laboratórios. CAPÍTULO V DO USO DOS LABORATÓRIOS DURANTE AS AULAS Seção I Coordenadores e Professores Artigo 16º. Professores e Coordenadores poderão determinar aulas nas salas dos laboratórios de informática, desde que tal programação esteja contida no plano da disciplina e agendando com antecedência. Artigo 17º. Durante o horário de aula o acesso será restrito ao professor e aos seus respectivos alunos. Artigo 18º. Caso o professor deseje instalar um software de sua propriedade, que não necessite de licença deverá emitir antecipadamente uma comunicação interna para a Coordenação do Laboratório, para a devida aprovação. 9

10 Artigo 19º. Na comunicação interna deverão constar todos os dados necessários para instalação, como: requisitos de hardware e sistema operacional, vínculos com outros softwares, assim como o tempo em que o software deverá permanecer instalado. Artigo 20º. O professor poderá usufruir de todos os recursos dos laboratórios de informática durante o seu período de aula, inclusive uso de vídeos referentes ao curso. Artigo 21º. O professor é responsável pela ordem, disciplina e bom andamento da aula, assim como pelos equipamentos de informática durante a sua permanência nos laboratórios. Qualquer ocorrência (falhas de equipamentos, problemas de softwares etc.) deverá ser notificada aos técnicos responsáveis pelos laboratórios. Artigo 22º. Os professores são expressamente proibidos de permitir a entrada de alunos que não sejam da turma que está em aula. Artigo 23º. Cabe ao professor, assessorado pelos técnicos em informática, orientar e auxiliar os alunos quanto à utilização dos equipamentos e programas referentes à sua disciplina. Seção II Acadêmicos Artigo 24º. Para utilização dos laboratórios de informática durante o período de aula, o discente deverá estar regularmente matriculado no curso e na disciplina correspondente à aula em questão. 10

11 Artigo 25º. O acadêmico poderá utilizar os recursos dos laboratórios de informática em todas as suas atividades acadêmicas, bastando para isso solicitar autorização prévia junto à Coordenação do Laboratório que determinará o(s) horário(s) e a duração de tal uso, sempre acompanhado por monitores e/ou dos técnicos dos laboratórios, desde que não tenha nenhuma turma agendada. CAPÍTULO VI DA UTILIZAÇÃO FORA DOS HORÁRIOS DE AULA Seção I Coordenadores e Professores Artigo 26º. Os docentes e Coordenadores dos Cursos poderão utilizar os recursos dos laboratórios somente para realização de trabalhos relacionados às atividades da Faculdade, também previamente agendado. Seção II Discente Artigo 27º. Para utilização dos laboratórios de informática o acadêmico deverá estar regularmente matriculado na Instituição. Artigo 28º. O aluno deverá portar identificação acadêmica e, quando solicitado, deverá apresentá-la. 11

12 Artigo 29º. O aluno poderá utilizar os laboratórios para realizar trabalho e projetos relativos às atividades do Curso e outras, desde que previamente autorizadas. Artigo 30º. É expressamente proibido o uso dos laboratórios de informática para fins exclusivamente pessoais ou profissionais. Artigo 31º. Os laboratórios de informática não poderão, em hipótese alguma, serem utilizados como salas de estudos em grupo ou para atividades não relacionadas a aplicação das tecnologias de informática. Artigo 32º. É proibida a digitalização de cadernos, livros, lembretes, monografias, fotos pessoais etc. Seção III Dos Funcionários Artigo 33º. Os funcionários somente poderão utilizar os laboratórios de informática quando possuírem computadores disponíveis e unicamente para efetuar trabalhos ligados à Faculdade Padrão de Goiânia. Artigo 34º. Os funcionários que necessitarem de qualquer tipo de impressão, referentes a trabalhos ligados a Faculdade Padrão de Goiânia, deverão apresentar autorização do Coordenador do Laboratório de Informática, justificando a necessidade. Artigo 35º. Os funcionários que estiverem matriculados nos Cursos não gozarão de privilégios nos laboratórios e serão tratados da mesma forma que os demais acadêmicos. 12

13 Seção IV Terceiros Artigo 36º. É expressamente proibido o uso dos laboratórios por pessoas estranhas a IES, que não sejam alunos, funcionários, professores e coordenadores. Artigo 37º. É proibida a utilização dos laboratórios de informática por exalunos que trancaram a matrícula ou se formaram e não mantêm mais nenhum vínculo com a Instituição. CAPÍTULO VII DOS SERVIÇOS Artigo 38º. Os laboratórios de informática podem oferecer diversos serviços, tais como: assessoria por parte dos técnicos e auxiliares, acesso à internet, acesso a drives nos servidores, atendimento à comunidade, desde que esteja relacionado ao curso. Artigo 39º. Toda e qualquer requisição de serviços por parte dos professores, deverá ser enviada inicialmente para o Coordenador do Laboratório que analisará a solicitação, autorizando-a ou não para posterior encaminhamento à Direção Geral. 13

14 Seção I Da Assessoria dos Funcionários Artigo 40º. O funcionário designado para atuar nos laboratórios de informática estão proibidos de prestar quaisquer serviços de digitação, diagramação ou editoração eletrônica. Artigo 41º. Compete aos técnicos de informática à explicação procedimental, caso necessário, de como se utilizam os softwares instalados nas estações. Artigo 42º. A ajuda do funcionário poderá ser solicitada também no caso de problemas técnicos como gravação, recuperação de documentos ou problemas na rede. Seção II Da Internet Artigo 43º. O acesso à internet nos laboratórios de informática serão disponibilizado aos alunos, funcionários e professores, mediante solicitação prévia e autorização expressa do coordenador, determinando o tempo de uso e objetiva ser uma ferramenta de apoio didático, possibilitar consultas e pesquisas de cunho acadêmico contribuindo, desta forma, para a melhoria do ensino e da formação dos alunos e como ferramenta de apoio ao trabalho do corpo docente e dos funcionários, de um modo geral. 14

15 Subseção I Da Utilização da Internet Durante os Horários de Aula Artigo 44º. Visando auxiliar o professor em suas atividades didáticopedagógicas, o acesso à internet durante o horário de aula será permitido. Parágrafo único. É necessário que professores e coordenadores apresentem um cronograma prévio de utilização do CPD para o Coordenador do Laboratório de Informática. Artigo 45º. Durante as aulas é terminantemente proibido o acesso a sites não autorizados ou que não possuam correlação com o conteúdo das aulas. Subseção II Da Utilização da Internet Fora dos Horários de Aula Artigo 46º. O acesso à internet fora dos horários de aula é permitido aos alunos, professores e funcionários exclusivamente para fins acadêmicos. Artigo 47º. Visando atender a todos, satisfatoriamente, a partir do momento que houver pessoas esperando, os usuários poderão ter o seu tempo de uso limitado, ficando essa limitação a cargo do funcionário. Subseção III Das Proibições Gerais Artigo 48º. É expressamente proibido o acesso a sites de conteúdo pornográfico, 15

16 bate-papo (Chat), IRCs, sites de relacionamentos, ou quaisquer outros sites, cujos conteúdos agridam moralmente a Instituição e/ou outras pessoas que estejam usando os laboratórios. Artigo 49º. É proibida a utilização dos recursos dos laboratórios para envio e recebimentos de textos, sons ou imagens que sejam considerados de cunho ofensivo ou pessoal. Artigo 50º. É terminantemente proibido o uso da rede para: I Realizar tentativas de invasão, quebra de senhas, acessos indevidos, modificação das permissões ou conteúdo de arquivos de outros usuários e disseminação de vírus; II A utilização, desenvolvimento, armazenamento e divulgação de programas que causem danos aos sistemas ou ao desempenho dos mesmos; III Quaisquer outras atividades que venham a causar danos aos computadores, redes ou sistemas, estando eles localizados nessa Instituição ou não. Artigo 51º. Qualquer informação obtida através da rede que possua propriedade registrada não pode ser usada, modificada, copiada ou disseminada sem a devida autorização do detentor dos direitos autorais. Artigo 52º. Não é permitida a utilização dos recursos dos laboratórios para realização de quaisquer atividades que não possuam fins acadêmicos ou de intercâmbio cultural. Artigo 53º. A utilização da internet ou dos laboratórios com finalidade lucrativa é terminantemente proibida. 16

17 Seção III Dos Drives na Rede Artigo 54º. Não são de responsabilidade do(s) funcionário(s) dos laboratórios, arquivos gravados em áreas comuns existentes nos computadores ou na rede. Artigo 55º. Compete ao(s) funcionário(s) do(s) laboratórios de informática excluir todo e qualquer arquivo de cunho ofensivo ou pornográfico que encontrar em áreas comuns ou particulares dos computadores e da rede. Artigo 56º. Em caso de problemas técnicos o(s) funcionário(s) dos laboratórios não se responsabiliza(m) por arquivos gravados em áreas particulares (RA) na rede. Artigo 57º. Caso ocorram eventuais interrupções no sistema, ocasionadas por situações não previstas como incêndio, inundação, falta de energia elétrica ou quaisquer outros problemas desta ordem, a Faculdade Padrão não se responsabilizará por arquivos perdidos ou que não possam ser recuperados. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 58º. Qualquer violação das regras aqui estabelecidas é passível de punições. Os infratores estarão sujeitos à suspensão temporária ou permanente da utilização dos laboratórios. Dependendo da gravidade da violação, a ocorrência será comunicada às instâncias superiores da Instituição, podendo o usuário estar sujeito a 17

18 ação legal. Artigo 59º. Caso o usuário cause algum dano aos equipamentos e for comprovada atitude dolosa, o mesmo deverá arcar com as despesas de reparo dos equipamentos. Artigo 60º. Este regulamento fica sujeito a alterações na medida em que apresentar situações novas não complementadas por este regulamento ou que devam ser modificadas para adaptá-las a situações específicas, devendo ser comunicadas aos setores competentes e aos demais interessados. Artigo 61º. Este regulamento entrará em vigor na data em que for aprovado pelo Conselho Superior (CONSUP). 18

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