FREEIMAGES.COM/JKLMNHOP QUÍMICA A

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FREEIMAGES.COM/JKLMNHOP QUÍMICA A"

Transcrição

1 FREEIMAGES.COM/JKLMNHOP QUÍMICA A

2 química A aula Cveciu-se iteracialmete utilizar cm símbl a iicial, maiúscula, d me d elemet químic em latim, seguida u ã pr uma seguda letra, miúscula, também pertecete a seu me. Vejams algus exempls: ctis tms que perderam elétrs idica que tm perdeu elétr; é a "carga d í" p > e idica que tm perdeu 2 elétrs 24 Mg perde elétr 24 + perde mais Mg Mg elétr Utilizams a seguite simblgia para represetar um tm: úmer de massa t m úmer atômic Exempls: 6 8 O cm Z + = 8 Ís âis idica que tm gahu elétr; é a "carga d í" gaha elétr A X Z tms que gaharam elétrs â i p < e idica que tm gahu 2 elétrs 32 gaha mais 32 2 elétr P 5 gahu 2 elétrs símbl d elemet químic cm Z + = 6 â i 3 5 Sã tms u grups de tms que perderam u gaharam elétrs, têm úmer de próts diferete d úmer de elétrs (p e). Se s ís frem egativs, ós s chamams de âis. Se frem psitivs, ós s chamams de ctis t m 24 carga c ti 24 perdeu 2 elétrs mes elétrs d que próts mais elétrs d que próts 24 0 A carga d í idica que tip de partícula carregada, próts u elétrs, existe em mair úmer í: c ti cti âi Cuidad Quad um tm se trasfrma em í, apeas úmer de elétrs é alterad. Os úmers de próts, atômic, de massa e de êutrs permaecem s mesms! Exercíci Determie s úmers atômic, de massa, de próts, de êutrs e de elétrs as espécies químicas abaix. = = Cu 2+ = Se 2 =

3 química A aula 2 Massas atômicas Csidere uma balaça hiptética, que seja capaz de medir a massa de um úic tm. Qual seria seu padrã de medida? Decert, um padrã cerete cm a dimesã d que se quer medir, tm. O padrã assumid iteracialmete fi carb, para qual se atribui valr de u. A fraçã de da massa d isótp d carb é a referêcia checida cm uidade de massa atômica (u). Massas mleculares Cm determiar a massa de partículas frmadas pr agregads de tms (mléculas, ís)? Smad as massas atômicas de tds s tms cstituites da partícula. Chamams de massa mlecular (MM) a sma das massas atômicas, em u, de cada tm participate da partícula. Exempl: 40 20Ca M 40 u 6C M u 6 8O M 6 u CaCO 3 MM = 40 u + u u MM = 00 u Ca C O Exercícis Assim, dizer que um tm de xigêi tem massa 6 u sigifica dizer que ele tem uma massa 6 vezes mair que d isótp d carb. Esse valr é aprximadamete igual a úmer de massa desse isótp. Dizems, etã, que a massa atômica desse tm de xigêi é 6 u.. As massas mleculares d lcl etílic (C 2 H 5 OH), d cid acétic (C 2 H 4 O 2 ) e d cid xlic (C 2 H 2 O 4 ) sã respectivamete: Dads: H = u; C = u; O =6 u a) 60 u, 46 u e 0 u. b) 66 u, 40 u e 60 u. c) 46 u, 66 u e 50 u. d) 40 u, 66 u e 30 u. e) 46 u, 60 u e 90 u. Chamams de massa atômica (MA) úmer que diz quatas vezes tm em questã é mais pesad que d tm de C é a massa d tm, dada em u. Nem tds s tms d mesm elemet químic têm a mesma massa s isótps de mair úmer de massa pesam mais. A massa atômica referida de um elemet químic leva em cta s úmers de massa de tds s isótps desse elemet existetes a atureza e suas abudâcias relativas. Faz-se, etã, uma média pderada desses valres. Dica A massa atômica de um isótp d elemet químic é csiderada cm seu úmer de massa, em uidades de massa atômica(u). 2. (VUNESP) Na Natureza, de cada 5 tms de br, tem massa atômica igual a 0 u (uidade de massa atômica) e 4 têm massa atômica igual a u. Cm base estes dads, a massa atômica d br, expressa em u, é igual a a) 0. b) 0,5. c) 0,8. d). e),5. 3. (UFRS) A prcetagem pderal de exfre existete SO 2 é igual a Dad: O = 6 u, S = 32 u a) 2,0. b) 6,0. c) 32,0. d) 33,3. e) 50,0. 9

4 química A aula 3 Observe que s elemets estã rgaizads em rdem crescete de úmer atômic. As lihas hriztais sã chamadas de períds. Sã 7 ttal. As lihas verticais sã chamadas de grups. Sã 8 ttal 2. Grups e períds Cvecialmete, s grups u famílias a tabela periódica crrespdem as arrajs verticais (cluas). Pela va classificaçã, sã 8 grups. Etre s grups 3 e, estã s elemets checids cm de trasiçã simples e s de trasiçã itera (que crrespdem às séries ds lataídis e actiídis). De a 8 estã s grups ds elemets represetativs. Muits grups da tabela periódica sã cmumete referids pels seus mes, ã só pela umeraçã. Vejams algus exempls: grup : metais alcalis grup 2: metais alcalis terrss grup 6: calcgêis grup 7: halgêis grup 8: gases bres Observaçã O hidrgêi apreseta prpriedades bastate peculiares. Só est grup pr cveiêcia. Períds crrespdem as arrajs hriztais da tabela. Cm exempl, vams fcar segud períd. elemet químic: símbl úmer atômic líti: Li 3 beríli: Be 4 br: B 5 carb: C 6 itrgêi: N 7 2. Até recetemete, a umeraçã das lihas verticais seguia utr critéri. Aida hje é cmum ectrar livrs que utilizam atig critéri. Na tabela, atig critéri é apresetad lg abaix d úmer d grup. Os três grades cjuts de elemets: metais, ã metais e semimetais Vltems à tabela periódica. Observe que idetificams, itidamete, três grups de elemets. O mair cjut é ds metais, que iclui quase 80% ds elemets. Vejams algumas de suas prpriedades: sã bs cdutres de eletricidade e calr, sã sólids à temperatura ambiete, dúcteis e maleveis, têm elevads pts de fusã e ebuliçã, perdem elétrs cm facilidade e, de um md geral, têm brilh característic. O segud grade blc refere-se as ã metais. Este cjut de elemets apreseta prpriedades pstas às ds metais. Nã têm brilh, sã maus cdutres de eletricidade e de calr, têm tedêcia a receber elétrs e frmar âis (ís egativs) e ã sã dúcteis u maleveis. Pr fim, s semimetais agrupam elemets cm prpriedades itermedirias etre s metais e s ã metais. Observaçã Atualmete a IUPAC recmeda apeas a difereciaçã etre metais e ametais, ã mais a classificaçã semimetais. Na tabela aterirmete apresetada h ambas as classificações. Dê uma lhada! Exercíci elemet químic: símbl úmer atômic xigêi: O 8 flúr: F 9 eôi: Ne 0 Observaçã A percrrer um períd da tabela, da esquerda para a direita, úmer atômic aumeta. Veja bservaçã fial desta aula. Respda rapidamete: a) Qual critéri usad para rdear s elemets a tabela? Ordem crescete de úmer atômic.

5 química A aula 3 b) Cm sã chamadas as lihas verticais da tabela periódica? Grups u famílias. c) Cm sã chamadas as lihas hriztais da tabela periódica? Períds. d) Qual é grup, u família, ds metais alcalis? Grup, u família A. Estud rietad exercícis. Pr qual me pdems s referir as seguites grups? Escreva símbl de tds s elemets (excet aquele recete e sem me defiid) de cada grup. a) grup d) grup 7 b) grup 2 e) grup 8 c) grup 6 2. Csultad a tabela periódica, diga qual elemet se ectra 4º períd d grup 7. rda de leitura Prpriedades periódicas Referem-se às prpriedades que se repetem em determiads itervals regulares. Pr exempl? A mestruaçã das mulheres é um evet que actece cm regularidade, é periódica umas sã mais regulares d que utras, mas sã periódicas sempre. Se esta regra ã actecer, é pr que prvavelmete ela ser mãe. (Calma, pde ã ser fim d mud, talvez seja cmeç de uma va vida, literalmete.) Prtat, quad s referims à classificaçã periódica ds elemets químics, estams falad de um tip de rgaizaçã ds elemets, em grups, detr ds quais certas características sã cmus e se repetem em dads itervals. Rai atômic Cversa sbre rai atômic parece cversa de bêbads. Aquele fim de ite em que garçm est pedid pel amr de Deus para fechar a cta prque precisa ir embra, pis tem cisa mais imprtate para fazer, cm dar milh as pmbs. Certamete h cisas mais iteressates a saber d que rai atômic. Afial, cm falar de alg que sequer cseguims exergar? Que é abstrat? Mesm tericamete assumid, rai atômic refere-se a uma gradeza que dificilmete pde ser precisada, j que s elétrs ã estã lcalizads em distâcias e psições defiidas em tr d úcle d tm, mas em cstate mvimet a redr. Se, etretat, assumirms s tms cm se tivessem frma esférica e estivessem em ctat us cm s utrs, etã a distâcia etre s seus úcles dividida pr dis equivaleria a rai d tm. Percrred cada um ds períds da tabela periódica da esquerda para a direita, sabems que úmer atômic aumeta. Pis bem, se aumetam úmer de próts e, csequetemete, úmer de elétrs, aumeta também a itesidade da frça atrativa (INTRA) úcle eletrsfera, j que aumetam as cargas psitiva e egativa. Ist resulta em um eclhimet, uma dimiuiçã d rai atômic, da distâcia etre s tms. Assim, um mesm períd da tabela periódica, rai atômic aumeta da direita para a esquerda e de cima para baix. Se preferir, dimiui da esquerda para a direita e de baix para cima. O esquema a seguir ilustra cmprtamet. Rai atômic a tabela periódica rai atômic crescete Cuidad! Certifique-se de que vcê tem bem ítida a difereça etre grups (u famílias) e períds. Se ã tiver, dirima esta dúvida. Vams checer duas prpriedades periódicas. Eletregatividade O term eletregatividade est assciad à tedêcia d tm em atrair elétrs de um utr tm quad s dis estabelecem uma ligaçã química 3. Na tabela periódica, tal tedêcia, que é 5

Questão 2. Questão 3

Questão 2. Questão 3 NOTAÇÕES N : cjut ds úmers aturais R : cjut ds úmers reais R + : cjut ds úmers reais ã egativs i : uidade imagiária; i = arg z : argumet d úmer cmple z [a, b] = { R : a b} A\ B = { : Ae B} A C : cmplemetar

Leia mais

MÉTODOS DE CONTAGEM. Joaquim H. Vianna Neto. Relatório Técnico RTE-02/2013. Relatório Técnico Série Ensino

MÉTODOS DE CONTAGEM. Joaquim H. Vianna Neto. Relatório Técnico RTE-02/2013. Relatório Técnico Série Ensino UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE IÊNIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTIA MÉTODOS DE ONTAGEM Jaquim H Viaa N Relatóri Técic RTE-02/2013 Relatóri Técic Série Esi Métds de ctagem br/jaquim

Leia mais

Aula 12-27_05_2013. Continuação: CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS

Aula 12-27_05_2013. Continuação: CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS 1 Aula 12-27_05_2013 Continuação: CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS Prof a. Luciana Assis Terra NOMES ESPECIAIS PARA AS FAMÍLIAS 1A: Família dos metais alcalinos. Li, Na, K, Rb, Cs e Fr. 2A:

Leia mais

a = b n Vejamos alguns exemplos que nos permitem observar essas relações. = 4 4² = 16 radical radicando

a = b n Vejamos alguns exemplos que nos permitem observar essas relações. = 4 4² = 16 radical radicando Caro aluo, Com o objetivo de esclarecer as dúvidas sobre a raiz quadrada, apresetamos este material a defiição de radiciação, o cálculo da raiz quadrada e algumas propriedades de radiciação. Além disso,

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE PLANTIOS DE Pinus taeda E Eucalyptus dunnii NA REGIÃO CENTRO- SUL DO PARANÁ

ANÁLISE COMPARATIVA DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE PLANTIOS DE Pinus taeda E Eucalyptus dunnii NA REGIÃO CENTRO- SUL DO PARANÁ ANÁLISE COMPARATIVA DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE PLANTIOS DE Pius taeda E Eucalyptus duii NA REGIÃO CENTRO- SUL DO PARANÁ Viicius Vitale 1, Gabriel de Magalhães Mirada 2 1 Eg. Flrestal, Mestrad em Eg. Flrestal,

Leia mais

Química Inorgânica Aula 2

Química Inorgânica Aula 2 Química Inrgânica Aula 2 Orientadra: Drª Karla Vieira Prfessr Mnitr: Gabriel Silveira Peridicidade Química Pela classificaçã periódica atual, s elements cm prpriedades químicas e físicas semelhantes, encntram-se

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA

CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA Itrodução CINÉTICA QUÍMICA FATORES DE INFLUÊNCIA - TEORIA A Ciética Química estuda a velocidade com a qual as reações acotecem e os fatores que são capazes de realizar ifluêcia sobre ela. A medida mais

Leia mais

c) que os diversos impostos têm regras e características

c) que os diversos impostos têm regras e características Cm fiaciar parte de seu capital de gir a cust zer Luiz Rbert S. Cadita e Eduard Dias P. Silva --- _ mmet em que s empresáris tiveram a facilidade de efetivar estes reclhimets pr itermédi ds bacs. Pderiam

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu Faculdade de Tecnologia e Ciências Exatas Laboratório de Física e Química

Universidade São Judas Tadeu Faculdade de Tecnologia e Ciências Exatas Laboratório de Física e Química Uiversidade São Judas Tadeu Faculdade de Tecologia e Ciêcias Exatas Laboratório de Física e Química Aálise de Medidas Físicas Quado fazemos uma medida, determiamos um úmero para caracterizar uma gradeza

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Questão 3. Questão 4. alternativa B. alternativa E. alternativa E

Questão 1. Questão 2. Questão 3. Questão 4. alternativa B. alternativa E. alternativa E Questã Se P é 0% de Q, Q é 0% de R, e S é 50% de R, etã P S é igual a a) 50. b) 5. c). d) 5. e) 4. D alterativa Tems P 0, Q, Q 0, R e S 0,5 R. Lg P 0, Q 0, 0, R. S 0,5 R 0,5 R 5 Questã Seja f:r R uma fuçã

Leia mais

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1

A) O volume de cada bloco é igual à área da base multiplicada pela altura, isto é, 4 1 OBMEP Nível 3 ª Fase Sluções QUESTÃO. Quincas Brba uniu quatr blcs retangulares de madeira, cada um cm 4 cm de cmpriment, cm de largura e cm de altura, frmand bjet mstrad na figura. A) Qual é vlume deste

Leia mais

XI-005 - MELHORIA DO DESEMPENHO AMBIENTAL DE UMA STRIPPER DE AMÔNIA

XI-005 - MELHORIA DO DESEMPENHO AMBIENTAL DE UMA STRIPPER DE AMÔNIA XI-005 - MELHORIA DO DESEMPENHO AMBIENTAL DE UMA STRIPPER DE AMÔNIA Aa Cecília Crreia ds Sats (1) Egeheira Química pela Escla Plitécica da UFBA. Mestre em Egeharia Química pel Prgrama de Pós-Graduaçã em

Leia mais

ESTATÍSTICA. PROF. RANILDO LOPES U.E PROF EDGAR TITO

ESTATÍSTICA. PROF. RANILDO LOPES  U.E PROF EDGAR TITO ESTATÍSTICA PROF. RANILDO LOPES http://ueedgartito.wordpress.com U.E PROF EDGAR TITO Medidas de tedêcia cetral Medidas cetrais são valores que resumem um cojuto de dados a um úico valor que, de alguma

Leia mais

LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE

LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE Algumas sentenças nã pdem ser expressas apenas cm us de símbls prpsicinais, parênteses e cnectivs lógics exempl: a sentenç a Para td x, x >0

Leia mais

Cálculo II Sucessões de números reais revisões

Cálculo II Sucessões de números reais revisões Ídice 1 Defiição e exemplos Cálculo II Sucessões de úmeros reais revisões Mestrado Itegrado em Egeharia Aeroáutica Mestrado Itegrado em Egeharia Civil Atóio Beto [email protected] Departameto de Matemática Uiversidade

Leia mais

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar:

Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar: IFS - ampus Sã Jsé Área de Refrigeraçã e ndicinament de r Prf. Gilsn ELEENTS E GEETRI Gemetria significa (em greg) medida de terra; ge = terra e metria = medida. nss redr estams cercads de frmas gemétricas,

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA NAVAL E OCEÂNICA PNV-2321 TERMODINÂMICA E TRANSFERÊNCIA DE CALOR

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA NAVAL E OCEÂNICA PNV-2321 TERMODINÂMICA E TRANSFERÊNCIA DE CALOR DEPARAMENO DE ENGENHARIA NAAL E OCEÂNICA ESCOLA POLIÉCNICA DA UNIERSIDADE DE SÃO PAULO PN-3 ERMODINÂMICA E RANSFERÊNCIA DE CALOR RELAÇÕES ERMODINÂMICAS IMPORANES.EQUAÇÕES DE GIBBS Csidere uma substâcia

Leia mais

Disciplina: Química Professor: Giorgio Antoniolli TABELA PERIÓDICA

Disciplina: Química Professor: Giorgio Antoniolli TABELA PERIÓDICA Disciplina: Química Professor: Giorgio Antoniolli TABELA PERIÓDICA BREVE HISTÓRICO Mendeleev (1869): organizou os elementos em ordem crescente de massas atômicas. Os elementos de comportamento químico

Leia mais

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES Aluo(a): Turma: Professores: Data: Edu/Vicete Noções de Estatística Podemos eteder a Estatística como sedo o método de estudo de comportameto coletivo, cujas coclusões são

Leia mais

J. A. M. Felippe de Souza 6 Transformadas z. 6 Transformadas z

J. A. M. Felippe de Souza 6 Transformadas z. 6 Transformadas z J. A. M. Felippe de Sua 6 Trasfrmadas 6 Trasfrmadas 6. Itrduçã às Trasfrmadas 4 6. Trasfrmadas defiiçã 7 6. Trasfrmadas da expecial e d degrau discrets 8 Sial x[] a u [] (expecial discret) 8 Exempl 6.

Leia mais

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C

TIPO DE PROVA: A. Questão 1. Questão 2. Questão 4. Questão 3. alternativa A. alternativa B. alternativa C Questã TIPO DE PROVA: A de dias decrrids para que a temperatura vlte a ser igual àquela d iníci das bservações é: A ser dividid pr 5, númer 4758 + 8a 5847 deixa rest. Um pssível valr d algarism a, das

Leia mais

Capítulo 5- Introdução à Inferência estatística.

Capítulo 5- Introdução à Inferência estatística. Capítulo 5- Itrodução à Iferêcia estatística. 1.1) Itrodução.(184) Na iferêcia estatística, aalisamos e iterpretamos amostras com o objetivo de tirar coclusões acerca da população de ode se extraiu a amostra.

Leia mais

Estatística Aplicada Medidas Resumo Apostila 4 Prof. Fábio Hipólito Aluno(a):

Estatística Aplicada Medidas Resumo Apostila 4 Prof. Fábio Hipólito Aluno(a): Medidas Resumo Apostila 4 Prof. Fábio Hipólito Aluo(a): # Objetivo desta aula: Calcular as medidas de tedêcia cetral: média, moda e mediaa para distribuições de frequêcias potuais e por itervalos de classes.

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2015 DA FUVEST-FASE 1. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2015 DA FUVEST-FASE 1. POR PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA FUVEST-FASE POR PROFA MARIA ANTÔNIA C GOUVEIA Q 4) A trajetória de u prjétil, laçad da beira de u pehasc sbre u terre pla e hriztal, é parte de ua parábla

Leia mais

6. Método do Lugar das Raízes

6. Método do Lugar das Raízes 6. Métd d Lugar das Raízes 6 6. Métd d Lugar das Raízes 6. Itrduçã O Métd d Lugar das Raízes (M.L.R.) é uma técica gráfica que permite visualizar de que frma s pls de um sistema em malha fechada variam

Leia mais

Métodos de Amostragem

Métodos de Amostragem Métodos de Amostragem Amostragem aleatória Este é o procedimeto mais usual para ivetários florestais e baseia-se o pressuposto de que todas as uidades amostrais têm a mesma chace de serem amostradas a

Leia mais

FICHA DE TRABALHO 11º ANO. Sucessões

FICHA DE TRABALHO 11º ANO. Sucessões . Observe a sequêcia das seguites figuras: FICHA DE TRABALHO º ANO Sucessões Vão-se costruido, sucessivamete, triâgulos equiláteros os vértices dos triâgulos equiláteros já existetes, prologado-se os seus

Leia mais

Fundamentos de Análise Matemática Profª Ana Paula. Números reais

Fundamentos de Análise Matemática Profª Ana Paula. Números reais Fudametos de Aálise Matemática Profª Aa Paula Números reais 1,, 3, cojuto dos úmeros aturais 0,1,,3, cojuto dos úmeros iteiros p q /p e q cojuto dos úmeros racioais a, a 0 a 1 a a, a e a i 0, 1,, 3, 4,

Leia mais

Definição 1: Sequência é uma lista infinita de números reais ordenados.

Definição 1: Sequência é uma lista infinita de números reais ordenados. Cálculo I Egeharia Mecâica. Sequêcias Defiição : Sequêcia é uma lista ifiita de úmeros reais ordeados. 2º termo º termo Nome (x ) = (x, x 2, x,..., x,...) º termo º termo N R x Observação: Podemos pesar

Leia mais

Introdução a Complexidade de Algoritmos

Introdução a Complexidade de Algoritmos Itrodução a Complexidade de Algoritmos Estruturas de Dados Prof. Vilso Heck Juior Apresetação Revisão - O Algoritmo; A Complexidade; Exercício. Complexidade de Algoritmos REVISÃO - O ALGORITMO O Algoritmo

Leia mais

Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos

Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos. Análise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Aálise de Algoritmos Prof Dr José Augusto Baraauskas DFM-FFCLRP-USP A Aálise de Algoritmos é um campo da Ciêcia da Computação que tem como objetivo o etedimeto da complexidade dos

Leia mais

Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase

Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 12o Ano a Fase Prova Escrita de MATEMÁTICA A - 1o Ao 00 - a Fase Proposta de resolução GRUPO I 1. Como a probabilidade do João acertar em cada tetativa é 0,, a probabilidade do João acertar as tetativas é 0, 0, 0, 0,

Leia mais

Em linguagem algébrica, podemos escrever que, se a sequência (a 1, a 2, a 3,..., a n,...) é uma Progres-

Em linguagem algébrica, podemos escrever que, se a sequência (a 1, a 2, a 3,..., a n,...) é uma Progres- MATEMÁTICA ENSINO MÉDIO MÓDULO DE REFORÇO - EAD PROGRESSÕES Progressão Geométrica I) PROGRESSÃO GEOMÉTRICA (P.G.) Progressão Geométrica é uma sequêcia de elemetos (a, a 2, a 3,..., a,...) tais que, a partir

Leia mais

XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 2 (7 a. e 8 a. Ensino Fundamental) GABARITO

XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 2 (7 a. e 8 a. Ensino Fundamental) GABARITO GABARITO NÍVEL XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL (7 a. e 8 a. Ensin Fundamental) GABARITO ) D 6) A ) D 6) C ) C ) C 7) C ) C 7) B ) E ) C 8) A ) E 8) C ) D 4) A 9) B 4) C 9)

Leia mais

Stela Adami Vayego DEST/UFPR

Stela Adami Vayego DEST/UFPR Resumo 3 Resumo dos dados uméricos por meio de úmeros 1. Medidas de Tedêcia Cetral A tedêcia cetral da distribuição de freqüêcias de uma variável em um cojuto de dados é caracterizada pelo valor típico

Leia mais

INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL

INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL 1 Mat-15/ Cálculo Numérico/ Departameto de Matemática/Prof. Dirceu Melo LISTA DE EXERCÍCIOS INTERPOLAÇÃO POLINOMIAL A aproximação de fuções por poliômios é uma das ideias mais atigas da aálise umérica,

Leia mais

3.4.2 Cálculo da moda para dados tabulados. 3.4 Moda Cálculo da moda para uma lista Cálculo da moda para distribuição de freqüências

3.4.2 Cálculo da moda para dados tabulados. 3.4 Moda Cálculo da moda para uma lista Cálculo da moda para distribuição de freqüências 14 Calcular a mediaa do cojuto descrito pela distribuição de freqüêcias a seguir. 8,0 10,0 10 Sabedo-se que é a somatória das, e, portato, = 15+25+16+34+10 = 100, pode-se determiar a posição cetral /2

Leia mais

Apostila de limites e derivadas

Apostila de limites e derivadas ÁREA - Faculdade de Ciêcia e Teclgia Curss de Egeharia Cálcul Dierecial e Itegral I Pressr: Álvar Ferades Seraim a a l 5 Qual valr de a? Apstila de ites e derivadas Uma grade descberta evlve a sluçã de

Leia mais

Sumário. 2 Índice Remissivo 19

Sumário. 2 Índice Remissivo 19 i Sumário 1 Estatística Descritiva 1 1.1 Coceitos Básicos.................................... 1 1.1.1 Defiições importates............................. 1 1.2 Tabelas Estatísticas...................................

Leia mais

Ligações Químicas. Formação das Ligações Químicas. Fórmulas de Lewis para alguns elementos representativos. I) Ligação Iônica ou Eletrovalente

Ligações Químicas. Formação das Ligações Químicas. Fórmulas de Lewis para alguns elementos representativos. I) Ligação Iônica ou Eletrovalente 1 Frmaçã das Ligações Químicas Grup Cnfiguraçã Eletrônica Elétrns de Valência Universidade Federal de Campina Grande Centr de Ciência e Tecnlgia Agralimentar Prfª Rberlucia A Candeia Disciplina: Química

Leia mais

PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO

PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO 4 PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO PROBABILIDADE NOS PROJETOS Em Egeharia o cohecimeto das magitudes das precipitações apreseta grade iteresse prático por sua freqüete aplicação os projetos hidráulicos. Nos projetos

Leia mais

( 1,2,4,8,16,32,... ) PG de razão 2 ( 5,5,5,5,5,5,5,... ) PG de razão 1 ( 100,50,25,... ) PG de razão ½ ( 2, 6,18, 54,162,...

( 1,2,4,8,16,32,... ) PG de razão 2 ( 5,5,5,5,5,5,5,... ) PG de razão 1 ( 100,50,25,... ) PG de razão ½ ( 2, 6,18, 54,162,... Progressões Geométricas Defiição Chama se progressão geométrica PG qualquer seqüêcia de úmeros reais ou complexos, ode cada termo a partir do segudo, é igual ao aterior, multiplicado por uma costate deomiada

Leia mais

Disciplina: MATEMÁTICA Turma: 3º Ano Professor (a) : CÉSAR LOPES DE ASSIS INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA. Organização de dados

Disciplina: MATEMÁTICA Turma: 3º Ano Professor (a) : CÉSAR LOPES DE ASSIS INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA. Organização de dados Escola SESI de Aápolis - Judiaí Aluo (a): Disciplia: MATEMÁTICA Turma: 3º Ao Professor (a) : CÉSAR LOPES DE ASSIS Data: INTRODUÇÃO A ESTATÍSTICA A Estatística é o ramo da Matemática que coleta, descreve,

Leia mais

Exercício: Mediu-se os ângulos internos de um quadrilátero e obteve-se 361,4. Qual é o erro de que está afetada esta medida?

Exercício: Mediu-se os ângulos internos de um quadrilátero e obteve-se 361,4. Qual é o erro de que está afetada esta medida? 1. Tratameto estatísticos dos dados 1.1. TEORIA DE ERROS O ato de medir é, em essêcia, um ato de comparar, e essa comparação evolve erros de diversas origes (dos istrumetos, do operador, do processo de

Leia mais

10 - Medidas de Variabilidade ou de Dispersão

10 - Medidas de Variabilidade ou de Dispersão 10 - Medidas de Variabilidade ou de Dispersão 10.1 Itrodução Localizado o cetro de uma distribuição de dados, o próximo passo será verificar a dispersão desses dados, buscado uma medida para essa dispersão.

Leia mais

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES

ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES Nta: Alu(a: Turma: Prfessres: Data: Edu Vicete e Ulíci. Nções de Estatística Pdems eteder a Estatística cm sed métd de estud de cmrtamet cletiv, cujas cclusões sã traduzidas

Leia mais

RADIOATIVIDADE- TEORIA PARTE I

RADIOATIVIDADE- TEORIA PARTE I RDIOTIVIDDE- TEORI PRTE I Itrodução Radioatividade estuda a emissão atural ou provocada (artificial) de partículas e odas eletromagéticas pelos úcleos atômicos (uclídeos) de certos elemetos. Ela evolve

Leia mais

Definição 1: Sequência é uma lista infinita de números ordenados.

Definição 1: Sequência é uma lista infinita de números ordenados. . Sequêcia Matemática I Tecólogo em Costrução de Edifícios e Tecólogo Defiição : Sequêcia é uma lista ifiita de úmeros ordeados. º, º, º,...,º,... O do ídice, idicado a otação abaixo, é viculado com o

Leia mais

Professora Sonia. CUSC MEDICINA - Segundo Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO

Professora Sonia. CUSC MEDICINA - Segundo Semestre CENTRO UNIVERSITÁRIO SÃO CAMILO CUSC 2017 - MEDICINA - Segudo Semestre CENTR UNIVERSITÁRI SÃ CAMIL 01. maracujá, por ser rico em potássio, cotribui para o cotrole da pressão arterial. A tabela apreseta os pricipais mierais ecotrados

Leia mais

TRABALHO1 MEDIÇÕES, ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E ERROS.

TRABALHO1 MEDIÇÕES, ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E ERROS. TRABALHO1 MEDIÇÕES, ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E ERROS. 1.1 Objectivos Medir gradezas físicas, utilizado os istrumetos adequados. Apresetar correctamete os resultados das medições, ao ível da utilização

Leia mais

Colégio Pedro II Campus São Cristóvão II Disciplina: Ciências 2º Trimestre/ 9º ano TABELA PERIÓDICA

Colégio Pedro II Campus São Cristóvão II Disciplina: Ciências 2º Trimestre/ 9º ano TABELA PERIÓDICA Colégio Pedro II Campus São Cristóvão II Disciplina: Ciências 2º Trimestre/ 9º ano TABELA PERIÓDICA Agosto/2017 OS ELEMENTOS QUÍMICOS Podemos definir um elemento químico como sendo o conjunto de átomos

Leia mais

1.1. Ordem e Precedência dos Cálculos 1) = Capítulo 1

1.1. Ordem e Precedência dos Cálculos 1) = Capítulo 1 Capítulo. Aritmética e Expressões Algébricas O estudo de cálculo exige muito mais que o cohecimeto de limite, derivada e itegral. Para que o apredizado seja satisfatório o domíio de tópicos de aritmética

Leia mais

Exercícios de Matemática Fatoração

Exercícios de Matemática Fatoração Eercícis de Matemática Fatraçã ) (Vunesp-00) Pr hipótese, cnsidere a = b Multiplique ambs s membrs pr a a = ab Subtraia de ambs s membrs b a - b = ab - b Fatre s terms de ambs s membrs (a+(a- = b(a- Simplifique

Leia mais

Estimação por Intervalo (Intervalos de Confiança):

Estimação por Intervalo (Intervalos de Confiança): Estimação por Itervalo (Itervalos de Cofiaça): 1) Itervalo de Cofiaça para a Média Populacioal: Muitas vezes, para obter-se a verdadeira média populacioal ão compesa fazer um levatameto a 100% da população

Leia mais

UFSC. Matemática (Amarela)

UFSC. Matemática (Amarela) Respsta da UFSC: 0 + 0 + 08 = Respsta d Energia: 0 + 08 = 09 Resluçã 0. Crreta. 0. Crreta. C x x + y = 80 y = 80 x y y = x + 3 30 x + 3 30 = 80 x x = 80 3 30 x = 90 6 5 x = 73 45 8 N x z 6 MN // BC segue

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca

Leia mais

ESTUDO DA SECAGEM DE BANANAS ATRAVÉS DO MODELO DE DIFUSÃO USANDO SOLUÇÕES ANALÍTICAS

ESTUDO DA SECAGEM DE BANANAS ATRAVÉS DO MODELO DE DIFUSÃO USANDO SOLUÇÕES ANALÍTICAS WWWCONVIBRAORG ESTUDO DA SECAGEM DE BANANAS ATRAVÉS DO MODELO DE DIFUSÃO USANDO SOLUÇÕES ANALÍTICAS ANDRÉA F RODRIGUES 1, WILTON P SILVA 2, JOSIVANDA P GOMES 3, CLEIDE M D P S SILVA 4, ÍCARO CARVALHO RAMOS

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEITA DO TRIGO PELO MÉTODO DA ARMACAO DE PANO E COPO MEDIDOR

AVALIAÇÃO DE PERDAS NA COLHEITA DO TRIGO PELO MÉTODO DA ARMACAO DE PANO E COPO MEDIDOR (c;) EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÃRIA -EMBRAPA Viculada a Miistéri da Agricultura, CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE SOJA Rdvia Cels Gareia Cid - Km 375 Fes (0432) 26-1917 e 26-1159 (PABX) Tele:

Leia mais

matemática 2 Questão 7

matemática 2 Questão 7 Questã TIPO DE PROVA: A Na figura, a diferença entre as áreas ds quadrads ABCD e EFGC é 56. Se BE =,a área d triângul CDE vale: a) 8,5 b) 0,5 c),5 d),5 e) 6,5 pr semana. Eventuais aulas de refrç sã pagas

Leia mais

CPV O cursinho que mais aprova na fgv

CPV O cursinho que mais aprova na fgv CPV O cursiho que mais aprova a fgv FGV ecoomia a Fase 0/dezembro/0 MATEMÁTICA 0. Chamaremos de S() a soma dos algarismos do úmero iteiro positivo, e de P() o produto dos algarismos de. Por exemplo, se

Leia mais

Cap. VI Histogramas e Curvas de Distribuição

Cap. VI Histogramas e Curvas de Distribuição TLF /11 Capítulo VI Histogramas e curvas de distribuição 6.1. Distribuições e histogramas. 6 6.. Distribuição limite 63 6.3. Sigificado da distribuição limite: frequêcia esperada e probabilidade de um

Leia mais

Cap. 4 - Estimação por Intervalo

Cap. 4 - Estimação por Intervalo Cap. 4 - Estimação por Itervalo Amostragem e iferêcia estatística População: cosiste a totalidade das observações em que estamos iteressados. Nº de observações a população é deomiado tamaho=n. Amostra:

Leia mais

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO

MATEMÁTICA APLICADA RESOLUÇÃO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS ECONÔMICAS E 3/0/06 As grandezas P, T e V sã tais que P é diretamente prprcinal a T e inversamente prprcinal a V Se T aumentar 0% e V diminuir 0%, determine a variaçã

Leia mais

GEOMETRIA BÁSICA GGM00161-TURMA M2. Dirce Uesu Pesco Geometria Espacial 18/11/2010

GEOMETRIA BÁSICA GGM00161-TURMA M2. Dirce Uesu Pesco Geometria Espacial 18/11/2010 GEOMETRIA BÁSICA 200-2 GGM006-TURMA M2 Dirce Uesu Pesco Geometria Espacial 8//200 Defiição : PRISMA Cosidere dois plaos paralelos α e β e um segmeto de reta PQ, cuja reta suporte r itercepta o plao α.

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA MATEMÁTICA FINANCEIRA Coceito de taxa de juros Taxa de juro é a relação etre o valor dos juros pagos (ou recebidos) o fial de um determiado período de tempo e o valor do capital

Leia mais

de uma PA é justamente o valor da DIFERENÇA entre qualquer termo e o anterior.

de uma PA é justamente o valor da DIFERENÇA entre qualquer termo e o anterior. 0. PROGRESSÃO ARITMÉTICA: É toda sequêcia em que é SEMPRE costate a DIFERENÇA etre um termo qualquer da sequêcia (a partir do segudo, claro!) e seu aterior, logo dada a sequêcia a a a a a a R. A razão

Leia mais

Módulo 4 Matemática Financeira

Módulo 4 Matemática Financeira Módulo 4 Matemática Fiaceira I Coceitos Iiciais 1 Juros Juro é a remueração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela difereça etre dois pagametos, um em cada tempo, de modo

Leia mais

DILMAR RICARDO MATEMÁTICA. 1ª Edição DEZ 2012

DILMAR RICARDO MATEMÁTICA. 1ª Edição DEZ 2012 DILMAR RICARDO MATEMÁTICA TEORIA 6 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS GABARITADAS Teoria e Seleção das Questões: Prof. Dilmar Ricardo Orgaização e Diagramação: Mariae dos Reis ª Edição DEZ 0 TODOS OS DIREITOS

Leia mais

grau) é de nida por:

grau) é de nida por: CÁLCULO I Prf. Edilsn Neri Júnir Prf. André Almeida : Funções Elementares e Transfrmações n Grác de uma Funçã. Objetivs da Aula Denir perações cm funções; Apresentar algumas funções essenciais; Recnhecer,

Leia mais

Evolução da Tabela Periódica

Evolução da Tabela Periódica Evolução da Tabela Periódica À medida que se foram descobrindo e estudando novos elementos, foi possível verificar a existência de grupos de elementos com propriedades físicas e químicas parecidas, notando-se

Leia mais

Química 5 aula 1. aula 2 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS. 7. ( F ) Raios x são prejudiciais aos pacientes.

Química 5 aula 1. aula 2 COMENTÁRIOS ATIVIDADES PARA SALA COMENTÁRIOS ATIVIDADES PROPOSTAS. 7. ( F ) Raios x são prejudiciais aos pacientes. Química 5 aula 1 1. A alterativa icorreta ecotra-se em a, pois para a ideia de átomo idivisível, o que é por todo errado.. Atualmete, sabe-se que átomos do mesmo elemeto químico podem apresetar diferetes

Leia mais

Capítulo II - Sucessões e Séries de Números Reais

Capítulo II - Sucessões e Séries de Números Reais Capítulo II - Sucessões e Séries de Números Reais 2 Séries de úmeros reais Sabemos bem o que sigifica u 1 + u 2 + + u p = p =1 e cohecemos as propriedades desta operação - comutatividade, associatividade,

Leia mais

BRDE AOCP 2012. 01. Complete o elemento faltante, considerando a sequência a seguir: 1 2 4 8? 32 64 (A) 26 (B) 12 (C) 20 (D) 16 (E) 34.

BRDE AOCP 2012. 01. Complete o elemento faltante, considerando a sequência a seguir: 1 2 4 8? 32 64 (A) 26 (B) 12 (C) 20 (D) 16 (E) 34. BRDE AOCP 01 01. Cmplete element faltante, cnsiderand a sequência a seguir: (A) 6 (B) 1 (C) 0 (D) 16 (E) 4 Resluçã: 1 4 8? 64 Observe que, td númer subsequente é dbr d númer anterir: 1 4 8 16 4 8 16 64...

Leia mais

Exame MACS- Inferência-Intervalos.

Exame MACS- Inferência-Intervalos. Exame MACS- Iferêcia-Itervalos. No iício deste capítulo, surgem algumas ideias que devemos ter presetes: O objectivo da iferêcia estatística é usar uma amostra e tirar coclusões para toda a população.

Leia mais

NOTAÇÕES. denota o segmento que une os pontos A e B. In x denota o logarítmo natural de x. A t denota a matriz transposta da matriz A.

NOTAÇÕES. denota o segmento que une os pontos A e B. In x denota o logarítmo natural de x. A t denota a matriz transposta da matriz A. MATEMÁTICA NOTAÇÕES é o cojuto dos úmeros compleos. é o cojuto dos úmeros reais. = {,,, } i deota a uidade imagiária, ou seja, i =. Z é o cojugado do úmero compleo Z Se X é um cojuto, PX) deota o cojuto

Leia mais

Seqüências e Séries. Notas de Aula 4º Bimestre/2010 1º ano - Matemática Cálculo Diferencial e Integral I Profª Drª Gilcilene Sanchez de Paulo

Seqüências e Séries. Notas de Aula 4º Bimestre/2010 1º ano - Matemática Cálculo Diferencial e Integral I Profª Drª Gilcilene Sanchez de Paulo Seqüêcias e Séries Notas de Aula 4º Bimestre/200 º ao - Matemática Cálculo Diferecial e Itegral I Profª Drª Gilcilee Sachez de Paulo Seqüêcias e Séries Para x R, podemos em geral, obter sex, e x, lx, arctgx

Leia mais

NOTAÇÕES. Observação: Os sistemas de coordenadas considerados são os cartesianos retangulares.

NOTAÇÕES. Observação: Os sistemas de coordenadas considerados são os cartesianos retangulares. R C : cojuto dos úmeros reais : cojuto dos úmeros complexos i : uidade imagiária: i2 = 1 z Re(z) Im(z) det A : módulo do úmero z E C : parte real do úmero z E C : parte imagiária do úmero z E C : determiate

Leia mais

Estrutura da Tabela Periódica

Estrutura da Tabela Periódica Ministério da Educação Universidade Federal do Paraná Setor Palotina Aula 6 Propriedades Periódicas Prof. Isac G. Rosset Estrutura da Tabela Periódica Ordem crescente de Número Atômico (Z): 13 Al 26,9

Leia mais

Apostila de limites e derivadas

Apostila de limites e derivadas ÁREA - Faculdade de Ciêcia e Teclgia Curss de Egeharia Cálcul Dierecial e Itegral I Pressr: Álvar Ferades Seraim a a l 5 Qual valr de a? Apstila de ites e derivadas Uma grade descberta evlve a sluçã de

Leia mais

Capítulo I Séries Numéricas

Capítulo I Séries Numéricas Capítulo I Séries Numéricas Capitulo I Séries. SÉRIES NÚMERICAS DEFINIÇÃO Sedo u, u,..., u,... uma sucessão umérica, chama-se série umérica de termo geral u à epressão que habitualmete se escreve u u...

Leia mais

Elevando ao quadrado (o que pode criar raízes estranhas),

Elevando ao quadrado (o que pode criar raízes estranhas), A MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO, Vol. Soluções. Progressões Aritméticas ) O aumeto de um triâgulo causa o aumeto de dois palitos.logo, o úmero de palitos costitui uma progressão aritmética de razão. a a +(

Leia mais

QUESTÕES DISCURSIVAS

QUESTÕES DISCURSIVAS QUESTÕES DISCURSIVAS Questã 1 Um cliente tenta negciar n banc a taa de jurs de um empréstim pel praz de um an O gerente diz que é pssível baiar a taa de jurs de 40% para 5% a an, mas, nesse cas, um valr

Leia mais

OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 OPERAÇÃO mês 10% a.m. 100,00 110,00 121,00

OPERAÇÃO 1 OPERAÇÃO 2 OPERAÇÃO 3 OPERAÇÃO mês 10% a.m. 100,00 110,00 121,00 Módulo 7 J uros Compostos Os juros compostos são cohecidos, popularmete, como juros sobre juros. 7.1 Itrodução: Etedemos por juros compostos quado o fial de cada período de capitalização, os redimetos

Leia mais

ESTATÍSTICA. para Psicologia Parte 2. 01/06/2011 Bertolo 1

ESTATÍSTICA. para Psicologia Parte 2. 01/06/2011 Bertolo 1 ESTATÍSTICA para Psicologia Parte 2 01/06/2011 Bertolo 1 01/06/2011 Bertolo 2 Cap 02 - Medidas Estatísticas A distribuição de frequêcias permite-os descrever, de modo geral, os grupos de valores (classes)

Leia mais

lim Px ( ) 35 x 5 ), teremos Px ( ) cada vez mais próximo de 35 (denotaremos isso da forma Px ( ) 35 ). UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS IV-CCAE

lim Px ( ) 35 x 5 ), teremos Px ( ) cada vez mais próximo de 35 (denotaremos isso da forma Px ( ) 35 ). UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS IV-CCAE CURSO DISCIPLINA PROFESSOR I) Itrodução ao Limite de uma Fução UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS IV-CCAE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Limite de uma Fução José Elias

Leia mais

Sequências Reais. Departamento de Matemática - UEL Ulysses Sodré. 1 Sequências de números reais 1

Sequências Reais. Departamento de Matemática - UEL Ulysses Sodré.  1 Sequências de números reais 1 Matemática Essecial Sequêcias Reais Departameto de Matemática - UEL - 200 Ulysses Sodré http://www.mat.uel.br/matessecial/ Coteúdo Sequêcias de úmeros reais 2 Médias usuais 6 3 Médias versus progressões

Leia mais

Semelhanças entre Elementos Químicos, níveis e subníveis eletrônicos

Semelhanças entre Elementos Químicos, níveis e subníveis eletrônicos Semelhanças entre Elementos Químicos, níveis e subníveis eletrônicos Em nossa aula passada verificamos que os átomos de um determinado elemento químico são caracterizados pelo seu número atômico, Z, e

Leia mais

TABELA PERIÓDICA. Observamos que ele possui 7 elétrons na última camada, então, se encontra na família 17 ou 7A da classificação periódica.

TABELA PERIÓDICA. Observamos que ele possui 7 elétrons na última camada, então, se encontra na família 17 ou 7A da classificação periódica. TABELA PERIÓDICA 1- Introdução No nosso dia-a-dia o ato de classificar as coisas é algo corriqueiro. Em um faqueiro colocamos em um mesmo espaço as facas, em outro os garfos, etc. Agrupar coisas semelhantes

Leia mais

Solução de Equações Diferenciais Ordinárias Usando Métodos Numéricos

Solução de Equações Diferenciais Ordinárias Usando Métodos Numéricos DELC - Departameto de Eletrôica e Computação ELC 0 Estudo de Casos em Egeharia Elétrica Solução de Equações Difereciais Ordiárias Usado Métodos Numéricos Versão 0. Giovai Baratto Fevereiro de 007 Ídice

Leia mais

Virgílio A. F. Almeida DCC-UFMG 1/2005

Virgílio A. F. Almeida DCC-UFMG 1/2005 Virgílio A. F. Almeida DCC-UFMG 1/005 !" # Comparado quatitativamete sistemas eperimetais: Algoritmos, protótipos, modelos, etc Sigificado de uma amostra Itervalos de cofiaça Tomado decisões e comparado

Leia mais