LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE
|
|
|
- Carla Neiva Leão
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LÓGICA FORMAL parte 2 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE Algumas sentenças nã pdem ser expressas apenas cm us de símbls prpsicinais, parênteses e cnectivs lógics exempl: a sentenç a Para td x, x >0 é verdadeira para cnjunt ds inteirs psitivs essa sentença cnté m dis nvs elements: um quantificadr e um predicad QUANTIFICADORES: indicam quants bjets tê m uma determinada prpriedade exempl: 'para td', 'para cada' u 'para algum' 'para td x' PREDICADOS: um predicad descreve a prpriedade P(x) ds bjets quantificads em uma sentença P(x) = 'x > 0' descreve a prpriedade da variável x, que é ser psitiva quantificadr age sbre predicad QUANTIFICADOR UNIVERSAL: simblizad pr, cada' u 'para qualquer' exempl: ( x)(x>0) significa Para td x, x >0 lê -se 'para tds', 'para QUANTIFICADOR EXISTENCIAL: simblizad pr, pel mens um' u 'para algum' exempl: ( x)(x>0) significa Existe um x tal que x>0 lê -se 'existe um', 'para OBS: quantificadr e sua variável sã sempre clcads entre parênteses predicad é a expressã n segund par de parênteses VALOR-VERDADE DE UMA EXPRESSÃO O valr-verdade de uma expressã P(x) depende da interpretaçã da expressã
2 A INTERPRETAÇÃO da expressã envlve: 1. O DOMÍNIO DA INTERPRETAÇÃO: dmí ni ds bjets sb s quais a expressã é interpretada 2. a Prpriedade que P(x) representa nesse dmíni exempls: a expressã ( x)(x>0) é verdade para dmí ni ds inteirs psitivs e é falsa se dmíni fr tds s inteirs a expressã ( x) P(x) é verdade, para a prpriedade P(x) = x é divisível pr 2, se dmíni fr tds s pares para a prpriedade P(x) = x é um livr de capa azul, e dmí ni fr tds s livrs de uma bibliteca, a expressã ( x) P(x) é verdade, se existir pel mens um livr azul na bibliteca PREDICADOS UNÁRIOS envlvem prpriedades de uma variá vel - s i predicads vists at é aqui PREDICADOS BINÁRIOS, TERNÁRIOS,..., N-Á RIOS envlvem prpriedades de duas, três,..., N variáveis a expressã ( x)( y) P(x,y) é lida cm Para td x existe um y tal que P(x,y) Se P(x,y) é a prpriedade x < y e dmí ni cnsiste em nú mers inteirs, iss implica que para qualquer inteir existe um inteir ainda mair valr-verdade desta expressã a expressã ( y)( x) P(x,y) é lida cm é verdadeir Existe pel mens um y tal que para td x, P(x,y) Se P(x,y) é a prpriedade x < y e dmí ni cnsiste em númers inteirs, iss implica que mair que qualquer inteir valr-verdade desta expressã existe um inteir ' y ' que é é fals O exempl acima mstra que a rdem na qual s quantificadres aparecem é imprtante
3 ESCOPO DE UM QUANTIFICADOR é a seçã da wff para a qual s quantificadres se aplicam s símbls de agrupament (parê nteses, clchetes, etc.) ajudam a identificar escp de um quantificadr Em alguns cass UMA wff PODE NÃ O TER UM VALOR-VERDADE DETERMINADO PARA UMA CERTA INTERPRETAÇÃO valr-verdade de uma wff deve cnsiderar escp ds quantificadres cnsidere a seguinte wff: ( x)( y) [P(x,y) Q(x,y)] escp d quantificadr ( y) é [P(x,y) Q(x,y)] escp d quantificadr ( x) é ( y) [P(x,y) Q(x,y)] para a interpretaçã cuj dmíni sã tds s inteirs, P(x,y) é a prpriedade x <= y e Q(x,y) é a prpriedade x divide y, a wff é VERDADEIRA pr exempl, se esclherms, para qualquer valr de x, um valr de y que seja múltipl de x, tal cm y = 3x, a wff é cnsidere, agra, a seguinte wff: ( x)[( y)p(x,y) Q(x,y)] escp d quantificadr ( y) é P(x,y) escp d quantificadr ( x) é [( y)[p(x,y) Q(x,y)] verdadeira para a interpretaçã d exempl anterir, cuj dmíni sã tds s inteirs, P(x,y) é a prpriedade x <= y e Q(x,y) é a prpriedade x divide y, NÃO haver á valr-verdade determinad para esta wff nessa wff, dad qualquer valr de x, pdems esclher um y para que ( y)p(x,y) seja verdadeira, mas valr de y em Q(x,y) nã est á assciad a nenhum escp; nesse cas y est á livre para tmar qualquer valr n dmíni da interpretaçã se tmarms y múltipl de x, entã Q(x,y) é verdadeira, trnand a expressã inteira verdadeira se tmarms y nã múltipl de x, entã Q(x,y) é falsa, trnand a expressã inteira falsa prtant, nã é pssí vel, determinar valr-verdade da expressã para esta interpretaçã
4 A crrência de uma variável em uma wff é chamada de uma OCORRÊNCIA LIGADA em duas cndições: quand é a variável que define que quantificadr quantifica, ( y) e ( x), na wff d exempl anterir quand est á dentr d escp d quantificadr envlvend esta variável a variável y em P(x,y) est á dentr d escp da variá vel definida em ( y), na wff d exempl anterir a variável x em P(x,y) e Q(x,y) est á dentr d escp da variá vel definida em ( x), na wff d exempl anterir uma variável que tenha pel mens uma OCORRÊ NCIA LIGADA em uma wff é uma VARIÁVEL LIGADA uma VARIÁVEL LIVRE tem pel mens uma OCORRÊNCIA NÃ O LIGADA em uma wff a variável y, na wff d exempl anterir, também é uma VARIÁ VEL LIVRE, pis tem uma crrência livre em Q(x,y), ist é, est á fra de qualquer escp definid para y na wff perceba que um variá vel pde ser a mesm temp livre e ligada em uma wff uma wff cm variáveis livres PODEM nã ter valr-verdade determinad para uma dada interpretaçã, send verdadeira para alguns valres das variáveis livres e falsa para utrs uma wff cm predicads e sem variá veis livres tem valr-verdade em qualquer interpretaçã, embra esse valr-verdade pssa alterar-se de uma interpretaçã para utra ii
5 SENTENÇAS CONTENDO PREDICADOS E QUANTIFICADORES Cnsidere dmí ni Td mund A sentenç a Td ser human é livre est á dizend que qualquer cisa que seja um ser human é livre. Fazend P(x) dentar x é um ser human e Q(x) dentar x é livre, vems que a sentença pde ser simblizada pr ( x) [P(x) Q(x)] Qualquer ser human é livre e cada ser human é livre sã variantes dessa sentença em Prtuguês A sentenç a Existe um ser human livre é dentada cm ( x) [P(x) Q(x)] Alguns seres humans sã livres e Existem seres humans livres sã variantes dessa sentença em Prtuguês Usams ( x) para a implicaçã e ( x) para a cnjunçã As duas utras cmbinações pssí veis quase nunca expressam que se deseja dizer: A wff ( x) [P(x) Q(x)] denta que tds s elements d dmí ni sã seres humans livres A wff ( x) [P(x) Q(x)] é verdadeira na medida em que haja algum element x d dmíni que nã seja ser human, pis neste cas, P(x) assume fals e a implicaçã é verdadeira NEGAÇÃO COM QUANTIFICADORES Seja a prpriedade A(x) = x é bnit A sentenç a Tud é bnit é representada simblicamente cm ( x)a(x) A negaçã dessa sentença é Nã é verdade que tud é bnit u Alg nã é bnit, e é representada simblicamente cm: [( x)a(x)] ( x)[ A(x)] Nte que Tud nã é bnit diz alg mais 'frte' que a negaçã da sentença riginal ( Tud é bnit ) A sentenç a Alg é bnit é representada simblicamente cm ( x)a(x) A negaçã dessa sentença é Nã é verdade que alg é bnit, Tud nã é bnit u Nada é bnit, e é representada simblicamente cm: [( x)a(x)] ( x)[ A(x)]
6 nte que Alg nã é bnit nã é tã 'frte' quant a negaçã da sentenç a riginal ( Alg é bnit ) VALIDADE wffs prpsicinais: wffs que cntêm apenas sí mbls prpsicinais e cnectivs/peradres lógics sempre têm valres-verdade, s quais dependem ds valres- verdade atribuíds as símbls prpsicinais n têm 2 valres-verdade para uma tautlgia é uma wff verdadeira para tdas as atribuiçõ es de valres-verdade existe um algritm (tabela-verdade) para determinar se uma wff é u nã uma tautlgia wffs predicativas: wffs que cntêm predicads e variáveis e pdem nã ter valres- verdade a existência, u nã, de valr-verdade para uma wff predicativa depende da interpretaçã uma wff válida é verdadeira para tdas as interpretações nã existe um algritm para determinar se uma wff é u nã válida (precisams usar racicí ni para determinar quand a frma de uma wff a trna verdadeira para qualquer interpretaçã) iii
Matemática Discreta - 03
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Matemática Discreta - 03 Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav
BRDE AOCP 2012. 01. Complete o elemento faltante, considerando a sequência a seguir: 1 2 4 8? 32 64 (A) 26 (B) 12 (C) 20 (D) 16 (E) 34.
BRDE AOCP 01 01. Cmplete element faltante, cnsiderand a sequência a seguir: (A) 6 (B) 1 (C) 0 (D) 16 (E) 4 Resluçã: 1 4 8? 64 Observe que, td númer subsequente é dbr d númer anterir: 1 4 8 16 4 8 16 64...
AULA 5 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE
Disciplina: Matemática Computacional Prof. Diana de Barros Teles AULA 5 QUANTIFICADORES, PREDICADOS E VALIDADE Quantificadores: são frases do tipo para todo, ou para cada, ou para algum, isso é, frases
Transformadores. Transformadores 1.1- INTRODUÇÃO 1.2- PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
Transfrmadres 1.1- INTRODUÇÃO N estud da crrente alternada bservams algumas vantagens da CA em relaçã a CC. A mair vantagem da CA está relacinada cm a facilidade de se elevar u abaixar a tensã em um circuit,
S3 - Explicação sobre endereço e/ou número de telefone dos EUA
S3 - Explicaçã sbre endereç e/u númer de telefne ds EUA Nme Númer da Cnta (se huver) A preencher seu Frmulári W-8 d IRS, vcê afirma nã ser cidadã u residente ds EUA u utra cntraparte ds EUA para efeit
I, determine a matriz inversa de A. Como A 3 3 A = 2 I; fatorando o membro esquerdo dessa igualdade por A, temos a expressão
VTB 008 ª ETAPA Sluçã Cmentada da Prva de Matemática 0 Em uma turma de aluns que estudam Gemetria, há 00 aluns Dentre estes, 0% fram aprvads pr média e s demais ficaram em recuperaçã Dentre s que ficaram
4.1 Representação em PU
UIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Análise de Sistemas Elétrics de Ptência 1 4.1 Representaçã em PU P r f. F l á v i V a n d e r s n G m e s E - m a i l : f l a v i. g m e s @ u f j f. e d u. b r E E
Em geometria, são usados símbolos e termos que devemos nos familiarizar:
IFS - ampus Sã Jsé Área de Refrigeraçã e ndicinament de r Prf. Gilsn ELEENTS E GEETRI Gemetria significa (em greg) medida de terra; ge = terra e metria = medida. nss redr estams cercads de frmas gemétricas,
Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social
Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.
Lógica de Predicados
Lógica de Predicados Conteúdo Correção dos Exercícios (Rosen 47) Prioridade dos Quantificadores (Rosen 38) Ligando Variáveis (Rosen 38) Predicados com duas variáveis. Equivalências lógicas (Rosen 39) Negando
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS
PONTIFÍI UNIERSIDDE TÓLI DE GOIÁS DEPRTMENTO DE MTEMÁTI E FÍSI Prfessres: Edsn az e Renat Medeirs EXERÍIOS NOT DE UL II Giânia - 014 E X E R Í I OS: NOTS DE UL 1. Na figura abaix, quand um elétrn se deslca
CAPÍTULO VIII. Análise de Circuitos RL e RC
CAPÍTUO VIII Análise de Circuits e 8.1 Intrduçã Neste capítul serã estudads alguns circuits simples que utilizam elements armazenadres. Primeiramente, serã analisads s circuits (que pssuem apenas um resistr
BEXIGAS PARA ACUMULADOR
18.1 Generalidades A cnstruçã da bexiga em uma única peça sem emendas, u uniã vulcanizada, segue um prcediment riginal da HT que vem se aperfeiçand a lng de muit temp, é a característica especial deste
ELETRICIDADE E MAGNETISMO
PONIFÍCIA UNIVERSIDADE CAÓLICA DE GOIÁS DEPARAMENO DE MAEMÁICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELERICIDADE E MAGNEISMO NOA DE AULA II Giânia 2014 1 ENERGIA POENCIAL ELÉRICA E POENCIAL ELÉRICO
SUMÁRIO 1 Documentação de Código Fonte... 03 1.1 Ativação... 03 1.2 Integração dos Dados... 05 2. Integraç ão com e-commerce Ciashop...
1 SUMÁRIO 1 Dcumentaçã de Códig Fnte... 03 1.1 Ativaçã... 03 1.2 Integraçã ds Dads... 05 2. Integraçã cm e-cmmerce Ciashp... 47 Cmpartilhar Estque 3. Publicar Prduts... 56 4. Alterar Prduts... 56 5. Excluir
Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta
Questã O númer de gls marcads ns 6 jgs da primeira rdada de um campenat de futebl fi 5,,,, 0 e. Na segunda rdada, serã realizads mais 5 jgs. Qual deve ser númer ttal de gls marcads nessa rdada para que
Os antigos gregos acreditavam que quanto maior fosse a massa de um corpo, menos tempo ele gastaria na queda. Será que os gregos estavam certos?
Lançament vertical e queda livre Se sltarms a mesm temp e da mesma altura duas esferas de chumb, uma pesand 1 kg e utra kg, qual delas chegará primeir a chã? Os antigs gregs acreditavam que quant mair
PROGRAMA CLIENTE REFERÊNCIA FH REGULAMENTO
PROGRAMA CLIENTE REFERÊNCIA FH REGULAMENTO Última Revisã: 02/06/2014 1. RESUMO CADASTRO Cliente preenche Frmulári de Cadastr CONFIRMAÇÃO DE CADASTRO A FH envia um e-mail de cnfirmaçã de cadastr para cliente
ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GRAFICOS DE x E R.
ANÁLISE DE DESEMPENHO DOS GAFICOS DE E. Vims cm cnstruir e utilizar s gráfics de cntrle. Agra vams estudar sua capacidade de detectar perturbações n prcess. GÁFICO de Em um julgament, veredict final será
FKcorreiosg2_cp1 - Complemento Transportadoras
FKcrreisg2_cp1 - Cmplement Transprtadras Instalaçã d módul Faça dwnlad d arquiv FKcrreisg2_cp1.zip, salvand- em uma pasta em seu cmputadr. Entre na área administrativa de sua lja: Entre n menu Móduls/Móduls.
3 Fundamentos do Comportamento dos Hidrocarbonetos Fluidos
3 Fundaments d Cmprtament ds Hidrcarbnets Fluids 3.1. Reservatóris de Petróle O petróle é uma mistura de hidrcarbnets, que pde ser encntrada ns estads: sólid, líquid, u ass, dependend das cndições de pressã
QUESTÕES DISCURSIVAS
QUESTÕES DISCURSIVAS Questã 1 Um cliente tenta negciar n banc a taa de jurs de um empréstim pel praz de um an O gerente diz que é pssível baiar a taa de jurs de 40% para 5% a an, mas, nesse cas, um valr
Capítulo V. Técnicas de Análise de Circuitos
Capítul V Técnicas de Análise de Circuits 5.1 Intrduçã Analisar um circuit é bter um cnjunt de equações u valres que demnstram as características de funcinament d circuit. A análise é fundamental para
Aula 11 Bibliotecas de função
Universidade Federal d Espírit Sant Centr Tecnlógic Departament de Infrmática Prgramaçã Básica de Cmputadres Prf. Vítr E. Silva Suza Aula 11 Biblitecas de funçã 1. Intrduçã À medida que um prgrama cresce
Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização
Bletim Técnic CAGED Prtaria 1129/2014 MTE Prdut : TOTVS 11 Flha de Pagament (MFP) Chamad : TPRQRW Data da criaçã : 26/08/2014 Data da revisã : 12/11/2014 País : Brasil Bancs de Dads : Prgress, Oracle e
2º Passo Criar a conexão via ODBC (Object DataBase Conection)
Prjet de Sexta-feira: Prfessra Lucélia 1º Pass Criar banc de dads u selecinar banc de dads. Ntas: Camps nas tabelas nã pdem cnter caracteres acentuads, especiais e exclusivs de línguas latinas. Nã há necessidade
A nova metodologia de apuração do DI propõe que o cálculo seja baseado em grupos de taxas e volumes, não mais em operações.
Taxa DI Cetip Critéri de apuraçã a partir de 07/10/2013 As estatísticas d ativ Taxa DI-Cetip Over (Extra-Grup) sã calculadas e divulgadas pela Cetip, apuradas cm base nas perações de emissã de Depósits
Aula 05 Fontes Independentes e Dependentes
Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Mdels de Circuits Eletrônics Intrduçã Aula 05 Fntes Independentes e Dependentes Uma das funções
Uma leitura sobre a propriedade do conhecimento no software livre e copyleft a partir de conceitos da filosofia grega.
XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía de la Universidad de Buens Aires. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. Uma leitura sbre a prpriedade d
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA E INFORMÁTICA BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DISCIPLINA DE PROJETOS I
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA E INFORMÁTICA BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DISCIPLINA DE PROJETOS I RESUMO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Resum d trabalh
DISCIPLINA: Matemática. MACEDO, Luiz Roberto de, CASTANHEIRA, Nelson Pereira, ROCHA, Alex. Tópicos de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006.
DISCIPLINA: Matemática 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex, 2006. PARKIN, Michael.
Instrumentos ópticos
Instruments óptics O h A uz entra n h através duma abertura variáve pupia. A córnea e cristain junts cam a imagem sbre a retina, que cntém cerca de cem mihões de sensres de uz (s bastnetes e s cnes)ë As
Capacitância e Capacitores
Nessa prática, farems um estud sbre capacitres. erá intrduzid cnceit de capacitância e estudarems as leis de carga e descarga de capacitres, bem cm as regras de assciaçã desses elements de circuit. empre
AULA CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA
APOSTILA ELÉTRIA PARA AULA 11 MÓDULO - 1 ORRENTE ONTÍNUA E ALTERNADA Induçã Eletrmagnética Geraçã de crrente cntínua e alternada Frmas de nda - icl - Períd - Frequência lts de pic e pic-a-pic Tensã eficaz
Gestão de Mão-de-Obra
Gestã de Mã-de-Obra Prdut : Micrsiga Prtheus Manutençã de Ativs Versã 10 Chamad : SCUNZM Data da criaçã : 18/08/10 Data da revisã : 08/09/10 País(es) : Brasil Banc de Dads : Tds FNC : 000000191782010 Aplicabilidade
Boletim da Vila Noca e Jardim Cecy Nº 29 04 DE DEZEMBRO DE 2008 página 1
Bletim da Vila Nca e Jardim Cecy Nº 29 04 DE DEZEMBRO DE 2008 página 1 DIA 9, PALESTRA SOBRE SEGURANÇA Dia 9 de dezembr de 2008 às 20:00 hras, na Creche Barnesa de Limeira, R Antôni de Gebara, 75, Cap
Questão 13. Questão 14. alternativa C
Questã 13 O suc de laranja cncentrad da marca M cntém 20 mg de vitamina C pr 50 ml de suc cncentrad. Para ser cnsumid, deve ser diluíd cm água até que seu vlume seja 4 vezes mair que inicial. Pr utr lad,
Substituição de descodificadores antigos
Substituiçã de descdificadres antigs De md a assegurar a dispnibilizaçã cntínua da tecnlgia mais recente as seus subscritres a MultiChice África irá realizar um prcess de actualizaçã ds descdificadres
Linguagem de. Aula 07. Profa Cristiane Koehler [email protected]
Linguagem de Prgramaçã IV -PHP Aula 07 Prfa Cristiane Kehler [email protected] Banc de Dads Manipulaçã de Banc de Dads HTML básic códigs cm páginas estáticas HTML + PHP códigs cm páginas
DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada
DISCIPLINA: Matemática e Matemática Aplicada 1- BIBLIOGRAFIA INDICADA Bibliteca Virtual Pearsn MACEDO, Luiz Rbert de, CASTANHEIRA, Nelsn Pereira, ROCHA, Alex. Tópics de matemática aplicada. Curitiba: Ibpex,
HARDWARE e SOFTWARE. O Computador é composto por duas partes: uma parte física (hardware) e outra parte lógica (software).
HARDWARE e SOFTWARE O Cmputadr é cmpst pr duas partes: uma parte física (hardware) e utra parte lógica (sftware). Vcê sabe qual é a diferença entre "Hardware" e "Sftware"? Hardware: é nme dad a cnjunt
Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas
Perguntas frequentes sbre Prgrama Banda Larga nas Esclas 1. Qual bjetiv d Prgrama Banda Larga nas Esclas? O Prgrama Banda Larga nas Esclas tem cm bjetiv cnectar tdas as esclas públicas à internet, rede
T12 Resolução de problemas operacionais numa Companhia Aérea
T12 Resluçã de prblemas peracinais numa Cmpanhia Aérea Objectiv Criar um Sistema Multi-Agente (SMA) que permita mnitrizar e reslver s prblemas relacinads cm s aviões, tripulações e passageirs de uma cmpanhia
ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000
ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind
Aula 03 Circuitos CA
Campus I Jã Pessa Disciplina: Análise de Circuits Curs Técnic Integrad em Eletrônica Prfª: Rafaelle Felician 1. Elements de Circuits n dmíni de Fasres Intrduçã Para cmpreender a respsta de dispsitivs básics
Circuitos de Corrente Alternada I
Institut de Física de Sã Carls Labratóri de Eletricidade e Magnetism: Circuits de Crrente Alternada I Circuits de Crrente Alternada I Nesta prática, estudarems circuits de crrente alternada e intrduzirems
Máquinas Eléctricas. b2 D. Sobre dois elementos de circuito dotados de resistência eléctrica ABC e ADC deriva-se um ramo ou ponte BD e
Labratóri de Máquinas léctricas Métd da Pnte de Wheatstne Manuel Vaz uedes Núcle de studs de Máquinas léctricas FUL NNHRI UNIVRSI O PORTO O estud experimental das máquinas eléctricas exige cnheciment d
Sejam P1(x1,y1) e P2(x2,y2) pontos pertencentes ao plano. A equação da reta pode ser expressa como: ou
Sejam P1(x1,y1) e P2(x2,y2) pontos pertencentes ao plano. A equação da reta pode ser expressa como: ou y = ax + b ax y = b Desta forma, para encontrarmos a equação da reta que passa por entre esses dois
SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR
SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR Índice Intrduçã... 3 Aspect Gráfic... 4 Regist na aplicaçã... 5 Recuperaçã de Códigs de Acess... 6 Área Reservada... 8 Entrar na Área Reservada... 8 Editar Perfil... 9
PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS
Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs
Manual de Instruções para Aparelhos Auditivos
Manual de Instruções para Aparelhs Auditivs Índice Aparelhs Auditivs persnalizads Cnhecend seu aparelh auditiv Clcand a bateria Clcand e retirand aparelh intracanal/intra-auricular Clcand e retirand aparelh
Quadriláteros. a) 30 o e 150 o b) 36 o e 72 o c) 36 o e 144 o d) 45 o e 135 o e) 60 o e 120 o. Nessas condições, a área do paralelogramo EFBG é.
1) (OBM) O retângul a lad está dividid em 9 quadrads, A, B, C, D, E, F, G, H e I. O quadrad A tem lad 1 e quadrad B tem lad 9. Qual é lad d quadrad I? Quadriláters b) Cnsidere dis plinômis, f(x) e g(x),
Profa. Dra. Silvia M de Paula
Prfa. Dra. Silvia M de Paula Espelhs Esférics Certamente tds nós já estivems diante de um espelh esféric, eles sã superfícies refletras que têm a frma de calta esférica. Em nss ctidian ficams diante de
1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura. 1.1. Área do triângulo em função de um lado e da altura
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A área de um triângul é dada
www.datapar.com.br Descrição Este manual tem como principal finalidade, ajudar os usuários do setor de Patrimônios nos cadastros e movimentação.
Página 1 de 8 Descriçã Este manual tem cm principal finalidade, ajudar s usuáris d setr de Patrimônis ns cadastrs e mvimentaçã. Relaçã ds Tópics a serem vists neste manual - Cadastr Departaments Itens
MATRIZES. Em uma matriz M de m linhas e n colunas podemos representar seus elementos da seguinte maneira:
MATRIZES Definiçã Chm-se mtriz d tip m x n (m IN* e n IN*) td tel M frmd pr númers reis distriuíds em m linhs e n cluns. Em um mtriz M de m linhs e n cluns pdems representr seus elements d seguinte mneir:
Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:
Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL Cntratante: O CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL - 12º REGIÃO, pessa jurídica de direit públic cnstituída sb a frma de autarquia fiscalizadra,
Questão 1. Questão 3. Questão 2. Resposta. Resposta
ATENÇÃO: Escreva a resluçã COMPLETA de cada questã n espaç a ela reservad. Nã basta escrever resultad final: é necessári mstrar s cálculs u racicíni utilizad. Questã Uma pessa pssui a quantia de R$7.560,00
Exercícios de Java Aula 17
Exercícis de Java Aula 17 Link d curs: http://www.liane.cm/2013/10/curs-java-basic-java-se-gratuit/ 1. Faça um prgrama que peça uma nta, entre zer e dez. Mstre uma mensagem cas valr seja inválid e cntinue
Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt
Versã 1.1.1.3 Descriçã d prdut, 2009 www.graycell.pt 1 ENQUADRAMENTO A platafrma ask-it! é uma aplicaçã web-based que permite criar inquérits dinâmics e efectuar a sua dispnibilizaçã n-line. A facilidade
ACUMULADOR DE PRESSÃO. Linha de produto 9.1. Pré-seleção
ACUMULADOR DE PRESSÃO Linha de prdut Préseleçã 9.1 Acumuladr de pressã cm diafragma Acumuladr D,725 Acumuladr D,75 Acumuladr D,1625 Acumuladr D,321 Acumuladr D,3225 Acumuladr D,51 Acumuladr D,751 Acumuladr
Questão 1. Questão 3. Questão 2. alternativa B. alternativa E. alternativa B
Questã 1 Uma pesquisa de mercad sbre determinad eletrdméstic mstru que 7% ds entrevistads preferem a marca X, 40% preferem a marca Y, 0% preferem a marca Z, 5% preferem X e Y, 8% preferem Y e Z, % preferem
Diferenciais do QlikView Versus Tecnologias Tradicionais
Diferenciais d QlikView Versus Tecnlgias Tradicinais Índice Tecnlgia MOLAP... 3 Demanda criaçã de Datawarehuse... 3 Númer limitad de dimensões... 3 Inflexível... 3 Cnsultas smente nline... 3 Tecnlgia ROLAP...
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Orientações gerais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE RIO DO SUL ESTRADA DO REDENTOR, 5665 BAIRRO CANTAGALO RIO DO SUL (SC) (47) 3521 3700 [email protected] ORIENTAÇÕES GERAIS As rientações
Programa Estágios Profissionais
Prgrama Estágis Prfissinais Cnsiste num estági cm a duraçã de 9 meses, pdend prlngar-se, cm autrizaçã d IEFP, excepcinalmente, até 12 meses, quand fr cmplementad pr um estági a realizar em territóri nacinal
SEJAFERA APOSTILA EXERCÍCIOS / QUESTÕES DE VESTIBULARES. Matrizes e Determinantes
SEJAFERA APOSTILA EXERCÍCIOS / QUESTÕES DE VESTIBULARES Matrizes e Determinantes Depis de estudad uma matéria em matemática é imprtante que vcê reslva um númer significativ de questões para fiaçã de cnteúd.
Vantagens do Sistema Trifásico
Vantagens d Sistema Trifásic Original: 6-06-03 Hmer Sette Revisã: 30-06-03 Agra que sistema trifásic chegu as amplificadres, cm advent d TRI 6000 S da Etelj, interesse pel assunt na cmunidade de áudi aumentu
Dissídio Retroativo. Cálculos INSS, FGTS e geração da SEFIP
Dissídi Retrativ Cálculs INSS, FGTS e geraçã da SEFIP A rtina de Cálcul de Dissídi Retrativ fi reestruturada para atender a legislaçã da Previdência Scial. A rtina de Aument Salarial (GPER200) deve ser
COMO CONFIGURAR SUA(S) CONTA(S) NO MICROSOFT OFFICE OUTLOOK
COMO CONFIGURAR SUA(S) CONTA(S) NO MICROSOFT OFFICE OUTLOOK Use as instruções de acrd cm a versã d seu Outlk (2010, 2007 u 2003) Para saber a versã de seu Outlk, clique n menu Ajuda > Sbre Micrsft Office
Manual de Instruções. Kit Estrogonofe ABN-AB-ABK-ABL SKYMSEN LINHA DIRETA
METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Manual de Instruções Kit Estrgnfe ABN-AB-ABK-ABL METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Rua Anita Garibaldi, nº 262 Bairr: S Luiz CEP: 88351-410 Brusque Santa Catarina
Questão 2. Questão 1. Questão 3. alternativa E. alternativa D. alternativa E
NOTAÇÕES C é cnjunt ds númers cmplexs. R é cnjunt ds númers reais. N {,,,...}. i denta a unidade imaginária, u seja, i. z é cnjugad d númer cmplex z. Se X é um cnjunt, P(X) denta cnjunt de tds s subcnjunts
ELETRICIDADE E MAGNETISMO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Prfessres: Edsn Vaz e Renat Medeirs ELETRICIDADE E MAGNETISMO NOTA DE AULA II Giânia - 2013 1 REVISÃO DE PRODUTO ESCALAR Antes
2. A programação completa e mais informações estarão disponíveis no site www.gar.esp.br.
REGULAMENTO 1. Sbre Event 1. A Gramad Adventure Running é uma prva de revezament junt à natureza que será realizada n dia 09/05/2015 (Sábad) em Gramad, n Estad d Ri Grande d Sul, cm participaçã de ambs
Questão 1. Questão 3. Questão 2. Questão 4. Resposta. Resposta. Resposta. ATENÇÃO: Escreva a resolução COM- PLETA de cada questão no espaço reservado
ATENÇÃO: Escreva a resluçã COM- PLETA de cada questã n espaç reservad para a mesma. Nã basta escrever apenas resultad final: é necessári mstrar s cálculs racicíni utilizad. Questã Caminhand sempre cm a
Extrator de Sucos Modelo
O PREÇO ALIADO À QUALIDADE METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Rua: Anita Garibaldi, nº 22 - Bairr: Sã Luiz - CEP: 8851-10 Brusque - Santa Catarina - Brasil Fne: +55 (0 )7 211 000 / 255 2000 Fax: +55 (0 )7 211 020
PROGRAMA DE REALIZAÇÃO E APOIO A EVENTOS DE ESPORTE, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL
MINISTÉRIO DO ESPORTE SECRETARIA NACIONAL DE ESPORTE, EDUCAÇÃO, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE PROGRAMAS DE ESPORTE, EDUCAÇÃO, LAZER E INCLUSÃO SOCIAL PROGRAMA DE REALIZAÇÃO E APOIO
Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01.
Agenda Intrduçã Diariamente cada um ds trabalhadres de uma empresa executam diversas atividades, muitas vezes estas atividades tem praz para serem executadas e devem ser planejadas juntamente cm utras
CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011.
Gabinete d Deputad FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de març de 2011. Quand ingressei cm Requeriment slicitand a presença de Vssas Senhrias na Cmissã, estava assustad, cm, aliás, tda a ppulaçã, cm
Descrição do serviço. Visão geral do serviço. Escopo dos serviços Copilot Optimize. Copilot Optimize CAA-1000. Escopo
Descriçã d serviç Cpilt Optimize CAA-1000 Visã geral d serviç Esta Descriçã d serviç ( Descriçã d serviç ) é firmada pr vcê, cliente, ( vcê u Cliente ) e a entidade da Dell identificada na fatura de cmpra
Legenda da Guia de Tratamento Odontológico
Legenda da Guia de Tratament Odntlógic Term Registr NS Nº da n prestadr Num. d Camp na Númer da principal 3 Data da autrizaçã Senha senha 1 2 4 5 6 Nme d camp na Registr NS Númer da n prestadr Númer da
ISCTE. SOCIOLOGIA E SOCIOLOGIA E PLANEAMENTO Ano Lectivo 2003/2004 (2º Semestre) ESTATÍSTICA II. (Interpretação de Outputs de SPSS)
ISCTE SOCIOLOGIA E SOCIOLOGIA E PLANEAMENTO An Lectiv 2003/2004 (2º Semestre) ESTATÍSTICA II (Interpretaçã de Outputs de SPSS) Interval de Cnfiança para a Média Ppulacinal Ensai de Hipóteses para a Média
GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS
GUIA RÁPIDO DE CONFIGURAÇÃO PARA WINDOWS CONTEÚDO 1. Intrduçã... 3 2. Requisits de Sftware e Hardware:... 3 3. Usuári e Grups:... 3 3.1. Cnfigurand cm Micrsft AD:... 3 3.2. Cnfigurand s Grups e Usuáris:...
3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO
3. VISÃO DE FUTURO E ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO DE LONGO PRAZO 47 48 3.1. VISÃO DE FUTURO DO MAIS RN PARA 2035 A classe empresarial ptiguar apresenta para a sciedade uma Visã de Futur usada e desafiadra.
SEMINARIO PARA ODESENVOLVIMENTO DE TOMADA DE DECISÃO. o o < UJ. o I- o... o (/) > z. o:::... o::: o::: ... o::: ... ::> :I: (/) (/) UJ
:::... UJ ::: (.!) UJ...J < I- ::: CL SEMINARIO PARA ODESENVOLVIMENTO DE EXECUTIVOS: TOMADA DE DECISÃO z :I: UJ... < :::... ::> ::: U - UJ I- :::... > UJ I- UJ Z > UJ UJ ~ Z... >...J I- > z Z
Utilizando o Calculador Etelj Velocidade do Som no Ar
Utilizand Calculadr telj Velcidade d Sm n Ar Hmer Sette 8 0 0 ste utilitári permite cálcul da velcidade de prpagaçã d sm n ar C, em funçã da temperatura d ar, da umidade relativa d ar e da pressã atmsférica
Soma dos ângulos: internos ou externos?
Refrç esclar M ate mática Sma ds ânguls: interns u externs? Dinâmica 5 9º An 4º Bimestre Prfessr DISCIPLINA An CAMPO CONCEITO Matemática 9º d Ensin Fundamental Gemétric. Plígns regulares e áreas de figuras
Informática II INFORMÁTICA II
Jrge Alexandre [email protected] - gab. 30 Artur Susa [email protected] - gab. 27 1 INFORMÁTICA II Plan Parte I - Cmplementar cnheciment d Excel cm ferramenta de análise bases de dads tabelas dinâmicas
Raniê Ralph. 14 de Novembro de 2007. Professor Chamon.
14 de Nvembr de 2007. Prfessr Chamn. Vesícula e vias biliares. Cnsiderações cirúrgicas. Objetivs. Cnsiderações da anatmia. Patlgias cirúrgicas. Fisipatlgia. Diagnóstic. Alternativas de tratament. Tratament
MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO
SIGIO Sistema Integrad de Gestã de Imprensa Oficial MANUAL DO USUÁRIO FINANCEIRO S I G I O M A N U A L D O U S U Á R I O P á g i n a 2 Cnteúd 1 Intrduçã... 3 2 Acess restrit a sistema... 4 2.1 Tips de
Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD
Parecer Cnsultria Tributária Segments Escrituraçã Cntábil Digital ECD 23/12/2013 Parecer Cnsultria Tributária Segments Títul d dcument Sumári Sumári... 2 1. Questã... 3 2. Nrmas Apresentadas Pel Cliente...
