Problemas do Capítulo 7. Problemas resolvidos
|
|
|
- Denílson Salazar Sanches
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Problea do Capítulo 7 Problea reolvido Problea - U balde reebe áua de ua torneira que jorra litro por eundo O balde apóia-e e ua balança que irá edir a aa da áua quando a torneira for feada E u da do intante o balde o ua áua te aa de 00 k e a uperfíie da áua etá abaio da torneira A veloidade da áua ao air da torneira é de 80 / Qual é o peo auado pela balança? Solução Uando onervação de eneria eânia vê-e que a áua atine o balde o veloidade dada por o o v = v + v = - v + onde v o é ua veloidade ao air da torneira e é a altura da queda Durante o intervalo de tepo t o ipulo que a balança iprie ao balde para frear a áua que ea é I = v A força envolvida nee ipulo é F I = = v = v o + t t t I O peo auado pela balança é P = + PI = + v o + t Subtituindo o valore nuério obteo k P = N = 308 N Problea - Dua partíula etão iniialente e repouo eparada pela ditânia d Por atração útua ela ovienta-e e direção ua da outra até olidire Motre uando diretaente a lei de Newton que eu oviento é tal que o entro de aa fia epre parado e portanto ela olide naquele ponto F -F 0 d Fiura
2 Solução A equaçõe de oviento da partíula ão Portanto r&& r&& = F = F & & r + r = 0 Eta equação otra que o entro de aa do itea te aeleração nula Ua vez que o entro de aa etava iniialente e repouo peraneerá nee etado durante o oviento da partíula Problea 3 - U arro o aa de 00 k ove-e para o Norte o veloidade ontante de 5 / Outro arro o aa de 500 k e ovendo-e para o Oete te veloidade de 0 / e t = 0 e anté aeleração ontante de 0 / até t = 0 Calule a veloidade e aeleração do entro de aa do itea entre 0 e 0 Solução - Toando o eio do ao lono da direção Oete-Lete entido Lete e o eio do y na direção Sul-Norte entido Norte podeo erever v v = j5/ = i (0/ + 0/ t) A veloidade do entro de aa erá v + v v = + t v = [ 500 (0 + ) i j] 700 t v = [ 5 (0 + ) i + 00j] 9 Derivando ea veloidade e relação ao tepo 5 a = i 9
3 Problea 4 Ua etraladora atira 600 bala por inuto Cada bala te aa de 0 e parte o veloidade de 400 / Calule a força édia eerida pela bala obre a etraladora Solução O ipulo tranferido para ada bala pela etraladora é I = v onde é a aa da bala E u intervalo de tepo t ão atirada N bala que reebe u ipulo total dado por I = NI = Nv Ee ipulo é epreo por I t = F ( t ) dt = Ft 0 Portanto a força édia obre a etraladora é I N F = = v t t Subtituindo o núero neta fórula obteo 0 F = k 400 = 40 N Problea 5 U avião eplode no ar e e divide e trê parte uja aa e veloidade iediataente apó a eploão ão: parte - = 4000 k v = (00i + 5k ) / parte - = 000 k v = ( 50i + 50j 5k ) / parte 3-3 = 000 k v = ( 50j 5 ) / 3 k (a) Qual era a veloidade do avião ao eplodir? (b) Qual era eu oento linear? Solução (a) Ua vez que a força envolvida na eploão ão força interna do itea a veloidade do eu entro de aa não pode ter e alterado nee proeo Portanto a veloidade do avião era iual à veloidade do entro de aa do trê fraento dada por v = (4000v + 000v + 000v 3) = (v + v + v3) Subtituindo o valore da veloidade 3
4 v = [ (00i + 5k ) 50i + 50j 5k 50j 5k ] / 4 v = i875 / (b) O oento linear tanto do avião quando do fraento loo apó a eploão é P = (8000k 875/) i = 70 0 N 5 Problea 6 É ou dizer-e que quando u projétil eplode no ar o entro de aa de eu fraento eue ua trajetória parabólia e atine o eo ponto no olo que o projétil atiniria e não tivee eplodido Ito é verdade? Para reponder à quetão ireo oniderar u ao epeífio: U projétil é atirado o veloidade de 300 / a u ânulo de 45 o o a orizontal Ao atinir eu ponto de áia altitude ele eplode e dua parte de aa iuai U do fraento te veloidade iniial v o = (0i + 5j) / Diuta o oviento poterior do entro de aa do itea Solução Coo vio no Capítulo 4 o ponto de áia altitude do projétil é ( = v o enθo ) ( ) = 98 = 9 e eu alane ao não eplodie eria o 900 R = v enθo = = A veloidade do projétil no oento da eploão é iual à oponente orizontal de ua veloidade de lançaento: V = i / Coo a eploão onerva o oento linear do itea podeo alular a veloidade iniial do eundo fraento: v + V vo o v o = V v o = Subtituindo o núero neta equação obteo v = (44i + 0i + 5j) / = (54i + 5j) / o 4
5 Enquanto o doi fraento do projétil etivere no ar a únia força atuando obre o itea erá a ravidade e portanto o entro de aa euirá ua trajetória parabólia No oento e que o prieiro fraento atinir o olo tal trajetória erá interropida Obviaente o fraento que é ejetado o veloidade vertial neativa atinirá o olo prieiro Sendo t = 0 o oento da eploão ua oordenada vertial erá dada por y( t) = + v oyt t e o fraento atinirá o olo no intante t dado por oy t = t v 0 voy voy = + + t t = + + = A partir dee intante o entro de aa não ai euirá a trajetória parabólia iniial Toando oo orie da oordenada o ponto de lançaento do projétil o fraento airá no ponto de oordenada dada por R 97 = + v ot = ( 0 ) 347 = Noo alvo aora é alular onde ai o fraento Ele airá no intante t dado por t v oy v oy = t = + + = no pondo de oordenada R 97 = + v ot = ( ) 65 = 5
6 Finalente o entro de aa airá no ponto X = = 50 que é be ditante do ponto de oordenada R = 97 onde airia o projétil ao não ouvee a eploão Problea 7 U átoo de Urânio iniialente parado e deintera por radioatividade erando ua partíula α e u átoo de Tório Coo erá elor derito no Capítulo 45 (O núleo atôio) tal deinteração é ua epéie de eploão 3 e que ua quantidade de eneria Q = 68 0 J (eneria nulear) é tranforada e eneria inétia do doi fraento da deinteração Sabendo-e que a aa do átoo de tório e da partíula α ão repetivaente M = 0 5 k e 7 = k alule a eneria inétia o que é eitida a partíula α Solução Ua vez que a força envolvida na deinteração oo oorre e qualquer eploão ão força interna o oento linear do itea e onerva no proeo Já que o átoo de Urânio etava parado o oento linear iniial do itea era nulo o eo oorrendo portanto o o oento linear final: M M V + v = 0 v = V Onde V e v ão repetivaente a veloidade o que ão eitido o átoo de tório e a partíula α A eneria inétia do doi fraento ão Portanto M Kα = v V KT MV = = M K = α K T Vê-e então que partíula α que é o fraento ai leve arrea te uito ai eneria inétia que o átoo de Tório Por outro lado a oa da dua eneria inétia é iual a Q ou eja 6
7 K K K α α + K + M T = Q K α = Q M = Q M + α Subtituindo o núero neta equação obteo Q = 68 0 J = J Problea 8 U oe o aa de 70 k etá parado na etreidade de ua anoa tabé parada uja aa é de 60 k e ujo opriento é de 40 Corre até a outra etreidade e alta na áua o veloidade de 0 / na direção orizontal (a) Co que veloidade reua a anoa? (b) De quanto a anoa reua até o intante do alto? Solução Deprezando o atrito da anoa o a áua o entro de aa do itea oe-anoa peranee ióvel até o oento do alto Ito inifia que eu oento linear peranee nulo Podeo então erever Portanto v v = 0 + (a) v 70k 0/ v = = = 3 60k (b) a poição do entro de aa do itea é dada por + = + Coo = 0 podeo erever + = 0 Alé dio a diferença entre o deloaento do oe e da anoa é L = 40 ou eja = L = L + 7
8 Portanto ( + L) + = 0 L 70k 40 = = = + 30k Problea 9 Ua janada te opriento L = 50 e peo de 50 k Doi peadore u o aa de 85 k e o outro o aa de 60 k etão parado ada u e ua etreidade da janada que tabé etá parada e áua tranqüila E dado oento ele troa de poição e apó io peranee parado De quanto e deloa a janada? Solução O entro de aa do itea janada-peadore fia parado durante o proeo e ua oordenada é iniialente = j j j onde j é a oordenada do entro de aa da janada Durante a troa de poição do peadore = 0 e portanto + + j j = 0 Por outro lado o deloaento de ada peador e relação à áua é a oa do eu deloaento e relação à janada o o deloaento da janada e relação à áua: = L + j = L + j Podeo aora erever L ) + ( L + ) + 0 ( + j j j j = ( ) L ( + + j ) j = ( ) L j = + + j Subtituindo o valore nuério 8
9 (85 60)k 50 = = 033 ( )k j Problea 0 - O fouete Saturno V que lançou a nave Apolo e 6/07/969 no prieiro vôo tripulado à Lua tina no oento de ua arranada aa total de 77 il tonelada e eu prieiro etáio S-IC levava 96 il tonelada de obutível que era ejetado à veloidade relativa de 58 k/ e à taa de 9 tonelada por eundo (a) Qual era o epuo do etáio S-IC? Qual foi a aeleração do fouete (b) loo apó eu lançaento e () ao eotar-e o obutível do etáio S-IC? F Fiura Solução Na Fiura veo a força atuando obre o fouete (veja que ele não e paree o Saturno V!) eu epuo F e eu peo (a) O epuo do etáio S-IC era 3 k 3 7 F = Ru = = N A equação de oviento do fouete é F = F a = a Coloando o núero obteo (b) N a = 98 = (0 98) = k 9
10 () N a = (77-96) k = (4 98) = 3 Problea propoto 7E João te aa de 75 k e etá prourando Maria uja aa é de 50 k O entro de aa do aal etá a 5 de Maria Qual é a ditânia entre João e Maria? Repota: d = 5 7E U ainão anda ob a uva o veloidade ontante iual a (5 /)i O ainão te ua açaba na qual ae 0 k de áua por eundo Seundo u obervador parado na etrada a uva ai na direção vertial o veloidade (40 /)j Calule a força que a áua da uva faz obre o ainão Repota: F = ( 50i + 80j) N 73E U joador de futebol rola a bola (aa de 450 ) para eu pareiro o veloidade de 5 / Ete a uta o veloidade de 30 / e direção perpendiular à da trajetória iniial Calule o ódulo do ipulo tranitido à bola no ute Repota: I = 5 N 74E U peador o aa de 70 k alta orizontalente de ua anoa de 50 k iniialente parada o veloidade de 45 / e relação a ela Qual é a veloidade do peador no referenial da áua? Repota: v = 9 / 75E Ua partíula de aa ove-e o veloidade v na direção de outra partíula parada de aa M Calule a eneria inétia no referenial do entro de aa do itea M Repota: K = v M + 76P U projétil o veloidade de 30 / a u ânulo de 60 o o a orizontal e à altitude de 0 eplode e dua parte iuai Ua dela é lançada vertialente para ia o veloidade de 0 / Qual é a ditânia entre o ponto onde a dua etade atine o olo? Repota: d = 3 0
11 77P Iaine u fouete uja propulão foe realizada por u poderoo laer eitindo luz para traz Sabendo-e que a eneria e o oento linear de u fóton ão liado pela equação E = p onde é a veloidade da luz otre que o epuo do fouete eria F = P / onde P é a potênia eitida pelo laer 78 P U fouete te doi etáio O prieiro te aa de 00 tonelada da quai 90 ão de obutível e o eundo te aa de 0 tonelada da quai 0 ão de obutível Abo o etáio epele eu á o veloidade de 60 k/ Ao opletar a queia de eu obutível o prieiro etáio é deonetado do eundo e ete oeça a queiar eu obutível (a) Qual é a veloidade do fouete quando o prieiro etáio é deartado? (b) Que veloidade terá o eundo etáio quando o eu obutível aaba? Inore a ravidade Repota: (a) v = 43 k/ (b) V = 07 k/ θ M Fiura 3 79P U bloo de aa deliza a partir do repouo obre ua rapa de aa M oo otra a Fiura 3 A rapa apóia-e obre u pio e não á atrito entre a rapa e o pio ne entre a rapa e o bloo Calule (a) A eneria inétia oada do bloo e da rapa quando o bloo atine o pio (a) A veloidade do bloo quando atine o pio Depreze a dienão do bloo M Repota: (a) K = (b) v = M + o θ 70P Identifique toda a operaçõe de ietria de u ilindro Repota: a Rotação de qualquer ânulo e torno de eu eio; b refleão e qualquer plano ontendo o eu eio; rotação de 80 o e torno de qualquer reta ortoonal ao eu eio e paando pelo eu entro
12
Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Híbridos pela Mecânica Newtoniana
Modelage Mateátia de isteas Meânios Híbridos pela Meânia Newtoniana 1 7 Modelage Mateátia de isteas Meânios Híbridos pela Meânia Newtoniana 1 INTRODUÇÃO Nesta apostila aprendereos oo obter o odelo ateátio
TRABALHO DO PESO. Com base nessas informações, a relação entre o peso total erguido pelo atleta e o seu próprio peso corporal é. g 10 m s.
TRABALHO DO PESO 1. (G1 - ifce 016) Para realizar o levantaento de peo de fora adequada, u halterofilita neceita realizar 5 etapa, confore otrado a eguir. E u deterinado capeonato undial de levantaento
Sistemas Multivariaveis: conceitos fundamentais
Departaento de Engenharia Quíica e de Petróleo UFF Diciplina: TEQ- CONTROLE DE PROCESSOS Sitea Multivariavei: conceito fundaentai Prof a Ninoka Bojorge Sitea ultivariávei São itea co vária entrada e aída,
Cinemática Exercícios
Cinemática Exercício Aceleração e MUV. 1- Um anúncio de um certo tipo de automóvel proclama que o veículo, partindo do repouo, atinge a velocidade de 180 km/h em 8. Qual a aceleração média dee automóvel?
MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO
Diciplina de Fíica Aplicada A 1/ Curo de Tecnólogo em Getão Ambiental Profeora M. Valéria Epíndola Lea MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO Agora etudaremo o movimento na direção verticai e etaremo deprezando
Física Básica: Mecânica - H. Moysés Nussenzveig, 4.ed, 2003 Problemas do Capítulo 2
Fíica Báica: Mecânica - H. Moyé Nuenzveig, 4.ed, 003 Problea do Capítulo por Abraha Moyé Cohen Departaento de Fíica - UFAM Manau, AM, Brail - 004 Problea Na célebre corrida entre a lebre e a tartaruga,
Unidade Símbolo Grandeza
Unidade Prefixo Noe Síbolo Fator Multiplicador Noe Síbolo Fator Multiplicador exa E 10 18 deci* d 10-1 peta P 10 15 centi* c 10 - tera T 10 1 ili* 10-3 giga* G 10 9 icro* 10-6 ega* M 10 6 nano n 10-9 quilo*
5. Resolva o problema 4 sabaendo que há atrito entre as rodinhas do armário e o chão e o coeficiente de atrito cinético vale k = 0.25.
Dinâica do Sólido Tranlação de Sólido Centro de aa e Moento Angular ATIVIDADE 1 0 Bietre 1. A epilhadeira otrado pea W = 50 lb e é uado para levantar u caixote de peo 500 lb. A epilhadeira etá ovendo-e
Modelagem Matemática de Sistemas Mecânicos Translacionais pela Mecânica Newtoniana
Modelage Mateátia de Sisteas Meânios Translaionais pela Meânia Newtoniana 5 Modelage Mateátia de Sisteas Meânios Translaionais pela Meânia Newtoniana INTRODUÇÃO Nesta apostila aprendereos oo obter o odelo
Bombas, Turbinas e Perda de carga Exemplos resolvidos - Exercícios de Revisão Prof. Dr. Cláudio S. Sartori
FCT Capítulo 6 oba, Turbina e erda de cara Exeplo reolido - Exercício de Reião rof. Dr. Cláudio S. Sartori www.claudio.artori.no.br Equação da Eneria e preença de ua áquina: p h p h p p h h p p h h Se
Física I. Oscilações - Resolução
Quetõe: Fíica I Ocilaçõe - Reolução Q1 - Será que a amplitude eacontantenafae de um ocilador, podem er determinada, e apena for epecificada a poição no intante =0? Explique. Q2 - Uma maa ligada a uma mola
FEP2195 Física Geral e Experimental para a Engenharia I Gabarito da prova 2 14/05/2009
FP95 Físia Geal e peiental paa a ngenhaia I Gabaito da pova 4/05/009 Ua bola de basquete (de assa M e ua bola de tênis (de assa são abandonadas do epouso a ua altua h do solo, onfoe ostado na figua. Os
Física A. sainthorant danie / Shutterstock
sainthorant danie / Shutterstock 1 aula 1 constante durante certo intervalo de tepo, a velocidade escalar édia coincide co o valor da velocidade e qualquer instante nesse intervalo de tepo. A arcação do
No dimensionamento à flexão simples, os efeitos do esforço cortante podem
FLEXÃO SIMPLES NA RUÍNA: EQUAÇÕES CAPÍTULO 7 Libânio M. Pinheiro, Caiane D. Muzardo, Sandro P. Santo. 12 maio 2003 FLEXÃO SIMPLES NA RUÍNA: EQUAÇÕES 7.1 HIPÓTESES No dimenionamento à flexão imple, o efeito
Décima aula de FT do Mario Schenberg primeiro semestre de 2015
Décia aula de FT do Mario Schenberg prieiro eetre de 2015.9 O reervatório da figura ão cúbico e ão enchido pelo tubo, repectivaente, e 100 e 500. Deterinar a velocidade édia da água na eção (A), abendo
PROVA DE FÍSICA II. Considere g = 10,0 m/s 2. O menor e o maior ângulo de lançamento que permitirão ao projétil atingir o alvo são, respectivamente,
PROVA DE FÍSCA 01. O aratonista Zé de Pedreiras, no interior de Pernabuco, correu a ua velocidade édia de cerca de 5,0 léguas/h. A légua é ua antiga unidade de copriento, coo são o copriento do capo de
Revisão EsPCEx 2018 Cinemática Prof. Douglão. Gabarito:
Revisão EsPCEx 018 Cinemática Prof. Doulão Gabarito: Resposta da questão 1: Orientando a trajetória no sentido do joador para a parede, na ida o movimento é proressivo, portanto a velocidade escalar é
L g. Pêndulo simples Oscilações amortecidas e forçadas Ressonância
Pêndulo siples Oscilações aortecidas e orçadas Ressonância Proa. Valéria Mattar Vilas Boas ísica U pêndulo siples é u sistea ideal que consiste de ua partícula suspensa por u io inextensível e leve. Quando
Geração de calor em sólidos
3/09/06 ranferência de calr Geraçã de calr em ólid º. emetre, 06 Geraçã de calr em ólid Divera aplicaçõe prática de tranferência de calr envlvem a cnverã de aluma frma de eneria em eneria térmica n mei.
e-física IFUSP 08 Movimento dos Projéteis Exercícios Resolvidos
e-fíica Enino de Fíica Online Inituto de Fíica da USP 8 Moimento do Projétei Eercício Reolido Eercício Reolido 8.1 A figura ilutra a ituação na ual em um determinado intante um projétil de maa m = kg ai
Matemática. Resolução das atividades complementares ( ) M19 Geometria Analítica: Pontos e Retas. ( ) pertence à bissetriz dos quadrantes pares.
Reolução da atividade complementare Matemática M9 Geometria nalítica: Ponto e Reta p. 08 (MK-SP) Identifique a entença fala: a) O ponto (0, ) pertence ao eio. b) O ponto (4, 0) pertence ao eio. c) O ponto
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 32 COLISÕES REVISÃO
FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 32 COLISÕES REVISÃO Fixação 1) Duas partículas A e B, de assas A = 1,0 kg e B = 2,0 kg, ove-se inicialente sobre a esa reta, coo ilustra a figura, onde estão assinalados os sentidos
Física Geral I. 1º semestre /05. Indique na folha de teste o tipo de prova que está a realizar: A, B ou C
Física Geral I 1º seestre - 2004/05 1 TESTE DE AVALIAÇÃO 2668 - ENSINO DE FÍSICA E QUÍMICA 1487 - OPTOMETRIA E OPTOTÉCNIA - FÍSICA APLICADA 8 de Novebro, 2004 Duração: 2 horas + 30 in tolerância Indique
Revisão EsPCEx 2018 Dinâmica Impulsiva Prof. Douglão
1. Para entender a iportância do uso do capacete, considere o exeplo de ua colisão frontal de u otoqueiro, co assa de 80 kg, co u uro. Suponha que ele esteja se deslocando co ua velocidade de 7 k h quando
Introdução. Cinemática inversa Dificuldades. Introdução Cinemática inversa. Cinemática inversa Existência de soluções
4/6/6 Introdução {Ferramenta} Introdução à Robótia Prof. Dougla G. Maharet [email protected]??? {Bae} Introdução à Robótia - Introdução Como alular o valore da variávei de junta que produzirão a
LANÇAMENTO OBLÍQUO - INTERMEDIÁRIO EXERCÍCIOS RESOLVIDOS
LANÇAMENTO OBLÍQUO - INTERMEDIÁRIO EXERCÍCIOS RESOLVIDOS A Equipe SEI, pensando em você, preparou este artio com exercícios resolvidos sobre lançamento oblíquo. Bons estudos!. (AFA 9) Uma bola de basquete
MECÂNICA E MODERNA - ALUNO Prof.: Rhafael Roger
MECÂNICA 01. (COVEST 2011) O gráfico a seguir ostra a posição de ua partícula, que se ove ao longo do eio, e função do tepo. Calcule a velocidade édia da partícula no intervalo entre t = 2 s e t = 8 s,
Física 10A. Resoluções. Aula 28. Extensivo Terceirão Física 10A b. = v. 300 = 120v e = 2000 = v
ula 8 8.. b Q Q ante depoi v v + v v v+ v v v e v v v v v v v+ v v v v v e v eoluçõe 8.. a O choque ecânico perfeitaente elático ocorre quando há áxia conervação de eneria cinética no ipacto e conervação
Física Geral I. 1º semestre /05. Indique na folha de teste o tipo de prova que está a realizar: A, B ou C
Física Geral I 1º seestre - 2004/05 EXAME - ÉPOCA NORMAL 2668 - ENSINO DE FÍSICA E QUÍMICA 1487 - OPTOMETRIA E OPTOTECNIA - FÍSICA APLICADA 26 de Janeiro 2005 Duração: 2 horas + 30 in tolerância Indique
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departaento de Estudos Básicos e Instruentais 5 Oscilações Física II Ferreira 1 ÍNDICE 1. Alguas Oscilações;. Moviento Harônico Siples (MHS); 3. Pendulo Siples;
QUESTÕES CORRIGIDAS PROFESSOR Rodrigo Penna QUESTÕES CORRIGIDAS LEIS DE NEWTON ÍNDICE. Equilíbrio: 1 a Lei
QUESTÕES CORRIGIDAS LEIS DE NEWTON ÍNDICE 1 EQUILÍBRIO: 1 A LEI 1 2 A LEI: F RESULTANTE = M.A 14 AÇÃO E REAÇÃO: 3 A LEI 37 Equilíbrio: 1 a Lei 1. U corpo de aa e encontra e equilíbrio ob a ação do eu próprio
Aula 20. Efeito Doppler
Aula 20 Efeito Doppler O efeito Doppler conite na frequência aparente, percebida por um oberador, em irtude do moimento relatio entre a fonte e o oberador. Cao I Fonte em repouo e oberador em moimento
Módulo III Movimento Uniforme (MU)
Módulo III Moimento Uniforme (MU) Em moimento retilíneo ou curilíneo em que a elocidade ecalar é mantida contante, diz-e que o móel etá em moimento uniforme. Nete cao, a elocidade ecalar intantânea erá
dm = (ρ 1A 1 V 1 - ρ 2A 2 V 2 ) dt
UNIERSIDDE FEDERL DO IUÍ CENTRO DE TECNOLOGI DERT.º DE RECURSOS HÍDRICOS E GEOLOGI LICD DEFINIÇÃO CÍTULO I REGIME ERMNETE elocidade, pressão e densidade aria de u ponto a outro, as no eso ponto são sepre
Prof. Anderson Coser Gaudio Departamento de Física Centro de Ciências Exatas Universidade Federal do Espírito Santo http://www.cce.ufes.
PROBLEMAS RESOLVIDOS DE FÍSICA Prof. Anderson Coser Gaudio Departaento de Física Centro de Ciências Eatas Universidade Federal do Espírito Santo http://www.cce.ufes.br/anderson [email protected] Últia
FÍSICA 2º ANO DIFERENÇA DE DOIS VETORES Duas grandezas vetoriais são iguais quando apresentam o mesmo módulo, a mesma direção e o mesmo sentido.
FÍSICA º ANO I- ETOES - GANDEZA ESCALA E ETOIAL a) G Ecalar: é aquela que fica perfeitamente definida quando conhecemo o eu valor numérico e a ua unidade de medida Ex: maa, tempo, comprimento, energia,
a) Calcular a energia cinética com que a moeda chega ao piso.
Dados: Considere, quando necessário: g = 10 /s ; sen 30 = cos 60 = 1/; cos 30 = sen 60 = 3/; calor específico da água = 1 cal/g C. 1) Ua pessoa deixa ua oeda cair, e, então, ouve-se o barulho do choque
CAPÍTULO 7. Seja um corpo rígido C, de massa m e um elemento de massa dm num ponto qualquer deste corpo. v P
63 APÍTLO 7 DINÂMIA DO MOVIMENTO PLANO DE ORPOS RÍGIDOS - TRABALHO E ENERGIA Neste capítulo será analisada a lei de Newton apresentada na fora de ua integral sobre o deslocaento. Esta fora se baseia nos
a) Calcule a força medida pelo dinamômetro com a chave aberta, estando o fio rígido em equilíbrio.
UJ MÓDULO III DO PISM IÊNIO - POA DE ÍSICA PAA O DESENOLIMENO E A ESPOSA DAS QUESÕES, SÓ SEÁ ADMIIDO USA CANEA ESEOGÁICA AZUL OU PEA. Na olução da proa, ue, uando neeário, g = /, = 8 /, e = 9 - kg, π =.
Resoluções dos exercícios propostos
1 P.380 Dados: t s; F 0 N Intensidade: I F t 0 I 40 N s Direção: a esa da força ertical Sentido: o eso da força de baixo para cia P.381 Dados: 0,6 kg; g 10 /s ; t 3 s P g 0,6 10 P 6 N Intensidade do ipulso:
Estudo do Circuito Grampeador para os Conversores Flyback e Forward e do Circuito Equivalente do Transformador de Três Enrolamentos
UFSC - Univeridade Federal de Santa Catarina CTC - Centro Tecnolóico EEL - Departamento de Enenharia Elétrica INEP - Intituto de Eletrônica de Potência Etudo do Circuito Grampeador para o Converore Flyback
FÍSICA Resolução sentido OBJETIVO
4 FÍSICA É comum vermos, durante uma partida de voleibol, a bola tomar repentinamente trajetórias inesperadas loo depois que o joador efetua um saque. A bola pode cair antes do esperado, assim como pode
80 km/ h e durante a segunda metade levou a velocidade de 40 km/ h. A sua
Instituto Superior Politécnico de Tete / Exae de Adissão de Física /. U autoóvel durante a prieira etade de tepo que estava e oviento levou a velocidade de velocidade édia é de: 8 k/ h e durante a segunda
TD DE FÍSICA 1 Solução das Questões de Cinemática (MRU, MRUV, Queda livre) PROF.: João Vitor
Soluções Resposta da questão 1: Usando a equação de Torricelli co a = g = 10 /s e ΔS h 0. v v0 g h v 0 10 0 400 v 0 /s. Resposta da questão : a) Dados: d 1 = 1 k = 1.000 ; v = 7, k/h = /s; Δ t in 10s.
LOQ Fenômenos de Transporte I
LOQ 408 - Fenôeno de Tranporte I EXERCÍCIOS Aula Ecoaento e duto e tubo Prof. Lucrécio Fábio do Santo Departaento de Engenaria Quíica LOQ/EEL Atenção: Eta nota detina-e excluiaente a erir coo roteiro de
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS - ESCOLA NORMAL SUPERIOR Disciplina: Equações Diferenciais
Repota: UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS - ESCOLA NORMAL SUPERIOR Diciplina: Equaçõe Diferenciai Profeora: Geraldine Silveira Lima Eercício Livro: Jame Stewart Eercício 9.1 1. Motre que y 1 é uma olução
PQI 3103 Conservação de Massa e Energia
Pesquisa em Proessos Oxidativos Avançados Researh in Advaned Oxidation Proesses PQI 3103 Conservação de Massa e Eneria Aula 6 Balanço de Eneria Parte 1 Prof. Antonio Carlos S. C. Teixeira Centro de Enenharia
Disciplina de Física Aplicada A 2012/2 Curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora Ms. Valéria Espíndola Lessa MECÂNICA
Diciplina de Fíica Aplicada A 212/2 Curo de Tecnólogo em Getão Ambiental Profeora M. Valéria Epíndola Lea MECÂNICA Neta aula etudaremo a primeira parte da Fíica Cláica: a Mecânica. A Mecânica divide-e
LEIS DAS COLISÕES. ' m2. p = +, (1) = p1 ' 2
LEIS DAS COLISÕES. Resuo Faze-se colidir, elástica e inelasticaente, dois lanadores que se ove quase se atrito nua calha de ar. Mede-se as velocidades resectivas antes e deois das colisões. Verifica-se,
Centro de Estudos Gilberto Gualberto Ancorando a sua aprendizagem Questão 01 - (PUCCAMP
Questão 01 - (PUCCAMP de VH, o framento A atiniu o solo SP/2018) no ponto Um objeto foi lançado obliquamente a partir de uma superfície plana e a) IV. horizontal de modo que o valor da b) III. componente
Cap. 7 - Corrente elétrica, Campo elétrico e potencial elétrico
Cap. - Corrente elétrica, Capo elétrico e potencial elétrico.1 A Corrente Elétrica S.J.Troise Disseos anteriorente que os elétrons das caadas ais externas dos átoos são fracaente ligados ao núcleo e por
Ww Ws. w = e = Vs 1 SOLO CONCEITOS BÁSICOS
1 SOLO CONCEITOS BÁSICOS O olo, ob o ponto de vita da Engenharia, é um conjunto de partícula ólida com vazio ou poro entre ela. Ete vazio podem etar preenchido com água, ar ou ambo. Aim o olo é : - eco
PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS
19 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS PROJETO GEOMÉTRICO DE VIAS 3 - CURVAS HORIZONTAIS COM TRANSIÇÃO 3.1 - INTRODUÇÃO A deontinuidade da urvatura que exite no onto de aagem da tangente ara a irular (onto
velocidade inicial da bola: v 0; altura da borda do telhado: H,; ângulo de inclinação do telhado: θ.
Uma bola rola sobre o telhado de uma casa até cair pela beirada com velocidade v 0. Sendo a altura do ponto de onde a bola cai iuala H e o ânulo de inclinação do telhado, com a vertical, iual a θ, calcule:
Física. Resoluções. Aula 07. Extensivo Terceirão Física 3A c a Nos MUV, a equação horária dos espaços é: s = s0 + v0
ula 7 Reoluçõe íica 7.. c a o MUV, a equação horária do epaço é: = + v t + t Coo ela é ua função do ọ grau, é epre repreentada por ua parábola. 7.. d Ee ponto otra o intante e que a velocidade do corpo
Ondas e Óptica. No espelho côncavo, se o objeto está colocado entre o foco e o vértice ( s < f ) do espelho a imagem é virtual e direita.
Onda e Óptica Epelho eférico V = Vértice do epelho = entro de curatura do epelho F = Foco do epelho = Ditância do objeto ao értice de epelho = Ditância da imagem ao értice do epelho f = Foco do epelho
Representação De Modelos de Sistemas Dinâmicos:
Representação de Modelos de Sisteas Dinâios: Espaço de Estados Representação De Modelos de Sisteas Dinâios: - Espaço de Estados INTRODUÇÃO Confore já foi enionado, o odelo ateátio de u sistea dinâio é
Física I Lista 2: resolver até
Universidade de São Paulo Instituto de Físia de São Carlos Físia I Lista : resolver até 18.3.013 Nome: Matriula: Questão 16: Tensor de Levi-Civita Sejam dados os vetores a, b,, d R 3. A definição do símbolo
