Álgebra Linear I - Aula 1. Roteiro
|
|
|
- Miguel Canto
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Álgebra Linear I - Aula 1 1. Resolução de Sisteas Lineares. 2. Métodos de substituição e escalonaento. 3. Coordenadas e R 2 e R 3. Roteiro 1 Resolução de Sisteas Lineares Ua equação linear é ua equação onde todas as incógnitas (que denotareos por x 1,x 2,...,x n, ou siplesente por x,y,z quando há apenas três ou enos incógnitas) que aparece tê todas grau igual a u. Por exeplo: a 1 x 1 + a 2 x a n x n = b é ua equação linear co n incógnitas. Por exeplo x 2 + y = 5 e xy = 3 não são equações lineares. Ua solução da equação anterior é qualquer conjunto ordenado (l 1,l 2,...,l n ) de n núeros tal que a 1 l 1 + a 2 l a n l n = b. E geral (eliinando os casos triviais, quais?) ua equação linear te sepre solução. Por exeplo, se supoos que a 1 0 teos que (b/a 1, 0,...,0) é ua solução da equação. Analogaente, se supoos que a 2 0 teos que (0,b/a 2, 0,...,0) tabé é ua solução. Poré, e geral há soluções ais coplicadas. Por exeplo, se consideraos a equação x + y = 1 é siples verificar que as soluções são da fora (t, 1 t), onde t R. Usando o étodo anterior, obteriaos (apenas) as soluções (1, 0) e (0, 1). 1
2 U sistea linear de equações co n incógnitas é u conjunto de equações lineares co as esas n incógnitas x 1,x 2,...x n. Ua diferença iportante entre os sisteas e as equações lineares é que (novaente eliinando os casos triviais) os prieiros ne sepre tê solução. Por exeplo, as duas equações lineares x = 1 e x = 2 tê solução. Poré o sistea linear de duas equações x = 1, x = 2 não te solução. Ao longo do curso (e nesta aula) vereos casos ais interessantes de sisteas lineares se solução. O objetivo desta aula é relebrar coo resolver sisteas lineares de fora siples. Existe dois tipos de sisteas lineares, os que não adite solução (ipossíveis) e os que adite solução. Estes últios se subdivide e deterinados (a solução é única) e indeterinados (existe infinitas soluções). Vejaos alguns exeplos: Ipossível: x + y = 1, x + y = 2. Co solução única (deterinado): x + y = 1, x y = 1. Co infinitas soluções (indeterinado): x + y = 1, 2x + 2y = 2. Mostrareos dois étodos de resolução de sisteas: étodo de substituição e de escalonaento ou de eliinação gaussiana. Observaos que no caso e que o sistea não te solução estes étodos fornece esta inforação. 1.1 Método de substituição Neste étodo isolaos ua das variáveis e a escreveos e função das outras. Exeplo 1. Resolva o sistea x + y = 2, x y = 1. 2
3 Resposta: Da prieira equação teos, x = 2 y. Substituindo o valor de x na segunda equação, 2 y y = 1, logo y = 1/2. Portanto, x = 3/2. Neste exeplo, teos u sistea (co solução) deterinado (única). Lebre sepre de verificar que o resultado está certo! Exeplo 2. Resolva o sistea linear de duas equaçẽs x + y = 2, 2x + 2y = 4. Resposta: Da prieira equação obteos x = 2 y. Substituindo o valor de x na segunda equação, 4 2y + 2y = 4, 4 = 4. Isto é, a segunda equação não ipõe nenhua condição nova (de fato, é obtida ultiplicando a prieira por 2 (!)). As soluções do sistea são da fora x = 2 y, (2 y,y), onde y pode ser qualquer valor de R. Isto é as soluções do sistea deterina ua reta no plano R 2. Logo o sistea adite infinitas soluções (indeterinado). Para verificar que a solução está correta substituios nas equações: (2 y) + y = 2, 2 = 2, 2(2 y) + 2y = 4, 4 2y + 2y = 4, 4 = 4. A resolução do exeplo agora está copleta. Exeplo 3. Resolva o sistea linear x + y = 2, x + y = 3. Resposta: Da prieira equação teos x = 2 y. Substituindo na segunda, 2 y + y = 3, isto é, 2 = 3(!), o que é absurdo. Portanto, o sistea não adite solução (ipossível). 3
4 Exeplo 4. Resolva o sistea linear Resposta: prieira, x + y + z = 1, x y = 2. Da segunda equação, teos x = 2 + y, e substituindo na Portanto, as soluções são da fora 2 + 2y + z = 1, z = 1 2y. (2 + t,t, 1 2t), t R. Observe que estaos escolhendo y = t coo parâetro. Logo, para cada valor de t, obteos ua solução. As soluções fora ua reta. Verifiqueos que a resposta é correta: Substituindo nas equações: x + y + z = (2 + t) + t + ( 1 2t) = 1, x y = (2 + t) t = 2. Observaos que poderiaos ter escolhido outra variável coo parâetro. Por exeplo, escolhendo x coo parâetro, teos, x = t, y = x 2 = 2+t e z = 1 x y = 3 2t. Observe que não é possível escolher a variável z coo parâetro (tente!, justifique!). Exeplo 5. Deterine k para que o sistea o linear x + y = 1, 2x + 2y = k tenha solução. Estude se e tal caso o sistea é deterinado ou indeterinado. Resposta: Da prieira equação obteos x = 1 y. Substituindo na segunda, 2 2y + 2y = k, logo k = 2. O sistea te infinitas soluções (indeterinado): todo ponto da fora (1 t,t), t R é solução. Verifique sua resposta. 4
5 1.2 Método de escalonaento Este étodo consiste e, dado u sistea linear, encontrar outro sistea linear equivalente (co as esas soluções) tal que no novo sistea na segunda equação apareça (no ínio) ua incógnita a enos que na prieira, e assi sucessivaente. Desta fora, isolareos ua variável e a partir desta, obtereos sucessivaente as outras. Por exeplo o sisteas e x + y = 4, 2x + 3y = 11 x + y = 4, y = 3 são equivalentes (a única solução dos sisteas é x = 1 e y = 3, confira). Mas é uito ais siples resolver os segundo: já conheceos o valor de y. De fato, o segundo sistea já está e fora de escada. Vejaos o étodo de escalonaento co u exeplo, considere o sistea x + y + z = 2, 2x y + z = 5, x 2y + 3z = 9. E prieiro lugar, eliinareos a variável x das segunda e terceira equações. Para isto, efetuaos as seguintes operações: substituios a segunda equação pela segunda equação enos duas vezes a prieira equação, e substituios a terceira equação pela terceira equação enos a prieira. Assi obteos, x + y + z = 2, 3y z = 1, 3y + 2z = 7. Este sistea linear é equivalente ao prieiro (isto é, te as esas soluções). Para eliinar a variável y da terceira equação, considerareos a terceira enos a segunda, obtendo x + y + z = 2, 3y z = 1, +3z = 6. Portanto, z = 2. Da segunda equação, teos, y = 1 e finalente x = 1. Portanto, o sistea te solução única (deterinado). Verifique que a solução achada é correta. 5
6 Exeplo 6. Resolva o sistea linear de três equações x + y + z = 0, 2x + y = 4, x z = 4. Resposta: Eliinareos a variável x da segunda e da terceira equações. Para isto, subtraireos da segunda equação duas vezes a prieira e da terceira a prieira. Obteos, x + y + z = 0, y 2z = 4, y 2z = 4. Veos que as duas últias equações estão repetidas. Podeos supriir ua delas e obteos o sistea de duas equações nas três variáveis x + y + z = 0, y + 2z = 4. Isto significa que no sistea inicial ua das equações não fornece inforação algua: a terceira equação é a segunda equação enos a prieira. Neste ponto já não é possível fazer ais eliinações. Escolheos z coo parâetro e escreveos as outras variáveis e função de z = t R. Teos, y = 4 2t, x = y z = 4 + 2t t = 4 + t. Logo, a solução é da fora: (4 + t, 4 2t,t), t R. Portanto, o sistea é indeterinado (existe infinitas soluções). Exeplo 7. Resolva o sistea linear, x + y + z = 1, x y z = 2, 3x + y + z = 10. Resposta: Eliinareos x da segunda e da terceira equações (segunda enos prieira e terceira enos três vezes a prieira). Obteos, x + y + z = 1, 2y 2z = 1, 2y 2z = 7. Ao eliinar y da terceira equação teos, 0 = 6, o que é ipossível, logo o sistea é ipossível e por isso não adite solução. 6
7 k x = (,k) y = k Figure 1: Retas paralelas aos eixos Z z = Z y = Z Figure 2: Planos paralelos aos eixos 2 Coordenadas e R 2 e R 3 E prieiro lugar lebraos o significado geoétrico das equações x = k, y = k (e R 2 e R 3 ) e z = k (e R 3 ). Equações das retas e planos paralelos aos planos e os eixos coordenados. Exeplo 8. Seja P u paralelepípedo co faces paralelas aos planos coordenados. Sabendo que A = (1, 1, 1) e B = (3, 4, 5) são dois vértices deterine os outros 6. Resposta: (1, 1, 5), (1, 4, 1), (1, 4, 5), (3, 4, 1), (3, 1, 1) e (3, 1, 5). 7
Álgebra Linear I - Aula 1. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 1 1. Resolução de Sistemas Lineares. 2. Métodos de substituição e escalonamento. Roteiro 1 Resolução de Sistemas Lineares Uma equação linear é uma equação onde todas as incógnitas
Geometria Analítica e Álgebra Linear
NOTAS DE AULA Geoetria Analítica e Álgebra Linear Reta e Plano Professor: Lui Fernando Nunes, Dr. Índice Geoetria Analítica e Álgebra Linear ii Estudo da Reta e do Plano... -. A Reta no Espaço... -.. Equação
Representação De Modelos de Sistemas Dinâmicos:
Representação de Modelos de Sisteas Dinâicos: Equação I/O; Função de Transferência 03 Representação De Modelos de Sisteas Dinâicos: - Equação Input-Output (I/O) - Função de Transferência INTRODUÇÃO Vereos,
INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS NUMÉRICOS
INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS NUMÉRICOS Eenta Noções Básicas sobre Erros Zeros Reais de Funções Reais Resolução de Sisteas Lineares Introdução à Resolução de Sisteas Não-Lineares Interpolação Ajuste de funções
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Geoetria Analítica e Álgebra Linear Ale Nogueira Brasil Faculdade de Engenharia Mecânica Universidade de Itaúna http://www.alebrasil.eng.br [email protected] 0 de fevereiro de 00 Geoetria Analítica e Álgebra
OBMEP ª FASE - Soluções Nível 3
OBMEP 008 - ª FASE - Soluções Nível 3 QUESTÃO 1 a) Só existe ua aneira de preencher o diagraa, coo ostraos a seguir. O núero 9 não pode ficar abaixo de nenhu núero, logo deve ficar no topo. Acia do núero
Valter B. Dantas. Geometria das massas
Valter B. Dantas eoetria das assas 6.- Centro de assa s forças infinitesiais, resultantes da atracção da terra, dos eleentos infinitesiais,, 3, etc., são dirigidas para o centro da terra, as por siplificação
PISM 3 QUESTÕES ABERTAS GABARITO
PISM 3 QUESTÕES ABERTAS GABARITO ) Deterine a equação da circunferência que passa pelos pontos A,5, B6, 3 e 0, Seja r a reta que passa pelos pontos A e B e s a reta que passa pelos pontos B e C. Coeficientes
Física Geral I. 1º semestre /05. Indique na folha de teste o tipo de prova que está a realizar: A, B ou C
Física Geral I 1º seestre - 2004/05 1 TESTE DE AVALIAÇÃO 2668 - ENSINO DE FÍSICA E QUÍMICA 1487 - OPTOMETRIA E OPTOTÉCNIA - FÍSICA APLICADA 8 de Novebro, 2004 Duração: 2 horas + 30 in tolerância Indique
2.1. Um consumidor possui a função de utilidade do tipo Cobb-Douglas Considere um consumidor que possui a seguinte função de utilidade:
Microeconoia I Ficha : Capítulos 5, 6 e 8 Exercícios propostos Capítulo 5.1. U consuidor possui a função de utilidade do tipo Cobb-Douglas U(x 1, x ) = x 1 1/3 x /3. a) Utilize o ultiplicador de Lagrange
III Introdução ao estudo do fluxo de carga
Análise de Sisteas de Potência (ASP) ntrodução ao estudo do fluxo de carga A avaliação do desepenho das redes de energia elétrica e condições de regie peranente senoidal é de grande iportância tanto na
Física II Ondas, Fluidos e Termodinâmica USP Prof. Antônio Roque Aula 8
59117 Física II Ondas, Fluidos e Terodinâica USP Prof. Antônio Roque Oscilações Forçadas e Ressonância Nas aulas precedentes estudaos oscilações livres de diferentes tipos de sisteas físicos. E ua oscilação
Matemática D Extensivo V. 5
ateática D Extensivo V. 5 Exercícios 01 B I. Falso. Pois duas retas deterina u plano quando são concorrentes ou paralelas e distintas. II. Falso. Pois duas retas pode ser perpendiculares ou paralelas a
Um professor de Matemática escreve no quadro os n primeiros termos de uma progressão aritmética: 50, 46, 42,..., a n
Questão 0 U professor de Mateática escreve no quadro os n prieiros teros de ua progressão aritética: 50, 6,,, a n Se esse professor apagar o décio tero dessa seqüência, a édia aritética dos teros restantes
Escoamento Cruzado sobre Cilindros e Tubos Circulares
Exeplo resolvido (Holan 5-7) Ar a 0 o C e 1 at escoa sobre ua placa plana a 35 /s. A placa te 75 c de copriento e é antida a 60ºC. Calcule o fluxo de calor transferido da placa. opriedades avaliadas à
II Matrizes de rede e formulação do problema de fluxo de carga
Análise de Sisteas de Energia Elétrica Matrizes de rede e forulação do problea de fluxo de carga O problea do fluxo de carga (load flow e inglês ou fluxo de potência (power flow e inglês consiste na obtenção
LFEB notas de apoio às aulas teóricas
LFEB notas de apoio às aulas teóricas 1. Resolução de equações diferenciais lineares do segundo grau Este tipo de equações aparece frequenteente e sisteas oscilatórios, coo o oscilador harónico (livre
Cap. 7 - Corrente elétrica, Campo elétrico e potencial elétrico
Cap. - Corrente elétrica, Capo elétrico e potencial elétrico.1 A Corrente Elétrica S.J.Troise Disseos anteriorente que os elétrons das caadas ais externas dos átoos são fracaente ligados ao núcleo e por
Teorema Chinês dos Restos
Teorea Chinês dos Restos Sauel Barbosa 22 de arço de 2006 Teorea 1. (Bézout) Seja a e b inteiros não nulos e d seu dc. Então existe inteiros x e y tais que d = ax + by. Se a e b são positivos podeos escolher
Movimento oscilatório forçado
Moviento oscilatório forçado U otor vibra co ua frequência de ω ext 1 rad s 1 e está ontado nua platafora co u aortecedor. O otor te ua assa 5 kg e a ola do aortecedor te ua constante elástica k 1 4 N
BUSCA ASSÍNCRONA DE CAMINHOS MÍNIMOS
BUSCA ASSÍNCRONA DE CAMINHOS MÍNIMOS Silvio do Lago Pereira Luiz Tsutou Akaine² Lucio Nunes de Lira Prof. Dr. do Departaento de Tecnologia da Inforação FATEC-SP Prof. Esp. do Departaento de Tecnologia
Álgebra Linear I - Aula 5. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 5 1. Produto misto. 2. Equação paramétrica da reta. 3. Retas paralelas e reversas. 4. Equação paramétrica do plano. 5. Ortogonalizade. Roteiro 1 Produto Misto Dados três vetores
4 Técnicas de Filtragens Aplicadas às Visões do Ambiente de Autoria do Sistema HyperProp
4 Técnicas de Filtragens Aplicadas às Visões do Aiente de Autoria do Sistea HyperProp U prolea enfrentado pelos usuários que traalha co estruturas de dados grandes é a desorientação na usca por deterinada
AVALIAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO 2: Geometria analítica: retas paralelas e retas perpendiculares Robson de Oliveira Bastos
10/12/2012 COLÉGIO: Colégio Estadual Fagundes Varela PROFESSOR: Robson de Oliveira Bastos MATRÍCULA: 09117847 SÉRIE: 3 a - Ensino Médio TUTOR (A: Cláudio Rocha de Jesus GRUPO: 07 AVALIAÇÃO DO PLANO DE
Segunda lista de exercícios
Segunda lista de exercícios 3 de abril de 2017 Docente Responsável : Prof. Dr. Antônio C. Roque Monitor: Renan Oliveira Shioura Os exercícios desta lista deve ser resolvidos e Matlab. Para a criação dos
ANÁLISE DO LUGAR DAS RAÍZES
VII- &$3Ì78/ 9,, ANÁLISE DO LUGAR DAS RAÍZES 7.- INTRODUÇÃO O étodo de localização e análise do lugar das raízes é ua fora de se representar graficaente os pólos da função de transferência de u sistea
O PROBLEMA DO MOVIMENTO
O PROBLEMA DO MOVIMENTO O problea do oiento pode se resuir na deterinação da elocidade e da direção de u objeto óel, nu deterinado instante. Você já está acostuado a deterinar a elocidade édia de u objeto
Exercícios complementares às notas de aulas de estradas (parte 10)
1 Exercícios copleentares às notas de aulas de estradas (parte 10) Helio Marcos Fernandes Viana Tea: Curvas verticais 1. o ) Sendo os seguintes dados para o projeto de ua curva vertical: a) Distância de
TRABALHO Nº 5 ANÉIS DE NEWTON
TRABALHO Nº 5 ANÉIS DE NEWTON Neste trabalho vai procurar ilustrar-se u arranjo geoétrico usado para a obtenção de franjas de interferência que ficou conhecido por anéis de Newton. Pretende-se co esses
Álgebra Linear I - Aula 10. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 10 1. Distância entre duas retas. 2. A perpendicular comum a duas retas. 3. Posições relativas. Roteiro 1 Distância entre duas retas r e s Calcularemos a distância entre duas retas
TÓPICOS. Matriz pseudo-inversa. 28. Quadrados mínimos e projecção num subespaço. 1 W. , temos, neste caso,
Note be: a leitura destes apontaentos não dispensa de odo algu a leitura atenta da bibliografia principal da cadeira Chaa-se a atenção para a iportância do trabalho pessoal a realizar pelo aluno resolvendo
Para um sistema elétrico, com NB barras, as equações básicas do fluxo de carga para
Modelage e Análise de Sisteas Elétricos e Regie Peranente II Fluxo de carga não linear: algoritos básicos II. Forulação do problea básico Para u sistea elétrico, co NB barras, as equações básicas do fluxo
Álgebra Linear I - Aula 9. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 9 1. Distância entre duas retas. 2. A perpendicular comum a duas retas. 3. Posições relativas. Roteiro 1 Distância entre duas retas r e s Calcularemos a distância entre duas retas
Secção 3. Aplicações das equações diferenciais de primeira ordem
3 Aplicações das equações diferenciais de prieira orde Secção 3 Aplicações das equações diferenciais de prieira orde (Farlow: Sec 23 a 26) hegou a altura de ilustrar a utilidade prática das equações diferenciais
CAPÍTULO 7. Seja um corpo rígido C, de massa m e um elemento de massa dm num ponto qualquer deste corpo. v P
63 APÍTLO 7 DINÂMIA DO MOVIMENTO PLANO DE ORPOS RÍGIDOS - TRABALHO E ENERGIA Neste capítulo será analisada a lei de Newton apresentada na fora de ua integral sobre o deslocaento. Esta fora se baseia nos
CCI-22 CCI-22. 7) Integração Numérica. Matemática Computacional. Definição Fórmulas de Newton-Cotes. Definição Fórmulas de Newton-Cotes
CCI- CCI- Mateática Coputacional 7 Integração Nuérica Carlos Alberto Alonso Sances Fórulas de Newton-Cotes, Quadratura Adaptativa CCI- Fórulas de Newton-Cotes Regra de Sipson Fórula geral stiativas de
Álgebra Linear I - Lista 7. Respostas
Álgebra Linear I - Lista 7 Distâncias Respostas 1) Considere a reta r que passa por (1,0,1) e por (0,1,1). Calcule a distância do ponto (2,1,2) à reta r. Resposta: 3. 2) Ache o ponto P do conjunto { (x,
SISTEMAS BINÁRIOS ESTELARES
SISTEMAS BINÁRIOS ESTELARES A aioria das estrelas encontra-se e sisteas duplos ou últiplos, estando fisicaente associadas entre si, sob influência de ua ação gravitacional útua. Através do estudo dos sisteas
Oscilações e Ondas Oscilações forçadas
Oscilações e Ondas Oscilações forçadas Oscilações e Ondas» Oscilações forçadas 1 Oscilações livres e forçadas Exainaos até aqui a dinâica de osciladores harônicos e oviento a partir de ua condição inicial
Docente Marília Silva Soares Ano letivo 2012/2013 1
Ciências Físico-quíicas - 9º ano de Unidade 1 EM TRÂNSITO 1 Movientos e suas características 1.1. O que é o oviento 1.2. Grandezas físicas características do oviento 1.3. Tipos de Moviento COMPETÊNCIAS
-- Notas de Aula -- EMC Simulação e Otimização de Sistemas Térmicos. Prof. Christian Hermes. Inverno de 2018
6. Otiização -- Notas de Aula -- EMC4086 Siulação e Otiização de Sisteas Téricos Prof. Christian Heres Inverno de 08 Definição: processo de procurta das condições geoétricas, operacionais que fornece o
Álgebra Linear I - Aula 8. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 8 1. Distância de um ponto a uma reta. 2. Distância de um ponto a um plano. 3. Distância entre uma reta e um plano. 4. Distância entre dois planos. 5. Distância entre duas retas.
A B C D Assinala com X a opção que se refere à relação que existe entre o raio e o diâmetro de uma circunferência.
3º ANO RUBRICA: NOME: ESCOLA: DATA: INFORMAÇÃO: O professor de Educação Física pediu aos alunos para desenhare, no recreio da escola, ua circunferência co etros de diâetro. Para a desenhare, os alunos
UNINOVE MEDICINA - Primeiro Semestre - Discursivas UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO
UNINOVE 2016 - MEDICINA - Prieiro Seestre - Discursivas UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO 01. O anganês (Mn) te papel iportante e todos os organisos aniais e vegetais. No organiso huano, o anganês é u coponente
MANUAL OPERAÇÃO SIMULADOR DE BALANÇA DINÂMICA SÉRIE 1420
MANUAL DE OPERAÇÃO SIMULADOR DE BALANÇA DINÂMICA SÉRIE 1420 ENGELETRO COMERCIAL LTDA. Rua Gabriela de Melo, 484 Olhos d Água Norte 30390-080 Belo Horizonte MG Tel (31)3288-1366 Fax (31)3288-1099/1340 http://www.engeletro.ind.br
Laboratório de Física 2
Prof. Sidney Alves Lourenço Curso: Engenharia de Materiais Laboratório de Física Grupo: --------------------------------------------------------------------------------------------------------- Sistea
Teste Intermédio 1. Nº: Nome:
Faculdade de Econoia da Universidade Nova de Lisboa 1304 Análise de Dados e Probabilidade B 1º Seestre 2008/2009 Fernando Brito Soares Cátia Fernandes Erica Maruo Daniel Monteiro Nº: Noe: Data: 25 de Outubro
Problemas de Correntes de Tráfego e de Filas de Espera
Probleas de Correntes de Tráfego e de Filas de Espera 1 Exercício 1: U ciclista, praticando todos os dias, a diferentes horas, inclui no seu traecto u percurso de 1K ao longo de ua pista para bicicletas,
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS TAXAS NOMINAIS vs EFECTIVAS TAXAS EQUIVALENTES PARA PERÍODOS DIFERENTES TAE E TAEG
INTRODUÇÃO ÀS FINANÇAS TAXAS NOMINAIS vs EFECTIVAS TAXAS EQUIVALENTES PARA PERÍODOS DIFERENTES TAE E TAEG 2006. António Goes Mota, Cleentina Barroso, Helena Soares e Luís Laureano. Taxas Noinais vs Efectivas
FORMAS DE ONDA E FREQÜÊNCIA
A1 FORMAS DE ONDA E FREQÜÊNCIA Ua fora de onda periódica é ua fora de onda repetitiva, isto é, aquela que se repete após intervalos de tepo dados. A fora de onda não precisa ser senoidal para ser repetitiva;
Gabarito - Lista de Exercícios 2
Gabarito - Lista de Exercícios Teoria das Filas Modelos Adicionais. U escritório te 3 datilógrafas e cada ua pode datilografar e édia, 6 cartas por hora. As cartas chega para sere datilografadas co taxa
Onde estão os doces? Soluções para o Problema da Rua Encantada
Onde estão os doces? Soluções para o Problea da Rua Encantada Rossana Baptista Queiroz 1 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) Prograa de Pós-Graduação e Ciência da Coputação
A Fig.12 - Área triangular a ser dividida em duas partes proporcionais.
Topografia plicada à ngenharia ivil 009 / ª dição Iran arlos Stalliviere orrêa orto legre/rs. Introdução ITULO IV. DIVISÃO D TRRS (RORIDDS divisão de ua propriedade ocorre e situações diversas coo por
Cap 16 (8 a edição) Ondas Sonoras I
Cap 6 (8 a edição) Ondas Sonoras I Quando você joga ua pedra no eio de u lago, ao se chocar co a água ela criará ua onda que se propagará e fora de u círculo de raio crescente, que se afasta do ponto de
Álgebra Linear I - Aula 6. Roteiro
Álgebra Linear I - Aula 6 1. Equação cartesiana do plano. 2. Equação cartesiana da reta. 3. Posições relativas: de duas retas, de uma reta e um plano, de dois planos. Roteiro 1 Equação cartesiana do plano
MODELAGEM MATEMÁTICA: MOVIMENTO COM RESISTÊNCIA DO AR PROPORCIONAL À VELOCIDADE
MODELAGEM MATEMÁTICA: MOVIMENTO COM RESISTÊNCIA DO AR PROPORCIONAL À VELOCIDADE Matheus Bernardi da Silva 1 Dyorgyo Poperaier Valesan 2 Karen Carrilho da Silva Lira 3 Gustavo Henrique Dalposso 4 RESUMO
CÁLCULO NUMÉRICO. Profa. Dra. Yara de Souza Tadano
CÁLCULO NUMÉRICO Profa. Dra. Yara de Souza Tadano [email protected] Aula 15 Ajuste de Curvas - Matlab Ajuste Linear As equações (4) e (5) siplifica-se nas : α +α x = 0 1 i y i (6) α x +α x 0 i 1
Escola Secundária de Alberto Sampaio Ficha Formativa de Matemática A Geometria IV Paralelismo e perpendicularidade. Sistemas de equações.
Escola Secundária de Alberto Sampaio Ficha Formativa de Matemática A Geometria IV Paralelismo e perpendicularidade. Sistemas de equações. 11º Ano Paralelismo e perpendicularidade de retas No espaço, duas
Reflexão e Refração da luz em superfícies planas
Nesta prática serão estudados os fenôenos de reflexão e refração da luz e superfícies planas, verificando as leis da óptica geoétrica, que governa tais processos. Serão abordados os princípios fundaentais
TRABALHO E ENERGIA. x =
Trabalho e energia TRABALHO E ENERGIA 5 85 5. Trabalho e energia cinética O conceito de energia é u dos ais iportantes e Física. De ua fora geral, dizeos que u corpo conté ua deterinada quantidade de energia
LEAmb, LEMat, LQ, MEBiol, MEQ. Paulo Pinto ppinto/ 2 GENES LIGADOS AO SEXO 2
Instituto Superior Técnico Departaento de Mateática Secção de Álgebra e Análise Notas sobre alguas aplicações de o Seestre 007/008 Álgebra Linear LEAb, LEMat, LQ, MEBiol, MEQ Paulo Pinto http://www.ath.ist.utl.pt/
7. OSCILADOR HARMÓNICO COMPOSTO
7. OSCIDOR HRÓNICO COPOSTO 7. OSCIDOR HRÓNICO COPOSTO Renato P. dos Santos 7 CÁCUO TRICI. Introdução. aplicação dos étodos atriciais à ísica é variada. Podeos citar coo eeplos as transforações de orenz
Aplicações de Equações Diferenciais de Segunda Ordem
Aplicações de Equações Diferenciais de Segunda Orde Fernanda de Menezes Ulgui Filipi Daasceno Vianna Cálculo Diferencial e Integral B Professor Luiz Eduardo Ourique Porto Alegre, outubro de 2003. Escolha
Sistema Internacional de Unidades
TEXTO DE REVISÃO 01 Unidades de Medidas, Notação Científica e Análise Diensional. Caro aluno: No livro texto (Halliday) o cap.01 Medidas introduz alguns conceitos uito iportantes, que serão retoados ao
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departaento de Estudos Básicos e Instruentais 5 Oscilações Física II Ferreira 1 ÍNDICE 1. Alguas Oscilações;. Moviento Harônico Siples (MHS); 3. Pendulo Siples;
Elasticidade aplicada à Infraestrutura de Transportes
SEÇÃO DE ENSINO DE ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO Pós-graduação e Engenharia de Transportes Elasticidade aplicada à Infraestrutura de Transportes MAJ MONIZ DE ARAGÃO PROBLEMAS PLANOS EM COORDENADAS
A equação de Henri-Michaelis-Menten
A equação de Henri-Michaelis-Menten Michaelis e Menten (93) refina a abordage de Henri e propõe u odelo uito seelhante: S cat E + A EA E + P passo lento considerando o prieiro passo suficienteente rápido
4.7. Semelhança Mecânica Aplicada às Bombas
idráulica Básica e Máquinas de Fluxo 116 4.7. Seelhança Mecânica Aplicada às Bobas o cálculo e projeto de ua boba interfere, via de regra, uitos fatores cujas grandezas não são exataente conhecidas, ficando
