SINOPSE DE CLIPPING SEMANAL SINDISIDER

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1 SINOPSE DE CLIPPING SEMANAL SINDISIDER 4ª SEMANA DE NOVEMBRO O Press Release divulgado pela SD&PRESS Consultoria, com os números do setor de distribuição de aços em outubro, continua repercutindo na mídia. O texto recebeu destaque do Canal do Transporte, TN Petróleo e Cil News. A matéria do jornal DCI, com entrevista do Carlos Loureiro, foi replicada no site do Instituto Aço Brasil e no Guia do Metal. A revista Siderurgia Brasil traz um perfil do presidente do INDA e do SINDISIDER. O texto dá ênfase à preocupação de Loureiro com a importação de aço, que faz com que o consumo aparente de aço brasileiro esteja muito acima do consumo real. Nas notícias do setor, destaque para matéria do da Folha de São Paulo, que afirma que a elevação do IPI reduziu em 39% a importação de carros. Já o Estadão noticia que a Vale deve manter para 2012 o mesmo investimento realizado pela companhia este ano, de no máximo US$ 19 bilhões.

2 01 SINDISIDER Importações de aços planos caem mais de 70% As importações de aço plano comum somaram 117,7 mil toneladas em outubro, segundo o Sindisider 25/11/ Da redação As importações de aço plano comum somaram 117,7 mil toneladas em outubro. Conforme números do Sindisider (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos), trata-se de uma expressiva queda de 74,5% em relação ao mesmo mês de 2010 e 46% inferior a setembro deste ano. Quedas - No acumulado de janeiro a outubro, segundo o balanço da entidade, as importações do setor caíram 50% em relação ao mesmo período do ano passado. A queda nas importações já era esperada. Com a instabilidade do preço do dólar, a busca por produtos estrangeiros deixa de ser vantajosa para os distribuidores, que não conseguem prever o preço do produto. Ainda assim, há um excesso de oferta nas usinas nacionais e uma apertada demanda local pelo aço, comenta o presidente do Sindisider, Carlos Loureiro. De acordo com a associação, as vendas de aço plano somaram 371,3 mil toneladas em outubro, volume 4,6% menor do que o registrado em setembro, mas 16,1% superior ao do mesmo mês do ano passado. Já nos primeiros dez meses de 2011, na comparação com o ano anterior, o Sindisider apurou um aumento de 11,2%. Link:

3 Importações de aços planos caem 46% em outubro Fonte: Redação Data: 28/11/ :50 De acordo com dados divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), a importação de aço plano comum teve uma retração de 46% em outubro, ante setembro, totalizando 117,7 mil toneladas. Se comparado a outubro do ano passado, a retração é de 74,5%. Já no acumulado do ano, as importações caíram 50% em relação ao mesmo período do ano passado. A queda nas importações já era esperada. Com a instabilidade do preço do dólar, a busca por produtos estrangeiros deixa de ser vantajosa para os distribuidores, que não conseguem prever o preço do produto. Ainda assim, há um excesso de oferta nas usinas nacionais e uma apertada demanda local pelo aço, afirma o presidente do sindicato, Carlos Loureiro. Em outubro, foram vendidas 371,3 mil toneladas de aço plano, montante 4,6% menor do que o registrado em setembro e 16,1% superior ao total de aço vendido em outubro do ano passado. Nos primeiros 10 meses de 2011, houve um aumento de 11,2% nas vendas, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Os associados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) compraram das usinas 3,3% a mais de aços planos em outubro, totalizando 341,6 mil toneladas. Se comparado a outubro de 2010, a queda é de 13,3%. No acumulado do ano as compras apresentaram retração de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Evolução dos Estoques Os estoques da distribuição em outubro registraram queda de 2,8% em relação ao mês anterior, totalizando 1.017,9 mil toneladas. Na comparação com outubro de 2010, houve queda de 21,4%. Com o resultado do último mês o giro de estoques se manteve em 2,7 meses. A tendência é de que os estoques se mantenham estáveis. Em janeiro esperamos uma redução maior, mas que dificilmente fique abaixo de 2,5 meses, conclui Loureiro. Link:

4 Importações de aços planos caem 46% em outubro De acordo com dados divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), a importação de aço plano comum teve uma retração de 46% em outubro, ante setembro, totalizando 117,7 mil toneladas. Se comparado a outubro do ano passado, a retração é de 74,5%. Já no acumulado do ano, as importações caíram 50% em relação ao mesmo período do ano passado. A queda nas importações já era esperada. Com a instabilidade do preço do dólar, a busca por produtos estrangeiros deixa de ser vantajosa para os distribuidores, que não conseguem prever o preço do produto. Ainda assim, há um excesso de oferta nas usinas nacionais e uma apertada demanda local pelo aço, afirma o presidente do sindicato, Carlos Loureiro. Em outubro, foram vendidas 371,3 mil toneladas de aço plano, montante 4,6% menor do que o registrado em setembro e 16,1% superior ao total de aço vendido em outubro do ano passado. Nos primeiros 10 meses de 2011, houve um aumento de 11,2% nas vendas, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Os associados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) compraram das usinas 3,3% a mais de aços planos em outubro, totalizando 341,6 mil toneladas. Se comparado a outubro de 2010, a queda é de 13,3%. No acumulado do ano as compras apresentaram retração de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Evolução dos Estoques Os estoques da distribuição em outubro registraram queda de 2,8% em relação ao mês anterior, totalizando 1.017,9 mil toneladas. Na comparação com outubro de 2010, houve queda de 21,4%. Com o resultado do último mês o giro de estoques se manteve em 2,7 meses. A tendência é de que os estoques se mantenham estáveis. Em janeiro esperamos uma redução maior, mas que dificilmente fique abaixo de 2,5 meses, conclui Loureiro. Voltar! TN Petróleo 29/11/ :00hs Link:

5 02 INDA Demanda menor comprime as margens na siderurgia As vendas de aço feitas pelos distribuidores aumentaram em outubro, mas com margens mais comprimidas. No último mês as vendas tiveram alta de 16,1% em relação às do mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o aumento foi de 11,2% em comparação a igual período de 2010, de acordo com o Instituto Nacional dos Distribuidores do Aço (Inda). O crescimento da comercialização através de distribuidor, no entanto, acende uma luz vermelha no setor, uma vez que eles vendem em menor quantidade, enquanto as siderúrgicas vendem em quantidades muito maiores. "Quanto mais nossos associados vendem, menor é a procura pelo produto", disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro, em entrevista ao DCI. Ele acrescentou que, nessa situação, as siderúrgicas acabam perdendo espaço para os distribuidores. "O consumo de aço no mercado interno está caindo a cada dia", diz Loureiro. Enquanto isso, o mercado mundial já registra aumento dos estoques em função da baixa demanda, o que obriga os fornecedores brasileiros a comprimir ainda mais as margens para aumentar a competitividade. Os distribuidores de produtos siderúrgicos associados ao Inda compraram das usinas 3,3% a mais de aços planos em outubro, totalizando 341,6 mil toneladas. Se comparado a outubro de 2010, a queda é de 13,3%. No acumulado do ano, as compras apresentaram retração de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o presidente do Inda, a incerteza econômica foi um fator que influenciou na queda drástica do volume de importações. Em outubro, a entrada de aço no País totalizou 117,7 mil toneladas, diminuição de 74,5% em relação ao mesmo período de No acumulado do ano, as importações registraram retração de 50% em comparação ao ano anterior. Para Loureiro, o mercado apertado tem feito com que as empresas adiem pedidos internacionais. Os estoques da distribuição em outubro registraram queda de 21,4% em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando cerca de um milhão de toneladas. Com isso, o giro manteve-se em 2,7 meses. "Os estoques estão na faixa da normalidade", diz Loureiro. Ele afirma que a tendência é de que o acúmulo se mantenha estável e, que em janeiro, haja uma redução maior ainda, mas que dificilmente fique abaixo de 2,5 meses. O atual quadro desanimador já era esperado por alguns especialistas consultados pelo DCI. "As incertezas da crise internacional, somadas à desaceleração da economia, contribuíram muito para o desaquecimento do setor", avalia a analista de mineração e siderurgia da Tendências Consultoria, Stefânia Grezzana. Ainda nesta semana, a Associação Mundial do Aço (WorldSteel) divulgou os números da utilização global da capacidade das refinarias, que caiu para 76,5%, o menor nível do ano. "Setembro já tinha sido um mês muito ruim e em outubro a situação se apertou ainda mais", destaca Grezzana. O presidente do Inda acentua que o preço do minério de ferro caiu bastante nas últimas semanas, no entanto, o dólar registrou alta, o que causou impacto no mercado do aço. "A volatilidade do câmbio é muito ruim para os negócios", acredita Loureiro.

6 Perspectivas para o futuro Loureiro afirma que o primeiro trimestre de 2012 deverá ser fraco, com queda da demanda até o final do primeiro semestre. "Estamos prevendo um crescimento para o ano que vem de no máximo 5%, número bem abaixo do usual para a indústria do aço", pondera. Além disso, o presidente do Inda insiste na ampla entrada de produtos contendo aço no País. "Nossa condição é preocupante. Estamos perdendo clientes", diz Loureiro. Já a Gerdau, uma das maiores produtoras de aços longos do País, afirma não ter sentido, ainda, o desaquecimento do setor. De acordo com seu diretor-presidente, André B. Gerdau Johannpeter, apesar do cenário mundial turbulento o mercado continua aquecido. "Não sentimos, até o momento, o efeito das incertezas econômicas em nossas vendas", diz o executivo, e afirma que a maioria das operações da empresa está localizada em países emergentes, onde a demanda segue firme. A apreensão, no entanto, é visível em relação ao processo de desindustrialização da cadeia metalomecânica no Brasil e na América Latina. A analista da Tendências ressalta que o cenário não é tão catastrófico quanto os empresários estão prevendo. Apesar da queda da demanda, que deve persistir por algum tempo, o horizonte será melhor a partir do ano que vem. Link:

7 Inda: compras da distribuição de aço em outubro sobem 3,3% 23/11/ :45:23 Agência Estado As compras da rede de distribuição de aço em outubro nas usinas siderúrgicas subiram 3,3% em relação a setembro, somando 341,6 mil toneladas, informou hoje o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Na comparação com o mesmo mês de 2010 o volume representa uma queda de 13,3%. Já as vendas dos distribuidores caíram 4,6% em outubro ante o mês imediatamente anterior, com 371,3 mil toneladas. Em relação a outubro do ano passado houve crescimento de 16,1%. Com esse desempenho, o Inda informou que os estoques da rede de distribuição de aço em outubro registraram queda de 2,8% ante setembro, para um volume de 1,018 milhão de toneladas. Ante outubro, houve queda de 21,4%. O giro de estoques ficou, assim, em 2,7 meses, o mesmo registrado em setembro. Ainda segundo o Inda, as importações encerraram o mês passado com queda de 46% ante setembro, para 117,7 mil toneladas. Em relação a outubro a retração é de 74,5%. Considerando o acumulado do ano até outubro, as compras caíram 8,8% ante o mesmo período de 2010, as vendas subiram 11,2% na mesma comparação e as importações registraram retração de 50% ante os dez primeiros meses do ano passado. Link:

8 Uma entidade em busca da eficiência Siderurgia Brasil Edição 64 O atual presidente, Carlos Jorge Loureiro, fala de sua experiência e de todas as fases que já viveu no Inda. No primeiro momento de sua existência, o Inda não foi muito bem entendido pela comunidade da siderurgia, pois muita gente considerava os distribuidores meros atravessadores, cuja única preocupação era ganhar dinheiro encarecendo o aço. O que realmente aconteceu foi que o Inda foi criado para que um grupo de empresas de expressão, como J. Torquato, Pinheiro Guimarães, Salgueiro, entre outras, tivesse voz ativa nas suas negociações com as usinas e com o governo, que havia criado o Consider como seu braço político para disciplinar o setor. Com o passar dos primeiros anos, a entidade ficou mais forte e conseguiu provar sua importância, demonstrando que, para as usinas, era economicamente inviável armazenar o aço e, depois, se preocupar com a distribuição de pequenos lotes. Este deve ser o papel do distribuidor. Depois de provar sua importância, o Inda passou a ser muito mais respeitado e se tornou o porta-voz da distribuição. Na própria entidade havia também questões a serem resolvidas, pois alguns associados levavam problemas de ordem particular, como negociações, liberação de lotes ou problemas financeiros, para que o Inda interferisse por eles junto às usinas ou ao governo. No entanto, ainda que fosse um início de atividade, nossos estatutos sempre deixaram muito claro que a entidade deveria cuidar de interesses da categoria como um todo, abdicando de problemas de ordem particular, que não eram o nosso foco, ressalta Carlos Jorge Loureiro. Em vários momentos surgiram dificuldades de relacionamento entre as partes envolvidas, porque, segundo Loureiro, nem sempre o que é bom para um também é bom para o outro. Havia discordâncias, que eram levadas à discussão do grupo e, na maioria das vezes, encontradas soluções conciliatórias, que satisfaziam a todas as partes. Principalmente quando as usinas siderúrgicas ainda eram estatais, era grande a dificuldade para alocar a parte da produção destinada à distribuição de forma equilibrada entre todos os participantes. E aqueles que se achavam prejudicados, naturalmente reclamavam, recorda Loureiro. Como um fato folclórico, ele lembra a época das máquinas paradas. Explicando melhor: uma das alternativas encontradas pelas usinas para determinar se o distribuidor podia receber bobinas era ele provar que tinha equipamentos suficientes para manipular e processar o aço. Houve empresas que partiram para investimentos em máquinas que nunca vieram a funcionar, mas que constavam no ativo das distribuidoras e, portanto, garantiam lotes maiores e em forma de bobinas. Atualmente, mesmo com a entrada das usinas na distribuição através de aquisição ou fusão com as principais distribuidoras, que hoje foram transformados em centros processadores de aço, a importância do Inda não diminuiu. Houve uma ligeira alteração na sua forma de atuar, mas sua importância hoje é até maior do que no passado. Aliás, diz Loureiro: a chegada das usinas na distribuição acabou dando maior credibilidade ao setor, pois apesar de serem empresas em que os produtores detém o controle, têm

9 normalmente gerenciamento autônomo e ajudam a interagir com as usinas para equilibrar de forma mais racional os aspectos de oferta e demanda do aço. Com a criação do Sindisider em 1989, os distribuidores passaram a ter um braço político muito interessante. A constituição de 1988 facultou as entidades que representavam interesses de determinados grupos econômicos a terem a sua própria orientação no que diz respeito não só às negociações trabalhistas como a outros aspectos de caráter fiscal e tributário, por exemplo. Por outro lado, sendo o Sindisider um órgão agregador de todos os envolvidos com produtos siderúrgicos, uma grande massa de empresas que comercializam outros tipos de aços ressalte-se que inicialmente o Inda só tratava de aços planos veio dar mais força à entidade. Hoje o Inda está empenhado em criar também uma organização social de interesse público (OSIP) ligada ao aço, para dar maior amplidão à divulgação do aço em todos os níveis. Existem incentivos fiscais neste campo que poderão beneficiar todos os associados. O Inda também cumpre um papel dos mais importantes para as empresas associadas. Com o passar dos anos, a entidade que agora completa seus 40 anos, aperfeiçoou seus mecanismos de coleta e tabulação de informações, o que lhe permite antecipar-se às tendências e aos ciclos de mercado. Desta forma, o associado tem a informação e pode fazer o melhor uso dela. Mas, nem sempre a informação recebida é a que mais agrada. Loureiro completa afirmando que às vezes é preferível uma realidade cruel ao desconhecimento piedoso. As tendências do mercado Na opinião de Loureiro, os números antes divulgados, afirmando que, em 2010, os associados do Inda estariam trabalhando com um crescimento de cerca de 20% sobre o ano passado, devem passar por uma reavaliação para maior. Loureiro crê que esse crescimento deve se situar entre 25% e 30%, pois todos os dias surgem surpresas nos resultados tabulados. Verifica-se uma grande evolução no mercado de material cortado, o que faz com os processadores de aço trabalhem a todo vapor. Os grandes consumidores de aço continuam sendo a indústria de bens de capital, a construção civil agora impulsionada pelos grandes eventos que irão aumentar a demanda do aço e que todos conhecem, a indústria automobilística e de autopeças, a linha branca e a revenda picada. Quanto à questão da importação de aço, Loureiro mostra-se preocupado. Ele acreditava que o ápice tinha sido atingido, com cerca de 600 mil toneladas de aço entrando no mercado doméstico, no mês de abril e maio, mas ele apurou que ainda existe muito aço nos portos à espera de nacionalização, o que deve fazer com que nos meses de junho e julho ainda haja grandes volumes de aço importado entrando no Brasil. Esses volumes altos fazem com que o consumo aparente brasileiro esteja muito acima do consumo real, apesar do seu excelente crescimento. O resultado desse desbalanceamento é o aumento rápido dos estoques, que passaram de 2,1 meses de venda em março para 2,7 em abril e 3,2 em maio, devendo alcançar 3,6 em julho. Quanto à questão da isenção de impostos, Loureiro crê que tal atitude viria a piorar o quadro interno, pois, com a entrada de mais aço, as usinas nacionais não teriam como manter níveis de rentabilidade satisfatórios e deixariam de investir na modernização de seu parque produtivo, o que automaticamente complicaria todo o quadro. Tal assunto deve passar por estudos mais profundos antes de se adotar uma atitude precipitada. Com respeito à questão dos preços às usinas no mercado interno, por um lado, elas estão muito pressionadas, pois, com os constantes aumentos nos preços do minério de ferro, do carvão e energia, não há

10 como manter os preços nos níveis atuais sem sacrificar a rentabilidade. Ainda assim, elas estão preocupadas com toda a situação de excesso de oferta mundial e a chegada permanente de novos lotes de material. O distribuidor se vê obrigado a analisar o atual momento com muita frieza, pois, se sua decisão não for a mais correta, ele pode ficar fora do mercado e comprometer a sua rentabilidade. Finalizando, Loureiro confirma que o estoque dos distribuidores passou de 1 milhão de toneladas, o que representa 3,2 meses de suprimento, quando o ideal é 2,5 meses. As próximas cartadas, prevê Loureiro, serão fundamentais, pois, apesar de o mercado estar muito aquecido, existem ofertas tentadoras em grande profusão. Isto faz com que os estoques fiquem muito altos e aumentem ainda mais a disputa e a concorrência entre os distribuidores. Link: /1771-uma-entidade-em-busca-da-eficiencia-inda

11 03 SETOR Com ameaça de IPI maior, importação de carros despenca DE SÃO PAULO A elevação do IPI durou pouco mais de um mês até ser derrubada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), mas foi o tempo suficiente para reduzir em 39% a importação de carros, excluindo da conta México e Mercosul, que têm acordos com o Brasil, informa reportagem de Álvaro Fagundes e Tatiana Resende publicada na Folha deste sábado. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha). Essa redução se refere à comparação entre os valores de outubro e agosto, último mês sem o efeito da elevação de 30 pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados para veículos com menos de 65% de conteúdo nacional. Os números divulgados nesta semana pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) apontam ainda que, com isso, a participação desses importados recuou de 48% do total para 32%. A medida anunciada pelo governo federal para proteger a indústria nacional em 15 de setembro passaria a valer no dia seguinte, mas acabou sendo adiada para dezembro por determinação do STF em 20 de outubro. Por isso, a mudança teve reflexo na programação de pedidos de importadores de marcas sem fábrica no Brasil e também das montadoras instaladas no país que trazem carros das unidades na Argentina e no México isentos do Imposto de Importação. As montadoras chinesas e sul-coreanas estão entre as que mais sofreram com o anúncio da mudança tributária. A importação de automóveis da China despencou 84%, enquanto a de veículos da Coreia do Sul recuou 43%.

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13 Brasil será maior produtor de petróleo entre países não integrantes da Opep, diz Gabrielli Economia Pedro Peduzzi, Daniel Lima e Yara Aquino Repórteres da Agência Brasil Brasília - O Brasil será, em dez anos, o maior produtor de petróleo do mundo entre as nações que não integram a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), disse hoje (22) o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, durante o balanço da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Hoje o Brasil ocupa a décima posição na produção mundial de petróleo. "O pré-sal já atinge 2% da média anual da produção de petróleo brasileira. É a produção que mais vai crescer entre 2011 e 2015, destacou. Fora a Opep, teremos a maior produção de petróleo do mundo. O Brasil será o país que dará a maior contribuição de petróleo nos próximos dez anos, disse Gabrielli, ao destacar as previsões de contratação de materiais, equipamentos e serviços, pela estatal petrolífera brasileira. Segundo ele, isso beneficiará, direta e indiretamente, mais de 250 mil empresas no país. Dentro do PAC, estamos com papel importante. Porém, a atividade vai além, e beneficia a indústria brasileira em diversas frentes. Gabrielli destacou também a geração de empregos em decorrência dessa expansão prevista para ocorrer no país até Serão mais de 1 milhão de empregos gerados, o que vai requerer treinamento de mão de obra. O país é um canteiro de obras com mercado de trabalho cada vez mais aquecido. Quase 290 mil pessoas [serão preparadas] até Já treinamos mais de 70 mil para 180 diferentes ocupações, ressaltou o presidente da estatal. Ele acrescentou que há a previsão de investimentos em pesquisas sobre diferentes temas, por meio de convênios com diversas universidades, visando ao avanço tecnológico do setor. A Petrobras pretende contratar 28 navios-sonda e plataformas semissubmersíveis, construídos no Brasil, com pelo menos 55% de conteúdo nacional. Além disso, está prevista a renovação da frota, com 146 embarcações de médio e grande portes, a serem recebidas entre 2012 e Destas, 40 já foram contratadas. O presidente da estatal apresentou ainda uma lista com a demanda de materiais e equipamentos que devem ser adquiridos entre 2011 e Entre os 22 itens apresentados há grande quantidade de compressores, guinchos, guindastes, motores a combustão, turbinas, bombas, geradores, filtros, reatores, revestimentos e tubos, entre outros. Edição: Juliana Andrade Link:

14 INVESTIMENTO DERRUBA DEMANDA NO PIB Valor Econômico, 28/11/2011 Depois do crescimento de quase 9% em 2010, a demanda interna teve uma forte perda de fôlego neste ano, devendo avançar perto de 4% ou apenas um pouco mais, segundo estimativas de diferentes analistas. A maior desaceleração é a da formação bruta de capital fixo (medida do que se investe na construção civil, máquinas e equipamentos), que saiu de uma expansão de 21,9% no ano passado para uma alta que deve ser inferior a 5% neste ano. O consumo das famílias também reduziu o ímpeto, passando de um avanço de 7% no ano passado para algo entre 4,5% e 5% em Com um ritmo mais fraco de expansão da demanda interna, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) será bem mais modesto neste ano - em torno de 3% ou menos, bem abaixo dos 7,5% de Nas contas do economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, a demanda doméstica vai contribuir com 3,9 pontos percentuais para o crescimento de 2,8% estimado para o ano. Em um quadro de alta mais moderada do consumo e do investimento, as importações crescem a uma velocidade menos expressiva do que em 2010, fazendo com que a contribuição do setor externo para o PIB seja menos negativa. A LCA estima que ele vai "tirar" 0,6 ponto percentual do avanço da economia em 2011, bem menos que os 2,8 pontos de Já o economistachefe da MB Associados, Sérgio Vale, acredita que o setor externo vai subtrair do PIB 1,5 ponto, por ver um crescimento um pouco mais forte das importações do que a LCA. Para completar, a variação de estoques joga contra o crescimento neste ano, devendo tirar cerca de 0,5 ponto do PIB em em 2010, acrescentou 1,5 ponto. Segundo Borges, a alta dos juros a partir de janeiro - e já em processo de reversão -, as medidas de restrição ao crédito e a moderação nos gastos públicos derrubaram a taxa de expansão da demanda interna, o que se acentuou a partir de meados do ano com as crescentes incertezas no cenário externo - em especial com o agravamento da crise na zona do euro. O investimento é, disparado, a grande decepção de No começo do ano, a expectativa era de um avanço na casa de dois dígitos. Hoje, as previsões são de uma alta bem mais modesta - a LCA e a Rosenberg & Associados estimam 4,5% e a MB Associados, 5,1%. Vale, da MB, afirma que a deterioração no cenário internacional afetou o investimento, levando as empresas a uma atitude mais cautelosa quanto a projetos de expansão da capacidade produtiva. Num quadro de incerteza, as companhias privilegiam mais o caixa, reduzindo e adiando alguns projetos de inversão, avalia Bráulio Borges, da LCA. A perspectiva de crescimento mais fraco em 2011 e 2012 contribui para a prudência dos empresários, embora a perspectiva de avanço mais expressivo do PIB em prazos mais longos faça com que haja poucos cancelamentos, diz ele. A economista-chefe da Rosenberg, Thaís Marzola Zara, observa que o momento ruim da indústria, que deve crescer apenas 1% neste ano, também desestimula o investimento. "A competição com o importado tem sido cruel com a indústria", diz ela.

15 A utilização de capacidade instalada em níveis confortáveis tampouco incentiva as empresas a investir mais. Por fim, parte da contenção de despesas da União recaiu sobre os investimentos. De janeiro a outubro, caíram 3,7% em relação a igual período do ano passado. Já o consumo das famílias desacelerou menos que o investimento, mas também não será tão exuberante como em As medidas adotadas a partir do ano passado para moderar o crédito tiveram impacto, diz Borges. As vendas de bens duráveis, como automóveis, perderam algum ímpeto. O aumento dos juros básicos também contribuiu para o ritmo mais fraco do consumo privado neste ano. Borges projeta expansão de 4,5%, enquanto Vale aposta em alta de 5% do consumo das famílias. A desaceleração da atividade, hoje evidente, demorou a se confirmar neste ano. O aumento dos juros e as medidas de restrição ao crédito levam alguns meses para produzir efeito sobre a economia. O impacto mais forte se deu, tudo indica, no terceiro trimestre, quando o aperto monetário se fez sentir com mais intensidade e a piora no cenário internacional afetou a confiança dos agentes econômicos, especialmente empresários. O PIB deve ter ficado estável ou encolhido em relação ao segundo trimestre, na série com ajuste sazonal, segundo analistas. O consumo do governo também vai crescer menos neste ano, refletindo a expansão mais fraca dos gastos públicos em Borges estima crescimento de apenas 1,3%, enquanto Vale espera alta de 2,2%. Em 2010, a alta foi de 3,3%. A formação de estoques indesejados na indústria a partir de meados do ano vai derrubar um pouco mais o PIB. Números da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que, em outubro, os inventários seguiam acima do planejado. Borges acredita que, na primeira metade do ano, a indústria apostou numa demanda mais forte do que a que realmente se concretizou. Para alguns analistas, a concorrência do importado também contribuiu para a formação dos estoques excessivos. Vale projeta alta de 3,1% no PIB deste ano, com a demanda doméstica ajudando com 5 pontos percentuais, a variação de estoques tirando 0,5 ponto e o setor externo subtraindo mais 1,5 ponto. Em 2010, as importações de bens e serviços aumentaram 36,5%, bem acima dos 11,5% das exportações. Para este ano, a expectativa é de uma expansão de 10% nas compras externas e de 3% nas exportações. Para 2012, Borges vê uma alta do PIB de 3,1%, composta por 2,5 pontos percentuais da demanda doméstica e 0,6 ponto da formação de estoques - o setor externo teria contribuição zero. Ele diz que a contribuição pequena da demanda interna se deverá em grande parte a uma questão estatística, já que a herança (o carry over) de 2011 para 2012 deverá ficar muito próxima de zero. Isso significa que, se o PIB ficar 2012 no mesmo nível do fim deste ano, a expansão no ano que vem será nula. "O crescimento trimestral médio, porém, será maior do que neste ano - os 3,1% de 2012 parecerão mais fortes que os cerca de 3% de 2011", diz Borges. Segundo ele, a demanda doméstica deve crescer em média 0,4% por trimestre neste ano em relação ao trimestre anterior, feito o ajuste sazonal. Em 2012, o avanço médio tende a ser de 1,1%. Vale, por sua vez, acredita que a demanda doméstica vai ter um peso mais forte em 2012, colaborando com 6 pontos percentuais do crescimento de 4% esperado para Os juros baixos e os gastos públicos mais fortes impulsionariam a economia, elevando importações e fazendo o setor externo "tirar" 2 pontos percentuais do PIB. Link:

16 Aumento de IPI para veículos deve gerar investimentos no Brasil, afirma Mantega Por: Fabiana Pimentel SÃO PAULO O aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados deve gerar investimentos no Brasil, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quarta-feira (23). Segundo a Agência Câmara, o ministro afirmou que algumas montadoras decidiram se instalar no País para escapar do reajuste anunciado pelo governo. Durante sua participação na audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, idealizada pelo deputado Mendonça Filho (DEM-PE), o ministro também comentou que os planos de investimentos das montadoras no Brasil são de US$ 21 bilhões até "Isso só ocorreu devido à ação do governo. Se não tomássemos essa medida, não haveria isso. Os investimentos iam para onde eles estão manipulando câmbio e taxas. Estamos preservando o emprego no País", completa. De acordo com a Agência Brasil, Mantega disse que está havendo um "vale-tudo" no mercado automotivo internacional e era preciso fortalecer a indústria internamente. "Existem subsídios disfarçados que o Brasil, que a OMC (Organização Mundial do Comércio) não conseguem identificar. É um vale-tudo. Se o Brasil quiser exportar carros para o Japão, para a Coréia, há uma dificuldade muito grande. Não poderíamos deixar nosso setor automobilístico se deteriorar. Foi por causa disso que decidimos tomar uma medida forte. Foi plenamente bemsucedida.", completa. Mercado Para o ministro, o setor de automóveis é importante para o País, que é considerado o 6º produtor mundial de carros. O setor, segundo ele, representa 23% do PIB (Produto Interno Bruto). Além disso, afirmou, são gerados R$ 2,5 bilhões a cada R$ 1 bilhão investido. Segundo Mantega, devido à crise na Europa e nos Estados Unidos, a diminuição da exportação de produtos manufaturados tem provocado um déficit nas transações comerciais brasileiras. "O Brasil exporta US$ 90 bilhões e está importando US$ 177 bilhões. Antes havia um equilíbrio, mas as importações começaram a crescer e hoje temos um déficit de manufaturados que chega a US$ 86 bilhões, principalmente no setor automotivo, afirma. Crise mundial Para o ministro, o cenário mundial será de crise nos próximos anos. Segundo ele, a atual situação econômica na Europa e nos Estados Unidos pode resultar em uma nova crise financeira, como a de 2008, e em recessão. No Brasil, Mantega explicou que tal situação tem gerado um aumento das importações, por causa da guerra cambial, com a desvalorização excessiva de outras moedas. Em relação à situação fiscal do governo, Mantega afirmou que a economia de receitas para pagamento da dívida pública já tem 94% de sua meta anual cumprida até outubro. Já sobre a atividade econômica no País, o ministro comentou que espera recuperação a partir de novembro, após uma queda no terceiro trimestre. Link: aumento+ipi+para+veiculos+deve+gerar+investimentos+brasil+afirma+mantega

17 Investimento da Vale 2012 será inferior ao previsto 26 de novembro de h 14 MÔNICA CIARELLI E FERNANDA GUIMARÃES - Agencia Estado RIO E SÃO PAULO - Sem conseguir cumprir o orçamento de US$ 24 bilhões previsto para este ano, a Vale se prepara para anunciar na próxima segunda-feira um investimento para 2012 mais em linha com o atual cenário de incertezas na economia mundial e de dificuldades na obtenção de licenças ambientais no País. De acordo com uma fonte do setor, a expectativa é que a cifra para 2012 fique próxima do investimento realizado pela companhia este ano, que deve fechar, no máximo, em US$ 19 bilhões. Até setembro, a companhia havia desembolsado US$ 11,308 bilhões, menos da metade da meta inicial. O orçamento mais modesto será apresentado aos investidores nos Estados Unidos, durante o evento Vale Day, na Bolsa de Valores de Nova York. Em outubro, quando comentou o desempenho da companhia no terceiro trimestre, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, anunciou mudanças no modelo de divulgação do orçamento da companhia. Na época, o executivo também descartou a possibilidade de a Vale desembolsar integralmente os US$ 24 bilhões previstos para este ano. Pelo novo modelo, a empresa informará ao mercado apenas os projetos já aprovados, com os devidos licenciamentos ambientais obtidos. Essa medida, segundo a empresa, evitará o não cumprimento do orçamento divulgado, exatamente como aconteceu em As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Link: sera-inferior-ao-previsto,93705,0.htm

18 Usiminas compra Mineração Ouro Negro por US$367 mi SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas anunciou nesta segunda-feira a compra da Mineração Ouro Negro, empresa com reservas de 200 milhões de toneladas de minério de ferro na região de Serra Azul (MG), por 367 milhões de dólares. As reservas fazem divisa com os direitos minerários atualmente detidos pela Mineração Usiminas, "o que amplia o acesso da companhia às suas reservas através da majoração da cava". "Estima-se que serão liberadas aproximadamente 350 milhões de toneladas, que, somadas às reservas adquiridas, totalizam cerca de 550 milhões de toneladas de minério de ferro", afirmou o grupo siderúrgico em comunicado. A Usiminas informou ainda que concluiu a aquisição da mineradora J. Mendes, em que acertou pagamento adicional de 100 milhões de dólares a ser desembolsado "parte à vista e parte em 36 parcelas mensais iguais a partir de janeiro de 2012". A empresa havia anunciado a aquisição da J. Mendes em 2008, ao preço de 1,8 bilhão de dólares, com possibilidade fazer pagamentos adicionais que elevariam o valor a um máximo de 1,9 bilhão de dólares, dependendo do conteúdo mineral das reservas. Os anúncios foram feitos um dia depois que o grupo ítalo-argentino Techint anunciou a compra das participações de Camargo Corrêa e Votorantim no bloco de controle da Usiminas, em uma operação de cerca de 5 bilhões de reais. A Mineração Usiminas também fez acordo de cooperação operacional com a Ferrous Resources do Brasil para exploração de reservas contíguas na mina Santanense, também em Serra Azul. (Por Alberto Alerigi Jr.) Link:

19 Steinbruch perde R$ 600 mi na bolsa Empresário tinha fama de ser bom de bolsa ao se antecipar a grandes negócios, mas, com a Usiminas, pode amargar um enorme prejuízo Benjamin Steinbruch, da CSN: Itaú BBA estima perda de R$ 600 milhões com ações da Usiminas São Paulo O empresário Benjamin Steinbruch pode ter tomado um dos maiores tombos da bolsa brasileira neste ano. Além de ter perdido a disputa com a Ternium para a entrada no bloco de controle da Usiminas, o bilionário teve de amargar um prejuízo na bolsa estimado em 600 milhões de reais pelo Itaú BBA. Steinbruch vinha comprando ações da siderúrgica mineira em bolsa de forma agressiva nos últimos meses. Há cerca de dez dias, a CSN informou que já detinha 20,14% das ações preferenciais e 11,66% das ordinárias da Usiminas. Com a compra da participação, o bilionário pretendia pressionar a Camargo Corrêa e a Votorantim a lhe vender as ações do bloco de controle da empresa mineira. Ao divulgar o balanço do terceiro trimestre, a CSN já havia admitido um prejuízo não-realizado de 446,9 milhões de reais com as posições. Agora a perda pode ter sido sacramentada. As novas quedas dos papéis e o aumento nas participações levaram o Itaú a elevar a estimativa de prejuízo com o negócio para 600 milhões de reais. Assim como os demais acionistas minoritários da Usiminas, Steinbruch não deve ter direito a tag along com o mudança no controle anunciado na noite deste domingo. As ações da Usiminas estão no nível 1 de governança corporativa da BM&FBovespa. Os papéis incluídos nesse segmento dão aos detentores de ações ordinárias o direito de vender seus papéis por 80% do valor oferecido aos controladores em casos de venda de controle. Para que houvesse direito a tag along, entretanto, seria necessário que mais de 50% das ações votantes tivessem sido vendidas. E a Ternium comprou apenas 27,7% dos papéis ordinários, que pertenciam a Votorantim, Camargo Corrêa e Caixa dos Empregados da Usiminas (o fundo de pensão dos funcionários da empresa). Apesar de ter perdido dinheiro até agora, Steinbruch ainda poderá se recuperar. O empresário pode tentar negociar uma participação relevante das ações da Usiminas com a própria companhia, com seus controladores ou com outra empresa interessada em se tornar sócia da empresa mineira. Outra opção é esperar a recuperação do preço dos papéis para vendê-los em mercado. Nesse caso, Steinbruch terá de ser bastante paciente. Se colocar todos os papéis que detém à venda, o empresário poderá provocar uma enxurrada de oferta de ações e derrubar sozinho as cotações acentuando ainda mais as próprias perdas. Por último, Steinbruch pode segurar os papéis e manter uma participação estratégica na Usiminas. O prêmio de mais de 80% pago pela Ternium sobre a cotação de mercado da Usiminas indica que os investidores podem estar avaliando mal o valor da empresa. Um consolo para Steinbruch é que sua participação na Usiminas estava concentrada em ações preferenciais, que possuem em grande desconto em relação às ordinárias. Após o desfecho do negócio sem direito a tag along para os minoritários, é provável que esse deságio seja

20 reduzido. Foi exatamente isso que aconteceu no pregão de hoje, quando as ações ordinárias caíram mais de 3% enquanto as preferenciais avançaram 4%. De qualquer forma, neste momento Steinbruch está no vermelho. Ironicamente o empresário perdeu quase tudo que havia ganhado no começo deste ano com ações da mineradora australiana Riversdale. Após pagar 390 milhões de dólares pelos papéis, Steinbruch os revendeu por 835 milhões de dólares pouco tempo depois. Essa é mais uma prova de que bolsa é um investimento de alto risco - até para os tubarões. Link:

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