Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro"

Transcrição

1 Monitor do Déficit Tecnológico Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro de 2012

2 Monitor do Déficit Tecnológico de Apresentação Oprimeiro trimestre de 2012 registrou um déficit tecnológico de US$ 25,8 bilhões. Os grupos de alta e média-alta intensidade tecnológica participaram com saldo negativo de US$ 7,8 bilhões e US$ 11,8 bilhões, respectivamente. Os serviços tecnológicos, outro componente da conta do déficit tecnológico, registraram déficit de US$ 6,2 bilhões. As informações permitem projetar para o ano déficit tecnológico entre US$ 110 bilhões e US$ 115 bilhões. A perspectiva para os grupos de alta e média-alta intensidade tecnológica é de que o déficit comercial fique entre US$ 86 bilhões e US$ 90 bilhões até o fim de Os números apurados no primeiro trimestre de 2012 apresentaram deterioração, quando comparados ao ano anterior. O grupo de alta intensidade aumentou seu déficit em 13,3%; o de médiaalta tecnologia, em 8,2%; e os serviços tecnológicos, em 17,7%. A exportação de mercadorias foi de US$ 55,1 bilhões ante US$ 51,2 bilhões no mesmo período de 2011, crescimento de 7,5%. Este foi um baixo acréscimo, quando comparado com anos anteriores (no primeiro trimestre de 2011, o crescimento foi de 30,6% em relação ao mesmo período de 2010). As importações registraram US$ 52,6 bilhões ante US$ 48,1 bilhões no mesmo período de 2011, crescimento de 9,5%. As compras externas cresceram, no trimestre, em ritmo maior que o das exportações, porém menor que o registrado no primeiro trimestre de 2011, quando as importações aumentaram 25,4% em comparação ao mesmo período de Considerando apenas os grupos tecnológicos, as exportações foram de US$ 34,7 bilhões e as importações, de US$ 46,5 bilhões, perfazendo o saldo negativo de US$ 11,8 bilhões. Este déficit, se comparado ao mesmo período do ano anterior, significou aumento de 33%. Com saldo comercial de US$ 2,5 bilhões, valor 22,5% menor que o do mesmo período de 2011, os produtos não industriais continuam sendo os mais exportados, especialmente minério de ferro (US$ 6,8 bilhões), petróleo (US$ 5,4 bilhões) e soja (US$ 3 bilhões). Os produtos mais importados foram petróleo (US$ 3 bilhões), carro (US$ 1,5 bilhão) e óleo diesel (US$ 1,4 bilhão). As previsões para o volume de comércio em 2012 são pessimistas, reflexo ainda da crise europeia, e o resultado do primeiro trimestre no volume de exportações e de importações oferece um bom indicativo disso. 2

3 Monitor do Déficit Tecnológico de Conceitos básicos O indicador Déficit Tecnológico foi criado pela Protec para verificar a competitividade dos segmentos industriais brasileiros de maior intensidade tecnológica no comércio exterior de mercadorias e serviços. O número indica o saldo comercial dos grupos de produtos de alta e de média-alta intensidade tecnológica, somado ao saldo comercial das contas de serviços tecnológicos ( royalties e licenças, computação e informação e aluguel de equipamentos ). Déficit tecnológico = saldo comercial de produtos de alta intensidade tecnológica + saldo comercial de produtos de média-alta intensidade tecnológica + saldo comercial de serviços tecnológicos A metodologia utilizada pela Protec segue os parâmetros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que classifica os produtos pelos seguintes grupos de intensidade tecnológica: Alta setores aeroespacial e aeronáutico; farmacêutico; material de escritório e informática; equipamentos de rádio, TV e comunicação; e instrumentos médicos de ótica e precisão. Média-alta setores de máquinas e equipamentos elétricos; automobilístico; químico; equipamentos para ferrovia e material de transporte; e máquinas e equipamentos mecânicos. Média-baixa setores de construção e reparação naval; borracha e produtos plásticos, petróleo refinado e combustíveis; e produtos minerais metálicos e não-metálicos. Baixa setores de produtos reciclados (sucata metálica e não metálica); manufaturados não específicos (jóias, instrumentos musicais, bens esportivos, brinquedos etc), além dos grupos de madeira, papel e celulose; de alimentos, bebidas e tabaco; e de têxteis, couro e calçados. Produtos não industriais não utilizam processos industriais. 3

4 Monitor do Déficit Tecnológico de Resultado do comércio exterior por intensidade tecnológica 3.1 Grupo de alta intensidade tecnológica o saldo no período foi de US$ 7,8 bilhões negativos. Comparado ao mesmo período em 2011, o déficit teve crescimento de 13,3%. As exportações alcançaram o patamar de US$ 1,95 bilhão e as importações, US$ 9,77 bilhões. Em comparação ao mesmo período em 2011, houve crescimento de 3,2% e 11,2%, respectivamente. Nas exportações, a participação relativa dos setores não apresentou grandes mudanças, com exceção do setor de equipamentos de telecomunicações, que a cada trimestre perde participação nas exportações. No primeiro trimestre de 2010, ele era o segundo maior exportador no grupo e atualmente caiu para a quarta posição. Neste trimestre, 50,4% das exportações foram do setor de aviação e aeroespacial; 24,5% do setor farmacêutico; 11,7% do setor de instrumentos médicos de ótica e precisão; 10,8% do setor de equipamentos de telecomunicações; e 2,5% do setor de material de escritório e informática. As importações apresentaram o mesmo comportamento relativo dos últimos anos. O setor de equipamentos de telecomunicações foi responsável por 36,8% das importações do grupo; o farmacêutico, por 22,2%; de instrumentos médicos de ótica e precisão, por 17,9%; de aviação e aeroespacial, por 11,8%; e de material de escritório e informática, por 11,3%. 3.2 Grupo de média-alta intensidade tecnológica o saldo também foi negativo, alcançando o montante de US$ 11,8 bilhões. Comparado ao mesmo período em 2011, o déficit teve acréscimo de 8,2%. O valor exportado no período foi de US$ 9,8 bilhões, enquanto as importações alcançaram US$ 21,6 bilhões. Os valores, comparados ao mesmo período de 2011, representam aumento de 8,3% e 8,2%, respectivamente. Na análise individual dos setores pertencentes ao grupo, a participação da indústria automobilística no déficit vem aumentando. No primeiro trimestre de 2010, este setor registrou déficit de US$ 927 milhões, valor que representou 12,4% do déficit total do grupo naquele ano. Já no primeiro trimestre de 2011, o saldo negativo saltou para US$ 1,5 bilhão (14,2% do total) e, no trimestre atual, o déficit foi de US$ 1,7 bilhão (14,5% do total). O setor de química (excluindo produtos farmacêuticos) continua a ser o setor com maior participação no déficit do grupo. De janeiro a março de 2012, o saldo negativo foi de US$ 4,5 bilhões, crescimento de 13,4% em comparação ao mesmo período em Máquinas e equipamentos mecânicos tiveram piora no saldo comercial, registrando déficit de US$ 3,6 bilhões, enquanto no primeiro trimestre deste ano o resultado foi de US$ 3,8 bilhões, expansão de 5,4%. 4

5 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 Os setores de máquinas e equipamentos elétricos e de equipamentos de ferrovia e material de transporte também tiveram resultado negativo, encerrando o período com déficit de US$ 1,4 bilhão e US$ 315 milhões, respectivamente. 3.3 Grupo de média-baixa intensidade tecnológica - no primeiro trimestre de 2012, o grupo encerrou o período com déficit de US$ 5,9 milhões. Em comparação com o mesmo período em 2011, houve deterioração de 102%. As exportações, no período, foram de US$ 10,191 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 10,197 bilhões. Os números, em relação ao mesmo período de 2011, representam aumento de 15,1% e 18,7%, respectivamente. O segmento de produtos do petróleo refinado e outros combustíveis vem sendo o principal responsável pelo déficit no grupo, uma vez que as importações de combustíveis, principalmente gasolina (excluindo aviação), seguem em ritmo acelerado. O segmento encerrou os três primeiros meses deste ano com déficit de US$ 1,7 bilhão. Majoritariamente deficitário nos últimos anos, o segmento de construção e reparação naval apresentou saldo positivo de US$ 344 milhões, com exportações de US$ 413 milhões. A razão da mudança neste primeiro trimestre foi a exportação de uma plataforma de perfuração/exploração, no valor de US$ 404 milhões Análise: aumento do preço da gasolina - Em 2011, o Brasil apresentou um quadro atípico com relação à importação de gasolina (exceto aviação), tendo comprado no exterior 13,7 milhões de barris. Este volume representou, em comparação a 2010, aumento de 333%. A produção brasileira desse combustível em 2011 foi de 147,8 milhões de barris, o que comparado à produção de 2010 representou aumento de 9%. O aumento do número de emplacamentos de veículos, em especial carros e motos, pode explicar o motivo pelo qual a demanda pelo combustível cresceu em velocidade superior à capacidade produtiva nas refinarias brasileiras. O desequilíbrio entre oferta e demanda também pode ser explicado pela baixa produção de etanol nas usinas brasileiras no período. Sendo assim, a parcela de etanol na composição da gasolina foi reduzida para 20%, gerando a necessidade de aumento da proporção de gasolina na mistura. No primeiro trimestre de 2012, as compras externas do combustível seguiram a mesma tendência verificada ao longo de O Brasil importou US$ 888 milhões de gasolina no período, que contrastam com o valor próximo a zero registrado no primeiro trimestre de

6 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 A produção de gasolina nas refinarias, nesse período, foi de 40,4 milhões de barris, com crescimento produtivo de 9% em relação ao primeiro trimestre de Para atender à demanda interna, foi necessário importar 7 milhões de barris. Esta quantidade representa 52% de tudo o que foi importado de gasolina no País no ano de A expectativa é de que o ano de 2012 supere o de 2011 em importação de gasolina. Este quadro pode ser revertido mediante redução da demanda pelo combustível ou quando as refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e o Comperj, no Rio de Janeiro, iniciarem suas atividades. (US$ milhões FOB) Importação de combustível º tri/ * Gasolina Óleo diesel Querosene de aviação *Projeção para o ano, em função do resultado do primeiro trimestre 6

7 Monitor do Déficit Tecnológico de Grupo de baixa intensidade tecnológica - dos grupos industriais separados por intensidade tecnológica, o de baixa tecnologia foi o único que apresentou superávit comercial. O saldo no período foi de US$ 7,8 bilhões e, em comparação ao mesmo período em 2011, houve redução de 9,9%. As exportações alcançaram o valor de US$ 12,7 bilhões, número 0,5% inferior ao resultado do mesmo período do ano anterior. As importações, por sua vez, atingiram US$ 4,9 bilhões, um aumento de 19,3% sobre o primeiro trimestre de O segmento de produtos têxteis, couro e calçados segue perdendo espaço para os produtos estrangeiros, com déficit de US$ 767 milhões no período analisado, um aumento de 127,6% em relação ao mesmo período de O segmento de alimentos, bebidas e tabaco e o de madeira, papel e celulose também apresentaram desempenho no saldo comercial inferior ao do primeiro trimestre de Enquanto o primeiro setor reduziu seu saldo em 4,2%, o equivalente a US$ 310 milhões, o segundo reduziu seu saldo em 5,8%, ou US$ 94 milhões. 3.5 Serviços tecnológicos - no primeiro trimestre de 2012, a soma das contas de serviços tecnológicos (aluguel de equipamentos; royalties e licenças; e computação e informação) registrou déficit de US$ 6,2 bilhões. Este resultado foi ampliado em 17,7%, quando comparado ao mesmo período do ano anterior, o que significa a continuidade do processo de deterioramento dessas contas. O total das receitas geradas pelos três serviços continuou sendo insignificante, com um total de US$ 220 milhões, resultado apenas 2,3% maior quando comparado ao mesmo período em Já as despesas, que no primeiro trimestre de 2011 foram de US$ 5,5 bilhões, nos primeiros três meses de 2012 subiram para US$ 6,4 bilhões, um aumento de 17%. Aluguel de equipamentos foi a conta mais deficitária das três analisadas. A receita gerada no período foi de US$ 13 milhões, enquanto que a despesa foi de US$ 4,321 bilhões, gerando um saldo negativo de US$ 4,308 bilhões, crescimento de 19% em comparação ao mesmo período de Computação e informação geraram US$ 68 milhões de receita e US$ 1,123 bilhão de despesas, com déficit de US$ 1,055 bilhão, 8,4% maior que o mesmo período de Royalties e licenças geraram, neste primeiro trimestre, US$ 139 milhões em receitas e US% 955 milhões em despesas, com déficit de US$ 816 milhões, 24,4% superior ao mesmo período do ano anterior. 7

8 Monitor do Déficit Tecnológico de Produtos não industriais O grupo, relativo aos produtos que não passam por qualquer tipo de processamento industrial, foi responsável por 37,1% das exportações brasileiras no período, o que significa o total de US$ 20,4 bilhões. Este desempenho foi superior ao mesmo período do ano anterior em 9,4%. Os quatro produtos mais exportados neste período foram minério de ferro (aglomerado e não aglomerado), com US$ 6,8 bilhões; petróleo, com US$ 5,4 bilhões; soja, com US$ 3 bilhões; e café, com US$ 1,6 bilhão. As importações, neste segmento, não são tão significativas em relação ao total importado. Nesse período, elas alcançaram US$ 6,2 bilhões, significando, em comparação ao mesmo período de 2011, uma redução de 7,1%. Os produtos com maior destaque nas importações foram petróleo, com US$ 3 bilhões, e gás natural no estado gasoso, com US$ 688 milhões. O primeiro trimestre de 2012 teve superávit de US$ 14,2 bilhões, resultado 18,6% superior ao mesmo período de Porém, o desempenho ficou abaixo do de anos anteriores. Em 2011, o saldo foi de US$ 12 bilhões nos primeiros três meses, em expressivos 69,5% de acréscimo sobre 2010, que registrou US$ 7,1 bilhões positivos. Por sua vez, este valor ficou 42% acima do resultado de 2009, que acumulou no período saldo de US$ 5 bilhões positivos. 8

9 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 Tabela 1 Importação dos grupos tecnológicos (milhões US$ FOB) º trimester Aviação e aeroespacial 555,68 681,38 910, ,53 830, , ,65 Farmacêutico 757, , , , , , ,69 Material de escritório e informática 591,29 552,54 723,10 529,19 824,88 924, ,59 Equipamentos de telecomunicações 2.042, , , , , , ,14 Instrumentos médicos de ótica e precisão 787, , , , , , ,43 ALTA TECNOLOGIA 4.735, , , , , , ,51 Máquinas e equipamentos elétricos n.e 818,42 960, , , , , ,36 Indústria automobilística 1.312, , , , , , ,04 Produtos químicos, excl. farmacêuticos 2.913, , , , , , ,29 Equipamentos para ferrovia e material de transporte n.e 188,03 164,98 214,08 196,89 286,87 506,20 380,53 Máquinas e equipamentos mecânicos n.e 2.072, , , , , , ,95 MÉDIA-ALTA TECNOLOGIA 7.305, , , , , , ,16 Construção e reparação naval 6,24 21,06 13,69 21,26 23,09 62,86 68,83 Borracha e produtos de plástico 519,72 628,31 862,81 767, , , ,44 Produtos de petróleo refinado e outros combustíveis 1.042, , , , , , ,53 Outros produtos minerais não metálicos 149,62 204,09 261,92 271,21 306,48 500,84 568,99 Produtos metálicos 1.297, , , , , , ,92 MÉDIA-BAIXA TECNOLOGIA 3.015, , , , , , ,70 Produtos manufaturados n.e e bens reciclados 126,53 177,98 253,84 246,37 304,99 436,39 462,53 Madeira e seus produtos, papel e celulose 304,08 345,29 456,48 367,08 466,10 623,48 600,82 Alimentos, bebidas e tabaco 552,53 696,50 965,44 992, , , ,46 Têxteis, couro e calçados 446,50 606,46 892,84 890, , , ,53 BAIXA TECNOLOGIA 1.429, , , , , , ,34 TOTAL DOS GRUPOS TECNOLÓGICOS , , , , , , ,71 Produtos não industriais 3.643, , , , , , ,62 TOTAL IMPORTAÇÃO , , , , , , ,33 Fonte: MDIC 9

10 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 Tabela 2 Exportação dos grupos tecnológicos (milhões US$ FOB) Aviação e aeroespacial 794,49 887, , ,02 947,01 822,53 984,43 Farmacêutico 211,01 249,35 327,85 361,38 383,05 481,42 477,88 Material de escritório e informática 126,33 70,10 42,29 40,15 42,40 47,57 49,40 Equipamentos de telecomunicações 847,73 695,45 650,60 459,80 399,88 331,68 211,18 Instrumentos médicos de ótica e precisão 144,16 168,36 195,37 153,30 183,80 207,08 228,52 ALTA TECNOLOGIA 2.123, , , , , , ,42 Máquinas e equipamentos elétricos n.e 606,64 671,79 841,15 655,18 616,04 686,97 788,07 Indústria automobilística 3.292, , , , , , ,12 Produtos químicos, excl. farmacêuticos 1.441, , , , , , ,62 Equipamentos para ferrovia e material de transporte n.e 145,36 118,84 76,20 95,12 80,61 163,69 64,98 Máquinas e equipamentos mecânicos n.e 1.761, , , , , , ,64 MÉDIA-ALTA TECNOLOGIA 7.247, , , , , , ,43 Construção e reparação naval 2,11 2,24 34,08 4,19 1,71 5,44 412,92 Borracha e produtos de plástico 468,57 556,95 685,28 530,66 636,72 757,75 801,80 Produtos de petróleo refinado e outros combustíveis 1.511, , ,67 933, , , ,76 Outros produtos minerais não metálicos 455,75 513,44 476,32 304,03 389,62 395,70 412,66 Produtos metálicos 3.813, , , , , , ,69 MÉDIA-BAIXA TECNOLOGIA 6.251, , , , , , ,82 Produtos manufaturados n.e e bens reciclados 363,68 391,65 423,36 313,90 337,47 371,46 373,20 Madeira e seus produtos, papel e celulose 1.704, , , , , , ,07 Alimentos, bebidas e tabaco 4.509, , , , , , ,17 Têxteis, couro e calçados 1.354, , ,83 918, , , ,50 BAIXA TECNOLOGIA 7.932, , , , , , ,94 TOTAL DOS GRUPOS TECNOLÓGICOS , , , , , , ,61 Produtos não industriais 5.903, , , , , , ,14 Total exportação , , , , , , ,75 Fonte: MDIC e BC 10

11 Monitor do Déficit Tecnológico de 2012 Tabela 3 Indicadores tecnológicos do Brasil (milhões US$ FOB) de 2012 Saldo dos grupos tecnológicos Aviação e aeroespacial 238,81 205,93 370,11-155,51 116,61-221,38-171,22 Farmacêutico -546,45-919,12-952,51-996, , , ,81 Material de escritório e informática -464,95-482,44-680,81-489,04-782,48-876, ,19 Equipamentos de telecomunicações , , , , , , ,96 Instrumentos médicos de ótica e precisão -643,52-845, ,02-942, , , ,90 ALTA TECNOLOGIA , , , , , , ,08 Máquinas e equipamentos elétricos n.e -211,78-288,27-483,87-515,28-932, , ,29 Indústria automobilística 1.979, ,97 863,17-332,77-927, , ,92 Produtos químicos, excl. farmacêuticos , , , , , , ,67 Equipamentos para ferrovia e material de transporte n.e -42,67-46,14-137,87-101,77-206,26-342,51-315,54 Máquinas e equipamentos mecânicos n.e -311,70-586, , , , , ,31 MÉDIA-ALTA TECNOLOGIA -58, , , , , , ,73 Construção e reparação naval -4,14-18,82 20,38-17,06-21,38-57,42 344,09 Borracha e produtos de plástico -51,15-71,35-177,53-237,15-398,65-618,60-659,64 Produtos de petróleo refinado e outros combustíveis 469,19-105,84-588,08-196, , , ,77 Outros produtos minerais não metálicos 306,13 309,35 214,39 32,82 83,14-105,14-156,33 Produtos metálicos 2.515, , , , , , ,77 MÉDIA-BAIXA TECNOLOGIA 3.235, , , ,82-334,68 265,84-5,88 Produtos manufaturados n.e e bens reciclados 237,15 213,66 169,53 67,53 32,48-64,93-89,33 Madeira e seus produtos, papel e celulose 1.400, , , , , , ,25 Alimentos, bebidas e tabaco 3.957, , , , , , ,71 Têxteis, couro e calçados 908,09 900,17 600,99 27,60 35,62-336,94-767,03 BAIXA TECNOLOGIA 6.502, , , , , , ,60 SALDO DOS GRUPOS TECNOLÓGICOS 7.068, ,03 911, , , , ,10 Produtos não industriais 2.260, , , , , , ,52 SALDO COMERCIAL 9.328, , , ,19 880, , ,42 Saldo dos Serviços Tecnológicos 1º tri º tri2007 1º tri º tri º tri º tri º tri 2012 Computação e informação -505,52-579,00-861,00-589,00-837,00-973, ,00 Royalties e licenças -363,30-396,00-604,00-438,00-636,00-656,00-816,00 Aluguel de equipamentos , , , , , , ,00 SALDO DOS SERVIÇOS TECNOLÓGICOS , , , , , , ,00 SALDO TECNOLÓGICO , , , , , , ,82 Fontes: MDIC e BC 11

12 EDITORIAL Coordenação Roberto Nicolsky Supervisão Fernando Varella Natália Calandrini Produção André Mitidieri Projeto gráfico e editoração eletrônica Ricardo Meirelles Jessica Gama Revisão: Indira Rodrigues

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014. Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2014 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Apesar do bom crescimento de Produtos Alimentícios e Máquinas e Equipamentos,

Leia mais

Exportação de Serviços

Exportação de Serviços Exportação de Serviços 1. Ementa O objetivo deste trabalho é dar uma maior visibilidade do setor a partir da apresentação de algumas informações sobre o comércio exterior de serviços brasileiro. 2. Introdução

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Maio 2012 As exportações em maio apresentaram aumento de +39,13% em relação a abril, continuando a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela décima-sexta vez

Leia mais

PORTUGAL Comércio Exterior

PORTUGAL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PORTUGAL Comércio Exterior Abril de 2015 Principais Indicadores

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Novembro 2012 As exportações em novembro apresentaram diminuição de 27,64% em relação a outubro. Continuam a superar a marca de US$ 1 bilhão, agora pela vigésima-segunda

Leia mais

Balança Comercial 2003

Balança Comercial 2003 Balança Comercial 2003 26 de janeiro de 2004 O saldo da balança comercial atingiu US$24,8 bilhões em 2003, o melhor resultado anual já alcançado no comércio exterior brasileiro. As exportações somaram

Leia mais

Índice de Preços ao Produtor (IPP) de setembro fica em 1,23%

Índice de Preços ao Produtor (IPP) de setembro fica em 1,23% Índice de Preços ao Produtor Fonte IBGE Base: Setembro de 2011 Por Ricardo Bergamini Índice de Preços ao Produtor (IPP) de setembro fica em 1,23% Em setembro de 2011, o Índice de Preços ao Produtor (IPP)

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL OUTUBRO DE 2014 Outubro de 2014 www.fiergs.org.br Indústria cresce pelo quarto mês seguido O IDI/RS, Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul, apontou

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2013 As exportações em março apresentaram aumento de +27,85% em relação a fevereiro. O valor exportado superou novamente a marca de US$ 1 bilhão, atingindo

Leia mais

Tabelas anexas Capítulo 7

Tabelas anexas Capítulo 7 Tabelas anexas Capítulo 7 Tabela anexa 7.1 Indicadores selecionados de inovação tecnológica, segundo setores das indústrias extrativa e de transformação e setores de serviços selecionados e Estado de São

Leia mais

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior

PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC PAÍSES BAIXOS Comércio Exterior Outubro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

A EMERGÊNCIA DA CHINA. Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa

A EMERGÊNCIA DA CHINA. Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa A EMERGÊNCIA DA CHINA Desafios e Oportunidades para o Brasil Dr. Roberto Teixeira da Costa Crescimento médio anual do PIB per capita - 1990-2002 10 8,8 5 0 Fonte: PNUD 1,3 Brasil China dinamismo econômico

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Fevereiro de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Fevereiro de 2015...

Leia mais

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações

- 300. Saldo BC Importações Importações s/gás Exportações Carta de Conjuntura nº2 Dezembro de 2015 Setor Externo As cotações do dólar recuaram em relação aos últimos meses, chegando a taxa média em novembro a ficar em R$ 3,77, cerca de 2,77% abaixo da taxa média

Leia mais

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov.

7.000 6.500 6.000 5.500 5.000 4.500 4.000 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.000 500 - -500-1.000 fev./2010. ago./2011. fev./2012. nov. 4 SETOR EXTERNO As contas externas tiveram mais um ano de relativa tranquilidade em 2012. O déficit em conta corrente ficou em 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mostrando pequeno aumento em relação

Leia mais

Indústria de Transformação Cearense em 2013: Algumas Evidências para os Resultados Acumulados até o Terceiro Trimestre

Indústria de Transformação Cearense em 2013: Algumas Evidências para os Resultados Acumulados até o Terceiro Trimestre Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Comentários gerais. consultoria em sistemas e processos em TI, que, com uma receita de R$ 5,6 bilhões, participou com 14,1% do total; e

Comentários gerais. consultoria em sistemas e processos em TI, que, com uma receita de R$ 5,6 bilhões, participou com 14,1% do total; e Comentários gerais Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação - PSTI A investigou, em 2009, 1 799 empresas de TI com 20 ou mais Pessoas Ocupadas constantes do cadastro de empresas do IBGE e os produtos

Leia mais

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado

COMENTÁRIOS Comércio Varejista Comércio Varejista ampliado COMENTÁRIOS Em maio, o Comércio Varejista do País apresentou variações em relação ao mês anterior ajustadas sazonalmente, de 0,5% para o volume de vendas e de 1,0% para a receita nominal. Quanto à média

Leia mais

Ano I Boletim II Outubro/2015. Primeira quinzena. são específicos aos segmentos industriais de Sertãozinho e região.

Ano I Boletim II Outubro/2015. Primeira quinzena. são específicos aos segmentos industriais de Sertãozinho e região. O presente boletim analisa algumas variáveis chaves na atual conjuntura da economia sertanezina, apontando algumas tendências possíveis. Como destacado no boletim anterior, a indústria é o carro chefe

Leia mais

Tabela 72 Empresas da Indústria que Utilizavam Computadores, segundo Atividades Estado de São Paulo 2001 Atividades

Tabela 72 Empresas da Indústria que Utilizavam Computadores, segundo Atividades Estado de São Paulo 2001 Atividades Tecnologia da Informação No, 72,34% das empresas industriais pesquisadas afirmaram utilizar computadores. As categorias fabricação e refino de petróleo e álcool, fabricação de máquinas, aparelhos e material

Leia mais

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro

Monitor do Déficit Tecnológico. Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro Monitor do Déficit Tecnológico Análise Conjuntural das Relações de Troca de Bens e Serviços Intensivos em Tecnologia no Comércio Exterior Brasileiro 3º trimestre de 1. Resumo A o fim do 3º trimestre do

Leia mais

Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico

Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Boletim Econômico Edição nº 89 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Crise não afeta lucratividade dos principais bancos no Brasil 1 Lucro dos maiores bancos privados

Leia mais

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2013 INDICADOR SANTA CATARINA BR % % acumulado 2013/2012 % acumulado 2012/2011 acumulado 2013/2012 Produção Ind. (jan-ago)

Leia mais

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas Comentários gerais Pesquisa Anual de Comércio - PAC investiga a estrutura produtiva do A segmento empresarial do comércio brasileiro, sendo os resultados referentes a 2012 divulgados neste volume. A pesquisa

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Março 2009 A crise financeira internacional continua afetando negativamente o comércio exterior paranaense: apesar das exportações terem aumentado 43,44% em março,

Leia mais

Principais características da inovação na indústria de transformação no Brasil

Principais características da inovação na indústria de transformação no Brasil 1 Comunicado da Presidência nº 5 Principais características da inovação na indústria de transformação no Brasil Realização: Marcio Pochmann, presidente; Marcio Wohlers, diretor de Estudos Setoriais (Diset)

Leia mais

NORDESTE: DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2009

NORDESTE: DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2009 O nosso negócio é o desenvolvimento ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE-ETENE INFORME SETORIAL INDÚSTRIA E SERVIÇOS NORDESTE: DESEMPENHO DO COMÉRCIO EXTERIOR EM 2009 Ano IV No 2 O nosso

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010 Depenho do Comércio Exterior Paranaense Junho 2010 As exportações em junho apresentaram redução de 8,57% sobre maio após expansão por quatro meses consecutivos. Desta forma, supera a marca de US$ 1 bilhão

Leia mais

O Comércio na América do Sul e oportunidades para o Brasil

O Comércio na América do Sul e oportunidades para o Brasil LC/BRS/R.185 Setembro de 2007 Original: português CEPAL COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE Escritório no Brasil O Comércio na América do Sul e oportunidades para o Brasil Trabalho realizado

Leia mais

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Abril de 2015 Sumário 1. Perspectivas do Cenário Econômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março de 2015... 5 3.

Leia mais

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados

101/15 30/06/2015. Análise Setorial. Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados 101/15 30/06/2015 Análise Setorial Fabricação de artefatos de borracha Reforma de pneumáticos usados Junho de 2015 Sumário 1. Perspectivas do CenárioEconômico em 2015... 3 2. Balança Comercial de Março

Leia mais

INFORME MINERAL DNPM JULHO DE 2012

INFORME MINERAL DNPM JULHO DE 2012 INFORME MINERAL DNPM JULHO DE 2012 A mineração nacional sentiu de forma mais contundente no primeiro semestre de 2012 os efeitos danosos da crise mundial. Diminuição do consumo chinês, estagnação do consumo

Leia mais

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro

Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro Relatório FEBRABAN - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 24-06-2008) Edição de 25 de junho de 2008 Operações de crédito à pessoa física apresentam

Leia mais

Indústria. Prof. Dr. Rudinei Toneto Júnior Renata de Lacerda Antunes Borges

Indústria. Prof. Dr. Rudinei Toneto Júnior Renata de Lacerda Antunes Borges A Sondagem Industrial (SI) e o Índice de Confiança (ICEI) são elaborados pela unidade de Política Econômica da Confederação Nacional das s (CNI) em conjunto com as Federações das s dos 23 estados brasileiros

Leia mais

Volume de IED acumulado no ano é de US$ 32,7 bi

Volume de IED acumulado no ano é de US$ 32,7 bi São Paulo, 31 de agosto de 2015 JULHO DE 2015 Volume de IED acumulado no ano é de US$ 32,7 bi Entre janeiro e julho de 2015, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil totalizaram US$

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL II RELATÓRIO ANALÍTICO II RELATÓRIO ANALÍTICO 15 1 CONTEXTO ECONÔMICO A quantidade e a qualidade dos serviços públicos prestados por um governo aos seus cidadãos são fortemente influenciadas pelo contexto econômico local, mas

Leia mais

BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL

BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO (SEPLAG) Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (IPECE) BOLETIM DE CONJUNTURA INDUSTRIAL 3º TRIMESTRE DE 2011 Fortaleza-CE

Leia mais

EXPORTAÇÕES DE ETANOL CAEM 45% EM JUNHO

EXPORTAÇÕES DE ETANOL CAEM 45% EM JUNHO Boletim Semanal sobre Tendências de Mercados Ano X 16/julho/2015 n. 454 EXPORTAÇÕES DE ETANOL CAEM 45% EM JUNHO O mês de junho foi marcado por um forte retrocesso nas exportações de etanol que caíram de

Leia mais

COMENTÁRIOS. Em agosto de 2015, o total do pessoal ocupado assalariado na. indústria mostrou queda de 0,8% frente ao patamar do mês imediatamente

COMENTÁRIOS. Em agosto de 2015, o total do pessoal ocupado assalariado na. indústria mostrou queda de 0,8% frente ao patamar do mês imediatamente COMENTÁRIOS PESSOAL OCUPADO ASSALARIADO Em agosto de 2015, o total do pessoal ocupado assalariado na indústria mostrou queda de 0,8% frente ao patamar do mês imediatamente anterior, na série livre de influências

Leia mais

REINO UNIDO Comércio Exterior

REINO UNIDO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC REINO UNIDO Comércio Exterior Setembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N. Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 07 Julho 2015 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia G PE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Março/2015

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio. Balança Comercial do Agronegócio Março/2015 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio Balança Comercial do Agronegócio Março/2015 I Resultados do mês (comparativo Mar/2015 Mar/2014)

Leia mais

BANGLADESH Comércio Exterior

BANGLADESH Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BANGLADESH Comércio Exterior Fevereiro de 2015 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014.

Exportações no período acumulado de janeiro até abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. 2015 com abril de 2014. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de abril de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais

ARGENTINA Comércio Exterior

ARGENTINA Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC ARGENTINA Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007

ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES Janeiro a Dezembro / 2007 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES MATO-GROSSENSES / 2007 1- Balança Comercial Mato Grosso continua tendo superávit na Balança Comercial registrando em 2007 um expressivo saldo de US$ 4,38 bilhões valor que representa

Leia mais

Resultados do 1T08. 14 de maio de 2008

Resultados do 1T08. 14 de maio de 2008 Resultados do 1T08 14 de maio de 2008 Destaques do Trimestre Desenvolvimento dos Negócios Início dos desembolsos das operações de FINAME e BNDES Automático Bim Promotora de Vendas fase piloto das operações

Leia mais

Os efeitos da valorização do real na indústria brasileira

Os efeitos da valorização do real na indústria brasileira Os efeitos da valorização do real na indústria brasileira !"#"#!$%&"'()* * " + # (, " - --.&"- "/"& 0+- &#"./" - "0 - () " 1 # 2- (, - 34/ % - &5"() #-6 $ 7-" &"'()"" (,8 32- )-" 8 7- & () 98 % ) #- 2-

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/2015 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS - JULHO/215 1. Geração de Empregos no Brasil - Mercado de Trabalho Segue Demitindo O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008

Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Boletim de Conjuntura Econômica Dezembro 2008 Crise Mundo Os EUA e a Europa passam por um forte processo de desaceleração economica com indicios de recessão e deflação um claro sinal de que a crise chegou

Leia mais

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014

Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 1 Por uma nova etapa da cooperação econômica Brasil - Japão Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil São Paulo, 11 de Julho de 2014 Brasil: Fundamentos Macroeconômicos (1) Reservas International

Leia mais

Setor Externo: Triste Ajuste

Setor Externo: Triste Ajuste 8 análise de conjuntura Setor Externo: Triste Ajuste Vera Martins da Silva (*) A recessão da economia brasileira se manifesta de forma contundente nos resultados de suas relações com o resto do mundo.

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 15 de maio de 2007 M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 8 1 de maio de 27 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês Primeiro trimestre de 27 No primeiro trimestre de 27, a economia chinesa

Leia mais

Especial Lucro dos Bancos

Especial Lucro dos Bancos Boletim Econômico Edição nº 90 novembro de 2014 Organização: Maurício José Nunes Oliveira Assessor econômico Especial Lucro dos Bancos 1 Tabela dos Lucros em 2014 Ano Banco Período Lucro 2 0 1 4 Itaú Unibanco

Leia mais

Produção Industrial Cearense Cresce 2,5% em Fevereiro como o 4º Melhor Desempenho do País

Produção Industrial Cearense Cresce 2,5% em Fevereiro como o 4º Melhor Desempenho do País Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os Desempenho da Agroindústria em 2004 Em 2004, a agroindústria obteve crescimento de 5,3%, marca mais elevada da série histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003),

Leia mais

Pesquisa Impactos da Escassez de Água. Gerência de Pesquisas Divisão de Pesquisas Novembro 2014

Pesquisa Impactos da Escassez de Água. Gerência de Pesquisas Divisão de Pesquisas Novembro 2014 Pesquisa Impactos da Escassez de Água Gerência de Pesquisas Divisão de Pesquisas Novembro 2014 Perfil Foram ouvidas 487 empresas localizadas no Estado do Rio de Janeiro A maioria é de pequeno porte (76,8%);

Leia mais

Bahamas Comércio Exterior

Bahamas Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC Bahamas Comércio Exterior Novembro de 215 Tabela 1 Principais Indicadores

Leia mais

VANUATU Comércio Exterior

VANUATU Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC VANUATU Comércio Exterior Abril de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014

Nota de Crédito PJ. Janeiro 2015. Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 Nota de Crédito PJ Janeiro 2015 Fonte: BACEN Base: Novembro de 2014 mai/11 mai/11 Carteira de Crédito PJ não sustenta recuperação Após a aceleração verificada em outubro, a carteira de crédito pessoa jurídica

Leia mais

Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6%

Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6% 09 de janeiro de 2012 Estatísticas do Comércio Internacional Novembro de 2011 Comércio Internacional Saídas aumentam 15,1% e Entradas diminuem 3,6% No período de setembro a novembro de 2011, as saídas

Leia mais

A INDÚSTRIA DO ESTADO DA BAHIA. Estrutura

A INDÚSTRIA DO ESTADO DA BAHIA. Estrutura A INDÚSTRIA DO ESTADO DA BAHIA Estrutura A principal característica da indústria do é a pequena diversificação de sua estrutura. Os quatro gêneros mais significativos de indústria química, metalúrgica,

Leia mais

AUD. Audiência Pública: PRONATEC

AUD. Audiência Pública: PRONATEC AUD Audiência Pública: PRONATEC SENAI Missão Promover a educação profissional i e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria

Leia mais

O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos

O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos O Cenário Econômico Brasileiro e as Oportunidades de Investimentos Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos Apex-Brasil Alessandro Teixeira Presidente Novo Ciclo do Crescimento Econômico

Leia mais

BRASIL Comércio Exterior

BRASIL Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC BRASIL Comércio Exterior Novembro de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010

Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Notas sobre a divulgação do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) JUNHO/2010 Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego para junho de 2010 confirmam a recuperação do emprego

Leia mais

Maxi Indicadores de Desempenho da Indústria de Produtos Plásticos do Estado de Santa Catarina Relatório do 4º Trimestre 2011 Análise Conjuntural

Maxi Indicadores de Desempenho da Indústria de Produtos Plásticos do Estado de Santa Catarina Relatório do 4º Trimestre 2011 Análise Conjuntural Maxi Indicadores de Desempenho da Indústria de Produtos Plásticos do Estado de Santa Catarina Relatório do 4º Trimestre 2011 Análise Conjuntural O ano de 2011 foi marcado pela alternância entre crescimento,

Leia mais

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro

Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia e Comércio / Integração Regional Jéssica Naime 09 de setembro de 2005 Aspectos recentes do Comércio Exterior Brasileiro Análise Economia

Leia mais

Angola Breve Caracterização. Julho 2007

Angola Breve Caracterização. Julho 2007 Breve Caracterização Julho 2007 I. Actividade e Preços. Após o final da guerra civil em 2002, e num contexto de relativa estabilidade política, tornou-se numa das economias de mais elevado crescimento

Leia mais

Raio-X dos Investimentos

Raio-X dos Investimentos Destaques dos Investimentos Brasileiros no Exterior: Investimento líquido brasileiro no exterior foi negativo: No mês de abril de 2010 os investidores brasileiros internalizaram US$ 365 milhões. Entretanto,

Leia mais

CAZAQUISTÃO Comércio Exterior

CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC CAZAQUISTÃO Comércio Exterior Agosto de 2014 Índice. Dados Básicos.

Leia mais

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário

Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL Agosto

TÓPICO ESPECIAL Agosto Jan-94 Dec-94 Nov-95 Oct-96 Sep-97 Aug-98 Jul-99 Jun-00 May-01 Apr-02 Mar-03 Feb-04 Jan-05 Dec-05 Nov-06 Oct-07 Sep-08 Aug-09 Jul-10 Jun-11 May-12 Apr-13 Mar-14 Feb-15 Mar-10 Jul-10 Nov-10 Mar-11 Jul-11

Leia mais

1º a 15 de agosto de 2011

1º a 15 de agosto de 2011 1º a 15 de agosto de 2011 As principais informações da economia mundial, brasileira e baiana Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Diretoria de Indicadores e Estatísticas Coordenação

Leia mais

Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA)

Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA) Alicia Ruiz Olalde Participação da agropecuária nas exportações totais (IPEA) Exportações Agronegócio (CEPEA) Em 2012, a receita das exportações do agronegócio brasileiro alcançou US$ 97 bilhões. Em 2014,

Leia mais

Primeiro trimestre registra US$ 12,1 bi em IED*

Primeiro trimestre registra US$ 12,1 bi em IED* São Paulo, 29 de abril de 2015 Março de 2015 Primeiro trimestre registra US$ 12,1 bi em IED* No primeiro trimestre de 2015, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil registraram um total

Leia mais

Educação, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento FERNANDA DE NEGRI MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR

Educação, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento FERNANDA DE NEGRI MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Educação, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento FERNANDA DE NEGRI MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NO BRASIL INDÚSTRIA DIVERSIFICADA... outros; 18,8% Alimentos

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Maio/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação

Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação Desindustrialização e Produtividade na Indústria de Transformação O processo de desindustrialização pelo qual passa o país deve-se a inúmeros motivos, desde os mais comentados, como a sobrevalorização

Leia mais

ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO

ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO ANO 3 NÚMERO 14 Março de 2013 PROFESSORES RESPONSÁVEIS: FLÁVIO RIANI & RICARDO RABELO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS Dados consolidados de 2012 indicam que as condições de oferta de bens e serviços no país

Leia mais

Inovação na Indústria Eletroeletrônica

Inovação na Indústria Eletroeletrônica Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Inovação na Indústria Eletroeletrônica I Encontro de Líderes Empresariais do Sul e Centro-Sul Fluminense, IFRJ, Paulo de Frontin, RJ, 10.05.2012

Leia mais

Comércio Exterior Cearense Fevereiro de 2014

Comércio Exterior Cearense Fevereiro de 2014 Enfoque Econômico é uma publicação do IPECE que tem por objetivo fornecer informações de forma imediata sobre políticas econômicas, estudos e pesquisas de interesse da população cearense. Por esse instrumento

Leia mais

No período considerado, cerca de 17% das unidades produtivas faziam uso de equipamentos de automação industrial no Estado de São Paulo.

No período considerado, cerca de 17% das unidades produtivas faziam uso de equipamentos de automação industrial no Estado de São Paulo. Automação Industrial A Pesquisa da Atividade Econômica Regional disponibiliza informações sobre a difusão de automação industrial nas indústrias paulistas que, em seu conjunto, expressa as dinâmicas comportamentais

Leia mais

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012

Fase 2 (setembro 2012) Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Sondagem: Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário - 2012 Apresentação A sondagem Expectativas Econômicas do Transportador Rodoviário 2012 Fase 2 apresenta a visão do empresário do transporte

Leia mais

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006

M A C R O C H I N A Ano 2 Nº 4 11 de maio de 2006 M A C R O C H I N A Ano Nº 11 de maio de 6 Síntese gráfica trimestral do comércio bilateral e do desempenho macroeconômico chinês - Primeiro trimestre de 6. Para surpresa de muitos analistas, o Banco Central

Leia mais

Terceirização no Tribunal de Justiça de Minas Gerais SS JUSTIÇA MG

Terceirização no Tribunal de Justiça de Minas Gerais SS JUSTIÇA MG Terceirização no Tribunal de Justiça de Minas Gerais SS JUSTIÇA MG SS Justiça MG Setembro de 2013 1 Introdução A terceirização é um problema enfrentado em todos os setores produtivos do país e está em

Leia mais

Conceitos. Empreendedor M E T O D O L O G I A. Atividade Empreendedora. Empreendedorismo. * Fonte: OCDE

Conceitos. Empreendedor M E T O D O L O G I A. Atividade Empreendedora. Empreendedorismo. * Fonte: OCDE METODOLOGIA M E T O D O L O G I A Conceitos Empreendedor Atividade Empreendedora Empreendedorismo * Fonte: OCDE M E T O D O L O G I A Conceitos Empreendedor Indivíduo que tenciona gerar valor através da

Leia mais

Alemanha - Síntese País

Alemanha - Síntese País Informação Geral sobre a Alemanha Área (km 2 ): 356 970 km 2 Chanceler Federal: Angela Merkel População (milhões hab.): 81 (estimativa 2014) Risco de crédito (*): Capital: Berlim Risco do país: A (AAA

Leia mais

PARÃO DE ESPECIALIZAÇÃO AMBIENTAL DAS EXPORTAÇÕES INDUSTRIAIS BRASILEIRAS: mundo e União Europeia

PARÃO DE ESPECIALIZAÇÃO AMBIENTAL DAS EXPORTAÇÕES INDUSTRIAIS BRASILEIRAS: mundo e União Europeia COMÉRCIO INTERNACIONAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: O COMÉRCIO BILATERAL BRASIL UNIÃO EUROPEIA EM FOCO PARÃO DE ESPECIALIZAÇÃO AMBIENTAL DAS EXPORTAÇÕES INDUSTRIAIS BRASILEIRAS: mundo e União Europeia

Leia mais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais m³ ANÁLISE MENSAL DO MERCADO DE BIODIESEL: EDIÇÃO Nº 6 - JULHO DE 2013 A, documento elaborado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais ABIOVE, possui o intuito de levar ao mercado informações

Leia mais

(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009

(com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Relatório Febraban - Evolução do Crédito do Sistema Financeiro (com base na Nota do Banco Central do Brasil de 27-05-2009) Edição de 27 de Maio de 2009 Em Abril de 2009, operações de crédito atingiram

Leia mais

Comércio e Investimento na Coréia do Sul. Traduzido e atualizado de Chong-Sup Kim Universidade Nacional de Seul

Comércio e Investimento na Coréia do Sul. Traduzido e atualizado de Chong-Sup Kim Universidade Nacional de Seul Comércio e Investimento na Coréia do Sul Traduzido e atualizado de Chong-Sup Kim Universidade Nacional de Seul 40 anos de economia coreana 1 2 3 4 5 6 10º PIB mundial US$ 680 milhões 12º país comercial

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

Análise de Conjuntura

Análise de Conjuntura Análise de Conjuntura Novembro 2006 Associação Industrial Portuguesa Confederação Empresarial Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico de Outubro de 2006 apresenta uma melhoria

Leia mais

Coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação cai abaixo de zero

Coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação cai abaixo de zero COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL Informativo da Confederação Nacional da Indústria Ano 3 Número 4 outubro/dezembro de 2013 www.cni.org.br Coeficiente de exportações líquidas da indústria de transformação

Leia mais

Impactos Socioeconômicos da Indústria de Biodiesel no Brasil. Joaquim J.M. Guilhoto Marcelo P. Cunha

Impactos Socioeconômicos da Indústria de Biodiesel no Brasil. Joaquim J.M. Guilhoto Marcelo P. Cunha Impactos Socioeconômicos da Indústria de Biodiesel no Brasil Joaquim J.M. Guilhoto Marcelo P. Cunha Agosto - 2013 2011 Biodiesel INTRODUÇÃO E OBJETIVOS 2011 Biodiesel ODM-Importado 2011 ODM-Nacional Biodiesel

Leia mais

BULGÁRIA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS

BULGÁRIA DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC DADOS BÁSICOS E PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICO-COMERCIAIS BULGÁRIA

Leia mais

Acumulado de IED até setembro é de US$ 41,8 bi

Acumulado de IED até setembro é de US$ 41,8 bi São Paulo, 04 de novembro de 2015 SETEMBRO DE 2015 Acumulado de IED até setembro é de US$ 41,8 bi Ao final do terceiro trimestre de 2015, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil totalizaram

Leia mais

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional

Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Encontro Econômico Brasil-Alemanha Indústria Automobilística: O Desafio da Competitividade Internacional Jackson Schneider Presidente Anfavea Blumenau, 19 de novembro de 2007 1 Conteúdo 2 1. Representatividade

Leia mais

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul.

Exportações no período acumulado de janeiro até março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do Sul. Este relatório tem por objetivo apresentar os principais números referentes ao comércio internacional do agronegócio do Rio Grande do Sul no mês de março de 2015. Total das exportações do Rio Grande do

Leia mais