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1 Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais e Eventos Críticos DPIFE Palestrante: JARBAS JORGE DE ALCÂNTARA Téc. Ambiental/SEMAD/FTP Graduado em Administração Pós-graduado em Gestão Ambiental Tripulante Operacional - IEF/98 Inserido no Programa Previncêndio desde Instrutor de Curso de FBP/2004 Experiência em grandes ocorrências de incêndio florestal: 2005 Jaíba, 2008 Pque Grão Mogol, 2010 APAs Cocha e Gibão e 2011 Pque Rola Moça Coordenador da Sub-Base FTP Januária em 2010/2011/

2 COMBATE AÉREO A INCÊNDIOS FLORESTAIS UTILIZAÇÃO DE AÉRONAVES EM MINAS GERAIS EFICIÊNCIA / RESULTADOS VISÃO ATUAL E FUTURA SOBRE O USO DE AÉRONAVES

3 INTRODUÇÃO Em decorrência da expansão da fronteira agrícola, a partir de 1940 grandes incêndios florestais devastaram as florestas em diversas regiões Brasileiras.

4 No Estado de Minas Gerais, áreas dos Biomas Mata Atlântica e Cerrado com suas fitofisionomias, foram alvos de grandes incêndios florestais.

5 Com os poucos recursos que na época eram colocados à disposição das equipes de combate, o incêndio só era contido após uma enorme devastação da vegetação e grandes perdas da fauna.

6 O Estado de Minas Gerais estava mal protegido contra as grandes ocorrências de incêndios florestais.

7 As Instituições às quais, constitucionalmente, eram atribuídas as tarefas de combater os incêndios florestais, não possuíam equipamentos adequados, pessoas suficientemente treinadas e nem recursos para enfrentar os incêndios florestais. Fato que foi comprovado nos sinistros ocorridos anteriormente, onde às perdas em algumas situações não ficaram sóna biodiversidade.

8 Diante destas ocorrências, ficava evidente que mesmo com os esforços empenhados durante o combate havia a necessidade de mais recursos adequados e eficientes que pudessem incrementar as ações, com o objetivo de minimizar os danos queos incêndios florestaiscausavamao Meio ambiente.

9 Infelizmente, não temos dados estatísticos sobre as perdas ambientais provocadas pelos incêndios florestais naquela época, em decorrência da falta de estrutura e da inexistência de programas específicos para tal finalidade.

10 Os incêndios florestais geralmente devastador não tinham como ser prevenidos ou identificados em tempo hábil para que pudesse ser evitados ou minimizado o dano que viesse a causarao meio ambiente. Diante deste cenário, criar um programa com o objetivo de minimizar os danos causados ao meio ambiente provenientes do fogo, era inevitável.

11 Este programa teria que contar com o empenho de todas as forças necessárias para que o objetivo fosse alcançado, além de equipamentosadequados, pessoas treinadas, um devido esquema logístico e aeronaves especializadas.

12 CRIAÇÃO DO PROGRAMA No ano de 2005 o Governo de Minas Gerais criou o programa voltado para a prevenção, previsão, detecção, controle e extinção dos incêndios florestais nas Unidades de Conservação (Ucs). FORÇA TAREFA PREVINCÊNDIO FTP Criado através do decreto nº de 09 de junho de 2005.

13 Integram ao programa Força Tarefa Previncêndio FTP os órgãos e entidades: I - Instituto Estadual de Florestas - IEF; II - Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - CBMMG; III - Polícia Militar de Minas Gerais - PMMG; IV - Polícia Civil do Estado de Minas Gerais; V - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - CEDEC/MG; VI- Parceiros e outros. Sob a Coordenação da Secretaria do Estado de Meio Ambiente e desenvolvimento Sustentável - SEMAD.

14 Com os esforços do Governo, das instituições, parceiros e de grandes profissionais envolvidos no sistema, foi possível transformar o programa no mais eficaz grupo de ação de combate a incêndios florestais, sendo considerado o primeiro na América Latina.

15 Com a criação do programa, foi instalada a primeira base da FTP no município de Curvelo, por ser considerado o Centro Geográfico do Estado de Minas Gerais, de onde qualquer ponto do estado poderia seratingido em menos de 02h30mn de voo.

16

17 A Base da FTP de Curvelo foi estruturada com: 1 sala de monitoramento via satélite para identificação rápida dos focos de calor;

18 3 aeronaves de asa rotativa (Helicóptero) para transporte de combatentes, apoio nos combates e apoios logísticos;

19 1 avião de asa fixa (cessna) para monitoramento aéreo das Unidades de Conservação;

20 6 aviões de asa fixa (Air Tracketor) locados para atender no combate direto aos incêndios florestais com lançamento de água;

21 Veículos para transporte terrestre de combatentes para apoio nos combates aos incêndios florestais;

22 Equipamentos de combate direto e indireto aos incêndios florestais.

23 No ano de 2005 por ter sido o primeiro ano da FTP, mesmo com todos os equipamentos disponíveis ainda pode ser identificada uma perda da vegetação significativa com as ocorrências dos incêndios florestais devido os fatores. Á demora no tempo resposta, pois a distância das bases ainda dificultava a rapidez nas ações. A falta de experiência e treinamentos com os equipamentos disponibilizados também contribui.

24 Com a avalição das ações do ano de 2005, ocorreu a implantação das sub-bases nos anos seguintes. No município de Januária para atenderas UCs do Norte de Minas Sub-Base Januária Gerais e no Alto Médio São Francisco. Sub-Base Januária

25 No município de Viçosa para atender as UCs da Zona da Mata e no Sul de Minas. Sub-Base Viçosa

26 No programa cada ferramenta empenhada no combate tem o seu papel com sua importância. Dentro deste conteúdo, os aviões Air Tracktor são imprescindíveis na eficiência das ações de combate aos incêndios florestais, em conjunto com os combatentes de solo.

27 Diante disto, buscamos cada vez mais aperfeiçoar a utilização dos aviões nos combates em conjunto com combatentes, diminuindo o tempo resposta nas ações com o posicionamento das aeronaves em pontos estratégicose o deslocamento rápido dos combatentes.

28 Em 2012 com o novo Decreto revogando o Decreto /2005 tivemos novos posicionamento na FTP, um deles foi a aproximação das aeronaves as UCs com a extensão das bases, visualizando a possibilidade do acionamento em tempo hábil, diminuindo o tempo resposta atacando rapidamente os focos e eliminando o incêndio.

29 TEMPO RESPOSTA MEIO AMBIENTE

30 Com esta evolução foi possível fazer uma analise comparativa nas ações dos anos de 2010, 2011 e 2012, com o numero de ocorrências e volume de área queimadas dentro das Ucs, quando podemos identificar a diminuição significativa da extensão das áreas queimadas.

31 NUMERO DE OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NAS UCS , , , , , ,000 VOLUME DE ÁREA QUEIMADA EM Ha 8.731, , , , , Média de 49,33ha por ocorrência. Neste ano os aviões ficavam nas bases da FTP, dificultando o tempo resposta para as ações.

32 NUMERO DE OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NAS UCS , , , , , ,000 VOLUME DE ÁREA QUEIMADA , , , , , , Média de ha por ocorrência. Neste ano o apoio dos aviões para o combate ocorreu somente no final do período crítico após o grande incêndio florestal no Pque Estadual Serra do Rola Moça.

33 NUMERO DE OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NAS UCS , , , , , ,000 VOLUME DE ÁREA QUEIMADA , , , , , , , Média de ha por ocorrência. Neste ano as aeronaves estavam baseadas em pontos estratégicos, agilizando o atendimento aos combates e eliminando o incêndio mais rápido, evitando assim o dano maior à vegetação.

34 NUMERO DE OCORRÊNCIAS DE INCÊNDIOS FLORESTAIS NAS UCS , , , , , ,000 VOLUME DE ÁREA QUEIMADA EM Ha , , , , , ,000, Com o gráfico podemos identificar o crescimentos das ocorrências no ano de 2012 devido o aprimoramento na identificação e registro das ocorrências com o alinhamento do monitoramento e a sala de situação.

35 Mesmo com a redução em 2012 de aproximadamente 30% de área queimada e sendo considerados imprescindíveis, o uso dos aviões nos combates aos incêndios florestais ainda é necessário que seja feito alguns alinhamentos para um melhor aproveitamento das aeronaves, aperfeiçoando as ações de combate aos incêndios florestais.

36 COMUNICAÇÃO A falta de comunicação entre os pilotos e o coordenador da linha de combate dificulta o alinhamento da ação de combate, permitindo que alguns lançamentos sejam feitos em locais que não tenham combatentes de solo.

37 CONHECIMENTO DOS LIMITES DAS UCs A falta de conhecimento dos limites da UC dificulta ao piloto a identificação do foco dentro ou fora dos limites da UC, principalmente no monitoramento da área durante o combate.

38 O Estado de Minas Gerais através da Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais e Eventos Críticos DPIFE Reconhecendo a eficiência dos aviões no combate aos incêndios florestais e de dar continuidade ao programa, vem investindo para conseguir atingir o objetivo de poder atender com mais eficiência as ocorrências de incêndio florestais com:

39 AERONAVES Aumento das aeronaves de asas rotativas (helicópteros); Dois aviões de asa fixa para monitoramento das UCs ; Nove aviões para o combate aéreo (Air tracktor).

40 LEVANTAMENTO DE PISTAS DE POUSO EM PONTOS ESTRATÉGICOS Realizando levantamento das pistas de pouso próximas as UCs, nas quais estão sendo feitas vistorias das mesmas, aquisição de reservatório de água, bombas e tubulações para manutenção das pistas, na tentativa de coloca-las em condição de uso nas ações de combate aos incêndios florestais.

41 PLANO DE PREVENCÃO Inclusão de informações básicas sobre as pistas e aeroportos disponíveis próximos às UCs, nos Planos de Prevenção Integrados de Combate a Incêndios PIPCIF das Ucs que estarão a disposição na sala de situação da FTP.

42 TREINAMENTOS Treinamentos de funcionários das Ucs para apoio nos abastecimentosde águaaos aviões.

43 SIMULADOS Realização de simulados em várias pistas e aeroportos nas 20 UCs consideradas mais críticas em ocorrências de incêndios florestais implantando o Sistema de Comando Operacional SCO.

44 COMBATENTES Treinamento e contratação de aproximadamente 240 Brigadistas Previncêndio, para atuarem na prevenção e no combate dos incêndios florestais nas UCs mais críticas no Estado.

45 SALA DE SITUAÇÃO Aperfeiçoamento da sala de situação onde são centralizadas todos os registros e as informações para acompanhamento das ocorrências de incêndios florestais em tempo hábil, agilizando os apoios com o objetivo da eliminação do sinistro.

46 A cada ano procuramos melhorar as ações de combate, tentando diminuir ainda mais o tempo resposta, o que nos favorece nas ações de combate aos incêndios florestais. Podendo assim, diminuir e até mesmo evitar grandes danos ao meio ambiente causados pelos incêndios.

47 Um grande incêndio florestal pode ser evitado no seu início com um copo de água. A demora no atendimento dessa ocorrência é que determinará quantos outros copos de água serão necessários.

48 OBRIGADO A rápida intervenção das aeronaves em um incêndio florestal é parâmetro determinante para sua evolução. -

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