COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR"

Transcrição

1 COMO TORNAR-SE UM FRANQUEADOR

2 O que é Franquia? Objetivo Esclarecer dúvidas, opiniões e conceitos existentes no mercado sobre o sistema de franquias. Público-Alvo Empresários de pequeno, médio e grande porte que já atuam no mercado há pelo menos cinco anos, com uma ou mais unidades, e que desejam expandir seu negócio para outras regiões, estados e municípios.

3 Origem do Sistema de Franquias Pesquisando a história, encontram-se exemplos de práticas comerciais que se assemelham ao sistema de franquias desde o século XII, em Londres. De forma geral, considera-se que o sistema começou nos EUA após a guerra civil, quando a empresa de máquinas de costura Singer estabeleceu uma rede de revendedores. O sistema desenvolveu-se a partir de soluções encontradas por empresários em resposta aos problemas que enfrentavam nos seus negócios, e que vêm servindo de modelo para outros negócios. A evolução, portanto, vem acontecendo de forma natural, paralelamente à globalização dos negócios.

4 Gerações das Franquias Primeira Geração Detém apenas a licença de uso da marca e distribuição do produto, com ou sem exclusividade. Tem pouco ou quase nenhum suporte operacional e mercadológico. Segunda Geração Além da licença de uso da marca e distribuição de produtos com ou sem exclusividade, os franqueados recebem um pouco mais de suporte para a operação do negócio. Franqueados normalmente têm que comprar a mercadoria do franqueador, único fornecedor, e os royalties podem já vir embutidos no preço do produto. Acreditava-se que o sucesso do negócio residia no sucesso do produto.

5 Gerações das Franquias Terceira Geração É concedida a licença de uso da marca, a distribuição de produtos ou serviços próprios ou de terceiros, com exclusividade, agregada a um sistema de gestão e operação do negócio. A transferência de know-how é contínua. Quarta Geração Franqueado e franqueador participam e contribuem para o desenvolvimento do sistema. O franqueador é um facilitador do processo, permitindo e criando um ambiente participativo e criativo. Ambos, franqueador e franqueado, sabem que o sucesso da rede depende do sucesso de cada um. O nível de profissionalização é alto. Há uma grande assistência na operação do negócio, na tecnologia e nos planos estratégicos de marketing para a manutenção da competitividade do negócio no mercado.

6 Evolução do Sistema

7 Conceito de Franquia De acordo com a Lei 8.955/94: Franquia empresarial é o sistema pelo qual um franqueador cede ou franqueado o direito de uso da marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi-exclusiva de produtos ou serviços e, eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante a remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício.

8 Franquia x outros sistemas

9 Franquia x outros sistemas

10 Como Tornar-se um Franqueador? Etapa 1 - Conhecer todas as particularidades do sistema de franquias: a lei, as jurisprudências e os casos de sucesso e de insucesso. Etapa 2 - Avaliar a franqueabilidade do negócio. Este estudo deve contemplar: analisar condições da empresa e posicionamento da marca e dos produtos no mercado; avaliar mercado e concorrentes; verificar viabilidade econômico-financeira da operação do franqueado; definir o plano de expansão, quantas unidades serão abertas, em quanto tempo e em quais regiões; definir os investimentos necessários para colocar em prática o plano de expansão, estrutura física e de pessoal e o respectivo horizonte de retorno desse investimento.

11 Como Tornar-se um Franqueador? Etapa 3 - Desenvolver e formatar a operação das franquias de acordo com os padrões técnicos e de qualidade pré-definidos. Elaborar manuais de procedimentos contendo as normas da franquia de acordo com as particularidades do negócio, por exemplo Manual de Gestão, Manual de Produtos, Manual de Marketing & Vendas, etc. Etapa 4 - Validar o sistema formatado. O sistema formatado deve ser, antes de lançado no mercado, testado e validado ao menos em uma unidade piloto. Tal procedimento permite a correção de alguns aspectos do sistema projetado antes da implementação.

12 Por Que Utilizar o Sistema? É a estratégia mais segura para expandir seu conceito de negócio e marca pelos vários aspectos que permeiam o sistema e a relação entre as partes interessadas: franqueador e franqueados. Trata-se de um canal de distribuição exclusivo e direto, e de uma estratégia de crescimento rápida, com recursos financeiros e humanos de terceiros, administração descentralizada e oportunidade de entrar em cidades, estados e países desconhecidos operacionalmente pelo franqueador, proporcionando uma maior penetração de mercado.

13 Vantagens para o Franqueador A expansão em rede é feita com investimentos menores que os necessários quando com capital próprio, pois o franqueado financia grande parte da expansão; Concentra-se na produção e no desenvolvimento de novos produtos e serviços; Franqueados são parceiros altamente motivados, atingindo performance superior que unidades próprias; Há a criação de um canal de distribuição legal e diferenciado; Alia a marca e o know-how à força de trabalho e relacionamentos locais dos franqueados, fortalecendo cada vez mais a marca; Há uma descentralização de estrutura que gera benefícios de custos fixos menores do que com unidades próprias; Possibilita ganhos de economia de escala; Com a ocupação de mercado mais rápida, o sistema permite abrir várias unidades simultaneamente em diferentes mercados; Viabiliza mais as ações de marketing.

14 Desafios para o Franqueador Se o projeto de franquia não for corretamente concebido, poderá não apresentar sustentabilidade a médio e longo prazos; A administração do negócio passa a ter uma participação dos parceiros/franqueados, direta ou indiretamente, e independente da vontade do franqueador; A liderança será testada a todo momento; Se não tiver uma boa estrutura de suporte e de seleção de franqueados, corre o risco de ser penalizado pelo mau desempenho dos franqueados, por exemplo: Vazamento de informações, perda de sigilo; Risco de perda do padrão operacional; Uso indevido da marca, entre outros.

15 Responsabilidades do Franqueador Em relação ao negócio: Possuir um negócio com rentabilidade comprovada através de unidades próprias e compatível com a operação franqueada; Possuir marca própria; Possuir experiência na operação e gestão do negócio a ser franqueado; Inovar sempre, de forma a manter a competitividade de seus produtos e negócio no mercado; Desenvolver novas tecnologias e metodologias; Realizar pesquisas constantes para analisar mudanças, tendências, etc.; Desenvolver novos produtos e fornecedores.

16 Responsabilidades do Franqueador Em relação ao franqueado: Transferir o know-how adquirido ao longo dos anos de operação para os futuros parceiros/franqueados; Autorizar o direito de uso da marca e sistema de franquia conforme regras pré-definidas; Estruturar uma área de suporte e apoio ao franqueado com profissionais capacitados para garantir a operação das unidades de acordo com a necessidade de seu projeto de franquia; Gerar, sempre que possível, ganhos de economia de compras em escala; Monitorar os padrões de qualidade de todos os processos e franquias.

17 Responsabilidades do Franqueado Único responsável pelos resultados da franquia; Investir e reinvestir no negócio; Assegurar a gestão com pessoal qualificado e com perfil adequado; Remunerar o franqueador pelo uso do sistema - pagamento de royalties; Seguir e preservar as regras do sistema; Contribuir para o aperfeiçoamento do sistema fornecendo feedback para o franqueador.

18 Responsabilidades do Franqueado Sucesso a todos!

Franquias. 1. O Sistema de Franquias 2. Franqueador 3. Franqueado

Franquias. 1. O Sistema de Franquias 2. Franqueador 3. Franqueado Franquias 1. O Sistema de Franquias 2. Franqueador 3. Franqueado 1 Índice 1. FRANQUIAS a. O Sistema de Franquias 1. Conhecendo o sistema 2. Quais os principais termos utilizados 3. Franquia x Licenciamento

Leia mais

DICAS PRÁTICAS PARA QUEM PENSA EM INVESTIR NUMA FRANQUIA

DICAS PRÁTICAS PARA QUEM PENSA EM INVESTIR NUMA FRANQUIA Marcelo Cherto PRESIDENTE DO GRUPO CHERTO www.cherto.com.br www.franchisestore.com.br DICAS PRÁTICAS PARA QUEM PENSA EM INVESTIR NUMA FRANQUIA O emprego é um animal em extinção Some-se à Globalização

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

Centros de Serviços Compartilhados

Centros de Serviços Compartilhados Centros de Serviços Compartilhados Tendências em um modelo de gestão cada vez mais comum nas organizações Uma pesquisa inédita com empresas que atuam no Brasil Os desafios de compartilhar A competitividade

Leia mais

Inovação na IBSS CAPÍTULO 6. Apresentação

Inovação na IBSS CAPÍTULO 6. Apresentação CAPÍTULO 6 Inovação na IBSS Apresentação Pesquisa realizada pelo Boston Consulting Group, envolvendo 1.070 executivos de 63 países, mostra uma ascensão considerável da inovação como prioridade estratégica

Leia mais

CLÍNICA VETERINÁRIA São Paulo 2ª Edição - 2005

CLÍNICA VETERINÁRIA São Paulo 2ª Edição - 2005 CLÍNICA VETERINÁRIA São Paulo 2ª Edição - 2005 ÍNDICE UM ALERTA AO EMPREENDEDOR... 7 PARA NÃO FRACASSAR... 8 SOBRE OPORTUNIDADE... 10 PLANO DE NEGÓCIO: O QUE É? COMO ELABORAR?... 11 O QUE CONSIDERAR NUM

Leia mais

O QUE É UMA ACE? As ACEs são entidades da classe empresarial que congregam pessoas jurídicas e físicas de todos os setores da atividade econômica:

O QUE É UMA ACE? As ACEs são entidades da classe empresarial que congregam pessoas jurídicas e físicas de todos os setores da atividade econômica: A FACIAP tem grande interesse na constituição de novas ACEs, assim como no desenvolvimento das que já estão atuando. Para encurtar caminhos e auxiliar novas lideranças que estão assumindo as ACEs e para

Leia mais

GUIA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

GUIA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS GUIA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS 1 Inspire-se, acredite em você e... sucesso! 2 G UIA DE GESTÃO FINANCEIRA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS Ninguém entra em um jogo para perder, certo?

Leia mais

VIABILIDADE DE ABERTURA DE UMA EMPRESA NO RAMO DE BELEZA E ESTÉTICA

VIABILIDADE DE ABERTURA DE UMA EMPRESA NO RAMO DE BELEZA E ESTÉTICA Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais Curso de Ciências Contábeis VIABILIDADE DE ABERTURA DE UMA EMPRESA NO RAMO DE BELEZA E ESTÉTICA Andréa Gomes de Oliveira Belo Horizonte 2011 Andréa Gomes de

Leia mais

Essa publicação faz parte do AMIGO DA PEQUENA EMPRESA, um projeto do SEBRAE-SP em parceria com

Essa publicação faz parte do AMIGO DA PEQUENA EMPRESA, um projeto do SEBRAE-SP em parceria com Essa publicação faz parte do AMIGO DA PEQUENA EMPRESA, um projeto do SEBRAE-SP em parceria com a Casa do Contabilista de Ribeirão Preto Conselho Deliberativo Presidente: Fábio Meirelles (FAESP) ACSP Associação

Leia mais

Um estudo sobre benchmarking ressaltando a importância de sua validação como ferramenta de gestão para a competitividade de uma franquia dos Correios

Um estudo sobre benchmarking ressaltando a importância de sua validação como ferramenta de gestão para a competitividade de uma franquia dos Correios Um estudo sobre benchmarking ressaltando a importância de sua validação como ferramenta de gestão para a competitividade de uma franquia dos Correios Darcílio Luiz Fauro (UTFPR-PG) dlfauro@yahoo.com.br

Leia mais

COSO. Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada. Sumário Executivo Estrutura

COSO. Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada. Sumário Executivo Estrutura COSO Gerenciamento de Riscos Corporativos - Estrutura Integrada Sumário Executivo Estrutura Copyright 2007 Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 MPI 0 9

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING. O futuro não está à nossa frente. Ele já aconteceu. (Kotler, 2000, pg.23)

ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING. O futuro não está à nossa frente. Ele já aconteceu. (Kotler, 2000, pg.23) KOTLER, Philip Administração de Marketing 10ª Edição, 7ª reimpressão Tradução Bazán Tecnologia e Lingüística; revisão técnica Arão Sapiro. São Paulo: Prentice Hall, 2000. ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING O futuro

Leia mais

A cultura da comunicação interna está cada vez mais consolidada em nosso mercado e as organizações sensíveis para o tema colocam-se com destaque em

A cultura da comunicação interna está cada vez mais consolidada em nosso mercado e as organizações sensíveis para o tema colocam-se com destaque em 2 Abertura O Caderno de Comunicação Organizacional intitulado Como entender a Comunicação Interna é uma contribuição da Associação Brasileira das Agências de Comunicação Abracom ao mercado. Neste caderno,

Leia mais

Adoção de Computação em Nuvem e suas Motivações

Adoção de Computação em Nuvem e suas Motivações Adoção de Computação em Nuvem e suas Motivações Publicado em agosto de 2012 Produzido por: Uelinton Santos, CISSP (Coordenador) Diretor na CSA Brazil e CEO na Sipercom Segurança da Informação Luiz Augusto

Leia mais

4º C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional [ ] Por que investir em Comunicação Interna

4º C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional [ ] Por que investir em Comunicação Interna 4º C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional [ ] Por que investir em Comunicação Interna 2 C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional Por que investir em Comunicação Interna PREFÁCIO Em pouco mais

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE PROJETOS DA PAISAGEM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE PROJETOS DA PAISAGEM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE PROJETOS DA PAISAGEM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES Currso:: Gesttão de Prrojjettos APOSTIILA maio, 2006 Introdução Conseguir terminar o

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC-04 ATIVO INTANGÍVEL

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC-04 ATIVO INTANGÍVEL COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC-04 ATIVO INTANGÍVEL Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 38 ÍNDICE Conteúdo Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2-7 DEFINIÇÕES 8-17

Leia mais

Manual de. compras. Sustentáveis

Manual de. compras. Sustentáveis Manual de compras Sustentáveis Manual de Compras Sustentáveis Maio 2014 CEBDS Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável Manual de Compras Sustentáveis Índice O que é o CEBDS 8

Leia mais

A NOVA AGENDA DA MEI PARA AMPLIAR A INOVAÇÃO EMPRESARIAL O ESTADO DA INOVAÇÃO NO BRASIL

A NOVA AGENDA DA MEI PARA AMPLIAR A INOVAÇÃO EMPRESARIAL O ESTADO DA INOVAÇÃO NO BRASIL A NOVA AGENDA DA MEI PARA AMPLIAR A INOVAÇÃO EMPRESARIAL O ESTADO DA INOVAÇÃO NO BRASIL MEI - MOBILIZAÇÃO EMPRESARIAL PELA INOVAÇÃO 5 UMA NOVA AGENDA PARA PROMOVER A INOVAÇÃO EMPRESARIAL NO BRASIL A capacidade

Leia mais

Como Elaborar um Plano de Negócios: O SEU GUIA PARA UM PROJECTO DE SUCESSO

Como Elaborar um Plano de Negócios: O SEU GUIA PARA UM PROJECTO DE SUCESSO Como Elaborar um Plano de Negócios: O SEU GUIA PARA UM PROJECTO DE SUCESSO Como Elaborar um Plano de Negócios Ao pensar em procurar um parceiro de Capital de Risco, um empreendedor necessita de estruturar

Leia mais

UM MODELO PARA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

UM MODELO PARA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE INFORMÁTICA TRABALHO DE GRADUAÇÃO UM MODELO PARA PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE PEQUENAS EMPRESAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Autor: Rodrigo Queiroz da Costa Lima

Leia mais

Porque seus sonhos precisam de ação.

Porque seus sonhos precisam de ação. Porque seus sonhos precisam de ação. ATENÇÃO Este texto visa a fornecer informações institucionais sobre a economia e o mercado de valores mobiliários brasileiros. Não é uma recomendação de investimento

Leia mais

Estratégia, gestão e recursos para sua empresa

Estratégia, gestão e recursos para sua empresa Estratégia, gestão e recursos para sua empresa Este novo guia representa mais um estímulo à formalização, transparência e melhoria da qualidade da governança e da gestão das empresas brasileiras. Edemir

Leia mais

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO ALAN VECILOSKI TRABALHO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS PRODUTOS E SERVIÇOS DO ESTALEIRO FIBRAFORT Projeto de Estágio desenvolvido para o Estágio Supervisionado do Curso de Administração

Leia mais

O Instituto Brasileiro de Siderurgia - IBS é entidade associativa das empresas brasileiras produtoras de aço. Tem como objetivo realizar estudos e

O Instituto Brasileiro de Siderurgia - IBS é entidade associativa das empresas brasileiras produtoras de aço. Tem como objetivo realizar estudos e O Instituto Brasileiro de Siderurgia - IBS é entidade associativa das empresas brasileiras produtoras de aço. Tem como objetivo realizar estudos e pesquisas sobre produção, mercado, comércio exterior,

Leia mais

FACULDADE LOURENÇO FILHO RONDINELLY COELHO RODRIGUES

FACULDADE LOURENÇO FILHO RONDINELLY COELHO RODRIGUES 0 FACULDADE LOURENÇO FILHO RONDINELLY COELHO RODRIGUES UMA PROPOSTA DE METODOLOGIA DE TRABALHO BASEADA EM CONTABILIDADE GERENCIAL PARA UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE SITUADA NO INTERIOR DO ESTADO DO CEARÁ

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA NOS NEGÓCIOS

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA NOS NEGÓCIOS CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA NOS NEGÓCIOS ÍNDICE USO ADEQUADO DE BENS E INFORMAÇÕES Nosso compromisso 3 Nosso objetivo e nossos valores 4 A quem o código se aplica 5 O que os funcionários devem fazer 6 O

Leia mais

O que nos move, o que nos une, o que representamos. House of Orientation: Visão, Missão, Valores, Competências Empresariais, Bosch Business System

O que nos move, o que nos une, o que representamos. House of Orientation: Visão, Missão, Valores, Competências Empresariais, Bosch Business System Robert Bosch GmbH Postfach 10 60 50 D-70049 Stuttgart Alemanha Telefone: +49 711 811-0 Fax: +49 711 811-45000 www.intranet.bosch.com O que nos move, o que nos une, o que representamos. House of Orientation:

Leia mais

COMO ELABORAR UMA PESQUISA DE MERCADO

COMO ELABORAR UMA PESQUISA DE MERCADO COMO ELABORAR UMA PESQUISA DE MERCADO 3 4 2005 Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução total ou parcial, de qualquer forma ou

Leia mais