Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos"

Transcrição

1 Guia de para Dependentes Químicos O que fazer para ajudar um dependente químico? Qual é o melhor procedimento para um bom tratamento? Internação Voluntária ou Involuntária Como decidir? Como fazer? O que os profissionais recomendam? Tudo isso você vai saber agora neste Guia de para Dependentes Químicos

2 As etapas a seguir fazem parte do processo de abordagem, orientação e acompanhamento profissional que mais traz resultados na Recuperaçao dos Dependentes Químicos em todo o PAÍS Pela experiência de 20 anos de trabalho dos profissionais que desenvolveram este guia.

3 Processo de VOLUNTÁRIO e INVOLUNTÁRIO Voluntário Involuntário Consultoria Plano de Opções de

4 Processo de VOLUNTÁRIO e INVOLUNTÁRIO Voluntário Involuntário Consultoria Plano de Opções de

5 Voluntário voluntário ou Internação voluntária é a modalidade de tratamento para dependentes químicos recomendada para os dependentes químicos que reconhecem e aceitam a necessidade de se tratar. Importante: Nem todo dependente químico que aceita se tratar necessita de INTERNAÇÃO em uma clínica de recuperação.

6 Voluntário O que fazer e como fazer? O que fazer e como fazer para ajudar um dependente químico? O diálogo com o seu familiar dependente químico é a primeira atitude que a família deve tomar. Um diálogo sadio com o dependente e os membros da família mais próximos e tranquilos neste momento de conflito, é a melhor solução para o início de um tratamento voluntário.

7 VOLUNTÁRIO O que fazer e como fazer? O que fazer e como fazer para ajudar um dependente químico? É muito importante fazer uma consultoria em dependência química antes de reunir os membros da família para esta conversa. O diálogo deve ser combinado com os profissionais especializados em dependência química, que irão orientar como ajudar o dependente químico neste momento, avaliando o contexto familiar, ajudando na decisão da família na escolha dos familiares e do momento certo para se ter este diálogo. Os membro da família devem ser os que tenham mais poder de sensibilização e que estejam menos abalados emocionalmente neste momento turbulento e de muitas dúvidas.

8 Processo de VOLUNTÁRIO e INVOLUNTÁRIO Voluntário Involuntário Consultoria Plano de Opções de

9 Involuntário Quando é necessário o Involuntário? O Involuntário é necessário quando o dependente químico NÃO reconhece e não aceita a necessidade de se tratar. Geralmente se inicia por um Internação Involuntária, para posteriormente, se fazer um acompanhamento após o período da internação involuntária. Algumas características do dependente químico que necessita de Intervenção Involuntária são: Não enxerga o grau da sua dependência; Não está em condições psíquicas para tomar decisões por si; Colocar em risco a sua própria vida e, muitas vezes, a de terceiros; Minimiza a sua situação crítica, prometendo fazer terapias diversas, frequentar religiões, entre outras, porém, nunca continua os tratamentos que propõe; Recusa ou se esquiva de diálogos sobre o assunto; Entre outras.

10 Involuntário Legislação para Internação Involuntária A Internação Involuntária está prevista em lei, Lei /2001, que permite a internação involuntária desde que solicitada por escrito por um familiar ou responsável legal e aceito pelo médico psiquiatra responsável. É de responsabilidade da Clínica de Recuperação onde o paciente iniciará o tratamento involuntário, informar a internação involuntária ao Ministério Público do município onde a clínica é localizada em até 72 horas, para não caracterizar Cárcere Privado. O mesmo se deve fazer quando o paciente se desliga da clínica de reabilitação, seja qual for o motivo.

11 Involuntário Cuidados que deve-se tomar antes de decidir pela Internação involuntária Antes de mais nada, recomendamos enfaticamente uma CONSULTORIA em Dependência Química especializada. Com ela você terá toda a orientação e cuidados fundamentais para efetuar uma internação involuntária que seja eficiente. Falaremos sobre a CONSULTORIA mais adiante. Para não se correr riscos numa internação involuntária seguem algumas dicas:

12 Involuntário Cuidados que deve-se tomar antes de decidir pela Internação involuntária Faça a Consultoria em Dependência Química. Com ela, você e os familiares e amigos mais próximos do dependente saberão exatamente o que fazer. Na Consultoria, desenvolva um PLANO DE TRATAMENTO estratégico para lidar com o dependente químico da melhor forma, como qual abordagem será feita, se será contratada uma equipe de Resgate e Remoção no caso de internação involuntária, se haverá um primeiro (ou último) diálogo com o dependente para tentar fazê-lo enxergar as opções que ele tem de tratamento, quem vai participar desta abordagem, quais os membros da família que precisam de mais auxílio quando o dependente estiver em tratamento, quem é muito codependente (dependência afetiva) e precisa de ajuda para entender que seu comportamento inconsciente pode estar prejudicando o dependente químico contribuindo com seu uso de drogas ao invés de contribuir com a busca de ajuda para sua dependência química, entre outros fatores de extrema importância.

13 Involuntário Cuidados que deve-se tomar antes de decidir pela Internação involuntária Não se deixe levar pelo momento de confusão e desespero. Procure, consulte e pesquise profissionais especializados. Não caia em argumentos persuasivos, aparentemente convincentes, sem saber a procedência destes profissionais, seja uma clínica de recuperação, um centro de encaminhamento e orientação, ambulatório, ou outra instituição. Ligue, faça uma visita, converse com os profissionais da instituição, visite todos os ambientes de tratamento, inclusive as acomodações, salas de reuniões, consultórios, cozinha. Veja se há extintores de incêndio, placas para casos de emergência, lâmpadas de emergência. Pergunte se o alvará de funcionamento da instituição permite o exercício da atividade, pergubte como funcionam as visitas e ligações para o paciente, qual o cronograma de tratamento, regras de funcionamento, direitos e deveres, tanto do paciente como da família, entre outros fatores importantes. Falaremos mais sobre outros cuidados importantes mais adiante!

14 Processo de VOLUNTÁRIO e INVOLUNTÁRIO Voluntário Involuntário Consultoria Plano de Opções de

15 Consultoria Por que a CONSULTORIA em dependência química é tão importante para o tratamento dos dependentes químicos?

16 Consultoria Consultoria em Dependência Química É na Consultoria com os profissionais especializados em Dependência Química que os familiares saberão o que fazer para ajudar o dependente químico. Serão orientados sobre como dialogar com o dependente químico, qual o melhor momento para ter esta conversa, serão auxiliados na escolha dos membros da família que participarão deste momento de abordagem, e outras formas estratégicas para ajudar o dependente. Observação: A Consultoria pode ser feita com ou sem a presença do familiar dependente químico, dependendo da aceitação do dependente e das recomendações da equipe profissional de consultoria. Mas...

17 Consultoria Consultoria em Dependência Química...afinal, como é feita a Consultoria e por que devo procurá-la...

18 Consultoria Consultoria em Dependência Química A Consultoria em Dependência Química é feita por Psicólogos, Médicos Psiquiatras, Assistentes Sociais, Técnicos e Consultores especializados em Dependência Química, que dedicam as suas vidas e profissão há anos para o melhor tratamento para os dependentes químicos. Os profissionais irão analisar o caso de Dependência Química, coletando informações como o histórico familiar, o histórico de uso de drogas, tipos de drogas que o dependente usa, quais foram as consequências das drogas, o comportamento do dependente e dos familiares. É analisado também, se o paciente já passou por uma clínica de reabilitação, como foi este tratamento, se foi internação voluntária, internação involuntária ou internação compulsória. Qual foi a principal droga usada pelo dependente, cocaína, maconha, crack, álcool, drogas sintéticas, e/ou outras drogas, por quanto tempo o dependente usou esta e/ou outras drogas, etc.

19 Consultoria Consultoria em Dependência Química Na Consultoria, é fundamental saber também sobre a codependência, que é a dependência afetiva dos familiares mais afetados pelos comportamentos do dependente, devido à sua rotina de uso de drogas. Geralmente, são os pais e as mães que mais sofrem com seus filhos usuários de drogas, por não saberem que a dependência afetiva ou codependência é uma consequência da dependência química, e que deve ser tratada e orientada com muito carinho e profissionalismo. O codependente precisará entender, mais cedo ou mais tarde, que também necessita de ajuda e tratamento. Mas e agora? O que fazer com todas estas informações......o PLANO DE TRATAMENTO para dependentes químicos...

20 Processo de VOLUNTÁRIO e INVOLUNTÁRIO Voluntário Involuntário Consultoria Plano de Opções de

21 Plano de O que é e qual a importância do PLANO DE TRATAMENTO para dependentes químicos?

22 Plano de PLANO DE TRATAMENTO para Dependentes Químicos Não entendi... Após feita a CONSULTORIA em Dependência Química, no Plano de para Dependentes Químicos é definida toda a estratégia de trabalho que será feita com o paciente, ou seja, a abordagem, o tratamento recomendado pelos profissionais, o acompanhamento familiar e o tratamento Pós- Internação. Tudo feito junto da família do paciente. São desenvolvidas as metas e os objetivos do processo para o tratamento INDIVIDUALIZADO do dependente químico, de acordo com o seu perfil histórico de vida e de dependência química....por que não internar de imediato numa clínica de recuperação...

23 Plano de PLANO DE TRATAMENTO para Dependentes Químicos Não é recomendada a internação dos dependentes químicos numa clínica de recuperação sem antes passar por uma CONSULTORIA e elaborar um PLANO DE TRATAMENTO. São diversos os riscos que se corre numa internação precipitada em clínica de reabilitação, como... A não continuidade da recuperação por parte do dependente; Aumento dos riscos de uma recaída e, consequentemente, a necessidade de outro ou mais tratamentos posteriores; Traumas irreversíveis devido ao despreparo profissional, clínica de reabilitação inapropriada, ou outro; Internação involuntária ou internação compulsória desnecessária ou mal articulada; Entre outras consequências...

24 Plano de Entendi mas qual é o melhor PLANO DE TRATAMENTO para dependentes químicos?

25 Plano de O melhor PLANO DE TRATAMENTO para dependentes químicos é quando a família decide buscar uma CONSULTORIA em dependência química, desenvolver a maneira como será feita a abordagem do dependente químico junto com os profissionais especiliastas e, enfim, elabora um PLANO DE TRATAMENTO criterioso, profissional e eficaz que, com o amparo profissional, a família saberá exatamente o que fazer e o que NÃO fazer para ajudar o dependente químico da maneira mais adequada. Vamos às OPÇÕES DE TRATAMENTO

26 Processo de VOLUNTÁRIO e INVOLUNTÁRIO Voluntário Involuntário Consultoria Plano de Opções de

27 Opções de Ambulatorial Internação em Clínica de Recuperação Pós-Internação

28 Opções de Ambulatorial O tratamento para dependentes químicos na modalidade AMBULATORIAL, é a opção de tratamento que oferece um conjunto de ações sem a necessidade de internação em clínica para dependentes químicos. Em muitos casos, é recomendado o tratamento ambulatorial, como em casos onde o dependente químico não está com todas as suas faculdades mentais comprometidas. Nesta modalidade, o paciente será acompanhado por psicoterapias individuais periódicas, psicoterapias em grupo, será orientado a tratar as questões que envolvem o uso e abuso de substâncias químicas, identificando os fatores de risco que o influenciam a usar álcool e/ou outras drogas, reforçando os fatores de proteção, criando um conjunto de metas e objetivos que o influenciarão na recuperação. Tudo com a concordância do paciente em se tratar, se submetendo inclusive à exames toxicológicos laboratoriais como mostra de seu comprometimento com o tratamento, com a sua recuperação e com a ajuda de seus familiares.

29 Opções de Internação em Clínica para Dependentes Químicos Existem tres tipos de internação: a internação voluntária, a internação involuntária e a internação compulsória. Todos os 3 tipos de internação são encaminhados para uma clínica de reabilitação, porém, de maneiras diferentes. Internação Voluntária: é quando o dependente químico reconhece e aceita a necessidade de se tratar numa clínica para dependentes químicos. Internação Involuntária: é quando o dependente químico NÃO reconhece ou NÃO aceita a necessidade de se tratar, colocando em risco a sua vida e a vida de terceiros, além de não ter capacidade de decidir o que é melhor para si mesmo. Internação Compulsória: parecida com a internação involuntária, porém, neste caso, a internação é determinada por um juiz, mediante recomendação médica. IMPORTANTE!...

30 Opções de Internação Involuntária É importante lembrar algumas práticas não recomendadas em uma internação involuntária: São diversas as clínicas para dependentes químicos que oferecem a internação involuntária como sendo a única forma de abordagem e tratamento para os dependentes. A realidade é bem diferente. Muitos dependentes químicos tem conseguido se manter em sobriedade contínua Participando de tratamentos ambulatoriais, tratamentos nos CAPS AD, Grupos de Apoio como Narcóticos Anônimos, Alcoólicos Anônimos, entre outros. Nem todo caso é necessária a internação involuntária! Vale enfatizar novamente a fundamental importância dos Grupos de Apoio como Narcóticos Anônimos, Alcoólicos Anônimos, Amor Exigente, entre outros. E da Consultoria profissional em dependência química e do Plano de para dependentes químicos e familiares. Segue...

31 Opções de Internação Involuntária São diversos os danos que podem ser causados por uma internação involuntária desnecessária ou mal sucedida, seja por ingenuidade ou desespero da família, seja por incapacidade profissional de muitas empresas que prestam este tipo de serviço. Alguns riscos que se corre são: Maior probabilidade da necessidade de um segundo tratamento ou mais; Agressões físicas ou psíquicas ao paciente; Maus tratos, ausência ou baixo número de profissionais especializados na clínica de recuperação; Revolta ou ressentimentos da família e da equipe de trabalho da clínica de recuperação por parte do paciente; Dificuldade para tratar do paciente depois da internação; Recaídas frequentes; Depressão; Diminuição da Auto-Estima do paciente; Entre outras inúmeras consequências. PROCURE A CONSULTORIA EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA!

32 Opções de e Acompanhamento Pós-Internação Após uma internação, seja ela voluntária, involuntária ou compulsória, é fundamental a continuidade do tratamento que se iniciou na clínica de reabilitação para dependentes químicos. Na clínica de reabilitação, nas ligações para a família, nas visitas e nas reuniões familiares, o paciente e sua família foram orientado e instruído sobre todas as ferramentas necessárias para que todos continuem em recuperação. Geralmente, o tratamento e os acompanhamentos pós-internação são como no tratamento ambulatorial, podendo ser feito no próprio ambulatório e/ou em consultórios e salas preparadas. Esta etapa é muito importante, pois é nela que o paciente vai retornar ao convívio familiar e social, vai se adequar aos ambientes sem o uso de drogas, vai por em prática tudo o que lhe foi orientado na clínica de reabilitação, com o amparo dos profissionais no Pós-Internação para enfrentar as dificuldades do dia-a-dia, pois, na maioria dos casos, o dependente não enfrentava a vida sem o uso de drogas há anos. Segue...

33 Opções de e Acompanhamento Pós-Internação O tratamento Pós-Internação auxilia o dependente químico a desfrutar da vida sem o uso de drogas. Mas para o dependente, se adequar, enfrentar problemas pendentes, passar por situações nunca antes encaradas sem o uso de drogas e, sobretudo, sentir as sensações causadas pela vida comum, do cotidiano, é um trabalho que exige muita atenção, introspecção, prática de quesitos mínimos, psicoterapias, tratamento medicamentoso em diversos casos, frequência em grupos de apoio como Narcóticos Anônimos, Alcoólicos Anônimos, estar próximo à pessoas em recuperação e que lhe querem bem, evitar situações e lugares de risco, etc. Procure sempre se informar!

34 Guia de para Dependentes Químicos

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

CARTILHA. Um dia de cada vez

CARTILHA. Um dia de cada vez CARTILHA Um dia de cada vez ÍNDICE APADEQ ESTRUTURA TRATAMENTO EM VILA ESPERANÇA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA AMBULATORIAL PÚBLICO TIPOS DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA RESIDENCIAL

Leia mais

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho. O que é Alcoolismo? Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer

Leia mais

ATUAÇÃO DO SERVIÇO v SOCIAL JUNTO AO PACIENTE COM QUEIMADURAS POR TENTATIVA DE SUICÍDIO

ATUAÇÃO DO SERVIÇO v SOCIAL JUNTO AO PACIENTE COM QUEIMADURAS POR TENTATIVA DE SUICÍDIO ATUAÇÃO DO SERVIÇO v SOCIAL JUNTO AO PACIENTE COM QUEIMADURAS POR TENTATIVA DE SUICÍDIO 1.AMBULATÓRIO DO CTQ Atendimento ao paciente e familiares, garantindo a permanência de um acompanhante como apoio

Leia mais

P.A.R.E PROGRAMA DE APOIO E RECUPERAÇÃO DO EMPREGADO

P.A.R.E PROGRAMA DE APOIO E RECUPERAÇÃO DO EMPREGADO P.A.R.E PROGRAMA DE APOIO E RECUPERAÇÃO DO 1990 1989 HISTÓRICO EAP (Alcoa) Foco em Dependência Química (Alumar) Visita na Johnson Criação de Grupo Multidisciplinar de Coordenação Estágio na Clínica Vila

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP

Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Art. 1 - Do serviço de apoio Psicopedagógico - SAPP O serviço de apoio

Leia mais

I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial

I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial I Jornada de Saúde Mental do Vale do Taquari: Crack e outras drogas: perspectivas na abordagem psicossocial 14 de junho de 2014 FATORES DE RISCO E COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS ASSOCIADOS AOS TRANSTORNOS

Leia mais

PROGRAMA TERAPÊUTICO

PROGRAMA TERAPÊUTICO CENTRO DE RECUPERAÇÃO CAMINHO DA VIDA MARECHAL CÂNDIDO RONDON PARANÁ CNPJ: 03.507.934/0001-02 CEP. 85960-000 MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR. VILA CURVADO PROGRAMA TERAPÊUTICO 1. INTRODUÇÃO O Programa Terapêutico

Leia mais

Abordagem do Dependente Químico: papel do consultor Alessandra Mendes Calixto Enfermeira Papel do consultor em dependência química Como surge o papel do consultor 1912: Courtney Baylor foi treinado por

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

O que é e como tratar a codependência?

O que é e como tratar a codependência? Seja Bem Vindo! O que é e como tratar a codependência? Ana Carolina S. Oliveira Psicóloga Esp. Dependência Química CRP 06/99198 Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense Psiquiatra ProMulher IPq-HC-FMUSP CREMESP

Leia mais

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO:

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO: PARECER TÉCNICO ASSUNTO: Solicitação de parecer acerca de Técnico de Enfermagem lotado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de transtorno mental acompanhar paciente internado em outra instituição,

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA HOME CARE

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA HOME CARE MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA HOME CARE Elaborado por: Ana Paula de Menezes Assistente Social da CASSIND APRESENTAÇÃO A internação domiciliar ou home care é compreendida como a instalação de uma estrutura

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Quem Contratar como Coach?

Quem Contratar como Coach? Quem Contratar como Coach? por Rodrigo Aranha, PCC & CMC Por diversas razões, você tomou a decisão de buscar auxílio, através de um Coach profissional, para tratar uma ou mais questões, sejam elas de caráter

Leia mais

Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Psicologia. Avaliando a atenção à saúde oferecidas pelo CAPS ad de Petrolina-PE

Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Psicologia. Avaliando a atenção à saúde oferecidas pelo CAPS ad de Petrolina-PE Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Psicologia Avaliando a atenção à saúde oferecidas pelo CAPS ad de Petrolina-PE Silvoney Matos Jr Orientador: Prof. Msc. Angelo A. S. Sampaio Petrolina,

Leia mais

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. Eu quero não parar coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - de consigo.o usar que eu drogas f o? aç e Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

NOTA TÉCNICA No 1/2011

NOTA TÉCNICA No 1/2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária NOTA TÉCNICA No 1/2011 Esclarecimentos e orientações sobre o funcionamento de instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes

Leia mais

Formulário de Avaliação de Desempenho

Formulário de Avaliação de Desempenho Formulário de Avaliação de Desempenho Objetivos da Avaliação de Desempenho: A avaliação de desempenho será um processo anual e sistemático que, enquanto processo de aferição individual do mérito do funcionário

Leia mais

O que fazer em meio às turbulências

O que fazer em meio às turbulências O que fazer em meio às turbulências VERSÍCULO BÍBLICO Façam todo o possível para viver em paz com todos. Romanos 12:18 OBJETIVOS O QUÊ? (GG): As crianças assistirão a um programa de auditório chamado Geração

Leia mais

HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS

HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS HISTÓRIA E PERSPECTIVAS DE VIDA DE ALCOOLISTAS Jéssica Molina Quessada * Mariana Caroline Brancalhão Guerra* Renata Caroline Barros Garcia* Simone Taís Andrade Guizelini* Prof. Dr. João Juliani ** RESUMO:

Leia mais

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo Dr. Eugênio França do Rêgo Aids e discriminação: 1. Deve o médico ter presente a natureza de sua profissão e, principalmente, sua finalidade. (CEM: 1 o ; 2 o e 6 o ) 2. Deve o médico buscar a mais ampla

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Secretaria Nacional de Assistência Social

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Secretaria Nacional de Assistência Social Instrução Operacional Conjunta Senarc/SNAS/MDS Nº 07 de 22 de novembro de 2010. Assunto: Orientações aos municípios e ao Distrito Federal para a inclusão de pessoas em situação de rua no Cadastro Único

Leia mais

Prezados Associados,

Prezados Associados, Prezados Associados, Para facilitar a comunicação e dirimir as principais dúvidas sobre a utilização dos nossos serviços, o FISCO SAÚDE traz agora guias de procedimentos por assunto. O conteúdo está distribuído

Leia mais

PLANOS DE TRATAMENTO METAS, OBJETIVOS E MÉTODOS. Conselheiro Tomé

PLANOS DE TRATAMENTO METAS, OBJETIVOS E MÉTODOS. Conselheiro Tomé PLANOS DE TRATAMENTO METAS, OBJETIVOS E MÉTODOS Conselheiro Tomé 1 Os planos de tratamento variam na sua apresentação de um serviço para outro, mas não na sua aplicação. Isto quer dizer o seguinte: As

Leia mais

COMO AJUDAR QUEM PERDEU PESSOAS QUERIDAS

COMO AJUDAR QUEM PERDEU PESSOAS QUERIDAS COMO AJUDAR QUEM PERDEU PESSOAS QUERIDAS OPÇÕES DE LOGO 1. Psicotraumatologia Clínica 2. PSICOTRAUMATOLOGIA CLÍNICA psicotraumatologia clínica Todos já perdemos ou perderemos pessoas queridas e, geralmente,

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade?

Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Texto divulgado na forma de um caderno, editorado, para a comunidade, profissionais de saúde e mídia SBMFC - 2006 Você conhece a Medicina de Família e Comunidade? Não? Então, convidamos você a conhecer

Leia mais

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a)

Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Folha de Informação rubricada sob nº do processo nº (a) Parecer CoBi 008/2011 Consulta sobre a solicitação de exames de rotina para detectar vírus HIV e uso de drogas ilícitas. Termo de responsabilidade

Leia mais

Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório

Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório XXI Congresso Brasileiro da ABEAD Do Uso à Dependência: a integração das políticas públicas com a clínica 08 a 11 de setembro de 2011 - Recife/PE Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência

Leia mais

A Saúde mental é componente chave de uma vida saudável.

A Saúde mental é componente chave de uma vida saudável. Transtornos mentais: Desafiando os Preconceitos Durante séculos as pessoas com sofrimento mental foram afastadas do resto da sociedade, algumas vezes encarcerados, em condições precárias, sem direito a

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

Visão Subnormal. Guia do Apresentador

Visão Subnormal. Guia do Apresentador Visão Subnormal Guia do Apresentador SLIDE 1 Introdução do apresentador. O propósito desta apresentação é oferecer informações sobre o que é a visão subnormal, o que pode ser feito sobre ela e onde se

Leia mais

Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde

Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde 1 Carmen Luiza Correa Fernandes e Lêda Chaves Dias Curra Médicas de Família e Comunidade / Terapeutas de Família e Casais

Leia mais

Tratamento da Dependência Química: Um Olhar Institucional.

Tratamento da Dependência Química: Um Olhar Institucional. A dependência química é uma síndrome de números superlativos e desconfortáveis; A OMS (Organização Mundial de Saúde) aponta que mais de 10% de qualquer segmento populacional apresenta predisposição à dependência

Leia mais

Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas

Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas Capítulo 50: centro de atenção psicossocial de álcool e drogas Fernanda Marques Paz 1 Dependência Química: prevenção, tratamento e politicas públicas (Artmed; 2011; 528 páginas) é o novo livro de Ronaldo

Leia mais

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária

II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária II Seminário de Integração sobre Saúde e Segurança Boas Práticas na Área Portuária PROGRAMA PORTO SEGURO LIMPO EM TERRA E A BORDO Área de Abrangência Saúde Mental e Comportamental. Objetivo Prevenção,

Leia mais

Cuide bem do seu seguro saúde. Veja o que fazer para que o seu seguro saúde possa cuidar sempre bem de você.

Cuide bem do seu seguro saúde. Veja o que fazer para que o seu seguro saúde possa cuidar sempre bem de você. Cuide bem do seu seguro saúde. Veja o que fazer para que o seu seguro saúde possa cuidar sempre bem de você. Todos nós fazemos questão de contar com atendimento médico e hospitalar de alta qualidade. Preocupada

Leia mais

Marketing não Sobrevive sem Endomarketing

Marketing não Sobrevive sem Endomarketing Marketing não Sobrevive sem Endomarketing Um ótimo serviço pode se tornar ruim se os funcionários não confiam em si mesmos. Uma endoentrevista sobre endomarketing. Troquemos de lugar! O título é, sem dúvida,

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais. Boas práticas para humanizar o atendimento

BOAS PRÁTICAS. para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais. Boas práticas para humanizar o atendimento BOAS PRÁTICAS para humanizar o atendimento e gerar fidelização em Clínicas e Hospitais ÍNDICE Introdução 3 Explique e difunda a importância do termo 4 A humanização e o ambiente físico 6 Aperfeiçoamento

Leia mais

Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas

Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas Instrumentos de Triagem para consumo de Bebidas Alcoólicas e Outras Drogas DIFERENTES NÍVEIS DE CONSUMO ÁLCOOL ABSTINÊNCIA USO EXPERIMENTAL USO MODERADO ABUSO Leve DEPENDÊNCIA Moderada Grave Cerca de 10

Leia mais

O papel do CRM no sucesso comercial

O papel do CRM no sucesso comercial O papel do CRM no sucesso comercial Escrito por Gustavo Paulillo Você sabia que o relacionamento com clientes pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso nas vendas? Ter uma equipe de vendas eficaz é o

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

1 USE SUA RAZÃO E DEIXE AS EMOÇÕES POR ÚLTIMO

1 USE SUA RAZÃO E DEIXE AS EMOÇÕES POR ÚLTIMO BEM VINDO AO GUIA DE 10 PASSOS DE COMO MELHORAR MUITO A SUA VIDA FINANCEIRA! APROVEITE! 1 USE SUA RAZÃO E DEIXE AS EMOÇÕES POR ÚLTIMO Quando se trata do nosso dinheiro, a emoção sempre tende a ser um problema.

Leia mais

BIBLIOTECA PARA PAIS.

BIBLIOTECA PARA PAIS. Nossa sociedade mudou, temos uma inversão de papeis e valores, mais informação do que podemos absorver, a mulher trabalha fora, o avanço tecnológico foi grande, a família mudou, a criança mudou, o aluno

Leia mais

CAPS AD III PORTÃO. Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em

CAPS AD III PORTÃO. Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em CAPS AD III PORTÃO Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em CAPS AD III PORTÃO EQUIPE DE PROFISSIONAIS Coordenadora administrativa 1 Apoio Técnico 1 Coordenadora técnica 1 Médico

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA

O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA O SERVIÇO SOCIAL E A PRÁTICA PROFISSIONAL NA CASA DA ACOLHIDA LEMOS, Josiane (estágio I), e-mail: lemosjosi@hotmail.com SANTOS, Lourdes de Fátima dos (estágio I). e-mail: lurdesfsantos84@hotmail.com SCHEMIGUEL,

Leia mais

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como

Desenvolvimento motor do deficiente auditivo. A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada a outras deficiências, como Texto de apoio ao Curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Desenvolvimento motor do deficiente auditivo A deficiência auditiva aparece, por vezes, associada

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar

Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Aula 1 Uma visão geral das comorbidades e a necessidade da equipe multidisciplinar Nesta aula, apresentaremos o panorama geral das comorbidades envolvidas na dependência química que serão estudadas ao

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

ADOLESCÊNCIA E DROGAS

ADOLESCÊNCIA E DROGAS O DILEMA DAS DROGAS ADOLESCÊNCIA E DROGAS Segundo Valdi Craveiro Para uma abordagem do uso de drogas na perspectiva da REDUÇÃO DE DANOS, devemos antes de tudo proceder com duas ações: 1) redefinir 2) contextualizar

Leia mais

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE Inicialmente faz-se necessário entender o que é grupo social, a sua importância e contribuição na vida de uma pessoa, para posteriormente

Leia mais

ABUSO E MAUS-TRATOS 1

ABUSO E MAUS-TRATOS 1 ABUSO E MAUS-TRATOS 1 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Manual de primeiros socorros para ministério com crianças / editora geral Janna Kinner

Leia mais

RBAC 120. Norma ANAC

RBAC 120. Norma ANAC RBAC 120 Norma ANAC A Norma RBAC 120 da ANAC...03 Quem deve implementar o Programa...04 Serviços de Assessoria e Consultoria...05 Rede de Tratamento Especializado...06 Capacitação de Multiplicadores...07

Leia mais

3ªPromotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde. Audiência Pública Câmara Municipal do Rio de Janeiro Crack : Prevenção,Resgate e Cuidado

3ªPromotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde. Audiência Pública Câmara Municipal do Rio de Janeiro Crack : Prevenção,Resgate e Cuidado 3ªPromotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde Audiência Pública Câmara Municipal do Rio de Janeiro Crack : Prevenção,Resgate e Cuidado Inquérito Civil : 2012.00395272, instaurado em 20/08/2012. Objeto:

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

A importância do tratamento contra a aids

A importância do tratamento contra a aids dicas POSITHIVAS A importância do tratamento contra a aids Por que tomar os medicamentos (o coquetel) contra o HIV? A aids é uma doença que ainda não tem cura, mas tem tratamento. Tomando os remédios corretamente,

Leia mais

SEQÜESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E SUA APLICAÇÃO NO BRASIL. Autoridade Central Administrativa Federal/SDH

SEQÜESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E SUA APLICAÇÃO NO BRASIL. Autoridade Central Administrativa Federal/SDH A CONVENÇÃO SOBRE OS ASPECTOS CIVIS DO SEQÜESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E SUA APLICAÇÃO NO BRASIL Autoridade Central Administrativa Federal/SDH Considerações Gerais A Convenção foi concluída em Haia,

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos

Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos INSTITUTO BAIRRAL DE PSIQUIATRIA Dr. Marcelo Ortiz de Souza Dependência Química no Brasil (CEBRID, 2005) População Geral: 2,9% já fizeram uso de cocaína

Leia mais

Plano de saúde do seu filho

Plano de saúde do seu filho 7 Plano de saúde do seu filho Neste capítulo, encontrará informações sobre o seguro de saúde do seu filho ou plano de saúde. Anexe a este capítulo uma cópia do folheto de coberturas do plano de saúde do

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Com-Vida. Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida

Com-Vida. Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida Com-Vida Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida Com-Vida Comissao de Meio Ambiente e Qualidade de Vida Depois de realizar a Conferência... Realizada a Conferência em sua Escola ou Comunidade, é

Leia mais

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde

Matriciamento em saúde Mental. Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento em saúde Mental Experiência em uma UBS do Modelo Tradicional de Atenção Primária à Saúde Matriciamento - conceito O suporte realizado por profissionais e diversas áreas especializadas dado

Leia mais

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? 1) Como deve ser a rede de saúde mental no seu município? A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos

Leia mais

A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF):

A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF): A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF): Há sempre mais do que uma única história* Por que o tema é importante? Provavelmente, cada vez que você leva sua criança a uma

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos:

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos: Clínica Psicológica da UFPE Plano Institucional de Estágio Supervisionado Apresentação A Clínica Psicológica é uma entidade pública, ligada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco,

Leia mais

Prevenção em saúde mental

Prevenção em saúde mental Prevenção em saúde mental Treinar lideranças comunitárias e equipes de saúde para prevenir, identificar e encaminhar problemas relacionados à saúde mental. Essa é a característica principal do projeto

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 17

Sumário. Prefácio... 15 Introdução... 17 Sumário Prefácio... 15 Introdução... 17 1. QUÊS E PORQUÊS... 21 1) O que é droga?... 21 2) O que é vício?... 21 3) O que é dependência?... 22 4) O que é abuso?... 24 5) Que drogas levam a abuso ou dependência?...

Leia mais

SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS

SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS FASCÍCULO DO BENEFICIÁRIO VERSÃO 2013 Instituto Curitiba de Saúde ICS - Plano Padrão ÍNDICE APRESENTAÇÃO 03 1. CONSULTA/ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA EM PRONTO ATENDIMENTO

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis usados, além do crescimento de renda da população e

Leia mais

Opções de tratamento. Desintoxicação e acompanhamento no Posto de Saúde; Desintoxicação no Domicílio;

Opções de tratamento. Desintoxicação e acompanhamento no Posto de Saúde; Desintoxicação no Domicílio; Opções de tratamento Desintoxicação e acompanhamento no Posto de Saúde; Desintoxicação no Domicílio; Opções de tratamento Grupos de alcoolistas: Participar de grupos de apoio na US e/ou na comunidade onde

Leia mais

SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA ESPAÇO 178

SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA ESPAÇO 178 SERVIÇO-ESCOLA DE PSICOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO CAMPUS BAIXADA SANTISTA ESPAÇO 178 GUIA DO USUÁRIO 2014 Prezado usuário, Gostaríamos de apresentá-lo ao Serviço Escola de Psicologia (SEP)

Leia mais

Dito isso, vamos ao que interessa para se abrir um escritório contábil:

Dito isso, vamos ao que interessa para se abrir um escritório contábil: Introdução Como faço para abrir o meu escritório? Administrativamente falando, um escritório de contabilidade é um negócio como outro qualquer. Logo, abrir um escritório contábil vai requerer de você,

Leia mais

Internação Gratuita para Dependente Químico

Internação Gratuita para Dependente Químico Guia Prático para Conseguir Tratamento Gratuito na Rede Pública de Saúde e em Clínica Particular Sumário Como conseguir em Clínica Particular Introdução O que você vai ler neste ebook Drogas: questão de

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida

Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida Direitos Reservados à A&R - Reprodução Proibida AUTISMO: UMA REALIDADE por ZIRALDO MEGATÉRIO ESTÚDIO Texto: Gustavo Luiz Arte: Miguel Mendes, Marco, Fábio Ferreira Outubro de 2013 Quando uma nova vida

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação TEMA: CREAS: SERVIÇOS OFERTADOS, INTERSETORIALIDADE,

Leia mais

Levantamento do Perfil Empreendedor

Levantamento do Perfil Empreendedor Levantamento do Perfil Empreendedor Questionário Padrão Informações - O objetivo deste questionário é auxiliar a definir o seu perfil e direcioná-lo para desenvolver suas características empreendedoras.

Leia mais

Andragogia. Soluções para o aprendizado de adultos. Maristela Alves

Andragogia. Soluções para o aprendizado de adultos. Maristela Alves Andragogia Soluções para o aprendizado de adultos Maristela Alves Seu dia-a-dia como instrutor...... Envolve ensinar novos conceitos e passar informações a pessoas adultas. Você já parou para pensar que

Leia mais

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA

DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA GUIA PARA A ESCOLHA DO PERFIL DE INVESTIMENTO DO PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Caro Participante: Preparamos para você um guia contendo conceitos básicos sobre investimentos, feito para ajudá-lo a escolher

Leia mais

Como trabalhar com voluntários na captação de recursos Andrea Goldschmidt*

Como trabalhar com voluntários na captação de recursos Andrea Goldschmidt* Como trabalhar com voluntários na captação de recursos Andrea Goldschmidt* Quando falamos de captação de recursos para uma organização, podemos estar falando em captação de dinheiro, de materiais, de produtos,

Leia mais