Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira. Ações Reunião Ordinária realizada no dia 18 de novembro de 2014

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1 R E L A Ç Õ E S D O T R A B A L H O Órgão Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) Representação Efetiva Comissão Tripartite de Revisão (CTR) do Plano Nacional de Emprego e Trabalho Decente (PNETD) Representantes: Titular Lidiane Duarte Nogueira Advogada Divisão Sindical da CNC Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira Advogado Divisão Sindical da CNC (Compareceu) Ações Reunião Ordinária realizada no dia 18 de novembro de 2014 Relatório da III Oficina de Trabalho de atualização dos Indicadores do Plano Nacional de Emprego e Trabalho Decente (PNETD) - Resultados 7 a 12. A reunião foi realizada na sede do Ministério do Trabalho e Emprego (tem), em Brasília, com a presença de membros integrantes da Comissão Tripartite de Revisão (CTR) do PNETD, representantes das bancadas dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, com seus respetivos representantes técnicos, e da Organização Internacional do Trabalho (OIT). No referente ao exame do Resultado 7 - erradicação progressiva do trabalho infantil -, verificou-se que, das oito metas definidas, quatro foram alcançadas, sendo que duas, inclusive, foram superadas, uma foi

2 parcialmente alcançada e uma não foi alcançada. Em relação às outras duas não há informação disponível para avaliar seu cumprimento. As metas alcançadas e superadas dizem respeito à porcentagem de crianças entre cinco e nove anos e entre 10 e 13 anos incluídas no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). O indicador foi aprimorado para medir efetivamente o seu cumprimento. Isso porque, para avaliar o alcance da meta, é necessário medir o número de crianças incluídas no Peti sobre o número de crianças trabalhando nessa faixa etária. No entanto, há dificuldade relacionada à diferença entre os períodos considerados. Para a avaliação das metas de 2015, sugeriu-se a utilização desses novos indicadores. As outras duas metas alcançadas referem-se: a) ao combate às piores formas de trabalho infantil (aprovação de instrumentos legais relativos ao seu combate - lista das piores formas e fortalecimento da inspeção do trabalho - e à dotação orçamentária no plano plurianual PPA); e b) à ampliação da escolaridade obrigatória até os 17 anos. No tocante à ampliação da escolaridade, impende registrar que foi aprovada a Emenda Constitucional (EC) nº 59/2009, que dá nova redação aos incisos I e VII do Artigo 208 da Constituição Federal (CRFB), de forma a prever a obrigatoriedade do ensino de quatro a dezessete anos e ampliar a abrangência dos programas suplementares para todas as etapas da educação básica. Em 2015 seria importante avaliar normas complementares implementadas que pudessem indicar mecanismos de prosseguimento da meta. Dentre os comentários relativos à análise do cumprimento dessa meta, destaca-se que os dados são insuficientes para aferição do número de pessoas em idade escolar que estão fora da escola. Seria preciso

3 traçar um indicador mais específico que possibilitasse mensurar a diferença entre as hipóteses de abandono e as de conclusão do curso, o que demandaria um exame conjunto com o Ministério da Educação (MEC). É importante considerar também o papel da meta no combate ao trabalho infantil, monitorando o número de crianças que estavam em situação de trabalho e que foram matriculadas na escola. A meta parcialmente alcançada diz respeito à aprovação e à execução do II Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador. O Plano foi aprovado e implementado e está sendo monitorado pela Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti), já sendo possível, inclusive, mensurar o número de ações realizadas. A meta não alcançada diz respeito à identificação no Cadastro Único das crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Registrou-se, no ponto, que essa meta dificilmente seria alcançada, pois hoje a pobreza não é mais o fato gerador do trabalho infantil. A dinâmica do trabalho infantil mudou e, portanto, devese alterar a forma de enfrentamento do tema, tendo como foco a aprendizagem e outras políticas sociais que não apenas as de combate à pobreza. Não houve elementos para avaliar o cumprimento da meta atinente à ampliação do número de escolas públicas com turno integral em áreas de maior incidência de trabalho infantil e à porcentagem de adultos economicamente ativos de famílias com crianças e adolescentes em situação de trabalho ocupados no mercado de trabalho e/ou cobertos pelas políticas sociais. Seria necessário desenvolver uma metodologia específica para aferir os indicadores relacionados a essas metas. Também seria importante incluir outra meta relativa às crianças de 14 e 15 anos.

4 Isso porque, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), as informações sobre incidência de trabalho infantil em âmbito municipal não estão disponíveis, somente na esfera estadual. Os dados disponíveis do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) também não permitem relacionar escolas com turno integral e trabalho infantil. Vale considerar que o programa Mais Escola prevê uma concentração de escolas em tempo integral em territórios de maior vulnerabilidade social, priorizando as escolas com mais de 50% dos estudantes beneficiários do programa Bolsa Família. O ideal seria desmembrar esse indicador em dois grupos, considerando-se as famílias que estão acima da faixa de pobreza e aquelas nessa faixa. Por fim, registrou-se que, com os resultados apurados, pode-se dizer que o Brasil continua caminhando progressivamente para a erradicação do trabalho infantil, tendo atingido no período, e inclusive superado, em alguns casos, metas importantes definidas no PNETD. No referente ao exame do Resultado 8 - implementação monitoramento e avaliação do II Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (PNETE) -, das quatro metas traçadas três foram alcançadas (duas das quais superadas), e uma não foi alcançada. As metas superadas dizem respeito ao aumento da fiscalização das denúncias referentes a situações de trabalho escravo e ao aumento do número das empresas que aderiram ao Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

5 No ponto, ressalvou-se, porém, que o aumento do número de fiscalizações não implica efetividade de fiscalização. Além disso, destacou-se que o pacto não existe mais como um "pacto". Quem era signatário desse pacto tornou-se associado e passou a ter que contribuir. Deve-se analisar se a quantidade de empresas aderentes ao pacto aumenta a efetividade do combate ao trabalho escravo. Quando o pacto ainda estava vigente, monitorar esse número até poderia fazer sentido, mas, com a modificação na relação estabelecida com as empresas, a meta deveria ser revista. A meta alcançada se refere à consolidação e implementação do Programa Marco Zero. Destacou-se que, na prática, o programa só funciona de forma efetiva no Piauí e que, portanto, a meta não deveria ser considerada alcançada. A meta que não foi alcançada refere-se à falta de uma política de reabilitação psicossocial, qualificação profissional e reinserção econômica dos trabalhadores resgatados. Vale notar que, enquanto a meta se refere a uma política, o indicador diz respeito a um programa. Seria importante alinhar esses dois elementos para que uma melhor avaliação da meta estabelecida para Um programa piloto nessa linha (Programa Ação Integrada) vem sendo implementado em Mato Grosso desde fevereiro de 2009, tendo capacitado e inserido no mercado de trabalho 287 trabalhadores resgatados do trabalho escravo e/ou em situação de risco. Foi ressaltada a importância do Sistema S nesse programa. No referente ao exame do Resultado 9 - implementação, monitoramento e avaliação do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (PNETP) e do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra

6 Crianças e Adolescentes -, das oito metas previstas apenas três foram alcançadas, duas não foram alcançadas e em três delas não há elementos suficientes para avaliar o seu cumprimento. A primeira meta alcançada diz respeito à capacitação de agentes públicos e da sociedade civil. Como a meta não quantifica o aumento na capacitação, pode-se considerar que esse indicador contribuiu para o alcance da meta. O Ministério da Justiça (MJ) informou que não foram realizados eventos ou cursos relacionados ao tema. No entanto, esse indicador atende diretamente à meta de 2015, sendo dispensável para determinar se a meta de 2011 foi alcançada ou não. Esclareceu-se que o Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil no Território Brasileiro (Pair) constitui-se numa estratégia de articulação e capacitação da rede para o enfrentamento da violência sexual. É uma ação de inserção nacional em curso no País desde 2002 e já foi implantada em 600 municípios. Evidenciou-se a necessidade de especificar o foco dessas capacitações quais os agentes estão sendo capacitados. Com isso, o MJ poderia monitorar as capacitações realizadas por cada pasta ministerial. A segunda meta alcançada refere-se a um aumento de 20% do número de estados com o Plano Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas aprovado. Apesar de no ano base de 2006 não haver nenhum plano desse tipo, constata-se que os cinco estados com planos existentes em 2011 constituem 20% do total das unidades da Federação. Portanto, pode-se considerar que a meta foi alcançada (São Paulo - Programa Estadual de Prevenção e Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - Decreto nº /2009; Pernambuco -

7 Política Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - Decreto nº /2008; Pará - Política Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - Decreto nº 423/2012; Ceará - Programa Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - Decreto nº /2011; e Bahia - Política Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - Decreto nº /2011). Ressaltou-se a importância da atualização dos dados, notadamente quanto ao número de estados que implementaram planos de enfrentamento do tráfico de pessoas nesse período. A terceira meta alcançada diz respeito à criação de dois serviços (um no Paraná e outro em Roraima) de acolhimento a mulheres em situação de tráfico nas fronteiras secas. Em novembro de 2009 foi inaugurado o primeiro serviço de atenção às mulheres migrantes no Município de Foz do Iguaçu, na região de tríplice fronteira com Paraguai e Argentina. A experiência de Foz do Iguaçu será reproduzida em outras fronteiras do Brasil, começando em 2012 pela inauguração de um Centro de Atendimento às Mulheres Migrantes em Pacaraima, no Estado de Roraima, que faz fronteira com a Venezuela. As metas não alcançadas estão relacionadas à aprovação e à execução do II PNETP e à porcentagem de Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) com atendimento às mulheres em situação de tráfico. O II Plano foi aprovado em 2013, e, no momento, está sendo avaliada a sua execução. Durante o ano de 2011, a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) coordenou o processo de elaboração do II PNETP, que consistiu de discussões em torno da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e avaliações do

8 I Plano no âmbito de um Grupo Interministerial. Dentre as atividades promovidas, destacam-se um fórum virtual de discussão e a realização de 57 plenárias livres para discutir ações e produzir propostas para o II Plano. O processo teve encerramento no II Encontro Nacional da Rede de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, em novembro de 2011, e a proposta final para o II Plano foi entregue à Casa Civil para a homologação do Decreto. No que toca ao aumento dos Centros de Referência com atendimento às mulheres em situação de tráfico, foi esclarecido que, no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas), o atendimento às pessoas com histórico de vida envolvendo situação de tráfico de pessoas é oferecido pelo Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (Paefi), que é o principal Serviço do Creas. Esse atendimento é prestado depois que a pessoa é retirada da situação de tráfico. As metas sem possibilidade de verificação tratam do monitoramento dos casos do Disque 100; da incorporação do tema pelos disques estaduais e municipais; e da capacitação dos Conselhos Tutelares. O Disque Direitos Humanos registrou, no 1º Semestre de 2013 (1 o /01 a 31/06), o total de encaminhamentos de mais de denúncias registradas. As denúncias são encaminhadas ao Conselho Tutelar e, a partir de 2012, por meio de Termo de Cooperação, também passaram a ser encaminhadas ao Ministério Público. Desse total, a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) tem o registro de retorno de 6% das demandas. Para ampliar o número de retorno de encaminhamento, está sendo discutida uma metodologia de monitoramento que tem como objetivo criar uma central para realizar a busca ativa e solicitar as respostas.

9 Em relação aos atendimentos registrados no Disque Direitos Humanos (Nacional), 78% deles são relacionados à criança e ao adolescente. Para tanto, tem-se trabalhado para ampliar o número de registro de tráfico de pessoas. No primeiro semestre de 2013 foram registradas 107 denúncias. Quanto aos disques estaduais e municipais, não se tem informação de existência dessas ações, bem como incentiva-se a adesão ao Disque Direitos Humanos (Nacional). Quanto à capacitação dos Conselhos, destaca-se que um dos temas obrigatórios a serem trabalhados pelas escolas dos Conselhos são os Planos Nacionais (Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, Plano Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador, Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes). Até dezembro de 2011 participaram do processo de formação conselheiros Tutelares e dos Direitos. E de 2012 a 2013 mais conselheiros serão formados. Atualmente, já existem 11 escolas conveniadas com a Secretaria de Direitos Humanos: Acre, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Minas Gerais, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina. Pode-se concluir, portanto, que serão necessários mais elementos para constatar se a implementação, o monitoramento e a avaliação do PNETP e do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes estão sendo adequados. No referente ao exame do Resultado 10 fortalecimento e ampliação dos mecanismos e instâncias de diálogo social, em especial os instrumentos de negociação

10 coletiva, destacou-se que, em relação à meta proposta de manutenção, fortalecimento e consolidação de diversas instâncias de diálogo social Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Conaeti, Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), Comissão Tripartite de Igualdade de Oportunidades e de Tratamento de Gênero e Raça no Trabalho (CTIO), Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), Conselho Nacional de Imigração (CNIg), Conselho Nacional de Juventude (Conjuve), Comissão Tripartite de Relações Internacionais (CTRI), Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho (CT-SST), CAAT e outros conselhos e órgãos tripartites nos âmbitos federal, estadual e municipal, seria necessário realizar uma avaliação específica de cada um desses conselhos, pois os indicadores necessários ao monitoramento do Plano são de caráter qualitativo, não estando disponíveis informações ou avaliações já realizadas nesse sentido. Dessa forma, para a análise da meta prevista para 2015, sugeriu-se que, num primeiro momento, sejam aplicados questionários de avaliação a cada um desses conselhos, com vistas ao levantamento inicial de informações. As questões propostas foram: i) se existem nesse Conselho regimentos internos que preveem mecanismos e instâncias de diálogo social estabelecidos; ii) se os recursos humanos e financeiros são considerados adequados para garantir o funcionamento dos mecanismos e instâncias de diálogo social; iii) se o nível de representatividade e de participação das instâncias de diálogo social são considerados adequados. Recomendou-se o desenvolvimento de uma metodologia de avaliação especificamente voltada ao monitoramento desse resultado esperado do Plano, destacando-se, para tanto, que a construção de metodologia de monitoramento é uma ferramenta importante de controle social.

11 No referente ao exame do Resultado 11 efetivação de medidas para promoção da Declaração sobre Justiça Social para Globalização Equitativa, para promoção do exame das Normas Internacionais do Trabalho (NITs) e para aplicação das NITs ratificadas pelo Brasil, em consulta aos empregadores e trabalhadores, das três metas propostas para 2011 duas foram consideradas alcançadas, e uma, parcialmente alcançada. Em 2008, a CTRI examinou a Convenção nº 188 sobre o Trabalho na Pesca (2007) e emitiu parecer favorável à ratificação; à Convenção nº 158 sobre o Término da Relação de Trabalho por iniciativa do empregador (1982); à Convenção nº 156 sobre Trabalhadores com responsabilidades familiares (1981); e à Convenção nº 150 sobre Administração do Trabalho (1978). Em 2011, a CTRI constituiu duas Comissões Tripartites: uma para o exame da Recomendação nº 200 sobre o HIV/Aids no local de trabalho (2010), outra para analisar o conteúdo da Convenção nº 189 sobre o Trabalho Decente para as Trabalhadoras e os Trabalhadores Domésticos (2011) e a Recomendação 201 sobre o trabalho doméstico. A despeito desses registros apresentados pela CTRI com relação à análise das normas da OIT e respectiva emissão de pareceres técnicos, a bancada dos empregadores registrou que não há elementos suficientes para avaliar o cumprimento das metas. Logo, não é possível afirmar que tenham sido alcançadas, seja no tocante à promoção da Declaração de 2008 entre as Organizações de Trabalhadores e Empregadores e outras entidades interessadas, seja na discussão da Declaração sobre Justiça Social, NITs e Resolução sobre Empresas Sustentáveis, seja no fortalecimento da capacidade nacional para cumprir os compromissos referentes às NITs.

12 No que se refere ao exame do Resultado 12 promoção das agendas de trabalho decente em regiões, estados e municípios e em setores econômicos em consulta com as organizações de empregadores e trabalhadores, as duas metas propostas foram alcançadas: uma faz referência ao aumento de agendas e planos regionais, estaduais, municipais e setoriais de trabalho decente, e a outra, à capacitação de gestores públicos para a promoção e o monitoramento das agendas e planos. Nesse aspecto, o País sinalizaria um avanço na promoção das agendas de trabalho decente em regiões, estados e municípios e em setores econômicos, em consulta com as organizações de empregadores e de trabalhadores. Foram destacadas as seguintes ações e agendas: 1. Agenda Bahia de Trabalho Decente (2007) 2. Agenda Mato Grosso de Trabalho Decente (2009) 3. Agenda Regional de Trabalho Decente da Região do Grande ABC Paulista (7 municípios) (2010) 4. Agenda de Trabalho Decente de Curitiba (2011) 5. Agenda Nacional de Trabalho Decente para a Juventude (2011) 6. Programa Bahia de Trabalho Decente (2011) 7. Durante a realização das Conferências Estaduais de Emprego e Trabalho Decente foram definidos, em 11 outros estados, compromissos relativos à construção de novas agendas estaduais de trabalho decente. A OIT em parceria com o Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho (Fonset), realizou, durante os meses de julho e agosto de 2011, seis Oficinas Regionais de Capacitação em Construção e Análise de Indicadores de Trabalho: Região Sul - Curitiba (PR); Região Centro- Oeste - Campo Grande (MS); Região Nordeste I - Recife (PE); Região Nordeste II - Fortaleza (CE); Região Norte - Belém (PA); Região Sudeste - Belo Horizonte (BH).

13 Além disso, o processo de realização das etapas municipais e estaduais da Conferência Nacional de Emprego e Trabalho Decente (CNETD) também poderia ser considerado como parte do processo de capacitação de gestores públicos para a promoção e o monitoramento de agendas e planos de trabalho decente. Por fim, encerrada a análise dos Resultados 7 a 12, a representante governamental esclareceu que os indicadores propostos serão consolidados e posteriormente remetidos aos participantes do evento, lembrando que no dia 2 de dezembro de 2014 será realizada uma atividade de encerramento da Revisão dos Indicadores do PNETD, com o exame de todas as propostas formuladas.

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