Lidiane Duarte Nogueira Advogada Divisão Sindical da CNC

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1 RELAÇÕES INTERNACIONAIS Órgão Organização Internacional do Trabalho (OIT) Representação Eventual 105ª Conferência Internacional do Trabalho Representante Lidiane Duarte Nogueira Advogada Divisão Sindical da CNC Ações Reunião Correlata realizada no dia 19 de maio de 2016 Participaram os representantes das bancadas dos trabalhadores, dos empregadores e do governo (Ministério do Trabalho e das Relações Exteriores), além dos Ministros Ives Gandra Martins Filho, Maria Helena Mallmann e Guilherme Caputo Bastos, que irão à conferência como observadores do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A reunião preparatória para a 105ª Conferência Internacional do Trabalho teve início com a representante governamental que fez um breve resumo da ordem do dia, destacando os pontos de interesse da Conferência ou do Conselho de Administração, ou seja, trabalho decente nas cadeias produtivas (discussão geral) e trabalho decente para a paz, a segurança e a resiliência: 1)revisão da Recomendação sobre Emprego nº 71 (1944) - transição da guerra para a paz (primeira discussão); 2)avaliação do impacto da Declaração da OIT sobre Justiça Social para uma Globalização Justa; e 3)assuntos marítimos (aprovação das alterações propostas no Código da Convenção sobre o Trabalho Marítimo e nos anexos da Convenção nº 85 sobre Documentos de Identidade dos Marítimos). Em seguida, o presidente do TST, ministro Ives Gandra Martins Filho, destacou que a Conferência da OIT é realizada anualmente, com a participação de líderes de

2 todo o mundo, constituindo-se num verdadeiro parlamento mundial sobre direito do trabalho. Destacou ainda que a organização internacional busca estabelecer padrões mínimos de condições de trabalho de forma democrática. O ministro ressaltou que o encontro é uma oportunidade de estreitar laços entre os principais atores das relações de trabalho do País, propondo assim uma reflexão sobre os problemas trabalhistas do Brasil, com ênfase na valorização da negociação coletiva. Salientou também que o Brasil ratificou as Convenções nº 98 e 154 da OIT que tratam desse tema e que, para ele, é salutar o prestígio à negociação coletiva, valorizando o trabalho das entidades sindicais nesse processo de busca pelo consenso. Isso, sim, afirmou, pode gerar o equilíbrio entre capital e trabalho - o que é positivo para recuperação do Produto Interno Bruto (PIB), para a saída da crise econômica e, por consequência, para o crescimento da economia brasileira. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, frisou a importância desta discussão preparatória para buscar a convergência possível em relação aos temas essenciais que serão debatidos na Conferência, lembrando que o Brasil reconhece a importância da OIT e tem sido signatário de muitas convenções deliberadas nas conferências em Genebra. Para o ministro, tanto a classe patronal quanto os trabalhadores se inclinam a um ambiente consensual para estabelecer e aprimorar regras que busquem um perfil solidário para o capital, tendo em conta os direitos dos trabalhadores e sua justa remuneração. O ministro do Trabalho destacou o protagonismo do Brasil nas deliberações dos países membros da OIT e pediu uma pauta consensual da delegação brasileira para a Conferência. Fortalecer as relações entre capital e trabalho de uma forma pacificada é um objetivo a ser alcançado. Em seguida, a representante governamental da Assessoria Internacional do Ministério do Trabalho esclareceu que, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a 105ª Conferência Internacional da OIT terá como tema central o combate

3 à pobreza, conforme destacado no relatório do diretor geral da organização. Ela informou ainda que, no dia 7 de junho, à tarde, está previsto o discurso do delegado dos trabalhadores brasileiros e, no dia 8 de junho, os discursos dos delegados do governo e dos empregadores brasileiros. No que diz respeito à discussão geral acerca do trabalho decente nas cadeias produtivas mundiais, registrou que o tema fornecerá aos membros da OIT uma oportunidade única para melhorar a sua compreensão de como a participação nessas cadeias pode contribuir para o desenvolvimento sustentável e o crescimento econômico inclusivo. Algumas questões devem ser consideradas na discussão do tema, como a preservação dos postos de emprego e os direitos dos trabalhadores; e a melhoria da governança pública e privada. A bancada dos empregadores observou que os dados apontados no relatório da OIT ainda são insuficientes, uma vez que estão pautados em mera expectativa e que, para que haja qualquer tipo de responsabilização, é necessário ter clareza em relação a essas informações. A par disso, no âmbito nacional, já há mecanismos suficientes destinados a tratar deste tema, não havendo necessidade de adoção de documento internacional nesse sentido. A integração produtiva representa melhoria da capacidade de reação às mudanças tecnológicas e exigências do mercado, acarretando transferência de tecnologia entre os países e redução das desigualdades entre países com diferentes níveis de desenvolvimento econômico. Logo, deve-se conjugar o tema das cadeias produtivas com as novas modalidades de trabalho, a competitividade, a produtividade e a criação e manutenção do emprego. Deve-se ainda ter cautela para que eventual regulação da matéria não importe na adoção de entraves burocráticos que comprometam a atividade empresarial. A prática mostra que a adoção de regulações demasiadamente restritivas sacrifica o

4 empreendedorismo - o que não seria salutar no presente momento. No que toca ao trabalho decente para a paz, a segurança e a resiliência de desastres e a revisão da Recomendação nº 71, a representante governamental esclareceu que serão objeto de dupla discussão. A Recomendação nº 71 da OIT, adotada após a Segunda Guerra Mundial, contém orientações sobre atividades de promoção do emprego em períodos de transição da guerra para a paz. Até a presente data, a recomendação é o único instrumento normativo do sistema das Nações Unidas e do sistema internacional destinado a tratar das crises no trabalho e na geração de empregos. Desse modo, seria preciso atualizar a base normativa para fornecer respostas mais efetivas em casos de crise, com ênfase na colaboração, na prevenção e no fortalecimento da capacidade de resistência e recuperação. Ela ressaltou também que a OIT não se propõe a discutir o tema da resiliência ou da imigração por si só, mas os seus impactos nas relações de trabalho e a mudança na natureza dos conflitos. A bancada dos empregadores destacou que esses assuntos são de extrema relevância no contexto mundial, dada a atenção que a comunidade internacional atribui a estas questões, o que aumentou em 2015 em razão da crise de refugiados. Além disso, o Brasil deve estar preparado no que se refere aos aspectos econômicos e também sociais para receber essas pessoas, em especial no mercado de trabalho. No que se refere à avaliação do impacto da Declaração da OIT sobre Justiça Social para uma Globalização Justa, a representante governamental ressaltou a necessidade de exame acerca da repercussão da Declaração, em especial quanto à sua contribuição para promoção dos fins e objetivos da organização por meio da busca de emprego, proteção social, diálogo social e dos princípios e direitos fundamentais no trabalho. Nesse ponto, a OIT deseja saber qual a avaliação acerca das ações e iniciativas adotadas, com vistas a desenvolver plenamente o potencial da Declaração.

5 Nessa análise, devem ser consideradas as mudanças ocorridas no contexto mundial, notadamente as mudanças climáticas, a crise financeira, a crise alimentar, a redução de investimentos, o desemprego de jovens e mulheres e a estagnação na criação de empregos. No tocante aos assuntos marítimos, registrou-se que a Conferência se limitará a aprovar as emendas ao Código da Convenção sobre Trabalho Marítimo e à Convenção sobre os documentos de identidade da gente do mar, ou a remetê-las a um Comitê Tripartite Especial para seu reexame, por isso não foram tomadas providências como o estabelecimento de uma Comissão. Se for necessário, poderá ser realizado um debate no âmbito da Comissão de Proposições, antes da votação em sessão plenária. Por fim, a representante governamental informou que a Comissão de Aplicação de Normas examinará a Convenção sobre os Trabalhadores Migrantes (revisada) de 1949, n o 97, e sua Recomendação de 1949, n o 86; a Convenção sobre os trabalhadores migrantes (Disposições Complementares), de 1975, n o 143, e sua Recomendação de 1975, nº 151. Observou-se que o Brasil já ratificou a Convenção nº 97 e encaminhou memórias sobre a Convenção nº 143, concluindo que deve buscar fortalecer a cooperação internacional. Na Comissão, também serão discutidos 24 casos de alegada violação dos instrumentos internacionais, que são disponibilizados na véspera da Conferência. Na região das Américas, tem-se registrado casos frequentes de violação da Convenção nº 87, sobre liberdade sindical e proteção ao direito de sindicalização, nos seguintes países: Bolívia, Uruguai, México, Venezuela, Honduras, Guatemala, Colômbia, Equador e El Salvador. Desse modo, nesta Conferência, não haverá adoção de norma internacional - convenção ou recomendação.

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