Trens Regionais de Média Densidade

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1 eixos de atuação Revista Ferroviária SEMINÁRIO TRANSPORTE INTERURBANO DE PASSAGEIROS 18 de maio de 2006 Trens Regionais de Média Densidade

2 A Tese UM SISTEMA DE TRANSPORTE REGIONAL DE PASSAGEIROS DE QUALIDADE É UM FORTE ELEMENTO DE REVITALIZAÇÃO URBANA, INTEGRAÇÃO TERRITORIAL E DESENVOLVIMENTO REGIONAL A Realidade Rápido processo de degradação e elevadíssimos índices de ociosidade da extensa malha ferroviária nacional Precariedade do transporte intermunicipal por ônibus, degradação dos centros urbanos e economia deprimida nas localidades ao longo das vias 1

3 Histórico Em 1997 o decidiu patrocinar um estudo que avaliasse o potencial da malha existente para o transporte regional, contratando a COPPE/UFRJ para esse fim critérios básicos de seleção trechos com extensão de até 200 km pelo menos uma cidade com mais de 100 mil habitantes alta ociosidade do transporte de cargas continuidade da via permanente 64 trechos com vocação para o transporte regional de passageiros trechos disponíveis na maioria das UF detalhamento de 9 trechos excelentes resultados da avaliação econômico-financeira factibilidade de revitalizar diversos trechos, simultaneamente necessidade de frota mínima, para viabilizar a produção nacional seleção dos primeiros 14 trechos para implantação 1

4 Tecnologia Proposta TRENS REGIONAIS DE PASSAGEIROS 2

5 Equipamento: Adequação Urbana Um equipamento na escala da cidade, não invasivo, com reduzida interferência urbana e baixo investimento em segregação 2

6 Equipamento: Características Gerais automotrizes diesel-elétricas piso baixo, entrada rebaixada ou piso convencional unidades simples ou composições articuladas com 2, 3 ou 4 carros comprimento entre 37 e 53 metros (unidades duplas) peso bruto entre 41 e 63 toneladas (unidades duplas; 8 a 10 t/eixo) motores diesel veiculares de série dois motores sincronizados por composição motores com potência entre 300 e 420 hp transmissão hidráulica, automática ou mecânica com conversosr de torque velocidade máxima entre 90 e 120 km/h raios de curva entre 80 e 125 metros capacidade total: unidades simples, entre 129 e 174 passageiros; duplas, entre 201 e 320; quádruplas, até 554 passageiros (sentados e de pé, à taxa de 4 pax/m²) 3

7 Trechos Sugeridos para Dar Partida ao Programa RN PB AL BA ES MG MG MG SP PR SC SC RS DF CBTU / RN Cabedelo-João Pessoa-Campina Grande CBTU / AL Camaçari-Salvador-São Félix Vitória-Cachoeiro de Itapemirim Belo Horizonte-Mariana Ponte Nova-Cataguases Varginha-Cruzeiro (SP) Campinas-Poços de Caldas (MG) Maringá-Londrina Itajaí-Blumenau-Rio do Sull Criciúma-Imbituba Caxias do Sul-Bento Gonçalves Brasília-Luziânia (GO) 4

8 eixos de atuação Impactos Positivos TRENS REGIONAIS DE PASSAGEIROS Investimentos e Frota (14 sistemas) US$ 796 milhões (224 milhões em material rodante) Frota de 104 unidades (39 duplas e 65 quádruplas) revitalização urbana e requalificação dos espaços públicos dinamização da economia regional material rodante produzido no país motores híbridos ou a gás natural elevada vida útil transporte seguro, pontual e de qualidade operação privada 5

9 Acordo de Cooperação: Pontos Principais Signatários: MT,, MCid, CBTU, Simefre e Abifer Objeto:...definição das atribuições dos Partícipes no planejamento e detalhamento das ações necessárias à retomada dos serviços de transporte ferroviário regional de passageiros de caráter regular, no País (...), bem como o projeto e desenvolvimento, pelos fabricantes nacionais de equipamentos ferroviários, de material rodante adequado... Principais Atribuições dos Signatários: MT (Poder Concedente e gestor do processo): selecionar trechos; negociar compartilhamento de vias (com ANTT); financiar estudos de demanda, projetos operacionais e elaboração de orçamentos para a revitalização dos trechos; proceder à Concessão dos serviços de transporte de passageiros. : colaborar com MT no processo de Concessão; viabilizar, junto à Indústria, recursos para o desenvolvimento e produção de matrial rodante nacional; viabilizar, junto aos futuros Concessionários do serviço, recursos para a modernização do sistema e aquisição de trens. MCid: financiar estudos de impacto e revitalização urbana e projetos de integração com os sistemas de transporte locais. CBTU: definir características básicas do equipamento; fiscalizar (com MT e MCid) a implantação dos novos sistemas. Simefre e Abifer: mobilizar e articular seus Associados no projeto e construção dos equipamentos propostos; coordenar a apresentação de cartas-consultas ao, visando financiar os investimentos para a industrialização dos novos veículos. 6

10 eixos de atuação Área de Inclusão Social João Scharinger: (21) ; Av. República do Chile 100, 7º andar, , Rio de Janeiro, RJ

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