1. O Novo Plano Nacional de Educação ( ) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em"

Transcrição

1 1. O Novo Plano Nacional de Educação ( ) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em discussão na Câmara dos Deputados (PL 8.035/2010). Até o dia 08/06, foram cadastradas emendas apresentadas ao PL 8035/2010. A proposição com as emendas recebidas será apreciada por uma Comissão Especial, cuja relatoria está a cargo do Deputado Angelo Vanhoni (PT/PR). O novo Plano define 20 metas para a educação (básica e superior) no período de 10 anos (2011 a 2020). Em resumo, as metas estão relacionadas à: Melhoria de taxas educacionais, por meio do atingimento das médias do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica Ideb, da elevação da escolaridade média da população adulta, da erradicação do analfabetismo e da redução do analfabetismo funcional; Atendimento escolar aos estudantes com deficiência; Universalização da educação obrigatória de 4 a 17 anos, e ampliação da oferta de creches com atendimento de 50% da população de 0 a 3 anos; Universalização do ensino fundamental de 9 anos; Oferta da educação em tempo integral em 50% das escolas públicas; Ampliação da oferta da educação superior em 50%, assegurando sua qualidade e a formação dos professores; Valorização dos profissionais da educação, por meio da elevação da formação em nível superior, inclusive em pós-graduação, e da elaboração ou adequação de planos de carreira do magistério; Ampliação do investimento público em educação, até atingir, no mínimo, 7% do PIB. No PL é previsto o acompanhamento e avaliação da execução do PNE, com a realização de duas conferências nacionais de educação, promovidas pela União e pelo Fórum Nacional de Educação, a ser instituído no âmbito do Ministério da Educação. A partir das diretrizes, metas e estratégias do PNE, de caráter nacional, Estados e Municípios deverão elaborar ou adequar seus planos decenais de educação, de forma a alcançar os resultados previstos. IMPORTANTE: No processo de elaboração ou adequação dos planos municipais ou estaduais de educação, Estados e Municípios devem observar suas capacidades educacionais e de investimento para definirem suas próprias metas, com base no diagnóstico de sua realidade. 1

2 2. Análise da CNM Para a Confederação Nacional de Municípios (CNM), é importante que o Brasil defina suas metas e estratégias educacionais num Plano Nacional de Educação, pois permite a ação planejada do poder público para garantir a melhoria da qualidade do ensino ofertado. Porém, é preciso assegurar na execução do Plano o respeito ao Pacto Federativo e a divisão de responsabilidades entre os entes federados, com a garantia da cooperação técnica e financeira da União de forma a diminuir as desigualdades regionais. O novo Plano Nacional de Educação, ao definir a ampliação da oferta e da qualidade do ensino nas diversas etapas (o que é necessário), também deve garantir que as metas sejam acompanhadas do financiamento, para que os entes, sem distinção, disponham de iguais condições orçamentárias para assumir suas responsabilidades. Além disso, é preciso que a União participe efetivamente do financiamento da educação básica, tendo em vista a extinção da Desvinculação de Recursos da União (DRU) na área da educação a partir de Por fim, é necessária a realização de estudos sobre o custo-aluno pela União, para que as transferências a Estados e Municípios tenham como base critérios transparentes e objetivos, e mais próximos da necessidade e realidade vivenciada por esses entes. Além da assistência financeira, é importante que as metas do PNE sejam condizentes com as condições de atendimento das mesmas, pois, mesmo com o crescimento das matrículas em creche nos últimos 10 anos, as metas previstas no último plano, de atendimento de 50% da população de 0 a 3 anos em creches, não foram alcançadas. As matrículas em creche passaram de 653 mil em 2001 para 1,3 milhão em A taxa de atendimento da população de 0 a 3 anos cresceu 11 pontos percentuais em 10 anos, passando de 8,3% em 2001 para 19,3% em Na pré-escola, os Municípios alcançaram as metas do antigo PNE, pois, em 2001, 60,6% da população de 4 e 5 anos estavam matriculadas, passando para 81% em Isto é, a meta do antigo plano, de atender 80% da população de 4 e 5 anos foi cumprida. No entanto, a ampliação das creches continua sendo o grande desafio dos Municípios. Desde a criação do, os gestores municipais contam com menos recursos para aumentar a oferta dessa etapa de ensino. Desde 2007, em média 34,8% dos Municípios têm tido perdas no, em relação ao que contribuem com seus impostos. 2

3 Brasil Nº de Municípios que têm perdas de receita no % Nº de Municípios que ganham receitas no ,0% ,0% ,3% ,6% ,1% ,8% Além disso, os pesos de ponderação definidos no privilegiam o ensino médio, em detrimento da educação infantil, etapa mais cara de toda a educação básica. Pesos de ponderação, valor por aluno e Custo Creche Pre-escola Fundamental Médio Peso no 0,8 parcial 1,20 integral 1,0 parcial 1,30 integral 1,0 parcial 1,3 integral 1,20 parcial 1,30 integral Custo aluno/ano CAQI Custo aluno/mês CAQI Valor aluno/ano % Valor aluno/mês 4.365,22 363, ,32 169, ,65 251, ,72 194, ,39 243, ,42 198, ,56 229, ,66 211,39 Em razão das ponderações definidas no, o montante de recursos que Estados transferiam aos Municípios vem diminuindo. BRASIL Contribuição ao Fundo Receita com o Fundo Saldo (receita - contribuição) % perda/ganho Estados ( ) -27,0% Municípios ,1% Estados ( ) -24,8% Municípios ,0% Estados ( ) -23,4% Municípios ,6% 3. Preocupações dos Municípios O PL 8035/2010 causa preocupações aos Municípios, principalmente em relação ao cumprimento das metas referentes à educação infantil e à educação integral, face ao seu financiamento. Por isso, para os Municípios é necessário discutir o financiamento das metas do PNE, pois não há como conciliar as novas responsabilidades com os recursos recebidos do. As metas que causam preocupação aos Municípios se referem ao: Investimento necessário para atender 50% da população de 0 a 3 anos; 3

4 Custo para atendimento de 100% das crianças de 4 e 5 anos; Impacto da oferta da educação integral em 50% das escolas públicas municipais. De acordo com levantamento realizado pela CNM, apenas para alcance das metas de atendimento escolar da proposta do novo PNE o custo total será na ordem de R$ 52,5 bilhões. Como o não cobre todas as despesas, o investimento adicional dos Municípios gira em torno de R$ 17,6 bilhões. Custo Brasil Metas Custo Total Cobertura Investimento adicional Municípios Creches - atendimento de 50% 18,3 bilhões 8,4 bilhões (46%) 9,9 bilhões das crianças de 0-3 anos Pré-escola atendimento de 3,3 bilhões 2,6 bilhões (79%) 700 milhões 100% das crianças de 4 e 5 anos Educação Integral atendimento 30,9 bilhões 23,9 bilhões (77%) 7,0 bilhões de 50% das escolas TOTAL DO IMPACTO 52,5 bilhões 34,9 bilhões (66%) 17,6 bilhões UF 3.1 Impacto para ampliação da creche O Brasil possui 10,8 milhões de crianças de 0 a 3 anos. A meta do PNE é atender 50% dessa população, ou seja, 5,4 milhões de crianças. Como 2,0 milhões de crianças encontram-se matriculadas em creches (39% da população), a demanda para atender à meta do PNE é de 3,3 milhões de novos alunos em todo o país. O custo aluno/ano das creches gira em torno de R$ 3.201,29 (creche parcial) e de R$ 5.529,14 (creche integral), o que implica num custo total para ampliação das matrículas em creche de cerca de R$ 18,3 bilhões. O /2011, com um valor médio de R$ 1.623,46 (creche parcial) e R$ 2.435,19 (creche integral), cobre, em média, 46% dos custos. Assim, para garantir o atendimento de 50% da demanda, os Municípios teriam um investimento adicional de R$ 9,9 bilhões em 10 anos. Custo por UF das creches para atender 50% da população de 0 a 3 anos nº de crianças de 0 a 3 anos a serem matriculadas Custo total Cobertura do % de cobertura do Adicional dos Municípios AC ,7% AL ,7%

5 AM ,4% AP ,1% BA ,0% CE ,0% DF ,3% ES ,0% GO ,6% MA ,9% MG ,9% MS ,6% MT ,8% PA ,5% PB ,1% PE ,8% PI ,0% PR ,4% RJ ,0% RN ,1% RO ,2% RR ,5% RS ,9% SC ,3% SE ,2% SP ,1% TO ,5% Para atendimento dessa demanda 1, seria necessária a construção de 195 mil salas de atividade, com a contratação de 484,5 mil novos profissionais para atuar em creches (média de dois profissionais por turma, sendo um professor com 1/3 de horas-atividade decorrentes da Lei do Piso, e um assistente), sem contar com o pessoal técnico-administrativo. Com o piso salarial em torno de R$ 1.187,02 (acrescido 20% de vantagens, em média) em 2011, e o salário-mínimo de R$ 545,00, e considerando que pelo menos um profissional em cada sala de creche é professor, os investimentos nesses novos profissionais representariam um adicional na folha de pagamento em torno de R$ 8,2 bilhões ao ano. Desse total, R$ 6,5 bilhões se referem apenas ao pagamento dos professores. Em 2012, considerando o crescimento estimado do piso de 22,2%, o impacto para pagamento apenas dos novos professores será na ordem de R$ 8,1 bilhões (considerando o piso de R$ 1.450,86 acrescido de 20% de 1 Esse investimento leva em consideração a manutenção dos 43,0 mil estabelecimentos de creche e 121,7mil turmas existentes no país, que atenderam 2,0 milhões de alunos da creche, uma média de 17 alunos por turma. 5

6 vantagens). Com o pagamento do salário-mínimo aos assistentes, o impacto aumenta para R$ 10,0 bilhões. Pelo Proinfância foram atendidos, de 2007 a 2010, Municípios, com recursos para construção ou reforma de escolas de educação infantil. As escolas podem ser construídas para atender 120 ou 240 alunos, dependendo da jornada escolar e da demanda no Município. Nos últimos 4 anos, 74% dos Municípios que foram atendidos são de pequeno porte, com até habitantes. 3.2 Impacto para universalização da pré-escola O Brasil possui 5,8 milhões de crianças de 4 e 5 anos e a meta do novo PNE é atender 100% dessa população na pré-escola até Do total de crianças nessa faixa etária, 4,7 milhões encontram-se matriculadas (81% de atendimento), e a demanda a ser atendida é de 1,1 milhão de novos alunos. Como o custo aluno/ano da pré-escola gira em torno de R$ 2.389,28 (parcial) e de R$ 3.638,02 (integral), para atendimento da demanda da pré-escola será necessário um investimento total na ordem de R$ 3,3 bilhões. O /2011, com um valor médio de R$ 2.029,32 (pré-escola parcial) e R$ 2.639,12 (pré-escola integral), cobre, em média, os custos em 79%. Dessa forma, para garantir o atendimento de 100% da demanda em 5 anos, os Municípios teriam um investimento adicional de R$ 700 milhões. Custo por UF da Pré-escola para atender 100% da população de 4 e 5 anos nº de crianças de 4 a 5 anos a serem matriculadas Custo total Cobertura do % de cobertura do Adicional dos Municípios AC % AL % AM % AP % ( ) BA % CE % DF % ES % (66.112) GO % MA (7.621) ( ) ( ) 72% ( ) MG % MS % MT %

7 PA % PB % PE % PI % PR % RJ % RN % RO % RR % ( ) RS % SC % SE % SP % ( ) TO % BR % Impacto para oferta da educação integral em 50% das escolas públicas O Brasil possui 126,1 mil escolas municipais de educação básica, com um total de 21,9 milhões de alunos, e a meta do PNE é ofertar o ensino em tempo integral em 50% desses estabelecimentos (63 mil escolas). Considerando que mais de 8 mil escolas municipais já ofertam a educação integral, e que as creches já atingiram as metas do PNE (64% das matrículas já são na jornada integral), a demanda de atendimento é de 54,4 mil escolas, e um total de 9,1 milhões de alunos. Como o custo aluno/ano do ensino em tempo integral é em média R$ 3.388,82 (pré-escola, ensino fundamental e médio), o custo total para garantir a ampliação da jornada de ensino em 50% das escolas municipais é de R$ 30,9 bilhões. O /2011 cobre, em média, 77% desse custo, com um valor médio por aluno/ano de R$ 2.638,10 (pré-escola e ensino fundamental). Dessa forma, o investimento adicional dos Municípios necessário para atendimento das metas do PNE é na ordem de R$ 7 bilhões. Custo por UF para oferta de educação integral em 50% escolas públicas municipais UF Alunos a serem atendidos em tempo integral Custo total atendimento demanda Total recebido % cobertura Custo adicional Municípios AC % AL % AM %

8 AP % BA % CE % ES % GO % MA % MG % MS % MT % PA % PB % PE % PI % PR % RJ % RN % RO % RR % ( ) RS % SC % SE % SP % TO % Total % Reivindicações dos Municípios para atendimento das metas do PNE Para alcance das metas do PNE é preciso assegurar a articulação entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios por meio do efetivo regime de colaboração. Algumas das metas requerem grande investimento financeiro, e além de ampliar os desafios já enfrentados atualmente, geram impactos para a administração municipal. Portanto, é essencial a participação da União no financiamento da educação básica. Cabe à União prestar assistência técnica e financeira a todos os entes, em sua função supletiva, especialmente aos Municípios, quando no artigo 30 o mandamento constitucional assegura esse apoio na implantação de programas de educação infantil e de ensino fundamental. No entanto, o que se vê, na prática, é o aumento das responsabilidades dos entes municipais sem a devida correspondência de recursos para assumir tais encargos. No, por exemplo, a participação da União no Fundo é de apenas 10% da contribuição de Estados e Municípios. Assim, em 2011, enquanto a previsão é que os Estados coloquem no Fundo R$ 59,2 bilhões, Municípios R$ 28,8 8

9 bilhões, os recursos federais são na ordem de R$ 8,8 bilhões, montante bem inferior à contribuição dos outros entes. De acordo com a Constituição, Estados, DF e Municípios devem destinar 25% de suas receitas ações de manutenção e desenvolvimento do ensino, enquanto a União deve destinar 18%. Como a vinculação de recursos da União se dá principalmente para o ensino superior, o que tem acontecido é que os Municípios estão se esforçando cada vez mais, sozinhos, para atender a demanda de creches, pré-escolas e ensino fundamental. Por este motivo, o investimento dos Municípios na educação está bem acima do determinado constitucionalmente. Em 2009 a média do porcentual da receita municipal vinculada à educação foi de 29,1%. Diante desse contexto, a CNM apresentou 12 emendas ao projeto do novo PNE, subscritas pelo Deputado Federal Manoel Junior, que se referem à: Aumento da participação da União no financiamento da educação básica; Participação das entidades de representação dos Municípios no Fórum Nacional de Educação; Elaboração e adequação dos Planos de educação a partir das demandas específicas da população, da realidade local e da capacidade financeira para atendimento dos objetivos do Plano; Incentivo a oferta de vagas em creches filantrópicas, sem distinção dos pesos de ponderação; Incentivo a oferta de vagas em creches públicas, com a definição de pesos de ponderação baseados em estudos de custo-aluno; Assegurar o equilíbrio entre as etapas de ensino com a definição de pesos de ponderação que tenham como base estudos sobre o custoaluno; Participação das entidades de representação dos Municípios no Fórum de acompanhamento da atualização do piso do magistério; Ampliação do apoio federal para cumprimento da Lei do Piso do Magistério; Cumprimento pelos Estados da Lei /2003 referente à responsabilidade com o transporte escolar; Realização de estudos sobre o custo aluno do transporte escolar; Definição em lei da atualização anual dos valores per capita dos programas federais de educação. CNM Junho/2011 9

Política Nacional de Educação Infantil

Política Nacional de Educação Infantil Política Nacional de Educação Infantil (arquivo da Creche Carochinha) Junho/2012 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem

Leia mais

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde

INFORME SARGSUS. Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

Perfil dos Gastos Educacionais e o Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi) Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Perfil dos Gastos Educacionais e o Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi) Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Perfil dos Gastos Educacionais e o Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi) Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Missão do CAQi: Definir o padrão mínimo de qualidade,

Leia mais

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS: Repartição das responsabilidades entre União, Estados e Municípios; Vinculação de impostos; Definição de Manutenção e Desenvolvimento do

Leia mais

Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará

Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará IPECE Informe nº 38 Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará 1. INTRODUÇÃO O Neste documento serão analisados os aspectos educacionais da capital

Leia mais

Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches

Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches 15 Metas do PNE para a educação e os impactos no seu financiamento: o Fundeb e as matrículas nas creches 1. Competências de Estados e Municípios e os investimentos em educação no País O sistema educacional

Leia mais

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013.

FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME MINAS GERAIS Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ALINHAMENTO DOS PLANOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO AO PNE SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO

Leia mais

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL

O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho

Leia mais

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS

EVOLUÇÃO & PROGNÓSTICOS APRESENTAÇÃO POPULAÇÃO CARCERÁRIA BRASILEIRA O objetivo deste trabalho, elaborado pela Comissão de Monitoramento e Avaliação do DEPEN, é realizar um levantamento, de forma sucinta, sobre o quadro evolutivo

Leia mais

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308

4» Quadra escolar Maria Nascimento Paiva. 1» Centro de Artes e Esportes Unificados. 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308 1 2 8 1» Centro de Artes e Esportes Unificados Rio Branco AC 2» Unidade Básica de Saúde, Clínica da Família Quadra 308 Recanto das Emas DF 3» Creche Ipê Rosa Samambaia DF 4» Quadra escolar Maria Nascimento

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO NA AREA DA SAÚDE Porto Alegre, 01 de julho de 2011 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL LDB Nº 9394/96 É uma modalidade de ensino integrada às diferentes formas de educação,

Leia mais

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Quem ganha com a Guerra Fiscal? O país perde Porque grande parte dos incentivos é concedido a importações

Leia mais

Art. 208... O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de:

Art. 208... O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de: CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 208... O dever do Estado com a Educação será efetivado mediante a garantia de: VII -... programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência

Leia mais

HISTÓRICO DA LEI DO PISO E PROPOSTA DE ENCAMINHAMENTO Mariza Abreu Consultora em Educação 26.outubro.2015 Histórico da Lei do Piso Nacional do Magistério (I) Constituição Federal de 1988: Art. 206. O ensino

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE DIRETRIZES NACIONAIS PARA OS PLANOS DE CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE DIRETRIZES NACIONAIS PARA OS PLANOS DE CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE DIRETRIZES NACIONAIS PARA OS PLANOS DE CARREIRA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Estabelece as diretrizes nacionais para os planos de carreira dos profissionais

Leia mais

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007.

EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007. VA PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DE 4/10/2007, SEÇÃO 3, PÁG.. EDITAL SG/MPU N.º 27, DE 2 DE OUTUBRO DE 2007. Divulgar a distribuição de vagas do Concurso Público para provimento de cargos e formação

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Currículo Como experiências escolares

Leia mais

Aspectos Gerais sobre a Aplicação da Lei 11.738/08 a. Ericksen Prätzel Ellwanger Assessor jurídico da FECAM

Aspectos Gerais sobre a Aplicação da Lei 11.738/08 a. Ericksen Prätzel Ellwanger Assessor jurídico da FECAM Aspectos Gerais sobre a Aplicação da Lei 11.738/08 a partir da ADI 4167 Ericksen Prätzel Ellwanger Assessor jurídico da FECAM A Lei 11.738/2008 A Lei nº 11.738, de 17/7/2008, instituiu o piso salarial

Leia mais

EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM 2013. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação

EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM 2013. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO ENEM 2013 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Cartão de Confirmação de Inscrição Entregues: 99,98% UF Participantes Entregues AC 58.364 100,00% AL 122.356 99,00%

Leia mais

Brasília, agosto de 2012.

Brasília, agosto de 2012. Brasília, agosto de 2012. Contas de Governo Cap. 4 (Análise Setorial) Execução do gasto Orçamentário (OFSS + RPNP) Gasto tributário (renúncia de receita) Resultado da atuação governamental no exercício

Leia mais

Os Recursos Financeiros Destinados à. Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal

Os Recursos Financeiros Destinados à. Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal Os Recursos Financeiros Destinados à Educação nos Anos de 2009 e 2010 Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal Agosto de 2011 Contas de Governo - Capítulo 4 (Análise Setorial) Execução

Leia mais

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010. 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003

Objetivos. 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010. 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003 Objetivos 1. Fazer o diagnóstico das condições de saúde bucal da população brasileira em 2010 2. Traçar comparativo com a pesquisa SB Brasil 2003 3. Avaliar o impacto do Programa Brasil Sorridente 4. Planejar

Leia mais

Brasil Economia e Educação. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação

Brasil Economia e Educação. Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Brasil Economia e Educação Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Gini e PIB Per Capita 380 Gini e Pib Per Capita (1960 - base =100) 120 PIB Per Capita 330 280 230 180 1995 111,42 108,07 1992

Leia mais

II ENCONTRO NACIONAL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

II ENCONTRO NACIONAL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL Ministério da Saúde II ENCONTRO NACIONAL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL APLICAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO, DESAFIOS E POSSIBILIDADES Brasília, 25 de setembro de

Leia mais

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS

Pendências de Envio do Relatório de Gestão Municipal-2013 aos CMS INFORME SARGSUS Situação da Alimentação do Relatório de Gestão Ano 2013-2014 Informações sobre Plano e Programação Anual de Saúde 1 ESFERA MUNICIPAL 1.1 Relatório de Gestão Ano 2013 Até a presente data,

Leia mais

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa

Mortos e Acidentes por Unidade Federativa e Acidentes por Unidade Federativa - 2016 Data: 23/05/2017 FILTROS: Veículos: Todos, Caminhões, Ônibus Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Estados com maior número de mortes e acidentes - 2016 Este

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E SUAS 20 METAS. Palestra: Campo Grande MS 27.03.2015 MILTON CANUTO DE ALMEIDA Consultor Técnico em: Financiamento, Planejamento e Gestão da Educação, Plano de Carreira e Previdência

Leia mais

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE?

O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? O QUE É A LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE? Instrumento que permite o financiamento, por meio de incentivos fiscais, de projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. BASE LEGAL: Lei 11.438/06 -

Leia mais

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER

Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe. Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER Gestão de risco rural, Proagro, seguro rural e Fundo de Catástrofe Eustáquio Mesquita de Sant Ana Coordenador-Geral de Seguro Rural SPA/DEGER RR AP AM PA MA CE RN AC 90 s RO MT TO PI BA PB PE AL SE 80

Leia mais

Regulamentação do financiamento do SUS

Regulamentação do financiamento do SUS Regulamentação do financiamento do SUS Área Técnica em Saúde Área de Estudos Técnicos Brasília/DF Julho/2009 Estudo técnico sobre a proposta de regulamentação do financiamento do Sistema Único de Saúde

Leia mais

Plano Nacional de Educação 201? 202?: Desafios e Perspectivas. Fernando Mariano fmariano@senado.leg.br Consultoria Legislativa

Plano Nacional de Educação 201? 202?: Desafios e Perspectivas. Fernando Mariano fmariano@senado.leg.br Consultoria Legislativa Plano Nacional de Educação 201? 202?: Desafios e Perspectivas Fernando Mariano fmariano@senado.leg.br Consultoria Legislativa Panorama População com idade até 24 anos: 63 milhões Taxa de alfabetização:

Leia mais

FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos

FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos Seminário Internacional sobre Tributação Imobiliária FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos Maria Cristina Mac Dowell maria-macdowell.azevedo@fazenda.gov.br

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Acessos Quantidade de Acessos no Brasil Dividido por Tecnologia/Velocidade/UF UF Tecnologia Velocidade Quantidade de Acessos AC ATM 12 Mbps a 34Mbps 3 AC ATM 34 Mbps

Leia mais

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009

Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Regina Parizi Diretora Executiva MAIO/2009 Estrutura e Distribuição Geográfica Estrutura Estatutária A GEAP GEAP é administrada por por um um Conselho Deliberativo responsável pela pela definição da da

Leia mais

42ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Pacto pela Educação. Henrique Paim Secretário Executivo Ministério da Educação

42ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Pacto pela Educação. Henrique Paim Secretário Executivo Ministério da Educação 42ª Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Pacto pela Educação Henrique Paim Secretário Executivo Ministério da Educação Introdução Dívida Educacional Forte crescimento populacional

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL MÉDIO DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA Nível superior Cargo 1: Contador DF Brasília/Sede da Administração Central 35 1820 52,00 Nível médio Cargo 2: Agente Administrativo AC Rio Branco/Sede da SRTE 2 1496 748,00 Nível médio Cargo 2: Agente

Leia mais

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA

TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA TELESSAÚDE BRASIL REDES NA ATENÇÃO BÁSICA MANUAL INSTRUTIVO Sumário Introdução... 3 Atividades a serem desenvolvidas dentro

Leia mais

Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência)

Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência) Unidade Tipo de Serviço Análise da proposta Análise da proposta (em 15/10/2014, após diligência) MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA O movimento Constitucional; O processo de discussão que antecedeu a LDB nº9394/96; A concepção de Educação Básica e a universalização do

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos maio 2015 PANORAMA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS

Leia mais

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR

DEMANDA DE CANDIDATOS POR CARGO / UF NÍVEL SUPERIOR EM CARGOS DE E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO Administrador AC 1 14 14.00 Administrador AL 1 53 53.00 Administrador AP 1 18 18.00 Administrador BA 1 75 75.00 Administrador DF 17 990 58.24 Administrador MT 1 55

Leia mais

RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM

RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM RAIO X DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO ENEM CARMO, Erinaldo Ferreira 1 - UFPE OLIVEIRA, Érica Patrícia Barbosa de 2 - UFPE XIMENES, Lavinia de Melo e Silva 3 - UFPE SILVA, Fernanda Maria da 4 - UFPE BRANDÃO,

Leia mais

A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO

A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO COM BASE NA LEI Nº 11738 DO PISO NACIONAL NA SUA FORMA ORIGINAL

Leia mais

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS. DNIT www.dnit.gov.br DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E PESQUISA COORDENAÇÃO GERAL DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE INVESTIMENTOS BREVE HISTÓRICO SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS O SISTEMA DE GERÊNCIA DE PAVIMENTOS (SGP) É UM CONJUNTO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SEMINÁRIO SOBRE O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SEMINÁRIO SOBRE O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO SEMINÁRIO SOBRE O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RELATÓRIO O Conselho Nacional de Educação (CNE) realizou, em Brasília, nos dias 19 e 20 de maio de 2011, seminário sobre o PNE,

Leia mais

Educação no Brasil. Aloizio Mercadante. São Paulo, 30 de novembro de 2012

Educação no Brasil. Aloizio Mercadante. São Paulo, 30 de novembro de 2012 Educação no Brasil Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação São Paulo, 30 de novembro de 2012 Educação Infantil Taxas de atendimento Creches 36,3 23,6 9,4 12,2 Brasil Carinhoso: 2,8 milhões de

Leia mais

Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Educação. Novembro de 2015

Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Educação. Novembro de 2015 Audiência Pública Câmara dos Deputados Comissão de Educação Novembro de 2015 acesso móvel TV por assinatura telefone fixo banda larga fixa Panorama Setorial - Tradicional 44,1 milhões de assinantes 25,2

Leia mais

PNE: cenários e desafios. Daniel Cara, Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação

PNE: cenários e desafios. Daniel Cara, Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação PNE: cenários e desafios Daniel Cara, Coordenador Geral Campanha Nacional pelo Direito à Educação Padrões de mudanças socioeconômicas no Brasil: O problema é a lentidão. 325 300 275 250 225 200 175 150

Leia mais

RICARDO BERZOINI Ministro de Estado do Trabalho e Emprego Presidente do Conselho Curador do FGTS

RICARDO BERZOINI Ministro de Estado do Trabalho e Emprego Presidente do Conselho Curador do FGTS CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 460, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2004 Estabelece diretrizes para a aplicação dos recursos e a elaboração das propostas orçamentárias do FGTS,

Leia mais

Transporte Escolar nos Estados e no DF. Novembro/2011

Transporte Escolar nos Estados e no DF. Novembro/2011 Transporte Escolar nos Estados e no DF Novembro/2011 UFs onde existe terceirização total ou parcial (amostra de 16 UFs) AC AL AP AM DF GO MT MS PB PI RJ RN RO RR SE TO TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO

Leia mais

Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR

Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Oficina: GESTÃO DA ESTRUTURA E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR ADRIANA PIMENTEL MÜLLER FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Assessora de Relações

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate á Fome Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Programa Bolsa Família

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate á Fome Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Programa Bolsa Família Ministério do Desenvolvimento Social e Combate á Fome Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Programa Bolsa Família ENAP, 1 de abril de 2005 Criação do Bolsa Família Medida Provisória nº 132 de 20 de

Leia mais

Propostas do Governo para o ICMS

Propostas do Governo para o ICMS Propostas do Governo para o ICMS Audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal Brasília, 11 de março de 2013 Avaliação geral Proposta do Governo vai na direção correta em termos

Leia mais

acompanhar a situação das famílias vulneráveis planejar suas ações no território ofertar benefícios de forma transparente e republicana

acompanhar a situação das famílias vulneráveis planejar suas ações no território ofertar benefícios de forma transparente e republicana Proteção e Promoção Social no Brasil A proteção social básica e a promoção de oportunidades para as famílias em situação de pobreza têm hoje, como instrumento principal de gestão, o Cadastro Único. Mais

Leia mais

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015

MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 Situação da microcefalia no Brasil Até 21 de novembro, foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 160 municípios de nove

Leia mais

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil

ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil ESPORTE E UNIVERSIDADE: a reestruturação do esporte universitário no Brasil Wadson Ribeiro Secretário Nacional de Esporte Educacional Ministério do Esporte A DÉCADA DO ESPORTE BRASILEIRO Criação do Ministério

Leia mais

O que muda com a Lei Geral (para maiores informações acessar WWW.LEIGERAL.COM.BR)

O que muda com a Lei Geral (para maiores informações acessar WWW.LEIGERAL.COM.BR) O que muda com a Lei Geral (para maiores informações acessar WWW.LEIGERAL.COM.BR) Pontos Lei Geral Como é hoje 1 Alcance da Lei A lei do Simples está voltada para os tributos federais. Os sistemas de tributação

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Francisco das Chagas Fernandes (FNE/MEC) Introdução Desde a promulgação da Constituição Federal de Educação de 1988, o Brasil vivencia, do ponto de vista

Leia mais

ENCONTRO PARA A CONTINUIDADE DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO REGIONAL E COAP

ENCONTRO PARA A CONTINUIDADE DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO REGIONAL E COAP MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA Departamento de Articulação Interfederativa ENCONTRO PARA A CONTINUIDADE DO PROCESSO DE PLANEJAMENTO REGIONAL E COAP NORMAS E FLUXOS

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL (arquivo da Creche Carochinha) Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil é dever do Estado e direito de todos, sem qualquer

Leia mais

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS

DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS DIAGNÓSTICO DOS INVESTIMENTOS EM CULTURA NO BRASIL v. 1 Gastos públicos com cultura no Brasil: 1985-1995 Contrato de prestação de serviços que entre si celebram a União Federal, por intermédio da Secretaria

Leia mais

Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP

Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP UBS Elpidio Moreira Souza AC Quadra da Escola Municipal Érico de Souza, Águas Lindas GO UPA município de Ribeirão Pires SP UBS Clínica da Família,

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

Indenizações Pagas Quantidades

Indenizações Pagas Quantidades Natureza da Indenização Jan a Dez 2011 % Jan a Dez 2012 % Jan a Dez 2012 x Jan a Dez 2011 Morte 58.134 16% 60.752 12% 5% Invalidez Permanente 239.738 65% 352.495 69% 47% Despesas Médicas (DAMS) 68.484

Leia mais

Pesquisa. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

Pesquisa. Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Pesquisa A Implementação do PNEDH nas Diretrizes do Ensino Fundamental nos Municípios Brasileiros Instituição Executora: Coordenação Geral: Apoio: Gajop Gajop e Undime Secretaria de Direitos Humanos da

Leia mais

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS

POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO ESPECIALIZADA POLÍTICAS DE SAÚDE EM QUEIMADOS JUNHO - 2009 Diretrizes Tomando por base a necessidade de organizar à assistência

Leia mais

Perfil da dívidad. O que devem os Municípios: Não pagamento de contribuições previdenciárias. Autuação de débitos com interpretações equivocadas

Perfil da dívidad. O que devem os Municípios: Não pagamento de contribuições previdenciárias. Autuação de débitos com interpretações equivocadas Perfil da dívidad O que devem os Municípios: Não pagamento de contribuições previdenciárias Autuação de débitos com interpretações equivocadas Período de autuação de 10 anos Quanto é esta dívida? d R$

Leia mais

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015

Carga Tributária dos Combustíveis por Estado. Referência: Junho/2015 Carga Tributária dos Combustíveis por Estado Referência: Junho/2015 Pontos importantes da Lei 12.741/2012 para a revenda de combustíveis Art. 1º Emitidos por ocasião da venda ao consumidor de mercadorias

Leia mais

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR 2012. Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág.

ÍNDICE RELATÓRIO SIOR 2012. Pág. 02 NOTÍCIAS 2011/2012. Pág. 03 ANÁLISE DAS DEMANDAS. Pág. 04 GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO. Pág. RELATÓRIO SIOR 2012 ÍNDICE NOTÍCIAS 2011/2012 ANÁLISE DAS DEMANDAS GRÁFICO DE DEMANDAS POR ESTADO TEMPO DE ATENDIMENTO DEMANDAS CONSIDERADAS PROCEDENTES MAPA DAS PRINCIPAIS DEMANDAS CONSIDERADAS PROCEDENTES

Leia mais

Espírito Santo Governador Renato Casagrande

Espírito Santo Governador Renato Casagrande Espírito Santo Governador Renato Casagrande Parte I O Comércio Internacional no Espírito Santo Parte II Ranking Federativo Parte III Propostas Comércio Internacional no Espírito Santo Ranking Nacional

Leia mais

CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O HPV - 2016

CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O HPV - 2016 CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O HPV - 2016 Sobre o HPV Vírus muito disseminado, transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas Mais de 200 tipos de HPV sendo 13 oncogênicos Os HPV tipos

Leia mais

Tratamento de resíduos. Estimativas Emissões GEE 1970-2013

Tratamento de resíduos. Estimativas Emissões GEE 1970-2013 Tratamento de resíduos Estimativas Emissões GEE 1970-2013 Resíduos Estimativas Emissões GEE 1970-2013 Equipe Técnica - Igor Reis de Albuquerque - Andrea Manetti Entidades e Pessoas que Colaboraram - ICLEI

Leia mais

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília

Apresentação do IDConselho Municipal. Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília Apresentação do IDConselho Municipal Apresentação elaborada pela Coordenação Geral de Vigilância Socioassistencial CGVIS Brasília 5.366 Conselhos Municipais que preencheram o Censo SUAS 2014 Dinâmica de

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO 8º CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NOS CARGOS DE ANALISTA E DE TÉCNICO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO Cargo 1: Analista do MPU Área de Atividade: Apoio Técnico-Administrativo Especialidade: Arquivologia Distrito Federal / DF 596 4 149,00 Especialidade: Biblioteconomia Acre / AC 147 1 147,00 Especialidade:

Leia mais

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE:

CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Lista de Siglas do Pa CAF: CONTAG: CPR: FETRAF: NPT: ONG: PNCF: SAC: SAT: SIB: SIC: SQD: UTE: Boletim Ano VI - Edição nº 2/211 Boletim Ano VI - Edição nº 1 / 211 Painel de Indicador Nº 2/215 Técnicos Responsáv

Leia mais

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA.

Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA. Departamento de Engenharia de Saúde Pública/CGEAR LICENCIAMENTO AMBIENTAL NAS OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DA FUNASA Brasília 2005 O Licenciamento Ambiental nasceu de uma exigência social, fruto de uma

Leia mais

Manual do Usuário para o RDQ Versão 2

Manual do Usuário para o RDQ Versão 2 Ministério da Saúde Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa Departamento de Articulação Interfederativa Manual do Usuário para o RDQ Versão 2 Brasília DF Maio de 2014 3 ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014 ESTUDO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ATRIBUIÇÕES E PRAZOS INTERMEDIÁRIOS DA LEI Nº 13.005, DE 2014 Ana Valeska Amaral Gomes Paulo Sena Consultores Legislativos da Área XV Educação, Cultura e Desporto Nota

Leia mais

A agenda que está na mesa: A agenda do ICMS e do PIS-Cofins

A agenda que está na mesa: A agenda do ICMS e do PIS-Cofins A agenda que está na mesa: A agenda do ICMS e do PIS-Cofins Fórum Estadão Brasil Competitivo Bernard Appy outubro de 2012 Relevância da agenda PIS e Cofins ICMS Relevância da agenda PIS e Cofins ICMS Relevância

Leia mais

PNE: análise crítica das metas

PNE: análise crítica das metas PNE: análise crítica das metas Profa. Dra. Gilda Cardoso de Araujo Universidade Federal do Espírito Santo Ciclo de Palestras do Centro de Educação 2015 Metas do PNE Contexto Foram 1.288 dias de tramitação,

Leia mais

OS POSSÍVEIS EFEITOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 683/2015

OS POSSÍVEIS EFEITOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 683/2015 OS POSSÍVEIS EFEITOS DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 683/2015 SÓCRATES ARANTES TEIXEIRA FILHO Consultor Legislativo da Área IV Finanças Públicas AGOSTO/2015 Sócrates Arantes Teixeira Filho 2 SUMÁRIO 1. Introdução...

Leia mais

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL

TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL TRANSPORTE ESCOLAR PROGRAMAS DE APOIO DO GOVERNO FEDERAL PAULO DE SENA MARTINS Consultor Legislativo da Área XV Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia MAIO/2008 Paulo de Sena Martins 2 2008

Leia mais

Plano Nacional de Educação: uma dívida histórica do Estado brasileiro

Plano Nacional de Educação: uma dívida histórica do Estado brasileiro Plano Nacional de Educação: uma dívida histórica do Estado brasileiro A Associação Nacional de Política e Administração da Educação ANPAE, fundada em 1961 1, é uma associação civil de caráter educativo,

Leia mais

Educação baseada em evidências

Educação baseada em evidências Educação baseada em evidências Textos para discussão Resultados do ENEM 2013 Texto 2015-01 Abril 2015 APRESENTAÇÃO Textos para discussão do apresentam dados, análise e evidências para informar o público

Leia mais

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade

Agência Nacional de Telecomunicações. Entidade Aferidora da Qualidade Agência Nacional de Telecomunicações Entidade Aferidora da Qualidade Qualidade da Banda Larga Publicação de Indicadores (julho/2015) Medição Banda Larga Fixa (SCM) Para a medição da banda larga fixa (SCM)

Leia mais

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012.

De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. De janeiro a junho de 2013 as indenizações pagas pelo Seguro DPVAT registraram crescimento de 38% ante mesmo período de 2012. Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria das indenizações pagas

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte. discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores. Deputados, estamos no período em que se comemoram os

O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte. discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores. Deputados, estamos no período em que se comemoram os O Sr. ÁTILA LIRA (PSB-OI) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, estamos no período em que se comemoram os vinte anos de promulgação da Constituição Cidadã de

Leia mais

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo

População residente, por situação do domicílio Brasil, 2000 Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 Resultados do Universo Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 3o Bimestre 5o ano Geografia Data: / / Nível: Escola: Nome: 1. Leia os dados e o gráfico do censo do

Leia mais

FÓRUM PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

FÓRUM PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE FÓRUM PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Santa Catarina - 20 de Novembro de 2010 IMPORTÂNCIA DA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS As MPEs correspondem à 98,81%* (CNE/IBGE 2009) das empresas

Leia mais

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO

LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO Maria da Piedade Morais 1º Seminário Franco-Brasileiro sobre Saúde Ambiental Brasília, 28 de junho de 2011 Objetivos

Leia mais

O ato elaborar planos não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes. PLANEJAR PARA QUEM? PARA O OUTRO (ALUNO)

O ato elaborar planos não diz respeito a decisões futuras, mas às implicações futuras de decisões presentes. PLANEJAR PARA QUEM? PARA O OUTRO (ALUNO) Efetivação das Políticas Educacionais Pós-Publicação dos Pls de Educação Explicitar como o consenso na construção em torno de uma política de educação para o decênio de forma ativa e participativa, constituído

Leia mais

Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar. Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos

Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar. Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos Desenvolvimento e Oportunidades da Agricultura Familiar Marco Antonio Viana Leite Diretor PAC e Mais Alimentos Agricultura Familiar no Mundo São 500 milhões de estabelecimentos da agricultura familiar

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS

AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS AUDIÊNCIA PÚBLICA: O ENVELHECIMENTO E A QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS BRASÍLIA, Julho de 2014 1 Proteção Social entre os Idosos (pessoas com 60 anos ou mais de idade) - Brasil 2 Cobertura Social entre os

Leia mais

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO

PROCESSO ORÇAMENTÁRIO PROCESSO ORÇAMENTÁRIO Consultor de Orçamento: Ricardo Volpe E mail: ricardo.volpe@camara.gov.br PROCESSO ORÇAMENTÁRIO SOCIEDADE E GOVERNO ASPECTO POLÍTICO E LEGAL ASPECTO ECONÔMICO E FISCAL ASPECTO ADMINISTRATIVO

Leia mais

A Organização Federativa e a Política Pública em Educação. Junho de 2013

A Organização Federativa e a Política Pública em Educação. Junho de 2013 A Organização Federativa e a Política Pública em Educação Junho de 2013 O Brasil é uma República Federativa. Os entes federados são autônomos:. A eles cabe exercer as diversas funções de governo, no âmbito

Leia mais

PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO ABRAPP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO ABRAPP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Aprovado na 135ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, em 18 de dezembro de 2012 1 PLANO BÁSICO DE ORGANIZAÇÃO ABRAPP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Aprovado

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 Solicitação de Trabalho nº 252/2014 CONOF Solicitante: Deputado Pauderney Avelino ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 ASPECTOS ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS SOBRE A INCLUSÃO DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR COMO DESPESA DE MANUTENÇÃO

Leia mais