O COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE ALGUMAS COMMODITIES (CAFÉ, SOJA, AÇÚCAR E SUCO DE LARANJA)

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1 O COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DE ALGUMAS COMMODITIES (CAFÉ, SOJA, AÇÚCAR E SUCO DE LARANJA) Ricardo Dalla Costa 1 RESUMO O presente artigo vem analisar o nível de preço e produtividade, tecnologia, comercialização e competitividade das commodities café, soja, açúcar e suco de laranja no mercado internacional. Partindo da hipótese que o preço das quatro commodities tendem a decrescer nos próximos anos seja pela razão do excesso do estoque mundial ou por dificuldades aduaneiras ditada pelo protecionismo de algumas nações. Palavras Chaves: Commodities; preço; quantidade. INTRODUÇÃO O presente artigo visa a considerar o preço de mercado de quatro produtos agrícolas específicos, como o café, a soja, o açúcar e o suco de laranja. Dessa forma, será apresentado nesta seqüência respectiva uma análise de comparação e a verificação da hipótese de que as quatro commodities tendem a cair a partir de Análise de tabelas e gráficos ilustram o desenrolar deste trabalho de forma a facilitar a interpretação. CAFÉ Com a queda no preço do café no mercado internacional, ou seja, os baixos preços do café, 40% menores do que no ano passado, levou representantes brasileiros do setor a liderar um audacioso plano internacional de retenção do produto, visando uma melhora, ainda não verificada, dos preços no mercado mundial (VILLELA, 2001). 1 Mestrando em Teoria Econômica pela UEM (Jan/2003).

2 2 A retenção do café para evitar queda nos preços faz lembrar a queima do café na década de 30, por motivos de retenção do produto por causa do excesso mundial e queda nos preços, além da recessão mundial devido a crise mundial de Porém, a meta é reter 20% do total das exportações de cada um dos países produtores, membros ou não da Associação dos Países Produtores de Café (APPC) (id). Para obter uma visão da redução do preço, os países que importam café aumentaram seus estoques em 10%, sendo os Estados Unidos em 70%. Desse modo, existe um excesso de produto no mercado, fazendo com que o preço baixe. Considerando que a safra de café mundial em 2001 foi por volta de 118 milhões de sacas, isso explica uma oferta muito grande do produto. No caso do Brasil, a implantação de tecnologias, como por exemplo, o uso de fertilizantes, adubos e defensivos aliados ao sistema de plantio adensado, promove um aumento de 8,6 sacas/ha no período de 1995 a 1991 para 15,7 sacas/ha em 1998, ou seja, a tecnologia fez um aumento de 82,6% na produção nacional. Ainda, a tecnologia adequada é ditada em dólares e com a desvalorização do real os insumos tornam-se mais caros e a previsão das áreas plantadas será uma redução entre 10% e 15%. Juntando tudo, os custos tornam-se inviáveis e os produtores tendem a diversificar a produção, substituindo o café por outras culturas, como o milho, soja e até mesmo por frutas. A Tabela 1 mostra a série de preços em milhões de dólares e quantidades produzidas da commoditie café de 1990 a 2002, e a Tabela 2 a quantidade produzida em 1000 toneladas no período de 1991 a A Tabela 2 também mostra o principais produtores de café, que são os Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. O Paraná já foi grande produtor de café, porém sua vocação atualmente está na soja. Os principais mercados internacionais são os Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão.

3 Exportações - setor: café - (FOB) - Mensal - US$(milhões) TABELA 1 SÉRIE PREÇO DA COMMODITIE CAFÉ ( ) Fonte: IPEADATA; FUNCEX

4 TABELA 2 SALDO COMERCIAL DO CAFÉ

5 Com os dados da Tabela 1 foi feito a média aritmética dos meses pertencentes aos respectivos anos, chegando ao preço médio mostrado na Tabela 3 conjuntamente com a quantidade produzida mostrada na Tabela 2. TABELA 3 CAFÉ: PREÇO, QUANTIDADE E VARIAÇÃO Ano Preço Méd Var (%) Qtde. Var (%) Fonte: Elaboração própria a partir dos dados do IPEA-DATA; FUNCEX; IBGE; SECEX/MDIC Assim, o Gráfico 1 ilustra a relação do preço no período de 1990 a 2002 GRÁFICO 1 EVOLUÇÃO DO PREÇO DO CAFÉ Preço - US$ (milhões) Anos Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 3 Ainda assim observa-se que após a abertura comercial, os preços tiveram uma oscilação com tendência de alta até 1997, que é o preço mais alto da série. Porém, de 1997 a 2002, a série apresenta tendência de queda, sendo a média de 2002 inferior a de O Gráfico 2 ilustra a relação da quantidade no período de 1991 a 2000, com tendência de queda da produção até 1997 quando então inverte a trajetória.

6 6 GRÁFICO 2 EVOLUÇÃO DA QUANTIDADE PRODUZIDA DO CAFÉ Quantidade (1000 t) Anos Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 3 O Gráfico 3 ilustra a variação percentual do preço do café de 1990/91 a 2000/02 e a variação da quantidade referente ao período 1991/92 a 1998/1999. GRÁFICO 3 VARIAÇÃO PERCENTUAL DO PREÇO E DA QUANTIDADE DE CAFÉ Variação % do Preço Variação % da Qtde. Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 3 A Tabela 4 ilustra a cotação do café na Bolsa de Nova Iorque referente aos anos 2001 e 2002, comprovando mais uma vez uma queda no preço internacional do café.

7 7 Soja em grãos * US$ cents/bushel TABELA 4 COMMODITIES Açúcar ** US$ cents/lbs-peso Café em grãos ** US$ cents/lbs-peso Suco de laranja ** US$ cents/lbs-peso JAN/01 480,51 10,11 66,34 77,37 JAN/02 435,57 7,43 47,78 88,49 Nota: * Bolsa de Chicago ; ** Bolsa de Nova Iorque. Fonte: Suma Econômica, p. 39, Sendo assim,a hipótese de que o preço da commoditie café tende a cair nos próximos anos é confirmada, isto é, em 1997 o preço começa a cair e a produção a aumentar. SOJA O Mercado da soja é muito animador para o produtor brasileiro, principalmente quando a produção americana cai. A previsão de 48 milhões de toneladas de soja brasileira é diagnosticada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para safra 2002/03. Com a desvalorização do real, o mercado externo é um atrativo muito importante para a economia brasileira, mas por outro lado, o preço dos insumos ficam mais caros, uma vez que são cotados em dólar. Com o desempenho e expectativa em alta, os produtores de soja estão otimistas. Um bom exemplo é o Grupo Maggi, que com aplicação de tecnologia em insumos obteve uma produtividade mais alta do Brasil, cerca de 57 sacas/ha 2. Desse modo, a estimativa para a exportação da soja é por volta de US$ 5 bilhões o que vem a contribuir com um superavit na Balança Comercial. Contudo, não podemos esquecer que a média nacional é de 39,7 saca/ha chegando até 50 sacas/ha no cerrado usando insumos apropriados. Com os dados da Tabela 5 observa-se que a produção está nos Estados de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. Já os países consumidores em grãos são os Países Baixos, Espanha, Alemanha. Para o Farelo, Países Baixos, França, Alemanha e Espanha. Para o Óleo, o Irã e a China. 2 Sacas por hectare.

8 TABELA 5 SALDO COMERCIAL DA SOJA

9 Após a abertura comercial, os dois primeiros anos o preço da commoditie soja teve queda para depois seguir uma trajetória de aumento, até 1996, quando então volta a seguir a trajetória de queda. A Tabela 6 exibe a série visualizada nos Gráficos 4 e 5. TABELA 6 SOJA: PREÇO, QUANTIDADE E VARIAÇÃO Commodities - soja em grão Preço / tonelada métrica - EUA - Anual - US$ Ano Preço Var (%) Qtde. Var (%) Fonte: Elaboração própria a partir dos dados: IPEADATA; IFS; CECEX/MDIC; CONAMA O Gráfico 4 mostra uma tendência de alta dos preços até 1996 para depois seguir uma trajetória de queda. GRÁFICO 4 EVOLUÇÃO DO PREÇO DA SOJA Preço US$ (Anual) Anos Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 6 O Gráfico 5 mostra a tendência de aumento da produção a partir da abertura comercial.

10 10 GRÁFICO 5 EVOLUÇÃO DA QUANTIDADE PRODUZIDA DA SOJA Quantidade (1000 t) Anos Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 6 O Gráfico 6 mostra a relação entre a variação percentual da quantidade produzida e a variação percentual dos preços. GRÁFICO 6 VARIAÇÃO PERCENTUAL DO PREÇO E QUANTIDADE DA SOJA Variação % do Preço Variação % da Qtde. Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 6 A Tabela 4 ilustra a cotação da soja na Bolsa de Chicago referente aos anos 2001 e 2002, comprovando mais uma vez uma queda no preço internacional da soja. Logo, com o aumento da produção após a abertura comercial e uma seqüência de queda nos preços a partir de 1997, a hipótese de que o preço da commoditie soja tenha uma trajetória de queda para os próximos anos é confirmada.

11 AÇÚCAR O mercado do açúcar vem crescendo consideravelmente, principalmente depois da abertura comercial. Porém, não se pode esquecer da enorme influência da cana-de-açúcar com nosso potencial energético, principalmente como combustível. O álcool produzido pelas usinas abastece o mercado nacional onde já manteve cerca de 90% da frota nacional de automóveis com esse combustível. A Tabela 7 fornece a série de dados de 1990 a 2002 e a Tabela 8, pode-se observar a exportação em mil toneladas entre 1991 a Dentre os grandes produtores, destaca-se os Estados de São Paulo, Alagoas e Paraná e as principais nações compradoras são a Rússia, os Emirados Árabes Unidos, Irã, Arábia Saudita e Marrocos. A Tabela 9 é a média dos preços anuais da série da Tabela 7 conjuntamente com os dados da quantidade em 1000 toneladas fornecido pela Tabela 8 e a variação do preço e quantidade do açúcar.

12 Exportações - setor: açúcar - (FOB) - Mensal - US$(milhões) TABELA 7 SÉRIE PREÇO DA COMMODITIE AÇÚCAR ( ) Fonte: IPEADATA; FUNCEX

13 TABELA 8 - SALDO COMERCIAL DA CANA-DE-AÇUCAR

14 A TABELA 9 - AÇÚCAR: PREÇO, QUANTIDADE E VARIAÇÃO Ano Preço Méd Var (%) Qtde. Var (%) Fonte: Elaboração própria a partir dos dados: IPEA-DATA; FUNCEX; IBGE; SECEX/MDIC comercial. Pelo Gráfico 7 é visível a tendência de alta nos preços desde a abertura GRÁFICO 7 EVOLUÇÃO DO PREÇO DO AÇÚCAR Preço - US$ (milhões) Anos Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 9 ano de Pelo Gráfico 8, a tendência de alta na produção é verificada, exceto pelo

15 15 GRÁFICO 8 EVOLUÇÃO DA QUANTIDADE PRODUZIDA DE AÇÚCAR Quantidade (1000 t) Anos Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 9 açúcar. O Gráfico 9 mostra a variação percentual do preço e da quantidade de GRÁFICO 9 VARIAÇÃO PERCENTUAL DO PREÇO E DA QUANTIDADE Variação % do Preço Variação % da Qtde. Fonte: Elaboração própria a partir dos dados da Tabela 9 A Tabela 4 ilustra a cotação da soja na Bolsa de Nova Iorque referente aos anos 2001 e 2002, mostrando uma queda no preço internacional do açúcar. Contudo, o estudo mostra uma posição contrária a hipótese inicial e a Tabela 4. O preço da commoditie açúcar não mostra uma trajetória de queda para os próximos anos, e sim, o inverso.

16 16 SUCO DE LARANJA Com grande destaque nos agronegócios brasileiros, o suco de laranja tem a maior fatia do mercado internacional. Isso por um lado vem a incomodar o Estados Unidos, que com geadas vê-se obrigado a importar do Brasil. A boa qualidade do suco brasileiro faz com que muitos países como a Holanda, Bélgica e os Estados Unidos 3 importem sucos brasileiros e reprocessem, misturam e embalam com outros sucos e reexportam, tirando nossos mercados. O Gráfico 10 mostra a liderança brasileira na produção do suco de laranja. GRÁFICO 10 BRASIL LIDERANÇA NA PRODUÇÃO 1% 2% 2% 56% 39% Legenda: Itália (1%); México (2%); Espanha (2%); EUA (36%); Brasil (52%) Fonte: BOTEON (2000) O mercado para suco de laranja é caracterizado sob três tipos, como o suco concentrado congelado, o suco integral pasteurizado e o suco fresco natural. Interessante análise é feita no artigo do BNDES (1996) e no Gráfico 11, onde nos últimos cinco anos, o custo de industrialização do suco brasileiro vem apresentando crescimento devido aos maiores custos de colheitas e transporte, implicando um aumento da ordem de 12,5% por tonelada de suco. Ainda assim, o custo por caixa brasileiro continua inferior ao norteamericano. Isto é importante na medida em que o suco de laranja, apesar as diferenciações de produto, é uma commodity, e a competição se dá via preço.

17 17 GRÁFICO 11 US$ POR CAIXA DE LARANJA PARA PROCESSAMENTO Fonte: BNDES (1996) Porém de 1988 a 1990 os preços internacionais do suco estiveram em alta, com um preço por caixa pago ao produtor. A partir de 1991, os preços internacionais entraram em queda, o que provocou um crescente endividamento dos produtores junto a indústria, causando insatisfação em relação ao contrato de vigência (id). Isto é observado no Gráfico 12. GRÁFICO 12 PREÇOS INTERNACIONAIS VERSUS CONTRATOS DE PARTICIPAÇÃO Fonte: BNDES (1996) Mas, para os anos posteriores, o Mercado Futuro de Suco de Laranja Concentrado vem demonstrando queda nos preços em virtude do aumento da safra americana e a espanhola, embora o Brasil ainda tenha a maior participação mundial. Porém, ao se observar o histórico do preço do suco concentrado na 3 As importações americanas de suco de laranja são denominadas de FCOJ.

18 18 Bolsa de Nova Iorque, vê-se claramente que existe uma redução nesses preços, de forma mais acentuada a partir de 1993 (gráfico 1). (MEDEIROS, 2002) De acordo com o Gráfico 13 (que é o Gráfico 1 da citação acima), pode-se observar que com a abertura comercial em 1990, não foi possível mudar a trajetória de tendência de queda dos preços da commoditie suco de laranja. Segundo CARRER (2002), o câmbio favorável às exportações não está ajudando a ampliar as vendas de suco concentrado de laranja para o exterior Contudo, a Tabela 4 apresenta um aumento de preço de janeiro de 2001 para 2002 na cotação da Bolsa de Nova Iorque. GRÁFICO 13 TENDÊNCIA DE QUEDA NO PREÇO DO SUCO DE LARANJA Gráf. 1 - Evolução dos preços do suco de laranja concentrado. Bolsa de Nova Iorque. 1980/ , ,00 US$ / t (media anual) 2.000, , ,00 500,00 y = -37,653x , preço Linear (preço) Fonte: MEDEIROS (2002) Analisando a Tabela 10 pode-se observar uma aumento das exportações de 1991 a 2000, com exceção de Assim, o maior incentivo a cultura da laranja e conseqüente produção do suco, é o fenômeno concorrencial em outros países.

19 19 Os principais Estados produtores são o São Paulo, Bahia, Sergipe e Minas Gerais. Os mercados internacionais de maior destaque são Países Baixos, Bélgica, Luxemburgo, Estados Unidos, Japão e República da Coréia. Na Balança comercial do suco de laranja, as importações são desprezíveis se comparadas com as exportações, demonstrando mais uma vez outro potencial da agricultura brasileira.

20 TABELA 10 - SALDO COMERCIAL DA LARANJA E SUCO DE LARANJA

21 CONCLUSÃO O estudo deste artigo mostrou a capacidade e potencialidade brasileira com suas commodities. Mesmo com pressões de países desenvolvidos e com uma política voltada de subsídios e refinamento (mistura) do suco de laranja para reexportação, os produtores nacionais investem na produção e tecnologia. Contudo, como colocado na hipótese inicial que as quatro commodities tenderiam a ter queda nos preços a partir dos próximos anos, segundo as séries verificadas conclui-se que o preço do café tende a cair é confirmado, isto é verificado a partir de Para a soja, com o aumento da produção após a abertura comercial e uma seqüência de queda nos preços a partir de 1997, o preço apresenta uma trajetória de queda para os próximos anos. A hipótese inicial não é verificada no caso do preço do açúcar onde mostra uma trajetória de alta para os próximos anos. Para o suco de laranja, pois segundo CARRER (2002), As exportações neste ano safra deverão somar 1,1 milhão de toneladas, volume que vem se repetindo há alguns anos. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus), Ademerval Garcia, o Brasil tem avançado pouco na conquista de novos mercados e sofre forte concorrência em mercados tradicionais, como dos Estados Unidos e Europa. /.../ O México e a Costa Rica, principalmente, vêm ganhando espaço nas exportações e concorrem com o Brasil, o maior produtor mundial, com 50% de todo o suco produzido no mundo. Novamente, a hipótese inicial deste artigo vem a confirmar uma tendência de queda no preço da commoditie suco de laranja em virtude de novos produtores. Como solução, uma política voltada eficientemente para defender os interesses nacionais diante as economias que sobrevivem de subsídios governamentais na qual impedem uma justa competição, talvez o Brasil tenha êxito em impor algo semelhante. Porém o problema será verificado nas dificuldades em sustentar preços mais altos a partir de 2003 levando em conta o aumento da produção, com exceção da commoditie açúcar. Uma outra solução é a busca de novos mercados, a sua manutenção e credibilidade (como a China que aumentou a importação de suco de laranja em

22 % a partir de 2000) onde a produção será absorvida rapidamente e o preço tende a aumentar. Ainda assim, um planejamento de redução das barreiras protecionistas com alguns países importadores, faz parte de uma estratégia para o novo Ministro da Agricultura.

23 23 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES, 1996). Acesso em 11/01/2003. BOTEON, Margarete. Aumento da produção Mundial de Suco. Acesso em 10/01/2003. Cai a produção americana de soja. Suma Econômica. P Set Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB, 2002) Acesso em 10/11/2002. CARRER, Nelson Júnior. Suco de laranja mantém média de exportações. Disponível em: Acesso em 12/01/2003. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA. 2002b). Disponível em: Acesso em 07/01/2003. MEDEIROS, Natalino H. O Mercado de Suco Concentrado de Laranja e os Agronegócios Brasileiros. In: TEXTO PARA DISCUSSÃO SEMINÁRIO DAS QUINTAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA, 28, UEM: Maringá, VILLELA, Gláucio. Derriça Global. Panorama Rural. Ano II, n. 27, p mai 2001.

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