Proposta de RDC para Banco de Tecidos. Gerência de Tecidos, Células e Órgãos GETOR/GGSTO/ANVISA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Proposta de RDC para Banco de Tecidos. Gerência de Tecidos, Células e Órgãos GETOR/GGSTO/ANVISA"

Transcrição

1 Proposta de RDC para Banco de Tecidos Gerência de Tecidos, Células e Órgãos GETOR/GGSTO/ANVISA

2 Portaria de iniciativa n /2010; Composição do Grupo de Trabalho: GGSTO, GGTES, UBHEM; VISA municipal de Curitiba e Campinas; Sistema Nacional de Transplantes SNT/MS; Banco de Pele do HC/SP; Banco de Tecidos Musculoesqueléticos do HC/SP; Banco de Tecidos Oculares do Hosp. João XXIII/BH; Banco de Valvas Cardíacas da PUC/Curitiba; Banco Multitecidos Cetebio/BH; Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos ABTO; Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IPEN.

3 Foram realizadas: 5 reuniões presenciais com o GT; 1 foneconferência com colaboradora da Austrália; aproximadamente 15 reuniões internas na GGSTO; além de contato permanente com o GT por /telefone.

4 Por que construir essa norma? Facilitar o processo regulatório (todos os requisitos técnicos para bancos em um só lugar, e não mais uma norma para cada banco); Agregar conceitos e requisitos de gestão da qualidade e boas práticas; Norma mais moderna, não é mais um manual, o que torna o período de revisão mais amplo e impede que a norma se torne obsoleta em pouco tempo; O banco é o responsável por seus processos, devendo validar e qualificar suas atividades e seus recursos humanos.

5 Essa RDC irá revogar: RDC 67/2008 Bancos de Tecidos Oculares RDC 220/2006 Bancos de Tecidos Musculoesqueléticos e Pele Essa RDC preenche a lacuna regulatória para: Bancos de Valvas Cardíacas Bancos de Membrana Amniótica Bancos de Vasos Bancos Multitecidos Outros que venham a ser criados

6 Objetivo da norma: estabelecer requisitos técnico-sanitários mínimos para o funcionamento dos Bancos de Tecidos, visando a segurança e a qualidade dos tecidos que são fornecidos para uso terapêutico.

7 Principais mudanças: Norma é válida para bancos que manipulam um ou mais tipos de tecidos; Banco somente deve disponibilizar tecidos que estejam de acordo com as Boas Práticas; Inclusão dos termos sistema de gestão da qualidade, garantia da qualidade, controle de qualidade, manual da qualidade, gestão de documentos, instruções ou procedimentos escritos, recall, controle de mudanças, boas práticas, plano mestre de validação, qualificação, validação, lote, entre outros; O banco deve emitir um certificado de qualificação para cada lote de tecido.

8 Principais mudanças: Pessoal: Não há mais a obrigatoriedade de Responsável Técnico médico; Necessidade de programa de capacitação inicial básica e periódica; Especificação clara das funções e responsabilidades do: Responsável Legal; Responsável Técnico; Responsável Técnico Substituto; Médico para aconselhamento e supervisão das atividades médicas; Profissional de nível superior da área da saúde e/ou biológica responsável pelo processamento dos tecidos; Profissional de nível superior responsável por estabelecer, implementar e manter o Sistema de Gestão da Qualidade; Profissional de nível superior da área da saúde e/ou biológica responsável pelo controle de qualidade dos tecidos e processos.

9 Principais mudanças: Processamento de tecidos deve ocorrer em ambiente com classificação ISO 5 (em operação) circundado por ambiente ISO 8 (em operação), o que torna a norma mais exigente para os Bancos de Tecidos Oculares e menos exigente para os Bancos de Tecidos Musculoesqueléticos e Pele; Exigência de vestiário de barreira e antecâmara para todos os bancos, o que torna a norma mais exigente para os Bancos de Tecidos Oculares.

10 Principais mudanças: O banco deve estabelecer instruções ou procedimentos escritos para o recebimento e registro das notificações de transplantes/enxertos/implantes realizados, da ocorrência de eventos adversos, reações adversas e queixas técnicas; O banco deve gerenciar o risco em relação a microbiologia positiva dos tecidos e nos casos de transmissão de doenças ao receptor.

11 A RDC entra em vigor na data de sua publicação; Prazo de adequação de 03 anos para infraestrutura física e 01 ano para Sistema de Gestão da Qualidade e Pessoal; os demais itens são de cumprimento imediato; Revisão prevista no prazo máximo de 05 anos.

Maria João Xavier (Téc. Superior) Área Tecidos (GCCT)

Maria João Xavier (Téc. Superior) Área Tecidos (GCCT) Maria João Xavier (Téc. Superior) Área Tecidos (GCCT) 1905 1º transplante de córnea com sucesso 1908 1º transplante de joelho com sucesso 1944 1º banco de olhos nos EUA 1949 1º banco de osso nos EUA 1955

Leia mais

Sistema Nacional de Biovigilância

Sistema Nacional de Biovigilância Marcelo A. N. Medeiros GEMOR/GGMON/SUCOM/ANVISA Gerência de Monitoramento do Risco Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária Superintendência de Fiscalização, Controle

Leia mais

Regulação das Terapias Celulares

Regulação das Terapias Celulares Gerência Geral de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos - GGSTO Regulação das Terapias Celulares Marina Ferreira Gonçalves Base Legal para Terapia Celular Constituição Lei nº. 11.105 de 24 de março

Leia mais

MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES

MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES MANUAL DE PREENCHIMENTO DA PLANILHA DOS DADOS DE PRODUÇÃO DOS BANCOS DE TECIDOS OCULARES 1. Considerações iniciais Este manual tem por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Oculares BTOC para o preenchimento

Leia mais

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PRODUTOS PARA SAÚDE. Coordenação de Inspeção de Produtos CPROD

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PRODUTOS PARA SAÚDE. Coordenação de Inspeção de Produtos CPROD ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PRODUTOS PARA SAÚDE Coordenação de Inspeção de Produtos CPROD CONTEÚDO 1. Organograma 2. Quadro de pessoal 3. Atividades de rotina 4. Atividades no âmbito nacional 5. Atividades

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM BANCO DE TECIDOS OCULARES BTOC INFORMAÇÕES GERAIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM BANCO DE TECIDOS OCULARES BTOC INFORMAÇÕES GERAIS Instruções de preenchimento - Somente itens cumpridos integralmente pelo serviço devem ser considerados SIM ; - Nos casos em que o serviço realize apenas parte do disposto no item avaliado, este deve ser

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DOS ROTEIROS DE INSPEÇÃO SANITÁRIA EM CNCDO e OPO

ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DOS ROTEIROS DE INSPEÇÃO SANITÁRIA EM CNCDO e OPO ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DOS ROTEIROS DE INSPEÇÃO SANITÁRIA EM CNCDO e OPO 1. Considerações iniciais Este documento tem por objetivo instruir a Vigilância Sanitária no preenchimento dos roteiros

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA CONSULTA PÚBLICA Nº 03/2009 Gerência de Inspeção e Certificação de Insumos, Medicamentos e Produtos (GIMEP) Novembro de 2009 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA REVISÃO DA RDC Nº 210/03 JUSTIFICATIVA

Leia mais

RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013

RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 ITEM 10 DOCUMENTAÇÕES E REGISTROS Palestrante: Carlos Cezar Martins RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO Carlos Cezar Martins DE 2013 Farmacêutico com especialização em Qualidade

Leia mais

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica

O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica O Papel da ANVISA na Regulamentação da Inovação Farmacêutica Renato Alencar Porto Diretor 22 de junho de 2015 Bases legais para o estabelecimento do sistema de regulação Competências na Legislação Federal

Leia mais

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE

SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Congresso Internacional de Qualidade em Serviços e Sistemas de Saúde Qualihosp -2013 SEGURANÇA DO PACIENTE E QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE Maria Angela da Paz Gerente de Regulação e Controle Sanitário

Leia mais

COSMETOVIGILÂNCIA NO BRASIL

COSMETOVIGILÂNCIA NO BRASIL Ministério da Saúde Gerência-Geral de Cosméticos COSMETOVIGILÂNCIA NO BRASIL Juliana Araujo Costa Curitiba, junho de 2013 COSMETOVIGILÂNCIA É a atividade que consiste em observar e analisar os eventuais

Leia mais

Auditoria Ambiental. Auditoria Ambiental. Auditoria de SGA. Auditoria de SGA. Ciclo da Auditoria de SGA

Auditoria Ambiental. Auditoria Ambiental. Auditoria de SGA. Auditoria de SGA. Ciclo da Auditoria de SGA Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental Professora Flavia Nogueira Zanoni MSc em Controle de Poluição

Leia mais

CHECKLIST DA RDC 16/2013

CHECKLIST DA RDC 16/2013 CHECKLIST DA RDC 16/2013 Checklist para a RDC 16 de 2013 Página 2 de 10 Checklist 1. 2.1 Disposições gerais Existe um manual da qualidade na empresa? 2. Existe uma política da qualidade na empresa? 3.

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015.

Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015. Informe Técnico n. 67, de 1º de setembro de 2015. Assunto: Orientações sobre os procedimentos para solicitação de alterações na lista de alimentos alergênicos. I. Introdução. A Resolução de Diretoria Colegiada

Leia mais

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE PORTARIA Nº 2.600, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009 Aprova o Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes. [...] ANEXO VI NORMAS PARA AUTORIZAÇÃO DE EQUIPES ESPECIALIZADAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC No- 22, DE 23 DE ABRIL DE 2013

RESOLUÇÃO - RDC No- 22, DE 23 DE ABRIL DE 2013 RESOLUÇÃO - RDC No- 22, DE 23 DE ABRIL DE 2013 Aprova os Procedimentos Comuns para as Inspeções nos Fabricantes de Produtos Médicos e Produtos para Diagnóstico de Uso in vitro nos Estados Partes, e dá

Leia mais

Doação de Tecidos Nº de Dadores

Doação de Tecidos Nº de Dadores Atividades em 204 Doação de Tecidos Nº de Dadores 000 879 500 0 623 592 599 60 569 476 495 288263 23825 296 308 288 32 39 28 253 72 27 72 03 07 73 35 36 33 2008 2009 200 20 202 203 204 Dadores em Morte

Leia mais

Eficiência e segurança dos produtos saneantes

Eficiência e segurança dos produtos saneantes Eficiência e segurança dos produtos saneantes Elenildes Silva Amorim Gerência Geral de Saneantes Porto Alegre, 08 de novembro de 2013 2 Área suja Área limpa 3 Resolução - RDC n 6, de 30 de janeiro de 2012

Leia mais

SISTEMA DE TECNOVIGILÂNCIA DE BIO-MANGUINHOS, EM ATENDIMENTO A RDC N 0 67 / ANVISA / 21/12/2009

SISTEMA DE TECNOVIGILÂNCIA DE BIO-MANGUINHOS, EM ATENDIMENTO A RDC N 0 67 / ANVISA / 21/12/2009 MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ INSTITUTO DE TECNOLOGIA EM IMUNOBIOLÓGICOS BIO-MANGUINHOS SISTEMA DE TECNOVIGILÂNCIA DE BIO-MANGUINHOS, EM ATENDIMENTO A RDC N 0 67 / ANVISA / 21/12/2009 ASCLIN

Leia mais

Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos

Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos Orientações para o preenchimento da planilha dos dados de produção de Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos 1. Considerações iniciais Estas orientações têm por objetivo instruir os Bancos de Tecidos Músculo-esqueléticos

Leia mais

PORTARIA Nº 2.932, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010

PORTARIA Nº 2.932, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010 PORTARIA Nº 2.932, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010 Institui, no âmbito do Sistema Nacional de Transplantes - SNT, o Plano Nacional de Implantação de Bancos de Multitecidos - Plano-BMT. A MINISTRA DE ESTADO DA

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Agência Transfusional

Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Agência Transfusional Curso Básico de Inspeção em Boas Práticas do Ciclo do Sangue Gerência de Sangue, outros Tecidos, Células e Órgãos/GSTCO/GGPBS/Anvisa Christiane da Silva Costa Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária

Leia mais

Submissão de um dossier comum

Submissão de um dossier comum Cenário Futuro para Regulação nas Américas Submissão de dossier comum aos países latino-americanos Um Sonho? Curitiba, 31 de outubro de 2013 Leticia Seixas Prata da Fonseca Gerência de Produtos para Diagnósticos

Leia mais

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 CC. 010062310 INFORMAÇÕES PARA CREDENCIAMENTO DE EQUIPES PARA TRANSPLANTE DE TECIDO OSTEO-CONDRO-FÁCIO-LIGAMENTOSO

Leia mais

Checklist prático da RDC 15/2012

Checklist prático da RDC 15/2012 Checklist prático da RDC 15/2012 19ª JORNADA DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Ribeirão Preto, 12 de setembro de 2014 Marta Maria Noccioli Sanches Enfermeira Divisão de Vigilância Sanitária Todos os estabelecimentos,

Leia mais

Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança

Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança Curso de Capacitação em Biossegurança de OGMs Células-tronco Legislação de Biossegurança Florianópolis, Agosto 2004 Células-tronco O que são células-tronco e o que podemos fazer com elas? Qual a relação

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS

PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS PÓS-GRADUAÇÃO EM CUIDADOS FARMACÊUTICOS 1. Introdução O papel do farmacêutico, em particular no contexto da Farmácia Comunitária tem vindo a evoluir no sentido de uma maior intervenção do Farmacêutico

Leia mais

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA

JAIME CÉSAR DE MOURA OLIVEIRA Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 27, de 06 de abril de 2015 D.O.U de 08/04/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

sustentável um programa de auditoria única com o foco na supervisão dos fabricantes de produtos para a saúde. Os objetivos do MDSAP são:

sustentável um programa de auditoria única com o foco na supervisão dos fabricantes de produtos para a saúde. Os objetivos do MDSAP são: Fórum Internacional de Reguladores de Produtos para a Saúde Programa de Auditoria Única em Produtos para a Saúde Programa Piloto da Coalizão Internacional Janeiro de 2014 I. Contextualização O Fórum Internacional

Leia mais

Bancos de Células e Tecidos ligados a Hemocentros. CETEBIO Júnia Guimarães Mourão Cioffi

Bancos de Células e Tecidos ligados a Hemocentros. CETEBIO Júnia Guimarães Mourão Cioffi Bancos de Células e Tecidos ligados a Hemocentros CETEBIO Júnia Guimarães Mourão Cioffi Fundação Hemominas Fundação Centro de Hematología e Hemoterapia de Minas Gerais Fundação Pública, de direito público

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 31, DE 23 DE MAIO DE 2013

Leia mais

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013

Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013 Revista do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro Ano XXX - nº 02- Fevereiro de 2013 10 CAPA Tire suas dúvidas so O avanço na profissão tem sido responsável pelo aprimoramento de técnicas para

Leia mais

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas no uso de suas atribuições legais e regimentais;

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas no uso de suas atribuições legais e regimentais; MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas MG. CEP 37130-000 Fone (35)3299-1350 A Faculdade de Ciências Farmacêuticas

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 7, de 04 de fevereiro de 2015 D.O.U de 09/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

laboratórios clínicos e vigilância sanitária

laboratórios clínicos e vigilância sanitária laboratórios clínicos e vigilância sanitária Corina Charlotte Keller Farm. Industrial / Bioquímica Curitiba, Agosto 2014 Laboratórios de análises clínicas Regulamentos aplicáveis Lei federal nº 6437/77

Leia mais

Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico

Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico 8338 Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico 8339 Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico 8340 Documento

Leia mais

REGIMENTO INTERNO. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO. Capítulo I REGIMENTO INTERNO Capítulo I Da constituição, localização, finalidade e missão da Comissão Intra- Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes Art. 1º A Comissão Intra-Hospitalar de Doação

Leia mais

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17

Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Banco de Tecidos Salvador Arena BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo BANCO DE TECIDOS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS Nº SNT 35205 SP 17 ORIENTAÇÕES PARA CREDENCIAMENTO DE ESTABELECIMENTO PARA TRANSPLANTES Formular o processo de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Da constituição, localização, finalidade e missão do Banco de Olhos capítulo III 1º.

REGIMENTO INTERNO Da constituição, localização, finalidade e missão do Banco de Olhos capítulo III 1º. REGIMENTO INTERNO Da constituição, localização, finalidade e missão do Banco de Olhos O Banco de Olhos da Santa Casa de Campo Grande é constituído de uma estrutura administrativa, conforme o capítulo III

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº. 3, DE 10 DE MARÇO DE 2006

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº. 3, DE 10 DE MARÇO DE 2006 INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA Nº. 3, DE 10 DE MARÇO DE 2006 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA, O DIRETOR PRESIDENTE DA AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

Resultado do Monitoramento das atividades da Rede Sentinela Novembro/11 a Outubro/12

Resultado do Monitoramento das atividades da Rede Sentinela Novembro/11 a Outubro/12 Resultado do Monitoramento das atividades da Rede Sentinela Novembro/11 a Outubro/12 Diogo Penha Soares Coordenação de Vigilância em Serviços Sentinela CVISS/NUVIG Credenciamento Ao solicitarem o credenciamento

Leia mais

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente?

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente? O tema Segurança do Paciente vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde sua criação, cooperando com a missão da Vigilância Sanitária de proteger

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

Consulta Pública n.º 09/2013

Consulta Pública n.º 09/2013 Consulta Pública n.º 09/2013 Diretor Relator: Dirceu Barbano Regime de tramitação: comum Publicação: 02/04/2013 Prazo para contribuição: 30 dias 09/04 à 08/05 Agenda Regulatória: não Área Técnica: GGTES

Leia mais

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação?

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação? O que é a norma ISO? Em linhas gerais, a norma ISO é o conjunto de cinco normas internacionais que traz para a empresa orientação no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

Ato Normativo PORTARIA Nº 511, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010

Ato Normativo PORTARIA Nº 511, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010 Ato Normativo PT SAS nº 511 Publicação DOU Diário Oficial da União Data: 27/09/2010 Data: 28/09/2010 PORTARIA Nº 511, DE 27 DE SETEMBRO DE 2010 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 44, de 18 de junho de 2014 D.O.U de 20/06/2014 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02

MANUAL FORNECEDORES. Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 Santo Ângelo (RS) 16/09/2015 REV.02 MANUAL FORNECEDORES A Fundimisa Fundição e Usinagem Ltda pretende com este Manual aprimorar a relação com seus fornecedores e padronizar informações entre as partes.

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos administrativos para concessão da Certificação de

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF DOU de 28/09/2010 seção 1 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 511, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2010 O Secretário

Leia mais

- BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda

- BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda - BOAS PRÁTICAS E RECOMENDAÇÕES - 13 junho 2014 - Luanda 1 BOAS PRÁTICAS Diagnóstico inicial de avaliação das necessidades formativas. Desenvolvimento de programas e conteúdos de acordo com as reais necessidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA

MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA MINISTÉRIO DA SAÚDE AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO - RDC Nº 39, DE 14 DE AGOSTO DE 2013 DOU de 15/08/2013 [Página 50] Dispõe sobre os procedimentos administrativos

Leia mais

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional

P á g i n a 1. SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras. Manual Operacional P á g i n a 1 SISCOAF Sistema de Controle de Atividades Financeiras Manual Operacional P á g i n a 2 SUMÁRIO 1 Orientações gerais... 4 1.1 O que são Pessoas Obrigadas?... 4 1.2 Perfis de acesso... 4 1.3

Leia mais

Módulo 3. Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 4.2, 5.1, 5.2 e 5.3 Exercícios

Módulo 3. Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 4.2, 5.1, 5.2 e 5.3 Exercícios Módulo 3 Estrutura da norma ISO 9001-2008 Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos Requisitos 4.2, 5.1, 5.2 e 5.3 Exercícios 4.2 - Requisitos de documentação 4.2.1 - Generalidades A documentação do SGQ

Leia mais

considerando a necessidade de implementar ações que venham contribuir para a melhoria da qualidade da assistência à saúde;

considerando a necessidade de implementar ações que venham contribuir para a melhoria da qualidade da assistência à saúde; Resolução - RDC nº 132, de 29 de maio de 2003 D.O.U de 02/06/2003 Dispõe sobre o registro de medicamentos específicos. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária no uso da atribuição

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade

SISTEMA DA QUALIDADE. Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade SISTEMA DA QUALIDADE Garantia da Qualidade Controle de Qualidade Rastreabilidade Não conformidade GARANTIA DA QUALIDADE Definição: Portaria 348/1997 RDC 48/2013 Todas as ações sistemáticas necessárias

Leia mais

Ivo Bucaresky CONBRAFARMA. Diretor ANVISA. Agosto de 2015

Ivo Bucaresky CONBRAFARMA. Diretor ANVISA. Agosto de 2015 Ivo Bucaresky Diretor ANVISA CONBRAFARMA Agosto de 2015 1 PROGRAMA DE MELHORIA DO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO Diretrizes: Fortalecimento da capacidade institucional para gestão em regulação Melhoria da

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12

MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 MERCOSUL/XXXIX SGT Nº 11/COPROSAL/ P. RES. Nº /12 PROCEDIMENTOS COMUNS E CONTEÚDO MÍNIMO DE RELATÓRIOS DE INSPEÇÃO NOS ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DA RES. GMC Nº 16/09)

Leia mais

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino a sua publicação:

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente Substituto, determino a sua publicação: Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 41, de 26 de julho de 2006. D.O.U de 28/07/2006 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

Políticas de Regulação de Produtos Biotecnológicos

Políticas de Regulação de Produtos Biotecnológicos Diretoria Dirceu Raposo de Melo Gerência Geral de Medicamentos Gerência de Avaliação de Segurança e Eficácia Políticas de Regulação de Produtos Biotecnológicos Daniela Marreco Cerqueira CPBIH/GESEF/GGMED/ANVISA

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Grupo Técnico de Planejamento e Avaliação Divisão de Monitoramento das Ações de

Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Grupo Técnico de Planejamento e Avaliação Divisão de Monitoramento das Ações de Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Grupo Técnico de Planejamento e Avaliação Divisão de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde Coordenação : Grupo de Implantação

Leia mais

4. O que fazer quando tiver dúvidas sobre o número de registro do medicamento? O Farmacêutico Responsável Técnico deve realizar as seguintes ações:

4. O que fazer quando tiver dúvidas sobre o número de registro do medicamento? O Farmacêutico Responsável Técnico deve realizar as seguintes ações: 1 de 6 Site: http://www.solucaosistemas.com.br Gerado pela Solução Sistemas - Fonte: Anvisa Acesse o Portal do Perguntas Freqüentes atualizado em 19/04/2013 Funcionalidades do SNGPC 1. Como fazer o inventário

Leia mais

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/97 e 09/01 do Grupo Mercado Comum.

TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/97 e 09/01 do Grupo Mercado Comum. MERCOSUL/XXXVI SGT Nº11/P. RES. N /11 PROCEDIMENTOS COMUNS PARA AS INSPEÇÕES NOS FABRICANTES DE PRODUTOS MÉDICOS E PRODUTOS PARA DIAGNÓSTICO DE USO IN VITRO NOS ESTADOS PARTES (REVOGAÇÃO DAS RES. GMC Nº

Leia mais

Legislação e normatização dos medicamentos biológicos no Brasil

Legislação e normatização dos medicamentos biológicos no Brasil Gerência Geral de Medicamentos Gerência de Avaliação de Segurança e Eficácia Coordenação de Produtos Biológicos Legislação e normatização dos medicamentos biológicos no Brasil Brenda Gomes Valente agosto/2011

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt2620_21_10_2009_rep.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2009/prt2620_21_10_2009_rep.html Page 1 of 8 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 2.620, DE 21 DE OUTUBRO DE 2009(*) Inclui habilitação na Tabela

Leia mais

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014

ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA RESOLUÇÃO Nº 601, DE 26 DE SETEMBRO DE 2014 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no âmbito da homeopatia

Leia mais

DELIBERAÇÃO nº 717/2008

DELIBERAÇÃO nº 717/2008 DELIBERAÇÃO nº 717/2008 Dispõe sobre carga horária e assistência farmacêutica em estabelecimentos hospitalares e similares. O Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Paraná CRF- PR, no

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 027/2016. O Secretário Municipal de Transportes, no uso das suas atribuições legais, e

RESOLUÇÃO Nº 027/2016. O Secretário Municipal de Transportes, no uso das suas atribuições legais, e RESOLUÇÃO Nº 027/2016 O Secretário Municipal de Transportes, no uso das suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os dispositivos da Resolução nº 028/2016, de 21 de janeiro de 2016; CONSIDERANDO o Convênio

Leia mais

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013

Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Decreto 8077 14/08/2013 - REGULAMENTA CONDIÇÕES FUNCIONAMENTO EMPRESAS SUJEITAS LICENCIAMENTO SANITÁRIO, Publicado no DO em 15 ago 2013 Regulamenta as condições para o funcionamento de empresas sujeitas

Leia mais

05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS

05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS 05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS Grupo: Sub-Grupo: 05-TRANSPLANTES DE ORGAOS, TECIDOS E CELULAS 01-EXAMES LABORATORIAIS PARA IDENTIFICACAO DE DOADOR E RECEPTOR DE CELULAS-TRONCO HEMATOPOETICAS

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República 1 de 5 13/04/2012 08:17 Presidência da República Nº 1401 - Segunda feira, 27 de fevereiro de 2012 Casa Civil - Ministério da Educação - Portarias de nºs 143 a 145, de 24 de fevereiro de 201 Ministério

Leia mais

Deliberação n.º 939/2014, de 20 de março (DR, 2.ª série, n.º 75, de 16 de abril de 2014)

Deliberação n.º 939/2014, de 20 de março (DR, 2.ª série, n.º 75, de 16 de abril de 2014) (DR, 2.ª série, n.º 75, de 16 de abril de 2014) Aprova o formulário de notificação, a efetuar ao INFARMED, I. P., e orientações sobre a prática de reprocessamento de dispositivos médicos de uso único pelo

Leia mais

Check-list Procedimentos de Segurança

Check-list Procedimentos de Segurança Check-list Procedimentos de Segurança 1. Cultura de Segurança 1.1 1.2 Existe um elemento definido como responsável pelas questões da segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na

Leia mais

Orientações para Solicitantes de Certificados

Orientações para Solicitantes de Certificados Sistema de Gestão de Certificados Eletrônicos Orientações para Solicitantes de Certificados Organizadores de evento Introdução Este material foi elaborado no sentido de informar aos organizadores de eventos

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 16, DE 21 DE MARÇO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 16, DE 21 DE MARÇO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA RDC Nº 16, DE 21 DE MARÇO DE 2012

Leia mais

Resolução - RDC nº 56, de 16 de dezembro de 2010. Título: Resolução RDC n 56, 16 de dezembro de 2010

Resolução - RDC nº 56, de 16 de dezembro de 2010. Título: Resolução RDC n 56, 16 de dezembro de 2010 Título: Resolução RDC n 56, 16 de dezembro de 2010 Ementa: Dispõe sobre o regulamento técnico para o funcionamento dos laboratórios de processamento de células progenitoras hematopoéticas (CPH) provenientes

Leia mais

PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008.

PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008. Page 1 of 8 PORTARIA N 344 DE 20 DE JUNHO DE 2008. A Secretária de Atenção à Saúde Substituta, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.848/GM, de 06 de novembro de 200, que aprova a estrutura

Leia mais

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança

Dimensão Segurança do Doente. Check-list Procedimentos de Segurança 1. 1.1 1.2 Cultura de Segurança Existe um elemento(s) definido(s) com responsabilidade atribuída para a segurança do doente Promove o trabalho em equipa multidisciplinar na implementação de processos relativos

Leia mais

Desafios regulatórios Até onde vai a liberdade do Pesquisador?

Desafios regulatórios Até onde vai a liberdade do Pesquisador? Desafios regulatórios Até onde vai a liberdade do Pesquisador? Equipe de Identificação de pré-candidatos (internos ou externos) Pré-candidatos selecionados? Criação da Equipe do Projeto - Diretoria Diretória

Leia mais

Quitéria Amâncio Carvalho Vera Cristina Gomes Calado

Quitéria Amâncio Carvalho Vera Cristina Gomes Calado CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Estruturação da Seção de Qualidade de Vida do Trabalha no HGE Novos Desafios Quitéria Amâncio Carvalho Vera Cristina

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MOIRA CAROLINE COSTA ROSA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MOIRA CAROLINE COSTA ROSA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ MOIRA CAROLINE COSTA ROSA COMPARATIVO ENTRE OS REQUISITOS DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO E AS NORMAS ISO :2008 E ISO :2004, APLICADO À INDÚSTRIA DE PRODUTOS PARA A SAÚDE

Leia mais

Manual do Usuário Instituição

Manual do Usuário Instituição 1 Manual do Usuário Instituição Área Restrita Site de Certificação Controle: D.04.36.00 Data da Elaboração: 13/08/2014 Data da Revisão: - Elaborado por: TIVIT / Certificação ANBIMA Aprovado por: Gerência

Leia mais

Regulamentação Anvisa/MS em Produtos para Saúde Aplicada a Equipamentos Terapêuticos e de Diagnóstico a Laser

Regulamentação Anvisa/MS em Produtos para Saúde Aplicada a Equipamentos Terapêuticos e de Diagnóstico a Laser Regulamentação Anvisa/MS em Produtos para Saúde Aplicada a Equipamentos Terapêuticos e de Diagnóstico a Laser Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde GGTP Gerência de Tecnologia de Equipamentos

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC No- 56, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010

RESOLUÇÃO - RDC No- 56, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010 RESOLUÇÃO - RDC No- 56, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010 Dispõe sobre o regulamento técnico para o funcionamento dos laboratórios de processamento de células progenitoras hematopoéticas (CPH) provenientes de

Leia mais

http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/rdc/106695-56.html?tmpl=component&print...

http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/rdc/106695-56.html?tmpl=component&print... Página 1 de 27 RESOLUÇÃO - RDC N 56, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010 Legislações - RDC Sex, 17 de Dezembro de 2010 00:00 RESOLUÇÃO - RDC N 56, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010 Dispõe sobre o regulamento técnico para

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC -

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - REGULAMENTO PARA OS PROJETOS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FAMEC CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1. O Programa de

Leia mais

REGULAÇÃO SANITÁRIA DE MEDICAMENTOS

REGULAÇÃO SANITÁRIA DE MEDICAMENTOS REGULAÇÃO SANITÁRIA DE MEDICAMENTOS Fabrício Carneiro de Oliveira Especialista em regulação e Vigilância Sanitária Gerência Geral de Medicamentos Curso de Regulação e Defesa do Consumidor Brasília, 23

Leia mais

REGISTRO SANITÁRIO DE INSUMOS FARMACÊUTICOS ATIVOS (IFA) Avançando na Construção do Marco Regulatório Sanitário. Tatiana Lowande

REGISTRO SANITÁRIO DE INSUMOS FARMACÊUTICOS ATIVOS (IFA) Avançando na Construção do Marco Regulatório Sanitário. Tatiana Lowande REGISTRO SANITÁRIO DE INSUMOS FARMACÊUTICOS ATIVOS (IFA) Avançando na Construção do Marco Regulatório Sanitário Tatiana Lowande Brasília, 26 de abril de 2010 CONSULTA PÚBLICA N 30/2008 Dispõe sobre o registro

Leia mais

ISO 17025 Versão 2005

ISO 17025 Versão 2005 1º Fórum Regional de Química - ES ISO 17025 Versão 2005 Rev. 14 Samuel Vieira JUN/2010 1 Terminologia e Siglas ABNT NBR ISO 9000:2000 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e Vocabulário ABNT NBR

Leia mais

DOCUMENTOS E ORIENTAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADOS PARA TRANSPLANTES COM DOADOR VIVO EM RELAÇÃO A CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ

DOCUMENTOS E ORIENTAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADOS PARA TRANSPLANTES COM DOADOR VIVO EM RELAÇÃO A CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ DOCUMENTOS E ORIENTAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADOS PARA TRANSPLANTES COM DOADOR VIVO EM RELAÇÃO A CENTRAL ESTADUAL DE TRANSPLANTES DO PARANÁ Através do presente sintetizamos as exigências legais previstas

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM BANCO DE CÉLULAS E TECIDOS GERMINATIVOS (BCTG) I. INFORMAÇÕES GERAIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM BANCO DE CÉLULAS E TECIDOS GERMINATIVOS (BCTG) I. INFORMAÇÕES GERAIS ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM BANCO DE CÉLULAS E TECIDOS GERMINATIVOS (BCTG) I. INFORMAÇÕES GERAIS Período da Inspeção: / / a / / BCTG Tipo 1 ( ) BCTG Tipo 2 ( ) Tipo de Inspeção: Licença inicial ( ) Renovação

Leia mais

PORTARIA Nº 1386/2006 SMS.G. A SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são legalmente conferidas,

PORTARIA Nº 1386/2006 SMS.G. A SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são legalmente conferidas, PORTARIA Nº 1386/2006 SMS.G A SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe são legalmente conferidas, CONSIDERANDO a edição da Lei nº 14.084 de 27 de outubro de 2005 e do Decreto Municipal

Leia mais

SISCOMEX EXPORTAÇÃO WEB MÓDULO COMERCIAL (NOVOEX)

SISCOMEX EXPORTAÇÃO WEB MÓDULO COMERCIAL (NOVOEX) SISCOMEX EXPORTAÇÃO WEB MÓDULO COMERCIAL (NOVOEX) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. Onde acessar o NOVOEX? O acesso ao NOVOEX poderá ser feito por meio da página eletrônica do Ministério do Desenvolvimento,

Leia mais