ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

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1 ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço a Rua México 128 5º andar, Centro, Rio de Janeiro - RJ, inscrita no CNPJ nº, neste ato representada pelo Secretário de Estado da Saúde, Sergio Luiz Côrtes da Silveira e do outro lado o Município, representado pelo(a) Sr(a)., Secretário Municipal de Saúde, o estabelecimento hospitalar, com endereço à, Cep, inscrito no CNPJ nº, CNES nº neste ato representado pelo(a) Sr(a)., na condição de com legítimos poderes de representação, resolvem, nos termos do Programa de Apoio a Unidade de Terapia Intensiva dos Hospitais da Região Metropolitana celebrar o presente termo nas seguintes condições: 1. O pagamento da importância de R$ referente ao valor fixo será repassado mensalmente, com base na classificação dos valores referentes ao Artigo3º no período de até 31/12/2012, pela SES. 2. A esse valor fixo poderão ser acrescentados cinco tipos de bônus a serem repassados para a instituição, caso atinja metas previamente pactuadas no Plano de Metas. 3. A avaliação do componente variável se dará pela análise desses quesitos trimestralmente pela Comissão de Avaliação através do relatório encaminhado pelo Grupo Regional de Acompanhamento e de Visitas Técnicas. 4. O componente variável será repassado adequado ao patamar de cumprimento obtido, em conformidade com relatório da Comissão de Avaliação. 5. Nos Municípios que aderiram ao Pacto pela Saúde ou que se encontram em condição de Gestão Plena do Sistema de Saúde o repasse total ocorrerá fundo a fundo (FES-FMS) para o gestor, que se compromete, neste ato, a repassar a parte devida a Unidade Hospitalar. A conta bancária do Banco Bradesco do gestor para o respectivo depósito é 6. Nas situações de ausência de adesão ao Pacto pela Saúde ou condição de Gestão Plena da Atenção Básica o depósito do custeio hospitalar ocorrerá na conta bancária do Banco Bradesco do hospital a seguir identificada 7. O hospital se compromete a destinar 10% do componente fixo para qualificação técnica e gerencial a ser comprovado no Relatório de Prestação de Contas. 8. A Unidade Hospitalar não poderá deixar de utilizar os sistemas oficiais de informação. A descontinuidade dessa informação por período superior a 60 dias levará a interrupção imediata do repasse dos recursos. 9. O não cumprimento das disposições da Resolução SES n que institui o Programa de Apoio as Unidades de Terapia Intensiva - UTI dos Hospitais da Região Metropolitana do presente Termo sujeitará os infratores às penalidades previstas na legislação. E, por estarem de acordo com o presente termo e condições nele estabelecidas, assinam este instrumento em 02 (duas) vias de igual teor e forma, na presença de duas testemunhas, a fim de gerar efeitos jurídicos e legais. Rio de Janeiro - RJ, de de 20. UNIDADE HOSPITALAR PREFEITURA MUNICIPAL SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

2 ANEXO II Metas 1 - Notificação Mensal à ANVISA e Vigilância do Indicador Densidade de incidência de Infecção primária da corrente sanguínea laboratorial (com confirmação microbiológica) em pacientes em uso de cateter venoso central, internados em UTI adulto / pediátrica/neonatal com 10 ou mais leitos). Nota Técnica ANVISA 1/2010 de 25 de outubro de 2010 Método de cálculo: IPCSL = Número de casos novos de IPCSL no período X 1000 Cateter venoso central-dia no período Para obter informações completas sobre o cálculo deste indicador consultar o Manual da ANVISA- Indicadores Nacionais de Infecções Relacionadas assistência à Saúde,Setembro de Cateter venoso central-dia: Cada paciente com algum tipo de cateter venoso central deve ser contato apenas 01 vez a cada dia, de preferência no mesmo horário, independente do número de cateteres venosos centrais que o paciente esteja em uso. 2- Só devem ser incluídos na notificação os pacientes internados em UTI, com 10 (dez) ou mais leitos, em uso de cateteres venosos centrais que tenham sido inseridos em pelo menos 48h. Esta vigilância deve ser separada por meses para facilitar a análise dos dados. A ferramenta de notificação adotada nacionalmente é o formulário eletrônico. Este formulário deve ser preenchido pelo responsável da CCIH da unidade de saúde e enviá-lo eletronicamente até ao dia 15 de cada mês. O responsável da CCIH deve realizar um relatório trimestral apresentando uma planilha com o número dos protocolos da notificação eletrônica da ANVISA e resultado mensal do indicador. As Unidades Hospitalares que implantarem ou mantiverem a notificação mensal do Indicador em conformidade com Nota Técnica ANVISA 1/2010 de 25 de outubro de 2010, receberão o repasse trimestral. Qualquer não conformidade acarretará no cancelamento do repasse até que sejam cumpridas as exigências. 2 - Gerenciamento dos Eventos adversos. 1-Existe um grupo temático de Avaliação da Qualidade, Gestão de Risco e Vigilâncias na Unidade Hospitalar. 2-Existe um sistema de notificação de evento adverso/ incidente na Unidade Hospitalar (de preferência eletrônico). 3-Existe um Boletim de Notificação de Evento Adverso elaborado especificamente para a UTI. 4-Providencia reuniões na UTI de divulgação das instruções de preenchimento e encaminhamento do Boletim de Notificação de Evento Adverso (existe um documento instrutivo escrito). 5-Existe de um responsável pela Coleta e Gestão dos eventos Adversos na Unidade Hospitalar e pela sua exploração estatística. 6-Existe um programa de educação com ações de sensibilização e de formação dos profissionais da UTI em Cultura de Segurança do Paciente e compromisso ético no Gerenciamento das atividades de risco. 7-Existe um relatório mensal dos Eventos Adversos notificados pelos profissionais da UTI. 8- Existe um programa de ações preventivas e corretivas, elaborado a partir da análise dos eventos assinalados na UTI, coordenado pelo grupo da Qualidade/Gestão de risco/profissionais UTI. 9- Existe uma Cultura de Segurança na UTI, que visa a procura de falhas sistêmicas e não a punição individual do profissional Existe um fluxograma do processo de sinalização dos Eventos Adversos elaborado pela equipa responsável pela equipa Gestão de Risco e Vigilâncias da Unidade Hospitalar. As Unidades Hospitalares que implantarem ou que já possuem a notificação em conformidade com a com a RDC n 7, de 24 de Fevereiro de 2010 da ANVISA, sobre os requisitos mínimos

3 de funcionamento da UTI, receberão o repasse por 6 (seis) meses sendo avaliados nesse período. Qualquer não conformidade acarretará no cancelamento do repasse até que sejam cumpridas as exigências. 3 - Ambiente e Cuidados Humanizados na UTI. 1 - Flexibiliza as políticas de visitação com mais opções de horários e autorização de mais de um familiar por visita. 2 - Existem protocolos clínicos impressos. 3 - Existe organização de fluxo de informação para familiares / acompanhantes; 4 - Existem protocolos de Prevenção e Tratamento da dor. 5 - Promove ações de Humanização da assistência à morte e ao luto na UTI. 6 - Promove ações para a Humanização do ambiente na UTI. 7- Estabelece um horário para informação dos familiares sobre a evolução clinica do paciente. 8 - Promove ações de Humanização das relações dentro da equipe da UTI. 9 - Promove ações de Humanização entre a equipe de saúde / Enfermagem e o núcleo do paciente / sua família. 10- Promove ações de Humanização dos cuidados ao paciente internado na UTI. As Unidades Hospitalares que implantarem ou que já possuem os dispositivos de Humanização na UTI em conformidade com a RDC n 7 da ANVISA, receberão o repasse por 6 (seis) meses sendo avaliados nesse período. Qualquer não conformidade acarretará no cancelamento do repasse até que sejam cumpridas as exigências. 4 - Tempo Médio de Permanência do paciente na UTI Adulto, Pediátrica e Neonatal Portaria n 312 de 2 de Maio de 2002 da secretaria de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde. Método de calculo: Nº de pacientes/dia na UTI - num determinado mês Nº de pacientes saídos no mesmo período Relação entre o número de pacientes-dia na UTI - em determinado mês e o número de pacientes que tiveram saída da UTI (altas, transferências e óbitos), no mesmo período. Média Anual 2011: Meta Mensal 2012: Fonte de informação: Hospital 5 - Boas práticas de utilização dos antibióticos na Unidade de Terapia Intensiva 1 - Funcionamento da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar - CCIH. 2 - Informatização da prescrição de medicamentos. 3 - Capacitações dos médicos que integram a UTI, sobre o uso racional de antimicrobianos. 4 - Fluxo permanente de informação entre o Laboratório de Microbiologia e a Farmácia, permitindo a distribuição controlada dos antibióticos em atendimento aos protocolos existentes. 5 - Existência de protocolos escritos relativos a antibioticoterapia de primeira escolha elaborados em conjunto com a CCIH, Farmácia Hospitalar e Laboratório de Microbiologia. 6 - Vigilância do consumo de antibióticos da UTI realizada por um Farmacêutico. 7 - Vigilância da evolução das bactérias multirresistentes na UTI. 8- Avaliação da prescrição dos antibióticos utilizados na UTI realizada pelo farmacêutico. 9 - Existência de uma lista de antibióticos na UTI, validade pela CCIH e pela Farmácia Hospitalar As Equipes da UTI e da CCIH são responsáveis pelas ações de prevenção e controle de Infecções relacionadas à Assistência em Saúde.

4 As Unidades Hospitalares que implantarem ou mantiveram o uso racional de antimicrobianos em conformidade com a RDC n 7, receberão o repasse trimestral. Qualquer não conformidade acarretará no cancelamento do repasse até que sejam cumpridas as exigências. ANEXO III RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS METAS HOSPITALARES Unidade Hospitalar: Competência: Indicador Meta Resultado Notificação mensal á ANVISA e vigilância do Indicador: Densidade de incidência de Infecção primária da corrente sanguínea laboratorial Gerenciamento dos Eventos adversos Ambiente e Cuidados Humanizados na UTI Tempo Médio de Permanência do paciente na UTI (mensal) Boas práticas de Utilização dos antibióticos na UTI Análise da Comissão de Avaliação Observação Representante da SES Representante da SMS Representante do CMS Representante do Hospital Representante da Comissão de Avaliação da SES

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