2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ."

Transcrição

1 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece as diretrizes para a realização de auditorias internas no SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO DA ABCZ (SGI) tendo por base todos os requisitos previstos no MANUAL DO SGI (elementos das Normas ISO 9001:08 e da ISO 14001:04), com intuito de determinar se este SGI: Está em conformidade com os arranjos planejados para a gestão integrada (Qualidade e Meio Ambiente), incluindo-se os requisitos destas Normas e PGI s, e se Foi adequadamente implementado e é mantido. Define também os requisitos mínimos de competências baseadas em educação, treinamento, experiência e habilidades para a função de Auditor Interno do SGI. Os resultados destas Auditorias Internas servem também, para fornecer informações à Alta Direção para serem avaliados durante o processo de Análise Crítica do SGI. 2. AMPLITUDE 2.1. Todas as atividades que fazem parte do escopo do SGI desenvolvidas na ABCZ. 3. TERMINOLOGIA Auditoria de primeira parte: São as auditorias internas, conduzidas pela própria empresa. Auditoria de segunda parte: São as auditorias realizadas por partes que tenham um interesse na empresa, tais como clientes. Auditoria de terceira parte: São as auditorias realizadas por organizações externas de auditoria independente, tais como as certificadoras. Auditor do SGI: Indivíduo com as competências mínimas requeridas para auditar o SGI. Este Auditor pode ser funcionário da Empresa ou contratado externamente (autônomo prestador de serviços). O Auditor do SGI pode reunir todas as competências para auditar todas as áreas do SGI (Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança), de forma integrada ou, ser qualificado em uma ou mais áreas do SGI e auditar estas Áreas do SGI de forma parcial, de acordo com as suas qualificações. O Auditor do SGI pode ser o LÍDER DA AUDITORIA ou MEMBRO DA AUDITORIA. Nota 01: No caso de auditorias internas realizadas por Auditor(es) Contratado(s) estes deverão cumprir todos requisitos deste procedimento. Competências de conhecimento requeridas para o Auditor do SGI: As competências mínimas de conhecimento baseadas em EDUCAÇÃO, TREINAMENTO, EXPERIÊNCIA e HABILIDADES requeridas para o Auditor do SGI estão listadas na Tabela 1 deste procedimento. cópia controlada pág.: 1 de 6

2 Conformidade: é o atendimento a um requisito especificado. Não Conformidade: é o não atendimento a um requisito especificado. A Não Conformidade pode ser REAL ou POTENCIAL. A não conformidade de qualquer tipo de auditoria no SGI, normalmente é do tipo REAL. 4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Manual do SGI, item PROCEDIMENTO 5.1 Planejamento: A ABCZ realiza, no mínimo, uma vez por ano um ciclo completo de auditorias em todo o SGI. Este ciclo de auditoria deverá ser realizado de forma a contemplar todos os requisitos do SGI em todos os processos gerenciais da empresa, de acordo com o cronograma anual de Auditorias Internas do SGI (Anexo 01) e o Planejamento da Auditoria (inserido no Relatório da Auditoria). O Cronograma Anual de Auditorias Internas do SGI deverá: Levar em consideração a importância dos processos e áreas a serem auditadas, bem como levar em considerações as auditorias anteriores; Levar em consideração os aspectos e impactos ambientais e ocupacionais significativos; Seguir os critérios e métodos de auditoria conforme a norma NBR 19011, bem como as boas práticas de auditorias de sistemas de gestão. O Planejamento da Auditoria (inserido no Relatório da Auditoria) deverá: Levar em consideração a seleção dos auditores para garantir objetividade e imparcialidade do processo de auditoria, não permitindo que os auditores auditem seu próprio local de trabalho; Levar em consideração todos os requisitos do SGI a serem auditados nos processos/áreas visitadas; Ser revisado sempre que necessário. 5.2 Realização de auditorias: Os RDs do SGI, os Responsáveis pelos Processos Gerenciais, o Auditor Líder e os demais Membros do Grupo Auditor ratificam o planejamento e realizam uma reunião de abertura para definir como a auditoria será conduzida, levando em consideração os critérios definidos no item 5.1 deste procedimento. No início da auditoria em cada processo o grupo auditor designado faz uma reunião de abertura com os representantes da respectiva processo/área auditada. NOTA: Durante a Auditoria Interna é feito o acompanhamento das ações corretivas para as não-conformidades detectadas na auditoria anterior. Cada auditor deverá ter material para anotação das observações feitas durante a auditoria. Os desvios (não conformidades) identificados na auditoria devem ser registrados no TRATAMENTO DE NC ( Relatório de Tratamento de Nãoconformidades ) pelo auditor. O Auditor Líder deve receber todos os materiais de cópia controlada pág.: 2 de 6

3 anotações e TRATAMENTO DE NC s dos Auditores Membros para preencher o RELATÓRIO DA AUDITORIA. O RELATÓRIO DA AUDITORIA deverá conter os seguintes itens: Data da auditoria; Número da auditoria (de acordo com o planejamento); Escopo da auditoria; Processos auditados e requisitos do SGI (de acordo com o planejamento); Pessoas entrevistadas; Grupo auditor (Destacar quem foi o Auditor Líder), definindo os processos auditados por cada auditor; Resultado da auditoria, contemplando pelo menos seguintes itens: Pontos fortes do SGI; Conformidades do SGI; Resultados do monitoramento do tratamento das não-conformidades da auditoria anterior; As Não-conformidades detectadas na auditoria; Conclusão: determinar se o SGI está conforme com os requisitos planejados e se está mantido e implementado eficazmente. A avaliação dos Auditores deverá ser feita pelo Auditor Líder considerando-se os seguintes pontos: Conhecimento das normas ISO 9000:2008 [Notas: 1,0 (Ruim); 3,0 (Regular); 4,0 (Bom); 5,0 (Ótimo)]; Conhecimento da ISO 14001:2004 [Notas: 1,0 (Ruim); 3,0 (Regular); 4,0 (Bom); 5,0 (Ótimo)]. Nota: A avaliação do conhecimento das Normas pode ser feita de forma conjunta ou separada, dependendo se o Auditor Membro for Auditor de apenas uma das Normas ou se for integrado. Caso seja integrado, somar as Notas obtidas e dividir pela quantidade de Normas que auditou. Por exemplo, se auditou 2 Normas e fez na soma 9,0 pontos, portanto a média será 4,50. Também poderão ser avaliados: a postura [Notas: 1,0 (Ruim); 3,0 (Regular); 4,0 (Bom); 5,0 (Ótimo)]; o cumprimento do planejamento [Notas: 1,0 (Ruim); 3,0 (Regular); 4,0 (Bom); 5,0 (Ótimo)]; e, a comunicação com os Auditados [Notas: 1,0 (Ruim); 3,0 (Regular); 4,0 (Bom); 5,0 (Ótimo)]. A pontuação da avaliação é alcançada da seguinte forma: Considerar a Nota pelo conhecimento das Normas, como A ; Considerar a Nota obtida pelo comportamento, como B ; Considerar a nota obtida pela postura, como C ; Considerar a nota pelo cumprimento do planejamento, como D. cópia controlada pág.: 3 de 6

4 Para o Auditor manter a sua qualificação ele deve obter no mínimo 14,0 (catorze) pontos, sendo que não poderá haver uma nota menor que 3,0 (três) em nenhum dos itens avaliados. Caso as condições acima não sejam atendidas o Auditor é desqualificado. Para recuperar sua qualificação deverá participar de duas Auditorias como Observador e após ambas as participações será reavaliado e caso obtenha a pontuação necessária, a qualificação é readquirida. Caso não consiga ser requalificado, após a etapa descrita acima, será permanentemente desqualificado. Os resultados referentes a esta avaliação serão registrados no próprio Relatório da Auditoria. Nota: A avaliação Auditor Líder deve ser feita pelo RD do SGI, utilizando-se os mesmos critérios acima. Caso o Auditor Líder seja o RD, a avaliação é feita pelos componentes do Grupo Auditor. O RELATÓRIO DA AUDITORIA é enviado para cada um dos Responsáveis pelos Processos do SGI para conhecimento. As eventuais não conformidades apontadas para algum destes Responsáveis devem ser extraídas e inseridas individualmente no Formulário TRATAMENTO DE NC RTNC para que sejam iniciadas as ações corretivas conforme o procedimento PRO Requisitos mínimos de competências requeridas para os auditores internos do SGI : A tabela abaixo define as competências mínimas requeridas para os Auditores Internos do SGI: TIPO EDUCAÇÃO EXPERIÊNCIA TREINAMENTOS HABILIDADES Conhecer os seguintes procedimentos: Auditor Membro do SGI (funcionário) Auditor Líder do SGI (funcionário) Auditor do SGI (Líder ou Membro - contratado) Ensino Médio Incompleto 6 meses trabalhando em empresas do segmento; e, ter participado como Observador em pelo menos uma Auditoria Interna na empresa - Manual do SGI; - Auditorias do SGI; - Melhoria Contínua (tratamento de NC); - Identificação e Análise de aspectos e impactos ambientais e ocupacionais; - Requisitos legais e outros requisitos; e Receber treinamento de Auditor de SGI (ISO 9001:08; ISO 14001:04; OHSAS 18001:07. Ter sensos de observação, lógica, comunicação e organização. As competências mínimas para o Auditor Líder do SGI (Funcionário) são, no mínimo, todas as competências mínimas requeridas para o Auditor Membro, descritas acima, com acréscimo no requisito experiência de ter participado de no mínimo de três Auditorias Internas do SGI como Auditor Membro, ter sido avaliado com pontuação 14,0 (catorze) pontos nestas três Auditorias Internas e ter recebido treinamentos de formação de Auditor Interno em todas Normas que compõem o SGI (ISO 9001 e ISO 14001). Para realizar uma auditoria no SGI, o auditor contratado deverá atender as mesmas competências do Auditor Líder do SGI (Funcionário), exceto pela avaliação. cópia controlada pág.: 4 de 6

5 5.4 Responsabilidades e autoridades: A Alta Direção da Empresa deve disponibilizar os recursos necessários para implementar e manter este procedimento e considerar os resultados das Auditorias Internas durante a realização das Análises Críticas do SGI. Os Responsáveis pelos Processos Gerenciais do SGI realizam o cronograma anual de Auditorias Internas do SIGA. O RD do SGI aprova este cronograma. O Responsável pelo SGI define o Grupo Auditor e o Auditor Líder responsável pelo ciclo de auditoria interna que está para ocorrer. Todos os envolvidos na Auditoria definem o planejamento da auditoria interna contemplando as necessidades requeridas pelo SGI. Todos os Líderes da Empresa responsáveis pelos Processos Gerenciais do SGI devem disponibilizar todas as informações pertinentes referentes à Área a qual lidera, para demonstrar a conformidade com os requisitos especificados, durante a realização da Auditoria Interna. Todos os Líderes da Empresa responsáveis pelos Processos Gerenciais do SGI devem disponibilizar as pessoas as quais lideram para participar das auditorias internas, sempre que solicitados e implementar o tratamento das não-conformidades que porventura sejam detectadas em sua Área de atuação. Todos os demais Funcionários devem estar disponíveis para participar da Auditoria Interna sempre que solicitados. O Grupo Auditor do SGI deve realizar as Auditorias aos quais esteja designado conforme descrito neste procedimento. 6. TRATAMENTO DE REGISTROS Tipo de Documento CRONOGRAMA ANUAL DE AUDITORIA RELATÓRIO DA AUDITORIA (que contém a avaliação dos Auditores e o Planejamento da Auditoria) REGISTROS DE COMPETÊNCIAS (certificados, cópia da carteira profissional, avaliação do Auditor etc) Responsável pelo Arquivo Forma de Arquivo RD Pasta 03 anos Tempo Indexação Disposição ordem cronológica por processo Destruição RD Pasta 03 anos ordem cronológica Destruição RD Pasta 03 anos ordem cronológica Destruição 7. AÇÃO CORRETIVA/PREVENTIVA No que se refere a Ação Corretiva/Preventiva ver o Procedimento PRO ANEXOS Este procedimento não tem anexos. cópia controlada pág.: 5 de 6

6 9. CONTROLE DAS REVISÕES DESTE DOCUMENTO: REVISÃO MOTIVO DA REVISÃO 0 Emissão inicial. Atende aos requisitos da ISO 9001:08 e da ISO 14001:04. cópia controlada pág.: 6 de 6

CONTROLE DE COPIA: PS-AM-GQ-004 01/08/2014

CONTROLE DE COPIA: PS-AM-GQ-004 01/08/2014 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática para planejamento, execução e registrosdas auditorias internas da Qualidade, determinar formas de monitoramento das ações corretivas,verificando o atendimento aos

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais 1 / 10 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Saúde e Segurança do Trabalho por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho GSST,

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE

GESTÃO DA QUALIDADE COORDENAÇÃO DA QUALIDADE GESTÃO DA COORDENAÇÃO DA Primeira 1/12 CONTROLE DE APROVAÇÃO ELABORADO REVISADO POR APROVADO Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Marcelo de Sousa Silvia Helena Correia Vidal Aloísio Barbosa de Carvalho Neto

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna 025 1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6. Formulários 7. Anexo A 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos

Leia mais

AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO 1 OBJETIVO

AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO 1 OBJETIVO AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO Proposto por: Núcleo de Apoio ao Sistema de Gestão (NUAGES) Analisado por: Chefe da Assessoria de Desenvolvimento Institucional (ADI) Aprovado por: Presidente do TRT/RJ 1

Leia mais

SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 4. 5 Responsabilidades: 5.

SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 4. 5 Responsabilidades: 5. OG Procedimento de Gestão PG.SMS.014 Denominação: Auditoria Interna do Sistema de Gestão de SMS SUMÁRIO Este procedimento estabelece premissas básicas sobre os critérios de planejamento e princípios a

Leia mais

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001: SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Prof. MARCELO COSTELLA FRANCIELI DALCANTON ISO 9001- INTRODUÇÃO Conjunto de normas e diretrizes internacionais para sistemas de gestão da qualidade; Desenvolve

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS)

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS) 1/20 DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE Emitido pelo Coordenador de EHS Luis Fernando Rocha Aguiar Aprovado pela Gerência da Usina de Itaúna Valério Toledo de Oliveira 2/20 Índice: 1 Objetivo e campo de aplicação

Leia mais

AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Elaboração Juscelino Bourbon PRO - GADS - 03-01 Versão Data Histórico Aprovação 00 30/05/11 Emissão de procedimento. Katty Cavalcanti Separação entre avaliação e 01 08/11/11 seleção

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL

PROCEDIMENTO GERAL PARA ROTULAGEM AMBIENTAL FALCÃO BAUER ECOLABEL BRASIL 1. Introdução O Falcão Bauer Ecolabel é um programa de rotulagem ambiental voluntário que visa demonstrar o desempenho ambiental de produtos e serviços através da avaliação da conformidade do produto com

Leia mais

América Latina Logística Malha Sul ALL

América Latina Logística Malha Sul ALL América Latina Logística Malha Sul ALL Capítulo 25 Programa de Auditoria Ambiental Rio Grande do Sul Junho/2010 Revisão 0 25.1 INTRODUÇÃO O presente programa consolida-se como instrumento para aferição

Leia mais

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica

Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Especialidade em Ativos Calibração Conformidade Metrológica Metrologia é a Ciência da Medida Uma reputação de qualidade é um dos bens de mais alto valor de uma empresa. A grande importância de uma alta

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

1.1 O Certificado de Sistemas da Gestão Ambiental SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira:

1.1 O Certificado de Sistemas da Gestão Ambiental SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira: Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo Diretor de Certificação * Inclusão de notas do item 2.1."b" quanto a documentação necessária

Leia mais

ATA DA ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO SA-8000 REUNIÃO Nº 001/12

ATA DA ANÁLISE CRÍTICA PELA DIREÇÃO SA-8000 REUNIÃO Nº 001/12 Pág. 1 / 6 PARTICIPANTES: Marcos Renato Fernandes. Representante da Direção. Ivens Arantes Pantaleão Diretor Divisão Rodas Wellington Lino Diretor Divisão Cilindros Clayton Aparecido Martimiano Representante

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS INTRODUÇÃO (Issai 40 - Introdução) 1. A NBA 40 tem como objetivo ajudar os Tribunais de Contas a elaborar, estabelecer

Leia mais

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por Pedido nº.: Destinatário/ Addressee: PREFEITURA MUNICIPAL DE COLOMBO ((41) 3656-8161) Data/Date: 16 / 12 / 2011 Nome/Name: ISMAILIN SCHROTTER Fax N : Remetente/Sender: TECPAR CERTIFICAÇÃO Páginas/Pages:

Leia mais

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03 1/ 5 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 01 Adequação as normas ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, inclusão das auditorias de manutenção e alteração

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES

DESCRIÇÃO DAS REVISÕES 20/11/28 Página 1 de 14 - MONITORAMENTO, MEDIÇÃO E MENSURAÇÃO DE DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 20/11/28 Emissão Inicial RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO: (ÁREA) FUNÇÃO/INICIAIS: R

Leia mais

Elaborado por: 21/08/2006 Revisado por: 21/08/2006 Aprovado por: 21/08/2006

Elaborado por: 21/08/2006 Revisado por: 21/08/2006 Aprovado por: 21/08/2006 01/07 Elaborado por: 21/08/2006 isado por: 21/08/2006 provado por: 21/08/2006 Silas Sampaio Moraes Junior SQ/MTZ Silas Sampaio Moraes Junior SQ/MTZ Silas Sampaio Moraes Junior SQ/MTZ Objetivos: Determinar,

Leia mais

AQUISIÇÃO E AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS E PRODUTOS

AQUISIÇÃO E AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS E PRODUTOS Elaborado por Márcio Flávio Ribeiro Pereira Visto Aprovado por José Carlos de Andrade Visto CONTROLE DE REVISÃO Revisão Data Item Natureza das alterações 0 05/03/2005 - Emissão inicial 1 27/05/2005 5.3

Leia mais

Impresso em 01/09/2015 15:46:32 (Sem título)

Impresso em 01/09/2015 15:46:32 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS em 24/08/2015 Verificado por Fernando Cianci em 25/08/2015 Aprovado por Ricardo Fontenele/BRA/VERITAS em 25/08/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

Revisão da ISO 9001:2015. Fernanda Spinassi

Revisão da ISO 9001:2015. Fernanda Spinassi Revisão da ISO 9001:2015 Fernanda Spinassi Requisito 4 Contexto da Organização Está mais claramente definida a obrigação de monitorar e analisar criticamente as questões externas e internas da organização

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2

Sistema de Gestão da Qualidade MQ Manual da Qualidade SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 Revisão:14 Folha:1 de17 SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO... 3 2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE... 3 2.2 OBJETIVOS DA QUALIDADE... 4 2.3 ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA PARA A QUALIDADE...

Leia mais

AUDITORIAS INTERNAS DA QUALIDADE

AUDITORIAS INTERNAS DA QUALIDADE Elaborado por Márcio Flávio Ribeiro Pereira Visto Aprovado por José Carlos de Andrade Visto CONTROLE DE REVISÃO Revisão Data Item Natureza das alterações 0 04/05/2005 - Emissão inicial 1 16/11/2005 7 Modificação

Leia mais

WORKSHOP SOBRE INTERPRETAÇÃO DA NORMA ISO 9001:2000

WORKSHOP SOBRE INTERPRETAÇÃO DA NORMA ISO 9001:2000 WORKSHOP SOBRE INTERPRETAÇÃO DA NORMA ISO 9001:2000 São Paulo 25.08.2004 Seguindo a solicitação dos participantes do primeiro Workshop sobre interpretações da norma ISO 9001:2000 com as Certificadoras,

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA 1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna

Leia mais

Módulo 4. Conceitos e Princípios de Auditoria

Módulo 4. Conceitos e Princípios de Auditoria Módulo 4 Conceitos e Princípios de Auditoria NBR: ISO 14001:2008 Sistemas da Gestão Ambiental Requisitos com orientações para uso NBR:ISSO 19011: 2002 Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ANEXO IV REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO Nº 022/2013 ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE Nº 001/2013 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a Contratação de empresa

Leia mais

REGULAMENTO DE TRABALHO AUDITORIAS DE CERTIFICAÇÃO ABMAPRO

REGULAMENTO DE TRABALHO AUDITORIAS DE CERTIFICAÇÃO ABMAPRO REGULAMENTO DE TRABALHO AUDITORIAS DE CERTIFICAÇÃO ABMAPRO Fevereiro de 2012 1 SUMÁRIO 1. Dos Princípios e Objetivos 2. Dos Fundamentos do Programa 3. Da Estrutura do Programa 4. Da Documentação de Referência

Leia mais

Programa de Certificação de Alimentação Humana, Animal e de Produção de Sementes NÃO OGM

Programa de Certificação de Alimentação Humana, Animal e de Produção de Sementes NÃO OGM Programa de Certificação de Alimentação Humana, Animal e de Produção de Sementes NÃO OGM* (*organismos geneticamente modificados) 2ª Edição - Maio 2015 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DEFINIÇÃO DO ESCOPO...

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes e as atividades relativas à identificação, avaliação e desenvolvimento da competência das pessoas, por meio de ações de treinamento e conscientização.

Leia mais

Auditores Internos da Qualidade em laboratórios de calibração e ensaio. Instrutora: Ana Cristina D. M. Follador

Auditores Internos da Qualidade em laboratórios de calibração e ensaio. Instrutora: Ana Cristina D. M. Follador Auditores Internos da Qualidade em laboratórios de calibração e ensaio Instrutora: Ana Cristina D. M. Follador Programação do curso Objetivo do curso Definições fundamentais (exercício) Bases da auditoria

Leia mais

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO

ESTRESSE OCUPACIONAL SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO ESTRESSE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO Página 1 de 9 1. OBJETIVO... 3 2. ESCOPO... 3 3. DEFINIÇÕES... 4 4. ESTRESSE OCUPACIONAL: CARACTERIZAÇÃO... 4 4.1. Conceitos fundamentais... 4 4.2. Conseqüências

Leia mais

Controle de Documentos da Qualidade. Descrição 0 15/07/2010 - Emissão inicial

Controle de Documentos da Qualidade. Descrição 0 15/07/2010 - Emissão inicial Pág.: 1/19 Controle de alterações Revisão Data Local da Revisão Descrição 0 15/07/2010 - Emissão inicial Item 5.5 Unificação dos itens 5.5.2 e 5.5.4, em função da exclusão da lista de Distribuição de documentos

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

Impresso em 26/08/2015 10:53:30 (Sem título) IDENTIFICAÇÃO, ACESSO E MONITORAMENTO DE REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS

Impresso em 26/08/2015 10:53:30 (Sem título) IDENTIFICAÇÃO, ACESSO E MONITORAMENTO DE REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS Aprovado ' Elaborado por Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS em 30/12/2014 Verificado por Fernando Cianci em 06/01/2015 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 06/01/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos.

O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. POLÍTICA DE COMPLIANCE INTRODUÇÃO O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. Visto isso, a REAG INVESTIMENTOS

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES, APELAÇÕES, DISPUTAS E DENÚNCIAS

TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES, APELAÇÕES, DISPUTAS E DENÚNCIAS SISTEMA DE GESTÃO DA INTEGRIDADE OPERACIONAL TRATAMENTO DE RECLAMAÇÕES, APELAÇÕES, DISPUTAS E DENÚNCIAS PROCEDIMENTO INDUSTRIAL OI-L3-704-SAM-BR(IND)-1764 Revisão: 10 Data de publicação: 17/09/2014 Data

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

Selo de Qualidade e Sustentabilidade para Lavanderias - SQS REFERENCIAL NORMATIVO REF.001

Selo de Qualidade e Sustentabilidade para Lavanderias - SQS REFERENCIAL NORMATIVO REF.001 Selo de Qualidade e Sustentabilidade para Lavanderias - SQS REFERENCIAL NORMATIVO REF.001 Versão Jul.2011 1. Introdução Este programa da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança em Lavanderias SQS estabelece

Leia mais

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Data: 20 de fevereiro de 2016 Versão: 6 Autor: Grupo de Compliance Global 1. Introdução Este documento

Leia mais

CRMA Professional Experience Recognition (PER) Application Packet For Certification Agreement Institutes

CRMA Professional Experience Recognition (PER) Application Packet For Certification Agreement Institutes ÍNDICE Introdução O que é o Requerimento de Reconhecimento de Experiência Profissional (PER) CRMA... 2 Como funciona o PER CRMA?... 2 Como funciona a pontuação?... 2 Quanto custa se candidatar ao PER CRMA?...

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade. Marcelo Sakamori

Gerenciamento da Qualidade. Marcelo Sakamori Gerenciamento da Qualidade Marcelo Sakamori Qualidade Qual das Obras seguintes cumprem os requisitos de qualidade? Qualidade Fonte: SINDICOND, 2014 Qualidade Fonte: ARCHITECTURALDIGEST, 2014 Qualidade

Leia mais

1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5. TERMINOLOGIA

1. OBJETIVO 2. APLICAÇÃO 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5. TERMINOLOGIA Aprovado ' Elaborado por Andrea Gaspar/BRA/VERITAS em 04/11/2014 Verificado por Cristiane Muniz em 04/11/2014 Aprovado por Andrea Gaspar/BRA/VERITAS em 19/11/2014 ÁREA GRH Tipo Procedimento Regional Número

Leia mais

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE CONTROLE DE REGISTROS

OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE CONTROLE DE REGISTROS Aprovado ' Elaborado por Daniel Trindade/BRA/VERITAS em 05/02/2013 Verificado por Cintia Kikuchi em 05/02/2013 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em 14/02/2013 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Prover capacitação para: - Identificar os processos de Gerenciamento de Projetos; - Desenvolver o Plano de Gerenciamento; - Construir um sistema

Leia mais

Manual de Gestão Integrado MGI Elaborado por: Representante

Manual de Gestão Integrado MGI Elaborado por: Representante 1/32 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 01 Alteração do nome onde passa a ser chamado de e a devida adequação os requisitos das normas ISO 14001:2004

Leia mais

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC

REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO PBQP-H SiAC 1 ICQ BRASIL OCS Organismo de Certificação de Sistema de Gestão da Qualidade, credenciado pelo INME- TRO para certificações de terceira parte. 2 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Este regulamento fornece diretrizes

Leia mais

ebook Tratamento das Reclamações dos Clientes nas Organizações

ebook Tratamento das Reclamações dos Clientes nas Organizações ebook Tratamento das Reclamações dos Clientes nas Organizações ParasalvaroeBookemseucomputador,aproxime o mouse do quadrado vermelho clique no ícone 0 INTRODUÇÃO 1 OBJETIVO PROGRAMA 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS

Leia mais

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4. Módulo 3 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.3 Exercícios 6.2 Iniciando a auditoria/ 6.2.1 Designando o líder da equipe

Leia mais

TREINAMENTO, CONSCIENTIZAÇÃO E COMPETÊNCIA

TREINAMENTO, CONSCIENTIZAÇÃO E COMPETÊNCIA ESTALEIRO ENSEADA 1/5 TREINAMENTO, CONSCIENTIZAÇÃO E COMPETÊNCIA 1. Objetivo Este procedimento estabelece a sistemática de levantamento de competências, promoção da conscientização e treinamento. 2. Aplicação

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. Contabilistas NBC T 13.2 Aprovação

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. Contabilistas NBC T 13.2 Aprovação VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX Contabilistas NBC T 13.2 Aprovação Orientador Empresarial RESOLUÇÃO CFC 1.021, DE 18 DE MARÇO DE 2005 - DOU 22.04.2005 (Íntegra) Aprova

Leia mais

Processo. Auditoria Interna. Marilusa Lara Bernardes Bittencourt Wilker Bueno de Freitas Rosa

Processo. Auditoria Interna. Marilusa Lara Bernardes Bittencourt Wilker Bueno de Freitas Rosa Dono do processo Aprovado por Analisado criticamente por Marilusa Lara Bernardes Bittencourt Wilker Bueno de Freitas Rosa Regiane Mendes Barbosa Propósito Descrever a atividade de auditoria interna da

Leia mais

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo.

Art. 1º Aprovar o Regulamento para Designação de Organismos de Avaliação da Conformidade, em anexo. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 087, de 03 de maio de 2002. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

ISO 9001:2015 e ISO14001:2015

ISO 9001:2015 e ISO14001:2015 LEAD 2015 CATÁLOGO DE TREINAMENTOS GLOBAIS Prepare-se para a transição ISO 9001:2015 e ISO14001:2015 S a l a d e a u l a e - l e a r n i n g - Copyright Bureau Veritas Catálogo e-learning Prepare-se para

Leia mais

PROCESSO AUDITORIA INTERNA

PROCESSO AUDITORIA INTERNA Dono do Processo Marilusa L B Bittencourt Aprovado por Comitê da Qualidade Analisado criticamente por Representante da Direção Substituto: Lucila Borges de Sant'Anna 1 OBJETIVOS Avaliar periodicamente,

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA SEGURANÇA NO TURISMO DE AVENTURA TDA RAFTING & EXPEDIÇÕES SUMÁRIO SEÇÃO 0 - INTRODUÇÃO SEÇÃO DESCRIÇÃO 1 Informações sobre a TDA Rafting & Expedições 2 Apresentação do Manual

Leia mais

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01.

A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração desta Norma de NBC T 12 para NBC TI 01. RESOLUÇÃO CFC Nº 986/03 Aprova a NBC TI 01 Da Auditoria Interna. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE,

Leia mais

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12

Procedimento Sistêmico Nome do procedimento: Tratar Não Conformidade, Incidentes e Acidentes Data da Revisão 18/01/12 1/ 11 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 01 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento Operacional)

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO PROGRAMAS DE TREINAMENTO/ DESENVOLVIMENTO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO PROGRAMAS DE TREINAMENTO/ DESENVOLVIMENTO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO PROGRAMAS DE TREINAMENTO/ DESENVOLVIMENTO Data de emissão: Associação Paulista de Gestão Pública - APGP Elaborado por: Aprovado por: Francis da Silva Recursos Humanos Diretoria

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2016

Questionário de Governança de TI 2016 Questionário de Governança de TI 2016 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AVALIADORES E ESPECIALISTAS UTILIZADOS NAS AVALIAÇÕES DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO

REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AVALIADORES E ESPECIALISTAS UTILIZADOS NAS AVALIAÇÕES DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AVALIADORES E ESPECIALISTAS UTILIZADOS NAS AVALIAÇÕES DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO NORMA Nº NIE-CGCRE-017 APROVADA EM JUN/2011 REV Nº 01/10

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica

Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos - Turma nº 151 30 de novembro 2015 Garantia da qualidade em projeto de construção e montagem eletromecânica Renata Maciel da Silva renata.maciel55@gmail.com

Leia mais

ABNT NBR ISO. Introdução à ABNT NBR ISO 14001:2015

ABNT NBR ISO. Introdução à ABNT NBR ISO 14001:2015 ABNT NBR ISO 14001 Introdução à ABNT NBR ISO 14001:2015 A ABNT NBR ISO 14001 é uma norma aceita internacionalmente que define os requisitos para colocar um sistema da gestão ambiental em vigor. Ela ajuda

Leia mais

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 01

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 01 1/ 6 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento 01 Adequação aos processos Adequação de seu conteúdo para sistema ISO 9001:2008 e alteração de nomenclatura. 02 Deixa de ser chamado de PO (Procedimento

Leia mais

Certificação ANBT NBR 16001:2004. Sistema de Gestão da Responsabilidade Social

Certificação ANBT NBR 16001:2004. Sistema de Gestão da Responsabilidade Social Certificação ANBT NBR 16001:2004 Sistema de Gestão da Responsabilidade Social O que é? É uma norma brasileira de responsabilidade social que tem caráter de sistema de gestão e propósito de certificação.

Leia mais

RELATÓRIO SUMÁRIO DO PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DA CADEIA DE CUSTÓDIA

RELATÓRIO SUMÁRIO DO PROCESSO DE AUDITORIA DE CERTIFICAÇÃO DA CADEIA DE CUSTÓDIA 1 - OBJETIVO O Tecpar está disponibilizando este Relatório Sumário da Gráfica e Editora Posigraf S/A. à sociedade para que emitam seus comentários e questionamentos. A divulgação tem o objetivo de proporcionar

Leia mais

POP 011: PLANEJAMENTO DE VIAGENS PARA AUDITORIAS

POP 011: PLANEJAMENTO DE VIAGENS PARA AUDITORIAS Página 1 de 6 POP 011: PLANEJAMENTO DE VIAGENS PARA AUDITORIAS ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Nome Data Assinatura 25/02/2014 Revisado por: Rominik Fontenele 27/02/2014 Aprovado por: Rodrigo Barbosa Nazareno 27/02/2014

Leia mais

POLÍTICA DE COMPLIANCE

POLÍTICA DE COMPLIANCE Informação Pública 13/05/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIAS... 3 4 DEFINIÇÕES... 4 5 DIRETRIZES... 4 6 RESPONSABILIDADES... 5 7 DISPOSIÇÕES FINAIS... 7 8 INFORMAÇÕES DE CONTROLE...

Leia mais

1.1 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira:

1.1 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira: Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. * Revisão geral para atendimento à NBR ISO/IEC 17021-1:2015. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo Diretor de Certificação 1 - Objetivo

Leia mais

PROCESSO AUDITORIA INTERNA

PROCESSO AUDITORIA INTERNA Dono do Processo Marcelo Borges dos Santos Aprovado por Comitê da Qualidade Analisado criticamente por Representante da Direção Substituto: Luciana Vieira Magalhães 1 OBJETIVOS Avaliar periodicamente,

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Competências a serem trabalhadas ENTENDER O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Hoje

Leia mais

AMARO Gestão Empresarial Ltda.

AMARO Gestão Empresarial Ltda. Anexo SL Por se tratar de uma tradução livre e de uso somente informativo para os clientes da consultoria, selecionamos somente os trechos importantes do Anexo SL e colocamos abaixo o Apêndice 2 que estrutura

Leia mais

Aplica-se obrigatoriamente a todas as áreas que possuem empresas contratadas na Vale Fertilizantes.

Aplica-se obrigatoriamente a todas as áreas que possuem empresas contratadas na Vale Fertilizantes. Responsável Técnico: Alex Clementino Ferreira Gerência de Sistema de Gestão Público-alvo: Empregados designados para realizarem as auditorias. 1. OBJETIVO Nº: PGS-3209-82-04 Pág.: 1 de 8 Código de Treinamento:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

Coordenação Geral de Acreditação INTRODUÇÃO ÀS PRÁTICAS DE AUDITORIA DE ACREDITAÇÃO. Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-021

Coordenação Geral de Acreditação INTRODUÇÃO ÀS PRÁTICAS DE AUDITORIA DE ACREDITAÇÃO. Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-021 Coordenação Geral de Acreditação INTRODUÇÃO ÀS PRÁTICAS DE AUDITORIA DE ACREDITAÇÃO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-021 Revisão 01 FEV/2010 DOQ-CGCRE-021 Revisão 01 Fev/2010 Página: 02/28 Introdução

Leia mais

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná

Apresentaçã. ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012. Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril de 2013 Curitiba - Paraná Ministério da Saúde/ Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional - DSNVS Apresentaçã ção o da RDC nº n 11 de 16 de fevereiro de 2012 Gerência Geral de Laboratórios de Saúde Pública abril

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL 1 RESPONSABILIDADE SOCIAL NBR 16001 Preparado por Paulo E. B. Neumann Auditor Líder em Sistemas de Gestão 2 RESPONSABILIDADE SOCIAL No Brasil, ganhou notoriedade através das exigências

Leia mais

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 158, de 29 de agosto de 2005. O PRESIDENTE

Leia mais

Auditoria e Análise Crítica do Sistema da Qualidade dos Laboratórios

Auditoria e Análise Crítica do Sistema da Qualidade dos Laboratórios Em Procedimento GGLAS 5 Auditoria e Análise Crítica do Sistema da Qualidade dos Laboratórios Proc./GGLAS nº 16 Página 1 de 15 Habilitação de Laboratório na Reblas Auditoria e Análise Crítica do Sistema

Leia mais

SUMÁRIO. Este procedimento estabelece o processo de Gerenciamento de Contratadas. ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3.

SUMÁRIO. Este procedimento estabelece o processo de Gerenciamento de Contratadas. ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. Procedimento de Gestão Denominação: Gerenciamento de Contratadas OGX PG.SMS.009 SUMÁRIO Este procedimento estabelece o processo de Gerenciamento de Contratadas. ÍNDICE 1 Objetivo: 3 2 Aplicação e Alcance:

Leia mais

RM 12 DIRETRIZES PARA REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA

RM 12 DIRETRIZES PARA REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento tem como objetivo estabelecer diretrizes e orientações para realização

Leia mais

Programa de Excelência Contábil Apresentação SESCON Rio de Janeiro

Programa de Excelência Contábil Apresentação SESCON Rio de Janeiro Apresentação SESCON Rio de Janeiro A Destra e o SESCON Rio de Janeiro apresentam o Programa de Excelência Contábil (PEC) com o objetivo de capacitar e certificar as empresas de contabilidade do Rio de

Leia mais

PROCEDIMENTO PADRÃO. Status: Aprovado CONTROLE DE PRODUTO NÃO CONFORME

PROCEDIMENTO PADRÃO. Status: Aprovado CONTROLE DE PRODUTO NÃO CONFORME PP.830-1 de 5 1. OBJETIVO Estabelecer o controle, responsabilidades e autoridade pertinentes para assegurar que o produto/serviço não conforme com os requisitos sejam identificados e controlados para evitar

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO PÁGINA: 1/11 OBJETIVO DEFINIR O MÉTODO DE FUNCIONAMENTO DA, VISANDO MANTER AS MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS E AS INSTALAÇÕES DA. DE FORMA A GARANTIR A QUALIDADE DO PRODUTO DENTRO DO ESPECIFICADO

Leia mais