TÉCNICAS DE ENSINO AULA EXPOSITIVA DIALÓGICA

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1 TÉCNICAS DE ENSINO AULA EXPOSITIVA DIALÓGICA Numa perspectiva crítica, a aula expositiva dialógica pode se transformar numa técnica que estimula a atividade e a iniciativa dos alunos sem prescindir da iniciativa do professor; favorece o diálogo entre professor e alunos, e dos alunos entre si, sem cair numa prática permissiva; e considera os interesses e experiências dos alunos sem desviar-se da sistematização lógica dos conteúdos previstos nos programas de ensino. É imprescindível que o professor promova a articulação entre o contexto educacional e a prática social, permitindo ao aluno (sujeito aprendiz) a aquisição do saber sistematizado, a reelaboração desse saber e a produção de novos conhecimentos. Portanto, nessa perspectiva, a aula expositiva pode perfeitamente assumir um caráter transformador por intermédio da troca de experiências entre professor e alunos, numa relação dialógica. Promover o diálogo entre o docente e o aluno; O aluno passa a fazer parte do processo de ensino-aprendizado na medida em que ele traz para a sala de aula seus saberes, sua experiência de vida; A construção do conhecimento acontece através da troca de informações, de questionamentos, de confronto e da reflexão da sua realidade; Permite que o aluno faça a reflexão da sua prática; Em substituição ao modelo de aula de tradicional, onde o aluno é um mero receptor de informações. A Aula Dialogada, além da troca de informações entre docentes e alunos, é o primeiro passo para facilitar a assimilação do conhecimento e veicular a realidade do aluno a conteúdos significativos. A participação do aluno é essencial para o bom desenvolvimento da aula. Ao utilizá-la o docente deve observar os seguintes procedimentos: Estabelecer com clareza os objetivos da exposição; Planejar a seqüência dos tópicos que constituirão a exposição, observando que uma aula deverá ter introdução, desenvolvimento e conclusão; Procurar manter os alunos em atitude reflexiva, propondo questões que exijam raciocínio; Utilizar recursos didáticos que ilustrem o tema apresentado; Promover exercícios rápidos e objetivos; Recapitular as noções apresentadas, para facilitar a compreensão de outras que virão; Explorar as vivências dos alunos, para enriquecer e comprovar a exposição;

2 Observar durante o desenvolvimento da aula, se há sinais de aborrecimento e cansaço por parte dos alunos; Ficar visível para toda a classe e movimentar-se durante a aula; Estabelecer o diálogo com os alunos, escutando questões, reflexões e vivências. ESTUDO DIRIGIDO Dentro de uma visão crítica da educação, embora, etimologicamente, Estudo Dirigido signifique o ato de estudar sob a orientação do professor, na verdade é muito mais do que isso. O Estudo Dirigido pressupõe a diretividade por parte do professor; se fundamenta na atividade do aluno e se efetiva na situação sócio-individualizada em sala de aula ou fora dela, mas, sempre sob a direção do professor, que exerce um papel insubstituível na condução do processo de ensino do qual os estudantes participam. O professor, ao empregar a técnica do Estudo Dirigido na sala de aula, não deve assumir um papel autoritário e nem deve ser espontaneísta. A ele compete ser democrático, responsável, e diretivo. Como dirigente do processo de ensino, o professor não deve esquecer que a regra fundamental é a atividade do aluno para o aluno e com o aluno. Estimular o aluno a estudar individualmente ou em grupo - mobilização para o estudo; Dinamizar a aula como espaço ativo da produção de aprendizagens; Exercitar a busca de fontes de consulta sob orientação direta do professor; Desenvolver as habilidades de pensar, analisar, avaliar, questionar e criar. Pedir ao aluno que leia com atenção o texto em questão; Propor questões que possibilitem ao aluno atingir o objetivo proposto pela técnica. EXEMPLO DE QUESTÕES: Refletir sobre o título do texto; Identificar e discutir a idéia central de cada parágrafo; Reescrever parágrafos mantendo as principais idéias, nele contidas; Relacionar o texto com a prática pessoal/trabalho, etc. Apresentar conclusões no coletivo. PROBLEMATIZAÇÃO Na Metodologia da Problematização, o ensino e a aprendizagem ocorrem a partir de problemas, sendo estes, extraídos da realidade pela observação dos alunos. Uma das referências

3 para essa Metodologia é o Método do Arco, de Charles Maguerez, do qual conhecemos o esquema apresentado por Bordenave e Pereira (1982). Nesse esquema constam cinco etapas que se desenvolvem a partir da realidade ou um recorte da realidade: Observação da Realidade (observação da realidade social, concreta, pelos alunos, a partir de um tema ou unidade de estudo); Pontos-Chave (os alunos são levados a refletir sobre as possíveis causas da existência do problema em estudo, determinantes maiores do problema e um estudo mais criterioso, crítico e mais abrangente do problema, em busca de sua solução); Teorização (é a etapa do estudo, da investigação propriamente dita, busca de informações pelos alunos sobre o problema); Hipóteses de soluções (o estudo realizado deverá oferecer elementos para os alunos, crítica e criativamente, elaborarem as possíveis soluções); Aplicação à realidade (decisões tomadas deverão ser executadas ou encaminhadas, ultrapassando o exercício intelectual). A realização do propósito maior que é preparar o estudante/ser humano para tomar consciência de seu mundo e atuar intencionalmente para transforma-lo, sempre para melhor, para um mundo e uma sociedade que permitam uma vida mais digna para o próprio homem. A metodologia da problematização como metodologia de ensino, de estudo e de trabalho, é para ser utilizada sempre que seja oportuno, em situações em que os temas estejam relacionados com a vida em sociedade. Com todo o processo, desde o observar atento da realidade e a discussão coletiva sobre os dados registrados, mas principalmente com a reflexão sobre as possíveis causas e determinantes do problema e depois com a elaboração de hipóteses de solução e a intervenção direta na realidade social, tem-se como objetivo a mobilização do potencial social, político e ético dos alunos, que estudam cientificamente para agir politicamente, como cidadãos e profissionais em formação, como agentes sociais que participam da construção da história de seu tempo, mesmo que em pequena dimensão. ESTUDO DE CASO Essa técnica tem por objetivo colocar o aluno em contato com uma situação profissional real (situação profissional apresentada ao aluno pelo professor para encaminhamento de soluções) ou simulada (o professor tem por objetivo a aprendizagem de determinados conceitos, teorias, habilidades, ou valores, compõe uma situação simulada com vários aspectos reais). O Estudo de Caso, permite o trabalho em equipe, possibilitando a discussão entre colegas, análise e encaminhamento de soluções para problemas, preparando-se para o real. É importante finalizar em plenária para discutir as soluções encontradas visando o enriquecimento do grupo.

4 Permitir a discussão e a busca de soluções, de casos passíveis de serem encontrados na vida real, baseados não em meras opiniões, mas em conhecimento de fatos relevantes; Possibilitar a reflexão e a solução de problemas de acordo com as experiências individuais; Para trazer a realidade à sala de aula para ser analisada, confrontada e solucionada por meio da troca de experiências individuais. Não se deve confundir um caso com simples ilustrações e exemplos ou com problemas de aplicação. Nesta perspectiva, tem como objetivos: Tomar a experiência de trabalho do aluno como objeto de reflexão e ponto de partida para a elaboração do conhecimento; Desenvolver o pensamento crítico, a capacidade de expressar idéias com clareza e de se assumir como cidadão consciente; Relacionar conhecimento teórico e experiência, buscando-se a síntese das contribuições teóricas, indispensáveis a uma prática competente; Incentivar a criatividade, a iniciativa e a tomada de decisão; Reunir subsídios para um projeto voltado para a melhoria das condições de saúde da comunidade. Como utilizar o estudo de caso na sala de aula, articulando teoria e prática: Ouvir o aluno sobre suas experiências relacionadas com o conteúdo, procurando identificar questões, dúvidas, problemas concretos e a forma como eles são enfrentados no cotidiano; Registrar dúvidas, problemas e contradições encontrados; Desenvolver um processo de elaboração coletiva; Concluindo, as etapas de aplicação deste estudo podem ser assim representadas: Fazer a análise crítica e estudo das questões registradas à luz das contribuições da prática e do conteúdo teórico; Estabelecer relações entre conteúdos de diversas áreas do conhecimento, de forma a ver a realidade em uma dimensão ampla, pensando-a no nível interdisciplinar; Produzir coletivamente, pequenos textos, esquemas, sínteses que reúnam as principais idéias estudadas e potencializem os conhecimentos significativos para a prática profissional; Criar formas para incentivar a criatividade, a apresentação e valorização dos trabalhos

5 (jornais, murais, seminários, cadernos de textos e de resumos, etc.); Retornar às experiências registradas anteriormente e confrontá-las com o conhecimento produzido em busca de sínteses para aplicação na prática. LEITURA A leitura, o estudo, e a preparação pessoal são indispensáveis para se aprender e participar de uma atividade coletiva de aprendizagem. Considera-se essencial a leitura prévia do texto ou do material a ser trabalhado. Cada aluno precisa ler, procurar compreender os textos, buscar informações e se preparar para a demanda apresentada. Para tanto, é necessário garantir que os textos indicados sejam bem dosados na quantidade e na complexidade, diversificar o uso do texto para leitura, sugerindo aos alunos que leiam o texto destacando pontos ou conceitoschaves, idéias principais e secundárias, nomeando parágrafos; elaborando sínteses com comentários pessoais; e até mesmo pode-se oferecer questões relacionadas ao texto de leitura que deverão ser respondidas por escrito. Explorá-las leva à motivação e supera-se aquela sensação de tarefa, obrigação, chateação que normalmente leva o aluno a desinteressar-se pela prática da leitura. Apresentar informações para o grupo; Trabalhar com texto extenso. A metodologia de leitura acima sugerida é a ideal para que o aluno tenha uma real compreensão do texto. Entretanto, cabe ao docente, em função da disponibilidade de tempo que tiver para desenvolver o seu trabalho, selecionar as atividades que mais atendam aos objetivos propostos. Essa definição deverá ser feita no momento do preparo da aula, considerando a dimensão tempo x conteúdo da aula. Fazer uma leitura global do texto (caso o texto seja muito grande, o docente poderá fazer uma breve explicação sobre ele; em seguida, deverá orientar a sua leitura por partes); Dividir o texto em suas partes principais. Dê título a cada uma das partes; Grifar as palavras, cujo significado o aluno não conheça. Orientar a elaboração de um glossário, depois de consultado o dicionário; Grifar em cada parágrafo a idéia central; a palavra-chave; Dar títulos aos parágrafos de acordo com a idéia central; Escrever uma frase com cada palavra-chave e colocá-las na seqüência em que apareçam no texto;

6 Reescrever o parágrafo ou parágrafos que sintetizem a principal ou principais idéias do texto; Propor a elaboração de outros possíveis títulos para o texto; Apresentar uma ou mais conclusões sobre o texto, de modo a ter uma visão de síntese do mesmo; Esquematizá-lo; Elaborar perguntas em fichas e sorteá-las de modo que vários alunos possam responder e, assim, o docente poderá avaliar se o texto foi realmente compreendido; PORTFOLIO O Portfolio é um instrumento de construção de conhecimentos no processo ensinoaprendizagem. É uma forma diagnosticada e contínua de acompanhamento e avaliação de um trabalho desenvolvido, onde se pode verificar e problematizar hipóteses em variadas situações. Já é usado há mais de 20 anos, em cerca de mil universidades, em todo o mundo. Portfolios de aprendizagem são coleções de informações importantes vindas de diversas fontes: livros, revistas, jornais, Internet, depoimentos de alunos, pais professores, funcionários e demais envolvidos no trabalho, entre outros, fundamentados em registros (anotações) da experiência escolar cotidiana, ou seja, dos momentos de aprendizagem. Organização dos registros realizados constantemente pelo professor, utilizando diversas estratégias, tais como: pesquisa, seleção de amostras de trabalho, dúvidas e conquistas, o que nos leva à descoberta do mundo do conhecimento. Os registros podem ser: Entrevistas, gráficos, tabela de dados, textos, desenhos, frases, fotos, vídeos, reflexões, análises, depoimentos; Estudos independentes: pesquisas, análises e reflexões, realizadas a partir do interesse e necessidade de ir-se além dos conteúdos selecionados; Temas selecionados e abordados no dia-a-dia da sala de aula; De caso: relatos dos avanços da aprendizagem da turma, documentados por trabalhos, fotos e vídeos; Memórias : registros narrativos das aulas, dos encontros, da observação das situações de aprendizagem, seus sucessos e hipóteses. As memórias podem ser coletivas (dos alunos) e individuais (do professor), diárias, semanais, quinzenais ou mensais, construídas com os alunos, a partir de elementos metodológicos, conceituais e avaliativos, que aprofundem conhecimentos e enriqueçam as aulas e a produção de textos da turma, de forma clara, coesa e objetiva. Seleção de amostras do trabalho desenvolvido por todos os envolvidos, tornando-se um

7 arquivo, um documentário; Metas, objetivos e combinados da turma para um bom andamento e organização do trabalho. Para registrar a trajetória da aprendizagem do aluno/a que se dar por meio da seleção, ordenação de documentos por ele/a produzidos, ou documentos externos, como fotos, reportagens, textos, que de algum modo contribuíram com o percurso de sua aprendizagem, colocando em evidência seu patamar de desempenho, as hipóteses que levantou e se os fins que alcançou foram realmente os propostos no início do trabalho. Deverá ser feito diariamente pelo menos um registro, pois isso possibilita ao professor/a e ao aluno/a um retrato dos passos percorridos na construção das aprendizagens. Essa forma de registrar diariamente a caminhada do aluno/a tem o objetivo de mostrar a importância de cada aula, de cada passo, como uma situação de aprendizagem. ORGANIZAÇÃO DO PORTFOLIO: Estabelecer um conjunto de regras básicas para a coleta dos itens que devem ser arquivados para a pesquisa; Coletar mostras dos trabalhos e material de pesquisa: fotografias, registros escritos, avaliações, desenhos, entre outros; Registrar, arquivar e documentar o trabalho, durante todo o seu desenvolvimento; Transformar os registros em material de consulta e reflexão contextualizada; Preparar e conduzir pesquisas e entrevistas, tabular dados e registrar resultados em tabelas e gráficos, organizando as informações; Realizar registros sistematizados, usando fundamentação teórica e referências bibliográficas. Confrontar os conhecimentos do senso comum com os conhecimentos teóricos; Realizar registros de caso: observações, análises, avaliações e reflexões sobre o trabalho desenvolvido com a turma. Estes registros estão relacionados com a conduta e as interações do próprio autor (professor), seus valores, seus costumes e principalmente seu envolvimento com os alunos, com a família e a comunidade escolar, registrando a aprendizagem e revendo conceitos; Preparar memórias, suas e dos alunos que contenham: plano de ação, os progressos conseguidos, o desenvolvimento dos alunos no processo ensino-aprendizagem, as dificuldades, hipótese e alternativas possíveis; Reunir com os alunos e outros colegas para socialização dos registros, avaliação e novos

8 encaminhamentos que contribuam para o sucesso do trabalho; Ao final das atividades, o Portfolio estará pronto e será um arquivo, um documentário demonstrativo do trabalho realizado por todos os envolvidos no processo de construção de conhecimentos. JÚRI SIMULADO CARACTERIZAÇÃO DA TÉCNICA: Consiste em dividir a turma em dois grupos que sustentarão, com argumentos, posições contrárias sobre determinado assunto/problema. Desenvolver a capacidade de argumentação, síntese e ordenação do pensamento. Para possibilitar o treinamento de respostas a questões propostas, levando o grupo a uma atenção quanto a confirmação ou rejeição às respostas oferecidas. Uma vez escolhido o tema ou o comportamento a ser julgado (réu), escolhe-se o juiz, os componentes de um corpo de jurados, um advogado de defesa e outro de acusação. O julgamento se dá dentro das normas de um julgamento comum, podendo os advogados apelarem para o depoimento de testemunhas de acusação ou defesa. Por fim o(a) docente(a) deverá concluir o trabalho, sistematizando as idéias discutidas. VARIAÇÃO Pode-se, também, optar pela divisão da turma em dois grupos. Um será o grupo pró ou de defesa do tema e o outra será o grupo contra ou de acusação. TRABALHO EM GRUPO O trabalho em grupo oferece ao aluno oportunidade de estabelecer troca de idéias e opiniões, desenvolvendo as habilidades necessárias à prática de convivência com as pessoas. Completar e enriquecer conhecimentos; Enriquecer experiências; Atender às diferenças individuais; Desenvolver o senso de responsabilidade; Desenvolver a capacidade de liderança e aceitação do outro;

9 Desenvolver o senso crítico e a criatividade; Desenvolver o espírito de cooperação. Para propiciar a participação e o envolvimento dos alunos para expressarem idéias, opiniões. Etc.; Para eliminar ou minimizar barreiras referente à participação como: timidez, vergonha e insegurança para falar em público. Formação dos grupos: pode ser espontânea, quando os alunos se reúnem livremente, ou dirigida, quando os alunos se reúnem a partir de critérios determinados pelo docente. Para facilitar o desenvolvimento do trabalho em grupo são necessários alunos para os seguintes papéis: Coordenador: orienta e controla a ação do grupo tendo em vista os objetivos; Secretário: registra o plano de trabalho a ser desenvolvido e as idéias apresentadas em relação ao assunto e às conclusões; Relator: lê e apresenta as conclusões do grupo ao docente e aos colegas. O TRABALHO EM GRUPO SE DESENVOLVE EM 04 ETAPAS: 1. Planejamento: nesta etapa, os alunos determinam os objetivos a atingir, apontam alternativas para a ação a ser desenvolvida, prevêem os recursos a serem utilizados e definem os papéis de cada elemento do grupo; 2. Ação do Grupo: nessa etapa executa-se a ação planejada coletando os dados e materiais, organizando os dados e elaborando o trabalho; 3. Apresentação: o trabalho poderá ser apresentado por meio de relatório, cartaz, debate, etc.; 4. Avaliação: consiste em verificar se os objetivos foram alcançados e de que forma. DIÁLOGOS SUCESSIVOS CARACTERIZAÇÃO DA TÉCNICA: Tem por objetivo questionar o dogmatismo de uma pessoa ou pessoas, demasiadamente convencidas da certeza de suas opiniões, acerca de determinado assunto. Como tal, contribui para criar uma atitude mais investigativa e objetiva sobre a realidade. O docente escreve uma pergunta no quadro e solicita que os alunos expressem sua opinião a respeito. Enriquecimento tanto em relação ao conteúdo das perguntas elaboradas como para mostrar as

10 várias formas de ver/analisar um mesmo fato. Mostrar ao aluno que existem diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto. A técnica começa com os estudantes colocados em dois círculos concêntricos, sendo que, de frente a cada aluno há outro aluno, para dialogar com ele. Arranjo físico para a técnica de diálogos sucessivos: círculo externo quadro círculo interno O docente explica as regras do trabalho e dá início à ação: 1. Os alunos que estão no círculo externo devem expressar para o colega que está à sua frente, sua posição a respeito da pergunta elaborada e escrita no quadro; 2. Todos os alunos do círculo interno após terem escutado a opinião de seu par, discutem com ele durante três minutos. A seguir, os alunos do círculo externo ficam em seu lugar, sem se mover; 3. Os alunos do círculo interno, por sua vez, mudam de par, deslocando-se para a direita, passando a dialogar com o outro aluno do círculo externo. Cada aluno interno deverá dialogar com cinco alunos externos; 4. A mudança de par será feita quando soar a campainha; 5. Após a rotação dos alunos internos ter sido feita (5 vezes), o docente escreve uma nova pergunta no quadro e o procedimento anterior é repetido. RESULTADOS ESPERADOS O resultado que se espera é que o aluno do círculo externo, que inicialmente estava muito seguro de sua opinião, se veja em confronto com cinco companheiros diferentes, alguns dos quais apresentando posição contrária a dele e perceba que todo assunto pode ser visto de diversos ângulos e que a atitude científica deve considerar o maior número possível de alternativas e não ficar obcecada pela posição inicial.

11 ENCERRAMENTO DA TÉCNICA Várias possibilidades se apresentam para encerrar a aplicação desta técnica. O docente pode dissolver os círculos concêntricos e agrupar os alunos externos em grupos e os internos em outros grupos, pedindo-lhes que reflitam sobre o que aconteceu, ou concluam sobre as perguntas em si ou sobre o método empregado. Pode também organizar grupos misturados (internos e externos) para analisar a evolução do pensamento dos alunos externos. Poderia também, pedir aos alunos para construírem no quadro branco uma lista dos argumentos e contra-argumentos apresentados durante os diálogos sucessivos. REFERÊNCIAS: A DINÂMICA PROMOVE A PARTICIPAÇÃO. Disponível em: em sala de aula. Acesso em: 08 de agosto de BERBEL, Neusi Aparecida Navas. A problematização e a aprendizagem baseada em problemas: diferentes termos ou diferentes caminhos? fev, Professora do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina. MASETTO, Marcos Tarcisio. Competência Pedagógica do Professor Universitário. São Paulo: Summus, SANTARÉM, Mª. S. P.; CRUZ, M. S. Avaliação Formativa na Educação Infantil. Disponível em: Acesso em 26/03/2008. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Técnicas de ensino: por que não? 4. ed. Campinas, SP: Papirus, Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico.

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