MANUAL DE EXAMES FAIXA ETÁRIA MASCULINO FEMININO 1 A 6 MESES: 35 A 157 NANOG/DL 25 A 110 NANOG/DL 6 A 12 MESES: 6 A 40 NANOG/DL 5 A 47 NANOG/DL

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1 17 HIDROXI-PREGNENOLONA JD 4h. 17-alfa-hidroxipregnenolona é formada pela hidroxilação da pregnenolona. A maior parte da pregnenolona circulante é de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administração de ACTH. Este ensaio é primariamente útil no diagnóstico da hiperplasia adrenal congênita por deficiência da 3beta- OH-esteróide desidrogenase. É também útil para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Níveis moderadamente aumentados são observados na Síndrome de Cushing ACTH-dependente. MÉTODO: HIDROLISE + CROMATOGRAFIA + RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERÊNCIA: - HOMENS E MULHERES: 20 A 450 NANOG/DL - RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS (31 A 35 SEMANAS): MENOR QUE 2409 NANOG/DL - NASCIDOS A TERMO A MENOS DE 3 ANOS: MENOR QUE 830 NANOG/DL ESTÁGIOS TANNER II E III (RESPECTIVAMENTE) - MASCULINO: 20 A 360 NANOG/DL E 88 A 675 NANOG/DL - FEMININO: 58 A 450 NANOG/DL E 250 A 800 NANOG/DL ESTÁGIOS TANNER IV E V (RESPECTIVAMENTE) - MASCULINO: 32 A 300 NANOG/DL E 220 A 860 NANOG/DL - FEMININO: 53 A 540 NANOG/DL E 500 A 1600 NANOG/DL 17 ALFA HIDROXIPROGESTERONA JD 4h. A 17-OH-Progesterona é um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra-renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da deficiência da 21-hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia congênita da supra-renal. Ao nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17-OH-Progesterona (17OHP) na avaliação de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. A 17OHP encontra-se elevada também na deficiência da 11-beta-hidroxilase, porém em menor intensidade. MÉTODO: RADIOIMUNOENSAIO

2 VALORES DE REFERENCIA: FAIXA ETÁRIA MASCULINO FEMININO MENOR QUE 1 MES: 53 A 186 NANOG/DL 17 A 204 NANOG/DL 1 A 6 MESES: 35 A 157 NANOG/DL 25 A 110 NANOG/DL 6 A 12 MESES: 6 A 40 NANOG/DL 5 A 47 NANOG/DL PRE-PUBERES: 1 A 82 NANOG/DL 2 A 72 NANOG/DL ADULTOS: 60 A 342 NANOG/DL FASE FOLICULAR: 19 A 182 NANOG/DL FASE LUTEINICA: 22 A 469 NANOG/DL MENOPAUSA: 20 A 172 NANOG/DL USO DE ACO*: 18 A 251 NANOG/DL *ACO=EM USO DE ANTICONCEPCIONAL ORAL NOTA: EM CRIANÇAS DE BAIXA IDADE, PARTICULARMENTE ATÉ 6 MESES, VALORES ELEVADOS PODEM SER ENCONTRADOS, SEM CORRELAÇÃO COM O QUADRO CLÍNICO, DEVIDO A INTERFERÊNCIAS ANALÍTICAS POR ESTERÓIDES CIRCULANTES. O CRITÉRIO MÉDICO SUGERE-SE CONFIRMAÇÃO DE RESULTADOS ELEVADOS, NESSA FAIXA ETÁRIA, POR METODOLOGIA DISTINTA. A ACETONA MATERIAL: PLASMA A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA (HEADSPACE) VALORES DE REFERÊNCIA: MENOR QUE 2,0 MG/DL EXPOSIÇÃO AO ISOPROPANOL: MENOR QUE 5 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (NR-7) NÃO ESTABELECE VALORES DE REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA PLASMÁTICA.

3 ACETONA MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando-se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia. MÉTODO: CROMATOGRAFIA GASOSA VALORES DE REFERÊNCIA: MENOR QUE 0,3 MG/DL EXPOSIÇÃO A ACETONA: MENOR QUE 10 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) EXPOSIÇÂO AO ISOPROPANOL: MENOR QUE 5 MG/DL (EUA, ACGIH-BEI) NOTA: A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA (NR-7) NÃO ESTABELECE VALORES DE REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA URINÁRIA. ACIDIFICAÇÃO URINÁRIA MATERIAL: URINA Adulto: JO 8h/ Criança: JO 4h. O teste é útil na detecção de problemas tubulares de acidificação urinária que podem levar a formação de cálculos. MÉTODO: DETERMINAÇÃO DO ph MEDIDA DIRETA EM POTENCIOMETRO APÓS ADMINISTRAR CLORETO DE AMONIO 0,1 G/KG DE PESO ph 1 HORA APOS: Ph 2 HORAS APOS: ph 3 HORAS APOS: ph 4 HORAS APOS: VALOR DE REFERÊNCIA: REDUÇÃO DE ph URINÁRIO A VALORES INFERIORES A 5,3 EM PELO MENOS UMA DAS AMOSTRAS COLHIDAS APÓS SOBRE CARGA COM CLORETO DE AMÔNIO. ÁCIDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO MATERIAL: URINA Vide comentários.

4 O 5-HIAA é um metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principalmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa, imipramina, ácido dihidrofenilacetico, metildopa, antidepressivo IMAO, morfina, acetominofen, ácido acético, salicilatos, formaldeido, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. As concentrações do 5-HIAA podem estar normais com tumores carcinóides não metastáticos e na síndrome carcinóide, particularmente, em pacientes sem diarréia. Alguns pacientes com síndrome carcinóide excretam ácidos indólicos não hidroxilados que não são medidos pelo teste do 5-HIAA. O 5-HIAA encontra-se aumentado nos pacientes com má-absorção e níveis aumentados de metabólitos urinários do triptofano (doença celíaca, sprue tropical, Doença de Whipple, fibrose cística, etc.), e em pacientes com obstrução crônica do trato intestinal além de alguns pacientes com tumores de ilhota não carcinóides. Seus níveis exibem uma correlação ruim com a gravidade da doença. Níveis aumentados são observados na gravidez, ovulação e estresse. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: MENOR QUE 10 MG/24 HORAS LIMIARES: DE 11 A 20 MG/24 HORAS ÁCIDO DELTA- AMINOLEVULÍNICO MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS É o indicador de efeito mais utilizado nas exposições ao chumbo. A ação nociva do chumbo no organismo é precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteração na sintese do heme. O PB inibe a enzima acido delta aminolevulinico desidratase em combinação com o aumento da Ala-S, levando a um aumento do acido delta aminolevulinico na urina. MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 4,5 MG/G DE CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) IBMP: 10 MG/G CREATININA (NR-7, 1994, MT/Br) ÁCIDO DELTA AMINO LEVULINICO DESIDRATASE MATERIAL: SANGUE

5 COMENTÁRIOS A atividade da enzima ácido delta aminolevulinico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliação tóxica resultante da exposição) nas exposições ao chumbo. O chumbo inibe a ação da enzima, levando a uma diminuição na síntese do heme MÉTODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: 30 A 60 U/L ERITROCITOS ÁCIDO FENILGLIOXILICO MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS O ácido mandélico é o principal metabolito do estireno e também do etil benzeno. A relação ácido mandélico/ácido fenilglioxilico varia com a concentração ambiental, sendo maior em concentrações mais elevadas de estireno. A determinação dos ácidos mandélicos e fenilglioxilico são realizadas para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabolitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto. MÉTODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: NÃO DEFINIDO PELA NR-7, MT/BR IBMP PARA ESTIRENO: 240 MG/G CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) ÁCIDO FÓLICO JD 4H. O acido fólico atua na maturação das hemácias e participam do processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos ácidos nucléicos. A deficiência do acido fólico e quase sempre conseqüência de ingestão insuficiente e esta presente em cerca de 1/3 (um terço) de todas as mulheres grávidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com distúrbios absortivos do intestino delgado. Pode estar falsamente elevado em casos de hemólise. Sua concentração pode estar reduzida com o uso de contraceptivo oral. O folato deteriora-se quando exposto a luz. Flutuações significantes ocorrem com a dieta e pode resultar num folato sérico normal em um paciente deficiente. Deficiência grave de ferro pode mascarar a deficiência do folato. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: MAIOR QUE 3,0 NANOG/ML

6 ÁCIDO HIPÚRICO MATERIAL: URINA O Acido hipurico é o principal metabolito urinário do tolueno. A determinação urinaria do acido hipurico é utilizada para monitorização biológica de trabalhadores expostos ocupacionalmente ao solvente. Níveis elevados do metabolito na urina indicam uma exposição ocupacional excessiva ao tolueno. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: ATE 1,5 G/G DE CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) IBMP: 2,5 G/G DE CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) ÁCIDO HOMOGENTÍSICO MATERIAL: URINA O ácido homogentísico é um intermediário no metabolismo da tirosina. Na alcaptonuria a acumulo deste nos fluidos e tecidos corporais devido à ausência congênita da enzima acido homogentísico oxidase. O acumulo do acido resulta em urina escura e alcalina desde o nascimento, sendo que a ocronose e artrite manifestam-se na vida adulta. MÉTODO: UTILIZADO TRES METODOS COLORIMETRICOS QUALITATIVOS: TESTE DE REDUCAO DO NITRATO DE PRATA AMONIACAL; TESTE DO CLORETO FERRICO; TESTE DE REDUCAO DO REATIVO DE BENEDICT. ACIDO HOMOVANILICO MATERIAL: URINA DE 24H O acido homovalinico (HVA) é o principal metabolito urinário da dopamina. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA e acido vanilmandélico (VMA). Níveis elevados também são encontrados no feocromocitoma, ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. Excreção do HVA pode ser intermitente. Aproximadamente 20% dos pacientes com elevação do HVA não tem neuroblastoma. Concentrações sofrem interferências

7 de alguns alimentos, tabaco, álcool etílico e drogas. Em caso de investigação para neuroblastoma é sugerida também a dosagem do VMA. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: 3 A 6 ANOS: 1,4 A 4,3 MG/24 HORAS 6 A 10 ANOS: 2,1 A 4,7 MG/24 HORAS 10 A 16 ANOS: 2,4 A 8,7 MG/24 HORAS ADULTOS: 1,4 A 8,8 MG/24 HORAS ACIDO LATICO MATERIAL: LIQUOR COMENTÁRIOS Níveis elevados de acido lático no liquor são encontrados na meningite bacteriana, ao contrario da meningite viral, em que níveis normais são usualmente encontrados. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 10,8 A 18,9 MG/DL ÁCIDO LÁTICO MATERIAL: PLASMA O acido lático (lactato) é um intermediário do metabolismo dos carboidratos, sendo o principal metabolito do glicogênio em anaerobiose. Valores elevados são encontrados no pós-prandial, apos exercícios físicos, no choque, insuficiência renal, hepática, intoxicação por etanol, uso de medicamentos (biguanidas, salicilatos, barbituricos), glicogenoses congênitas, anomalias do metabolismo de ácidos graxos e aminoácidos. Níveis elevados de acido lático no liquor são encontrados na meningite bacteriana, ao contrario da meningite viral, em que níveis normais são usualmente encontrados. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 5,7 A 22,0 MG/DL ACIDO MANDELICO MATERIAL: URINA

8 O acido mandélico é o principal metabolito do estireno e também do etil benzeno. A relação ácida mandélico/ácido fenilglioxilico varia com a concentração ambiental, sendo maior em concentrações mais elevadas de estireno. A determinação dos ácidos mandélicos e fenilglioxilico são realizadas para a monitorização biológica de trabalhadores expostos a estireno. Níveis elevados destes metabolitos na urina indicam exposição ocupacional excessiva ao composto. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALOR DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7, MT/BR IBMP PARA ESTIRENO: 0,8 G/G CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) IBMP PARA ETIL-BENZENO: 1,5 G/G CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) ACIDO METIL-HIPURICO MATERIAL: URINA O acido metil hipurico representa mais que 95% da fração metabolizada do xileno. A determinação do acido metil hipurico urinário é empregada na monitorização biológica de trabalhadores expostos ocupacionalmente ao solvente. Níveis elevados de acido metil hipurico urinário indicam uma exposição ocupacional excessiva ao xileno. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7, MT/BR IBMP: 1,5 G/G DE CREATININA (NR-7, 1994, MT/BR) ACIDO OXALICO METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 10 A 65 MICROMOL/L ACIDO OXALICO MATERIAL: URINA 24 HORAS

9 COMENTÁRIOS A excreção urinaria do oxalato é um preditor de nefrolitiase. Hiperoxalaturia é detectável em 30% dos pacientes com cálculos urinários compostos por oxalato. A dieta e o uso de acido ascórbico podem alterar os resultados. Hiperoxaluria pode decorrer de ma absorção intestinal, doenças inflamatórias intestinais, pos- operatórios de by-pass intestinal, intoxicação por etineloglicol e ingestão insuficiente de calcio. METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: HOMEM: 7 A 44 MG/24 HORAS MULHER: 4 A 31 MG/24 HORAS CRIANCA: 13 A 38 MG/24 HORAS ACIDO TRANS, TRANS-MUCONICO MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS METODO: CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA EFICIENCIA VALOR DE REFERENCIA: 0,5 MG/G DE CREATININA (ACGIH/BEI) IBMP: NAO DEFINIDO PELA NR-7 CORRELACAO ENTRE CONCENTRACOES DE ACIDO TRANS, TRANS-MUCONICO E NIVEIS DEBENZENO NO AR (PORTARIA 34, 2001): 1,3 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 0,6 PPM DE BENZENO NO AR 1,6 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 1,0 PPM DE BENZENO NO AR 2,5 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 2,0 PPM DE BENZENO NO AR 4,2 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 4,0 PPM DE BENZENO NO AR 5,8 MG/G CREATININA PARA EXPOSICAO OCUPACIONAL A 6,0 PPM DE BENZENO NO AR ACIDO TRICLOROACETICO MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS METODO: COLORIMETRICO VALOR DE REFERENCIA: NAO DEFINIDO PELA NR-7, 1994, MT/BR

10 IBMP: EXPOSICAO AO TETRACLOROETILENO - ÁCIDO TRICLORO-ACETICO 3,5 MG/L (NR7, 1994, MT/BR). ACIDO URICO MATERIAL: LIQUIDO SINOVIAL COMENTÁRIOS Pode ser útil no diagnostico diferencial de artropatias. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 8 MG/DL ACIDO URICO JO 8h. COMENTÁRIOS O acido úrico é o produto final do metabolismo das purinas, estando elevado em varias situações clinicas alem da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia têm gota. Níveis elevados também são encontrados na insuficiência renal, etilismo, cetoacidose diabética, psoríase, pre-eclampsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pos- quimioterapia e radioterapia uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diuréticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuição dos níveis é encontrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos túbulos renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicação por metais pesados e no aumento do clearence renal. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: HOMENS: 3,4 A 7,0 MG/DL MULHERES: 2,4 A 6,0 MG/DL ACIDO URICO MATERIAL: URINA DE 12HORAS COMENTÁRIOS Veja Acido úrico U-24 horas. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO

11 VALOR DE REFERENCIA: 75 A 425 MG/12 HORAS ACIDO URICO MATERIAL: URINA DE 24HORAS COMENTÁRIOS Cerca de 70% do acido úrico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinaria de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. Antiinflamatórios, vitamina C, diuréticos e warfarim podem interferir no resultado. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: 150 A 850 MG/24 HORAS ACIDO URICO MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS Cerca de 70% do acido urico é eliminado pelos rins. Esta dosagem é útil em pacientes com cálculos urinários para identificação daqueles com excreção urinaria de urato aumentada. Álcool causa diminuição do urato urinário. METODO: COLORIMETRICO ENZIMATICO ACIDO URICO (CRISTAIS COM LUZ POLARIZADA) MATERIAL: URINA COMENTÁRIOS A identificação dos cristais na urina é utilizada na tipificação de distúrbios do trato urinário e do metabolismo, sendo útil no diagnostico e orientação terapêutica. Guardam relação com o tipo de alimentação e o processo patológico. METODO: MICROSCOPIA COM LUZ POLARIZADA VALOR DE REFERENCIA: AUSENTE ACIDO VALPROICO

12 JO 8h (alimentar) de preferência antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. COMENTÁRIOS O acido valproico (Depakene Epilenil) é um anticonvulsivante também usado em distúrbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e toxicidade. Cerca de 90% da droga se liga a albumina, com pico plasmático em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. Estado de equilíbrio ocorre apos 3 dias de uso do medicamento. Alguns pacientes necessitam de níveis séricos superiores aos valores de referencia para controle das convulsões. A principal causa de níveis baixos é o não uso da medicação. Seu metabolismo é hepático (95%), sendo que drogas que induzem o citocromo P- 450 como carbamazepina, fenitoina, fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. O metabolismo da droga é hepático, dependente da idade, apresentando grandes variações individuais. O acido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. Valores acima de 200 microg/ml são considerados tóxicos. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. METODO: FLUORESCENCIA POLARIZADA VALORES DE REFERENCIA: NIVEL PLASMATICO TERAPEUTICO: 50 A 100 MCG/ML NOTA: A COLETA IDEAL DEVE SER REALIZADA IMEDIATAMENTE ANTES DA ADMINISTRACAO DA PROXIMA DOSE. ACIDO VANILMANDELICO MATERIAL: URINA 24 HORAS COMENTÁRIOS O acido vanilmandelico (VMA) é o principal metabolito da epinefrina e norepinefrina. Encontrase elevado em situações onde ocorre elevada produção de catecolaminas como no feocromocitoma, glanglioneuroblastoma, neuroblastoma e glanglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. Vários medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinação. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. METODO: HPLC (CROMATOGRAFIA LIQUIDA DE ALTA PERFORMANCE) VALORES DE REFERENCIA: 0 A 1 ANO: MENOR QUE 2,3 MG/24 HORAS 2 A 4 ANOS: MENOR QUE 3,0 MG/24 HORAS 5 A 9 ANOS: MENOR QUE 3,5 MG/24 HORAS 10 A 19 ANOS: MENOR QUE 6,0 MG/24 HORAS MAIOR DE 19 ANOS: MENOR QUE 6,8 MG/24 HORAS

13 ACTH MATERIAL: PLASMA JD 4h. COMENTÁRIO: O ACTH é dosado principalmente para diagnostico de desordens do eixo hipotalamo-hipofiseadrenal. Encontra-se elevado na doença de Cushing (origem epifisária), Doença de Addison, em situações de estresse e Síndrome de Secreção Ectópica de ACTH. Esta diminuindo nos casos de adenoma e carcinoma adrenais além de insuficiência adrenal secundaria. Uma única determinação pode estar dentro dos limites da normalidade em pacientes com produção excessiva (Doença de Cushing) ou deficiência limítrofe. Raramente, em casos de síndrome ectópica do acth, o mesmo pode ser metabolicamente ativo e não detectado pelo ensaio. METODO: QUIMIOLUMINESCENCIA VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 46 PICOG/ML ADDIS CONTAGEM MATERIAL: URINA DE 12 HORAS COMENTÁRIO: O método de Addis permite o exame quantitativo do sedimento urinário em condições padronizadas, utilizando o volume exato da urina coletado em 12 horas. É importante para acompanhar a evolução das afecções renais, particularmente nas glomerulonefrites, onde as contagens têm valor prognostico. METODO: MICROSCOPIA VALORES DE REFERENCIA: - PIOCITOS: ATE POR 12HORAS - HEMACIAS: ATE POR 12 HORAS - CILINDROS HIALINOS: ATE POR 12 HORAS ADENOSINA DEAMINASE ADA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO COMENTÁRIO: Veja ADA no soro. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20,0 U/L

14 ADENOSINA DEAMINASE ADA MATERIAL: LIQUIDO PERICARDICO COMENTÁRIO Veja ADA no soro. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20,0 U/L ADENOSINA DEAMINASE ADA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL COMENTÁRIO Veja ADA no soro METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 40,0 U/L ADENOSINA DEAMINASE ADA MATERIAL: LIQUOR COMENTÁRIO Veja ADA no soro METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 20,0 U/L ADENOSINA DEAMINASE ADA MATERIAL: SANGUE COMENTÁRIO ADA é uma enzima que catalisa a conversão da adenosina à inosina, participando do processo de diferenciação e proliferação de linfócitos. Níveis elevados da ADA são indicadores indiretos de tuberculose meningea, pericárdica e peritoneal. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose; No líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%;

15 No líquido pericárdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%; No líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%; A dosagem da ADA no soro não tem valor diagnóstico. Resultado falso- negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. Níveis elevados também podem ser encontrados em infecções bacterianas, criptococcicas e neoplasias. Esta dosagem não substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. VEJA TAMBÉM: Sorologia para Mycobacterium Tuberculosis. METODO: ENZIMATICO VALOR DE REFERENCIA: ATE 40,0 U/L AGREGACAO PLAQUETARIA MATERIAL: SANGUE TOTAL JO 8h. COMENTÁRIO O teste esta indicado na investigação de anormalidades qualitativas das plaquetas, principalmente nas desordens congênitas. Também usado na investigação laboratorial de pacientes com manifestações clinicas hemorrágicas ou trombóticas e no acompanhamento de indivíduos em uso de anti-agregantes plaquetários. Nos testes de agregação plaquetaria verificamos resposta a adição dos agentes agregantes. Adenosina Difosfato (ADP); Adrenalina, Colágeno e Ristocetina. Na Doença de Von Wilebrand e na Doença de Bernard Soulier a agregação frente à ristocetina e caracteristicamente anormal. Na Trombastenia de Glazmann a agregação esta diminuída com todos os agregantes, exceto com a ristocetina. METODO: BORN QUE REGISTRA O FENOMENO DA AGREGACAO DE FORMA CINETICA ATRAVES DO AGREGOMETRO DE PLAQUETAS. ALDOLASE JNO. COMENTÁRIO Essa enzima é utilizada na avaliação dos quadros de fraqueza muscular. Níveis elevados são encontrados nas fases iniciais das doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis elevados também podem ser encontrados em doenças hepáticas, na pancreatite, no infarto do miocárdio e em neoplasias. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. METODO: ENZIMATICO VALORES DE REFERENCIA: RECEM-NASCIDOS : ATE 19,6 U/L

16 10 A 24 MESES: 3,4 A 11,8 U/L ACIMA DE 2 ANOS A 16 ANOS: 1,2 A 8,8 U/L ADULTOS : ATE 7,6 U/L MANUAL DE EXAMES ALDOSTERONA JD 4h. COMENTARIO: A aldosterona é secretada pela glândula adrenal. A sua produção é regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Síndrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congênita, deficiência de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinária) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnóstico. METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: DIETA NORMOSSODICA: SENTADO/PE: 4,0 A 31,0 NANOG/DL DEITADO: 1,0 A 16,0 NANOG/DL ALDOSTERONA MATERIAL: URINA 24 HORAS COMENTARIO: VEJA Aldosterona SORO METODO: RADIOIMUNOENSAIO VALORES DE REFERENCIA: DIETA NORMOSSODICA: DE 6,0 A 25,0 MICROG/24 HORAS DIETA HIPOSSODICA: DE 17,0 A 44,0 MICROG/24 HORAS DIETA HIPERSODICA: MENOR QUE 6,0 MICROG/24 HORAS ALFA 1 ANTI TRIPSINA FECAL MATERIAL: FEZES

17 A Alfa-1-anti-tripsina nas fezes é uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas, sendo utilizada como marcador endógeno da perda protéica pelo tubo digestivo. Níveis elevados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteínas: enterite regional, Doença de Whipple, carcinoma gástrico, gastroenteropatia alérgica, linfagectasia intestinal, intolerância ao leite de vaca e na hipogamaglobulinemia congênita. METODO: ELISA VALOR DE REFERENCIA: 5,4 A 26,8 MG/DL ALFA 1 ANTI TRIPSINA JO 8h. Intervalo entre mamadas para lactentes. COMENTARIO: A Alfa-1-anti-tripsina (AAT) é uma proteína de fase aguda, sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. É o principal componente da alfa-1-globulina, aumentando de forma rápida, mas inespecífica em processos inflamatórios. Encontra-se elevada em infecções, artrites, vasculites, gravidez, terapia com estrógenos ou corticóides, neoplasias e pósoperatórios. Deficiência genética de AAT pode estar associada com enfisema pulmonar, doença crônica, cirrose hepática e carcinoma hepatocelular. VEJA também Alfa-1-anti-tripsina FECAL. METODO: NEFELOMETRIA VALORES DE REFERENCIA: 0 A 1 MES: 79 A 222 MG/DL 1 A 6 MESES: 71 A 190 MG/DL 6 MESES A 2 ANOS: 60 A 160 MG/DL 2 A 19 ANOS : 70 A 178 MG/DL ADULTOS : 88 A 174 MG/DL ATENCAO PARA OS NOVOS VALORES DE REFERENCIA A PARTIR DE 10/01/2006. ALFA 1 ANTI TRIPSINA MUTAÇÃO MATERIAL: SANGUE TOTAL COMENTARIO: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam a deficiência da alfa-1 antripsina, um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. METODO: REACAO EM CADEIA DA POLIMERASE - PCR INTERPRETACAO

18 Existem varias mutações conhecidas para alfa-1 antitripsina, entretanto a mutação mais comum e denominada variante Z e a segunda mais comum e a variante S. A deficiência de alfa-1-antitripsina pode variar de intermediaria a severa. Estando relacionada com os diferentes genótipos que podem ser apresentados ZZ, SZ, MZ, SS, MS, e MM. Considerando M o alelo normal, estes genótipos Irão apresentar níveis plasmáticos de alfa-1-antitripsina de 16%, 51%, 83%, 93%, 97% e 100%, respectivamente. OBS.: Existem variações raras do Genótipo M que não são detectadas por esta técnica. ALFA 1 GLICOPROTEÍNA ÁCIDA JO 8h. Intervalo entre mamadas para lactentes. A Alfa-1-glicoproteína Ácida (AAGP) é sintetizada nos hepatócitos, sendo a principal constituinte da mucoproteína de Winzler. É uma proteína de fase aguda, não específica, surgindo 12 horas após a injúria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticóides. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com estrógenos e enteropatia perdedora de proteínas. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. METODO: NEFELOMETRIA VALOR DE REFERENCIA: 51,0 A 117,0 MG/DL ALFETO PROTEINA JD 4h. A Alfa-fetoproteína é uma importante glicoproteína do plasma fetal encontrada na região alfa-1 na eletroforese. Níveis muito baixos são normais em adultos (não grávidas). Está aumentada no carcinoma hepatocelular, carcinoma embrionário, teratocarcinoma, coriocarcinoma e monitora a terapia antineoplásica. Alfa-fetoproteína elevada no soro materno, colhido entre 16ª e 18ª semanas detectam defeitos do tubo neural (ex. spina bifida) em um grande número de acometidos, mas não em todos os casos. Com algumas anormalidades cromossômicas (Síndrome de Down [trissomia 21] e Síndrome de Edwards [trissomia 18]) é, relativamente, baixo no soro materno. Uma das causas mais comuns para um resultado anormal é a não correção, do valor encontrado, pela idade gestacional. Assim, a confirmação

19 da idade gestacional pelo ultra-som é desejável. A Alfa-fetoproteína não é tão sensível para a detecção de bífida no terceiro trimestre. A Alfa-fetoproteína no líquido amniótico é realizada após o rastreio materno positivo, mas pode ser realizada quando a história materna ou familiar é positiva para defeito no tubo neural. A predição do defeito do tubo neural pode ser aferida mais precisamente com a dosagem da Alfa-fetoproteína no líquido amniótico do que no soro. VEJA também Risco Fetal. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALORES DE REFERENCIA: ADULTOS: ATE 10,5 NG/ML NA GRAVIDEZ VEJA TABELA ABAIXO: SEMANAS DE GRAVIDEZ ,13 A 45,38 NG/ML 23 42,35 A 145,20 NG/ML 15 16,94 A 50,82 NG/ML 24 47,19 A 163,35 NG/ML 16 19,36 A 58,08 NG/ML 25 53,24 A 185,13 NG/ML 17 22,39 A 67,16 NG/ML 26 58,08 A 205,10 NG/ML 18 24,81 A 74,42 NG/ML 27 71,39 A 232,32 NG/ML 19 28,44 A 85,31 NG/ML 28 78,65 A 257,73 NG/ML 20 31,46 A 98,01 NG/ML 29 84,70 A 284,35 NG/ML 21 35,09 A 112,53 NG/ML 30 96,80 A 313,39 NG/ML 22 38,72 A 128,87 NG/ML NOTA: EM RECEM-NASCIDOS NORMAIS, CONCENTRACOES ELEVADAS (INCLUSIVE ACIMA DE NG/ML) PODEM SER ENCONTRADAS COM DECLINIO NOS MESES SUBSE-QUENTES. ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUOR VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO PLEURAL

20 VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO ASCITICO VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA VALOR DE REFERENCIA: MENOR QUE 1,81 NG/ML ALFA FETOPROTEINA MATERIAL: LIQUIDO AMNIOTICO VEJA Alfa-fetoproteína SORO. METODO: IMUNOFLUORIMETRIA SEMANAS DE GRAVIDEZ A NG/ML A 4114 NG/ML A NG/ML A 3509 NG/ML A NG/ML A 2783 NG/ML A 9196 NG/ML A 2420 NG/ML A 7623 NG/ML A 1936 NG/ML A 6292 NG/ML A 1815 NG/ML A 5203 NG/ML A 1815 NG/ML A 4719 NG/ML ALUMINIO COMENTÁRIO:

21 O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al sao no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministerio da Saúde define como critério de avaliaçãoo que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. MÉTODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA COM CORRETOR ZEEMAN VALOR DE REFERENCIA: INFERIOR A 10,0 MCG/L NOTA: A AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA (PORTARIA NUMERO 82, DE 3 DE JANEIRO DE 2000) ESTABELECE PARAMETROS PARA AVALIACAO DOS NIVEIS DE ALUMINIO, EM PACIENTES PORTADORES DE INSUFICIENCIA RENAL CRONICA: - VALORES INFERIORES A 30,0 MCG/L: EXAMES ANUAIS - VALORES SUPERIORES A 30,0 MCG/L: REALIZAR TESTE DA DESFERROXAMINA (DFO), ONDE AUMENTOS DE 50,0 MCG/L, EM RELACAO AO VALOR BASAL, INDICAM TESTE POSITIVO. ALUMINIO MATERIAL: URINA COMENTÁRIO: O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porem de grande apreciação clinica como antiácido estomacal e como agente quilate de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. METODO: ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORCAO ATOMICA COM CORRETOR ZEEMAN VALORES DE REFERENCIA: - NAO-EXPOSTOS: ATE 15 MCG/L - EXPOSICAO OCUPACIONAL: ATE 200 MCG/L (DFG/BAT)

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