As principais causas de diabetes insípidus central são tumores que acometem a região hipotalâmica hipofisária, como por exemplo:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As principais causas de diabetes insípidus central são tumores que acometem a região hipotalâmica hipofisária, como por exemplo:"

Transcrição

1 Diabetes insípidus O que é Diabetes insípidus? Diabetes insípidus consiste em um distúrbio de controle da água no organismo, no qual os rins não conseguem reter adequadamente a água que é filtrada. Como consequência, o paciente passa a apresentar um aumento no volume de urina (poliúria), que ultrapassa facilmente os 3 litros por dia, podendo chegar a mais de 10 litros de urina. O nome insípidus vem do fato da urina ser bastante diluída e por isso sem gosto, ao contrário do diabetes melittus, no qual o paciente perde muita água e açúcar pela urina (quando o diabetes está descompensado), podendo ficar doce. Causas Diabetes insípidus central As principais causas de diabetes insípidus central são tumores que acometem a região hipotalâmica hipofisária, como por exemplo: Germinomas Craniofaringioma Metástases de outros tumores fora do sistema nervoso (pulmão e mama). Diabetes insípidus central também pode ser causado por doenças inflamatórias do sistema nervoso central, como sarcoidose, histiocitose e por doenças autoimunes como as hipofisites. O trauma do sistema nervoso central após acidentes também podem causar DI. Outras causas menos comuns são: Infecções: toxoplasmose, meningite, encefalite;doenças autoimune: infundibulite, Lupus;Toxinas: veneno de cobra, tetrodotoxina;alterações vasculares: Síndrome de Sheehan, encefalopatia hipóxica;doenças genéticas, como por exemplo: Síndrome de Wolfram, mutações no gene do ADH, displasia septo-ótica, etc.;idiopática (causa desconhecida).

2 Diabetes insípidos nefrogênico O diabetes insípidus nefrogênico pode ser causado principalmente por uso de medicamentos tóxicos aos rins, como por exemplo em pacientes que usam Lítio, anfotericina B, demeclociclina dentre outros medicamentos. Também pode ocorrer em crianças, devido mutações genéticas que alteram o receptor do ADH ou proteínas relacionadas a sua função. Causas menos comuns de ADH estão listadas abaixo: Causas genéticas Mutação recessivo ligado ao X (receptor V2);Mutação no gene da Aquaporina 2 (Autossômica recessiva);mutação no gene da Aquaporina 2 (Autossômica dominante). Causas adquiridas (doenças): Metabólicas (hipocalcemia, hipopotassemia);obstrução crônica renal;doenças vasculares renais (anemia falciforme, isquemia renal);doenças granulomatosas (sarcoidose);neoplasia (sarcoma);infiltração renal (amiloidose);idiopática (causa desconhecida). Tipos O diabetes insípidos pode ser subdividido de acordo com a origem do problema em: Diabetes insípidus central O diabetes insípidus central tem origem no sistema nervoso central. O hipotálamo e a hipófise (glândulas localizadas na base do cérebro) são responsáveis pela produção do hormônio antidiurético, abreviado por ADH e também chamado de vasopressina. Este hormônio age nos rins estimulando a reabsorção de água e impedindo que percamos este item pela urina. Quando acontece alguma lesão nestas estruturas, de modo a comprometer a produção e/ou liberação do ADH, ocorre a queda das concentrações deste hormônio no sangue e assim os rins perdem a capacidade de reter a água filtrada, que escapa através da urina em grandes quantidades. Diabetes insípidos nefrogênico No caso do diabetes insípidus nefrogênico, o hipotálamo e a hipófise funcionam corretamente e produzem quantidades adequadas do ADH. No entanto, este hormônio não funciona bem devido a um problema originado nos próprios rins.

3 Diabetes insípidus gestacional O diabetes insípidos gestacional é uma forma fisiológica de diabetes insípidus que ocorre na gravidez, devido a produção de uma enzima produzida pela placenta, chamada vasopressinase, que degrada o hormônio ADH levando ao aumento da urina. Em geral é autolimitada, normalizando ao término da gravidez. Fatores de risco Os fatores de risco conhecidos são: a presença de alguma destas doenças, listadas anteriormente no paciente ou o uso de medicamentos que possam danificar o rim. Em pacientes com histórico de doenças genéticas na família, pode haver risco aumentado de diabetes insípidus. Sintomas de Diabetes insípidus Os pacientes com diabetes insípidus vão apresentar um volume de urina muito grande, acima de 3 litros por dia (mais que 50 ml/kg/dia). Associado, o paciente apresenta sede intensa, com preferência por líquidos gelados. A urina se apresenta bastante clara e diluída. Como a doença é constante, os pacientes também acordam bastante para urinar a noite (noctúria). Diagnóstico de Diabetes insípidus O diagnóstico é feito através da análise do histórico clínico e por meio de exames de sangue e de urina, nos quais se avaliam as concentrações de sódio, glicose, a osmolaridade do sangue e da urina, e através da confirmação do volume urinário realizado através da medida de 24 horas. Após esta etapa, pode ser necessário realizar um teste funcional para se definir a origem do diabetes insípidus, se central ou nefrogênico. Este teste chama-se: teste da restrição hídrica (ou seja, restrição de água). Neste procedimento, geralmente feito internado, o paciente é colocado em jejum de água e exames são feitos a cada 2 horas até que certos critérios laboratoriais ou de perda de peso sejam alcançados. Neste momento é aplicado uma dose do hormônio sintético desmopressina (semelhante ao ADH humano) e observa-se a resposta no volume urinário e nos demais exames laboratoriais realizados posteriormente. Com este estudo consegue-se definir o tipo de diabetes insípidus numa parcela dos casos. A dosagem do ADH pode auxiliar neste processo, mas este hormônio não é realizado na rotina pela grande maioria dos laboratórios.

4 Em geral são feitos exames de sangue e urina e pode ser necessário realizar um exame de ressonância magnética da hipófise e/ou exame de imagem das vias urinárias. Se causas especificas, como por exemplo, sarcoidose, estiverem sendo cogitadas, serão realizados exames direcionados. Buscando ajuda médica A presença dos sintomas relacionados acima justifica a busca por ajuda médica. Tratamento de Diabetes insípidus Quando possível trata-se a situação que esteja causando o diabetes insípidus, como por exemplo, trocando o Lítio por outro medicamento, quando este é a causa da doença. Quando a doença que está causando o diabetes insípidus não pode ser diretamente tratada, existe a possibilidade de controlar do diabetes insípidus usando um medicamento chamando desmopressina (também conhecido por DDAVP), que é uma molécula semelhante ao ADH humano. Este medicamento ajuda a controlar muito bem o volume urinário, em especial no diabetes insípidus central. possíveis Complicações Com relação ao diabetes insípidus, isoladamente, a principal complicação é adesidratação. Nos pacientes com sensação de sede normal e com acesso normal a água, o maior inconveniente é ter de beber água constantemente e ir ao banheiro com muita frequência. O sono também pode ser severamente prejudicado pelas idas noturnas ao banheiro e pelo despertar para beber água. A situação de maior risco para o diabetes insípidus é naqueles casos que a pessoa perde a consciência e não pode beber água corretamente, como pode ser o caso de pacientes acidentados ou que não informem esta condição a equipe médica previamente a uma cirurgia. Nestes casos o paciente pode desidratar severamente, podendo ocorrer complicações sérias. Expectativas Depende da causa do diabetes insípidus. Porém, mesmo naqueles casos onde a cura não é possível, o controle da doença pode ser bem adequado com o uso de medicamentos.

5 Em geral, a maior parte das causas de diabetes insípidus não são preveníeis. Prevenção Felipe Henning Gaia Duarte, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo, gerente Médico da Endocrinologia do SalomãoZoppi Diagnósticos e especialista Minha Vida (CRM-SP )

SISTEMA URINÁRIO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS?

SISTEMA URINÁRIO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS? SISTEMA URINÁRIO SISTEMA URINÁRIO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS? Conjunto de órgãos responsáveis pela filtração do sangue e eliminação de substâncias tóxicas, desnecessárias ou em excesso através

Leia mais

Controle da Osmolalidade dos Líquidos Corporais. Prof. Ricardo Luzardo

Controle da Osmolalidade dos Líquidos Corporais. Prof. Ricardo Luzardo Controle da Osmolalidade dos Líquidos Corporais Prof. Ricardo Luzardo Osmolalidade é uma função do número total de partículas em solução, independente de massa, carga ou composição química. As partículas

Leia mais

Sistema Renal. Profa Msc Melissa Kayser

Sistema Renal. Profa Msc Melissa Kayser Sistema Renal Profa Msc Melissa Kayser Componentes anatômicos Rins Ureteres Bexiga urinária Uretra O sangue é filtrado nos rins, onde os resíduos são coletados em forma de urina, que flui para pelve renal,

Leia mais

Sistema excretor. Professora Mariana Peixoto

Sistema excretor. Professora Mariana Peixoto Sistema excretor Professora Mariana Peixoto Eliminação de excretas nos seres humanos Unidade básica dos rins: néfrons (Cápsula de Bowman) (alça de Henle) Formação da urina Filtração glomerular Glóbulos

Leia mais

Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal

Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal Interpretação de Exames Laboratoriais Aplicados à Nutrição Clínica Interpretação de Exames Laboratoriais para Doença Renal Prof. Marina Prigol Investigação da função renal Funções do rim: Regulação do

Leia mais

Insuficiência Renal Crônica Claudia Witzel

Insuficiência Renal Crônica Claudia Witzel Insuficiência Renal Crônica Claudia Witzel A insuficiência renal crônica (IRC) é o resultado das lesões renais irreversíveis e progressivas provocadas por doenças que tornam o rim incapaz de realizar as

Leia mais

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO

AVALIAÇÃO BIOQUÍMICA NO IDOSO C E N T R O U N I V E R S I T Á R I O C AT Ó L I C O S A L E S I A N O A U X I L I U M C U R S O D E N U T R I Ç Ã O - T U R M A 6 º T E R M O D I S C I P L I N A : N U T R I Ç Ã O E M G E R I AT R I A

Leia mais

Sistema excretor. Profº Fernando Belan - BIOLOGIA MAIS

Sistema excretor. Profº Fernando Belan - BIOLOGIA MAIS Sistema excretor Profº Fernando Belan - BIOLOGIA MAIS introdução Elimina as excretas, isto é, as substâncias tóxicas. Principalmente das substâncias que contêm nitrogênio (excretas nitrogenadas) A quebra

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 10 EXCREÇÃO HUMANA

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 10 EXCREÇÃO HUMANA BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 10 EXCREÇÃO HUMANA Fixação 1) A ingestão de álcool inibe a liberação de ADH (hormônio antidiurético) pela hipófise. Assim sendo, espera-se que um homem alcoolizado: a)

Leia mais

Principais sintomas: - Poliúria (urinar muitas vezes ao dia e em grandes quantidades); - Polidipsia (sede exagerada); - Polifagia (comer muito);

Principais sintomas: - Poliúria (urinar muitas vezes ao dia e em grandes quantidades); - Polidipsia (sede exagerada); - Polifagia (comer muito); O diabetes mellitus é uma doença crônica que se caracteriza por uma elevada taxa de glicose (açúcar) no sangue. Essa elevação ocorre, na maioria das vezes, por uma deficiência do organismo em produzir

Leia mais

Drogas que atuam no Sistema Nervoso Autônomo. Astria Dias Ferrão Gonzales 2017

Drogas que atuam no Sistema Nervoso Autônomo. Astria Dias Ferrão Gonzales 2017 Drogas que atuam no Sistema Nervoso Autônomo Astria Dias Ferrão Gonzales 2017 SNC Todos os estímulos do nosso ambiente causam, nos seres humanos, sensações como dor e calor. Todos os sentimentos, pensamentos,

Leia mais

4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1

4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1 4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1 HIPOTALAMO Neuronios do hipotalamo sintetizam TRH (hormonio tireotrofico) Sistema portahipotalamico hipofisario TRH estimula a sintese e secreacao de TSH (hormonio

Leia mais

Edema OBJECTIVOS. Definir edema. Compreender os principais mecanismos de formação do edema. Compreender a abordagem clínica do edema

Edema OBJECTIVOS. Definir edema. Compreender os principais mecanismos de formação do edema. Compreender a abordagem clínica do edema OBJECTIVOS Definir edema Compreender os principais mecanismos de formação do edema Compreender a abordagem clínica do edema É um sinal que aparece em inúmeras doenças, e que se manifesta como um aumento

Leia mais

Sugestões de atividades para avaliação. Ciências 8 o ano Unidade 8

Sugestões de atividades para avaliação. Ciências 8 o ano Unidade 8 Sugestões de atividades para avaliação Ciências 8 o ano Unidade 8 5 Nome: Data: UniDaDE 8 1 A saúde é um problema exclusivo do governo, os indivíduos têm pouco o que fazer para ajudar a manter adequada

Leia mais

Glândulas endócrinas:

Glândulas endócrinas: Sistema Endócrino Glândulas endócrinas: Funções: Secreções de substâncias (hormônios) que atuam sobre célula alvo Hormônios: Substâncias informacionais distribuídas pelo sangue. Eles modificam o funcionamento

Leia mais

EXAMES BIOQUÍMICOS. Profa Dra Sandra Zeitoun Aula 3

EXAMES BIOQUÍMICOS. Profa Dra Sandra Zeitoun Aula 3 EXAMES BIOQUÍMICOS Profa Dra Sandra Zeitoun Aula 3 Íons/Eletrólitos do plasma No plasma existem diversos eletrólitos positivos: Na+, K+, Ca², Mg² E eletrólitos negativos: Cl-, HCO3-, fosfatos e proteínas.

Leia mais

Doença de Addison DOENÇA DE ADDISON

Doença de Addison DOENÇA DE ADDISON Enfermagem em Clínica Médica Doença de Addison Enfermeiro: Elton Chaves email: eltonchaves76@hotmail.com DOENÇA DE ADDISON A insuficiência adrenal (IA) primária, também denominada doença de Addison, geralmente

Leia mais

SISTEMA HIPOTÁLAMO- HIPOFISÁRIO

SISTEMA HIPOTÁLAMO- HIPOFISÁRIO SISTEMA HIPOTÁLAMO- HIPOFISÁRIO Localização Importância -controle de secreção de vários hormônios -controle de vários processos fisiológicos: reprodução desenvolvimento e crescimento metabolismo energético

Leia mais

BA.17: Homeostase, excreção e homeotermia BIOLOGIA

BA.17: Homeostase, excreção e homeotermia BIOLOGIA ATIVIDADES. (UFPE 006) Com relação ao processo de formação da urina, no homem, é correto afirmar que: ( ) Como a filtração glomerular é um processo de alta seletividade, as vitaminas e os aminoácidos não

Leia mais

Alterações do equilíbrio hídrico Alterações do equilíbrio hídrico Desidratação Regulação do volume hídrico

Alterações do equilíbrio hídrico Alterações do equilíbrio hídrico Desidratação Regulação do volume hídrico Regulação do volume hídrico Alteração do equilíbrio hídrico em que a perda de líquidos do organismo é maior que o líquido ingerido Diminuição do volume sanguíneo Alterações do equilíbrio Hídrico 1. Consumo

Leia mais

Excreção. Expulsão de produtos residuais da actividade celular e de outras substâncias presentes em excesso no sangue.

Excreção. Expulsão de produtos residuais da actividade celular e de outras substâncias presentes em excesso no sangue. Sistema Urinário Excreção Expulsão de produtos residuais da actividade celular e de outras substâncias presentes em excesso no sangue. Como eliminar os produtos tóxicos que se formam nas células? Vias

Leia mais

Colheita e manuseamento de fluidos biológicos

Colheita e manuseamento de fluidos biológicos Colheita e manuseamento de fluidos biológicos Na aula de hoje, vamos falar de: 1. Importância da análise de amostras biológicas como ferramentas de diagnóstico 2. Composição dos dois fluidos mais analisados:

Leia mais

Saúde do Homem. Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina.

Saúde do Homem. Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina. Saúde do Homem Medidas de prevenção que devem fazer parte da rotina. saúde do Homem O Ministério da Saúde assinala que muitos agravos poderiam ser evitados caso os homens realizassem, com regularidade,

Leia mais

AULA 02 - Eixo Hipotálamo-Hipofisário DOTS - JOGO DOS PONTOS

AULA 02 - Eixo Hipotálamo-Hipofisário DOTS - JOGO DOS PONTOS AULA 02 - Eixo Hipotálamo-Hipofisário DOTS - JOGO DOS PONTOS 1. A neuro-hipófise armazena e libera dois hormônios. Quais são estes? a) Hormônio antidiurético (ADH) e folículo estimulante (FSH) b) Prolactina

Leia mais

2) Observe o esquema. Depois, seguindo a numeração, responda às questões. C) Onde a urina é armazenada antes de ser eliminada do corpo?.

2) Observe o esquema. Depois, seguindo a numeração, responda às questões. C) Onde a urina é armazenada antes de ser eliminada do corpo?. Professor: Altemar Santos. Exercícios sobre os sistemas urinário (excretor), reprodutores masculino e feminino e fecundação para o 8º ano do ensino fundamental. 1) Analise o esquema: Identifica-se pelas

Leia mais

TUTORIAL DE URO-NEUROLOGIA DISFUNÇÃO MICCIONAL NO IDOSO

TUTORIAL DE URO-NEUROLOGIA DISFUNÇÃO MICCIONAL NO IDOSO TUTORIAL DE URO-NEUROLOGIA DISFUNÇÃO MICCIONAL NO IDOSO Márcio Augusto Averbeck, MD, MSc Márcio Augusto Averbeck, MD Médico Urologista UFCSPA EAU Clinical Fellowship (Neurourology Unit Innsbruck/Austria)

Leia mais

ENURESE MAPA DE REVISÕES PROTOCOLO CLINICO. Destinatários. Data Palavras-Chave: ENURESE

ENURESE MAPA DE REVISÕES PROTOCOLO CLINICO. Destinatários. Data Palavras-Chave: ENURESE Palavras-Chave: Destinatários Médicos dos ACES da Unidade Coordenadora Funcional (UCF) de Leiria Elaboração Dr.ª Carla Loureiro, Dr.ª Carmen Costa, Dr.ª Teresa Rezende Aprovação Diretor do Serviço Dr.

Leia mais

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) Versão de 2016 1. O QUE É A CAPS 1.1 O que é? A Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) compreende

Leia mais

FISIOLOGIA RENAL E SISTEMA EXCRETOR

FISIOLOGIA RENAL E SISTEMA EXCRETOR FISIOLOGIA RENAL E SISTEMA EXCRETOR Adaptação ao meio Se um animal viver na terra, na água salgada ou na água doce. Controlar o volume e a composição entre os líquidos corporais e o ambiente externo (balanço

Leia mais

O que é diabetes? No Brasil, a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2% e de 11% para pessoas acima de 40 anos.

O que é diabetes? No Brasil, a ocorrência média de diabetes na população adulta (acima de 18 anos) é de 5,2% e de 11% para pessoas acima de 40 anos. Diabetes O que é diabetes? O diabetes mellitus é uma doença degenerativa crônica, diagnosticada pelo aumento da glicose (açúcar) no sangue. O mais comum é o tipo 2, que atinge cerca de 90% dos diabéticos.

Leia mais

Viva Bem! Cuide da Sua Saúde!

Viva Bem! Cuide da Sua Saúde! Viva Bem! Cuide da Sua Saúde! ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Quanto mais colorida for a sua alimentação, maior a presença de nutrientes no seu corpo e melhor será a sua saúde. 50% - HORTALIÇAS Folhas, como alface

Leia mais

12 Dicas do Dr. Rocha

12 Dicas do Dr. Rocha 12 Dicas do Dr. Rocha Para Controlar o Diabetes Naturalmente "Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio Hipócrates 12 Dicas do Dr. Rocha Para Controlar o Diabetes Naturalmente

Leia mais

98% intracelular extracelular

98% intracelular extracelular DISTRIBUIÇÃO CORPORAL DE 98% intracelular extracelular 2% HOMEOSTASE DE POTÁSSIO BALANÇO EXTERNO vs BALANÇO INTERNO BALANÇO INTERNO BALANÇO EXTERNO HOMEOSTASE DE POTÁSSIO BALANÇO EXTERNO vs BALANÇO INTERNO

Leia mais

Diabetes insípida: Etiopatogenia e tratamento 1

Diabetes insípida: Etiopatogenia e tratamento 1 Diabetes insípida: Etiopatogenia e tratamento 1 A diabetes insípida é uma doença rara que leva a uma alteração no mecanismo de excreção e retenção de água, cursando com poliúria, polidipsia e baixa densidade

Leia mais

FARMACOLOGIA. Aula 11 Continuação da aula anterior Rim Diuréticos Antidiuréticos Modificadores do transporte tubular ANTIGOTOSOS

FARMACOLOGIA. Aula 11 Continuação da aula anterior Rim Diuréticos Antidiuréticos Modificadores do transporte tubular ANTIGOTOSOS FARMACOLOGIA Aula 11 Continuação da aula anterior Rim Diuréticos Antidiuréticos Modificadores do transporte tubular ANTIGOTOSOS RIM RIM RIM Filtra perto de 150 litros por dia! Após secreção e reabsorção

Leia mais

Sistema Urinário. Patrícia Dupim

Sistema Urinário. Patrícia Dupim Sistema Urinário Patrícia Dupim Insuficiência Renal Ocorre quando os rins não conseguem remover os resíduos metabólicos do corpo. As substância normalmente eliminadas na urina acumulam-se nos líquidos

Leia mais

[CUIDADOS COM OS ANIMAIS IDOSOS]

[CUIDADOS COM OS ANIMAIS IDOSOS] [CUIDADOS COM OS ANIMAIS IDOSOS] Geriatria é o ramo da Medicina que foca o estudo, a prevenção e o tratamento de doenças e da incapacidade em idosos. Seus objetivos maiores são: manutenção da saúde, impedir

Leia mais

Doenças do Sistema Nervoso

Doenças do Sistema Nervoso SISTEMA NERVOSO Doenças do Sistema Nervoso Alzheimer degenerativa, isto é, que produz atrofia, progressiva, com início mais frequente após os 65 anos, que produz a perda das habilidades de pensar, raciocinar,

Leia mais

APARELHO URINÁRIO (III)

APARELHO URINÁRIO (III) APARELHO URINÁRIO (III) (Reabsorção e secreção tubulares) Mário Gomes Marques Instituto de Fisiologia da FML (Director: Prof. Luis Silva-Carvalho) 1 RIM (reabsorção e secreção tubulares) Qualquer substância

Leia mais

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS

INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA EM GATOS Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria Definição da síndrome Insuficiência renal Insuficiência

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE OROCÓ- PE DECISÃO DOS RECURSOS CONTRA GABARITO PRELIMINAR I DOS RECURSOS

PREFEITURA MUNICIPAL DE OROCÓ- PE DECISÃO DOS RECURSOS CONTRA GABARITO PRELIMINAR I DOS RECURSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE OROCÓ- PE DECISÃO DOS RECURSOS CONTRA GABARITO PRELIMINAR I DOS RECURSOS Trata-se de recursos interpostos pelos candidatos infra relacionados, concorrentes ao cargo, ENFERMEIRO

Leia mais

PERÍODO ABSORTIVO E PÓS-ABSORTIVO

PERÍODO ABSORTIVO E PÓS-ABSORTIVO PERÍODO ABSORTIVO E PÓS-ABSORTIVO HORMONAS QUE REGULAM O METABOLISMO PRINCIPAIS FONTES DE ENERGIA CELULAR VIAS METABÓLICAS DO PERIODO ABSORTIVO ALTERAÇÕES METABÓLICAS DO PERIODO PÓS-ABSORTIVO PRODUÇÃO

Leia mais

Quais as formas de uso do tabaco? As modalidades mais comuns de uso do tabaco são fumar ou inalar a t r a v é s d e c i g a r r o, c h a r u t o,

Quais as formas de uso do tabaco? As modalidades mais comuns de uso do tabaco são fumar ou inalar a t r a v é s d e c i g a r r o, c h a r u t o, O tabaco O tabaco é uma planta cujo nome científico é Nicotiana tabacum, da qual é extraída uma substância chamada nicotina, seu princípio ativo. Mas no tabaco encontramos ainda um número muito grande

Leia mais

Revisão Reta Final (Fuvest-Unicamp-Unifesp) BIOLOGIA (Fisiologia Animal) Prof. Landin

Revisão Reta Final (Fuvest-Unicamp-Unifesp) BIOLOGIA (Fisiologia Animal) Prof. Landin Revisão Reta Final (Fuvest-Unicamp-Unifesp) BIOLOGIA (Fisiologia Animal) Prof. Landin 01. (FUVEST) A figura representa um arco-reflexo, o calor da chama de uma vela provoca a retração do braço e o afastamento

Leia mais

Brochura de informação para o doente sobre KEYTRUDA. (pembrolizumab)

Brochura de informação para o doente sobre KEYTRUDA. (pembrolizumab) Brochura de informação para o doente sobre KEYTRUDA (pembrolizumab) Este medicamento está sujeito a monitorização adicional. Isto irá permitir a rápida identificação de nova informação de segurança. Poderá

Leia mais

1) Sistemas reguladores que capacitam o organismo a perceber as variações do meio:

1) Sistemas reguladores que capacitam o organismo a perceber as variações do meio: Bingo 1 Vamos através dessa atividade unir o útil ao divertido. Nesse jogo faremos a revisão da matéria e fechando, assim, as aulas dos sistemas integradores. Para isso, utilize seus conhecimentos. Você

Leia mais

CONCENTRAÇÃO DOS PRINCÍPIOS ATIVOS ADULTOS IDR CRIANÇAS IDR 20 gotas (1 ml) 1 vez ao dia até 20 gotas (1 ml) 4 vezes ao dia

CONCENTRAÇÃO DOS PRINCÍPIOS ATIVOS ADULTOS IDR CRIANÇAS IDR 20 gotas (1 ml) 1 vez ao dia até 20 gotas (1 ml) 4 vezes ao dia VITER C ácido ascórbico APRESENTAÇÃO Linha Hospitalar: Caixa contendo 50 frascos com 20 ml. FORMA FARMACÊUTICA Solução oral USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada ml da solução oral contém: Ácido

Leia mais

Prevenção Secundária da Doença Renal Crônica Modelo Público

Prevenção Secundária da Doença Renal Crônica Modelo Público Prevenção Secundária da Doença Renal Crônica Modelo Público VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica Maria Eugênia Fernandes Canziani Universidade Federal de São Paulo Brasília, 2012

Leia mais

CURSO de BIOMEDICINA - Gabarito

CURSO de BIOMEDICINA - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2009 e 1 o semestre letivo de 2010 CURSO de BIOMEDICINA - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém : PROVA

Leia mais

SISTEMA ENDÓCRINO órgãos hormônios

SISTEMA ENDÓCRINO órgãos hormônios SISTEMA ENDÓCRINO Conjunto de órgãos que apresentam como atividade característica a produção de secreções denominadas hormônios, que são lançados na corrente sanguínea e irão atuar em outra parte do organismo,

Leia mais

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 12 PRINCIPAIS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS NO HOMEM

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 12 PRINCIPAIS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS NO HOMEM BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 12 PRINCIPAIS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS NO HOMEM Como pode cair no enem (ENEM) O metabolismo dos carboidratos é fundamental para o ser humano, pois a partir desses compostos

Leia mais

Ciências Ensino Fundamental, 8º Ano Caracterização dos órgãos que constituem o sistema urinário, suas funções e os principais excretas

Ciências Ensino Fundamental, 8º Ano Caracterização dos órgãos que constituem o sistema urinário, suas funções e os principais excretas Ciências Ensino Fundamental, 8º Ano Caracterização dos órgãos que constituem o sistema urinário, suas funções e os principais excretas Imagem: Schlomo Wiggins/ This image is free to use for any purpose

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesu@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução

Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução 1. A figura representa os sistemas digestivos

Leia mais

Fisiologia do Sistema Endócrino. Glândula Suprarenal. Glândulas Adrenais. SISTEMA ENDÓCRINO Adrenais. Adrenal

Fisiologia do Sistema Endócrino. Glândula Suprarenal. Glândulas Adrenais. SISTEMA ENDÓCRINO Adrenais. Adrenal Fisiologia do Sistema Endócrino Glândula Suprarenal Prof. Dr. Leonardo Rigoldi Bonjardim Profa. Adjunto do Depto. De Fisiologia-CCBS-UFS Material disponível em: 1 http://www.fisiologiaufs.xpg.com.br 2006

Leia mais

PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2013

PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2013 PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2013 Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo 08:00 Tiago 104 D Principais neoplasias ginecológicas e lesões precursoras SEGUNDA 6/5/2013 08:50

Leia mais

Espessamento da haste hipofisária: relato de caso Thickening of the pituitary stalk: a case report

Espessamento da haste hipofisária: relato de caso Thickening of the pituitary stalk: a case report Revista de Medicina e Saúde de Brasília RELATO DE CASO : relato de caso Thickening of the pituitary stalk: a case report Gleim Dias de Souza 1, Luciana Rodrigues Queiroz de Souza 2, Anna Carla de Queiros

Leia mais

DIENCÉFALO PROFESSORA: NORMA S. FRANCO. COLABORADOR: ANDRÉ R. MENDONÇA

DIENCÉFALO PROFESSORA: NORMA S. FRANCO. COLABORADOR: ANDRÉ R. MENDONÇA DIENCÉFALO PROFESSORA: NORMA S. FRANCO. COLABORADOR: ANDRÉ R. MENDONÇA ORIGEM ONTOGENÉTICA DO DIENCÉFALO O Diencéfalo é a porção posterior do encéfalo embrionário. Prosencéfalo Telencéfalo Diencéfalo DIENCÉFALO

Leia mais

METABOLISMO ENERGÉTICO integração e regulação alimentado jejum catabólitos urinários. Bioquímica. Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes

METABOLISMO ENERGÉTICO integração e regulação alimentado jejum catabólitos urinários. Bioquímica. Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes METABOLISMO ENERGÉTICO integração e regulação alimentado jejum catabólitos urinários Bioquímica Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes REFERÊNCIA: Bioquímica Ilustrada - Champe ESTÁGIOS DO CATABOLISMO

Leia mais

VITER C ácido ascórbico. Natulab Laboratório SA.

VITER C ácido ascórbico. Natulab Laboratório SA. VITER C Natulab Laboratório SA. Solução Oral 200 mg/ml VITER C APRESENTAÇÕES Caixa contendo 50 frascos com 20 ml. USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO Cada ml da solução oral contém: Ácido Ascórbico...200

Leia mais

Urinálise Sedimentoscopia Identificação

Urinálise Sedimentoscopia Identificação Caso Clínico Item EAS04 Paciente masculino, 58 anos, procurou o serviço de emergência do hospital com queixa de dor na altura dos rins. Foram solicitados exames de rotina para avaliação do quadro do paciente,

Leia mais

Incontinência urinária Resumo de diretriz NHG M46 (setembro 2006)

Incontinência urinária Resumo de diretriz NHG M46 (setembro 2006) Incontinência urinária Resumo de diretriz NHG M46 (setembro 2006) Lagro-Janssen ALM, Breedveldt Boer HP, Van Dongen JJAM, Lemain TJJ, Teunissen D, Van Pinxteren B traduzido do original em holandês por

Leia mais

CONTROLE HIDROELETROLÍTICO

CONTROLE HIDROELETROLÍTICO CONTROLE HIDROELETROLÍTICO Profa. Dra. Monica Akemi Sato CONCEITO DE MEIO INTERNO E SUA HOMEOSTASE MEIO INTERNO: MEIO INTERSTICIAL- VASCULAR CONCEITO DESENVOLVIDO POR CLAUDE BERNARD (1813-1878) HOMEOSTASE:

Leia mais

Clínica médica e Geriatria

Clínica médica e Geriatria Sérgio Murilo Clínica médica e Geriatria O que é? Qual o foco? Quero todos os exames. Mais benefício ou prejuízo? Como decidir que condições serão avaliadas e como serão avaliadas? Condições (não o teste)

Leia mais

Enzimas no Laboratório Clínico

Enzimas no Laboratório Clínico Prof. Helder Braz Maia Enzimas no Laboratório Clínico 21 de Março de 2012 Introdução São catalisadores proteicos; Geralmente, a concentração no soro é baixa; Concentração aumentada em: Lesão celular; Aumento

Leia mais

Quem sofre de mau hálito geralmente não percebe. Veja como tratar Beber bastante água e investir em uma alimentação fibrosa ajuda a evitar o problema

Quem sofre de mau hálito geralmente não percebe. Veja como tratar Beber bastante água e investir em uma alimentação fibrosa ajuda a evitar o problema Quem sofre de mau hálito geralmente não percebe. Veja como tratar Beber bastante água e investir em uma alimentação fibrosa ajuda a evitar o problema Matéria publicada em 27 de Abril de 2014 Mau hálito,

Leia mais

AVALIAÇÃO METABÓLICA EM PACIENTES COM LITÍASE RENAL

AVALIAÇÃO METABÓLICA EM PACIENTES COM LITÍASE RENAL AVALIAÇÃO METABÓLICA EM PACIENTES COM LITÍASE RENAL XVIII Congresso Mineiro de Urologia Hospital Universitário Ciências Médicas Rodrigo Figueiredo Silva PREVALÊNCIA, ETIOLOGIA E RISCO DE RECORRÊNCIA Terceira

Leia mais

Escola Secundária Poeta António Aleixo Teste de Avaliação Disciplina: Biologia e Geologia - Continuação Ano Lectivo

Escola Secundária Poeta António Aleixo Teste de Avaliação Disciplina: Biologia e Geologia - Continuação Ano Lectivo Escola Secundária Poeta António Aleixo Teste de Avaliação Disciplina: Biologia e Geologia - Continuação Ano Lectivo 2006-2007 Professor: José Maria Rasquinho I Osmorregulação em meio aquático Na figura

Leia mais

Chakra Frontal - 3º olho 3ª visão

Chakra Frontal - 3º olho 3ª visão Chakra Frontal - 3º olho 3ª visão Características Localização: fronte, entre os olhos Cor: Varia entre o anil ou índigo Lótus de 96 pétalas ou raios 1 Chakra Frontal Plexo correspondente: Plexo Carotídeo

Leia mais

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Fisiologia Endócrina. O Pâncreas. Prof. Wagner de Fátima Pereira

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM. Fisiologia Endócrina. O Pâncreas. Prof. Wagner de Fátima Pereira Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM Fisiologia Endócrina O Pâncreas Prof. Wagner de Fátima Pereira Departamento de Ciências Básicas Faculdade de Ciências Biológica e da Saúde

Leia mais

Pâncreas Endócrino Controle da glicemia

Pâncreas Endócrino Controle da glicemia Pâncreas Endócrino Controle da glicemia Curso de Odontologia da UEM Prof. Kellen Brunaldi Silverthorn (Cap. 22) Guyton (Cap. 78) O SNC é responsável por cerca de 50% da glicose diariamente consumida para

Leia mais

artéria renal arteríola aferente capilares glomerulares artéria renal capilares glomerulares veia renal

artéria renal arteríola aferente capilares glomerulares artéria renal capilares glomerulares veia renal FUNÇÕES DOS RINS Controle da osmolaridade dos fluidos corporais Regulação do volume dos fluidos corporais (controle a longo prazo da pressão arterial) Regulação da concentração de eletrólitos: Na +, K

Leia mais

Ascite. Sarah Pontes de Barros Leal

Ascite. Sarah Pontes de Barros Leal Ascite Sarah Pontes de Barros Leal Definição É o acúmulo de excesso de líquido dentro da cavidade peritonial. É mais freqüentemente encontrada nos pacientes com cirrose e outras formas de doença hepática

Leia mais

A Prevenção do retardo mental na Síndrome do X Frágil

A Prevenção do retardo mental na Síndrome do X Frágil LOGO A Prevenção do retardo mental na Síndrome do X Frágil Renata Ríspoli Gatti, Msc. Laboratório de Genética Humana Classificação > 200 CGG ~55 200 CGG Afetados Pré mutação 40 ~55 CGG Zona Gray 6 - ~40

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: FISIOLOGIA GERAL Código da Disciplina: NDC108 Curso: Odontologia Período de oferta da disciplina: 2 o P. Faculdade

Leia mais

Fisiologia do Sistema Endócrino. Pâncreas Endócrino. Anatomia Microscópica. Anatomia Microscópica

Fisiologia do Sistema Endócrino. Pâncreas Endócrino. Anatomia Microscópica. Anatomia Microscópica Fisiologia do Sistema Endócrino Pâncreas Endócrino Prof. Dr. Leonardo Rigoldi Bonjardim Profa. Adjunto do Depto. De Fisiologia-CCBS-UFS Material disponível em: http://www.fisiologiaufs.xpg.com.br 2006

Leia mais

Manejo clínico da ascite

Manejo clínico da ascite Manejo clínico da ascite Prof. Henrique Sérgio Moraes Coelho XX Workshop Internacional de Hepatites Virais Recife Pernambuco 2011 ASCITE PARACENTESE DIAGNÓSTICA INDICAÇÕES: ascite sem etiologia definida

Leia mais

Equilíbrio térmico durante o exercício

Equilíbrio térmico durante o exercício Equilíbrio térmico durante o exercício Objetivo da termorregulação? - Manutenção da temperatura interna constante - Manter a proporção em produção e perda de calor Centro de controle da temperatura? -

Leia mais

São moléculas longas com uma carboxila e uma cadeia carbônica feita de números pares de carbonos; São produzidos na quebra da gordura; São solúveis

São moléculas longas com uma carboxila e uma cadeia carbônica feita de números pares de carbonos; São produzidos na quebra da gordura; São solúveis São moléculas longas com uma carboxila e uma cadeia carbônica feita de números pares de carbonos; São produzidos na quebra da gordura; São solúveis em água; Podem ser usados como energia pelas células.

Leia mais

Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira. Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Urinálise

Prof. Ms. Elton Pallone de Oliveira. Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Urinálise Exames laboratoriais: definição, tipos, indicação, cuidados pré e pós exame. Urinálise Objetivos Saber a definição, tipos, indicações e principais cuidados pré e pós exame de urinálise e parasitológico.

Leia mais

NORMAS COMPLEMENTARES AO EDITAL Nº 03 DE 2016 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR ASSISTENTE 1 DA UNIRV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

NORMAS COMPLEMENTARES AO EDITAL Nº 03 DE 2016 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR ASSISTENTE 1 DA UNIRV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE UniRV NORMAS COMPLEMENTARES AO EDITAL Nº 03 DE 2016 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR ASSISTENTE 1 DA UNIRV O Reitor da UniRV, no uso de suas atribuições legais, na forma do que dispõe

Leia mais

Sobre a Esclerose Tuberosa e o Tumor Cerebral SEGA

Sobre a Esclerose Tuberosa e o Tumor Cerebral SEGA Sobre a Esclerose Tuberosa e o Tumor Cerebral SEGA A Esclerose Tuberosa, também conhecida como Complexo da Esclerose Tuberosa, é uma desordem genética que atinge entre 1 e 2 milhões de pessoas no mundo

Leia mais

MERCÚRIO. José Roberto Teixeira. Outubro/2007. PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional

MERCÚRIO. José Roberto Teixeira. Outubro/2007. PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional MERCÚRIO José Roberto Teixeira Outubro/2007 PÓLO SAÚDE, Assessoria e Consultoria em Saúde Ocupacional Toxicologia Todas as substâncias são venenos. A dose correta diferencia o veneno de um remédio. Paracelsus

Leia mais

CAPE COD HOSPITAL OUT PATIENT REHABILITATION INFORMAÇÕES GERAIS DE SAÚDE. Data de Nascimento: Seguro Referência/Autorização:

CAPE COD HOSPITAL OUT PATIENT REHABILITATION INFORMAÇÕES GERAIS DE SAÚDE. Data de Nascimento: Seguro Referência/Autorização: CAPE COD HOSPITAL OUT PATIENT REHABILITATION INFORMAÇÕES GERAIS DE SAÚDE Nome: Diagnóstico: Data quando iniciou: Tipo de seguro: Data de Nascimento: Clínico Geral: Médico que encaminhou: Seguro Referência/Autorização:

Leia mais

anastrozol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Embalagem com 30 comprimidos revestidos contendo 1 mg de anastrozol.

anastrozol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Embalagem com 30 comprimidos revestidos contendo 1 mg de anastrozol. anastrozol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 Revestido FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Embalagem com 30 comprimidos s contendo de anastrozol. USO ORAL USO ADULTO Composição: Cada comprimido

Leia mais

Sistema Endócrino. O que é um SISTEMA? SISTEMA 5/6/2010. Prof. Mst. Sandro de Souza CÉLULAS TECIDOS ÓRGÃOS. Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA

Sistema Endócrino. O que é um SISTEMA? SISTEMA 5/6/2010. Prof. Mst. Sandro de Souza CÉLULAS TECIDOS ÓRGÃOS. Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA Sistema Endócrino Prof. Mst. Sandro de Souza O que é um SISTEMA? CÉLULAS TECIDOS ÓRGÃOS SISTEMA É um grupo de Órgãos 1 Sistema Endócrino É composto de um grupo diverso de

Leia mais

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS)

Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) Versão de 2016 1. O QUE É A CAPS 1.1 O que é? A Síndrome Periódica Associada à Criopirina (CAPS) compreende

Leia mais

DRAMAVIT. (dimenidrinato)

DRAMAVIT. (dimenidrinato) DRAMAVIT (dimenidrinato) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Comprimido 100mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DRAMAVIT dimenidrinato APRESENTAÇÃO Comprimido Embalagem contendo 400 comprimidos

Leia mais

Explicação do conteúdo

Explicação do conteúdo Ítens do exame Explicação do conteúdo Nível normal Os níveis regulares (normais) podem variar de acordo a como o exame é realizado. Procure se informar no local onde realizou o exame, os níveis básicos

Leia mais

ESCLEROSE MÚLTIPLA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves

ESCLEROSE MÚLTIPLA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves ESCLEROSE MÚLTIPLA Prof. Fernando Ramos Gonçalves Unidade anatômica e funcional do SNC ESCLEROSE MÚLTIPLA Sinonímia: Esclerose em placas Esclerose insular Esclerose disseminada Conceito É uma doença crônica,

Leia mais

Metabolismo de aminoácidos de proteínas

Metabolismo de aminoácidos de proteínas Metabolismo de aminoácidos de proteínas Profa Dra Mônica Santos de Freitas 12.09.2012 1 transporte DE AMINOÁCIDOS DENTRO DA CÉLULA O metabolismo de aminoácidos ocorre dentro da célula; A concentração intracelular

Leia mais

A Diabetes É uma doença metabólica Caracteriza-se por um aumento dos níveis de açúcar no sangue hiperglicemia. Vários factores contribuem para o apare

A Diabetes É uma doença metabólica Caracteriza-se por um aumento dos níveis de açúcar no sangue hiperglicemia. Vários factores contribuem para o apare Diabetes Mellitus Tipo I Licenciatura em Bioquímica 1º ano 2005/2006 Duarte Nuno Amorim dos Santos A Diabetes É uma doença metabólica Caracteriza-se por um aumento dos níveis de açúcar no sangue hiperglicemia.

Leia mais

COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES

COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES COLETA DE MATERIAIS PARA EXAMES PROFESSOR ENFERMEIRO DIÓGENES TREVIZAN Definição Consiste em colher sangue, urina, fezes e secreções, solicitados pelo médico, durante a internação do paciente. Em muitos

Leia mais

GUIA DE ESTUDOS INSULINA E GLUCAGON

GUIA DE ESTUDOS INSULINA E GLUCAGON GUIA DE ESTUDOS INSULINA E GLUCAGON 1) O pâncreas é uma glândula mista, ou seja, possui função endócrina e exócrina. Na porção endócrina, o pâncreas produz dois hormônios: a insulina e o Esses hormônios

Leia mais

www.printo.it/pediatric-rheumatology/pt/intro SIndrome de Blau Versão de 2016 1. O QUE É A DOENÇA DE BLAU/SARCOIDOSE JUVENIL 1.1 O que é? A síndrome de Blau é uma doença genética. Os doentes sofrem de

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA. QUESTÃO 17. Letra E. QUESTÃO 02. Letra E. QUESTÃO 03. Letra B. QUESTÃO 14. Letra C. QUESTÃO 05. Letra C. QUESTÃO 06.

LÍNGUA PORTUGUESA. QUESTÃO 17. Letra E. QUESTÃO 02. Letra E. QUESTÃO 03. Letra B. QUESTÃO 14. Letra C. QUESTÃO 05. Letra C. QUESTÃO 06. SEMANA 03 LÍNGUA PORTUGUESA QUESTÃO 01. Letra E QUESTÃO 02. Letra E QUESTÃO 03. Letra B QUESTÃO 04. Letra C QUESTÃO 05. Letra C QUESTÃO 06. Letra C QUESTÃO 07. Letra D QUESTÃO 08. Letra C QUESTÃO 09. Letra

Leia mais

REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA.

REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA. REVISÃO VIP CURSOS ENFERMEIRO HU PROFESSOR: ERISONVAL SARAIVA DA SILVA ENFERMEIRO PELA FACULDADE NOVAFAPI ESPECIALISTA EM TERAPIA INTENSIVA E ENFERMAGEM CARDIOLÓGICA PROFESSOR DA FACULDADE ALIANÇA erisonvalsaraiva@hotmail.com

Leia mais

Neuroendocrinologia. Sistemas neuroendócrinos no cérebro dos peixes. Eixo hipotálamo - hipófise - glândulas-alvo

Neuroendocrinologia. Sistemas neuroendócrinos no cérebro dos peixes. Eixo hipotálamo - hipófise - glândulas-alvo Neuroendocrinologia Sistemas neuroendócrinos no cérebro dos peixes Eixo hipotálamo - hipófise - glândulas-alvo Neuro-endocrinologia O campo de neuro-endocrinologia - papel significante no entendimento

Leia mais

Carbonato de lítio Actavis Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 300 mg

Carbonato de lítio Actavis Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 300 mg Carbonato de lítio Actavis Farmacêutica Ltda. Comprimidos revestidos 300 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO carbonato de lítio Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES: Embalagens com 50,

Leia mais

Manejo da Ascite no Cirrótico

Manejo da Ascite no Cirrótico XVIII WORKSHOP INTERNACIONAL DE HEPATITES VIRAIS DE PERNAMBUCO VII SIMPÓSIO DE TRANSPLANTE HEPÁTICO E HIPERTENSÃO PORTA BRASIL/ INGLATERRA Manejo da Ascite no Cirrótico Gustavo Pereira Serviço de Gastroenterologia

Leia mais