PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROVA ESPECÍFICA Cargo 48. Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos?"

Transcrição

1 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 48 QUESTÃO 26 Na reação de hipersensibilidade imediata do tipo I, qual dos seguintes mediadores é neoformado nos tecidos? a) Heparina. b) Histamina. c) Fator ativador de plaquetas (PAF). d) Fator quimiotáxico para eosinófilos (ECF-A). QUESTÃO 27 Qual dos seguintes mecanismos corresponde à reação de hipersensibilidade imediata? a) Degranulação direta dos mastócitos. b) Modulação da via do ácido aracdônico. c) Ativação do complemento mediada por imunocomplexos. d) Ativação de mastócitos e basófilos mediada por anticorpos IgE. QUESTÃO 28 Quais das seguintes células são as mais importantes nas reações cutâneas de hipersensibilidade retardada? a) Mastócitos e linfócitos T. b) Eosinófilos e linfócitos T. c) Eosinófilos e linfócitos B. d) Células de Langerhans e linfócitos T. QUESTÃO 29 Qual dos seguintes mecanismos patogênicos é o mais importante na artrite reumatóide? a) por autoanticorpos IgA. b) por autoanticorpos IgM. c) por autoanticorpos IgG. d) por linfócitos T sensibilizados.

2 12 QUESTÃO 30 Em relação aos efeitos secundários das pseudoefedrinas usadas juntamente aos anti-histamínicos, é INCORRETO afirmar que podem: a) causar sonolência. b) produzir irritabilidade. c) produzir hipertensão arterial. d) produzir rinite medicamentosa. QUESTÃO 31 Qual das seguintes modalidades terapêuticas NÃO se deve usar para a polipose naso-sinusal? a) Corticóides injetados diretamente nos pólipos. b) Corticóides orais previamente ao tratamento cirúrgico. c) Corticóides tópicos previamente ao tratamento cirúrgico. d) Corticóides orais e tópicos previamente ao tratamento cirúrgico. QUESTÃO 32 Qual dos seguintes achados anatomopatológicos NÃO é freqüente em necrópsias de pacientes falecidos por asma? a) Aumento da membrana basal. b) Aumento da musculatura lisa. c) Atrofia das glândulas mucosas. d) Infiltrados ricos em eosinófilos. QUESTÃO 33 Em relação às características da asma intrínseca não atópica, é INCORRETO afirmar: a) Tem início antes dos 40 anos. b) Geralmente tem testes negativos. c) Pode haver eosinofilia sangüínea. d) Os níveis de IgE sérica são normais.

3 13 QUESTÃO 34 Qual é o percentual CORRETO de mulheres que apresentam exacerbação da asma durante o período de menstruação? a) 5%. b) 30%. c) 50%. d) 100%. QUESTÃO 35 Qual das seguintes entidades NÃO apresenta um padrão respiratório obstrutivo? a) Enfisema. b) Atelectasia. c) Fibrose cística. d) Bronquiectasia. QUESTÃO 36 Qual das seguintes enfermidades seria colocada em último lugar no diagnóstico diferencial da asma brônquica? a) DPOC. b) Pneumonia. c) Tromboembolismo pulmonar. d) Insuficiência cardíaca congestiva. QUESTÃO 37 No tratamento da asma brônquica atópica, qual é o percentual de valorização do controle ambiental em relação aos alérgenos? a) 0% b) 5%. c) 50%. d) 100%.

4 14 QUESTÃO 38 Segundo a OMS - Organização Mundial da Saúde, qual é a idade mínima que deve ser considerada para iniciar imunoterapia específica em crianças asmáticas? a) 1 ano. b) 2 anos. c) 5 anos. d) 7 anos. QUESTÃO 39 Em uma criança com menos de 5 anos e com asma leve intermitente, qual seria a terapia a se instituir? a) Corticóide inalado, em uso contínuo. b) Corticóide inalado, de acordo com as crises c) Agonista adrenérgico inalado, de acordo com as crises. d) Agonista adrenérgico de longa duração associado ao corticóide inalado e em uso prolongado. QUESTÃO 40 Em relação ao emprego de corticóide inalado no tratamento da asma em adultos, é INCORRETO afirmar: a) É recomendado o seu uso em asma intermitente. b) É de recomendação opcional em asma persistente leve. c) É recomendado reduzir as doses em asma moderada controlada. d) É recomendado o seu uso em asma persistente moderada/grave. QUESTÃO 41 O percentual de crianças com dermatite atópica que vão desenvolver sintomas de alergia respiratória (rinite ou asma) posteriormente na vida adulta é de: a) 5 a 10%. b) 40 a 60%. c) 80 a 100%. d) 100%.

5 15 QUESTÃO 42 Qual dos seguintes fármacos NÃO possui a capacidade de inibir a reação cutânea (teste cutâneo) induzida por alérgenos? a) Ranitidina. b) Esteróides. c) Fenotiazinas. d) Antidepressivos tricíclicos. QUESTÃO 43 No diagnóstico da urticária, qual é o tempo de duração que caracteriza uma urticária como crônica a diferenciando de uma urticária aguda? a) 3 meses. b) 6 meses. c) 3 semanas. d) 6 semanas. QUESTÃO 44 Em um episódio de urticária aguda, qual dos órgãos internos poderá estar mais freqüentemente afetado? a) Fígado. b) Gênito-urinário. c) Trato respiratório inferior. d) Trato respiratório superior. QUESTÃO 45 Em uma crise de urticária aguda medicamentosa, qual seria o fármaco de eleição? a) Corticóide oral. b) Corticóide tópico. c) Anti-histamínico oral. d) Anti-histamínico tópico.

6 16 QUESTÃO 46 Qual dos seguintes fatores de risco é o mais importante para o aparecimento de asma brônquica em lactentes? a) Falta de lactação materna. b) Baixo nível socioeconômico. c) Exposição a alérgenos ambientais. d) Exposição ambiental a endotoxinas bacterianas. QUESTÃO 47 Qual das seguintes manifestações atípicas de asma brônquica é a mais freqüente na infância? a) Laringites rescidivantes. b) Tosse crônica rescidivante. c) Traqueobronquites espásticas. d) Broncopneumonias de repetição. QUESTÃO 48 Em relação à asma brônquica em gestante, é INCORRETO afirmar: a) A asma pode piorar durante a gestação. b) A asma pode melhorar durante a gestação. c) A asma vai se estabilizar durante toda a gestação. d) O risco de sofrer conseqüências adversas por medicação antiasmática é menor do que o produzido por sofrer crises de asma mal controlada. QUESTÃO 49 Para um paciente portador de asma por exercício e que pratica esportes ocasionalmente, qual seria o medicamento de escolha? a) Salbutamol inalado antes do exercício. b) Brometo de ipatrópio antes do exercício. c) Aminofilina antes do exercício. d) Corticóide inalado em tratamento prolongado.

7 17 QUESTÃO 50 Na dermatite atópica relacionada à IgE, qual seria o tratamento medicamentoso inicial de escolha? a) Corticóide de depósito. b) Corticoide tópico de uso prolongado. c) Anti-histamínico oral de uso prolongado. d) Inibidores da calcineurina tópico até o controle das lesões. ATENÇÃO COM SUA ESCRITA HABITUAL, TRANSCREVA, PARA O ESPAÇO RESERVADO PELA COMISSÃO, NA FOLHA DE RESPOSTAS, A SEGUINTE FRASE: Responsabilidade social: é prioritário que todas as empresas sejam responsáveis pelo bem-estar de sua comunidade.

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração.

Circulação sanguínea Intrapulmonar. V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. DOENÇAS PULMONARES Árvore Brônquica Circulação sanguínea Intrapulmonar V. Pulmonar leva sangue oxigenado do pulmão para o coração. A. Pulmonar traz sangue venoso do coração para o pulmão. Trocas Histologia

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS

TEMAS LIVRES DO XXXI CONGRESSO BRASILEIRO DE ALERGIA APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS APRESENTAÇÃO: ORAL DATA.: 06/11/2004 SALA BRUM NEGREIROS NÚMERO TEMA LIVRE TÍTULO LEPTINA PARTICIPA DO CONTROLE DA APOPTOSE EM TIMO ATRAVÉS DE MECANISMO DE SINALIZAÇÃO DEPENDENTE DA VIA 001 IRS-1/PI 3-QUINASE

Leia mais

Alergia e Pneumologia Pediátrica Hospital Infantil João Paulo II Hospital Felício Rocho www.alergopneumoped.com.br. Wilson Rocha Filho

Alergia e Pneumologia Pediátrica Hospital Infantil João Paulo II Hospital Felício Rocho www.alergopneumoped.com.br. Wilson Rocha Filho Alergia e Pneumologia Pediátrica Hospital Infantil João Paulo II Hospital Felício Rocho www.alergopneumoped.com.br Wilson Rocha Filho De acordo com as normas n o 1.595/2000 do Conselho Federal de Medicina

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 223 DOE de 28/11/07 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

GRAVIDEZ EVOLUÇÃO DA ASMA DURANTE A GRAVIDEZ

GRAVIDEZ EVOLUÇÃO DA ASMA DURANTE A GRAVIDEZ GRAVIDEZ EVOLUÇÃO DA ASMA DURANTE A GRAVIDEZ A asma, que afeta 7% das grávidas, é uma doença comum que potencialmente pode complicar, mas, quando é bem controlada, não representa risco significativo para

Leia mais

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25

Doenças Respiratórias Crônicas. Caderno de Atenção Básica 25 Doenças Respiratórias Crônicas Caderno de Atenção Básica 25 PREVALÊNCIA O Asma (acomete cerca de 300 milhões de indivíduos no mundo) O Rinite Alérgica (afeta cerca de 20 25% da população) O DPOC (afeta

Leia mais

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP

PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP Introducao Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

Alergia e Emoções. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença:

Alergia e Emoções. Existem 4 tipos básicos de reações alérgicas ou mecanismos imunológicos causadores de hipersensibilidade e doença: Alergia e Emoções Alergia é a intolerância do Sujeito ao Objeto, ou a algum Objeto, ou da pessoa para com determinados produtos físicos, químicos ou biológicos, aos quais ela reage de forma exagerada.

Leia mais

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br

Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar: eles são preocupantes? Flavio Finardi Filho FCF USP ffinardi@usp.br Alérgenos de origem alimentar Características gerais glicoproteínas resistência térmica resistente à proteólise

Leia mais

DESLORATADINA. Antialérgico

DESLORATADINA. Antialérgico DESLORATADINA Antialérgico Vantagens: Não provoca sonolência, que é um dos efeitos colaterais mais desagradáveis causados por medicamentos desse tipo. Age mais rápido, combate a obstrução nasal e praticamente

Leia mais

São Paulo, 26 de agosto de 2010. Asma. Paula Meireles

São Paulo, 26 de agosto de 2010. Asma. Paula Meireles São Paulo, 26 de agosto de 2010 Asma Paula Meireles Doença inflamatória crônica Hiper-responsividade Limitação variável ao fluxo aéreo ASMA Definição Episódios recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto

Leia mais

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC.

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC. DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DPOC. Objetivos Ao final desta aula o aluno deverá: Ser capaz de definir a DPOC, e seus dois tipos: enfisema pulmonar e bronquite crônica. Reconhecer os sintomas e sinais

Leia mais

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP

ALERGIA E IMUNOLOGIA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM HCFMRP-USP 1 PROGRAMA DE RESIDÊNCIA EM ALERGIA E IMUNOLOGIA HCFMRP-USP 2 Introdução Doenças alérgicas afetam atualmente mais que 20% da população brasileira, e são causa importante de doença crônica no mundo inteiro.

Leia mais

TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).

TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). NOTA TÉCNICA 92/2013 Solicitante Dr. Wellington Reis Braz João Monlevade Processo nº 0362.13.4367-6 Data: 13/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: Seretide, para Doença Pulmonar Obstrutiva

Leia mais

INTAL NASAL 4% cromoglicato dissódico

INTAL NASAL 4% cromoglicato dissódico MODELO DE BULA INTAL NASAL 4% cromoglicato dissódico SANOFI-AVENTIS Forma farmacêutica e apresentação Solução nasal. Frasco plástico dotado de aplicador nasal, contendo 13 ml ou 15 ml de solução. Cada

Leia mais

PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO

PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO Como prevenir? Como evitar? Como tratar? PATOLOGIAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO (cont.) Anatomia das vias aéreas superiores e dos seios paranasais Seio frontal Cavidade nasal

Leia mais

Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006)

Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006) Rinite alérgica e não-alérgica Resumo de diretriz NHG M48 (primeira revisão, abril 2006) Sachs APE, Berger MY, Lucassen PLBJ, Van der Wal J, Van Balen JAM, Verduijn MM. traduzido do original em holandês

Leia mais

Teórica 15 - Imunologia Clínica 2 13.11.2007

Teórica 15 - Imunologia Clínica 2 13.11.2007 DISCIPLINA MEDICINA II Teórica 15 - Imunologia Clínica 2 13.11.2007 DOENÇA RESPIRATÓRIA ALÉRGICA DOCENTE que leccionou: Prof. Dr. Manuel Barbosa DISCENTE que realizou: Ana Isabel Gomes da Silva FISCALIZADOR:

Leia mais

PLANILHA GERAL - Fundamentos da Clínica IV - 8º - 2º 2015

PLANILHA GERAL - Fundamentos da Clínica IV - 8º - 2º 2015 PLANILHA GERAL - Fundamentos da Clínica IV - 8º - 2º 2015 Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo QUINTA 06/08/2015 Aula Inaugural Med e Fisiopatologia das doenças respiratórias: edema, inflamação,

Leia mais

NORMA TÉCNICA 02/2013

NORMA TÉCNICA 02/2013 Introdução NORMA TÉCNICA 02/2013 DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA - DPOC A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) se caracteriza por sinais e sintomas respiratórios associados a obstrução crônica

Leia mais

Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense

Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Métodos para detecção de alérgenos em alimentos Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Antigenos vs Alérgenos Antigeno Imunógeno Qualquer substância capaz de estimular

Leia mais

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA MÉTODOS DIAGNÓSTICOS EM ALERGIA INTRODUÇÃO HISTÓRIA CLÍNICA; ANTECEDENTES FAMILIARES E PESSOAIS; AVALIAÇÃO CLÍNICA; REPERCUSSÃO DA ALERGIA; FATORES DESENCADEANTES; A história e a avaliação clínica de uma

Leia mais

CICLOSPORINA PARA DERMATITE ATÓPICA REFRATÁRIA

CICLOSPORINA PARA DERMATITE ATÓPICA REFRATÁRIA Medicamento X Data: 30/09/2013 Nota Técnica 238 2013 Solicitante: Juiz de Direito JOSÉ CARLOS DE MATOS Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0362.13.009927-2. Réu: Município de João Monlevade

Leia mais

Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC). Proteger da luz.

Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC). Proteger da luz. Alerfin dipropionato de beclometasona Forma farmacêutica e apresentação: Suspensão nasal aquosa em frasco plástico âmbar com válvula dosimetrada e aplicador nasal, na apresentação de 120 doses. USO ADULTO

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

TOSSE CRÔNICA DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL NO ADULTO. Dra. Adriana Vidal Schmidt

TOSSE CRÔNICA DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL NO ADULTO. Dra. Adriana Vidal Schmidt DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL NO ADULTO Dra. Adriana Vidal Schmidt TOSSE Principal queixa respiratória Fumantes não reclamam! Porque vão ao médico por tosse? Prevalência de 3 a 40% Problema terapêutico Thorax

Leia mais

Corticóides na Reumatologia

Corticóides na Reumatologia Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos

Leia mais

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA O estudo do sistema imune (proteção) surgiu no início do século 20, com futuro muito promissor, mas isto não se confirmou de imediato. Os fenômenos imunológicos

Leia mais

PROGRAMA RESIDÊNCIA MÉDICA SES-DF ALERGIA PEDIÁTRICA HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA

PROGRAMA RESIDÊNCIA MÉDICA SES-DF ALERGIA PEDIÁTRICA HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA PROGRAMA RESIDÊNCIA MÉDICA SES-DF ALERGIA PEDIÁTRICA HOSPITAL MATERNO INFANTIL DE BRASÍLIA MONOGRAFIA Asma: prevalência, imunologia e tratamento Gabriela Dourado Maranhão 2014 PROGRAMA RESIDÊNCIA MÉDICA

Leia mais

Pulmozyme. (alfadornase) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução para inalação 1,0 mg/ml

Pulmozyme. (alfadornase) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução para inalação 1,0 mg/ml Pulmozyme (alfadornase) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução para inalação 1,0 mg/ml PULMOZYME alfadornase (rhdnase) Roche Outros produtos para o aparelho respiratório APRESENTAÇÃO Pulmozyme

Leia mais

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS

RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico

Leia mais

MINI BULA CARVEDILOL

MINI BULA CARVEDILOL MINI BULA CARVEDILOL Medicamento Genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÃO: Comprimido 3,125mg: caixas contendo 15, 30; Comprimido 6,25 mg: caixa contendo 15, 30; Comprimido 12,5 mg: caixa contendo

Leia mais

Aula 12: Doenças do sistema respiratório

Aula 12: Doenças do sistema respiratório Aula 12: Doenças do sistema respiratório Doenças do sistema respiratório Doenças respiratórias são aquelas que atingem órgãos do sistema respiratório (pulmões, boca, faringe, fossas nasais, laringe, brônquios,

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar.

Declaração de Conflitos de Interesse. Nada a declarar. Declaração de Conflitos de Interesse Nada a declarar. Avaliação clínico-laboratorial do paciente alérgico RAST Silvia Daher Apoio: Phadia Diagnósticos Ltda HISTÓRIA TESTE CUTÂNEO RAST SD Diagnóstico de

Leia mais

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA

ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA ALENIA Fumarato de Formoterol/Budesonida 6/100mcg e 6/200mcg Cápsulas FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALENIA Embalagem contendo 60 cápsulas de ALENIA (fumarato de formoterol/budesonida) 6/100 mcg

Leia mais

RESFENOL paracetamol maleato de clorfeniramina cloridrato de fenilefrina

RESFENOL paracetamol maleato de clorfeniramina cloridrato de fenilefrina RESFENOL paracetamol maleato de clorfeniramina cloridrato de fenilefrina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Cápsulas: cartuchos com 20 e 120 cápsulas em blísteres e frasco de vidro com 20 cápsulas Gotas

Leia mais

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes

Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários

Leia mais

Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir:

Concurso Público. Exames laboratoriais: Com base nesses dados, responda às questões a seguir: 01 Concurso Público Menina de sete anos de idade apresentou imagem radiológica de pneumatoceles em ambos os pulmões. História pregressa de rash neonatal, atraso da dentição e fraturas recorrentes devido

Leia mais

APRESENTAÇÕES Pomada: 1 mg/g de furoato de mometasona em embalagem com 20 g. USO DERMATOLÓGICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 02 ANOS DE IDADE

APRESENTAÇÕES Pomada: 1 mg/g de furoato de mometasona em embalagem com 20 g. USO DERMATOLÓGICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 02 ANOS DE IDADE TOPISON furoato de mometasona APRESENTAÇÕES Pomada: 1 mg/g de furoato de mometasona em embalagem com 20 g. USO DERMATOLÓGICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 02 ANOS DE IDADE COMPOSIÇÃO Cada g de Topison

Leia mais

ALERGIA RESPIRATÓRIA Rinossinusite e asma alérgicas

ALERGIA RESPIRATÓRIA Rinossinusite e asma alérgicas ALERGIA RESPIRATÓRIA Rinossinusite e asma alérgicas Eduardo Costa F. Silva Setor de Alergia e Imunologia HUPE/PPC Prof. Colaborador - DMI - UERJ alergiaimuno-uerj@hotmail.com UMA VIA AÉREA, UMA DOENÇA

Leia mais

Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento. AAS ácido acetilsalicílico

Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento. AAS ácido acetilsalicílico Modelo de Bula Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento. AAS ácido acetilsalicílico FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES AAS Infantil comprimidos

Leia mais

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função

As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função As disfunções respiratórias são situações que necessitam de intervenções rápidas e eficazes, pois a manutenção da função respiratória é prioritária em qualquer situação de intercorrência clínica. O paciente

Leia mais

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS

EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS EFEITOS ADVERSOS A MEDICAMENTOS INTRODUÇÃO As informações contidas neste folheto têm a finalidade de orientar as pessoas que passaram ou que podem passar pela experiência não-desejada dos efeitos adversos

Leia mais

Aparelho respiratório

Aparelho respiratório DOENÇAS OBSTRUTIVAS Aparelho respiratório Pode ser causada pôr alterações: A- No interior da luz brônquica: : secreções, líquido, l corpo estranho. B- Na parede da via aéreaa rea: : contração do músculo

Leia mais

APRESENTAÇÃO Comprimidos: embalagem contendo 30 comprimidos de 25 mg. Xarope: embalagem contendo 1 frasco de 120 ml de 2 mg/ml.

APRESENTAÇÃO Comprimidos: embalagem contendo 30 comprimidos de 25 mg. Xarope: embalagem contendo 1 frasco de 120 ml de 2 mg/ml. Hixizine cloridrato de hidroxizina Uso adulto e pediátrico Uso oral APRESENTAÇÃO Comprimidos: embalagem contendo 30 comprimidos de 25 mg. Xarope: embalagem contendo 1 frasco de 120 ml de 2 mg/ml. COMPOSIÇÃO

Leia mais

paracetamol - cloridrato de fenilefrina Sem anti-histamínico (antialérgico) Não causa sonolência

paracetamol - cloridrato de fenilefrina Sem anti-histamínico (antialérgico) Não causa sonolência paracetamol - cloridrato de fenilefrina Sem anti-histamínico (antialérgico) Não causa sonolência COMBATE OS SINTOMAS DA GRIPE Dores em geral Febre Congestão nasal APRESENTAÇÕES NALDECON DIA é apresentado

Leia mais

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda.

Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. IDENTIFICAÇÃO DO Loxonin loxoprofeno sódico MEDICAMENTO APRESENTAÇÕES LOXONIN é comercializado em caixas com 8, 15 ou 30 comprimidos de 60 mg. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada comprimido de LOXONIN

Leia mais

cabergolina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999

cabergolina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 cabergolina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimidos 0,5 mg: embalagem com 2 ou 8 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO cabergolina 0,5 mg: Cada comprimido contém 0,5

Leia mais

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work

Ass. de Comunicação www.ptexto.com.br. Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Trabalho Pág.: 3 Assunto: Great Place to Work Veículo: Correio Braziliense Data: 17/04/2011 Seção: Saúde Pág.: 27 Assunto: Amados mas perigosos Veículo:

Leia mais

INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE)

INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE) SUBPAV/SVS COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÕES INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE) VACINA INATIVADA CONTRA POLIOMIELITE (VIP) Crianças imunocomprometidas (com deficiência imunológica congênita ou

Leia mais

MECLIN. cloridrato de meclizina APSEN

MECLIN. cloridrato de meclizina APSEN MECLIN cloridrato de meclizina APSEN FORMA FARMACÊUTICA Comprimido APRESENTAÇÕES Comprimidos de 25 mg em embalagem com 15 comprimidos. Comprimidos de 50 mg em embalagem com 15 comprimidos. USO ORAL USO

Leia mais

Compreender as Exacerbações Pulmonares

Compreender as Exacerbações Pulmonares Compreender as Exacerbações Pulmonares COMPREENDER AS EXACERBAÇÕES PULMONARES INTRODUÇÃO Reconhecer as alterações nos sinais e nos sintomas da sua doença pulmonar é muito importante para o controlo da

Leia mais

PRURIDO VULVAR DIFÍCIL ABORDAGEM

PRURIDO VULVAR DIFÍCIL ABORDAGEM PRURIDO VULVAR DE DE DIFÍCIL DIFÍCIL ABORDAGEM ABORDAGEM Diretora Administrativa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) Conselheira do Conselho Regional de Medicina

Leia mais

brometo de ipratrópio Biosintética Farmacêutica Ltda. solução para inalação 0,250 mg/ml

brometo de ipratrópio Biosintética Farmacêutica Ltda. solução para inalação 0,250 mg/ml brometo de ipratrópio Biosintética Farmacêutica Ltda. solução para inalação 0,250 mg/ml BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO brometo de ipratrópio

Leia mais

Onsudil, 0,1 mg/ml, solução para inalação por nebulização

Onsudil, 0,1 mg/ml, solução para inalação por nebulização RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. NOME DO MEDICAMENTO Onsudil, 0,1 mg/ml, solução para inalação por nebulização 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Quantidade por ml: Substância activa:

Leia mais

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Bisoltussin Xarope 2mg/mL

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Bisoltussin Xarope 2mg/mL Bisoltussin (bromidrato de dextrometorfano) Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Bisoltussin Xarope 2mg/mL Bisoltussin bromidrato de dextrometorfano APRESENTAÇÕES Xarope de 2mg/ml:

Leia mais

Doenças pulmonares intersticiais. Ft. Ricardo Kenji Nawa

Doenças pulmonares intersticiais. Ft. Ricardo Kenji Nawa Doenças pulmonares intersticiais Ft. Ricardo Kenji Nawa Definição As doenças pulmonares intersticiais (DIP) constituem um grupo heterogêneo de situações que levam a um acometimento difuso dos pulmões,

Leia mais

maleato de timolol Solução oftálmica 0,5% Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE

maleato de timolol Solução oftálmica 0,5% Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE maleato de timolol Solução oftálmica 0,5% Cristália Prod. Quím. Farm. Ltda. MODELO DE BULA PARA O PACIENTE 1 IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO maleato de timolol 0,5% Medicamento genérico Lei nº 9.787 de 1999

Leia mais

Tabagismo Patologia relacionada com o tabaco

Tabagismo Patologia relacionada com o tabaco Tabagismo Patologia relacionada com o tabaco Comissão de Tabagismo da SociedadePortuguesa de Pneumologia > 4.000 compostos Monóxido de carbono Hipóxia no sangue e tecidos Benzopireno cancerígeno FUMO DO

Leia mais

Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações

Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Unidade de Anestesia Versão eletrônica atualizada em Março 2009 Protocolo de Atendimento de Reação Adversa a Medicações Definições OMS Uma resposta

Leia mais

Um pouco sobre nós. Tecnologia e modernas instalações

Um pouco sobre nós. Tecnologia e modernas instalações Um pouco sobre nós. Referência em Medicina Ocupacional, Saúde do Trabalhador em Uberlândia e Região. Nosso objetivo é solucionar os problemas ligados à preservação da saúde e segurança do trabalhador,

Leia mais

Plano Individual de Gestão da Saúde. Guia de Longo Prazo para Alfas com Doença Pulmonar

Plano Individual de Gestão da Saúde. Guia de Longo Prazo para Alfas com Doença Pulmonar Plano Individual de Gestão da Saúde Guia de Longo Prazo para Alfas com Doença Pulmonar Este documento é um guia que pretende ajudar a construir um plano colaborativo entre você e o seu médico. O objetivo

Leia mais

Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco

Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM IMPLANTODONTIA Prof. Dr. Gilson Cesar Nobre Franco Terapêutica Medicamentosa Pré-operatório Trans-operatório Pós-operatório Ansiolíticos Antiinflamatórios tó i Antimicrobianos

Leia mais

SYMBICORT TURBUHALER fumarato de formoterol di-hidratado/budesonida

SYMBICORT TURBUHALER fumarato de formoterol di-hidratado/budesonida I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO SYMBICORT TURBUHALER fumarato de formoterol di-hidratado/budesonida APRESENTAÇÕES SYMBICORT TURBUHALER fumarato de formoterol di-hidratado/budesonida Pó inalante de 6/100

Leia mais

Rinorréia Posterior: Diagnóstico Diferencial e Condutas Mesa Redonda

Rinorréia Posterior: Diagnóstico Diferencial e Condutas Mesa Redonda Rinorréia Posterior: Diagnóstico Diferencial e Condutas Mesa Redonda, Antônio Carlos Cedin,, Luiz Vicente Ferreira da Silva Filho e A associação entre a presença de secreção na cavidade nasal ou na parede

Leia mais

PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA. Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma

PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA. Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente com asma PROGRAMA CRIANÇA QUE CHIA Orientações para a classificação e o manejo da criança e do adolescente

Leia mais

FRUTOSSE Laboratório Farmacêutico Caresse Ltda Xarope adulto 6 mg/ml Xarope pediátrico 3 mg/ml

FRUTOSSE Laboratório Farmacêutico Caresse Ltda Xarope adulto 6 mg/ml Xarope pediátrico 3 mg/ml FRUTOSSE Laboratório Farmacêutico Caresse Ltda Xarope adulto 6 mg/ml Xarope pediátrico 3 mg/ml FRUTOSSE XAROPE BULA PACIENTE FRUTOSSE cloridrato de ambroxol APRESENTAÇÕES Xarope adulto de 6 mg/ml: frasco

Leia mais

Outros Produtos para o Aparelho Respiratório

Outros Produtos para o Aparelho Respiratório PULMOZYME alfadornase (rhdnase) Roche Outros Produtos para o Aparelho Respiratório IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome do produto: Pulmozyme Nome genérico: alfadornase (rhdnase) Forma farmacêutica, via de

Leia mais

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12.. Nebulizadores. pmdi inalador pressurizado ; PDI inalador de pó seco; CE câmara expansora. Unidade local (SAP/C.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12.. Nebulizadores. pmdi inalador pressurizado ; PDI inalador de pó seco; CE câmara expansora. Unidade local (SAP/C. PROTOCOLO TERAPÊUTICO Crise de asma 1 Reconhecer a crise Aparecimento/agravamento da dificuldade respiratória Aumento da tosse, principalmente nocturna Intolerância ao exercício Limitação das actividades

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO - BRICANYL COMPOSTO EXPECTORANTE

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO - BRICANYL COMPOSTO EXPECTORANTE BRICANYL Composto Expectorante IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO - BRICANYL COMPOSTO EXPECTORANTE BRICANYL Composto Expectorante sulfato de terbutalina / guaifenesina 0,3/13,3 mg/ml FORMAS FARMACÊUTICAS, VIAS

Leia mais

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características Vírus Virulogia Características Vírus- latim veneno - agentes filtráveis Parasita intracelular obrigatório Extracelular: virion Intracelular: vírus Possuem alta especificidade Vírus Características Alta

Leia mais

MODELO DE BULA IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO: BRONDILAT acebrofilina

MODELO DE BULA IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO: BRONDILAT acebrofilina MODELO DE BULA IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO: BRONDILAT acebrofilina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Xarope adulto em frasco contendo 120 ml + copo-medida de 10 ml Xarope pediátrico em frasco contendo 120

Leia mais

ALERGIAS NA INFÂNCIA

ALERGIAS NA INFÂNCIA ALERGIAS NA INFÂNCIA Tema: Alergias na Infância Objetivos Conceituar alergia, classificar os principais tipos e indutores das doenças alérgicas. Identificar e relacionar os fatores de risco associados

Leia mais

Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE

Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL MARCELO DAS CLÍNICAS ARNONE FMUSP AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL DAS CLÍNICAS FMUSP Moduladores de

Leia mais

RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO

RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO RINITE ALÉRGICA: ALÉRGENOS E POLUIÇÃO O tratamento das rinites é considerado um desafio, pois além do processo alérgico existe as causas não-alérgicas. A rinite tem uma morbidade significativa, custo financeiro

Leia mais

ENOXALOW enoxaparina sódica. Forma farmacêutica e apresentações Solução injetável. Via de administração: IV/SC

ENOXALOW enoxaparina sódica. Forma farmacêutica e apresentações Solução injetável. Via de administração: IV/SC ENOXALOW enoxaparina sódica Forma farmacêutica e apresentações Solução injetável. Via de administração: IV/SC 20 mg/0,2 ml cartucho com 1 ou 10 seringas. 40 mg/0,4 ml cartucho com 1 ou 10 seringas. 60

Leia mais

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA Propedêutica no Processo de Cuidar na Saúde do Adulto Profª Daniele Domingues Zimon Profª Adriana Cecel Guedes DPOC DPOC é um estado patológico caracterizado pela limitação

Leia mais

Prof. a Ana Luisa Godoy Fernandes CRM SP 24761

Prof. a Ana Luisa Godoy Fernandes CRM SP 24761 Prof a Ana Luisa Godoy Fernandes CRM SP 24761 JWD, após adequação do seu tratamento continua com seu futebol e agora consegue fazer gols Controle da asma: a baixa percepção de sintomas pode prejudicar

Leia mais

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea.

28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea. BIO 10E aula 28 28.01. Para fazer a defesa do organismo, alguns leucócitos podem atravessar a parede dos vasos sanguíneos e atuar no tecido conjuntivo. Este processo é denominado diapedese. 28.02. A coagulação

Leia mais

Antes de tomar este medicamento informe o seu médico: Se tem história de doença cardíaca, ritmo irregular cardíaco ou angina.

Antes de tomar este medicamento informe o seu médico: Se tem história de doença cardíaca, ritmo irregular cardíaco ou angina. FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Onsudil 0,05 mg comprimidos Onsudil 0,005 mg/ml xarope Onsudil 0,1 mg/ml solução para inalação por nebulização cloridrato de procaterol Leia atentamente

Leia mais

SISTEMA RESPIRATÓRIO. Afecções do Sistema Respiratório 08/06/2015 08/06/2015

SISTEMA RESPIRATÓRIO. Afecções do Sistema Respiratório 08/06/2015 08/06/2015 SISTEMA RESPIRATÓRIO Afecções do Sistema Respiratório 1 2 Rinite Rinite Inflamação das membranas mucosas do nariz. Sintomas: Congestão nasal; Coriza (purulenta na rinite bacteriana); Prurido e espirros.

Leia mais

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

Transfusão de sangue UHN. Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas

Transfusão de sangue UHN. Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas Transfusão de sangue Blood Transfusion - Portuguese UHN Informação para os pacientes sobre os benefícios, riscos e alternativas Quais são os benefícios da transfusão de sangue? A transfusão de sangue pode

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR Bisoltussin Tosse Seca, 2 mg/ml, solução oral Bromidrato de dextrometorfano Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente. Este

Leia mais

SÍNDROME DE HIPER-IgM

SÍNDROME DE HIPER-IgM SÍNDROME DE HIPER-IgM Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA

Leia mais

FRADEMICINA cloridrato de lincomicina

FRADEMICINA cloridrato de lincomicina FRADEMICINA cloridrato de lincomicina I IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Frademicina Nome genérico: cloridrato de lincomicina APRESENTAÇÕES Frademicina solução injetável de 300 mg (300 mg/ml)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: PNEUMOLOGISTA C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão de Processos

Leia mais

PEDIATRIA CLÍNICA 1. OBJETIVOS

PEDIATRIA CLÍNICA 1. OBJETIVOS PEDIATRIA CLÍNICA PROGRAMA PARA O 6º. ANO DE MEDICINA 2015 Estágio obrigatório em tempo integral, que visa à formação em Pediatria Geral, em estagio prático, sob supervisão docente, com ênfase ao raciocínio

Leia mais

Betaserc dicloridrato de betaistina

Betaserc dicloridrato de betaistina Betaserc dicloridrato de betaistina MODELO DE BULA PARA O PACIENTE FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES BETASERC (dicloridrato de betaistina) 16 mg: cartuchos com 30 comprimidos. BETASERC (dicloridrato de

Leia mais

DOSTINEX cabergolina. COMPOSIÇÃO Cada comprimido de Dostinex contém o equivalente a 0,5 mg de cabergolina. Excipientes: leucina e lactose anidra.

DOSTINEX cabergolina. COMPOSIÇÃO Cada comprimido de Dostinex contém o equivalente a 0,5 mg de cabergolina. Excipientes: leucina e lactose anidra. DOSTINEX cabergolina I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Nome comercial: Dostinex Nome genérico: cabergolina APRESENTAÇÕES Dostinex 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos. VIA DE ADMINISTRAÇÃO:

Leia mais

BRICANYL Composto Expectorante sulfato de terbutalina / guaifenesina

BRICANYL Composto Expectorante sulfato de terbutalina / guaifenesina BRICANYL Composto Expectorante sulfato de terbutalina / guaifenesina I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BRICANYL Composto Expectorante sulfato de terbutalina / guaifenesina APRESENTAÇÃO Embalagem com frasco

Leia mais

Betaserc dicloridrato de betaistina

Betaserc dicloridrato de betaistina MODELO DE BULA PARA O PACIENTE I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Betaserc dicloridrato de betaistina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES BETASERC (dicloridrato de betaistina) 16 mg: cartuchos com 30 comprimidos.

Leia mais

LINCOFLAN. Bunker Indústria Farmacêutica Ltda Solução Injetável 300MG/ML

LINCOFLAN. Bunker Indústria Farmacêutica Ltda Solução Injetável 300MG/ML LINCOFLAN Bunker Indústria Farmacêutica Ltda Solução Injetável 300MG/ML Lincoflan cloridrato de lincomicina APRESENTAÇÕES Solução injetável de 300 mg (300 mg/ml): embalagem contendo uma ampola com 1 ml.

Leia mais

Bula AstraZeneca FORMAS FARMACÊUTICAS, VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS

Bula AstraZeneca FORMAS FARMACÊUTICAS, VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS Bula AstraZeneca CONFIDENCIAL I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO BRICANYL Broncodilatador sulfato de terbutalina 0,3 mg/ml FORMAS FARMACÊUTICAS, VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS Xarope.

Leia mais

MUCOSA RINOSSINUSAL. José Ângelo Rizzo IMPACTO DO MANEJO DA RINITE NA OBTENÇÃO DO CONTROLE DA ASMA

MUCOSA RINOSSINUSAL. José Ângelo Rizzo IMPACTO DO MANEJO DA RINITE NA OBTENÇÃO DO CONTROLE DA ASMA José Ângelo Rizzo IMPACTO DO MANEJO DA RINITE NA OBTENÇÃO DO CONTROLE DA ASMA CENTRO DE PESQUISAS EM ALERGIA E IMUNOLOGIA CLÍNICA EM PEDIATRIA HOSPITAL DAS CLÍNICAS/UFPE MUCOSA RINOSSINUSAL..... 1 MUCOSA

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

MabThera. rituximab. O que é o MabThera? Para que é utilizado o MabThera? Resumo do EPAR destinado ao público

MabThera. rituximab. O que é o MabThera? Para que é utilizado o MabThera? Resumo do EPAR destinado ao público EMA/614203/2010 EMEA/H/C/000165 Resumo do EPAR destinado ao público rituximab Este é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR) relativo ao. O seu objetivo é explicar o modo como o Comité

Leia mais