As ações da sustentabilidade empresarial como suporte à gestão de projetos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As ações da sustentabilidade empresarial como suporte à gestão de projetos"

Transcrição

1 As ações da sustentabilidade empresarial como suporte à gestão de projetos Fabrícia Martins Gondim 1* 1 Faculdade de Integração do Sertão-FIS Resumo Complexidade e incertezas são impostas às organizações que querem sobreviver em um mercado caracterizado por competição acirrada a rápidas mudanças, no qual as formas tradicionais da gestão são insuficientes nos processo da tomada de decisão e manutenção da competitividade. É nesse cenário que são difundidos os conceitos de gestão de projetos e sustentabilidade empresarial. De um lado o gerenciamento de projetos surge como metodologia de transformação dentro das organizações, permitindo a implantação de ideias inovadoras em sua rotina. Por outro lado, a sustentabilidade empresarial pressupõe o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, preservação da natureza e equidade social e, consequentemente, as empresas que atenderem a essa nova concepção terão mais chances de permanecer no mercado. Desse modo, pode-se afirmar que o alinhamento desses conceitos constituir uma poderosa arma estratégica, tendo em vista que, hoje ambos são considerados como elementos fundamentais na definição das estratégias organizacionais. O objetivo deste artigo é examinar o gerenciamento de projetos voltado às ações de sustentabilidade empresarial. Para realizar este estudo realizou-se uma revisão da literatura disponível sobre gerenciamento de projetos e sustentabilidade empresarial. De acordo com as discussões apresentas, percebe-se que a compreensão do contexto que envolve a sustentabilidade empresarial motiva as empresa a deter conhecimentos necessários para sua atividade. Este artigo contribui para um melhor entendimento, no tocante a sustentabilidade aliada a gestão de projetos aplicada as empresas, além disso, ele serve de subsídio para o entendimento da importância de mudanças nas ações da empresa, a partir do entendimento da necessidade da organização na fase da aplicabilidade da sustentabilidade empresarial. Palavras-chave: Sustentabilidade empresarial. Organizações. Gestão de projetos. * Autoria para correspondência: Fabrícia Martins Gondim. Rua João Luiz de Melo, 2110, Tancredo Neves, Serra Talhada-PE, CEP

2 1 Introdução A maioria das organizações do modelo de gestão contemporânea é regida por projetos, especialmente aquelas que empreendem o desenvolvimento de produtos (REBECHINI JR; CARVALHO, 2005; KRUGLIANSKAS et al 2009; MEREDITH; MANTEL JR, 2003; KERZNER, 2006; VIANA, 2002). O acirramento da concorrência pressiona as empresas quanto ao alcance de novos mercados e maiores vantagens competitivas impulsionando assim, sua capacidade de adequação, inovação e desenvolvimento de projetos de novos produtos constantes. Para acompanhar e/ou tentar gerar mudanças desejadas no ambiente organizacional, atualmente as empresas começam a repensar o modo de gerir os impactos sociais e ambientais advindos de seus processos uma das razões que as estimulam no desenvolvimento de projetos. Cleland e Ireland (2002, p.5) afirmam que a gerência de projetos é o principal meio para lidar com mudanças de produtos, serviços e de processos nas organizações contemporâneas. Para as empresas que buscam vantagens competitivas pela inovação e desenvolvimento de novos produtos, gerenciarem os danos causados ao meio ambiente por seu processo produtivo a partir da fase de desenvolvimento do projeto se torna essencial. Alinhar estrategicamente as necessidades organizacionais em relação à preservação ambiental deve ser uma meta das companhias que desejam permanecer em um mercado cada vez mais concorrido e, algumas vezes, inóspito, turbulento. Como é sabida, a questão ambiental tem sido bastante discutida na atualidade pelos diversos atores sociais (governo, sociedade civil, empresas, instituições multilaterais, mídia, dentre outros). A preocupação com as questões ambientais sempre se fez presente na história da humanidade; porém, pode-se perceber um acentuado aumento de tal preocupação nas últimas quatro décadas, onde se observou que o aumento nas escalas de produção, apesar de ter trazido benefícios para a humanidade, como a geração de riquezas e o crescimento econômico, trouxe consigo impactos negativos para o meio ambiente. Falar de gestão ambiental e desenvolvimento sustentável atualmente é uma tarefa que gera uma importância econômica, social e ambiental. Há uma consequência emergente de que as organizações devem adotar uma postura proativa na busca pela sustentabilidade, ou seja, atendendo as necessidades atuais sem comprometer as necessidades das gerações futuras. Nessa ótica, há o envolvimento de variáveis, tais como: empresas, pessoas, emprego, renda, planeta e meio ambiente, dentre vários outros aspectos (RODRIGUES et al, 2009). Apresentar as restrições do projeto que podem potencializar as questões da sustentabilidade em seu planejamento, desenvolver alternativas ecologicamente correta, como utilizar insumos renováveis no processo produtivo, e analisar os impactos ao meio ambiente durante todo o ciclo de vida do produto, são algumas das atividades que estão envolvidas na gestão de projetos hoje. Colaborando com esse pensamento, Jiménez e Lorente (2001), aconselham que a questão ambiental seja apresentada como um novo objetivo de desempenho. Nesse sentido, os gestores de projetos devem possuir os conhecimentos e habilidades necessárias para aplicar métodos e ferramentas juntamente a equipe do projeto. Neste intuito devem-se integrar os requisitos dos stakeholders, considerando mecanismos globais, regionais e locais, realizando uma ampla e sistemática análise da situação atual para alcançar um melhor desempenho ambiental de seus produtos (WIMMER et al, 2004). Os stakeholders de um projeto são pessoas, empresa, instituições, agência e outros tipos de organizações que tem, ou acreditam ter, direitos ou parte sobre um projeto e o seu resultado. Apesar da diversidade de estudos em gerenciamento de projetos, quando nos referimos aos impactos ambientais e sociais destes, observase escassez de estudos teóricos e práticos. Segundo Brondani et al (2009), vivemos hoje um caminho insustentável na medida em que os impactos ambientais/sociais dos produtos e processos com tecnologias são tratados no final da linha e não desde o projeto do produto. O interesse pelo tema deve-se as constantes mudanças dentro do contexto de sustentabilidade, que tentam conciliar as atitudes empresariais. O objetivo desse estudo diante deste novo contexto produtivo é caracterizado pela urgente necessidade de respostas eficazes e rápidas às demandas do ambiente, assim como, por uma nova concepção dos papeis da organização para com a sociedade e meio

3 ambiente no intuito de possibilitar a empresa o alcance de melhor diferencial competitivo. 2 Gestão de Projetos No decorrer da história das grandes civilizações encontramos evidências da realização de grandes projetos, como o templo de Jerusalém, as muralhas da China, o muro de Berlim, dentre outros. No entanto, tal como existem hoje, apenas no pós-guerra, período de larga expansão da indústria emergiu a gestão de projetos, adquirindo sua maioridade com os projetos de grande porte da indústria bélica e aero especial americana (CASSAROTO FILHO, 2002). Para Vargas (2002) a gestão de projetos visa dar um impulso maior às vantagens competitivas que uma empresa pode desenvolver e apoiar-se. Em outros termos, gerir e desenvolver projetos torna-se o principal meio para lidar as mudanças ambientais, considerando as exigências de mercado por prazos cada vez menores ao desenvolver novos produtos. Kerzner (2006) define projeto como as atividades exclusivas em uma empresa, ou seja, atividades temporárias com o objetivo bem definido, as quais consomem recursos e operam sob pressão de prazo, custo e qualidade. Entretanto, devido a importância da questão ambiental vem alcançando na atualidade tal preocupação, também passou a ser critica em todas as etapas de desenvolvimento e execução dos projetos (SLACK et al, 2002; NAVEIRO, 2008). O gerenciamento de projeto é concebido como a qualidade de um conjunto de ferramentas e técnicas gerenciais, para disseminar as habilidades e conhecimentos dos indivíduos envolvidos nas atividades de um projeto. Esse processo conduz a equipe para o cumprimento dos objetivos do projeto, proporcionando alguns bons resultados com a sua implementação (HELDMAN, 2009). Para Jugdev e Muller (2005, p.19) definir sucesso no contexto de projetos é semelhante a ganhar o consenso de um grupo de pessoas acerca da definição de boa arte. Esse conceito tem evoluído ao longo dos anos, podendo ser mensurado de modo objetivo e/ou subjetivo, dependendo da concepção de cada individuo que o observa e da própria organização. Tradicionalmente o sucesso de um projeto era definido em termos de realização de seus objetivos dentro dos limites de tempo, custo, desempenho técnico ou especifico e de padrões de qualidade segundo o cliente. 3 Sustentabilidade Organizacional O termo sustentabilidade era utilizado no século dezoito, sendo empregado na área da administração florestal (SCHOLZ; TIETJE, 2002). Leal Filho (2000) confirma que no início dos anos de 1970 essa palavra era pouco empregada, o seu uso, era voltado para a área de recursos florestais. Neste contexto, sustentabilidade é associada a longo prazo, durável, sistemático e desenvolvimento sustentável. O termo desenvolvimento sustentável originou-se do Eco Desenvolvimento criado por Maurice Strong, secretário geral da conferência de Estocolmo, organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em O Eco Desenvolvimento possuía cinco princípios de sustentabilidade: social, econômico, ecológico, espacial/geográfico e cultural (CORAL, 2002; BRUNACCI; PHILIPPI JR., 2005). No cenário da época, o desenvolvimento sustentável direcionava-se a uma tentativa de manter controle sobre os desafios da população mundial, por parte dos países mais industrializados e desenvolvidos economicamente, e articular os problemas ambientais a frente da lógica de mercado. Entretanto, o alinhamento de sustentabilidade ao desenvolvimento, bem como a fundamentação e a disseminação ampla do conceito, ocorreu em 1987, com a publicação de Our Comom Future pela Comissão Internacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento, cujo comitê foi presidido por Gro Harlem Brundtland (MCINTOSH et al, 2001). As discussões dessas conferências focaram basicamente em visualizar no longo prazo que estratégias poderiam ser criadas para resolver problemas ambientais, identificando as possíveis formas de cooperação entre as noções de diferentes níveis de desenvolvimento econômico e social. Historicamente, a sustentabilidade foi entendida ou considerada como sinônimo de proteção ambiental, sendo essa, a ênfase predominante na vasta literatura. A esse respeito, Posch e Steiner, afirma que recentemente a compreensão de sustentabilidade baseia-se em três dimensões, de igual importância: proteção da natureza, manutenção do desenvolvimento

4 econômico e observância de considerações sociais especificam. O resultado disso, é que a questão ecológica deixa de ser atrelada apenas ao desenvolvimento econômico, sendo integrada também ao desenvolvimento da sociedade. O tripé da sustentabilidade, ou Triple-Bottom-Line é reconhecido entre os pesquisadores e torna-se a ferramenta base para que as empresas desenvolvam suas ações, considerando os impactos que podem causar as dimensões ambiental, econômica e social. O termo Triple-Bottom-Line foi concebido por Jonh Elkington em seu livro Cannibals with Forks: The triple botton line of 21 st century busines (1998), no qual o autor discute a possibilidade do capitalismo empresarial se tornar um capitalismo sustentável. O Triple-Bottom-Line defende que as organizações devem considerar bottom lines sociais e ambientais em acréscimo ao bottom line econômico-financeiro (RODRIGUES et al, 2009; MCDONOUGH; BRAUNGART, 2002). Equilibrar os tradicionais objetivos econômicos com preocupações sociais e ambientais é a premissa desses conceitos. Com base nos princípios de desenvolvimento sustentável, Coral (2002) desenvolveu o modelo de mensuração da sustentabilidade empresarial, integrado as três bases: econômica, ambiental e social. 1. Sustentabilidade econômica: vantagem competitiva, qualidade e custos, foco, mercado, resultado, estratégias de negócio. 2. Sustentabilidade ambiental: tecnologias limpas, reciclagem, utilização sustentável de recursos naturais, atendimento a legislação, tratamento de efluentes e resíduos, produtos ecologicamente corretos, impacto ambiental. 3. Sustentabilidade social: assumir responsabilidade social, suporte ao crescimento da comunidade, compromisso com o desenvolvimento dos RH, promoção e participação em projetos de cunho social. Este modelo centraliza o conceito de sustentabilidade, baseando-se no planejamento estratégico como ferramenta de análise e tomada de decisão com relação aos aspectos econômicos que envolvem a organização e nos modelos de estratégia ambiental para fundamentar as analises da sustentabilidade ambiental e social. Porém, após o final do século xx, evidencia-se que finalmente empresas, governos e sociedade civil começaram a encarar o desafio de viver de modo sustentável. Seja devido às pressões da sociedade, restrições impostas pela legislação ambiental e/ou risco real de uma crise ambiental de grandes proporções, percebe-se a influencia desses aspectos sobre o mercado, alterando as bases tradicionais de concorrência. Vinha (2003, p. 174) ressalta que: [...] cada vez mais as organizações compreendem que, os acidentes e crimes ambientais provocam escândalos corporativos que abalam a confiança dos investidores, consumidores e acionistas, refletindo-se em queda de vendas e, conseqüentemente, prejuízo financeiro. Assim, esforços devem ser canalizados no intuito de promover o equilíbrio e integração entre equidade social, prosperidade econômica e proteção ambiental. Os negócios passam a ser veiculados de resultados positivos, além de apenas fazer dinheiro (NEWPORT et al, 2003). Portanto, a adequação de praticas voltada para a sustentabilidade empresarial, Cris valor para os acionistas no longo prazo, ao abraçar oportunidades e gerir os riscos decorrentes da exploração, ambiental e social (SAM GROUP, 2010). Nesse cenário, quanto maiores os investimentos sociais e ambientais, maiores também serão os valores para as organizações e acionistas. Em suma, considera-se um projeto sustentável aquele que faz a empresa cumprir suas obrigações econômicas e legais, e empreendesse esforços para evitar ou minorar danos ao meio ambiente e comunidade local, mesmo que não possa tirar proveito direto para seu negocio. O lucro imediato cede lugar a boa reputação, oriunda do relacionamento com seus stakeholders. 4 Critérios atrelados a Sustentabilidade Organizacional As organizações fazem produtos de qualidade, investem dinheiro para reter os funcionários competentes e desenvolvem tecnologia no intuito de aumentar seus lucros. Esses esforços beneficiam economicamente a empresa, propiciando o próprio desenvolvimento da sociedade.

5 Todavia, o ambiente atual, apenas isso não é garantia de longevidade no mercado. É necessária que as demandas dos diversos atores sociais sejam atendidas por meio de aloés praticas, as quais devem também ser incorporadas na cultura, missão, política, perspectiva e objetivos organizacionais. Com isso, os laços de relacionamento entre a organização e os stakeholders são estreitados. Quanto mais estreitos, no sentido do ético e transparente, os relacionamentos maiores serão as chances de a organização desenvolver ações eficazes no que tange a sustentabilidade, possibilitando então, reflexos positivos no conjunto de suas relações. Na literatura encontramos inúmeros critérios a serem considerados na relação negocio-sociedade, os quais variam em função das mais diversas perspectivas e interesses dos stakeholders (ORCHIS et al, 2002; LOURENÇO; SCHRODER, 2003). Ao passo que a empresa se esforça para manter um relacionamento responsável com todos os gerentes que a afetam ou são afetadas por suas ações, aumentando suas chances de sustentação mercadológica. Contudo é importante salientar que assim como a empresa tem suas responsabilidades para com os diversos grupos de interesse, cada um deles também possui as mesmas responsabilidades entre si. Portanto, estes devem assumir sua posição no mercado para não serem desqualificados pelos agentes mais fortes da cadeia (ALIGLERI, 2003). Nesse contexto de conflitos de interesses cabe a cada organização envolvida explicitar suas expectativas e padrão de moral como forma de tornar os interesses individuais de seus tomadores de decisão imparciais, ou seja, em favor do bem comum (ASHLEY, 2005). Dessa maneira, as três bases da sustentabilidade são compartilhadas entre os atores empenhadas nesse processo de queda de fatores intra e inter-organizacional. De Tombe (2008), ressalta que tal interação possibilita melhor compreensão acerca das praticas sustentáveis entre organização e sociedade quando são buscadas metas comuns e equitativas, que respeitem as diversidades culturais, ambientais e sociais, preservando-as para as gerações futuras. Por isso, deve haver compromisso mútuo entre os parceiros de negócios, tendo em vista o desenvolvimento de alternativas éticas, responsáveis e sustentáveis. A esse respeito Drucker (2002), enfatiza que os impactos causados pelas atividades industriais, devem ser os mesmos possíveis, melhor seria que não existissem. Degradar a natureza, desrespeitar os limites humanos, sujeitando os funcionários a trabalhar sob jornadas excessivas sem as condições adequadas, são exemplos de situação considerada um mal necessário em funções dos lucros. O tratamento de tais circunstancia, foram negligenciados durante muito tempo pelas empresas e sociedade capitalista. Entretanto, no ambiente contemporâneo de acirrada competição, essas questões deixam de ser vistas pelo fim puramente capitalista, e passam a ser contempladas sob a ótica ambiental e social, sendo incorporadas às estratégias organizacionais (POSCH; STEINER, 2006; DE TOMBE, 2008; STUTEVILLE, 2009). A sustentabilidade empresarial passa a ser vista como diferencial competitivo diante da concorrência, pois os gêneros são conduzidos, levando em consideração o interesse e o impacto das decisões tomadas em relação todas as partes envolvidas. Portanto, tais questões são visualizadas como oportunidades de negócios, cujo aproveitamento fortalece e beneficia a organização e o relacionamento duradouro com os demais atores sociais. 5 Ganhos de Competitividade advindos de Práticas Sustentáveis Conforme enfatizado anteriormente, para propiciar produto e serviço de modo eficaz, éticos e ecologicamente corretos, as empresas precisam estabelecer relações legais e transparentes com seus clientes e parceiros do negocio. Tal afinidade possibilitará maiores chances de aumentar a vida da organização a partir dos ganhos alcançados com o desenvolvimento de práticas responsáveis. Pode ser que estes não apareçam modo imediato nas demonstrações financeiras, precisamos então ser considerado como investimentos a médio e longo prazo (KIM, 2006). Esses ganhos são concretizados pela boa imagem e aumento das vendas, devido ao fortalecimento e fidelização à marca e ao produto, valorização da empresa perante sociedade e mercado. Como é sabido, a sociedade desenvolve uma imagem positiva em relação à organização que se preocupa em como suas atividades tem afetado ou afetarão o meio ambiente e a própria comunidade, satisfazendo consumidores e

6 investidores. A credibilidade passa a ser uma importante vantagem, um diferencial competitivo no mundo globalizado (TOLDO, 2002, P.82). Na atual cenário as práticas empresariais afetam a reputação da empresa. Se esta quer competir com sucesso é importante que mantenha uma imagem de sólido comportamento, ético e responsável, pois sua credibilidade e um fator primário nas relações comerciais, formais ou informais. Vinha (2003) saliente que as organizações hoje vivenciam a aera da globalização e da sociedade da informação, onde os ativos intangíveis como conhecimento e a própria reputação da empresa adquirem importância estratégica nos negócios. Assim, abalos na imagem podem significar em perdas financeiras grandes e duradouras. A prática de responsabilidade social e empresarial colabora para aumento de produtividade e satisfação de seus clientes internos. Investir no desenvolvimento contínuo de seus funcionários e incentivá-los a participar do processo decisório coopera para a conquista de vantagens e posicionamento competitivo (DUTRA, 2001). A valorização dos colaboradores através de treinamento ou políticas de incentivo aos estudos propicia melhoria no clima organizacional, estimulando o trabalho em equipe, motivação, comprometimento e harmonia entre objetivos e expectativas de indivíduos e organização. Além disso, a realização das práticas sustentáveis possibilita à organização formar suas competências e conhecimentos por meio de retenção de membros treinados e qualificados. A realização de projetos sociais contribui para melhorar as condições sociais das comunidades mais carentes, resgatando a autoestima e dignidade dos favorecidos, inserindoos na sociedade. Isso gera um retorno publicitário para a empresa devido destaque alcançado pelo bom desempenho em projetos sociais, colocando a frente às gerações futuras. A atuação responsável, respeitando as leis e normas ambientais, instalando-se em regiões menos desenvolvidas e investindo em patrocínios e projetos sociais, pode propiciar a organização ganhos também tributários. Tais ações podem possibilitar em isenções fiscais em âmbito municipal, estadual ou federal, pois a empresa está contribuindo para o desenvolvimento do país. A Coca-cola Guararapes, franquia que atua nos Estados da Paraíba e Pernambuco no Nordeste Brasileiro, é um exemplo de empresa reconhecida como socialmente responsável, a qual se preocupa com o meio ambiente e a comunidade na qual está inserida. A empresa desenvolve programas de incentivo na reciclagem, educação de jovens, como cursos de inclusão digital, além de proporcionar à comunidade a instalação de restaurantes comunitários com pratos vendidos a preço de custo. Os clientes esperados nesses restaurantes são desempregados, desabrigados, catadores de rua e idosos. Naturalmente, práticas sociais semelhantes são realizadas por outras empresas, dos mais diversos segmentos em seu entorno, pois isso repercute em reputação positiva para a companhia perante seus stakeholders. Desse modo, a atuação responsável traz um retorno social para a sociedade propriamente dita. Redução das carências sociais existentes, mudanças na atitude das comunidades frente aos problemas do país, melhorias das condições de vida das comunidades são alguns exemplos desses benefícios (LOURENÇO;SCHRODER,2003). Os autores ainda enfatizam um aumento no retorno dado aos investidores, pela valorização da empresa na sociedade e no mercado em função dos projetos sociais realizados. Orchis et al (2002) adiciona a diversidade cultural à lista de benefícios da sustentabilidade, considerando ser esta uma questão estratégica ocasionada pelas mudanças do próprio mercado e pelo aumento da pressão por competitividade. Contar como colaboradores de diferentes origens, culturas, classes sociais, idade, raça, sexo, dentre outras, constituídos de diversas experiências, conhecimentos, habilidades e visão de negócio possibilita a empresa lidar melhor com as demandas organizacionais, as quais são dinâmicas e multiculturais. Equipes multifuncionais em projetos devem melhorar a capacidade de respostas aos desafios externos (OCHIENG; PRICE, 2009). Logo, incorporar os critérios de sustentabilidade na gestão de projetos aumentará suas chances de sucessos, integrando equilibradamente os aspectos econômicos, sociais e ambientais em todas as suas fases, bem como o alinhando às estratégias da organização.

7 6 Sustentabilidade em Gestão de Projetos Diante do que foi apresentado sobre gestão de projetos e sustentabilidade organizacional, evidencia-se a importância de integrar ambos os temas, uma vez que estes colaboram para melhorar o desempenho das estratégias organizacionais. Sendo assim, é necessário que no desenvolvimento dos novos projetos sejam avaliadas as questões ambientais e sociais, e não somente as econômico-financeira. Os princípios de sustentabilidade devem ser incorporados nas diretrizes estratégicas do projeto. Questionamentos a respeito da função e do impacto do projeto e de seus produtos em relação ao sistema em que está inserida devem promover mudanças nas práticas existentes e desenvolver novas soluções no desenvolvimento de produtos e mercados (ETHOS, 2006). Nessa perspectiva, é importante considerar os possíveis benefícios e impactos aos diversos stakeholders em todas as fases do projeto. Isso possibilitará a ampliação das variáveis de análises do projeto no processo de tomada de decisão. Segundo Cleland e Ireland (2002), os stakeholdrs podem vir dos ambientes mais diversos, como político, econômico, social, legal, tecnológico, competitivo, dentre outros. Por conseqüência, nas primeiras fases esforços devem ser empreendidos por toda equipe para identificálos e desenvolver estratégias que evitem ou minimizem o potencial impacto do projeto sobre estes. No desenvolvimento do escopo do projeto devem ser observados todos os impactos e considerados seus respectivos custos, bem como conhecidas as expectativas do cliente. Para tanto deve haver um estímulo no intuito de gerar diálogos e debates concretos acerca das práticas sustentáveis frente ao projeto, como também obter seu alinhamento a coerência com as diretrizes estratégicas da organização contratante. Nesse pensamento, Abidin e Pasquire (2007) afirmam que sensibilizar a equipe com relação à sustentabilidade no início do projeto é altamente recomendável, pois potencializa a influência das questões sustentáveis junto ao cliente, determinando assim o comprometimento responsável deste no decorrer do projeto. O escopo dá origem à proposta que será apresentada ao cliente para aprovação do inicio do projeto, passando a ser conhecido de fato o investimento estimado e os resultados esperados desse novo empreendimento (HELDMAN, 2009). Os investimentos necessários para tratar os impactos sociais ou ambientais do projeto quando de sua implantação devem ser incluídos na proposta. Quanto mais detalhada a proposta do projeto, maiores são as probabilidades de este ser bem sucedido, reduzindo a necessidade de replanejamentos futuros. A tendência de sustentabilidade global está forçando as empresas a internalizar as externalidades sociais e ambientais por meio do gerenciamento de projetos (LABUSCHANGE E BRENT, 2005). Contudo, o êxito dessas ações depende do desenvolvimento e incorporação desse conceito como uma competência de equipe do projeto. Para que isso seja uma realidade, o desenvolvimento de práticas sustentáveis deve ser exigido e disseminado entre os membros da equipe do projeto. Além disso, cabem ao gerente e demais membros da equipe manterem atualizadas suas habilidades profissionais, reconhecendo a importância do desenvolvimento e da educação pessoais contínuos (CLELAND; IRELANS, 2002; ETHOS, 2006). Nesse sentido, maior profundidade nos temas da sustentabilidade pode vir a ampliar o pensamento e ação sistêmica. Alinhar a gestão de projetos com os princípios do desenvolvimento sustentável, exige, portanto, que as conseqüências sociais e ambientais desses produtos e ciclo de vida do produto devem ser considerados durante o ciclo de vida do projeto (LABUSCHANG E BRENT,2005). Alguns riscos extrapolam os limites do projeto e acompanham o ciclo da vida do produto, ou seja, vão do berço ao túmulo. Os riscos em um projeto referem-se à probabilidade de que algum evento adverso impacte negativamente nas metas planejadas. Logo, realizar uma analise dos impactos de um projeto em todas as dimensões da sustentabilidade empresarial, pose compor a matriz de risco e oportunidades na fase do planejamento do projeto (HELDMAN, 2009). Para tanto, faz-se necessário seguir a estratégia de distribuição das informações definidas, no intuito de adicionar as preocupações relacionadas a sustentabilidade na gestão de projetos. E importante considerar que os princípios de sustentabilidade ao gerir projeto, ainda é um processo pouco usual nas organizações, no entanto, sua pratica representa

8 um avanço na responsabilidade das organizações, indivíduos e sociedade (ETHOS, 2006). Por fim, não menos importante, uma questão que merece destaque no tocante ao desenvolvimento de práticas sustentáveis na questão de projetos é a ampliação de transparência e ética nos relacionamentos. Entender que todas as partes interessadas podem ganhar ou perder com o projeto, suas intenções constituem peça chave no ambiente do projeto. 7 Considerações Finais O presente estudo permitiu uma maior compreensão sobre a sustentabilidade na gestão de projeto, dirigidas pelas organizações. Logo podese concluir que para a implantação da responsabilidade com a sustentabilidade faz-se necessário a empresa conhecer os pontos a serem direcionados para execução das tarefas. Diante das mudanças do ambiente em que as grandes empresas encontram-se é preciso integração ao ambiente e, sem dúvida, a participação de todos para que se tenha uma atmosfera mais saudável. Participar de práticas sustentáveis advindas de gestão de projetos, ou de outra atividade, é indispensável para a preservação a natureza. Dessa forma, não é pretensão do estudo em questão afirmar que o fator sustentabilidade é importante para as organizações em si, o que se questiona são os meios e as conseqüências das ações para o meio ambiente, para a sociedade, em especial, para as gerações futuras. Referências ALIGLERI. Lilian. Responsabilidade social na cadeia logística: uma visão integrada para o incremento da competitividade. In: Responsabilidade Social das empresas: a contribuição das universidades. V.2. São Paulo: Peirópolis/Instituto Ethos, p ALMEIDA, Milene Félix. Proposta de metodologia de avaliação de projetos orientada pelo modelo de gestão por competências em organização governamental. João Pessoa: UFPB, (Dissertação de Mestrado em Administração). ASHLEY, Patrícia A. Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. São Paulo: Saraiva,2005. BARNES, Jay B. Administração estratégica e vantagem competitiva. São Paulo: Pearson Prentice Hall, BARROS, R. Andrade et al. Sustentabilidade empresarial: um estudo de caso no APL calçadista de Campina Grande-PB. In: VI Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia (VI SEGeT). Anais... Resende: Rio de Janeiro, BERNARDO, Denise C. R. et al. Investimentos em responsabilidade Social Empresarial criam valor para as empresas? Um estudo das companhias de capital aberto no Brasil. In: Seminários em Administração IX SEMEAD. Anais... São Paulo: São Paulo, BRONDANI, Sergio Antonio et al. Uso do papelão no design de móveis: aspectos ambientais e de projeto. In: XXIX Encontro Nacional de Engenharia de Produção XXIX ENEGEP. Anais... Salvador: Bahia, BUSON, Marcos Albuquerque. Uma avaliação da sustentabilidade de projetos na fase de planejamento com base nos princípios Lean: Um estudo de caso no segmento de eletrônicos. Florianópolis: UFSC, (Dissertação de mestrado em Engenharia de Produção). CLELAND, David I.; IRELAND, Lewis R. Gerência de projetos. Rio de Janeiro: Reichmann & Afonso, 2002., Project management: strategic design and implementation. 4. Ed. V. 1. New York: Mc Graw-Hill, 2002 b. CORAL, Eliza. Modelo de planejamento estratégico para a sustentabilidade empresarial. Florianópolis: UFSC (Tese de doutorado em Engenharia de Produção). DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. ed. São Paulo: Atlas, DUTRA, Joel Souza et al. Gestão por competências: um modelo avançado para o gerenciamento de pessoas. São Paulo: Editora Gente, 2001.

9 ETHOS- Instituto de Empresas e Responsabilidade Social. Gestão de Projetos para sustentabilidade. Ethos, 2006., Indicadores Ethos de responsabilidade social. EThos, GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, GONÇALVES, Carlos A.; MEIRELLES, Anthero A. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas,2004. KERZNER, Harold. Gestão de Projetos: as melhores práticas. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, LOURENÇO. Alex G.: SCHRODER. Débora S. Vale investir em responsabilidade social? Stakeholders, ganhos e perdas. In: Responsabilidade social das empresas: a contribuição das universidades. v. 2. São Paulo: Peirópolis/Instituto Ethos, 2003.p MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman MARCONI, Marina A.; LAKATOS, Eva M Técnicas de Pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 6. ed. São Paulo: Atlas, MAXIMIANO, Antonio C.A. Administração de projetos: Como transformar idéias em resultados. São Paulo, Altas: MCINTOSH, Maicolm et al. Cidadania corporativa: estratégias bem sucedidas para empresas responsáveis. Qualitymark: Rio de Janeiro, MENDONÇA, Ricardo R. S. As dimensões da responsabilidade social: uma proposta de instrumento de avaliação. In: Responsabilidade social das empresas: a contribuição das universidades. v. 2. São Paulo: Peirópolis/Instituto Ethos P MICHEL. Maria H. Metodologia e pesquisa cientifica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, NAVEIRO, Ricardo M. Engenharia do produto. In: BATALHA, Mário Otávio (Org). Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Elsevier, P ORCHIS, Marcelo A. et al. Impactos da responsabilidade social nos objetivos e estratégias empresariais. In: Responsabilidade social das empresas. V. 1. São Paulo: Peirópolis/Instituto Ethos, p PORTER, Michael E. Estratégia Competitiva. Rio de Janeiro, Campus, RABECHINE JR,R.: CARVALHO, M.M. Perfil das competências em gerenciamento de projetos. Revista de Administração de Empresas. v. 2, n. 1. Jan-Jun, Perspectivas da gestão de projetos. In:. Gerenciamento de Projetos na prática: casos brasileiros. São Paulo: Atlas, P RICHARDSON, Robert Jarry et al. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, RODRIGUES, Adriano: PAULO, Edilson. Introdução a analise multivariada. In: CORRAR, Luiz J.: PAULO, Edilson; DIAS FILHO, José M. (Coord). Análise multivariada para os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Economia. São Paulo: Atlas, RODRIGUES, Ivete. et al. Estratégias de gestão ambiental nas empresas: análises de um projeto interinstitucional. In: RABECHINI JÚNIOR, R: CARVALHO, M. M. (Org). Gerenciamento de projetos na prática: casos brasileiros. São Paulo: Atlas, P SAM GROUP Sustainability Asset Management Group. Dow Jones sustainability indexes. VARGAS, Ricardo Viana. Gerenciamento de projeto: estabelecendo diferenciais competitivos. 4. ed. Rio de Janeiro: Braspot, VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

10 VINHA, Valéria da. As empresas e o desenvolvimento sustentável: da ecoeficiência à responsabilidade social corporativa. In: MAY, P. H.; LOSTOSA, M. C.; VINHA, V. (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e pratica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

Resumo. O caminho da sustentabilidade

Resumo. O caminho da sustentabilidade Resumo O caminho da sustentabilidade Termos recorrentes em debates e pesquisas, na mídia e no mundo dos negócios da atualidade, como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável, responsabilidade empresarial

Leia mais

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli

Café com Responsabilidade. Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro. Vitor Seravalli Café com Responsabilidade Sustentabilidade: a competência empresarial do futuro Vitor Seravalli Manaus, 11 de Abril de 2012 Desafios que o Mundo Enfrenta Hoje Crescimento Populacional Desafios que o Mundo

Leia mais

A gestão ecoefiente como fator de competitividade empresarial

A gestão ecoefiente como fator de competitividade empresarial A gestão ecoefiente como fator de competitividade empresarial Débora Daniela Gonçalves TEIXEIRA 1 Paulo BASSANI 2 RESUMO: Inseridas no novo contexto voltado para as questões ambientais, as organizações

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014

CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014 CÓDIGO DE ÉTICA PI.001.00000000 A - 04 de Junho de 2014 PALAVRA DA DIRETORIA Apresentamos, com muito prazer, o do Grupo Galvão, que foi elaborado de maneira participativa com representantes dos colaboradores

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA 23 de julho de 2015 ÍNDICE Pág. Introdução... 3 Objetivos... 3 Princípios gerais de atuação... 4 Princípios específicos de atuação... 7 Mecanismos de desenvolvimento,

Leia mais

Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras. Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos

Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras. Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos Sustentabilidade e Competitividade SUSTENTABILIDADE pode ser entendida como

Leia mais

Sustentabilidade nos Negócios

Sustentabilidade nos Negócios Sustentabilidade nos Negócios Apresentação O programa Gestão Estratégica para a Sustentabilidade foi oferecido pelo Uniethos por nove anos. Neste período os temas ligados à sustentabilidade começam a provocar

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

Autor(a): Cicera Aparecida da Silva Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email: aparecidasilva@pe.senac.br

Autor(a): Cicera Aparecida da Silva Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email: aparecidasilva@pe.senac.br BENEFÍCIOS SOCIAIS: um modelo para retenção de talentos Autor(a): Cicera Aparecida da Silva Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email: aparecidasilva@pe.senac.br Introdução Este artigo aborda

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO

A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO A FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA SOB A ÓTICA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Bruna Medeiros David de Souza Advogada. Pós-graduanda em Direito Civil pela Faculdade de Direito Milton Campos. A função social da

Leia mais

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH

Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Aula 07 Planejamento Estratégico de RH Objetivos da aula: Nesta aula o objetivo será Apresentar uma visão diferenciada sobre como as ações integradas de planejamento estratégico de Recursos Humanos (RH)

Leia mais

Sustentabilidade aplicada aos negócios: um estudo de caso da empresa Natura S.A.

Sustentabilidade aplicada aos negócios: um estudo de caso da empresa Natura S.A. Sustentabilidade aplicada aos negócios: um estudo de caso da empresa Natura S.A. Autoria: Silas Dias Mendes Costa 1 e Antônio Oscar Santos Góes 2 1 UESC, E-mail: silas.mendes@hotmail.com 2 UESC, E-mail:

Leia mais

ISO 26000: Diretrizes sobre Responsabilidade Social

ISO 26000: Diretrizes sobre Responsabilidade Social ISO 26000: Diretrizes sobre Responsabilidade Social Características essenciais de Responsabilidade Social Incorporação por parte da organização de considerações sociais e ambientais nas suas decisões tornando-se

Leia mais

A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES

A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES A ÉTICA E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SOB A ÓTICA DAS ORGANIZAÇÕES Ítalo Camilo da Silva Nogueira Mestrando em Desenvolvimento Regional (mídias sociais), docente na Faculdade Nossa Senhora Aparecida/FANAP-GO.

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

Governança Corporativa, Responsabilidade Ambiental e Social. Prof. Wellington

Governança Corporativa, Responsabilidade Ambiental e Social. Prof. Wellington Governança Corporativa, Responsabilidade Ambiental e Social Prof. Wellington APRESENTAÇÃO AULA 1 Wellington Prof de pós-graduação na USJT desde 2003 Sócio diretor da WP projetos e produções Coordenador

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social

RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL. A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social RESPONSABILIDADE SOCIAL E VOLUNTARIADO EMPRESARIAL A contribuição do trabalho voluntário na Responsabilidade Social Ana Paula P. Mohr Universidade do Vale do Rio dos Sinos ana.mohr@gerdau.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM COLETIVA DE IMPRENSA Participantes: Relatores: Geraldo Soares IBRI; Haroldo Reginaldo Levy Neto

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES

NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES NOSSOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES Por cerca de 50 anos, a série Boletim Verde descreve como a John Deere conduz os negócios e coloca seus valores em prática. Os boletins eram guias para os julgamentos e as

Leia mais

Fundação Dom Cabral EDUCAÇÃO DE LIDERANÇAS PARA A SUSTENTABILIDADE (ELS)

Fundação Dom Cabral EDUCAÇÃO DE LIDERANÇAS PARA A SUSTENTABILIDADE (ELS) Fundação Dom Cabral Ritual de Passagem: A Educação de Lideranças para a Sustentabilidade INSTRUMENTO PARA AVALIAÇÃO ALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE LIDERANÇAS PARA A SUSTENTABILIDADE (ELS) Prof. Raimundo Soares

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Glossário do Investimento Social*

Glossário do Investimento Social* Glossário do Investimento Social* O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como missão promover e estruturar o investimento

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO

ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO 1 ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO INTERNO Por Regina Stela Almeida Dias Mendes NOVEMBRO 2004 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA 2 ENDOMARKETING COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências 2 Professora: Zeila Susan Keli Silva 2º semestre 2012 1 Contexto Economia globalizada; Mudanças contextuais; Alto nível de complexidade do ambiente; Descoberta da ineficiência dos

Leia mais

Comunicação Institucional Visão de Futuro

Comunicação Institucional Visão de Futuro Comunicação Institucional Visão de Futuro Organograma Presidente Comunicação Institucional Assistente Imagem Corporativa e Marcas Comitê Estratégico Imprensa Planejamento e Gestão Atendimento e Articulação

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Recursos Humanos 2011-1 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO LIDERANÇA AUTOCRÁTICA: O RELACIONAMENTO

Leia mais

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL Histórico, Significado e implicações www.danielbertoli.com Histórico Preocupações no pós-guerra (50 e 60) Discussões sobre contaminação e exaustão de recursos

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROJETOS SUSTENTÁVEIS: O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO FORMA DE MELHORAR O DESEMPENHO DAS ORGANIZAÇÕES.

GERENCIAMENTO DE PROJETOS SUSTENTÁVEIS: O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO FORMA DE MELHORAR O DESEMPENHO DAS ORGANIZAÇÕES. GERENCIAMENTO DE PROJETOS SUSTENTÁVEIS: O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMO FORMA DE MELHORAR O DESEMPENHO DAS ORGANIZAÇÕES. João Paulo Pereira Ricardo RESUMO Com a evolução do mercado que está a cada dia

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas.

Conjunto de pessoas que formam a força de trabalho das empresas. 1. OBJETIVOS Estabelecer diretrizes que norteiem as ações das Empresas Eletrobras quanto à promoção do desenvolvimento sustentável, buscando equilibrar oportunidades de negócio com responsabilidade social,

Leia mais

DISCIPLINA GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL

DISCIPLINA GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL FACULDADE NOVO MILÊNIO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO GERAL PROFESSORA CAMILA VIDAL DISCIPLINA GESTÃO AMBIENTAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL Sustentabilidade Empresarial Face às rápidas mudanças no mundo empresarial,

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade

Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade - Uma Estratégia Empreendedora - Roberta Cardoso Abril/2008 Por que o mundo inteiro fala em Sustentabilidade? AQUECIMENTO GLOBAL Evidências: Aumento

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS

INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS INFORMAÇÃO E VANTAGEM COMPETITIVA EM ORGANIZAÇÃO DE MÓVEIS E ELETROS Elane de Oliveira, UFRN 1 Max Leandro de Araújo Brito, UFRN 2 Marcela Figueira de Saboya Dantas, UFRN 3 Anatália Saraiva Martins Ramos,

Leia mais

TÍTULO: COMUNICAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO SETOR ENERGÉTICO EM BELO HORIZONTE

TÍTULO: COMUNICAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO SETOR ENERGÉTICO EM BELO HORIZONTE Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: COMUNICAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO SETOR ENERGÉTICO EM BELO HORIZONTE CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Camila Cristina S. Honório 1 Maristela Perpétua Ferreira 1 Rosecleia Perpétua Gomes dos Santos 1 RESUMO O presente artigo tem por finalidade mostrar a importância de ser

Leia mais

Michel Epelbaum ellux consultoria

Michel Epelbaum ellux consultoria Michel Epelbaum ellux consultoria 70 s e 80 s: controle e auditorias ambientais 1987: Relatório Brundtland 1991: ICC - Carta Empr. p/ o Des. Sust. 1992: ECO 92 Agenda 21 1992: WBCSD conceito de eco-eficiência

Leia mais

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1

A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 A Comunicação no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) 1 Narjara Bárbara Xavier Silva 2 Patrícia Morais da Silva 3 Resumo O presente trabalho é resultado do Projeto de Extensão da Universidade Federal da

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr.

UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. UTILIZANDO O BALANCED SCORECARD PARA GERENCIAR PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS. JOSÉILTON SILVEIRA DA ROCHA MS.c 1 PAULO MAURICIO SELIG Dr. 1 UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA JSROCHA@EPS.UFSC.BR UFSC UNIVERSIDADE

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA 1ª Edição Fevereiro 2013

CÓDIGO DE ÉTICA 1ª Edição Fevereiro 2013 CÓDIGO DE ÉTICA 1ª Edição Fevereiro 2013 Se surgirem dúvidas sobre a prática dos princípios éticos ou desvios de condutas, não hesite em contatar o seu superior ou o Comitê de Ética. SUMÁRIO O CÓDIGO DE

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL REDE GAZETA Vitória, ES Janeiro 2010. 1ª Revisão Janeiro 2011. 2ª Revisão Janeiro 2012. POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA REDE GAZETA IDENTIDADE CORPORATIVA Missão

Leia mais

Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética

Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética SUMÁRIO CONCEITO OBJETIVO ABRANGÊNCIA PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTOS CONFLITOS DE INTERESSE CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESERVAÇÃO

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO 18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO Autor(es) ALINE MOREIRA Orientador(es) ARSÊNIO FIRMINO DE NOVAES NETTO Apoio

Leia mais

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL

DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL DIRETRIZES PARA UM FORNECIMENTO SUSTENTÁVEL APRESENTAÇÃO A White Martins representa na América do Sul a Praxair, uma das maiores companhias de gases industriais e medicinais do mundo, com operações em

Leia mais

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 INDICADORES ETHOS De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 Instrumento de avaliação e planejamento para empresas que buscam excelência e sustentabilidade em seus negócios Abril/2000

Leia mais

2. Gerenciamento de projetos

2. Gerenciamento de projetos 2. Gerenciamento de projetos Este capítulo contém conceitos e definições gerais sobre gerenciamento de projetos, assim como as principais características e funções relevantes reconhecidas como úteis em

Leia mais

A pesquisa acadêmica stricto sensu no Brasil sobre a inteligência competitiva

A pesquisa acadêmica stricto sensu no Brasil sobre a inteligência competitiva A pesquisa acadêmica stricto sensu no Brasil sobre a inteligência competitiva Sandely Fernandes de Araújo (UFRN) sandely.araujo@pep.ufrn.br Anatália Saraiva Martins Ramos (UFRN) anatalia@pep.ufrn.br Resumo

Leia mais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais

Liderando Projetos com Gestão de Mudanças Organizacionais Jorge Bassalo Strategy Consulting Sócio-Diretor Resumo O artigo destaca a atuação da em um Projeto de Implementação de um sistema ERP, e o papel das diversas lideranças envolvidas no processo de transição

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO

CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO CÓDIGO DE ÉTICA e CONDUTA GRUPO invepar índice Apresentação Visão, Missão, Valores Objetivos Princípios Básicos Pág. 4 Pág. 6 Pág. 7 Pág. 8 Abrangência / Funcionários Empresas do Grupo Sociedade / Comunidade

Leia mais

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIAL AULA 01 => HISTÓRICO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. PROBLEMÁTICA: REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E INTENSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES ANTRÓPICAS LINHA DO TEMPO:

Leia mais

A Gestão do Conhecimento em uma Organização Bancária: competências profissionais num contexto de mudanças

A Gestão do Conhecimento em uma Organização Bancária: competências profissionais num contexto de mudanças A Gestão do Conhecimento em uma Organização Bancária: competências profissionais num contexto de mudanças Enise Barth Teixeira (UNIJUI) enise@unijui.tche.br Maira Fátima Pizolotto (UNIJUI) mairafp@mksnet.com.br

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

A EMPRESA COMO MODELO DE SUSTENTABILIDADE. Barbara Augusta PAULETO¹ RGM 071257 Fabiane Aparecida RODRIGUES¹ RGM 072625

A EMPRESA COMO MODELO DE SUSTENTABILIDADE. Barbara Augusta PAULETO¹ RGM 071257 Fabiane Aparecida RODRIGUES¹ RGM 072625 A EMPRESA COMO MODELO DE SUSTENTABILIDADE Barbara Augusta PAULETO¹ RGM 071257 Fabiane Aparecida RODRIGUES¹ RGM 072625 Renato Francisco Saldanha SILVA² Ailton EUGENIO 3 Resumo Muitas empresas mostram ser

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET

ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET AULA 05 ASSUNTO DO MATERIAL DIDÁTICO: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E AS DECISÕES GERENCIAIS NA ERA DA INTERNET JAMES A. O BRIEN MÓDULO 01 Páginas 26 à 30 1 AULA 05 DESAFIOS GERENCIAIS DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA

CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA CÓDIGO DE ÉTICA DO BANCO DA AMAZÔNIA APRESENTAÇÃO O Banco da Amazônia S.A., consciente da importância da ética nas relações com a comunidade em que atua, divulga este Código de Ética, que contém os padrões

Leia mais

INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS

INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS INTEGRAÇÃO ENTRE MARKETING E LOGÍSTICA EMPRESARIAL: UM ESTUDO DE CASO NO SETOR DE MÓVEIS PLANEJADOS Amanda Cristina Nunes Alves (SSP) amandac.06@hotmail.com Anne Sthefanie Santos Guimaraes (SSP) annesthefanie14@hotmail.com

Leia mais

ENCONTROS E ACORDOS INTERNACIONAIS: IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E GESTÃO AMBIENTAL

ENCONTROS E ACORDOS INTERNACIONAIS: IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E GESTÃO AMBIENTAL DELOS Desarrollo Local Sostenible. Grupo Eumed.net y Red Académica Iberoamericana Local Global Vol 3, Nº 9 www.eumed.net/rev/delos/09/ ENCONTROS E ACORDOS INTERNACIONAIS: IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA DA RESPONSABILIDADE

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NAS EMPRESAS: SUSTENTABILIDADE COMO FOCO.

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NAS EMPRESAS: SUSTENTABILIDADE COMO FOCO. RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NAS EMPRESAS: SUSTENTABILIDADE COMO FOCO. CARLA C. P. PUCHARELLI * ALINE C. SOUZA** RESUMO As mudanças ocorridas nas últimas décadas transformaram o modo de agir das empresas,

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL INTEGRADA ÀS PRÁTICAS DA GESTÃO

A RESPONSABILIDADE SOCIAL INTEGRADA ÀS PRÁTICAS DA GESTÃO A RESPONSABILIDADE SOCIAL INTEGRADA ÀS PRÁTICAS DA GESTÃO O que isto tem a ver com o modelo de gestão da minha Instituição de Ensino? PROF. LÍVIO GIOSA Sócio-Diretor da G, LM Assessoria Empresarial Coordenador

Leia mais

Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard - BSC

Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard - BSC Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard - BSC 0 Unidade: A era da informação O Balanced Scordecard BSC 1. INTRODUÇÃO: O MUNDO DO TRABALHO CONTEMPORÂNEO O mundo do trabalho vem passando por constantes

Leia mais

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO CONTEÚDO 1 APRESENTAÇÃO 2 PÁGINA 4 3 4 PÁGINA 9 PÁGINA 5 PÁGINA 3 APRESENTAÇÃO 1 O cenário de inovação e incertezas do século 21 posiciona o trabalho

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Laboratório Weinmann Ltda.

CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Laboratório Weinmann Ltda. CÓDIGO DE ÉTICA E RESPONSABILIDADE SOCIAL Laboratório Weinmann Ltda. 1 Objetivo Descrever e comunicar os princípios que norteiam o relacionamento do Laboratório Weinmann Ltda. com as suas partes interessadas

Leia mais

Código de ética e Conduta

Código de ética e Conduta DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS GlobalPET Reciclagem S.A Agosto /2014 Código de ética e Conduta Sumário 1. Introdução 2. Objetivos 3. Código de Conduta 4. Código de Ética 5. Valores éticos 6. Princípios

Leia mais

A Integração de Canais Logísticos como Fator para Sustentabilidade Econômica e Ambiental

A Integração de Canais Logísticos como Fator para Sustentabilidade Econômica e Ambiental A Integração de Canais Logísticos como Fator para Sustentabilidade Econômica e Ambiental Alexandre Borges Fagundes (UTFPR) borges.fagundes@gmail.com Ivanir Luiz de Oliveira (UTFPR) ivanir@utfpr.edu.br

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL, SUSTENTABILIDADE E SUAS NORMAS

RESPONSABILIDADE SOCIAL, SUSTENTABILIDADE E SUAS NORMAS RESPONSABILIDADE SOCIAL, SUSTENTABILIDADE E SUAS NORMAS Alessandra Cabral Nogueira Lima Ariadne Cedraz Léa Monteiro Rocha Luciana Cristina Andrade Costa Franco Tássia Luana Alves Andrade Silva Os primeiros

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL EM PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: A UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA PARA A OBTENÇÃO DE BENEFÍCIOS ECONÔMICOS E ESTRATÉGICOS

GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL EM PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: A UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA PARA A OBTENÇÃO DE BENEFÍCIOS ECONÔMICOS E ESTRATÉGICOS 1 GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL EM PEQUENAS ORGANIZAÇÕES: A UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA PARA A OBTENÇÃO DE BENEFÍCIOS ECONÔMICOS E ESTRATÉGICOS Murilo Fortunato Dropa (UTFPR) mfdropa@hotmail.com Ivanir Luiz

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

Teia de Executivos e Empreendedores de Impacto em Ações Sustentáveis

Teia de Executivos e Empreendedores de Impacto em Ações Sustentáveis Teia de Executivos e Empreendedores de Impacto em Ações Sustentáveis NEGÓCIOS COMO AGENTE DE MUDANÇA Iniciativa: INOVARTE Negócios Sustentáveis Parceria: MinasInvest - www.teias.teiaslive.net ESTRUTURAS

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE RELACIONAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES: FOCO NO CLIENTE EXTERNO

A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE RELACIONAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES: FOCO NO CLIENTE EXTERNO A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE RELACIONAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES: FOCO NO CLIENTE EXTERNO 1 GOLVEIA, Francielli José Primo. 2 DA ROSA, MsC. Wanderlan Barreto. RESUMO Nesta pesquisa, será abordada a importância

Leia mais

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

Índice. Missão, Visão, Valores e Princípios Objetivo Aplicabilidade Organização Interna Relacionamento Externo

Índice. Missão, Visão, Valores e Princípios Objetivo Aplicabilidade Organização Interna Relacionamento Externo Código de Conduta Índice Missão, Visão, Valores e Princípios Objetivo Aplicabilidade Organização Interna Relacionamento Externo 3 4 5 6 9 Missão, Visão, Valores e Princípios Missão Visão Princípios Valores

Leia mais

Responsabilidade social empresarial na região de Campinas, Estado de São Paulo: características e expectativas

Responsabilidade social empresarial na região de Campinas, Estado de São Paulo: características e expectativas Responsabilidade social empresarial na região de Campinas, Estado de São Paulo: características e expectativas Cândido Ferreira da Silva Filho (UNISAL) candido.silva@am.unisal.br Gideon Carvalho de Benedicto

Leia mais

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra

LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra LIDERANÇA NO CONTEXTO CONTEMPORÂNEO Prof. Joel Dutra INTRODUÇÃO As organizações vivem em um ambiente em constante transformação que exige respostas rápidas e efetivas, respostas dadas em função das especificidades

Leia mais

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Prof Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br Prof Dr. Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) acfrancisco@pg.cefetpr.br

Leia mais

GEOGRAFIA, MEIO AMBIENTE E CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL Henrique Elias Pessoa Gutierres

GEOGRAFIA, MEIO AMBIENTE E CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL Henrique Elias Pessoa Gutierres GEOGRAFIA, MEIO AMBIENTE E CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL Henrique Elias Pessoa Gutierres Nas últimas décadas, o mundo tem testemunhado o desenvolvimento da consciência ambiental em diferentes setores da sociedade,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DA DIRETORIA A todos os dirigentes e empregados A Companhia de Seguros Aliança do Brasil acredita no Respeito aos princípios éticos e à transparência de conduta com as

Leia mais

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS Ensinar para administrar. Administrar para ensinar. E crescermos juntos! www.chiavenato.com GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS Para Onde Estamos Indo? Idalberto Chiavenato Algumas empresas são movidas

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPH0813 PLANO NACIONAL DE TURISMO: UM CAMINHO PARA A BUSCA DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4

POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4 POLÍTICA EMRPESARIAL DA INT.4 INTRODUÇÃO Desde que foi fundada em 2001, a ética, a transparência nos processos, a honestidade a imparcialidade e o respeito às pessoas são itens adotados pela interação

Leia mais